Artigos da Federaçãooo
«Estamos em crescimento»
Objetivos deste curto estágio?Este, como qualquer primeiro estágio, tem como grande objetivo introdução do modelo ofensivo chave da Seleção, que este ano com apenas 3 semanas de preparação, e ainda com a Liga a decorrer, houve a necessidade de simplificar e reduzir muito as opções tácticas, na tentativa de conseguir uma harmonia o mais eficaz possível em tão curto espaço de tempo. Temos também como objetivo analisar desempenhos e entender quais das atletas disponíveis as que melhor podem encaixar no “12” final. Algumas caras novas nesta convocatória. Sinal que o grupo final continua em aberto?No primeiro dia de trabalho das nossas seleções nunca o grupo se encontra fechado, muito menos quando o primeiro estagio começa um mês antes do primeiro jogo oficial e ainda não podemos contar com todas as atletas disponíveis, pois a final da Liga ainda se encontra a decorrer…. Contudo, o projeto desenhado no feminino passa por uma construção de um grupo a médio prazo, o que nos faz estar muito concentrados nas atletas experientes e efetivas desta Seleção, mas não perder a focagem das atletas jovens que tem passado pelas seleções nacionais de categoria inferior, e que neste momento, se destacam nos seus clubes a jogar pelas equipas seniores.Estes dias de trabalho serviram igualmente para avançar na preparação da equipa?Nós não temos mesmo outra hipótese, com tão poucos dias de preparação para uma competição tão exigente como um apuramento para um Europeu, só nos resta aproveitar desde o primeiro dia a possibilidade de criar a estrutura técnico-táctica base do grupo.Que expetativas tem para os próximos confrontos internacionais?Vamos jogar uma fase de apuramento em que só UMA das 14 equipas que nela participam, pode apurar diretamente para o Europeu 2015. Estamos portanto a falar de uma qualificação extremamente difícil e complicada; um mau jogo pode inviabilizar todas as esperanças. Contudo, para nós, que estamos em fase de crescimento e solidificação do nosso projeto, todo o confronto internacional é absolutamente decisivo para a aquisição e desenvolvimento das nossas necessidades e lacunas, com vista a atingir um patamar de conforto (experiência internacional) para competir na realidade mais alta da Europa.
«Ainda não ganhámos nada»
“Para nós é mais uma final. O que fizemos de melhor e de pior nos dois primeiros jogos é passado”, refere.
Apesar de estar a um passo da reconquista do título da Liga Feminina, José Araújo não dá por adquirido esse feito, realçando apenas que está garantida a decisão, caso seja necessário, da eliminatória em casa. “Ainda não ganhámos nada! É assim que temos pensado durante estas semanas e é esta a forma como estamos a encarar o próximo jogo. Apenas garantimos o fator casa nada mais que isso.”O técnico do Algés não tem dúvidas, até pelas características das suas atletas, que a Quinta dos Lombos é o adversário que mais problemas cria à formação algesina. “Vamos voltar a jogar contra uma das melhores equipas da Liga, que está na final com todo o mérito e na sua casa. Como já referi anteriormente, é a equipa que mais problemas nos continua a criar devido ao seu poderio físico.”A qualidade e quantidade de opções existentes no plantel da equipa de Carcavelos fazem com que o técnico do Algés encare o próximo jogo como sendo de elevado grau dificuldade. “Tem um grande plantel, possivelmente é a equipa com mais soluções do campeonato, e é orientada por um dos treinadores mais experientes do nosso basquetebol. Considero que a vinda da Tatiana, jogadora muito experiente, veio acrescentar ainda mais valor à equipa da Quinta dos Lombos. A qualidade das suas atletas é inquestionável e esperamos um jogo muito difícil.”Habituado a estes momentos altos, José Araújo encara este ronda jogo a jogo, pelo que os dois primeiros já fazem parte do passado. Uma forma de tentar ultrapassar qualquer tipo de relaxamento, tendo em conta que dispõem de uma vantagem de dois jogos. “Para nós é mais uma final, foi assim que preparámos todos os jogos do playoff, e estamos conscientes que começa tudo de novo. O que fizemos de melhor e de pior nos dois primeiros jogos é passado.”A finalizar, o treinador realça o fantástico envolvimento que rodeou os dois primeiros jogos, algo que espera ver repetido em Carcavelos. “Tenho a certeza que será mais um grande jogo de basquetebol e gostaria que se repetisse o ambiente vivido em Algés, com um pavilhão cheio e uma atmosfera fantástica.”
«Queremos fazer história»
O treinador elogia o comportamento dos seus jogadores e não esconde o desejo de garantir o acesso à final. Este fim-de-semana os insulares defrontam a Académica, em Coimbra.
Nos dois primeiros encontros da eliminatória, em casa, os madeirenses, perderam um jogo e ganharam outro, mas o treinador não considera que nesta altura o facto de uma jogar no seu pavilhão seja determinante. “Foram dois jogos em casa extremamente difíceis. O fator casa não tem muita influência nestas fases decisivas. O que importa é ganhar e vence quem tem mais vontade, serenidade quem e souber aproveitar as oportunidades. Foi o que a Académica fez.” Agora a equipa tem de ir a Coimbra, mas o técnico mostra alguma apreensão. Diz que os seus atletas têm sido sujeitos a alguma pressão, motivada pelas dificuldades por que passa o clube. “Nestes dois jogos estou muito preocupado com o que se possa passar. Os jogadores e treinadores acusam uma época de muitos sacrifícios e de coisas mal resolvidas, mas será o que os jogadores quiserem. Primeiro estão sempre as pessoas e os atletas, antes do que quer que seja, uma táctica, das técnicas ou como vamos bater este bloqueio ou aquele… Os jogadores se não quiserem, e se a cabeça não estiver voltada para a sua tarefa, as táticas não importam… Eles estão a acusar bastante o momento em que vivemos.” Mas não deixa de acreditar nas capacidades dos homens que comanda: “Penso que vi a Académica no domingo mais forte que o CAB, mais coesa e com mais vontade de ganhar. Mas depois, por outro lado, quando vejo jogadores meus a dar entrevistas e a dizer que querem chegar à final, e que o CAB é a equipa do coração deles, ou que é a sua equipa favorita, como líder isto é um desafio para mim. Nunca deitar a toalha no chão, independentemente dos problemas que possam existir (e existem bastantes), por isso, como líder, tenho que saber tornear as questões que me são colocadas. É verdade que às vezes um líder precisa de ser liderado e nisto os jogadores têm sido muito bons. Esta função bipartida que tenho com eles, que lhes permite que possam dar opiniões em determinadas alturas do jogo e dos treinos, em condições normais faz com isto seja um aspeto a somar para que tenhamos sucesso”, refere, orgulhoso. Mas independentemente do desfecho dos próximos dois encontros, João Freitas considera que os seus atletas já fizeram muito, dadas as circunstâncias. “A época tem sido muito difícil e complicada. Estou expectante sobre o que vai acontecer em Coimbra. De qualquer maneira, aconteça o que acontecer penso que transferir ou colocar muita responsabilidade em cima destes jogadores não é justo.” E prossegue, contando como tem feito para fazer com que os problemas externos ao jogo não influenciem o rendimento do grupo. “A verdade é que cada um deles tem de ser uma parte da solução. É isso que temos insistido com eles. Esta semana temos feito reuniões individuais com os atletas para que eles também falem um pouco sobre o que sentem nos jogos, sobre o que estão a sentir e sobre os problemas que se passam na vida deles. Para que numa relação mais aberta possamos chegar um pouco mais ao coração dos jogadores, de modo a que cada um faça dos seus problemas uma força que permita ganhar o jogo. Se vamos conseguir ou não, se todos juntos conseguimos ganhar à Académica… estou muito expectante para ver a resposta deles.” “Tenho feito sentir aos jogadores que cada um deles tem de ser parte da solução e não do problema, assim como os treinadores, porque pouca gente fala dos treinadores mas eles também precisam de muito apoio. E às vezes os líderes sentem-se sozinhos, porque há decisões que não são muito fáceis de tomar e às vezes não são do consenso geral. Mas também aprendi que a pior maneira de liderar é querer agradar a toda a gente porque assim não agradamos a ninguém. Não é uma tarefa fácil gerir coisas que não têm a ver com o treino, coisas que nos fogem ao controlo e eu, como treinador, gosto imenso de ter tudo sob controlo”, acrescenta. O desejo de chegar à final é imenso e João Freitas considera que seria um justo prémio, tendo em conta tudo o que equipa passou. “Há muitas coisas esta época nos fugiram ao controlo, que continuam a fugir mas que não dependem de nós. No que depender de nós, como líder deste grupo vamos fazer de tudo para fazer história para este Clube, ou seja, chegar à final. Penso que o Clube merece e, que mais que o Clube, os atletas merecem por tudo aquilo que fizeram. Mas têm de ser eles a fazer isto. Têm que ser eles a fazer isto porque para muitos poderá ser a última oportunidade que têm de chegar à final de alguma coisa.”
“Mesma atitude defensiva”
Em declarações à Benfica TV, Goran Nogic, reforçou os aspetos em que os encarnados têm de voltar a ser fortes de forma a repetirem a vitória. A intensidade defensiva irá ser determinante, já que no plano ofensivo, e tendo em conta a qualidade dos jogadores benfiquistas, Goran Nogic assume que a equipa pode utilizar diferentes estratégias.
“Conhecemos bem a Ovarense. Mesmo antes destes dois jogos já tínhamos tido outros três esta época e, como tal, há pouco a esconder. O que espero é que a nossa equipa tenha a mesma atitude defensiva que teve nos outros jogos do playoff, porque é aí que se pode garantir um resultado positivo”, disse. Contudo, e apesar das dificuldades esperadas, Goran Nogic garante que a equipa está preparada para o encontro. “Não é fácil jogar frente à nossa equipa, temos jogadores com muita experiência e com qualidade individual. Estamos bem preparados e podemos jogar de forma diferente de jogo para jogo”, concluiu.
3ª Ação de Formação Basquetebol – Vitória SC
do Vitória Sport Clube, em Guimarães.
Esta ação é creditada e terá o custo de 5€ individualmente ou 3€ para grupos de 4 ou mais treinadores e podem ser feitas através do mail: basquetebol@vitoriasc.pt, ou diretamente no local do próprio dia da formação.
«Família esteve de regresso»
Os vareiros já provaram esta temporada que possuem um grupo fantástico, unido, comandado superiormente por um dupla de treinadores que tem uma excelente empatia com os seus jogadores. Depois das emoções fortes vividas na ronda anterior, defrontar o Benfica será certamente uma tarefa difícil para a Ovarense, mas ao mesmo tempo uma recompensa muito saborosa pelo trabalhado realizado esta temporada.
O quinto jogo da 1ª ronda fez reviver tempos mais antigos que caraterizavam os jogos disputados em Ovar. Algo que não passou despercebido a ninguém, muito menos ao seu treinador Carlos Pinto que fez questão de agradecer aos adeptos vareiros que compareceram na Arena Dolce Vita na passada quarta-feira: “A família reuniu-se durante duas horas em torno de um campo de basket. Há muito que tal não acontecia. Pelo menos em tão grande número. Uns têm aparecido regularmente, outros de vez em quando e ainda houve aqueles que este ano apareceram pela primeira vez. Mas foi bonito. Muito bonito. Sei que havia um objetivo que passava por seguir para as meias finais. Conquistado. A família empurrou e de que maneira pela força que se sentia vinda de fora. Reviveram-se sensações e emoções que faz tempo não se respirava naquela Arena. Mas apesar do objetivo que nos levou a reunir ter sido conseguido, pessoalmente atribuo um significado maior a algo a que me habituei a ver desde muito jovem no nosso ‘Raimundo Rodrigues’. Ovar no basket e com a equipa. A família esteve de regresso. Espero que nos reunamos mais vezes. A Ovarense necessita de todos.”Se a equipa já se destacava pelo coletivismo e forte espírito de união, a forma como conseguiu o apuramento para as meias-finais reforçou ainda mais esses valores tão fundamentais para se atingir o sucesso. Se bem que do outro lado estará um adversário que é o campeão em título, composto por um plantel repleto de qualidade e opções, determinado a defender o titulo que ostenta. Os vareiros, mais do que nunca, têm de revelar a sua habitual organização ofensiva, controlar ao máximo os ritmos de jogo, tentar cometer o menor número possível de erros não forçados, procurar o tiro da equipa sem forçar lançamentos, e mais importante, esperar que os seus jogadores fundamentais estejam muito próximos do excelente.Resumidamente só uma Ovarense ao seu melhor nível conseguirá equilibrar os jogos com o SL Benfica. E já provou que consegue isso, prolongando ao máximo as suas posses de bola, explorando inteligentemente os bloqueios diretos, e claro dependendo sempre da eficácia do tiro exterior.Mas a margem para erro dos vareiros é diminuta, até porque as alternativas para rodar jogadores não abundam, assim como elementos que possam desequilibrar um encontro. A questão física será igualmente importante, visto que do outro lado estará uma equipa que pode jogar com essa arma.Sem a nada a perder e muito menos a temer, esta eliminatória servirá muito provavelmente para destacar ou confirmar o valor de alguns jogadores da Ovarense, que tanto contribuíram para uma época muito positiva dos vareiros.
“Pensar jogo a jogo”
O técnico destaca o coletivismo da equipa vareira, mas revela confiança total na revalidação do título. Encarar a eliminatória jogo a jogo, na certeza porém que não existem dois jogos iguais, é o conselho de Nuno Ferreira, que conta com o apoio dos adeptos benfiquistas de forma a manterem o fator casa nesta ronda e Os primeiros dois desafios estão agendados para este fim-de semana, tendo ambos início marcado para as 16 horas.
“Vamos defrontar uma equipa que interpreta muito bem o jogo coletivo, faz disso o ponto forte da sua equipa e é nesse propósito que estamos a trabalhar. Só soubemos na quarta-feira quem vamos defrontar, mas estamos preparados para as dificuldades que possam aparecer no jogo de sábado”, afirmou à Benfica TV. A Ovarense chega às meias-finais depois de afastar o Vitória no jogo da negra. “A Ovarense é uma grande equipa e joga muito bom basquetebol, faz do colectivo a sua força, mas já esperava uma eliminatória como foi, ou seja, equilibradíssima. No playoff temos de pensar jogo a jogo e pensamos primeiro em sábado. Sabemos que domingo é completamente diferente”, referiu. Os encarnados querem renovar o titulo de campeão, e para que isso seja possível, têm de ultrapassar mais esta ronda para atingir a final. “Vão ser jogos difíceis e temos de respeitar a Ovarense. O Benfica está motivado, quem está no Benfica tem de estar sempre motivado, somos Campeões Nacionais e assumimos que queremos voltar a sê-lo. Temos o fator casa que é importantíssimo e não queremos ter nenhum deslize nestes dois jogos que vamos ter”, afirmou. Para superar a formação vareira, Nuno Ferreira referiu que o grupo conta com o enorme apoio dos adeptos benfiquistas. “O apoio do público é extremamente importante, ainda para mais numa meia-final. Espero que todo o público possa vir, é mais um ponto de ajuda para que os jogos se tornem mais fáceis”.
Ação de Formação – ENB
Alves Martins. Esta ação destina-se a professores do 1º Ciclo e professores de educação física do 2º Ciclo, 3º Ciclo e Secundário. A ação está isenta de taxa de inscrição.
«Não somos favoritos»
O segredo, conta, passará pela defesa e pela quantidade de erros cometidos.
Depois da conquista da Taça de Portugal, considera que o Vitória é favorito a passar esta eliminatória com a Ovarense?Sendo o playoff uma competição de características bem diferentes de uma final a 8, não considero a minha equipa favorita. A Ovarense é conjunto muito experiente e muito habituado a este tipo de competição. Se fizermos uma análise dos jogos anteriores entre as duas equipas, o equilíbrio tem sido a nota dominante. Arriscaria a dizer que esta eliminatória irá ser semelhante e que vencerá a equipa que defender melhor e cometer menos erros. Acredita que, tal como aconteceu durante a fase regular, o fator casa não será determinante para se encontrar o vencedor desta ronda?Relativamente à minha equipa o fator casa nunca foi fundamental. Na primeira fase da época fomos mais eficazes nos jogos fora e com o decorrer da época fomos encontrando o equilíbrio, melhorando as nossas exibições também nos jogos em casa.Na sua opinião, mesmo com a perda do André Bessa, o Vitória chega a esta fase no seu melhor momento da temporada?Obviamente que lamentamos muito a perda do Bessa, não só pelo papel que desempenhava na equipa enquanto atleta, mas principalmente como homem. Considero que nos encontramos em constante evolução, e que neste momento estamos mais preparados para competir com qualquer equipa.O que acha que poderá marcar a diferença neste playoff?Neste Playoff acredito que marcará a diferença a vontade de vencer e a continuidade dessa mesma vontade.Destacaria algum jogador ou aspeto coletivo que mereça especiais atenções da vossa parte como forma de condicionar o sucesso da Ovarense?Se em qualquer equipa é importante, nesta da Ovarense penso ser ainda mais, pois considero que esta é a equipa que melhor procura os desequilíbrios, e de forma mais paciente os aspetos coletivos.
“Vencer este primeiro jogo”
Com o alto nível atingido pelas equipas presentes nestas meias-finais qual o papel do Olivais Coimbra? Questionado o presidente do clube, Jaime Carvalho e Silva argumenta: “O Olivais tem naturalmente a ambição de ser campeão nacional como qualquer das outras 4 equipas; chegar a umas meias-finais já é prova disso mesmo. Prometemos que lutaremos do primeiro ao último minuto e que estamos a mobilizar os nossos apoiantes para encherem o Pavilhão Eng. Augusto Correia!”A equipa senior feminina do Olivais Coimbra ultrapassou brilhantemente a primeira eliminatória dos playoffs derrotando fora de casa o CAB Madeira na negra, depois de um jogo emocionante e de alto nível, presenciado por um pavilhão a abarrotar de espectadores, maioritariamente apoiantes das Amigas do Basquete, mas também alguns Olivanenses, por números raramente vistos em Portugal: 87-92.Questionado sobre o “azar” de ter de defrontar o atual campeão nacional Algés a que outras equipas fugiram, Jaime Carvalho e Silva é claro: “Quem quer ser campeão defronta qualquer equipa e não usa artifícios anti desportivos para obter benefícios. O Algés sabe bem que vai defrontar um adversário temível tanto em Coimbra como em Algés!”A diretora da equipa Maria do Carmo Magalhães considera que “o grande empenho e concentração de todas as jogadoras, nomeadamente no 3º jogo contra o CAB, foram determinantes para implementar o sistema de jogo desenhado pelo seu treinador para conseguir a vitória que permitiu a passagem do Olivais Coimbra às meias finais do campeonato.” E acrescenta que “o espírito de equipa e a capacidade de sofrimento saíram reforçados no final desta etapa” o que permite concluir que a equipa olivanense saiu reforçada e moralizada desta eliminatória.O facto de ir defrontar uma equipa como o Algés não assusta Maria do Carmo Magalhães pois “a equipa do Olivais tem demonstrado o seu valor competitivo ao longo da época, tendo obtido durante a fase regular vitórias sobre as equipas que estão nas meias finais.” Assim, ser o Algés ou outra equipa é razoavelmente indiferente, tenha o estilo de jogo que tiver. Maria do Carmo Magalhães está confiante: “A nossa equipa é uma equipa jovem que ao longo do tempo tem evoluído e tem conseguido suplantar equipas muito mais credenciadas.”A diretora Maria do Carmo Magalhães não atribui significado especial à forma como o Olivais ultrapassou a 1ª eliminatória dos playoffs, pois entende que “para a próxima eliminatória, a equipa do Olivais Coimbra vai continuar a trabalhar no limite como sempre tem feito para, apesar de todas as contrariedades, conseguir atingir os seus objetivos.”O treinador Paulo Carlos Silva entende que o primeiro jogo das meias finais será importante, embora não decisivo para o desfecho da eliminatória e nota que “o primeiro jogo ser em casa do pior classificado é uma (pequena) vantagem para nós.” E justifica a sua ideia de que a equipa que vencer este primeiro jogo fica com “metade” do caminho percorrido e poderá encarar o(s) próximo(s) encontro(s) com maior serenidade com o próprio exemplo do Olivais na 1ª eliminatória: “Acabamos de viver uma situação destas na eliminatória anterior e deu para perceber a confiança que aporta entrar a vencer numa competição desta natureza.”Questionámos o treinador para saber se atingir a meia-final da competição fez aumentar a pressão sobre o grupo. Paulo Silva entende que, pelo contrário, “a pressão está toda do lado do Algés”. E justifica o seu ponto de vista: “pelo primeiro lugar do ano passado; pela vitória na Supertaça; pelo investimento realizado e pelo primeiro lugar obtido na fase regular.” Paulo Silva está confiante na sua equipa: “O Olivais ter atingido as meias finais do campeonato revela a consistência e a qualidade do trabalho realizado ao longo da época. Já estivemos nas meias finais da Taça da Federação e da Taça de Portugal. Vamos encarar esta meia final com ambição. No próximo sábado apresentaremos uma equipa determinada e consciente do que tem de fazer para vencer o jogo.”O otimismo de Paulo Silva é temperado com o realismo da valia da equipa do Algés, pois reconhece nesta equipa várias qualidades: “Há três qualidades que admiro na equipa do Algés: a sua capacidade defensiva; o ritmo elevado que consegue impor durante todo o jogo e o equilíbrio que detém entre o seu jogo interior e exterior.”Os jogos desta meia final da Liga Feminina serão certamente bons espetáculos de basquetebol!
«Objetivos estão cumpridos»
As metas traçadas já foram alcançadas, por isso a formação de S. Paio de Gramaços não tem nada a provar nesta segunda fase da competição. A eliminatória diante da Académica não será pêra doce e o técnico sabe disso, mas não deixa de acalentar o desejo de levar a sua equipa às meias-finais. “Seria a cereja no topo dobolo”, refere.
Será uma equipa do Sampaense sem qualquer tipo de pressão aquela que vai apresentar-se na 1ª ronda do playoff frente à Académica, porque, tal como explica o técnico José Calabote, o grupo atingiu todas as metas definidas para a presente temporada. “Vamos entrar neste playof de forma clara, com os nossos objetivos cumpridos. Em primeiro lugar porque metas traçadas ao longo da época foram alcançadas. Ao nível do campeonato nacional o primeiro seria a da manutenção, assim como o nosso segundo seria o apuramento para o playoff. Ambos foram bem sucedidos. Outro objetivo era o apuramento para a final 8 da Taça de Portugal, onde chegámos às meias-finais da competição, atingindo assim mais do que o objetivo proposto.”O técnico tem plena consciência que pela frente terá um adversário complicado, que efetuou uma fase regular de grande nível, reconhecido pelo seu rigor defensivo e disciplina tática. “Sabemos as dificuldades que vamos ter neste playoff, pois vamos defrontar uma equipa muito forte a nível coletivo e individual. Sendo das equipas que joga com mais qualidade no aspeto defensivo e tem jogadores de grande qualidade ofensiva.”Mas isso não invalida que o Sampaense não se queira superar, até porque José Calabote sabe bem o que a equipa tem de fazer para inverter o resultado dos confrontos frente aos conimbricenses. “Nos três jogos que realizámos contra a Académica não conseguimos ter até agora sucesso. Sabemos o que nos tem faltado nesses encontros para atingir a vitória final, e é dentro dessa perspetiva que estamos a trabalhar.”Mesmo com enorme dificuldades e imensos infortúnios, a primeira época do novo treinador do Sampaense não deixa de ser positiva, pelo que a passagem às meias-finais seria a cereja em cima do bolo… “Desde o inicio da época que tivemos inúmeras dificuldades de ordem física, com muitas lesões de vários jogadores, mas nem por isso deixámos de trabalhar com qualidade para tentarmos chegar o mais longe possível.”Convém lembrar que o conjunto de S. Paio de Gramaços nunca tinha chegado a esta fase da prova, embora a encare da forma mais natural possível. “Esta é a primeira vez que o Sampaense vai disputar um playoff da LPB e por isso, tudo iremos fazer para superar as expetativas. A minha equipa vai tentar sem dúvida pensar unicamente num jogo de cada vez porque esta é a nossa forma de encarar o playoff.”
«Faltou a felicidade»
O treinador recorda que tem os seus três bases com lesões graves.
Apesar de estarem em desvantagem na eliminatória, a equipa deu boas indicações nos jogos realizados em Ponte de Sor?A equipa teve um comportamento exemplar nos dois jogos, de acordo com o que espero dela. Infelizmente não conseguimos pelo menos uma vitória, mas nós, o nosso adversário e quem assistiu ao jogo, todos sabem que qualquer deles poderia ter caído para o Sangalhos, especialmente o jogo 2.Os dois jogos foram equilibrados e decididos por curtas diferençaspontuais. O que faltou ao Sangalhos para conseguir uma vitória fora decasa?Foram dois excelentes jogos de playoff, extremamente competitivos, com alternâncias no marcador, normalmente de uma ou duas posses de bola. Penso que nos faltou a “felicidade” do adversário em converter nos momentos decisivos, especialmente nas últimas posses de bola. Apesar do ciclo menos positivo de resultados, acredita que aequipa vai responder positivamente à pressão que vai ter sobre ela nopróximo fim-de-semana?A equipa, os seus dirigentes e adeptos têm consciência da qualidade do seu percurso nesta competição. A pressão que teremos é a mesma de qualquer outro jogo e que colocamos a nós próprios – cada um dar o melhor de si pela equipa e que isso seja suficiente para ganhar. Estamos focados apenas no jogo de sábado.Na defesa do grupo de trabalho, aproveito a oportunidade para esclarecer que a equipa está sem os três (!) bases (lesões graves) com que jogou desde há dois meses e meio. Agradecer publicamente ao André Duarte a antecipação do seu regresso, após operação ao tendão de Aquiles na pré-época, e ao Bernardo (base dos juniores B) que se disponibilizou para o desafio de ajudar a equipa sénior. Estou convicto que sem estes contratempos teríamos mantido a mesma tendência de resultados até ao jogo com o Illiabum, coincidente com a lesão do nosso base principal.Consegue apontar algo onde terão que melhorar para levar devencida o Eléctrico?Vamos ter de melhorar a eficácia do nosso ressalto defensivo, condicionar de forma eficaz, durante todo o jogo, as fortes transições ofensivas do adversário e o bloqueio direto. Também temos de mostrar capacidade para marcar mais pontos, elevando a nossa percentagem de lançamento.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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