Artigos da Federaçãooo
Clinic ANTB Estrada
Os prelectores serão os Treinadores José Tavares e António Paulo Ferreira. Esta acção de formação prática terá como tema principal “Contributos para o ensino do jogo nos escalões de formação”.
Aproveitaremos ainda a oportunidade para realizar uma reunião com os Treinadores cujo objectivo é auscultar e debater propostas e questões dos Treinadores. O “ANTB na estrada” é uma iniciativa que pretende aumentar e melhorar a oferta de formação disponível aos Treinadores. A primeira edição irá decorrer na região de Lisboa, mas pretendemos fazer mais edições em vários pontos do país. Esta iniciativa da ANTB tem o apoio da Associação de Basquetebol de Lisboa, da Escola Nacional de Basquetebol – FPB, do SIMECQ e do Instituto do Desporto de Portugal . A acção é gratuita para os sócios da ANTB e terá o preço de 5 Euros para quem não é sócio. Inscrições através do email: antbasquetebol@gmail.com indicando o nome, email e número de sócio, ou no local. Todos os interessados nesta acção que não sejam sócios poderão tornar-se sócios no local. Horário:9h – Recepção.9h30 – Prelecção de José Tavares – “A importância do trabalho de fundamentos na construção do ataque na formação”.10h45 – António Paulo Ferreira – “Introdução da defesa zona numa equipa de jovens: mais um conteúdo de formação ou um contributo à “deformação”?”.12h – Reunião de Treinadores (intervenções e debate)
Workshop “FIBA Coaching Website” com Rui Alves
Esta ferramenta informática desenvolvida pela FIBA é de grande utilidade para o trabalho diário dos Treinadores. Esta inicitiva vai decorrer na Escola Secundária Seomara da Costa Primo na Amadora às 21 horas.
O Treinador Rui Alves irá demonstrar os vários tipos de utilização possíveis com esta ferramenta (http://coaching.fibaeurope.com/) e como retirar o melhor partido dela para melhorar o nosso trabalho enquanto Treinadores.Esta acção tem o apoio da Escola Nacional de Basquetebol.A acção é gatuita para os sócios da ANTB e terá o custo de 2 Euros para quem não é sócio. As inscrições estão limitadas a 30 Treinadores (2 formandos por computador) e podem ser feitas através do email antbasquetebol@gmail.com indicando o nome, email e número de sócio. Todos os interessados nesta acção que não sejam sócios poderão tornar-se sócios no local.Local: Escola Secundária Seomara da Costa Primo (Rua Elias Garcia Nº 329 – 2700-323 Amadora)Hora: 21 horas ‘
Moncho López: «Ganhar experiência»
O técnico considera que esta prova é um bom veículo de promoção da modalidade.
O treinador Moncho López pretende retirar desta Supertaça Compal experiência internacional, bem como aproveitar a competição para dar minutos de jogo aos jogadores mais jovens do plantel, no sentido que possam continuar a crescer dentro da equipa. “Numa época em que já fizemos cinco jogos internacionais, esta é mais uma oportunidade para que os nossos jogadores mais novos ganhem experiência.”Consciente da importância e da dimensão do evento, ao técnico portista agrada-lhe a oportunidade de poder contactar outros povos de língua oficial portuguesa. Proporcionar grandes espetáculos é outro dos desejos que o treinador espanhol espera poder contribuir durante a competição em Angola. “A oportunidade do contacto entre equipas de países lusófonos é sempre boa para promover a nossa modalidade.”Ainda sem certezas quanto ao retorno da disputa deste troféu internacional, Moncho López, e a avaliar pelos outros contactos internacionais já efetuados esta temporada, acredita que a Supertaça Compal irá influenciar positivamente a evolução da equipa. “A análise mais objetiva terá de ser feita a posteriori. Contudo, nesta época, dos muitos convites que nos chegaram do exterior a experiência tem sido positiva.”A prova foi enquadrada durante a competição nacional, razão pela qual o treinador dos campeões nacionais não teve oportunidade para efetuar algum tipo de preparação específica, ou dedicar alguma atenção especial à Supertaça Compal. “Vamos ter a preparação normal.”
Babo: «Queremos ser os vencedores»
Alberto Babo, treinador da formação de Luanda, quer aproveitar a oportunidade para realizar encontros frente a equipas com culturas basquetebolísticas diferentes, mas não esconde a intenção de conquistar o troféu ganho nos anos anteriores pelo Benfica e pelo 1º de Agosto.
O campeão de Angola surge na Supertaça Compal com expetativas elevadas. O técnico Alberto Babo reconhece que as outras formações em prova têm atletas de altíssima qualidade, mas o antigo treinador do FC Porto não esconde quais são os objetivos do grupo que lidera para esta competição: “Espero essencialmente uma grande participação, um bom torneio internacional, com equipas campeãs e recheadas de grandes jogadores com muita qualidade. Mas tudo faremos para seremos os vencedores, independentemente de quem estará presente”, afiança Babo.Esta competição integra os calendários das federações portuguesa e angolana, por isso não pode ser encarada de ânimo leve. “Damos a esta prova a importância devida. É também muito relevante o facto de estar encaixada num dos pontos altos do planeamento basquetebolístico da Federação Angolana, em conjunto com a Federação Portuguesa, e promovida uma empresa que gosta de basquetebol, a Compal, onde três países da Lusofonia estarão presentes – Angola, Moçambique em Portugal”, constata o treinador, que não tem dúvidas de que a sua equipa tirará os necessários proveitos de defrontar conjuntos de outros países. “Sempre que há confrontos internacionais, jogando com equipas de outros países e com culturas basquetebolísticas diferentes, isso origina forçosamente uma repercussão boa, provocando, como é normal nestes casos, a evolução dos jogadores e das equipas.”Todavia, Alberto Babo reconhece que o calendário não lhe deu tempo para se preparar especificamente para esta prova, mas o técnico confia na qualidade dos seus jogadores: “O encaixe desta competição nesta fase da temporada foi programado pela Federação Angolana e nós, Petro, não olhamos para este período somente, mas para a calendarização total. Assim, e por este facto, como líder da equipa do Petro de Luanda, com uma competição nacional bastante preenchida e com muitos jogos em tão pouco espaço de tempo, esses factos não me possibilitam realizar uma preparação específica para a disputa deste troféu.”
Marcos Couto: «Espírito de sacrifício»
Marcos Couto salienta, ainda, que o momento chave não aconteceu em Algés, mas sim no fim-de-semana anterior. “Perdemos com o Montijo, quando a cerca de 30 segundos do final do jogo nos encontrávamos a vencer por 5 pontos”, conta. Foi aí que a equipa acionou o sinal de alerta…
Esta vitória é o resultado da persistência, do trabalho e da dedicação de um clube que aposta no basquetebol feminino?Julgo que essa é uma verdade inquestionável. Esta direção tem tido um desempenho louvável no comando dos destinos deste clube. No entanto o que julgo ser mais relevante no trabalho destas pessoas é o carácter desinteressado e abnegado que pauta a sua ação, o que, temos de convir é cada vez mais difícil de encontrar no dirigismo atual. É acima de tudo a eles que este título é dedicado.Obviamente que não lhe vou perguntar se pensavam em conquistar este troféu. Mas qual foi o momento chave, no seu entender, para que o Boa Viagem vencesse a Taça Federação?Não posso destacar um momento, até porque o jogo que teoricamente seria mais fácil, contra o Académico, veio a revelar-se de enorme dificuldade. Curiosamente acho que o momento chave não se encontra nesta final a oito, mas sim no fim-de-semana anterior em que perdemos com o Montijo, quando a cerca de 30 segundos do final do jogo nos encontrávamos a vencer por 5 pontos. Foi uma lição a todos os níveis e acho que todos entenderam isso muito bem. Poderia classificar essa derrota como: muito difícil de “digerir” mas de uma grande utilidade. Foi um momento de evolução muito grande, e uma derrota extremamente positiva. Se tivesse de destacar um momento chave destacaria este.Em que aspetos, ou pontes fortes, da equipa assentou esta vitória do Boa Viagem?Coletivo, espírito de sacrifício e personalidade deste grupo onde tenho de referir o meu adjunto Jorge Cabacinho. É daqueles treinadores que acredita que uma boa equipa começa a ser construída por um bom base?Acho que é importante do ponto de vista técnico/tático, mas não é tudo. Em meu entender só terás uma boa equipa se tiveres “química” entre eles. É isso que tento construir: um grupo com “química”. Quem anda no desporto sabe o que isto é, e sabe igualmente como é difícil conseguir.O desfecho desta competição vem provar que é grande o equilíbrio na competição feminina?Não acho. Existem 3 a 4 equipas com um nível muito superior às restantes (Algés, Vagos, Quinta dos Lombos e CAB Madeira), no entanto nas competições a eliminar tudo pode acontecer. Em meu entender nada mais do que isso.E quanto ao futuro? Serão possíveis mais vitórias do Boa Viagem esta temporada?Não sei. Não gosto de fazer futurologia. Como disse estamos longe de ser o grupo mais forte e mais experiente, a nossa atleta mais velha tem 25 anos, e desta equipa apenas 3 (Solange Neves, Célia Simões e Barbara Silva) têm experiência de Liga. No entanto, acho que somos das equipas que mais “alma” tem. Ainda é muito cedo e os nossos objetivos são os mesmos: estar presentes nos pontos altos e ficar entre os primeiros seis da fase regular. Se possível ganhar uma competição. Este ultimo, e o mais importante, já está cumprido. Para além disso a época é longa e temos sempre um campeonato até ao Natal e outro que se inicia depois. Vamos ver o desgaste que as equipas apresentam.
«Temos jogadores experientes»
O reforço do plantel, bem como as melhorias defensivas que o grupo apresenta, fazem com que o treinador esteja confiante para visitar o Algés, no próximo sábado, às 18 horas, o líder destacado da prova. A experiência dos algesinos, treinador incluído, é apontada por Rui Silva como sendo a principal razão pela excelente primeira volta da equipa lisboeta. Quanto aos objetivos dos maiatos, esses mantêm-se intactos. Caso consigam apurar-se para o playoff, Rui Silva só pede para os deixarem sonhar.
Após as entradas do Paulo Diamantino e do Pedro Tavares a equipa já está a um nível em que é capaz de mostrar todo o seu potencial?Sim, as entradas do Paulo Diamantino e do Pedro Tavares foram importantes para colmatar as ausências do Luís Ferreira e do Márcio Morais. Contávamos com eles para a época mas, devido a lesões, estarão fora até ao final. Muito importante também foi a continuidade do trabalho efetuado por os outros elementos que compõem o plantel que, de uma forma abnegada, nunca viraram a cara a luta, mesmo quando as coisas não correram de forma favorável. Com estas duas mais-valias, a equipa do Maia possui agora argumentos para lutar por objetivos mais ambiciosos?Não. Apenas mantemos o mesmo objetivo inicial, que é a ida ao playoff. Depois no playoff tudo pode acontecer… deixem-nos sonhar.Jogar em casa do líder não é motivo suficiente para que a equipa se deixe impressionar?Não, penso que não, pois no plantel temos jogadores bastante experientes e habituados a jogar nestes ambientes e nestas situações, como já o demonstrámos num passado recente.Quais os motivos que apontaria para explicar a liderança destacada do Algés na Proliga?Primeiro são uma equipa muito experiente, como é o caso do António Pires, João Manuel, Sérgio Correia, Danilson Vieira, João Vicente, e ainda o norte-americano. Se a isto juntarmos o facto de terem um treinador também muito experiente, com enorme qualidade, e que consegue tirar o melhor de cada um em prol da equipa… Parabéns ao Mário Silva pelo regresso e por esta primeira volta.Onde o Maia terá de melhorar caso queira vencer em Algés?Teremos de continuar a melhorar na defesa, pois foi aí que demos um passo enorme. Estamos mais consistentes, solidários e defendemos como equipa. Fazendo jus à máxima “o ataque vende bilhetes e a defesa ganha campeonatos”. Se o fizermos sábado teremos mais hipótese de ganhar.
Vitória do trabalho
Nesta entrevista o treinador Abílio Lopes conta como tudo se passou no Pinhal Novo, no último fim-de-semana.
O título conquistado foi, de alguma forma, inesperado para a equipa? E já agora, em que aspetos assentou o sucesso do BAC nesta Fase Final?Se dissesse que estava à espera de ficar em primeiro, estaria a mentir. Sabia que, se conseguíssemos atingir um conjunto de objetivos durante os cinco meses que antecederam o F4 e em particular nos jogos com as equipas que iriam participar nesse F4, teríamos hipóteses de ser competitivos e discuti-lo. Os objetivos definidos foram do ponto de vista do trabalho: aumentar o volume de treino, realizando durante o mês de Setembro 28 treinos, o que implicou treinar bi-diário durante as duas primeiras semanas, sempre que possível estender a duração do treino até às 2 ou 2horas e meia em alguns dias da semana; treinar em alta intensidade sempre que possível, provocando sistematicamente pressão competitiva, mental e física. Este foi, e continua a ser, o mais difícil de conseguir e manter. Definir de forma clara e simples qual a nossa filosofia, o que pretendemos fazer na defesa e no ataque, por esta ordem, definindo muito bem metas a atingir no treino e depois no jogo.Do ponto de vista dos atletas: exigir que a assiduidade nunca fosse abaixo dos 85%, hábitos antigos são difíceis de mudar. Que cada atleta tivesse e assumisse o seu papel dentro do grupo sem qualquer dúvida. Que todos organizássemos as “nossas agendas”, profissionais e escolares, familiares, desportivas e “as outras”, por esta ordem. Levou a muitas desistências e muitas críticas… conseguimos! Conseguir colar a equipa à volta destes valores, ambição, competitividade, exigência mútua e “prazer em estar com a equipa”.A prestação da equipa durante a Fase Final demonstra o trabalho que está a ser realizado nos escalões de formação do clube?Quero pensar que sim. Definimos para as equipas no seu conjunto, objetivos semelhantes aos anteriores, contextualizando a exigência ao escalão etário. Vamos conseguindo a pouco e pouco. Espero que este pequeno sucesso ajude a perceber mais algumas coisas…Têm sentido, por parte dos atletas, um desejo cada vez maior em se manterem no clube, reconhecendo-lhe valor e possibilidades de obterem sucesso?Em se manter no clube, sim! Reconhecem no clube qualidades organizativas, boas instalações, pessoas leais e honestas, treinadores e dirigentes interessados. Mas assumimos que andamos à procura do caminho do sucesso desportivo, que não passa só por ganhar. Neste momento se tivesse que responder se os atletas se fixam no clube com vista a obterem sucesso… ainda não. Por vezes até treinadores temos dificuldade em recrutar… porque não somos competitivos?!?!? Respondi?O que desejaria para o clube, de modo a que tornasse ainda melhor e fosse cada vez mais uma referência como clube formador?Não podemos ser reconhecidos como clube formador sem sucesso desportivo, que mais uma vez repito, não passa só por ganhar embora ajude imenso. Desejaria que houvesse um maior empenho de todos os treinadores no mesmo sentido. Que os pequenos sucessos que vamos atingindo no clube fossem encarados como degraus para subir em vez de apenas algo que aconteceu por estarem alinhadas certas questões. Temos de nos abstrair sistematicamente das comparações com que lidamos diariamente para seguirmos o nosso próprio caminho. Tendo algumas funções de coordenação técnica no clube desejaria que houvesse mais respeito pelo treino e não fosse tão dificil vencer convicções pessoais em formas estáticas e pouco criativas de treinar. Mas vencer essa batalha aqui também é o meu objetivo…
Jogo de mata-mata
O encontro do próximo domingo,em Vagos, pelas 16.30 horas será, como o técnico faz questão de realçar, diante uma formação que está a melhorar de rendimento, pelo que todos os cuidados serão poucos.
A boa imagem deixada pelo Académico na fase final da Taça Federação, no último fim de semana, fez disparar o alarme para os lados de Vagos. A formação de Nuno Ferreira vai encontrar pela frente uma equipa nortenha motivada e que tem vindo em crescendo na Liga. Apesar do conjunto de Vagos ter ganho todos os confrontos diretos, o último dos quais até com grande vantagem e no reduto do adversário, o treinador da AD Vagos antevê grandes dificuldades num “jogo de mata-mata”, nas palavras do técnico, como é este no próximo domingo. Com o fator casa a seu favor, o jogo dos 1/8 de final da Taça de Portugal assume características diferentes. Para Nuno Ferreira, este “é um confronto a eliminar, tendo desde logo uma componente diferente já que não existe tempo para retificar.” E o técnico vai mais longe ao acreditar que “o Académico venha jogar ao Pavilhão Municipal de Vagos de uma forma completamente desinibida e sem nada a perder”, pelo que o seu conjunto terá de se acautelar e jogar ao seu melhor nível. Ciente do que terá de enfrentar e que cada jogo tem a sua própria história, o técnico alerta a sua equipa para todos estes fatores e não está à espera de facilidades, preocupando-se com a qualidade nas ações ofensivas e defensivas. “Estamos a trabalhar para nos apresentarmos melhor do que estivemos no passado fim de semana”, salienta o timoneiro da AD Vagos como que a deixar transparecer que a sua equipa está empenhada em mostrar mais qualidade, eficácia e equilíbrio entre a defesa e o ataque para que a vitória surja sem sobressaltos. Para além destes aspetos, Nuno Ferreira aponta ainda outras situações em que a sua equipa terá de ser competente face à forma como o Académico tem vindo a melhorar, nomeadamente “nas situações de 1×1”, pois acha que o Académico vai jogar todas as suas cartadas neste encontro. Não é de estranhar num jogo a eliminar e a ambição do clube da Ria de Aveiro não é menor, como é natural. “Temos a ambição de estarmos presentes na próxima eliminatória e, para que tal aconteça, conto com a capacidade de superação das minhas atletas”, conclui o técnico da AD Vagos, convicto de que a sua equipa tudo fará para obter um desfecho favorável e prosseguir na prova.
Cédula Treinador/a Desporto – CTD
A partir do dia 1 de Junho de 2012, os treinadores que não possuam a CTD, não poderão exercer a função de treinador. A ENB, até esta data,validou o pedido da CTD, a 15% dos treinadores registados com carteira de treinador da FPB.
Treino Técnico em Lisboa e Leiria
Na quarta-feira, foi a vez de Leiria acolher uma sessão regular de trabalho técnico, realizada no Juncal, onde participaram 40 atletas de ambos os géneros.
Além do envolvimento com os jogadores e treinadores locais, é digno de registo o ambiente de partilha vivido entre os vários técnicos presentes de Leiria, Santarém e Coimbra, contactos que têm sido vistos como uma mais-valia deste projecto. Nos detalhes encontra o plano da sessão de treino.Além do agradecimento óbvio a todos os quantos tornaram estas acções possíveis, uma nota de apreço ao SIMECQ, pelas facilidades na cedência do seu espaço.Está em anexo, passível de descarregar, o plano e objectivos da sessão de treino.
«Não nos vamos amedrontar»
O técnico da equipa da margem sul do Tejo, Francisco Edgard, quer manter a ideia que em casa manda o Galitos, ainda que reconheça muita qualidade ao adversário da próxima jornada. O treinador diz-se pronto para a luta, mesmo com alguns condicionalismos no plantel, que no seu entender tem valor e está a realizar uma fantástica temporada.
O próximo opositor do Galitos é nada mais nada menos que o comandante da Proliga, uma equipa que, como o próprio Francisco Edgard faz questão de lembrar, ainda só foi derrotado uma única vez. “ O Algés reforçou-se muito esta temporada com a inclusão de vários atletas com larga experiência de Liga, como são os casos do António Pires e do João Manuel, que de jogo para jogo melhora o seu rendimento. Não é por acaso que só perderam apenas um encontro, em Sangalhos, num campo muito difícil de jogar.”Consciente das dificuldades que o espera, o técnico quer manter a máxima que “em nossa casa mandamos nós.” O calendário da 2ª volta não é muito favorável ao Galitos, razão pela qual vencer em casa é quase obrigatório. “Não nos vamos amedrontar com o adversário. Vamos tentar fazer o nosso melhor possível, com as armas de que dispomos nesta altura. A ausência há mais de um mês do Carrilho, bem como a quase certeza que não poderemos contar mais com o Eugénio até final da época, complica ainda mais a nossa tarefa. Vamos ter sete jogos fora nesta segunda volta, pelo que queremos tirar partido do factor casa para somar vitórias.”A época está a superar os objetivos estabelecidos pelo clube, isto porque o técnico reconhece competência e potencial ao plantel que treina. “Pediram-nos que não descêssemos de divisão, um objetivo que está muito próximo de ser alcançado. Temos como meta terminar nos primeiros quatro ou cinco lugares da fase regular, sabendo que existem três equipas fortíssimas: Algés, Illiabum e AngraBasket, esta última com os dois norte-americanos a dominar os rankings individuais. Na excelente primeira volta que fizemos o Rui Quintino foi a nossa âncora, sem esquecer as boas temporadas que outros atletas estão a realizar.”Edgard ainda não esqueceu “o jogo miserável”que a equipa fez em Algés, embora reconheça que é normal “os miúdos serem instáveis”, já que considera ser uma “característica própria da juventude.” Isto sem esquecer que o Campeonato da Proliga será “muito provavelmente a competição mais equilibrada”, daí a “importância de vencer os jogos realizados em casa. Sobre Algés ressalva o técnico as “altas percentagens de 2 pontos” que a equipa tem neste momento, bem como a “capacidade de ressalto” que tem demonstrado nos jogos que até agora disputou. A ausência de Sérgio Correia no conjunto algesino poderá ser uma ajuda, uma vez que “alivia um pouco o jogo interior”, permitindo dedicar mais atenção “ao perigoso jogo do perímetro” dos algesinos.
Assembleia Geral alterada
Apesar da mudança na data, o local da reunião magna mantém-se ou seja, será realizada em Albufeira, no Algarve, como estava inicialmente previsto.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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