Artigos da Federaçãooo
Colectivo luso esmagou a Grécia
Este domingo, ao princípio da tarde, foi a vez de a Grécia sentir a força e a alma das comandadas de Eugénio Rodrigues, que não deram quaisquer hipóteses às suas opositoras.Os 50 pontos (82-32) de diferença registados no final dizem bem da superioridade lusa em todos os capítulos de jogo.
Portugal entrou bem na partida, terminando os 10 minutos iniciais já na frente (10-17). No 2º período (6-22), as gregas sentiram imensas dificuldades para se libertarem das marcações defensivas a que eram sujeitas, enquanto no ataque as nossas representantes iam descobrindo os caminhos para o cesto. Deste modo a confortável vantagem de 23 pontos ao intervalo (16-39) permitia ao seleccionador Eugénio Rodrigues encarar a etapa complementar com tranquilidade e fazer a rotação do banco, tendo utilizado pela primeira vez na competição as 12 jogadoras que viajaram para Kavadarci.Na 2ª parte o colectivo luso não facilitou, mantendo a mesma intensidade de jogo e a mesma ambição e espírito de entreajuda. Foi com esta receita que se voltou a ganhar o 3º quarto (4-20) e depois não era necessário mais do que gerir o pecúlio conquistado, o que se confirmou no último período (12-23).Destaque para o duplo-duplo da poste Sofia Carolina, MVP da partida (13 pontos, 4/4 nos duplos, 11 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência, 1 roubo e 3 faltas provocadas, com 5/6 da linha de lance livre) e para a eficácia (70% nos lançamentos de campo) de Maria João Correia (19 pontos, 4/5 nos duplos, 3/5 nos triplos, 3 ressaltos defensivos, uma assistência, 2 roubos e uma falta provocada, com 2/2 nos lances livres). Foram bem secundadas por Joana Bernardeco (11 pontos, 3/6 nos triplos, 4 ressaltos defensivos, 5 assistências e uma falta provocada, com 2/2 nos lances livres), Luiana Livulo (4 pontos, 9 ressaltos sendo 1 ofensivo, 2 roubos, 1 desarme de lançamento e uma falta provocada) e Michelle Brandão (11 pontos, 3/6 nos triplos, 3 ressaltos defensivos, duas assistências, 1 roubo e uma falta provocada, com 2/2 nos lances livres). Superioridade portuguesa em toda a linha, nomeadamente na eficácia de lançamento: 26%-56% nos duplos, 10%-44% nos triplos com 10 convertidos em 23 tentados e nos lances livres (64%-73%). Idem idem na luta das tabelas (25-41 ressaltos), particularmente na tabela defensiva (19-32), nas assistências (6-14), nos roubos (8-12), nas faltas provocadas (11-18) e nos erros cometidos (23-18 turnovers).Na formação helénica, as mais produtivas foram a extremo Ioanna Diela e a base Angeliki Nikolopoulou, que em 2009 fora a melhor marcadora grega no campeonato de Sub 18 em Eilat (Israel), cada uma com 9 pontos.No outro jogo da ronda, Israel bateu a Áustria (61-58) e saltou para a 2ª posição. Amanhã Portugal folga, seguindo-se o 1º dia de descanso para todas as equipas. As nossas representantes voltam à competição na 4ª feira (21), defrontando as austríacas a partir das 12h00.
Quebra física na 2ª parte em Surrey
Depois de uma boa primeira metade, com 18-19 (1º período) e 12-14 (2º período), as nossas representantes claudicaram na etapa complementar, nitidamente por quebra física. As inglesas, que já têm 6 semanas de preparação nas pernas tendo feito dois jogos com a Bulgária (uma vitória e uma derrota), aumentaram o ritmo após o descanso, ganhando os dois parciais, por 9-18 e 10-21, respectivamente nos 3º e 4º quartos.Na opinião do seleccionador Ricardo Vasconcelos as suas pupilas que completam amanhã 3 semanas de preparação, revelaram naturalmente que ainda não têm a condição física apresentada pelas adversárias, claramente numa fase mais adiantada, além de que pertencem à Divisão A, tal como as búlgaras.Hoje as duas selecções voltam a defrontar-se a partir das 19H00, no mesmo recinto.
Problemas com voo atrasam israelitas
Quanto a Portugal, o trabalho continuou hoje e amanhã haverá nova sesssão de trabalho em rio Maior.
Ricardo Vasconcelos: «Aferir o que está consolidado»
A equipa, que vai participar no Campeonato da Europa, Divisão B, encontra-se em Inglaterra, onde vai realizar alguns amigáveis com a selecção da Grã-Bretanha e com a Estónia nos próximos dias.
O técnico considera que estas partidas surgem num bom momento. “Três semanas após termos dado início aos trabalhos, é necessário aferir o que está consolidado e o que está por aperfeiçoar, e o jogo é claramente o melhor barómetro para o fazer”, considera o técnico. “Há que sentir quais as jogadoras que em situação de competição estão mais adaptadas às novas ideias.”O facto de Portugal realizar encontros diante da Grã-Bretanha é, na sua opinião extremamente positivo. “É uma equipa que está na Divisão A e assim podemos avaliar as diferenças que nos distanciam dessa realidade”, sublinhou.
Sub 18 femininos na recta final da preparação
Para a seleccionadora Mariyana Kostourkova, que já perdera a esperança de poder ganhar ritmo competitivo com jogos internacionais, frente a adversários que tradicionalmente sejam do nosso nível ou ligeiramente mais fortes, a vinda da selecção da Estónia para disputar 3 jogos amigáveis, em 3 dias consecutivos, foi ouro sobre azul e servirá certamente os interesses do seleccionado luso. A equipa da Estónia no ano passado não participou no campeonato realizado em Israel, devido a restrições financeiras relacionadas com a organização do Europeu de Sub 16 Femininos que teve lugar em Tallin, capital do país, mas no Europeu de 2008, na Macedónia (Skopje), estava no nosso grupo e derrotou-nos por 5 pontos, se não nos falha a memória, acertando um triplo já no último minuto com o jogo empatado, o que liquidou as nossas aspirações.Kostourkova manteve as 14 jogadoras que já tinha convocado para o estágio anterior, em Sangalhos, de 9 a 15 do corrente mês:Filipa Bernardeco (ADE Sintra)Inês Faustino (AD Vagos)Jéssica Almeida (Olivais)Catarina Neves (GDESSA)Daniela Domingues (Basquete Barcelos)Joana Jesus (CPN)Luzia Lampreia (GDESSA)Joana Ramos (Benfica)Paula Couto (ADE Sintra)Inês Pinto (CPN)Maria João Andrade (Olivais)Vitória Pacheco (União da Madeira)Susana Cardoso (AD Ovarense)Vânia Sousa (Colégio Calvão)CalendárioHoje (Domingo): Portugal Sub 18 Fem – Estónia Sub 18 Fem, no Pavilhão LORD (FMH), às 18h30Amanhã (2ª feira): Portugal Sub 18 Fem – Estónia Sub 18 Fem, no Pavilhão do SIMECQ, às 21H00 Depois de amanhã (3ª feira): Portugal Sub 18 Fem – Estónia Sub 18 Fem, no Pavilhão LORD (FMH), às 18h30Aproveitou-se também a vinda da Estónia para se fazer um jogo de treino com a selecção de Portugal Sub 16 Femininos, no dia 21 (4ª feira), no Pavilhão do SIMECQ, a partir das 16H30, completando-se o programa de preparação das pupilas de Kostourkova com a realização de mais um encontro, com as nossas Sub 16, na 5ª feira (dia 22), no Pavilhão LORD, às 11H00.O estágio termina na próxima 6ª feira à hora do almoço, após o último treino das 09H30 às 11h30.A concentração final já com o grupo das 12 escolhidas, será no dia 26 do corrente, véspera da partida para Timisoara.
Análises, muito trabalho e… o ciso!…
A novidade de hoje prende-se com o facto de o dia ter começado, não com o pequeno almoço, mas com a realização de análises de rotina a todos os atletas (ver nota nos detalhes da notícia).
Em tudo o resto, o trabalho continuaria normal mas… Mário Fernandes, apesar de treinar a todo o gás, queixava-se de dores, num dente. Consulta marcada e… problema resolvido. O dente do ciso que o incomodava foi afastado do estágio. Amanhã a equipa treina da parte da manhã e, à noitinha chegará Israel que defrontará, no Domingo e Segunda, pelas 18H30, ao conjunto português.
Hoje iniciamos uma nova experiência no acompanhamento diário dos trabalhos da Selecção Nacional. Com a colaboração da equipa médica, e do Dr. Basil Ribeiro, médico coordenador, procuraremos explicar mais detalhadamente o trabalho feito nesta área. Eis o “relatório” clinico de hoje: “Os treinos têm decorrido com a normalidade esperada e clinicamente todos os atletas estão aparentemente bem, apesar de aparecerem algumas queixas do foro músculo-esquelético, as quais são perfeitamente normais neste contexto e estão perfeitamente controladas. Contudo, por vezes é necessário fazer exames para documentação desta aparente normalidade e tranquilização em relação aos procedimentos adoptados. Nesta perspectiva, hoje houve colheita de sangue logo de manhãzinha para a realização de análises clínicas, sumárias, no sentido de se perceber como é que o corpo dos nosso jogadores está reagir à carga de treinos. Os parâmetros a analisar permitirão saber se existem anemias, deficiência de ferro e se o fígado e os rins estão a funcionar normal. Para maior conforto dos atletas, a colheita aconteceu no Centro de Estágio, correu bem, ordenada e rapidamente. Outro coisa não seria de esperar. Na próxima segunda feira ficaremos a saber os resultados.”
Derrota após viagem atribulada
Portugal perdeu por 48-62, diante da selecção local, mas demonstrou em algumas fases do jogo, ser capaz de competir de igual para igual contra um conjunto da divisão A.
Após uma complicada e cansativa viagem, que durou praticamente 21 horas, o combinado português chegou finalmente a Sófia. Para trás ficavam os atrasos do avião em Madrid e do autocarro que transportou a comitiva lusa até à capital búlgara. Com tudo isto, os jovens portugueses apenas se puderam deitar por volta das 5h00 da manhã e algumas horas mais tarde (16h00) já estavam a entrar dentro do pavilhão para enfrentar a Bulgária.Tendo pela frente um conjunto da divisão A e perante as contrariedades da viagem, Ivan Kostourkov sabia que a tarefa da sua equipa não seria fácil. Ainda assim, foi o conjunto luso que melhor entrou no jogo e à passagem do minuto 5, liderava por 10-9.A partir daí, os búlgaros melhoraram a sua defesa e passaram para a frente, acabando o 1º período a vencer por 14-22. Portugal respondeu alterando o seu sistema defensivo e conseguiu condicionar o ataque adversário, no entanto os jovens portugueses continuaram a sentir muitas dificuldades para marcar frente a uma defesa muito agressiva. Chegava-se ao intervalo com o resultado em 37-25.O 3º período foi o melhor período da selecção portuguesa, que acabou por o vencer por 10-7. Apesar de continuar a evidenciar dificuldades no ataque, Portugal demonstrou nesta fase um enorme querer e uma grande união diante de um adversário teoricamente mais forte. Apesar da boa atitude, Portugal nunca se conseguiu aproximar no marcador e o jogo acabou com o resultado de 48-62, favorável à Bulgária. Por Portugal, os melhores foram Daniel Coelho 13 pontos e 2 assistências, Rafael Wildner 12 pontos e 4 ressaltos e Eduardo Guimarães 7 pontos e 4 ressaltos, numa partida em que foram utilizados os 12 atletas.Pelos Búlgaros, destaque para o base Planimir Dafinov com 15 pontos, Pavlin Ivanov com 14 e Dimitar Dimitrov com 13.Ficha do jogoLocal: Arena de Samokov, BulgariaBulgária 62 – 48 PortugalPor períodos: 22-14, 15-11, 7-10, 18-13Portugal (48): Daniel Coelho (13), Jonah Callenbach (5), Sergio Santos (2), Daniel Margarido (2), Rafael Wildner (12), Hugo Sotta, Miguel Cardoso (2), Bruno Cunha, João Álvaro, Eduardo Guimarães (7), Artur Castela (5), Filipe Elias.
Betinho forçado a parar
Entretanto, o grupo cumpriu mais uma jornada na etapa de preparação, com musculação a abrir, seguida de mais um treino intenso. À tarde, novo treino de duas horas. As noticias positivas são a integração a 100% de Nuno Cortez que se aproxima, rápidamente, dos níveis fisicos necessários e a progressiva integração de Carlos Andrade, que já participa em grande parte dos exercícios, exceptuando os que poderão envolver contacto, e trabalhando a parte fisica, estando muito próximo de, também ele, integrar o trabalho na totalidade.
Entretanto, deixamos aqui uma nota do Dr. Basil Ribeiro sobre a pubalgia de Betinho:”O Betinho necessita de ser operado a uma pubalgia. Mas que doença é esta?O termo pubalgia não identifica uma doença, não é um diagnóstico. Apenas se refere uma dor na região do púbis, isto é, na região abdominal inferior, na transição para a pelve. Pode ser causada por dezenas de doenças, mas a que mais nos interessa neste contexto é aquela relacionada com a inflamação dos orifícios herniários, um de cada lado na região inferior e lateral do abdómen. A dor é de intensidade variável e de carácter ondulante, ou seja, aumenta ou diminui de acordo com a carga de treino e os períodos de repouso, o que permite que o atleta ao longo dos meses vá treinando e jogando com dor e muito sacrifício. Por vezes é muito incapacitante, não permitindo a actividade desportiva e mesmo as relações sexuais, tão dolorosas que são. A dor pode irradiar para os testículos e aumentar com a tosse. O diagnóstico é puramente clínico, isto é, feiro pela história e observação médica, e qualquer exame vem apenas atrapalhar, pois é de um modo geral negativo. Muitas vezes é este exame negativo (ecografia, por exemplo) uma das causas para a instituição correcta do tratamento. Este é sempre cirúrgico e não vale a pena andar a tomar remédios, fazer alongamentos ou tratamentos, pois é perda de tempo. Depois de operado o atleta já pode começar a correr ao fim de 10 dias, a treinar com bola duas a três semanas depois e a fazer treino colectivo ás 4-5-6 semanas, depende da evolução individual. Dois meses depois o atleta é convocável para o jogo. É este o percurso que o nosso Betinho vai fazer para que possa dar já no início de época o seu contributo à sua equipa , posteriormente, à nossa selecção nacional. Vai correr bem, Betinho. Força.”
Estreia infeliz
A equipa lusa perdeu diante da Bulgária, por 86-91, depois de se ter batido bravamente ao longo de todo o encontro, e de apenas ter cedido no prolongamento. Amanhã, na segunda jornada do Grupo B, Portugal defronta a Suíça, que perdeu diante da Finlândia, por 64-92, no jogo de estreia na prova.
A equipa nacional esteve muito bem nesta partida e mostrou que pode bater-se de igual para igual com os restantes adversários do agrupamento, a começar pelo próximo, a Suíça, que deverá estar ao alcance dos jovens basquetebolistas portugueses.Entre os atletas nacionais, destaque para os desempenhos de João Guerreiro, que somou 20 pontos, 6 ressaltos e 1 roubo de bola nesta partida, bem como para a actuação de João Soares, autor de 13 pontos, 5 ressaltos, 1 assistência e 3 roubos de bola.
Conheça as jogadoras
Saiba quem são as referências, quais foram os melhores e os piores momentos da carreira, entre outros aspectos, das internacionais que vão tentar levar Portugal à Divisão A do Europeu.
Nome DORA DUARTEIdade 24 anosQual é o seu número de camisola preferido? É o 8.Quantas internacionalizações tem? Tenho 7.Qual foi o pior momento da sua carreira? E o melhor? Pior: Quando fiz uma rotura de ligamentos no pé direito. Estar lesionada foi muito difícil. Ver as minhas colegas a jogar e não poder dar o meu contributo… Melhor: Representar os Tubarões no ano 2006, se não estou em erro. Fiz uma época bastante interessante. Esse trabalho deu-me um lugar na Selecção de Sub-20, o meu primeiro Campeonato da Europa. O meu melhor jogo foi contra o ESSA, marquei 44 pontos, sendo deles 7 triplos.Qual é a sua referência de jogador(a)? Chevon Keith.Qual foi o seu percurso como jogadora? 1999/2006: Tubarões; 2003/2006: CAR Jamor; 2006/2010: Boa Viagem.Com quem gostava de jogar 1×1? Com ninguém em especial.Deixe uma mensagem a todas as jovens jogadoras… Trabalha muito porque é com o trabalho que se alcança o sucesso! NomeTAMARA MILOVACIdade24 anosQual é o seu número de camisola preferido? O número 8.Quantas internacionalizações tem? Tenho 59.Qual foi o pior momento da sua carreira? E o melhor? Pior: quando me lesionei na Selecção Nacional e tive a ponto de perder o contrato que tinha em Espanha. Melhor: não é o melhor, porque é difícil definir um só momento, mas algo que me deixou muito contente foi ter ido jogar para Espanha.Qual é a sua referência de jogador(a)? Não consigo definir uma jogadora referência.Qual foi o seu percurso como jogadora? 2000/2001: São Luís (Faro); 2001/2004: Clube Basket de Albufeira; 2004/2006: Santarém Basket; 2006/2007: Alcazar Menorca (Espanha); 2007/2009: Arxil-Ponteverda (Espanha); 2009/2010: Marsol Conquera (Espanha).Com quem gostava de jogar 1×1? Com a Lisa Leslie.Deixe uma mensagem a todas as jovens jogadoras… Lutem pelos vossos sonhos!NomeCÉLIA SIMÕESIdade24 anosQual é o seu número de camisola preferido? É o número 5.Quantas internacionalizações tem? Tenho 29.Qual foi o pior momento da sua carreira? E o melhor? Melhor: 1º título de Campeãs Nacionais de Cadetes. Pior: acaba por ser o mesmo, pois na Fase Final do primeiro jogo, após prolongamento, abri a cabeça, levei 8 pontos e não pude jogar mais.Qual é a sua referência de jogador(a)? A Mery Andrade.Qual foi o seu percurso como jogadora? CPN; Boa Viagem; Barcelos.Com quem gostava de jogar 1×1? Não tenho ninguém em mente.Deixe uma mensagem a todas as jovens jogadoras… Dêem tudo agora no basquetebol, porque no futuro o basquetebol vai dar-vos tudo de volta. Nunca deixem de trabalhar e acreditar naquilo que são capazes de fazer mas com humildade. Força a todas as jovens jogadoras!NomeJOANA FOGAÇAIdade32 anos.Qual é o seu número de camisola preferido? É o 9.Quantas internacionalizações tem? Umas 106.Qual foi o pior momento da sua carreira? E o melhor? Pior: Lesão que me impediu de jogar no Campeonato Europeu e final do Campeonato Nacional. Melhor: Final Conferência contra Old Dominian; Campeonato nacional pelo Santarém.Qual é a sua referência de jogador(a)? Ticha Penicheiro.Qual foi o seu percurso como jogadora? Algés (dos 7 aos 19 anos); East Carolina University (20 aos 23 anos); Santarém (23 aos 25 anos); Santo André ( 25 aos 27 anos); Algés (27 aos 32 anos).Com quem gostava de jogar 1×1? Michael Jordan.Deixa uma mensagem a todas as jovens jogadoras… Trabalhem para atingir os vossos sonhos e divirtam-se!
Perder após prolongamento
Não chorando uma arbitragem desigual na apreciação dos contactos (foram-lhe assinaladas mais do dobro das faltas do que à representação búlgara – 31/15), os Sub20 portugueses, que por diversas vezes anularam diferenças de 8 pontos em resultado da sua atitude defensiva, perdiam ao 1º período por 2 pontos (19-17) e concluíram a 1ª parte, com uma mais clara definição dos seus movimentos de ataque, a vencer por 3 pontos (16-21 para 35-38). Na 2ª parte assistiu-se ao inverso, a melhor concentração dos jogadores portugueses manteve-os como vencedores ao final do 3º período (61-64) e levou-os à sua melhor diferença positiva – 8 pontos a seu favor a 3:58 (64-72) do final do 4º período -, tendo apenas claudicado em consequência de 3 lançamentos de 3 pontos contestados, reveladores da maturidade da equipa contrária. A 3 décimas de segundo do tempo regular, com o jogo empatado (74-74) a Bulgária beneficiou ainda de dois lances livres que acabou por não concretizar. No prolongamento, debilitados com faltas, os portugueses viram desde logo o resultado abrir a 5 pontos a favor dos búlgaros, diferença que conseguiram reduzir para 2 pontos (86-84 a 1:05 por jogar), mas que foi retomada sobre o final deste tempo com dois lances livres convertidos pela equipa búlgara (17-12 para 91-86). Não se desculpando com outros factores que não os que de si dependem, a avaliação feita a este jogo por toda a comitiva confirma o trabalho que vem desenvolvendo e confere-lhe legítimas expectativas para o resto da competição.Parcias:(19-17, 16-21, 23-26, 16-10, prol. 17-12) O próximo adversário de Portugal – a Suíça (dia 16 pelas – 20:15 – Aktivpark – Güssing, Áustria) – revelou-se, apesar do resultado (64-92) perante a Finlândia (diferença conseguido fundamentalmente na 1ª parte), uma equipa a respeitar pelos argumentos físicos, técnicos e tácticos que apresentou e que, até ao confronto previsto, não deixarão de ser certamente avaliados pela comitiva portuguesa.
Em dia de primeira opção técnica
Não foi decisão fácil, até porque o jovem jogador demonstrou grande atitude e enorme espirito de um grupo que o viu partir com alguma nostalgia. Esta decisão surge no seguimento da integração de Nuno Cortez, que hoje já treinou e de Carlos Andrade que, amanhã, devidamente protegido por uma máscara à “zorro” (ver detalhes), já deverá integrar os trabalhos. O dia de hoje ficou marcado pela partida da equipa finlandesa (pela madrugada) e por mais uma sessão matinal de treino intenso.
O Carlos Andrade é notícia no basquetebol nacional. Apenas nove dias depois de uma intervenção cirúrgica de correcção do nariz já iniciou o treino físico individual. Mas o que mais chama à atenção é a máscara de protecção nasal que o atleta vai usar durante os próximos treinos.O Carlos fracturou o nariz durante o campeonato nacional e com muito sacrifício e dedicação suportou a dor e a incapacidade até à conclusão dos “play-off”. Foi agora, em período de férias, operado. Esta cirurgia tem duas consequências: a parte fisiológica e a parte traumática. Na 1ª importa considerar o processo de cicatrização e a prevenção de complicações (infecção e hemorragias). Destas o atleta já se livrou, mas o processo de cicatrização leva o seu tempo e será preciso mais uma semana para cicatrização completa. Esta máscara, confeccionada de propósito e de urgência para o atleta, vai permitir que o Carlos comece já amanhã o treino de integração na equipa. Hoje manteve o treino individual (no ginásio e no pavilhão), mas já usou a máscara, pois pretende-se que progressivamente o cérebro elimine a imagem daquele acessório (o utilizador de óculos já não nota que os transporta em frente aos olhos) e o atleta possa treinar sem qualquer restrição visual. Toda esta estratégia tem sido possível apenas graças ao diálogo permanente entre o atleta e as equipas técnica e médica, sempre apoiado incondicional da direcção da FPB. Nesta fase todos os esforços são necessários.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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