Artigos da Federaçãooo
Sessões Regulares de Trabalho Técnico
e Fem.), desta vez em Almada (9/Jan) e Coimbrões (10/Jan). Com a imprescindível colaboração das Associações de Setúbal e Porto, os seleccionadores nacionais Ricardo Vasconcelos e Rui Alves vão observar e trabalhar com um total de 76 jovens (38 de cada género), oriundos não só estes dois distritos, mas também os limítrofes de Lisboa, Aveiro e Braga. Como é habitual, os treinos são de portas abertas a todos os treinadores interessados.
Programa:9/Jan – Mun. Almada18h às 20h – Masculino20h às 22h – Feminino10/Jan – Mun. Coimbrões18h às 20h – Masculino20h às 22h – FemininoConvocados e mais detalhes nos Comunicados 127 e 128
Acção de Formação para Treinadores
A AB Vila Real convida todos os treinadores a participarem nesta Acção de Formação que terá como prelector o Prof. Norberto Alves. Tendo como tema principal – As exigências do jogo atual e a construção dos fundamentos tácnico-táticos dos jogadores”, falar-se-à também das Carateristicas do jogo atual, Finalizações do 1×1, 1×1 estático e dinâmico e reações ofensivas dos jogadores sem bola, Uso do bloqueio direto e reações ofensivas dos jogadores sem bola.A actividade realizar-se no próximo dia 28 de Janeiro, pelas 21 horas, no Pavilhão de Desportos de Vila Real.
Formação contínua de treinadores
Na próxima segunda-feira, 9 de Janeiro, pelas 20.00h no Pav. da Escola Silva Gaio, todos os interessaods estão convidados a aparecer.
A formadora, Cristina Viegas, irá trabalhar com atletas da selecção distritail de sub-16 femininas, dando um treino com o tema: REACÇÕES OFENSIVAS ÀS PENETRAÇÕES ASSOCIADAS A UM JOGO COM 4 EXTERIORES
Nuno Ferreira: “Espero uma 2ª volta ainda mais difícil”
Projeta o que poderá ser a segunda metade do campeonato e antevê o confronto no recinto do Académico, o primeiro teste oficial de 2012 já este domingo com transmissão na Sport TV.
Ao fim de 11 partidas, que balanço faz do campeonato da Liga Feminina no plano competitivo? Está mais forte?Um campeonato cada vez mais competitivo e difícil. As equipas têm vindo a melhorar os seus plantéis e o equilíbrio é a nota dominante.No seu entender, que repercussão têm tido as transmissões televisivas da Liga Feminina? Trouxe maior visibilidade e notoriedade ao campeonato?Sem dúvida que a visibilidade fazia falta á LFB, era o que precisávamos para conseguir dar a conhecer todo o potencial do basquetebol feminino em Portugal. Ser a única modalidade coletiva feminina com transmissões televisivas todas as semanas é, indubitavelmente, um passo de gigante a todos os níveis.Existem, portanto, mais-valias com os jogos televisionados?Sem dúvida nenhuma!Das 12 equipas em competição, qual foi a que mais o surpreendeu na 1ª volta?Não me surpreenderam, mas acho que Académico, Montijo e ESSA Barreiro estão a fazer um campeonato muito positivo. No lado oposto está o Torres Novas. Até agora esperava mais das ribatejanas.A AD Vagos passou por momentos de grande desgaste devido à participação na Eurocup. Ficou desiludido por não conseguir qualquer vitória na competição?Desiludido pelas competências demonstradas, jamais! Fizemos uma excelente participação e apresentámos bons índices de jogo. Um amargo de boca por não termos conseguido vitórias, sim. Quanto ao desgaste, é uma realidade, mas não pode servir de desculpa para nada. Participar e competir com os melhores é o que mais queremos fazer.E essa participação afetou o desempenho da equipa a nível interno? Não acho que tenha afetado em nada. Faz-nos é perceber para onde temos que caminhar e como temos de trabalhar diariamente para sermos cada vez melhores. Ter de jogar a esse nível só nos traz mais capacidades.Conseguiram terminar a 1ª volta no topo da tabela em igualdade pontual com o Algés, por sinal a única equipa que vos derrotou internamente esta época.Será o Algés o vosso grande adversário na luta pelo título?Existem vários adversários com os mesmos objectivos da AD Vagos e do Algés, equipas que vão, com toda a certeza, elevar as suas capacidades e aparecer bem melhores. Outro fator a avaliar nas próximas semanas será o facto de algumas delas poderem fazer mudanças nos seus plantéis, com a entrada e saída de jogadoras.Considera então que há formações que ainda têm uma palavra a dizer?Vão surgir equipas que certamente não melhorar e outras nem por isso. Temos de estar atentos e ir avaliando as circunstâncias. Espero uma 2ª volta ainda mais difícil, mais ainda porque teremos dois pontos altos antes do início dos play-offs, a Taça Federação e a Taça de Portugal, onde todas as equipas têm legítimas aspirações.Falou numa 2ª volta mais difícil. O calendário mostra-se muito pouco favorável à AD Vagos, pois terão de enfrentar quase todas as equipas da primeira metade da tabela fora de casa. Isso preocupa-o?Temos uma filosofia de nos preocuparmos com um jogo de cada vez. A nossa equipa é preparada para jogar em casa e fora sempre com a ambição de ganhar.As jogadoras não sentirão maior pressão por saberem que terão de enfrentar os adversários mais complicados fora de portas?Não sinto isso.A fase regular não será, portanto, decisiva para a conquista do título?Ficar bem classificado pode ser determinante…A AD Vagos viu-se privada das suas duas principais bases. Já poderá contar com alguma delas no próximo domingo no recinto do Académico?Estamos a recuperar ambas sem antecipar prazos. Vamos ver se será possível a presença de alguma delas já neste jogo.Então o plano de jogo será semelhante ao do jogo frente ao Boa Viagem…Felizmente, as jogadoras que temos no plantel têm e merecem a minha total confiança. Vamos ser o que sempre somos, na certeza porém que a nossa abordagem ao jogo contra o Académico terá de ser diferente, quanto mais não seja porque o adversário é, também, diferente.O Académico melhorou bastante desde o início do campeonato. Qual a sua antevisão para este primeiro teste de 2012?É sempre um jogo complicado. É verdade que o Académico melhorou bastante e trabalharam mais. Essa é, aliás, a mensagem que o seu treinador está a passar para as jogadoras. A nós compete-nos fazer o nosso trabalho, termos muita energia e respeitar todos os adversários. Sabemos que só fazendo um bom jogo poderemos chegar à vitória.E como tenciona superá-las nesta fase positiva?Aplicando aquilo que treinamos e os nossos princípios de jogo. Preparar bem o nosso plano defensivo e aplicá-lo com a maior eficácia possível. A intensidade com que jogarmos vai ser, com toda a certeza, decisiva.Se lhe fossem concedidos três desejos para 2012, que pedidos faria?Ter saúde, continuar a ter muito prazer em ser treinador de basquetebol e que o nosso trabalho diário e ambição nos consigam trazer títulos para Vagos.
«Objetivo tem de ser a vitória»
Tendo em conta o valor dos dois conjuntos, espera-se um bom jogo de basquetebol, tal como afirmam Orlando Simões e Fernando Sousa. A Académica já deverá apresentar o seu novo reforço, Rolando Howeel, que vem substituir Dillion Sneed que rescindiu com os de preto, pelo que o técnico dos academistas tem esse trabalho suplementar na preparação do jogo. O capitão da equipa acredita que a questão física será decisiva para o desfecho do jogo, já o técnico acredita nas melhorias tácticas tendo em vista ao regresso às vitórias, bem como aos lugares a que a Académica habituou os seus adeptos nas últimas edições da Liga.
Orlando Simões, treinador da Académica afirma que “a equipa da AAC tem trabalhado, tendo em vista a 2ª volta da fase regular do campeonato da LPB, com o objetivo de procurar corrigir erros que custaram algumas derrotas no decorrer da 1ª volta, nomeadamente em jogos equilibrados”. “A equipa técnica tem tentado ajustar processos de jogo às caraterísticas dos jogadores disponíveis, apesar de ter que introduzir no plantel um novo jogador que deverá chegar esta semana. Foram, pois, identificadas as dificuldades a superar e o caminho a percorrer para colocar a equipa numa posição mais de acordo com o seu real valor”, referiu.Na antevisão do jogo com o FC Porto, Orlando Simões refere que este será “um teste de elevada dificuldade para a equipa superar”. E especifica: “Não só pelo valor do adversário bem expresso na sua elevada capacidade competitiva, mas também pela necessidade de obtenção de resultados positivos da nossa equipa. Sabemos todas as dificuldades que este jogo encerra e vamos com certeza apresentar uma atitude competitiva que nos permita estar no jogo duma forma desinibida e concentrada.”O capitão Fernando Sousa, por sua vez, lembra que a Académica vai defrontar “uma das equipas mais fortes da competição”. “No entanto, o nosso objetivo só tem de ser a vitória. O jogo terá um grau de dificuldade extremamente elevado, quer pela elevada rotação da equipa adversária, quer pela diferença física entre os dois conjuntos. Já começamos a preparar o jogo do próximo fim-de-semana, por isso na minha opinião a equipa que estiver melhor fisicamente poderá tirar alguma vantagem, visto que não houve competição nas últimas três semanas.”Finalmente, o capitão deixa um desejo para 2012 ” Antes de mais toda a equipa agradece o apoio que teve em 2011, pois sem essa força dificilmente teríamos alcançado os sucessos da época passada. Para este ano só desejamos que continuem a acreditar na equipa, porque todos são importantes para construirmos uma secção forte e entusiasta. Bom Ano de 2012 para TODOS! ”
André Martins: «Talento e capacidade de trabalho»
A equipa, que no próximo verão vai disputar o Campeonato da Europa, Divisão B, voltou a demonstrar grande capacidade de trabalho, embora existam algumas arestas que ainda terão de ser limadas em futuras concentrações. Leia nos detalhes desta notícia o balanço feito pelo técnico.
“O sorteio para o campeonato da Europa de Sub 20, em Sofia, na Bulgária, ditou um grupo bastante difícil, com destaque para a fortíssima equipa da Croácia, que julgo estará num patamar acima de todas as outras. No que diz respeito à Grã-Bretanha, o seu valor depende muito dos atletas recrutados nas melhores universidades americanas. Quanto às seleções da Dinamarca e Bielorrússia prevejo confrontos bastante equilibrados onde quem tiver maior capacidade de sofrimento e espírito de equipa irá vencer. Em suma, estamos perante um desafio de grande exigência, onde apenas com muito trabalho e superação de todos será possível atingir bons resultados.Entre os dias 26 e 30 Dezembro realizou-se o primeiro estágio de observação que decorreu no Jamor, tendo o grupo realizado 6 treinos e 2 jogos/treino.O estágio veio confirmar que continua a existir bastante talento e capacidade de trabalho por parte dos nossos jovens atletas e que a inexperiência competitiva, bem como a ineficácia do lançamento, continuam a ser as nossas grandes lacunas.Aproveito para agradecer aos dirigentes e técnicos do FC Barreirense e Sport Algés e Dafundo a oportunidade que nos concederam com a realização de jogos de preparação, bastante importantes para a equipa técnica e jogadores da selecção, mostrando-nos o longo caminho que temos de percorrer para alcançarmos resultados positivos durante o Campeonato da Europa. O estágio contou com a presença regular do Coordenador das seleções masculinas Mário Gomes, que em conjunto com a equipa técnica liderada por André Martins e João Costeira incidiram todo o trabalho técnico-táctico num conjunto de conceitos a consolidar em próximos estágios.Por último, referir que os objetivos delineados para esta concentração foram bastante proveitosos, destacando-se neste particular o empenho de todos os atletas na construção de um grupo forte e solidário.”
«Objectivos atingidos»
Com o objectivo de ganhar etapas, tendo sempre como referência os princípios aplicados na equipa sénior, Eugénio deu sequência ao trabalho que levou à subida à Divisão A, o culminar de um trabalho que vem de trás, das Selecções mais jovens. Para a difícil missão de disputar a Divisão A, o técnico considera decisivo o trabalho desenvolvido pelas atletas nos clubes até final da época, bem como a qualidade da competição em que estão enquadradas de forma a poderem equilibrar os confrontos frente ás melhores selecções europeias.
“Num estágio em que os objectivos foram exclusivamente de observação, pensamos que os conteúdos programáticos delineados foram totalmente atingidos. Temos bem presente que este ano de 2012 será um tremendo desafio para as sub 20 portuguesas e, como tal, para estar à altura desse desafio, quisemos desde já experimentar alguns aspectos que serão os alicerces de algumas filosofias diferentes e que estarão na base da preparação desta Selecção no próximo ano. Em sintonia com o projecto sénior e nunca esquecendo o trabalho que já vem do ano transacto, ainda assim estamos conscientes de que não existem duas selecções iguais daí que a adaptação das nossas regras basilares a esta geração tivesse de ser feita e experimentada neste estágio.Sem qualquer lesão e com a total entrega das 15 atletas convocadas, os resultados foram animadores pelo que só nos resta reflectir sobre esses mesmos resultados e perspectivar então a preparação desta selecção que terá de ser mais ambiciosa do que nunca. Esperamos que até lá as atletas vivenciem um bom plano competitivo e que, por isso, o resto da época nos respectivos clubes seja potenciador de uma boa forma. E este aspecto será tão importante como a preparação que vier a ser feita na Selecção. Até lá, votos de um bom ano para todos.”
Rui Leitão regressa no Basket Queluz
Com a mudança de Alfredo Sousa para a formação, Rui Leitão passa a ser o treinador da equipa sénior com algumas “caras novas”: Frederico Gouveia ex- Moscavide, Miguel Araújo ex- técnico, Pedro Simões ex- CIBA e Luís Taborda ex- Algés. A equipa masculina do concelho de Sintra inicia o ano 2012 com novo fôlego para tentar manter-se na CNB 1.
Estágio muito proveitoso
Porto. A equipa efectuou 5 treinos e um jogo de treino. O trabalho incidiu sobretudo em questões de técnica e táctica individual ofensiva e defensiva.
Procurou-se também trabalhar a forma como a equipa técnica pretende que as atletas corram e preencham o campo na transição ofensiva. O jogo-treino foi frente à equipa sénior do Coimbrões, tendo esta ganho 71-53. Alternaram-se períodos bons com períodos menos conseguidos, fruto da natural pouca consistência que ainda revelada nesta fase inicial de preparação.“Apesar de termos consciência que temos ainda um longo caminho a percorrer e muitas coisas a melhorar, ficamos satisfeitos com a entrega e disponibilidade das 15 atletas envolvidas no estágio. A vontade em cumprir as indicações e em se superarem correspondeu totalmente às nossas expectativas”, considerou, no final, a seleccionadora nacional, Ana Catarina Neves.
Rui Alves: «Total empenho e compromisso»
O técnico Rui Alves, novo responsável pela equipa portuguesa, aponta as naturais dificuldades de classificar gerações que nunca competiram internacionalmente, baseando-se apenas nas classificações dos últimos europeus para fazer uma antevisão, com a certeza porém, que Portugal tem o handicap de pela primeira vez desde 1997 não ter o seu CNT a funcionar durante o ano. A Seleção Portuguesa segue esta segunda-feira para Espanha a fim de participar num torneio, que servirá naturalmente de preparação, bem como proporcionar ao grupo de trabalho experiência internacional.
Apesar de não possuir dados para poder fazer uma análise dos adversários portugueses no próximo Europeu da categoria, Rui Alves baseia-se nos resultados que as respectivas seleções que integram o grupo de Portugal alcançaram nas últimas edições da competição. “É muito complicado fazer uma antevisão neste escalão dado que é a primeira vez que jogadores desta geração competem internacionalmente. Ainda assim, cingindo-nos apenas à análise da classificação dos europeus sub-16 dos últimos 8 anos (desde que alteraram os quadros competitivos internacionais), com tudo o que isso tem de relativo, podemos arriscar dizendo que no nosso grupo teremos duas seleções que habitualmente são melhores que nós – Hungria e Holanda; duas que são tendencialmente mais fracas – Áustria e Noruega; e a outra – Suiça – que depende muito da construção da equipa que, ultimamente, sob orientação de um treinador Sérvio, tem nas suas fileiras vários jogadores de ascendência ex-jugoslava.” O Selecionador Nacional, em conjunto com a Federação Portuguesa de Basquetebol, Associações e os próprios Clubes, tem tentado realizar ações pontuais com os potenciais convocados, no sentido de ganhar etapas e melhor ficar a conhecer o universo de escolha. Isto tudo porque a suspensão do CNT de São João da Madeira foi um rude golpe na preparação da jovem Seleção Portuguesa. “Agora o outro facto que é inquestionável tem a ver apenas connosco… Esta é a primeira geração de jogadores que não beneficiou da preparação em CNT’s, o que já não acontecia desde 1997. Em claro contra-ciclo com as nossas congéneres europeias, apesar dos esforços que FPB, Associações e Clubes têm feito para amenizar esta enorme contingência, são um pouco imprevisíveis os efeitos na competição internacional no próximo verão. Da nossa parte, há total empenho e compromisso para conseguirmos um desempenho digno e que prepare a prazo estes jovens para as seleções seguintes.”
Nuno Barroso: «Explorámos as circunstâncias do jogo»
O técnico Nuno Barroso mostra-se nesta entrevista satisfeito com o comportamento da equipa até ao momento, e não tem dúvidas que o conjunto açoriano está mais consistente, com os processos ofensivos e defensivos apreendidos. Pelo que os próximos jogos são para tentar vencer, no sentido de tentar chegar aos sonhos do técnico: final do playoff ou da Taça de Portugal.
Onde foram melhores que todas as outras equipas para conseguirem derrotar o SL Benfica pela primeira vez esta temporada?Sinceramente não sei responder a essa pergunta. Sabíamos que não podíamos tentar discutir o jogo sem garantir algum equilíbrio no jogo interior, sobretudo no ressalto e sem retirar aos jogadores do Benfica algum conforto naquilo em que são mais fortes ofensivamente. Também sabíamos que se o resultado se mantivesse equilibrado até meio do 3º período seria possível discuti-lo. Mas não penso que tenhamos sido melhores ou piores que os outros, simplesmente conseguimos explorar bem as circunstâncias do jogo, num dia em que algumas coisas importantes nos correram muito bem.A equipa já leva quatro vitórias consecutivas em casa. Acha que a equipa é mais forte quando joga na ilha Terceira?É natural que nos sintamos mais confortáveis a jogar em casa, tal como todas as outras equipas. Quanto a isso não acho que sejamos diferentes, até porque não concordo nada com a ideia que as equipas açorianas são mais fortes nos Açores porque “se superam”, “querem-se mostrar”, ou outros argumentos sem sentido. Aliás, sabemos que se quisermos manter até ao fim da fase regular a posição que actualmente ocupamos, ou um pouco melhor, isso terá que ser conseguido com vitórias fora de casa.O sucesso dos últimos jogos passa por uma melhoria defensiva da equipa?Não consigo ver a nossa evolução pela melhoria num factor do jogo isoladamente, até porque acho que nos últimos jogos melhoramos sobretudo do ponto de vista ofensivo, embora isso se reflicta também, no desempenho defensivo. A equipa mostrou desde o início muita facilidade na apreensão das tarefas e conceitos defensivos e o mesmo não aconteceu no ataque, onde só agora mostramos alguma solidez na aplicação de alguns princípios fundamentais. Hoje estamos mais equilibrados em todas as fases do jogo e isso torna-nos mais consistentes e confiantes.O actual registo no campeonato (7 vitórias e 4 derrotas) enquadra-se nas expectativas que tinha para a equipa?Está de acordo com as expectativas iniciais, embora tenhamos consciência que podia estar um pouco melhor. Mas não nos podemos queixar, sobretudo se pensarmos que a evolução operada relativamente ao ano passado é muito significativa e as expectativas para o futuro também são bastante animadoras.O mês de Janeiro começa com mais dois jogos em casa (Sampaense e Ginásio), seguindo-se depois a Taça de Portugal. Já foram definidos objectivos para este ciclo da equipa?Temos objectivos definidos para todos ciclos competitivos. Neste caso, quanto aos jogos com Sampaense e Ginásio, pretendemos continuar a ganhar para consolidar a nossa posição no campeonato, embora saibamos das dificuldades que nos esperam. Penso até que o verdadeiro campeonato só agora se irá iniciar.Quanto ao jogo com o Vitória para a Taça, considero que se trata de um desafio tão aliciante quanto difícil, pois não hesito em afirmar que defrontaremos uma das melhores equipas portuguesas, tanto pela qualidade dos seus jogadores, como pela competência do seu treinador. Porém, também não posso deixar de dizer que pretendemos estar presentes na final a 8 da Taça de Portugal e só o conseguiremos se ganharmos ao Vitória.A pouca profundidade do plantel, sem esquecer a ausência do Daniel Monteiro, é a principal limitação para pensar em objectivos mais ambiciosos?Não me queixo do plantel, até porque foi construído para estar sensivelmente onde se encontra neste momento e é constituído por jogadores muito responsáveis e ambiciosos. Por outro lado, se considerarmos que fomos capazes de superar a ausência do Daniel, cuja qualidade técnica e dimensão táctica ofereciam à equipa outros argumentos, podemos concluir que temos um grupo com a competência necessária para lutar pelos objectivos estabelecidos. Pensar em objectivos mais ambiciosos está, para já, fora dos horizontes do clube e na minha opinião muito bem.Em altura de Natal, se pudesses pedir uma prenda para a tua equipa, qual seria a sua escolha?Como a imaginação não tem limite, acho que neste tipo de exercício devemos ser muito ambiciosos! Por isso pediria como prenda a conquista da Taça de Portugal ou a final do playoff! Como alternativa, gostaria que todos os elementos da nossa equipa se sentissem, no final da época, mais habilitados pessoal e desportivamente e que reconhecessem que valeu a pena estar no Lusitânia.
Catarina Neves: «Não é um mau sorteio»
Em teoria, o grupo em que a equipa nacional ficou integrada é relativamente acessível, embora Catarina Neves faça questão de relembrar as implicações que a suspensão do Centro Nacional de Treino de Calvão obviamente terá na habitual preparação da Selecção.
O Europeu do próximo ano terá lugar na Estónia, e as jovens portuguesas são as primeiras a entrar a acção já que têm o seu primeiro jogo a 12 de Julho, em Tallin, precisamente frente as anfitriãs do torneio. Portugal ficou no Grupo A, com Finlândia, Ucrânia e Estónia. Um grupo que, em teoria, e na opinião de Catarina, tem a Finlândia como adversário mais complicado, a Ucrânia com a qual temos um saldo positivo e Estónia como a mais acessível. “Fazem parte do nosso grupo a Finlândia, Ucrânia e Estónia. Teoricamente, e em função dos resultados os últimos anos, não é um mau sorteio para nós. A Finlândia é uma das duas equipas que desceu da divisão A e é tradicionalmente forte neste escalão. A Ucrânia tem sido um adversário com o qual temos jogado nestes últimos anos e o saldo de vitórias tem sido superior ao das derrotas. No último europeu jogamos com elas duas vezes tendo ganho uma delas e perdido a outra. É normalmente uma equipa muito alta. A Estónia é a equipa que joga em casa. É à partida a equipa que nos será mais acessível.”O escalão de sub 16 tem sempre o factor de imprevisibilidade uma vez que não existe termo de comparação com competições anteriores. Daí o facto de ser sempre uma surpresa qual o nível que cada um dos países apresentará neste torneio. Se a isto somarmos a suspensão do Centro de Treino do Calvão, a participação da equipa português fica mais envolta de incertezas que o habitual. “Este ano, para além da incerteza do que são as gerações dos diferentes países neste escalão, também nós vamos tentar perceber quais as implicações da suspensão do Centro Nacional de Treino de Calvão e em que medida é que afecta ou não a nossa prestação e competitividade no europeu.”
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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