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Nuno Barroso deixa Lusitânia
O treinador está de saída, fala em cansaço, confessa que o objetivo passava por chegar à final da Liga e lamenta as dispensas. As ausências de Cavel Witter e Blake Poole no playoff, retiraram a possibilidade de os insulares poderem discutir de outra forma a série com a Ovarense, bem como causa uma natural frustração nas expectativas de todos aqueles que trabalharam afincadamente durante uma época para se apresentarem nas melhores condições nesta fase decisiva da competição.
Nuno Barroso confirmou a saída do comando técnico do Lusitânia em declarações ao Diário Insular, no final do terceiro jogo do playoff ante a Ovarense, realizado no passado sábado, no pavilhão de Angra. O técnico assume o “cansaço” como a principal razão para não permanecer como principal responsável técnico da equipa.
“As razões são várias. Acima de tudo, estou muito cansado e quero descansar”, explica Nuno Barroso, confessando que coloca um ponto final em mais de 20 anos enquanto treinador de basquetebol com “um sentimento de vazio”, deixando perceber alguma desilusão com o atual estado da modalidade na ilha Terceira.
Apesar da confirmação do adeus, Nuno Barroso deixa em aberto a possibilidade de um possível regresso. “O futuro dirá”. O conhecido treinador terceirense está ligado ao basquetebol regional e nacional há mais de três décadas, quer como praticante, quer como técnico.
Mesmo com amanutenção garantida, Nuno Barroso não esconde que jogadores e equipa técnica do Lusitânia aspiravam a outros objetivos mais altos para a presente temporada. Lutar por uma presença no playoff decisivo da LPB era a ambição dos verde-brancos. “O principal objetivo da equipa passava por chegar à final do campeonato. Foi esta meta que estabelecemos enquanto equipa, no balneário. O objetivo, de facto, era estar na final”, salienta o treinador.
Ainda assim, o balanço da época é positivo, até tendo em conta algumas condicionantes que acabaram por prejudicar a equipa. “De facto, durante a fase regular, existiu um período que foi bastante difícil e que não nos permitiu alcançar a classificação que, todos nós, temos a consciência de que seria possível, isto para além de algumas lesões que atrapalharam bastante a evolução da equipa a dada altura”, salienta Nuno Barroso.
“De qualquer forma, fizemos o possível, mas, nesta altura, a sensação é de alguma frustração, pois temos a noção clara de que, nesta fase, poderíamos ter ido mais longe. Mas lutámos e trabalhámos…”, acrescenta, lamentando as dispensas de Blake Poole e Cavel Witter para o playoff da Liga.
“Claro que estas duas dispensas não estavam programadas. Enquanto treinadores, não planeamos as épocas para ter os jogadores num dia e não tê-los no outro. Mas assim aconteceu e trabalhámos com quem cá estava”, conclui Nuno Barroso. O Lusitânia foi quinto classificado na fase regular, em igualdade pontual com a Ovarense, que foi quarta. Os açorianos perderam por 3-0 na primeira ronda do playoff.
4º Clinic ABL/SLB
Em anexo, poderá consultar a base de dados para inscrição no Clinic e o cartaz de divulgação.
A ABL solicita a todos os interessados que preencham a ficha de inscrição de forma completa para a futura emissão dos certificados e envio à Escola Nacional de Basquetebol.
Agradece que os interessados se inscrevam até dia 11 de maio para facilitar o processo de receção.
«Não vamos virar a cara à luta»
Isto porque, numa série disputada à melhor de 3 jogos, todas elas venceram o único jogo disputado em casa dos respetivos adversários. Ainda assim, o Galitos/PIZZARTE foi o que equilibrou mais o resultado (68-71), vale o que vale, e cedeu apenas nos cinco minutos finais de um encontro em que esteve quase sempre no comando.
Embora esteja numa posição na série menos favorável, José Guerreiro não esquece aquilo que foi feito durante a fase regular da prova. “Claramente saldo positivo, neste que foi o 1º ano da equipa na divisão mais portuguesa e competitiva dos últimos anos. Não podíamos pedir mais. Manutenção e playoff garantidos com naturalidade e competência da nossa equipa.”
As metas estabelecidas foram alcançadas, por um grupo que inexperiente e nada habituado a estas andanças. “Os objetivos traçados no inicio do ano foram atingidos e com a maturidade de algumas jogadores e outras mais novas que nunca tinham jogado a este nível, acabámos por efetuar uma fase regular equilibrada.”
O técnico reconhece a dedicação demonstrada pela equipa ao longo da fase regular, apontado esse factor como o principal responsável por uma temporada de êxito. “As atletas com grande atitude competitiva, foram a chave do sucesso desta fase regular, que foi pautada pelo equilíbrio competitivo.”
A vitória no 1º jogo não esteve tão longe, e a margem para melhorar existe. Guerreiro sabe onde a equipa esteve menos bem, e está igualmente esperançado que o grupo tenha crescido com a disputa do 1º jogo desta série. “Temos que claramente corrigir as nossas posições no ressalto defensivo e a nossa agressividade defensiva, para conseguirmos estar ao mesmo nível das nossas adversárias, e ainda manter a serenidade e determinação nos próximos 40 minutos.”
A estatura do adversário é um problema acrescido para a formação do Galitos, bem como a agressividade defensiva colocada no seu jogo pela equipa da Amadora. “Este é um adversário que ninguém deseja, pela sua forma de jogar, muito físico e com muitos contactos. Que ainda apresenta um cinco inicial alto e bem constituído fisicamente, que coloca muitos problemas a qualquer equipa na nossa divisão.”
Quase se pode dizer que Galitos morreu na praia, já que só na parte final do jogo a ESA garantiu adiantar-se na eliminatória. Forçar um 3º jogo é para já o objetivo da formação de Aveiro, com a promessa que tudo irá fazer para tentar dar a volta à ronda. “Após o 1º jogo, que dominámos durante 35 minutos e que ficámos com a nítida sensação de uma derrota amarga. Não vamos virar a cara a luta e vamos à Amadora vender a ronda playoff muito cara. Determinadas, com atitude nos limites, para tentarmos levar esta ronda à negra.”
«O mínimo erro será penalizado»
Até ao momento soma apenas uma derrota, mas o treinador sabe que os adversários que o grupo terá de defrontar não são propriamente fáceis. No entanto não esconde algum do otimismo que reina no seio do seu plantel: “Quando estamos bem somos uma equipa muito difícil de bater.”
O basquetebol está a ganhar cada vez mais expressão no SC Braga e os bons resultados contribuem para que a modalidade conquiste o seu espaço num clube cada vez mais com maior dimensão. “Foi uma primeira fase muito positiva onde cumprimos os objetivos a que nos propusemos. Conseguimos ser muito consistentes ao longo das várias jornadas e apenas duas equipas nos conseguiram vencer. Apesar de sermos uma equipa muito jovem, fomos mostrando alguma maturidade e com isso acabámos por, naturalmente, atingir a 2ª fase da época.”
O treinador João Chaves tem consciência que esta nova fase é mais equilibrada e, embora reconheça que o grupo que lidera não tem grande experiência destes momentos de maior pressão, acredita que possa competir com qualquer adversário. “Nesta segunda fase sabemos que os erros se pagarão caro pois o nível competitivo é bastante elevado e, como tal, temos de os reduzir ao máximo para podermos almejar estar presentes na final da competição. Teremos pela frente adversários com muita qualidade, com jogadores muito experientes, mas também sabemos que quando estamos bem somos uma equipa muito difícil de bater.”
Apesar de não assumir objetivos mais ambiciosos, percebe-se no discurso do treinador bracarense que existe a ambição de querer fazer história no basquetebol do SC Braga. “As expectativas passam por vencer jogo a jogo e percebermos se estamos prontos para podermos ir mais longe. Acreditamos que temos valor para lutar de igual para igual com qualquer adversário e como tal, quem nos quiser vencer terá de ser melhor e mais forte que nós.”
O SC Braga tem neste momento uma derrota, mas continua bem posicionado para discutir um grupo onde existem vários pretendentes ao 1º lugar. “Penso que é um grupo muito equilibrado onde todas as equipas têm reais pretensões de ir mais longe nesta prova. Ninguém poderá facilitar pois ao mínimo erro será penalizada. Vencer os jogos em casa é determinante nestas competições e depois, nos jogos fora, procurar amealhar o maior número de vitórias possível.”
O clube tem um projeto inovador e aliciante para os atletas, já que não privilegia apenas a vertente desportiva. João Chaves destaca o importante papel que o clube tem na formação de atletas, apontando esse caminho como a base da sustentabilidade de um projeto que pretende ser cada vez mais ambicioso. “Os objetivos do clube passam inevitavelmente por formar mais e melhores jogadores, que nos garantam a continuidade da equipa sénior. Temos um projeto de formação bem pensado e agora é preciso criar condições para o executar com qualidade. A ligação ao Sporting de Braga, à Universidade do Minho e o apoio das entidades municipais são essenciais para podermos sonhar mais alto. Temos consciência das dificuldades, mas ao mesmo tempo somos ambiciosos e, como tal, queremos estar presentes no topo do panorama do basquetebol nacional.”
Basquetebol do Vitória SC realiza Ação de Formação
Esta terá como preletores os treinadores vitorianos, Fernando Sá e Hugo Salgado.
Com currículos invejáveis a nível nacional, ambos os treinadores pretendem divulgar sobre os presentes como se prepara um microciclo em fase competitiva, onde também estará inserido o treino específico e a preparação de vídeo.
As inscrições deverão ser feitas através do mail: basquetebol.formacao@vitoriasc.pt com a seguinte informação: nome, clube e nº licença de treinador.
Programa da Ação:
9h – Receção aos participantes
9h15 – Abertura e apresentação dos Preletores e Temas
9h30 – Hugo Salgado: Treino Especifico e Preparação de Vídeo
10h20 – CoffeBreak
10h30 – Fernando Sá: Preparação de um Microciclo em Fase Competitiva
12h – Encerramento
Mário Gomes e Ricardo Vasconcelos ensinam nos Açores
Foi uma oportunidade única de ensino e partilha de experiências Ricardo Vasconcelos abordou o tema da “Técnica e tática de passe”. Já Mário Gomes deu uma preleção sobre “Contra-ataque”.
Presente também esteve Manuel Fernandes, Presidente da FPB, que assistiu a grande parte da sessão.
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«Temos de voltar às origens»
O treinador quer ver algumas situações corrigidas, nomeadamente ao nível defensivo.
Que balanço faz do desempenho da equipa durante a fase regular?
Sabendo que a nossa equipa Sénior B é composta por jogadores do escalão Sub-18 e Sub-20, o nosso principal objetivo era evoluir e melhorar ao longo do ano, jogando com equipas compostas por atletas com muita experiência e qualidade individual. Acho que tivemos uma época de sucesso e um dos indicadores para afirmar isso é e obtenção do 5º lugar no fim da fase regular, juntamente com o melhor desempenho da equipa na segunda parte do Campeonato da Proliga.
Coisas a melhorar ou a corrigir para o 2º jogo da série? O que há manter e que pode contribuir para ser possível dar a volta à eliminatória?
O próximo jogo vai ser o 4º entre a nossa equipa e a equipa do Ginásio. Até agora, vencemos dois e perdemos o último. Não será fácil repetir o sucesso da fase regular se não tivermos consistência ao nível da concentração e controlo do ritmo do jogo. A nossa jovem equipa, demonstrou este ano que pode disputar os jogos contra todos os adversários, principalmente quando conseguimos limitar os pontos fortes ofensivos dos mesmos. Temos, por isso, de voltar às “origens” e entender que o nosso sucesso nunca vai passar apenas pelos pontos marcados, mas sim, e acima de tudo, pelo baixo número de pontos sofridos.
Áreas do jogo que no seu entender poderão ser determinantes para o desfecho desta eliminatória? Pontos fortes do adversário?
Nos últimos três confrontos tivemos três jogos com três cenários diferentes. Não só porque o Ginásio apenas no último jogo jogou com equipa completa, mas também porque alguns dos nossos atletas tiveram diferentes performances nos jogos já disputados. Como já referi, é necessário ter um elevado nível de concentração ao longo de todo o jogo, tanto controlando o ritmo do jogo como na seleção das ações ofensivas, nomeadamente ao nível do extra passe e do tiro exterior. Mesmo assim, acredito que o fator mais importante que nos pode levar à vitória é a defesa de um modelo de jogo muito completo, onde o Pick & Roll e o jogo interior, juntamente com um bom lançamento exterior, é efetuado por atletas com larga experiência neste tipo de competição.
Expetativas para o que resta desta ronda de playoff?
Seria muito bom para os nossos jovens atletas terem a possibilidade de fazer mais dois jogos com a excelente equipa do Ginásio, e eventualmente realizar mais 2 ou 3 jogos com uma outra equipa que se apure para a meia-final do playoff da Proliga. Claro que o nosso principal objetivo é que este caminho desejado dependa principalmente de nós próprios.
«Equipa em excelente forma»
As insulares vão defrontar as campeãs da Quinta dos Lombos, formação que a União não conseguiu vencer na fase regular. Mas Eduardo Lopes não está preocupado…
A presença do União Sportiva nesta Final 4 é a afirmação do clube como uma das atuais potências do basquetebol feminino nacional?
Sim, sem dúvida. O basquetebol no União Sportiva é um projeto com cerca de uma dúzia de anos e tem vindo a ser desenvolvido de forma sustentada mas também com a audácia e ambição necessárias para disputar as oportunidades surgidas aos mais diversos níveis – e a participação na organização desta Fase Final é disso um belo exemplo. Se durante a primeira década de atividade deste projeto as atenções se focalizaram quase exclusivamente na formação de jovens atletas, nos últimos anos, após a conquista de uma Taça Nacional de Sub16 Femininos em 2011, o clube passou a dar uma outra atenção às suas equipas seniores, em especial à equipa feminina. E todos os anos atletas nossas, normalmente excelentes alunas, abandonam o clube para prosseguirem os estudos em universidades do continente.
O facto de a final four ser disputada em S. Miguel, faz com que aumentem as vossas possibilidades de chegar ao título? Por outras palavras, se o União se torna mais forte e perigoso a jogar perante o seu público?
A equipa chega a este final de época em excelente forma! Se o público ajudar e corresponder com um apoio massivo, teremos de certeza uma equipa muito competitiva a discutir a vitória em todos os jogos e quem sabe…
O que trouxe de novo ou acrescentou à equipa o regresso de Jhasmin Player à equipa do União Sportiva?
A Jhasmin Player trouxe à equipa uma maior mobilidade. Torna a equipa mais forte ofensivamente, dificultando muito o equilíbrio defensivo das equipas adversárias.
Concorda que a equipa tem mais soluções, e está mais bem apetrechada para disputar uma prova num formato que prevê três dias consecutivos de competição?
Não considero que a equipa esteja mais apetrechada, até porque nós não aumentámos o plantel e penso que uma prova de três dias é difícil para todas as equipas presentes, pois o nível de dificuldade é elevado para todas.
Durante a fase regular não foram capazes de vencer a Quinta dos Lombos. Aspetos a corrigir ou melhorar de forma a poderem começar esta Final 4 com uma vitória?
Durante a fase regular, quando defrontámos a Quinta dos Lombos, nunca apresentámos a nossa equipa completa. O facto de termos um plantel menos vasto do que a equipa em questão foi suficiente para uma notável diferença. Aspetos a corrigir há sempre, desde o inicio da época que temos vindo a corrigir muitos aspectos de jogo para jogo, tendo como objetivo chegar a este momento na nossa melhor forma. Estamos preocupados com a Quinta dos Lombos como com todos os restantes adversários, mas penso que mais do que nós estarmos preocupados com a equipa adversária, deveria ser a Quinta dos Lombos a estar preocupada connosco.
Quais as principais armas que o União irá apresentar nesta Final 4 que lhe possibilitem chegar ao tão desejado titulo de campeão nacional?
A principal arma será a motivação que a equipa apresenta neste momento. Com uma defesa muito comunicativa, competitiva e lutadora, vamos, sem dúvida, criar muitas dificuldades. Juntando-lhe o bom momento que a nossa organização ofensiva atravessa, certamente teremos uma palavra a dizer nesta competição. Aproveito para apelar aos amantes de basquetebol e população em geral para que venham assistir a este momento de grande festa e emoção e venham ajudar o Clube União Sportiva a conquistar o tão desejado título de campeão nacional!
«Objetivo é vencer a zona sul»
“Queremos ficar em primeiro lugar no grupo”, avisa.
O desempenho da equipa do Imortal durante a I Fase foi excelente, pois não só venceu, como também dominou todos os adversários, exibindo uma enorme capacidade ofensiva. “O balanço da 1ª fase é muito positivo pois ganhamos todos os jogos disputados. Terminamos os 22 jogos com uma média de 106 pontos marcados e 43 sofridos. Depois de algumas dificuldades no inicio da época para a construção desta equipa, pois saíram 8 jogadores da época passada, com o esforço da nossa direção conseguimos formar um novo grupo com muita qualidade.”
Luís Modesto aposta na continuidade do trabalho, até porque ainda existe margem para que a equipa cresça e se torne ainda mais forte e coesa durante esta II Fase. “Como já referi na questão anterior, o nosso grupo tem muitos jogadores novos e como é logico o entrosamento entre eles ainda não é o ideal. Estamos a sistematizar os processos defensivos, a ganhar hábitos que sejam comuns a todos. No ataque, tentamos tirar partido do melhor que os nossos jogadores sabem ‘fazer’ e colocar essas qualidades ao serviço do coletivo. O nosso sucesso na segunda fase passa por defendermos e atacarmos como se fossemos 1 só.”
O facto da equipa ainda estar invicta não retira ambição ao treinador, já que assume querer conquistar o topo nesta segunda fase, e se possível com idêntico registo. “As nossas espectativas para esta segunda fase são altas, queremos continuar a ganhar. O nosso próximo objetivo passa por ficar em 1º lugar no grupo.”
Na opinião de Luís Modesto o Grupo Sul – A tem dois candidatos, nos quais inclui a equipa que orienta. “As equipas que compõem qualquer um dos grupos são fortes, e penso que ambos são equilibrados, no nosso grupo estão duas equipas (Imortal e Estoril) que ganharam os seus grupos na primeira fase e talvez ai esteja a diferença, pois no outro grupo sul apenas está um 1º classificado.”
O clube não esconde que gostaria de subir mais um patamar na competição nacional, razão pela qual já está a reunir apoios para que esse passo, caso venha a confirmar-se, seja dado de uma forma segura e sustentada. “Os nossos objetivos foram definidos por fases. Sendo os primeiros já alcançados, o primeiro lugar na 1ª fase e terminar sem derrotas. O terceiro objetivo passa por terminar em 1º lugar neste grupo onde estamos inseridos e se possível tentar também terminar sem derrotas. O nosso grande propósito da época será sem dúvida, se lá chegarmos, vencer a final da zona sul. Se conseguirmos alcançar o nosso principal objetivo, iremos realizar o desejo que é participar na Proliga, cujas condições necessárias estão a ser pensadas e preparadas.”
«Causar uma surpresa»
A tarefa do Guifões não se adivinha fácil, mas o treinador garante que não lidera uma equipa conformista e acredita que é possível passar à eliminatória seguinte.
Que balanço faz do desempenho da equipa durante a fase regular?
No início da época desportiva, sabíamos que a nossa tarefa não seria fácil, e que todos os jogos seriam duras batalhas. Com um plantel sénior mais curto, comparativamente à época passada (7 seniores e 10 juniores), a manutenção seria o objetivo competitivo da época. No entanto, assumimos um forte compromisso ao nível do trabalho diário, para que com o decorrer da época, a nossa competitividade no campeonato fosse cada vez mais eficiente. A verdade é que se na primeira volta conseguimos um score de 4 vitórias e 7 derrotas, e na segunda, invertemos para 7-4. É importante referir também, que a equipa alcançou 4 vitórias nas últimas 4 jornadas, sendo duas destas por 1 ponto de diferença.
Analisando estes factos, podemos dizer que o balanço é claramente positivo, não só porque alcançamos os objetivos referidos, como também os superámos.
Por fim, não posso deixar passar em claro, a forte componente formativa deste projeto que se iniciou em Agosto, no qual existe jogadoras com 17 e 18 anos, a competir neste campeonato.
Coisas a melhorar ou a corrigir para esta 1ª ronda do playoff? O que há a manter e que pode contribuir para o sucesso da equipa nesta fase mais adiantada da temporada?
Sabemos de todo o potencial da AD Ovarense e claramente temos em mente que, para discutirmos a eliminatória, teremos que estar ao nosso melhor nível. Curiosamente, a equipa referida foi a única que não conseguimos vencer na fase regular. Em primeiro lugar, perceber que nesta fase, teremos que ser capazes de jogar a um bom nível durante os 40 minutos de jogo, algo que não fizemos por diversas situações, na fase regular. Depois e mais especificamente contra a ADO, se por um lado tivemos alguma consistência defensiva, a nível ofensivo não produzimos o desejado. Elevar um pouco mais o ritmo de jogo, para produzir melhores lançamentos, será claramente um ponto que teremos de trabalhar.
Coisas a manter para esta fase da competição? Algo que nós podemos controlar, a nossa entrega e as reações que temos durante o jogo!
Áreas do jogo que no seu entender poderão ser determinantes para o desfecho desta eliminatória? Pontos fortes do adversário?
Haverá claramente situações que serão determinantes nesta eliminatória. Sabendo dos ritmos pausados e constantes que joga a Ovarense, aliado às boas rotinas de jogo que têm, a forma como iremos defender o 1×1 será decisivo, pois não podemos permitir que o adversário tenha a oportunidade de lançar confortavelmente. Acrescentando a este ponto, destacaria a qualidade das jogadoras exteriores, nomeadamente nas leituras de jogo que fazem. Iremos trabalhar com rigor na preparação do jogo, para que dentro dos possíveis, consigamos diminuir a eficiência destes aspetos.
Expetativas para esta 1ª ronda do playoff?
Devo referir que pessoalmente acho que este playoff é o mais equilibrado dos últimos anos, em que nenhuma das equipas, independentemente da posição alcançada na fase regular, é declaradamente favorita. Poderá claramente existir surpresas. Quanto a nós, competir com qualidade, percebendo que os nossos objetivos estão alcançados, e que a pressão de vencer não está do nosso lado, será uma boa motivação. No entanto também definimos internamente, que o conformismo não faz parte dos nossos conceitos, como tal iremos trabalhar durante duas semanas, motivadas e com a ambição que podemos causar uma surpresa, e se essa surpresa passar por avançar a eliminatória, fantástico!
Rui Gomes “reuniu” 140 treinadores no Dragão Caixa
Desta feita, mais de 140 treinadores, oriundos de várias associações regionais do norte e centro do país, disponibilizaram a noite 2ª feira para viajarem até á cidade invicta e aprenderem um pouco mais da modalidade da sua eleição.
Nesta iniciativa a preleção esteve a cargo de Rui Gomes, treinador adjunto da equipa sénior Dragon Force, que disputa a PROLIGA, na qual foram apresentados os conceitos que orientam o relacionamento entre o jogo exterior e o jogo interior na transição defesa/ataque. A crescente complexidade das regras estabelecidas e a sua articulação com os graus de liberdade nas tomadas de decisão juntamente com a importância do rigor posicional e conceptual, foram apresentados de forma eminentemente prática, contando com a importante participação dos atletas do clube que, melhor do que ninguém, “ilustraram” na perfeição o pretendido.
A Associação de Basquetebol do Porto congratula-se com o êxito que vem caracterizando este importante projeto de formação de treinadores e manifesta publicamente o seu agradecimento à Dragon Force Basquetebol e aos treinadores/preletores convidados, pelos decisivos contributos prestados a esta causa.
Considerando a importância e o sucesso do projeto, a sua edição 2015/2016 está, desde logo, a merecer todo o cuidado na sua projeção temporal e conceptual.
No início da próxima época desportiva serão divulgadas todas as novidades.
«Difícil mas não impossível»
O treinador reconhece que se trata de uma missão hercúlea, mas não deixa de ter esperança. “Vamos lutar com todas as nossas forças e dignificar este grande clube”, afiança.
A falta de consistência exibicional prejudicou a classificação final do Esgueira/OLI, algo que teve muito a ver com os inúmeros problemas físicos que assombraram a equipa de Aveiro.“O desempenho da equipa oscilou entre altos e baixos, ao sabor das inúmeras lesões que a foram afetando, posso dizer que não conseguimos fazer 2 jogos seguidos com a mesma equipa acho.”
Ainda assim, Pedro Costa faz um balanço positivo do desempenho da equipa, que num cenário normal, poderia ter vantagem casa nesta 1ª ronda do playoff. “Foi uma situação deveras atípica, mesmo assim atingimos os objetivos a que nos propusemos, fomos vice-campeões do Torneio António Pratas só mesmo atrás do Dragon Force e conseguimos a qualificação para o playoff. Acho que em condições normais e atendendo ao nível desta Proliga poderíamos ter ficado nos 4 primeiros classificados.”
Pedro Costa coloca a equipa do Dragon Force ao nível das que disputam a LPB. Aquilo que espera dos seus jogadores é uma entrega total, de forma a que consigam ser competitivos, proporcionem um grande espetáculo, onde o jogo do perímetro será decisivo para que tal suceda. “Temos consciência do que nos espera e para terminar tivemos novamente uma lesão no jogo de domingo com Elétrico. O Dragon Force não é deste campeonato, é uma equipa profissional, que treina muito, com uma intensidade ofensiva e defensiva que nem as equipas da Liga têm… Só temos de jogar com dignidade e preparar as coisas da melhor forma… Espero que este jogo, em casa, seja uma festa de basquetebol, com pavilhão cheio, o basquetebol precisa destes jogos porque está moribundo.
No jogo cá conseguimos equilibrar até final do 3º período, mas depois vem a tal diferença de ritmo que existe e a capacidade de rotação que eles têm. Vamos tentar potenciar o que temos de melhor, que é o nosso jogo exterior e logo se verá.”
A formação de Aveiro tem revelado algumas dificuldades na luta das tabelas, um problema que poderá ser mais exposto, quando do outro lado está uma equipa que faz deste capitulo do jogo uma das suas armas mais eficazes. Isto sem esquecer a velocidade e a intensidade que coloca em todos os momentos do jogo. “O ressalto é determinante, é a nossa maior lacuna, contra uma equipa que tem uma capacidade enorme de ressaltar, tanto na defesa como no ataque. O seu jogo interior causa-nos muitos problemas, e depois vem o ritmo com que atacam e defendem, que mais tarde ou mais cedo lhes dá dividendos.
O Esgueira/OLI tem pela frente um adversário que ainda não perdeu em jogos a contar para esta competição, um indicador claro da supremacia exibida pelos dragões durante a fase regular. Nada que faça o técnico esgueirense baixar os braços, ou deixar de ter ambição para esta eliminatória. “Como tenho dito aos meus atletas, difícil é…impossível, não… Vamos lutar com todas as nossas forças e dignificar este grande Clube, esta Direção , que está sempre ao nosso lado e os nossos adeptos que nos bons e maus momentos estiveram sempre presentes.”
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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