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“Tenho um grupo baixo em termos de altura, por isso há que jogar em contra-ataque”

Rui Fonseca, treinador da formação nortenha, anteviu a competição para a FPB.

Na sua opinião, haverá favoritos à vitória nesta prova?

O nosso grande objetivo no início de época foi estar presente nas fases finais e conseguimos. Na minha opinião, acho que vai ser uma fase final muito equilibrada pelo valor das quatro equipas. Aquela que estiver mais regular durante os três dias vai sair vencedora.

 

Como avalia os adversários em competição?

Pelo que conheço e vi, todas as equipas têm  jogadores muito influentes. O CD Póvoa, que conheço e bem, é uma equipa muito forte e competitiva, o CB Queluz, que joga em casa e quer defender o título, tem um grupo muito equilibrado, enquanto em relação ao Barreirense, que é um clube com muita tradição e muitas presenças em fases finais, é sempre muito competitivo.

 

Em que aspetos os seus jogadores terão de ser mais fortes?

A minha equipa tem que ser muito competitiva durante os 40 minutos e deixar sempre tudo em campo a defender. Tenho um grupo baixo em termos de altura, por isso há que jogar em contra-ataque. Tenho jogadores rápidos e bons tecnicamente.


“Espero que esta fase final seja um grande momento de divulgação do basquetebol”

O timoneiro da formação de Ermesinde espera equilíbrio na competição.

Na sua opinião, haverá favoritos à vitória nesta prova?

Eu penso que esta fase final pode ser bastante equilibrada. Qualquer das equipas pode vencê-la, mas o CB Queluz, por jogar em casa, pode ter algum favoritismo, mas nestas idades, por vezes, a pressão de jogar no seu ambiente pode funcionar ao contrário. Qualquer um dos adversários tem muita qualidade e todas as equipas estão bem organizadas e bem treinadas. Todos os treinadores/as já estiveram presentes em fases finais.

 

Como avalia os adversários em competição?

O CB Queluz tem um lote de jogadoras com muita qualidade e onde a sua intensidade defensiva  é uma das grandes armas, assim como em termos ofensivos também existem boas executantes em situações de 1×1 e com muito boa capacidade de tiro exterior. O Olivais também conta com excelentes jogadoras e algumas delas capazes de resolver um jogo a qualquer momento, sendo bastante fortes no ressalto ofensivo, provocando muitas vezes segundos lançamentos e faltas através disso. Já o CAB é outra equipa com excelentes jogadoras, com a sua grande arma a residir na capacidade defensiva e transições rápidas, havendo ainda boas lançadoras e com boa capacidade de jogarem 1×1. É uma formação que consegue também jogar bem em meio campo.

 

Em que aspetos as suas jogadoras terão de ser mais fortes?

As minhas jogadoras têm que fazer o que treinaram durante a época e estarem focadas a 100%,saber que durante a fase final vai haver momentos bons e menos bons e nunca se desunirem. Deixarem tudo o que têm dentro do campo, serem uma equipa unida em todos os momentos. Jogarem à CPN é fundamental. Espero que esta fase final seja um grande momento de divulgação do basquetebol e que corra tudo bem a todos e claro, que ganhe o CPN.


“Penso que o fator mais importante é o psicológico”

Fernando Brás, técnico do clube, apesar da caminhada invicta da sua equipa na 1.ª fase, nega favoritismo.

Na sua opinião, considera o CB Queluz favorito à vitória depois de uma 1.ª Fase sem qualquer derrota?

Permitam-me, antes demais, destacar o facto de ser a terceira fase final nacional consecutiva que este grupo de atletas guerreiras consegue, mostrando por isso a sua evolução e consistência (fatores que considero importantes nos escalões de formação, independentemente dos resultados obtidos). Em relação a esta final four e a favoritos, a história e o desporto no geral ensinam-nos que em fases finais não há favoritos. Apesar de algumas contrariedades ao nível de lesões, a equipa soube unir-se e estamos preparados para dar tudo desde o primeiro jogo… onde abordaremos cada um deles como uma final, lutando até ao fim.
 

Como avalia os adversários em competição?

Já tive oportunidade de ver alguns jogos dos nossos adversários e todos se caracterizam por uma defesa muito agressiva e com transições ofensivas muito rápidas. Como disse anteriormente, não há favoritos, logo qualquer equipa pode ganhar a qualquer uma. Mas estamos preparados.

 

Em que aspetos as suas jogadoras terão de ser mais fortes?

Nestas fases finais onde o cansaço atinge níveis elevados, penso que o fator mais importante é o psicológico, e é nessa área e com a experiência acumulada dos últimos anos que temos vindo a melhorar. Espero por isso estarmos à altura nesta fase final, porque taticamente e fisicamente estamos preparados.


“O segredo para o sucesso da minha equipa é só um: atitude competitiva”

Na sua opinião, haverá favoritos à vitória nesta prova?

Não, na minha opinião não há favoritos. Todas as equipas têm pontos fortes que poderão explorar para se superiorizarem aos adversários dentro de campo. Umas terão grupos mais equilibrados do ponto de vista técnico-tático, outras terão mais altura, outras mais força, mais velocidade, outras tentarão ter mais atitude, empenho, intensidade. Estou convencido de que todos acham que podem ganhar e estarão a preparar a estratégia que consideram a melhor para alcançarem o sucesso desejado.

 

Como avalia os adversários em competição?

As equipas do Norte parecem mais intensas e maduras, mas isso só se verá em campo. Realmente, nunca tivemos oportunidade de os defrontar esta época, tendo ambas com jogadores que se destacam: no CD Póvoa, o Diogo Gomes, e no Vasco da Gama, o Hugo Ferreira, que irá, por certo, ser um quebra-cabeças para as equipas adversárias. O Póvoa tem uma média de alturas inferior, mas é uma equipa muito intensa, são velozes, fazem contra-ataque sempre, têm bons lançadores, movimentos ofensivos simples, mas eficazes, com boas leituras. O Vasco da Gama tem uma equipa com quatro jogadores muito bons e a estrela que já referi, sendo os outros grandes lutadores, o que ajuda muito. Parece menos organizado taticamente, mas isso é função das normalmente boas tomadas de decisão do seu jogador mais influente que … resolve muito com a ajuda do Balta. O Barreirense é uma equipa muito motivada, que tem vindo sempre a subir, melhorando a qualidade do basquetebol praticado. Tem jovens que sabem jogar e, portanto, tem aspirações. Depois de ter perdido o campeonato regional de Setúbal para o Scalipus (também uma excelente equipa), conseguiu superiorizar-se a todos (exceto ao CBQ). Venceu o Benfica, equipa que eu pensava que nos acompanharia nesta fase final, estando cá por mérito próprio.

 

Em que aspetos os seus jogadores terão de ser mais fortes?

O segredo para o sucesso da minha equipa é só um: atitude competitiva. Isso e o resto foi treinado em 154 treinos, 31 jogos oficiais e 11 jogos de treino. Com a colaboração dos adjuntos Carlos Cardoso e Miguel Lourenço, do diretor/seccionista Paulo Caçador, dos excelentes dirigentes, do Presidente Hugo Martins, de Ana Novo e Pedro Amaral e dos fãs do CB Queluz – porque todos juntos somos melhores – e, os últimos são sempre os primeiros, os pais e familiares destes jovens excecionais com quem tive o privilégio de trabalhar esta época. Mas o que interessa mesmo ao CB Queluz é que os jovens se sintam felizes por participar numa grande festa que os enriquecerá com certeza como jogadores e como futuros cidadãos deste país.


“A vitória será o equilíbrio da competição”

Na sua opinião, haverá favoritos à vitória nesta prova?

Na minha opinião, a vitória será o equilíbrio da competição. Julgo que será um fim-de-semana com todos os jogos a serem discutidos do início ao fim e em que qualquer um pode levar o outro por vencido. As quatro equipas chegaram até aqui meritoriamente e todas devem ser respeitadas por isso.

 

Como avalia os adversários em competição?

O CPN e o CB Queluz, os primeiros classificados das zonas Norte e Sul, respetivamente, têm equipas com bastantes atletas de valor, tendo por isso possibilidade de manter a qualidade em campo durante muito tempo do jogo, sendo que ambas primam por uma defesa bastante agressiva, criando muitas dificuldades aos seus opositores. O CAB Madeira apresentou-se na Fase Intermédia com uma equipa muito guerreira e lutadora, primando pelo valor do seu coletivo dentro de campo aliado à defesa pressionante e à capacidade de tiro exterior.

 

Em que aspetos as suas jogadoras terão de ser mais fortes?

A nossa equipa terá de se manter mais forte na superação. Os jogos vão ser muito equilibrados e será importante manter o foco no jogo em si, do primeiro ao último minuto. Já mostrámos ser capazes de o fazer, não só ao longo desta época, mas ao longo dos últimos anos de trabalho. Foi exatamente por isso que, no ano passado, conseguimos atingir pela primeira vez um ponto alto nacional. A nossa equipa tem feito um bom trabalho ao longo do tempo, treinámos sempre que foi preciso, todas se sacrificaram pelo trabalho coletivo e por isso têm todo o mérito de disfrutar e lutar por este momento. Eu, especialmente, como treinadora deste coletivo, não podia estar mais orgulhosa de cada uma delas individualmente e da equipa no seu todo. Quero por isso agradecer-lhes todo o empenho, bem como a toda ao grupo Sénior Feminino, às equipas de formação Feminina e formação e competição Masculina do Olivais FC, que muito nos ajudaram e trabalharam connosco ao longo desta longa caminhada. Por fim, agradecer todo o apoio dos pais, familiares e amigos, pois sem ele nunca teríamos chegado até aqui.


“Em todos os jogos terá de ser notória a raça poveira”

Para ler em entrevista à FPB.

Na sua opinião, haverá favoritos à vitória nesta prova?

Sou da opinião de que em fases finais não existem favoritos, estamos a falar de três dias em que as quatro melhores equipas do país no escalão se vão defrontar e tudo poderá acontecer. Se pensarmos que esta final four se vai realizar em Sintra, então considero que o CB Queluz tem uma pequena vantagem de poder jogar em casa e contar com muito apoio vindo das bancadas. No entanto, todos estão motivados, todos querem ganhar e nós não somos exceção. Estamos orgulhosos daquilo que fizemos até aqui, mas não estamos satisfeitos, queremos mais e vamos lutar ao máximo para levar o nome do nosso Clube Desportivo da Póvoa e da nossa cidade da Póvoa de Varzim ainda mais alto.

 

Como avalia os adversários em competição?

Os adversários são fortíssimos e contam com os melhores jogadores da idade, caso contrário não estariam a lutar pelo título de campeão nacional.
No caso do Vasco da Gama, é uma equipa que conhecemos muito bem porque já a defrontámos cinco vezes esta época, e que nos cria bastantes dificuldades. À exceção do primeiro jogo contra esta equipa, todos os restantes foram equilibrados, mas apenas conseguimos sair vitoriosos por uma vez, por isso esperamos estar melhor preparados e conseguir o segundo triunfo.
Por outro lado, Barreirense e CB Queluz são equipas que nunca defrontámos e, como tal, sabemos pouco sobre o estilo de jogo de cada uma, quer defensiva, quer ofensivamente, pelo que o efeito surpresa será maior. Contudo, sabemos que temos de estar preparados para tudo o que nos possa acontecer e responderemos à altura do desafio.

 

Em que aspetos os seus jogadores terão de ser mais fortes?

Em todos os jogos terá de ser notória a raça poveira, que nos carateriza desde sempre e como o próprio grito do nosso clube refere, "Ala Arriba", que significa que teremos de ser todos a lutar e a puxar pelo mesmo objetivo. Para além disso, estamos a falar de uma equipa 100% da formação poveira, pelo que o amor ao clube é enorme e fala mais alto do que qualquer individualidade.
Temos de ser competentes nas tarefas individuais, traduzindo-se nas ofensivas e, acima de tudo, temos de saber sofrer nos momentos certos, mas nunca desistir daquilo que queremos.


II Intercâmbio de Minibásquete no Faial e Pico

São esperados dezenas de atletas, que além dos momentos de diversão com a modalidade, aprofundam laços de amizade entre as ilhas do canal.


Estreia de Mário Gomes como selecionador (VÍDEO)

A FPB TV acompanhou a sessão de trabalho e ouviu o novo timoneiro da equipa das quinas, os adjuntos Sérgio Ramos​ e Nuno Manarte​, e os jogadores Miguel Maria Cardoso​, João Guerreiro​ e José Barbosa​.

 

#SomosBasquetebol
 
 

“Betinho” começa luta pelo título no sábado

A equipa de “Betinho”, o Aquila Basket Trento, surpreendeu ao eliminar o campeão da fase regular e presença assídua na Euroliga, o Olimpia Milano, por 4-1 e, agora, mede forças com o Veneza.

 

A formação onde atua o jogador luso está a atravessar um excelente momento de forma, com 19 vitórias nos últimos 23 jogos, e "Betinho" também tem estado em bom plano, com médias de 12.9 pontos, 7.0 ressaltos e 1.3 assistências nos playoffs. O primeiro jogo está agendado para este sábado, dia 10, e haverá jogos a cada dois dias até se coroar o novo campeão italiano.
 

Fases finais dos Nacionais de Sub 16 agitam o fim de semana

Na ala masculina participarão SC Vasco da Gama, Barreirense Crosstaff, CB Queluz e CD Póvoa, enquanto na competição feminina teremos em prova CPN, CAB Madeira, CB Queluz e Olivais Coimbra.

 

De referir que a FPB transmitirá todos os desafios desta luta pelo título nacional


Reestruturação do departamento técnico

De entre as medidas tomadas destacam-se:

a) A passagem para trabalho em regime de dedicação exclusiva à FPB dos técnicos Nuno Manaia e Ricardo Vasconcelos, que exercerão as seguintes funções:

 

Nuno Manaia – Diretor Técnico Nacional Adjunto, que coadjuvará o DTN em todas as áreas de intervenção e assumirá também a função de Diretor Executivo da Liga Feminina;

Ricardo Vasconcelos – Selecionador Nacional de Seniores Femininos, Coordenador do Sector Feminino, responsável pelo Centro de Treino Feminino.

 

 

b) Criação da estrutura denominada Direção Técnica Nacional que para além de integrar os dois técnicos acima referidos, é constituída por:

Mário Gomes – Diretor Técnico Nacional, Selecionador Nacional de Seniores Masculinos, Coordenador do Sector Masculino, responsável pelo Centro de Treino Masculino;

Jorge Fernandes – Diretor da Escola Nacional do Basquetebol;

Sérgio Rosmaninho – Diretor Técnico do Minibasquete;

José Sá – Responsável pelo desenvolvimento e coordenação das parcerias com o Desporto Escolar.

 

Além destas funções, todos os referidos técnicos fazem também parte do Corpo de Formadores da ENB.


Reformulação do Campeonato Nacional de basquetebol em cadeira de rodas

As meias-finais obedecerão ao sistema de à melhor de três e a final será jogada à melhor de cinco partidas.

A final do Torneio de Encerramento, organizado pela Anddemot – Associação Nacional de Desporto para Deficientes Motores -, que coroou a APD Braga, serviu de ensejo para a reunião entre clubes e Comité Nacional de Basquetebol em cadeira de rodas.

 

Registam-se as entradas de Ginásio Figueirense, uma estreia, e GDR A Joanita, um regresso, e deste modo o campeonato nacional inclui agora nove emblemas. Tal significa um aumento do número de jogos, mas para o avolumar do calendário competitivo concorre ainda outro fator: além de uma fase regular a duas voltas, o modelo de campeonato prevê novamente a realização de um playoff para os quatro primeiros classificados.

 

As meias-finais irão jogar-se à melhor de três e a final à melhor de cinco desafios. Aquando do playoff, vão ser organizados torneios para as equipas arredadas desse patamar.

 

Outras formações sem estrutura consolidada, casos de Setúbal ou Basket Clube de Gaia, não ficam privadas da competição, aspeto chave no crescimento e na motivação dos atletas, tendo o Comité deliberado que poderão participar em provas complementares, como torneios zonais, de 3 x 3 e outros a definir.  

 

No que respeita à Taça de Portugal, retoma-se a fórmula de eliminatórias e acrescenta-se uma pré-eliminatória devido ao número ímpar de equipas, para apurar quem alcança a oitava vaga para os quartos-de-final. 


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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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