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Norberto Alves: «Título foi sempre o objetivo»

Não só foi campeão no primeiro ano em que orientou a equipa, como ainda foi 3º na Liga dos Campeões Africanos, a melhor classificação de sempre do clube na prova. Leia a entrevista nos detalhes desta notícia.

Que balanço faz deste seu primeiro ano a treinar em Angola?O balanço é muito positivo. Cumprimos o grande objetivo de ganhar o BAI Basket. Para além disso vencemos a Taça Vitorino Cunha e ficámos em 3º na Liga dos Campeões Africanos – a melhor classificação de sempre do Libolo.O convite do Libolo surgiu como uma oportunidade de preencher a suas ambições como treinador de basquetebol?Sim. Em Portugal é quase impossível vencer o campeonato a não ser que se treine a única equipa que tem um investimento elevado. Aqui é muito difícil, porque os competidores têm muita qualidade, mas é possível. Na Académica ficámos em 2º há 2 anos, apenas com um atleta estrangeiro e a treinar à noite. Que mais podíamos fazer? Quando chegou a Luanda e teve o seu primeiro contacto com a equipa, que leitura fez do basquetebol africano?Aqui há mais contacto físico e o jogo de transição é mais utilizado. De resto não existem muitas diferenças até porque existe uma grande influência de vários treinadores portugueses de grande qualidade.Certamente que tirou as suas conclusões sobre aquilo que mais precisava a equipa. Consegue apontar os pontos sobre os quais mais incidiu o seu trabalho como treinador?Melhorar a transição defensiva e criar hábitos de rápida adaptação à mudança de algumas estruturas tácticas de jogo para jogo consoante o adversário.O título sempre foi o vosso objetivo, ou redefiniram as vossas metas à medida que a época foi avançando?O título foi sempre o nosso objetivo. Assumimos isso, publicamente, logo que chegámos a Angola.O 3º lugar na Taça dos Taça dos Clubes Campeões Africanos ajudou a que a equipa crescesse e ficasse mais bem preparada para conquistar o titulo?Sinceramente não sei. Sei que queríamos ganhar e lutámos para o conseguir. E lutar muito para atingir algo é sempre importante em qualquer organização e em qualquer coisa da vida. Ficamos de consciência tranquila e aprendemos a olhar-nos uns aos outros com mais cumplicidade e compromisso para o futuro.Na sua opinião, a equipa do Libolo era a mais forte da competição? E o que a distinguiu e tornou mais competente das restantes?Não era a mais forte da competição – O 1º De Agosto e o Petro tinham planteis mais extensos, mais equilibrados e que jogavam juntos há mais tempo e com os mesmos treinadores. Nós lutámos muito e tivemos coragem nos grandes momentos apesar das lesões do Carlos Morais, que não jogou os 6 primeiros jogos da fase final (12 jogos) e do Olimpio Cipriano que jogou sempre condicionado e com sacrifício nesta fase decisiva. Nos últimos 3 jogos um dos americanos também se lesionou e não jogou. A equipa respondeu coletivamente, com grande concentração. Fomos um a equipa no verdadeiro sentido da palavra. Todos deram um passo em frente para ganhar.O caminho para o título acabou por ser mais fácil do que imaginaria que poderia ser?E quanto ao futuro? Existe já alguma coisa certa para a próxima temporada? E que outros objetivos gostaria de alcançar na próxima época?O clube quer muito que fique mais um ano. Eu gosto muito do clube e o Sr. Presidente, Rui Campos e o Diretor para o basquetebol, José Carlos Dias, sempre estiveram ao meu lado a apoiar-me. Não é fácil estar longe da família, mas mais difícil é não continuar junto de pessoas com grandes qualidades humanas e organizativas. A Federação Angolana de Basquetebol distinguiu-me com o prémio de Melhor Treinador em 2014 mas, sinceramente, devo-lhes a eles esse prémio. Quanto aos objetivos, o Libolo entra sempre em todas as competições para vencer. Esses são sempre os nossos objetivos.


«O Fight Club está de volta»

Embora o período de preparação não seja muito longo, o selecionador garante que a equipa está a postos para enfrentar o desafio da promoção. Leia tudo, nos detalhes desta notícia.

Este primeiro estágio que inicia no final do mês de Maio visa quase exclusivamente para que o Selecionador Nacional Eugénio Rodrigues possa “observar as atletas que irão compor a Seleção Nacional de Sub 20 – 2014”, e a “respetiva definição de estratégias”. Ainda que não possa ter todas as atletas disponíveis em função da calendarização desportiva nacional, Eugénio terá no entanto “o grosso que compõe este grupo e que abrange as atletas nascidas em 1994 e 1995, tocando ainda, conforme já vem sendo hábito, algumas atletas sub-18 que representem uma mais valia para o grupo.”O técnico mostra-se bastante entusiasmado com potencial deste grupo de trabalho, bem como com a diversidade de opções e talento individual. “Esta geração apresenta características muito interessantes traduzindo-se num plantel com alguma profundidade e soluções variadas, sobretudo se compararmos com o grupo anterior. Temos com efeito um pouco de tudo e com mais do que uma atleta por posição ou característica.” O Selecionador espera colher frutos no trabalho de continuidade iniciado na temporada passada, tanto mais que aquelas que se juntam este ano acrescentam qualidade e são opções válidas a ter em conta. “Face às limitações do grupo do ano transato, investimos na altura em jogadoras de primeiro ano por forma a podermos rentabilizar para esta época, pelo menos com algumas delas, a sua experiência no escalão de Sub-20. O grupo compunha-se então de 9 jogadoras que poderiam repetir o escalão. Somando a algumas dessas atletas, outras que sobem este ano pela primeira vez a Sub-20 creio que poderemos aliar a experiência ao talento, a versatilidade à biometria e claro, as ganas ao sonho de voltarmos a subir de divisão.”Mas nem tudo é perfeito, e nada se consegue sem trabalho. “O ponto menos forte, que até nem se prende com o plantel propriamente dito, é o já ‘normal’ período de preparação que é bastante curto e claro está, a crise financeira generalizada que a todos toca, condicionando a realização de mais jogos amigáveis a nível internacional.”É sempre complicado fazer prognósticos, mais ainda quando estamos a falar de Seleções jovens. Ainda assim, e tendo em conta as últimas participações das equipas presentes, Eugénio consegue categorizar o favoritismo que poderá ser atribuído a cada Seleção. “Obviamente não jogamos sozinhos e como nós, estarão mais 9 Seleções congéneres para lutar por esse desiderato. Por esta ordem, jogamos contra a Roménia, Hungria, Israel, Noruega, Grã-Bretanha, Bulgária, Alemanha, Lituânia e Bósnia Herzegovina. No sempre difícil exercício de previsão das forças presentes, à primeira vista temos como candidatas aos 3 lugares medalhados e que dão acesso à promoção, a Hungria, Alemanha e Lituânia. Foram as 3 equipas que desceram de divisão no ano transato e que têm também algum calo no que toca ao nível competitivo. São países com tradições no basquetebol e cujos rosters terão atletas vindas do europeu de sub 18, 8º – Div B, 9º – Div B e 3º Div B, (respectivamente). Israel, Bulgária e Grã-Bretanha serão igualmente favoritas a uma medalha na medida em que, tal como nós, apresentaram em 2013, rosters constituídos quase exclusivamente por atletas de primeiro ano. Finalmente, outsiders como Roménia e Bósnia serão sempre de considerar pois, se não se apresentaram numa boa forma ou se não competiram em 2013 (respetivamente), são seleções tradicionalmente difíceis para nós. Por ultimo, uma palavra para a Noruega, que desconhecemos por completo em Sub 20, tendo obtido resultados modestos no escalão de Sub 16 e Sub 18.”O Europeu, que se joga em Sófia – Bulgária – de 3 a 13 de Julho, volta a ter um formato competitivo de todos contra todos, o que normalmente não é algo que favorece Portugal ou qualquer equipa que tenha menos argumentos do que as demais. “Diria que num bom dia, uma equipa teoricamente inferior pode fazer uma surpresa e vencer um jogo, mas num campeonato inteiro isso resulta um pouco mais complicado.”Porém, isto não é nada que nos demova ou diminua o objectivo principal, que é de “obter uma medalha e voltar a subir ao palco principal do basquetebol europeu, a Divisão A.” O Selecionador Nacional ilustra bem a determinação com que esta Seleção lutará para alcançar essa meta, ao dizer que: ” O Fight Club está de volta e pronto a dar tudo pela camisola que veste.”


Eugénio Rodrigues: «Vou ficar na Dinamarca»

Mas o clube decidiu não continuar com a equipa sénior e propôs-lhe outro projeto, que declinou, por pretender continuar a trabalhar no setor feminino. Por isso aceitou o convite do BMS – Falcon, onde vai trabalhar na próxima época. Não perca a entrevista, nos detalhes desta notícia.

Balanço positivo desta sua primeira época na Dinamarca?Estou bastante satisfeito com esta primeira época fora de portas. Como devem calcular, eram mais as dúvidas do que as certezas e basicamente não tinha um único ponto de referência ou comparação que não fossem as minhas convicções ou ideias sobre o basquetebol. Pessoalmente, creio que foi bastante construtivo a todos os níveis e os feedbacks que obtive de terceiros foram igualmente nesse sentido.Os resultados desportivos ficaram aquém das suas expectativas ou do clube?Não, muito pelo contrário. Ficamos em 6.º lugar, tendo atingido os quartos de final da competição. O Vaerlose BBK tinha como objetivos exclusivos a manutenção, sendo que atingir o playoff era uma miragem, quase uma utopia, mais até como fator de motivação para o grupo de trabalho, do que para a própria Direção. Inicialmente conseguimos fugir aos lugares de despromoção para depois ultrapassar outros adversários de modo a atingir o playoff. Já no playoff, lográmos vencer mais dois adversários, teoricamente mais fortes e competitivos do que nós e assim atingir os já referidos quartos de final. O resultado foi de tal forma surpreendente que “obrigámos” o Clube a alterar jogos marcados para o pavilhão para realizarmos a última fase da competição…Na sua opinião, o que faltou para que a equipa conseguisse ser ainda mais competitiva?Faltou sobretudo atletas. O clube iniciou o projeto baseado em fatores que não existiam ainda que estivessem convictos de que fosse possível entre Julho e Setembro de 2013, dar a volta à situação. Porém, isso não aconteceu e vivemos “dias difíceis”. Como devem imaginar, o trabalho diário foi permanentemente influenciado por essa situação, e não tanto em função do que seria o ideal. Condicionou filosofias, sistemas, convicções e estratégias para “o jogo” o que, mais tarde ou mais cedo, traz uma fatura a pagar. Acredito que podíamos ter ido mais longe se as condições fossem outras. Quanto ao mais, nada me faltou e o Vaerlose BBK foi, e é, um clube que honrou todos os compromissos. Dirigentes, pais e atletas foram inexcedíveis para comigo pelo que nada tenho a apontar-lhes.Sente que, numa perspetiva de continuidade de trabalho, o clube está mais bem preparado para enfrentar a próxima época?Não, o Vaerlose BBK não vai continuar na Liga Feminina, tendo decidido terminar o projeto sénior. Na linha da seriedade de que falava, a cultura nórdica não é compatível com “meios projetos” ou “esperanças”. Ou têm as condições à partida ou pura e simplesmente não avançam. O Clube não tinha atletas seniores suficientes para compor um plantel e as sub-18 não eram suficientemente competitivas para realizarem, na sua totalidade, uma época na liga feminina. Assim, propuseram-me outro projeto no clube, que declinei, pois entendo que devo continuar no setor feminino e com uma equipa sénior.O campeonato dinamarquês é suficientemente competitivo e desafiante de forma a poder-se sentir realizado do ponto de vista profissional?Esta pergunta não tem uma resposta fácil pois é muito subjetiva. A Liga Dinamarquesa, sendo muito competitiva é ainda assim inferior à Portuguesa, não tanto pela qualidade das jogadoras dinamarquesas, mas pelo menor numero de praticantes e sobretudo pelo não investimento em jogadoras estrangeiras do mesmo nível das que jogam em Portugal. Isso somado confere a tal qualidade inferior, mas desenganem-se aqueles que por isso consideram o campeonato menos competitivo ou desafiante. Por outro lado, as diferenças de cultura social e desportiva, tornam o trabalho do treinador estrangeiro muito mais difícil mas muito mais desafiante. A tarefa de tentar obter o melhor dos “dois mundos” é complicada mas ao mesmo tempo aliciante. Na minha opinião, só se afirma e granjeia respeito além fronteiras, aquele treinador que consegue “revoluções” tranquilas, aquele treinador que é capaz de importar a sua filosofia para a sua equipa, sem descaracterizar as jogadoras. Por esse facto, estou muito realizado pela experiência que estou a viver fora de portas e considero-me hoje, um treinador mais completo e “mais adulto” do que saí.Quais as principais diferenças que apontaria entre uma jogadora portuguesa e uma dinamarquesa?A diferença é grande e está enraizada na cultura nórdica, como é óbvio. O cidadão nórdico, grosso modo, pratica hobbies na condição “sine qua non” de que isso o faça feliz. Se porventura isso não acontece, pura e simplesmente não o faz. Ora o basquetebol, para 90% das praticantes, é um hobby e a necessidade de essa atividade ser um motivo de felicidade para a atleta, está sempre presente. Por aqui já podes ver o quão difícil é encontrar o ponto de equilíbrio entre o fator lúdico e o fator competitivo. A dimensão social e cívica que o basquetebol tem para o praticante, por vezes, é esmagadora e torna o trabalho de um treinador latino complicado. O “team building” e o “mental coaching” são a ementa do dia-a-dia. Diria que em Portugal se dá uma menor importância a esses aspectos e o nível de sacrifício empregue pelas atletas portuguesas é normalmente superior. Existem outras pequenas diferenças mas esta é de facto, a mais importante.O futuro passa por continuar pela Dinamarca? E em caso afirmativo, se já pensou o que pretende fazer na próxima temporada?Sim, irei permanecer na Dinamarca. Em função do que acima explanei, aceitei o desafio proposto pelo BMS – Falcon e irei mudar de Clube, continuando a treinar uma equipa sénior feminina na Liga. É um desafio muito interessante, que resulta de uma joint venture entre dois clubes, com muita gente e gente muito jovem. Pelo que pude já verificar, existe talento nessa lote de jogadoras, muitas delas a competir igualmente nas Seleções jovens dinamarquesas. Por ora ainda não traçamos objetivos competitivos para a próxima época, o que só irá acontecer depois de iniciar a época e sentir o “pulso” à equipa e ao Clube. Mas motivação não me falta e estou ávido de continuar o meu projeto como treinador além fronteiras.


José Araújo: «Ultrapassámos os objetivos»

O treinador português só lamenta não ter conseguido vencer o campeonato, mas de qualquer forma recebeu uma proposta para continuar e aceitou. Leia tudo, nos detalhes desta notícia.

A época de José Araújo na Roménia acabou por ser extremamente gratificante para o treinador português, já que, não tendo sido perfeita, o balanço é muito favorável. “A primeira época como treinador no estrangeiro acabou com um sabor agridoce, mas com a certeza de que foi uma época formidável a título pessoal. Como em qualquer país, em qualquer equipa , com altos e baixos mas com um saldo claramente positivo.”O título de campeão nacional ficou por conquistar, o que não significa que a equipa não tenha correspondido às expetativas. “Foi um desafio enorme e, apesar de termos falhado a conquista do campeonato, ultrapassámos de forma clara os objetivos traçados no inicio da época.”No arranque da temporada o técnico nacional teve de contornar diversos obstáculos, sendo que alguns deles poderiam comprometer seriamente o sucesso da temporada. “Cheguei a Arad com o clube a tentar manter a equipa no topo, num ano delicado em termos orçamentais, com uma pré-época muito reduzida e com a necessidade de construir o grupo praticamente do zero.”Uma época longa, desgastante, que obrigou a muitos sacrifícios, mas em que José Araújo foi capaz de conduzir a equipa ao sucesso. “Foram mais de cinquenta jogos, os quilómetros na estrada, nem sou capaz de contabilizar (mas foram muitas horas passadas no autocarro), muito trabalho e muitos obstáculos ultrapassados.”Sobre o grupo de trabalho, treinador só tem palavras elogiosas, já que foi exemplar na forma como todos contribuíram para que se aproximassem o mais possível da perfeição. “Um clube muito organizado com um excelente Presidente, fundamental o seu trabalho para o sucesso da equipa, e um grupo de jogadoras motivado para o trabalho diário, esta foi a fórmula que fez equipa crescer durante toda a temporada.”O treinador nacional marcou presença na final de todas as provas em que o clube esteve envolvido, o que por si só, demonstra bem a competitividade relevada pela equipa ao longo da temporada. “Jogámos as finais de todas as provas em que participámos, vitória na taça romena e infelizmente não fomos capazes de repetir o êxito na CEWL e na final do campeonato.”O playoff decisivo não teve o final José Araújo gostaria, o que não significa que a equipa tenha ficado muito longe de alcançar esse objetivo. “A final do campeonato foi muito equilibrada com diferenças mínimas no marcador, com prolongamentos, com emoção e incerteza em cada jogo, com transmissão televisiva em todos os jogos e com os pavilhões completamente cheios. Foi realmente uma ótima experiência estar envolvido nestes momentos.”A capacidade de trabalho, empenho e qualidade do técnico foi reconhecida pelo clube romeno, já que José Araújo foi prontamente abordado para prolongar a sua ligação ao clube por mais uma temporada. “No final, tive de imediato uma nova proposta para continuar mais uma época, que aceitei com grande satisfação.”Mas o orgulho e o prazer de servir o País continua bem presente, uma vez que José Araújo apenas quer recarregar baterias para se dedicar de corpo e alma aos trabalhos das Seleções. “Agora é tempo de regressar, motivado para começar o trabalho com as nossas seleções.”


«Temos de ganhar mais um jogo»

O treinador Carlos Lisboa mostra-se satisfeito com a vantagem de que dispõe na série (2-0), mas relembra que ainda falta ganhar um jogo para os encarnados serem campeões. O técnico promete a máxima seriedade na deslocação a Guimarães, e rigor na forma como irá preparar os jogos que ainda faltam disputar.

Carlos Lisboa ficou muito agradado com a forma como a equipa se apresentou no passado fim-de semana, já que dominou os dois jogos frente ao Vitória. “Vencemos com qualidade. Estar a ganhar por 2-0 é melhor do que estar a perder.”Para o técnico benfiquista a “defesa vale campeonatos”, pelo que esse será um aspeto fundamental a manter em Guimarães de forma a que o Benfica consiga fechar a série no Minho. “Para sermos campeões, temos de ganhar mais um jogo; temos de pensar dessa maneira.”Depois do habitual descanso, os encarnados já estão a preparar o jogo da próxima sexta-feira, às 20.30 horas. Os encarnados estão a atravessar um bom momento e Carlos Lisboa quer que ele se prolongue em Guimarães. “A equipa está bem fisicamente, mas tem de continuar o seu trabalho.”


Final Nacional de Sub/20 Masculinos

Benfica, Algés, Vasco da Gama e Dragon Force, campeão em título, são as quarto equipas que vão disputar o troféu, sendo que todas integram inúmeros jogadores que estão a despontar no basquetebol nacional e já têm o seu espaço nas equipas seniores, facto que faz antever jogos de grande qualidade, até porque em disputa está o troféu mais desejado, o de campeão nacional.

Autarca deseja o “maior desportivismo” Emídio Sousa, presidente da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, assume que “é com muita satisfação” que o concelho de Santa Maria da Feira acolhe, mais uma vez, “um momento alto do basquetebol em Paços de Brandão”. O autarca, que faz questão de dar as boas-vindas a todas as comitivas, tem “a certeza que esta competição se disputará dentro do maior desportivismo”. Emídio Sousa expressou, ainda, o desejo de que “todos os intervenientes alcancem os maiores sucessos desportivos”. “Incentivo para a evolução dos nossos jovens atletas” António Júlio Silva, presidente do Grupo Recreativo Independente Brandoense (GRIB), é um dos anfitriões da prova, já que será no pavilhão do clube de Paços de Brandão que os seis jogos terão lugar. Assumindo que “é com muito orgulho que o GRIB recebe no seu Pavilhão Desportivo a Fase Final do Campeonato Nacional de Sub/20”, o dirigente agradece a “confiança” que foi depositada no GRIB e revela que gostaria que a prova fosse um “incentivo para a evolução dos nossos jovens atletas e um veículo de promoção da modalidade na nossa região”. “Esperamos a visita de muitos amantes da modalidade e também dos habitantes de Paços de Brandão e localidades vizinhas, porque estarão em atividade algumas das maiores promessas do Basquetebol português”, salientou António Júlio Silva. “Escalão importante” Mário Saldanha, presidente da Federação, também abordou a realização da prova no nosso distrito, mostrando-se confiante de que se irá “assistir a uma excelente competição, onde cada jogo será disputado minuto a minuto, como se cada um constituísse uma final”. Esta opinião é partilhada por João Carlos Ribeiro, presidente da Associação de Basquetebol de Aveiro, que faz questão de desejar “boa sorte” aos quatro clubes. João Carlos Ribeiro destaca, ainda, a importância deste escalão. “A época que vivemos tem colocado algumas dificuldades e contrariedades, e essa será, talvez, uma das razões porque este escalão tem revelado alguma inconstância em termos do número de clubes participantes. Entendemos que este é um escalão importante na transição dos atletas dos juniores para os seniores, pelo que fazemos votos para que num futuro próximo mais clubes possam participar, revelando novos valores com capacidades e potencial para ingressar nas equipas seniores”, concluiu. | TREINADORES “Participamos nesta Fase Final com responsabilidade acrescida. Uma responsabilidade boa, a de ter que defender um título que tanto prazer nos deu conquistar na época passada. Os quatro clubes participantes têm demonstrado, nos últimos anos, serem excelentes escolas de formação, o que nos dá a garantia de uma Fase Final muito disputada”. João Tiago Dragon Force “O Sport Algés e Dafundo quer aproveitar esta Fase Final como mais uma etapa na formação dos nossos jovens atletas. Vamos com a ambição de querer sempre mais e melhor, disputando todos os minutos com a determinação, entusiasmo e garra que tanto caracterizam esta instituição”. Daniel MonteiroAlgés“Vamos participar pelo sétimo ano consecutivo na Fase Final do Campeonato Nacional Sub/20. Estamos preparados para realizar três jogos muito competitivos, com adversários de muito valor. Esperamos que a nossa jovem equipa, composta principalmente por jogadores Sub/18, consiga demonstrar um bom basquetebol, com muita atitude e alegria”.Goran NogicBenfica “A equipa de Sub/20 do S.C. Vasco da Gama é diferente, na medida em que todos os seus atletas são estudantes e amadores e não temos nenhum jogador acima dos 2 metros. Neste contexto, a nossa expetativa é apenas de curiosidade quanto à nossa capacidade de resolvermos os problemas que os adversários nos possam colocar”. João Oliveira Vasco da Gama JOGOSFase Final Nacional 1ª Jornada (sexta-feira)20h: Dragon Force-Algés (jogo 1) 22h: Benfica-V. Gama (jogo 2) 2ª Jornada(sábado)15h30: Vencedor jogo 1-Vencido jogo 2 17h30: Vencedor jogo 2-Vencido jogo 1 3ª Jornada (domingo)9h30: Vencido jogo 1-Vencido jogo 2 11h30: Vencedor jogo 1-Vencedor jogo 2


Clinic Internacional de Formação 2014

A Escola Nacional de Basquetebol informa que as inscrições para o Clinic Internacional de Formação estão abertas e poderá consultar mais informações nos detalhes desta notícia.

Lorena Torres – preparadora física dos escalões de formação do FC Barcelona, Milos Obrenovic – seleccionador adjunto sub17 e sub18 masculino da Sérvia, Carles Durant – treinador sub 20 Joventud Badalona, Xavier Silva – treinador IEJOTA de Leiria e Tatiana Iourtaeva Clube dos Galitos serão os nomes dos preletores da edição de 2014.Para a inscrição no Clinic deverá ser enviado um email para catiamota@fpb.pt com a ficha de inscrição preenchida e a indicação do número da TPTD/CTD. Para que o processo de acreditação no local seja célere, aconselhamos que o pagamento seja efectuado antecipadamente enviando o comprovativo para o email acima indicado.Inscrições:Até 25 de Junho – 40 €A partir de 26 de Junho – 50 €Sócios ANTB (com quota paga até 2014) – 25 €Seleccionadores/Formadores Regionais – 15 €Extras:10 € – Almoço sábado e domingo10 € – Alojamento na Escola (1 noite)Ficha de inscrição em anexo.A ENB


«Repetir resultado da 2ª volta»

A formação nortenha perdeu o primeiro jogo da meia-final mas,apesar de as adversárias terem agora o fator casa, o treinador António Veleirinho acredita que é possível as suas jogadoras empatarem a eliminatória, até porque nesta partida conta ter a equipa completa. A ideia é protagonizar um desempenho semelhante ao da 2ª volta da fase regular, quando o Colégio Calvão venceu na Luz.

O treinador António Veleirinho não dá a eliminatória como perdida. É certo que o adversário é o vencedor, reforçado, da fase regular, que está em vantagem na série e dispõe de dois jogos em casa para fechar a série. Mas o treinador do Colégio Calvão aposta tudo numa vitória no próximo jogo. “Acreditamos que podemos ter “uma ou duas palavras a dar”! Caso sejamos felizes no sábado, teremos tudo em aberto para um possível terceiro jogo no domingo. Obviamente, que a equipa adversária, por ter terminado a fase regular em 1º lugar, ter ainda se reforçado para o playoff com uma jogadora estrangeira experiente e talentosa. E depois da vitória no Colégio de Calvão, aumentou o seu favoritismo…”Um triunfo na Luz não é nada que não tenha já acontecido esta temporada, até porque a equipa de Calvão vai-se apresentar completa e preparada para contornar as dificuldades sentidas na jornada inaugural. “Agora, queremos repetir no sábado o resultado alcançado na Luz na 2ª volta da fase regular. A nossa equipa deverá, finalmente, estar completa e sem condicionantes. Trabalhamos muito durante a semana para procurar novas soluções de modo a resolver as dificuldades encontradas no 1º jogo.”A juventude tem o seu custo, se bem que o treinador da formação de Calvão acredite que o grupo está agora mais preparado para enfrentar a pressão desta fase decisiva. “Pensamos também estar superada a questão da ansiedade, natural nestes momentos decisivos, considerando-se a juventude do nosso plantel, composto exclusivamente por alunas e ex-alunas do Colégio de Calvão. Pois, por outro lado, algumas dessas atletas já envergaram a camisola de seleções nacionais do seu país (Portugal e Cabo Verde), jogaram minutos na Liga Feminina na presente época, ganhando assim maior maturidade.”António Veleirinho espera poder demonstrar dentro de campo todo o trabalho desenvolvido no clube, provando que a formação em Calvão tem qualidade. “Esperamos proporcionar um bom espetáculo desportivo. Surpreender no desempenho, confirmando o trabalho de formação no basquetebol que vem sendo realizado no Colégio de Calvão desde há vários anos, por um fantástico grupo de colaboradores e atletas dos vários escalões.”


«Será um jogo muito duro»

Benfica foi disputado no Colégio do Calvão. Num jogo de muita luta e entrega por parte das duas equipas. O Benfica foi a equipa mais forte e venceu, por 83-64. Um excelente jogo de basquetebol que estas duas equipas proporcionaram ao muito público presente no pavilhão.

O técnico encarnado André Cardoso destaca o desempenho da equipa durante os primeiros 20 minutos como tendo sido decisiva para o desfecho do jogo favorável aos encarnados. “Uma primeira parte muito conseguida da nossa equipa permitiu-nos ganhar uma vantagem importante ao intervalo (43-28).” Sem ser uma diferença exagerada, a almofada pontual amealhada permitia ao conjunto encarnado abordar o segundo tempo com maior tranquilidade. Tal como seria de esperar, a equipa da casa tentou reagir, embora sem conseguir colocar em causa a liderança do conjunto visitante. “Na segunda parte, apesar da excelente réplica do Calvão, conseguimos ser superiores e vencer o sempre importante jogo 1.”Apesar de estar em vantagem, o jovem treinador benfiquista continua extremamente pragmático no seu discurso, focando toda a sua atenção para o próximo embate entre as duas equipas. “Encaramos o restante playoff como até aqui, um jogo de cada vez e total concentração no jogo 2.”Será esperar que os adeptos benfiquistas compareçam na Luz para apoiar a sua equipa feminina, em mais um jogo de uma série que o técnico está convicto que será muito disputado. “No próximo sábado, às 21h30, no pavilhão Fidelidade, onde esperamos ter a ajuda do nosso público, naquele que será mais um jogo muito duro entre estas duas equipas.”


«Queremos ganhar»

O técnico já analisou o que correu mal e garante que o grupo está a postos para empatar a eliminatória.

O treinador do Académico FC não esperava facilidades na deslocação à Amadora, num pavilhão sem espaço para mais adeptos, que vem provar a imensa competitividade e acompanhamento que merece esta competição. “Em relação ao 1º jogo da meia-inal, estávamos conscientesque íamos realizar o 1º jogo fora de casa, são as regras da competição, não ia ser benéfico para nós. Quero deixar bem claro que o pavilhão estava cheio, inclusive mais de 50 pessoas estavam encostadas à parede do próprio campo, por não haver lugares na bancada, o que significa que a competição na 1º divisão está mais do que dignificada.”Relativamente ao jogo, Paulo Fidalgo realçou a forma como cada posse de bola foi discutida, pelo que não causa estranheza a baixa pontuação final. “Muito intenso como seria de esperar, as defesas claramente a sobreporem-se aos ataques como indicam os parciais do encontro.”O técnico reconhece que o jogo não se disputou ao ritmo que mais lhe convinha, bem como aponta alguma falta de agressividade por parte da sua equipa na disputa da bola. “Estávamos conscientes que tínhamos que impor o nosso ritmo de jogo para levar a melhor sobre o ESA, uma equipa muito experiente, que gosta de jogar em 5×5. Não nos foi possível, normalmente marcamos 20 pontos por período e sofremos em media 12, fomos uma equipa apática na luta pela 2ª posse de bola.”A eliminatória muda-se agora para o Porto, mas para vencer o Académico terá de conseguir retificar alguns aspetos na defesa e no ataque, bem como melhorar a sua determinação na forma como defende. Paulo Fidalgo mostar-se confiante em levar a série até à negra, para depois poder marcar presença no playoff que atribuirá o título da competição. “Para o próximo embate em nossa casa com o apoio do nosso público, vamos ter que retificar alguns aspetos do jogo. Temos que intensificar a nossa defesa, permitindo mais posses de bola, aumentando assim o volume de jogo, claramente não queremos muitas paragens durante o mesmo. Quem vencer a luta nas tabelas e realizar menos turnovers vai sair vitorioso e chegar à final. Queremos ganhar no sábado para conseguir o 3º jogo e a consequente e desejada Final.”Não ficam dúvidas que neste playoff estão “presentes as 4 equipas mais constantes durante a fase regular”, e no entender do treinador do Académico, “qualquer um destes clubes tem potencial para subir à Liga.”O AFC foi a única das 4 equipas que não se reforçou para estes jogos, “no entanto queremos ser competitivos”. Até porque somos claramente a equipa com média de idades mais baixa e menos experiente, o que nos dificulta em alguns aspetos que são decisivos no campo.”Paulo Fidalgo espera combater esses handicaps com outras armas de modo a poder contornar algum tipo de fragilidades. “Com o querer e muita vontade das minhas atletas penso que vamos ultrapassar mais este obstáculo, que foram muitos e constantes ao longa da época.”O técnico aproveitou para deixar uma mensagem a toda a comunidade do basquetebol, “precisamos de mais divulgação, dos atletas, dos treinadores, dos clubes, precisamos de voltar a encher os pavilhões, precisamos de voltar a respirar Basquetebol….”


Ricardo Vasconcelos: «Na qualificação com ousadia»

O selecionador nacional explica nesta entrevista o que pretende neste estágio e as metas que traçou para a competição.

Olhando para esta primeira convocatória, percebe-se que vai ser um momento de observação. Ainda tem muitas dúvidas quanto à composição do grupo final?É sem duvida, como temos feito no primeiro estágio dos últimos anos, um estágio de observação. Existem sempre algumas dúvidas sobre atletas nesta fase. Como todos sabem, a Seleção Sénior Feminina tem 3 semanas de preparação e começa exatamente no fim da competição nacional de referencia (Liga Feminina), período no qual algumas atletas nem um dia têm de férias e outras estão paradas há cerca de 1 mês… É também fundamental entender qual as atletas que compõe melhor o coletivo fazendo da Seleção uma melhor equipa!Preocupa-o o facto de algumas jogadoras não poderem ter tempo de descanso após o termo do playoff?Para o bem e para o mal é assim que está agendada a competição. Para a FIBA o importante é conseguir que os momentos altos não colidam, e evidentemente têm de ser as equipas profissionais a começar a trabalhar em Maio (a nossa Liga é que não é profissional).Claro que se por um lado não há descanso nenhum, por outro as jogadoras selecionadas têm ainda dois meses de férias pelo facto de acabar mais cedo a competição (25 Junho). Parece-me que quem já está de férias chega a ficar 5 meses sem competir, e acredito que isto é um problema para uma atleta que tenha metas e objetivos na modalidade.O facto de não poder ter todas as jogadoras interiores disponíveis, condiciona o eventual sucesso que a equipa poderia ter? Isso poderá alterar a própria forma de jogar da equipa?A Seleção Nacional tem um grande problema, que é a inexistência de jogadoras da posição 3. Não há nenhuma jogadora nacional com características nesta posição. O segundo grande problema é que das 6 atletas postes com nível europeu, sistematicamente não conseguimos ter 4 com disponibilidade para representar a Seleção. Entre problemas de lesão e universitários, ficamos sempre reduzidos a 2 ou 3 disponíveis… Logicamente que estas duas situações condicionam muitíssimo a forma de jogar!!Este período de trabalho servirá igualmente para ir avançando nas questões táticas que pretende implementar na Seleção?O tempo é tão pouco que é estritamente necessário avançar em todas as ações que temos, por mais curtas que sejam! O nosso período preparatório é muito restrito e mesmo quando observamos jogadoras procuramos avançar nas matérias e mentalidades que queremos impor na Seleção Nacional.Tendo em conta o grau de dificuldade dos jogos que vão ter nesta fase de apuramento, acha que vai conseguir preparar a equipa para que seja competitiva e consiga discutir vitórias?Não tive senão até hoje total empenho por parte das atletas disponíveis para representar a Seleção Nacional. E se é verdade que não temos tido o número de vitórias que gostaríamos de ter, também é verdade que ano após ano jogar connosco e ganhar tem sido muito duro e difícil para os nosso adversários. Fizemos pouquíssimos jogos que não fossemos competitivos. Assim, não espero senão, uma vez mais, contar com o espírito guerreiro e de trabalho exemplar reconhecido das atletas da SN para voltarmos a ser muito competitivos! No plano de preparação estão previstos alguns jogos internacionais. Pergunto-lhe se serão suficientes, e se terão nível desejado para que a equipa se apresente mais preparada para os jogos de qualificação?O momento financeiro atual da FPB é, à imagem do desporto em geral em Portugal e não só, muito delicado, e por isso tem sido muito difícil conseguir uma preparação ideal. Contudo temos 6 jogos marcados de preparação e apesar de não serem espaçados como gostaríamos que fossem, de forma a concluir e corrigir no final de cada jogo, podendo assim treinar para procurar no jogo seguinte entender se as respostas da equipa são mais adequadas que as anteriores, a verdade é que ainda assim será o ano que temos mais jogos de treinos das últimas 4 campanhas.Esta temporada foi produtiva no surgimento de novas opções para integrar o grupo de trabalho da Seleção Nacional?Somente uma jogadora é chamada pela primeira vez a estar nos trabalhos da Seleção Nacional. As demais atletas com quem estamos a contar, todas elas já foram chamadas pelo menos uma vez aos trabalhos da Seleção Nacional Sénior. Vai definir, ou já definiu, objetivos para a participação da equipa nesta fase de apuramento?Não consigo entrar numa fase destas sem ter como objetivo ficar nos dois primeiros lugares e lutar por um lugar no Europeu. Esta tem de ser a meta e a ousadia com que temos de participar nesta qualificação. Claro está que ao dia de hoje há duas grande incógnitas, a primeira é como vamos nós suprimir a ausência das nossas postes, e a segunda será que tipo de seleção apresentará a Letónia. Mais à frente será possível ter uma ideia mais concreta das nossas possibilidades neste grupo de apuramento.


Projeto Formação Continua de Treinadores

(Instituto Português do Desporto e Juventude), no âmbito do Programa Nacional de Formação de Treinadores, terá como preletores Moncho Lopez e Rui Gomes e decorrerá no Dragão Caixa, entre as 20H30/22H30 da próxima 2ª feira, dia 12 de Maio.

Numa modalidade como o basquetebol, em que as diferentes fases do jogo estão permanentemente encadeadas, sendo a globalidade dos atletas em campo responsável por todas as tarefas estratégicas, quer no ataque, quer na defesa, pensamos ser decisivo o recurso a exercícios com exigências de atenção relativamente a essas diferentes fases de jogo, na conceptualização do processo de treino. Desta forma, quando treinamos o contra-ataque, não deixamos de solicitar a aplicação dos princípios que norteiam a recuperação defensiva e caso se proporcionem situações de jogo posicional, pretendemos que as diferentes regras técnico-tácticas da equipa se verifiquem. Todas as informações em www.abp.pt e www.facebook.com/ABPorto


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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