Artigos da Federaçãooo
Portugal perde em Minsk por 72-62 (em atualização)
A Seleção Nacional Masculina tem agora encontro marcado com a Polónia, no próximo sábado às 18h30, em Oliveira de Azeméis. (em atualização)
Abertura de inscrições – C. F. Prática – Estágio de Grau I
Podem aceder a esta componente de formação prática os formandos que obtiveram a classificação de Apto à C.F. Geral e C.F. Específica , nos cursos organizados pela FPB/ENB .
Os formandos candidatos, com equivalência à CFG e CFE via universidades de desporto, com o curso reconhecido pelo IPDJ, deverão igualmente inscrever-se em estágio na associação da qual o clube que irão treinar está associado.
Em anexo enviamos Aviso de Abertura das seguintes Associações:
AB Leiria; AB Lisboa; AB Porto; AB Viana do Castelo.
Em breve publicaremos os Avisos de Abertura das restantes Associações.
“Uma semana com José Ricardo”
Esta iniciativa consiste na organização de semanas de formação, onde os treinadores aprendizes podem fazer uma visita de curta duração a treinadores de referência, tendo direito a um acesso privilegiado que lhes permitirá acompanhar treinos e jogos em “primeira mão”.
A primeira edição terá lugar já este mês e contará com a colaboração de José Ricardo Rodrigues e do seu clube, a União Desportiva Oliveirense, que prontamente mostraram total disponibilidade em abraçar o projeto.
Datas: 19 a 25 de Setembro
Horário-tipo (de segunda a sexta-feira):
19h30 – Recepção / apresentação sessão de treino
20h00 – Treino equipa Sénior Oliveirense
21h45 – Sessão de esclarecimento
Preço:
10€ sócios
25€ não sócios
Efectuar o pagamento através de transferência bancária para o NIB 0007 0396 00009470003 33.
Inscrições via email para geral@antb.pt. Informações necessárias: nome, nº sócio, nº contribuinte e comprovativo de pagamento.
Inscrições limitadas ao nº de vagas existentes.
Curso de treinadores de Grau III terminou no passado fim de semana
A formação realizou-se no Alfeite, nas instalações do CEFA (Centro de Educação Física da Armada) e contou com a presença de 20 formandos de diferentes zonas do país.
De referir que o curso foi dirigido por Olímpio Coelho, estando como formadores residentes José Ricardo Rodrigues e Mário Gomes.
Deram igualmente formação os seguintes treinadores: António Paulo Ferreira, Mário Palma, Norberto Alves, Ricardo Vasconcelos e Rui Alves, havendo ainda a participação de Rui Valente, Presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Basquetebol.
Como formadores convidados da Componente de Formação Geral estiveram Jaime Sampaio (Professor Universitário na UTAD), Dimas Pinto (Professor e Formador da ENB), Lino Gonçalves (cardiologista), Pedro Almeida (psicólogo), Paulo Armada (fisiologista) e Gustavo Martins (médico).
Mas este curso também ficou marcado, e de que forma, pela despedida do Professor Olímpio Pinto, que após 40 anos como formador da ENB cessou funções.
Diga-se que em momento a anunciar será feita uma homenagem a uma figura que será sempre uma referência do basquetebol nacional.
Como tal, o Presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol, Manuel Fernandes, quis deixar uma mensagem escrita de elogio ao notável serviços prestado por Olímpio Coelho. Seguem abaixo as palavras do líder federativo:
"Deixo aqui umas palavras de profundo reconhecimento e gratidão pelo contributo dado por Olímpio Coelho à valorização e enriquecimento dos treinadores portugueses .
Pela postura humanística, responsável e ética, com que sempre pautou o seu comportamento e o seu relacionamento.
Deixa uma enorme herança para os seus discípulos, que partilharam com ele os mesmos valores e tantas experiências, sentidas em comum.
Deixa também uma grande responsabilidade para os vindouros na liderança dos cursos de Grau III, perante o autêntico sacerdócio, com que interiorizou a função de Diretor de Curso.
Os amigos não se despedem para sempre, dizem até breve.
Breve, porque seria um abandono precoce, de quem tanto tem para dar ao basquetebol. Estou convicto de que ele recusará remeter-se ao silêncio e que irá, com certeza, continuar a contribuir para a valorização de todos nós e da nossa modalidade."
Consultem a Newsletter da ANTB
Poderão consultar a Newsletter em http://antb.pt/newsletters.html.
Portugal de luta não resistiu à Estónia
Com um plano de jogo bem definido tendo em consideração os pontos fortes do adversário, Portugal entrou muito bem no jogo, já que conseguiu condicionar o talento e a qualidade ofensiva da Estónia. Sendo que, a recuperação defensiva e a garantia da tabela defensiva não foi exemplar, pelo que no final do 1º período a equipa nacional perdia pela diferença mínima (17-18).
Até ao intervalo, os comandados de Mário Palma sentiram maiores dificuldades para conseguir êxito atacante, muito por culpa da agressividade defensiva imposta pelo adversário. Portugal mostrava-se com dificuldades em aproximar a bola do cesto, e muito dependente do tiro exterior, isto porque era “obrigado” a jogar muito afastado do cesto. No descanso, a diferença que separava as duas equipas era de onze pontos (29-40), um resultado desfavorável fruto de um período menos conseguido da formação lusa (12-22).
Retificações efetuadas ao intervalo, ajustes feitos no plano de jogo, mas acima de tudo uma enorme determinação do grupo, permitiu que Portugal reentrasse na discussão pela vitória no final do 3º período (52-56). Maior equilíbrio nas soluções ofensivas, maior agressividade defensiva, permitiam que Portugal melhorasse a sua prestação nos dois lados do campo.
Mas do outro lado estava um adversário que fazia da circulação de bola o seu ponto mais forte, que revelou sempre capacidade para conseguir desequilibrar nas situações de 1×1, interpretando a partir daí os princípios básicos e de sucesso do basquetebol. Foi dessa forma que a Estónia conseguiu manter sempre a liderança, embora em momentos decisivos tenha tido a sorte do seu lado, sobretudo em vários ataques em que os 24 segundos se esgotavam.
A atitude, o empenho, a capacidade de luta revelada pelos jogadores portugueses fez com que nunca desistisse de lutar pela vitória, e quando assim é, há que dar os parabéns ao adversário, retirar o que de positivo houve, trabalhar o que esteve menos bem, e pensar já no próximo jogo.
Os 26 pontos e 11 ressaltos conseguidos por João Betinho Gomes não chegaram para garantir a vitória, nem mesmo com a ajuda de João Soares, autor de 13 pontos e Mário Fernandes (9 pontos, 4 assistências e 2 ressaltos), com este último a receber antes do inicio do jogo uma placa alusiva às 100 internacionalizações já somadas na sua carreira.
“É uma obrigação apoiar a Seleção”
A Arena Dolce Vita, em Ovar, será o palco deste importante desafio para a nossa Seleção Nacional Masculina, esperando-se e desejando-se uma enchente no apoio à equipa de todos nós, ainda para mais numa localidade que vive tão intensamente o basquetebol.
Como tal, estivemos à conversa com Braga da Cruz, Presidente da Ovarense, que nos falou sobre a passagem da Seleção pela cidade vareira e que ainda lançou um forte apelo aos adeptos.
Quais são as suas expectativas para o Portugal vs Estónia?
As minhas expectativas é que seja uma boa jornada de divulgação do nosso basquetebol e que se dê um passo de afirmação da Seleção Nacional tendo em perspetiva o Europeu do próximo ano.
Ovar é um dos locais mais apaixonados por basquetebol do nosso país. Acha que é quase “obrigatório” haver um jogo em Ovar numa caminhada tão importante como esta?
Não direi que é obrigatório, mas direi que sendo Ovar uma cidade que segue o basquetebol, assim como outras no país, é uma oportunidade que nós não desdenhámos e que agarrámos com ambas as mãos, sabendo que nem todos os anos podemos receber a Seleção, porque existem outras localidades com pergaminhos na modalidade. Mas para nós foi uma proposta irrecusável.
Conhecendo como ninguém o ambiente de Ovar, o que espera no próximo sábado?
Estamos a iniciar a época e nessa medida há efeitos contraditórios. É preciso mobilizar as pessoas, algo que estamos a fazer, e depois há muita fome de basquetebol, o que é um bom condimento para que haja um grande ambiente. Se as pessoas se disponibilizarem para ir ao jogo, que será a um bom dia e a uma boa hora, acho que teremos um espetáculo que galvanizará as pessoas, havendo sempre uma energia que passa do campo para as bancadas e que há-de ser retribuída pelas bancadas no apoio à nossa Seleção.
Quer deixar algum apelo para que os adeptos portugueses compareçam no pavilhão?
Eu acho que para quem gosta de basquetebol, é uma obrigação apoiar a Seleção, que está numa fase de renovação e que por isso merece todo o apoio. Temos que lhe dar todo o apoio para que possamos ter um basquetebol cada vez melhor. A minha mensagem é que apareçam para apoiar a Seleção.
Portugal conseguiu ser competitivo
Numa deslocação que se antevia muito complicada, a diferença pontual desvirtua por completo aquilo que a equipa nacional foi capaz de fazer durante os primeiros 25 minutos do encontro. Há que aprender com os erros, retirar as coisas positivas, e acima de tudo manter o positivismo e a ambição de querer fazer melhor no próximo jogo. E para que tal aconteça, Portugal tem um importante jogo, em Ovar, frente à Estónia, que nesta jornada inaugural bateu a equipa da Bielorrússia por dezanove pontos de diferença.
No inicio do jogo, Portugal sentiu alguns problemas para equilibrar a luta das tabelas, bem como nem sempre foi capaz de tomar bem conta da bola. À entrada do 2º período, a equipa portuguesa perdia por catorze pontos de diferença (14-23), mas um segundo quarto exemplar, nos dois lados do campo, permitia a Portugal chegar ao intervalo a perder por dois pontos apenas (33-35).
Os comandados de Mário Palma reduziam o poderio ofensivo dos polacos a uma fantástica marca no final do 1º tempo, e a meio do 3º período o jogo permanecia perfeitamente em aberto, ainda que com a Polónia no comando (44-39). A partir de então, a defesa portuguesa não conseguiu manter-se consistente, o sucesso atacante decaiu, e o resultado naturalmente foi se avolumando (58-46). Tendo se tornado ainda mais desnivelado durante os últimos 10 minutos (25-11).
Mérito da Polónia na forma como tornou o jogo mais físico, causando desgaste e cansaço a uma equipa portuguesa muito limitada no seu jogo interior, e ao mesmo tempo retirando eficácia aos atiradores portugueses. A diferença de percentagens de lançamento (70.3% vs 39.3% de 2pts e 45% vs 32.3% de 3pts), por si só, explicam o sucesso da Polónia neste encontro.
Os polacos dominaram na área pintada (42 vs 22 pontos), e embora tivessem ganho a batalha das tabelas (35 vs 27), muito mérito para a formação nacional que foi capaz de conquistar 13 ressaltos ofensivos. Portugal conseguiu ir mais vezes para a linha de lance-livre (11 vs 8), mas também aí o aproveitamento não foi o melhor (45.5%).
Destaque para o duplo-duplo (18 pontos e 10 ressaltos) registado por João Betinho Gomes, e para os 14 pontos conseguidos por José Silva.
Abertura de inscrições para estágios de treinador – Grau II e Grau III
A formação prática tem início agendado para 1 de outubro.
Em anexo poderão consultar toda a informação necessária, assim como terão acesso às fichas de inscrição.
Portugal alcança 9.º lugar no Europeu de Sub 16 Masculinos
Estão de parabéns os nosso jogadores pela excelente campanha realizada, marcada por triunfos folgados e por registos coletivos muito positivos.
Portugal rubricou um primeiro período de muito bom nível, adiantando-se desde cedo no marcador, muito devido ao parcial de 9-0 aplicado nessa altura desafio, sendo que no final do quarto a turma lusa já vencia por 22-10.
O segundo período foi menos movimentado, com uma pontuação muito mais baixa do lado português (apenas seis pontos averbados), mas a Eslováquia também não se conseguiu aproximar da equipa das quinas, como se comprova pelo resultado de 28-19 ao intervalo.
No reatar da partida, Portugal entrou com tudo, averbando oito pontos consecutivos, o que deixou a vitória mais perto das nossas cores. A formação eslovaca até acabou por reagir, mas na reta final do terceiro quarto a nossa Seleção voltou a estabilizar, entrando no derradeiro período com uma vantagem de 12 pontos (43-31).
Até ao término do desafio, o conjunto português foi controlando as operações, acabando por vencer com um 'score' de 56-45, que permitiu à formação orientada por António Paulo Ferreira atingir a 9.ª posição da prova.
Quanto a registos individuais, saliência para Gustavo Teixeira (13 pontos, 10 ressaltos e 9 assistências), Lamine Banora (18 pontos e 11 ressaltos) e Ricardo Neves (13 pontos e 5 ressaltos).
Portugal perde com a Sérvia por 74-77 em jogo intenso
Tratou-de de um desafio intenso, muito disputado, em que a nossa Seleção deu tudo em campo, caindo de pé.
Aliás, é de realçar o facto das nossas jogadoras terem lutado até ao último centésimo, numa fantástica atitude reveladora de profunda determinação, de uma enorme força interior e de um grande espírito de grupo.
No primeiro período assistiu-se a um claro equilíbrio, com vários alternâncias no marcador, deixando antever uma partida emocionante. As equipas iam alterando fases de domínio, chegando-se ao final dos dez minutos iniciais com um resultado de 12-13 favorável à Sèrvia.
Porém, no segundo quarto, Portugal surgiu decidido em assumir a liderança do marcador, o que acabou por suceder, conseguindo as comandadas de Mariyana Kostourkova entrar no intervalo com uma vantagem de seis pontos (31-25).
O terceiro período foi nivelado durante quase todo o seu decurso, embora a equipa de todos nós tenha permitido que a formação sérvia passasse para a frente. A 2:15 da entrada no derradeiro período, Portugal perdia por apenas um ponto (45-46), mas na reta final do mesmo o adversário dos Balcãs aplicou um parcial de 0-9, desequilibrando a balança a seu favor, como se comprova pelo 46-55 verificado.
Nos últimos dez minutos veio ao de cima o brio e a total dedicação das nossas atletas, que mesmo chegando a estar com uma desvantagem na casa dos dois dígitos, nunca desistiram, como se pôde ver pela fantástica reação no término do jogo. Para se ter uma ideia, a 11 segundos do soar do alarme, Portugal quase encostou à Sérvia no marcador (74-76), mas infelizmente acabou por ser inglório todo este tremendo esforço luso, com a Sérvia a triunfar por 37-41.
Numa partida em que Portugal se revelou superior no jogo exterior e em que registou menos turnovers, os destaques indivuais do lado luso vão para Raquel Laneiro (14 pontos), Bruna Zagaria (11 pontos), Maria Carvalho (11 pontos) e Ana Jesus (9 pontos).
Seleção Nacional de Sub 16 Femininos mais perto do 13.º lugar do Europeu
De referir que as nossas jogadoras bateram a Eslováquia por um 88-51 que não deixa dúvidas, sendo que este domingo, às 12h45, a equipa orientada por Mariyana Kostourkova terá o jogo decisivo, frente à Sérvia.
A nossa Seleção obteve um triunfo volumoso, extremamente moralizador, mas no primeiro período o equilibrio até foi a nota dominante, como se constata pelo resultado de 16-16 após os dez minutos iniciais.
No segundo quarto acabou por se definir o traço geral do desafio: Portugal superior, mais eficiente, distanciando-se da Eslováquia, sendo que ao intervalo a equipa das quinas já vencia por 36-23.
Com o regresso dos balneários, nada se alterou, bem pelo contrário. As comandadas de Mariyana Kostourkova continuaram a alargar o fosso que as separava das atletas eslovacas, destacando-se os altos índices de produtividade de Portugal, o que se traduziu nas elevadas pontuações conseguidas nos 3.º e 4.º períodos (22 e 30 pontos, respetivamente).
Contas feitas, a turma lusa venceu por 88-51, esperando-se agora que este sucesso sirva para dar o maior alento possível para a partida deste domingo.
Quanto a registos individuais, de relevar as prestações de Ana Jesus (duplo-duplo, 11 pontos e 10 ressaltos), Raquel Laneiro (14 pontos e 5 ressaltos), Bruna Zagaria (12 pontos e 5 assistências) e Alice Martins (9 pontos e 7 ressaltos).
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
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