Artigos da Federaçãooo
Resultados da jornada da Taça de Portugal
Confiram connosco os resultados e os apurados na competição, sendo visível aqui (Taça de Portugal Masculina) e aqui (Taça de Portugal Feminina) todo o calendário.
Taça de Portugal Masculina – II Fase (1.ª eliminatória)
SC Vasco da Gama 85-75 Física Torres Vedras
SC Braga 70-65 Academia do Lumiar
A.D. Sanjoanense 65-57 Académico FC
Angra Basket 71-76 Terceira Basket Club
Guifões S.C.65-71 Casino Ginásio
Basket Almada Clube 59-66 CP Esgueira
Estoril B.C 89-84 Belenenses (após prolongamento)
Aliança Sangalhos vs Barreirense – 17h00 (13 de novembro)
Taça de Portugal Feminina – 2.ª eliminatória
Zona Norte
Esgueira/Casa Diamantes 51-46 Vitória SC
CLIP 51-69 SC Coimbrões/Rebau
CDJR 57-60 Clube Galitos
Valongo/Roady Valongo 37-76 CPN Sabseg Seguros
Zona Sul
Nacional Natação 41-64 Seixal
Basket Almada Clube 36-66 Algés
SIMECQ vs Carnide Clube/Holos – 21h30 (3 de novembro)
Isento: GD Ulmeirense
APD Braga conquista Supertaça de basquetebol em cadeira de rodas
58-35 foi o resultado final num encontro que pendeu demasiado cedo a favor dos minhotos e praticamente arredou os leirienses, pouco certeiros e dependentes de jogadas individuais. Apesar da discrepância, quem se deslocou ao Pavilhão de Lamaçães, em Braga, ou assistiu à distância através da FPB TV à partida, não deu o seu tempo por perdido e desfrutou de momentos de grande espectacularidade.
Um começo arrasador da APD Braga, a jogar “em casa”, uma vez que Lamaçães foi palco da 23.ª Supertaça de basquetebol em cadeira de rodas, desequilibrando a balança de forma um tanto inesperada diante de uma APD Leiria estática no ataque, a viver das iniciativas individuais do poste Marco Francisco e do seu base Aníbal Costa, e extremamente permissiva na defesa. Os minhotos entraram com um cinco inicial muito versátil – Márcio Dias, Filipe Carneiro, José Miguel, Henrique Sousa e Eduardo Gomes -, capaz de causar estragos através de transições rápidas, do lançamento exterior e do jogo interior, o que dificultava a estratégia defensiva dos comandados do treinador-jogador Nelson Oliveira. O acréscimo inegável de qualidade de Márcio Dias, poste internacional português recém-chegado do Servigest Burgos (conjunto da competitiva 2.ª liga espanhola), fez-se sentir desde o primeiro minuto, revelando o atleta natural de Barcelos pontaria afinada, ao que se somava a velocidade do também internacional Filipe Carneiro, constantemente a executar o man-out – processo que consiste em prender um jogador adversário na saída para o ataque, de forma a fazê-lo em superioridade numérica -, e o trabalho coletivo esclarecido, que saltava à vista dos presentes. Chegava-se ao fim do 1.º período com um desnivelado 20-3. A reviravolta leiriense não se avizinhava fácil e pese embora a reação tenha sido positiva no 2.º quarto, que venceu por 13-8, e onde os homens de azul mostravam maior discernimento no ataque ao cesto, particularmente Marco Francisco, enquanto na defesa exibiam mais agressividade, a diferença pontual continuava na casa das dezenas – 28-16 ao intervalo. Na segunda parte, Braga regressou decidida, reorganizou-se e alargou a sua vantagem para 16 pontos, fechando o 3.º quarto, e quase o encontro, com um triplo de 8 metros de Márcio Dias – 41-25. Diga-se que a missão de Leiria mais espinhosa ficou quando a 4 minutos do término deste período Marco Francisco cometeu a 5.ª falta.
No tempo derradeiro, nunca a APD Leiria ameaçou sequer baixar da barreira dos 10 pontos, pelo contrário viu a APD Braga avolumar a sua vantagem para mais de duas dezenas. Perante o jogo mais do que resolvido, ambos os técnicos optaram por dar mais minutos aos atletas menos utilizados, casos de Cândido Delgado, do histórico Manuel Sousa e do jovem de 16 anos, João Pedro, por parte da APD Leiria, e de Ricardo Mendes, Manuel Vieira ou Gabriel Costa, no respeitante à APD Braga.
A supremacia da campeã nacional e detentora da Taça de Portugal APD Braga jamais foi posta em causa pela rival APD Leiria, mas ainda assim bom tributo prestado ao basquetebol em cadeira de rodas em dia de gala, dado que pela primeira vez a FPB transmitiu um encontro de basquetebol em cadeira de rodas.
APD BRAGA 58 – Márcio Dias (31 pts), Filipe Carneiro (12 pts), Henrique Sousa (0), José Miguel (0), Eduardo Gomes (7 pts) – cinco inicial – Gabriel Costa (3 pts), Rafael Azevedo (4 pts) Sílvio Nogueira (2 pts), Manuel Vieira (0 pts), João Ribeiro (0 pts), Jorge Palmeira (0 pts), Ricardo Mendes (0 pts)
APD Leiria 35 – Marco Francisco (7 pts), Aníbal Costa (14 pts), Luís Ramos (0 pts), Nelson Oliveira (0 pts), Iderlindo Gomes (8 pts) – cinco inicial – João Jerónimo (4 pts), Manuel Sousa (0 pts), João Pedro (0 pts), Cândido Delgado (0 pts)
Cursos para treinadores, juízes, comissários e oficiais de mesa em Angola
O curso destinado aos treinadores realizou-se entre 21 de outubro e este domingo, tendo decorrido no último dia a avaliação da Componente de Formação Específica. Neste curso, sob direção pedagógica do diretor da ENB – Jorge Fernandes, foram formadores da Componente de Formação Geral os treinadores Dimas Pinto e António Paulo Ferreira. Na Componente de Formação Específica foram formadores os treinadores Norberto Alves e António Paulo Ferreira. No mesmo âmbito realizou-se um seminário com a presença do treinador Raul Duarte – Presidente da ANTB Angola, do treinador do Interclube, Alberto Babo, e do treinador do Petro de Luanda, Lazare Adingongo.
A formação decorreu nas instalações do Instituto Piaget de Benguela e nas instalações desportivas do Sporting de Benguela.
Neste curso foram 16 os formandos os treinadores candidatos à certificação de grau III.
De salientar a colaboração e a cooperação entre a FPB e a FAB, tornando o curso num sucesso.
No final esteve presente o presidente da FAB, Paulo Madeira, com os meios de comunicação social angolanos a destacarem a formação, como se comprovou pela presença da televisão, rádio e imprensa.
Clinic de Juízes,comissários e oficiais de mesa
Decorrerá em Luanda entre os dias 4 e 6 de novembro em Luanda, sendo que o Presidente do Conselho de Arbitragem da FPB e Instrutor FIBA, Rui Valente, será o formador desta ação.
Salientamos a colaboração e o estreitar de relações que se iniciou no ano transato, entre duas federações lusófonas, em áreas determinantes para a evolução do jogo.
Estamos certos de que a partilha existente entre as duas federações será uma mais valia para ambos os países e que o basquetebol só tem a ganhar.
SL Benfica mantém invencibilidade frente ao Maia Basket
Porém, foi com dificuldade que as ‘águias’ levaram a melhor, perante um conjunto maiato que ofereceu uma excelente réplica.
Consultem aqui todos os resultados da Liga e a classificação.
A primeira parte do desafio foi pautada por um grande equilíbrio, embora no segundo período o Benfica tenha chegado a dispor de um avanço de oito pontos, quebrado por um Maia Basket que revelou sempre uma notável capacidade de resposta.
Com uma eficácia relativamente baixa em ambas as equipas, não admirou o empate (27-27) verificado ao intervalo, sendo que os ‘encarnados’ voltaram a assumir o comando do resultado no regresso dos balneários, nunca conseguindo, todavia, decidir de vez o encontro.
No último período, e a 3:34 do soar da buzina, a questão até parecia estar fechada (44-60), mas o Maia Basket encheu-se de fé e acabou por se aproximar, não chegando para bater o pé aos vice-campeões nacionais, que assim continuam isolados na liderança da Liga Placard.
Numa partida marcada por algum desacerto na hora de lançar ao cesto, sobretudo nos triplos, os destaques na equipa maiata, orientada por André Moreira, foram Nuno Marçal (13 pontos e 8 ressaltos), André Dara (15 pontos e 4 ressaltos) e Troy Brewer (11 pontos), ao passo que no clube da Luz deram mais nas vistas Carlos Morais (21 pontos e 9 ressaltos), Raven Barber (12 pontos e 4 ressaltos) e Derek Raivio (12 pontos e 6 assistências).
FC Porto implacável bate Sampaense Basket (111-62)
Já em Guimarães, o CAB arrancou um saboroso triunfo diante do Vitória SC por 76-93, muito graças a uma excelente reta final de desafio.
Robusta a vitória alcançada pelo FC Porto no Dragão Caixa, diante de um Sampaense Basket que apenas conhece a derrota neste início de campeonato.
Os comandados de Moncho López, mesmo privados de Brad Tinsley por lesão, deram mostras de poder, revelando uma grande superioridade na luta das tabelas e nos lançamentos de três pontos.
Ao intervalo, os ‘dragões’ já dispunham de um avanço de 20 pontos (53-33), com a diferença a dilatar-se bastante no terceiro período, fase em que o FC Porto foi mais eficaz.
Em termos individuais, nos campeões nacionais, destaque para Jeff Xavier (20 pontos e 9 ressaltos), Nicholas Washburn (duplo-duplo, 16 pontos e 12 ressaltos), Sasa Borovnjak (12 pontos e 6 ressaltos), Ferrán Ventura (13 pontos) e João Grosso (11 pontos), enquanto no conjunto de São Paio de Gramaços há que salientar as prestações de Andrew Guillory (20 pontos), Nikola Pavlovic (16 pontos e 7 ressaltos) e Dusan Ognjenovic (15 pontos e 6 ressaltos).
CAB mais forte em Guimarães
Num desafio que principiou com cerca de uma hora de atraso devido a uma avaria no marcador eletrónico, o CAB Madeira bateu o Vitória SC por 76-93.
Foi muita a emoção no Minho, com alternâncias no marcador. Para se ter uma ideia, a 6:05 do soar da buzina, a formação madeirense detinha apenas um ponto de avanço, mas um fantástico desempenho nos últimos minutos permitiu ao CAB conquistar o triunfo.
Em relação ao Vitória SC, e numa noite em que o adversário insular acabou por cavar alguma da diferença através de uma maior eficácia no jogo exterior, salientam-se as exibições de Victor Moses (16 pontos), Chemezie Nwigwe (14 pontos e 6 ressaltos), Andrew Ferry (13 pontos e 5 ressaltos) e Pedro Pinto (10 pontos, 5 ressaltos e 5 assistências). Já em relação ao CAB, sobressaíram Fábio Lima (26 pontos e 7 ressaltos), Stefan Djukic (duplo-duplo, 19 pontos e 10 ressaltos), Alex Marzette (15 pontos e 5 ressaltos) e Diogo Gameiro (11 pontos, 5 ressaltos e 5 assistências).
Ovarense alcança primeiro triunfo na Liga Placard
O conjunto vareiro triunfou por 68-61, ganhando assim novo fôlego depois de um complicado início de época.
Por seu turno, em Ílhavo, o Illiabum deu continuidade à boa campanha que tem efetuado, ao bater o Eléctrico F.C. por 91-62, enquanto o Galitos Barreiro também confirmou o positivo momento de forma por que passa, com vitória caseira face à UD Oliveirense (79-77).
À quarta foi de vez, com a Ovarense Dolce Vita a alcançar um desejado triunfo na Liga Placard, ficando assim com os mesmos pontos do Lusitânia, adversário desta tarde.
Mas não foi nada fácil a tarefa dos comandados de Nuno Manarte, já que a formação vareira esteve em desvantagem durante largos períodos, definindo a reviravolta a partir da reta final do terceiro quarto.
Em termos individuais, do lado da Ovarense, destaque para João Fernandes (duplo-duplo, 13 pontos e 14 ressaltos), Nick Novak (19 pontos e 5 ressaltos), Bryce Douvier (13 pontos e 8 ressaltos) e Nuno Morais (11 pontos e 5 assistências), enquanto em relação ao Lusitânia, orientado por José Calabote, salientaram-se as prestações de António Monteiro (9 pontos e 14 ressaltos), Anthony Holiday (12 pontos e 5 assistências) e Chris Matagrano (11 pontos e 4 ressaltos).
Illiabum e Galitos levam a melhor
Nesta época de regresso ao escalão maior do basquetebol português, o Illiabum continua a mostrar toda a sua qualidade, tendo desta feita vencido o Eléctrico F.C. por 91-62.
O conjunto de Ílhavo foi superior em diversos capítulos, obtendo então um triunfo confortável, que teve como maiores protagonistas Rashad Bishop (19 pontos e 8 ressaltos), Angelo Chol (14 pontos e 5 ressaltos) e Augusto Sobrinho (12 pontos), ao passo que no adversário alentejano sobressaíram João Torrié (18 pontos e 6 ressaltos), Diogo Ventura (14 pontos) e João Lanzinha (9 pontos, 6 ressaltos e 5 assistências).
Já no Barreiro, Galitos e Oliveirense proporcionaram um jogo bastante emotivo, com a vitória a sorrir à equipa da Margem Sul do Tejo, por 79-77.
Através de dois lances livres convertidos por Jarred Jackson, a 36 segundos do final do desafio, o Galitos somou mais dois pontos, confirmando assim um belo arranque de época.
Num encontro no qual ambos os conjuntos se equivaleram bastante em termos estatísticos, há a destacar no Galitos as exibições de Jarred Jackson (26 pontos e 7 assistências), Stephen Grosey (duplo-duplo, 12 pontos e 11 ressaltos) e de Josimar Cardoso (12 pontos e 5 ressaltos), enquanto do lado da Oliveirense estiveram em plano de relevo Eduardo Coelho (25 pontos e 5 ressaltos), James Ellisor (20 pontos) e Elvis Évora (8 pontos).
Encontro de históricos em Coimbra
Os outros desafios da ronda serão o AD Vagos vs Académico FC (16h30), Ovarense vs Lousada Unit Energy (18h00) e CD Torres Novas vs Quinta dos Lombos (20h30).
Em Coimbra, Olivais e CAB Madeira medirão forças num encontro que se espera emotivo, sendo que o treinador da formação da cidade dos estudantes, Paulo Santos, não poupa elogios ao adversário insular, que já esta temporada venceu a Taça Vítor Hugo: “O CAB tem uma grande valia e é uma equipa muito bem orientada, que se torna muito perigosa pelo seu conjunto e individualidades”, considera o técnico. Para Paulo Santos, tem sido nítida melhoria do Olivais desde o arranque da época: “Estamos à espera de ter a equipa completa, mas temos estado muito bem. De jogo para jogo têm havido correções, sendo que ainda esperamos melhorar nos ressaltos”.
Por seu turno, do lado madeirense, há a noção dos maiores perigos que poderão vir do Olivais, segundo João Freitas, treinador do CAB: “O Olivais é uma equipa organizada, com a Ezinne Kalu e a Mariana Silva como grandes ameaças. É uma equipa que sabe o que fazer quando tem a bola”. Quanto ao rendimento das jogadoras neste início de temporada, para João Freitas ainda há muito trabalho pela frente, mas existem motivos para sorrir: “Ainda estamos um pouco longe daquilo que eu quero, mas a resposta tem sido muito agradável. Não temos vedetas, temos que trabalhar muito, e por isso fazemos uma grande rotação”.
União Sportiva não resiste ao poderio belga
Sendo assim, o conjunto açoriano voltará a entrar em ação no dia 2 de novembro, na receção ao Rutronik Stars Keltern (Alemanha).
O Castors Braine, que venceu até agora as seis partidas realizadas na Liga Belga, entrou nesta partida a todo o gás, aplicando logo um parcial de 9-0, secundado poucos instantes depois por uma sequência de 12-0, deixando claro que seria muito difícil às comandadas de Ricardo Botelho sair com êxito da visita à Bélgica.
No final do primeiro período, o resultado já marcava 33-14 para o Castors Braine, que sempre se revelou superior em matéria de eficácia no lançamento e na luta das tabelas, o que se traduziu no avanço de 25 pontos já verificado ao intervalo (52-27).
Após o regresso dos balneários, a história do jogo não se alterou. Com 14 pontos consecutivos, a turma belga arrumou de vez com a questão, deixando a equipa portuguesa a uma distância inalcançável (71-31).
À entrada para o último quarto, e com um 73-31 no marcador, restava ao União Sportiva a tentativa de minorar estragos, mas a distância entre ambos os conjuntos viria a dilatar, chegando ao 97-42 final, sendo que a formação açoriana apenas obteve 15 pontos no segundo tempo do desafio.
De referir que em termos individuais pelo União Sportiva, numa noite infeliz, se destacaram Jasmine Crew (18 pontos) e Maryam Chermiti (10 pontos).
Benfica averba primeira derrota na FIBA Europe Cup
O conjunto francês, que na época passada foi terceiro classificado da competição, revelou-se superior na etapa complementar, perante um Benfica que durante largos períodos discutiu o resultado.
A formação portuguesa voltará a entrar em ação no dia 2 de novembro às 19h30, na Bélgica, frente ao Bruxelas Basketball.
Assistiu-se a uma primeira parte muito equilibrada entre Elan Chalon e SL Benfica, com várias alternâncias no marcador, sendo que após os dez minutos iniciais a formação portuguesa até vencia por um ponto (20-21).
A toada manteve-se no segundo quarto, com o Benfica a realizar uma partida bastante interessante num reduto complicado. Os comandados de Carlos Lisboa foram discutindo o resultado, chegando ao intervalo a perder por 41-39.
Contudo, no segundo tempo a turma francesa puxou dos galões, alargando um pouco a distância para o ‘encarnados’, que chegou a superar a dezena de pontos. Mas o Benfica ainda não havia desistido, e como tal a esperança reacendeu quando a 1:16 do final do terceiro período o resultado era de 60-56, algo que viria a mudar nos instantes seguintes, com o Elan Chalon a entrar para o derradeiro quarto à frente por nove pontos (65-56).
As ‘águias’ voltaram a dar um ar da sua graça na primeira metade do último período, aproximando-se do adversário gaulês (69-64 a 6:26 do soar da buzina), mas esse seria o canto do cisne dos vice-campeões nacionais, já que a partir daí os donos da casa controlaram as operações, em grande parte devido a um eficaz jogo exterior, o que se traduziu no resultado final de 90-76.
Numa partida em que o Benfica acabou por pagar um pouco a fatura ao revelar menor eficácia nos lançamento de três pontos e na luta das tabelas, os destaques individuais dos ‘encarnados’ foram Damian Hollis (20 pontos e 4 ressaltos), Carlos Morais (11 pontos, 6 ressaltos e 4 assistências) e Raven Barber (17 pontos).
Nada está perdido para o Benfica, importando recordar que a formação lisboeta venceu na primeira jornada o Alba Fehérvár, em partida disputada na Luz.
Entrevista a Jorge Almeida e Rui Lourenço (2.ª parte)
Fiquem com a 2.ª parte deste trabalho.
Para Rui Lourenço, concorrem igualmente para o fosso qualitativo entre Portugal e as referências europeias da modalidade a “gestão pouco competente da Anddemot” por parte da direção anterior que veio condicionar a atual, a precariedade económica do país, que ditou a impossibilidade de “conseguir um quadro de competições decente”, e ainda “a saída de um pequeno lote de bons atletas para outros campeonatos”, fator que potencia a Seleção Nacional, porém sem deixar de enfraquecer a competição interna.
Aliás, Jorge Almeida é peremptório em assinalar a dependência da Seleção Nacional face aos jogadores a atuar em ligas estrangeiras, ao que se soma uma estreita base de recrutamento, envelhecida, e também por isso urge delinear políticas de captação de jovens com deficiência motora. E a receita passa por “ir às escolas, aos centros de reabilitação” de forma a sinalizar os potenciais praticantes. “Sem querer parecer abutres, mas temos de o fazer. Já vimos que com grande divulgação ou não, as pessoas não aparecem. Agora, se formos aos sítios certos…”, sublinha. Por seu turno, Rui Lourenço acrescenta a importância de haver “parque desportivo sem barreiras e condições para que os atletas jovens – ainda sem autonomia – se possam deslocar”, assim como “divulgação positiva na Comunicação Social”, aspeto que seria importante para incentivar a prática do basquetebol em cadeira de rodas em elevar o estatuto da modalidade e do desporto para pessoas com deficiência em geral perante a comunidade.
Ambos expressam, embora de modo difuso, a expectativa de que a transição do basquetebol em cadeira de rodas para a Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB) acarrete, palavras do ex-selecionador adjunto Rui Lourenço, “o acesso a uma estrutura organizativa muito mais evoluída”, e como tal, maior poder de divulgação e formação técnica. A modalidade merece, pois conforme enuncia o treinador-jogador da APD Sintra, basta “atrever-se a ver que com certeza se arrisca a gostar”.
Sorteio da Taça de Portugal Masculina
Consultem aqui todos os desafios e datas da competição.
Entrevista a Jorge Almeida e Rui Lourenço (1.ª parte)
Fiquem com a 1.ª parte deste trabalho.
Lideraram a Seleção Nacional em dois Campeonatos da Europa, com desfechos antagónicos, pois se no primeiro Portugal caiu apenas na final diante da Bósnia, consumando a promoção à divisão B, no segundo, realizado este verão, precisamente no país dos Balcãs, a alegria deu lugar à desilusão quando a manutenção no grupo B esfumou-se com estrépito a escassos 4 segundos de soar a buzina, no encontro frente à Eslovénia. Jorge Almeida considera que as limitações na preparação foram decisivas, quer pelo facto das condições terem sido “praticamente nenhumas”, referindo-se aos parcos estágios e à ausência de jogos amigáveis, quer pela necessidade de realizar “um trabalho de formação numa seleção que preparava Campeonatos da Europa”.
Os técnicos convergem na avaliação do que o jogador português deve aprimorar para competir de igual para igual nas provas internacionais de maior exigência, como era o grupo B, onde a esmagadora maioria das seleções compunha-se largamente por jogadores profissionais. O ex-adjunto Rui Lourenço, treinador-jogador da APD Sintra, sintetiza desta forma as áreas mais carenciadas do jogo. “Os atletas precisam de evoluir em 3 vetores: a condição física, já que o nível competitivo [nacional] e o número de horas possível a dedicar ao treino não permitem chegar à condição física necessária; melhorar a posição na cadeira, na grande maioria dos casos os atletas poderiam tirar mais proveito de si e da sua cadeira; skills individuais – refiro-me ao domínio de cadeira e controlo de bola e cadeira. Lançar, passar e driblar bem ou mesmo muito bem, é positivo, mas na minha opinião é insuficiente. É preciso saber fazer muito mais com a cadeira e a bola”.
Confinadas as equipas, em quase todos os casos, a apenas dois treinos semanais de 1 hora e 30 minutos/2 horas, o trabalho dos treinadores na condição física e técnica individual torna-se uma missão impossível. “Não dá sequer para qualquer treinador fazer um trabalho válido”, reitera Jorge Almeida, que à luz da limitação de tempo, adverte que os jogadores têm de se dedicar mais à modalidade e “fazer treinos paralelos aos da equipa”. Sem esta “mudança de atitude”, que se deve estender a “dirigentes e técnicos”, no sentido de os primeiros dotarem as equipas de melhores condições de trabalho – nomeadamente um mínimo de 6 horas de treino de equipa por semana – e de os segundos “serem mais evoluídos, frequentarem os cursos de formação e aplicarem o que aprendem”, será difícil Portugal descolar do nível de hoje. O técnico, ex-internacional português, socorre-se da sua etapa enquanto jogador para escorar as afirmações, lembrando que no virar do milénio, então treinador e atleta da APD Lisboa, dispôs de 4 treinos semanais de duas horas, o que se refletiu em resultados inimagináveis. “Fez com que nós conseguíssemos ombrear em dois torneios internacionais da APD com a equipa de Mideba [1ª liga espanhola], que na altura [já] era uma excelente equipa, das melhores da Europa, nos quais perdemos apenas nos últimos 2 minutos/minuto e meio”, exemplifica.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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