Artigos da Federaçãooo
Amizade une nova geração
Qualidade técnica, cultura táctica e muitos anos de basket são algumas das armas para fazer face às dificuldades. Quando as coisas apertam, o trunfo é a amizade e a união.
Em Portimão estiveram 48 jovens atletas açorianos. Doze formaram a Selecção Açores de Iniciados femininos. Um conjunto unido, alegre, com princípios de jogo e qualidade técnica individual. A representá-lo está Mariana Ferreira… Um exemplo que reúne as características que fazem a força da nova geração do basquetebol feminino açoriano. A nossa Figura da Semana sentiu as dificuldades de jogar com Selecções “que têm mais competição que nós, têm mais resistência e mais ritmo de jogo”. Nas Festas Nacionais defrontou algumas das melhores do seu escalão e sentiu o peso da derrota em alguns jogos. Mas no final… “Adorei. Foi muito bom mesmo. Não estava à espera de tanta alegria”. Conclusão? Mariana Ferreira entrou sempre para ganhar. Tal como todo o grupo nunca virou a cara à luta, mas para ela há coisas bem mais importantes que o marcador… “Aprendi a ajudar melhor as minhas colegas e a melhorar o jogo em equipa. Não estava à espera que conseguissemos fazer isso. Pessoalmente, foi mais ou menos… Acho que me senti um pouco cansada, mas valeu muito a pena estar presente”. Por tudo isso, um dos elos mais fortes da comitiva açoriana assume-se como porta-voz do grupo para um balanço final: “Achei que tivemos todos bem. Não houve problemas, mostramos todos muita união e isso foi importante. Ultimamente temos falado muito, ficamos grandes amigas e isso foi muito bom. Para repetir? Adorava…”.De volta à TerceiraUma semana depois da aventura no Algarve o tempo é de recordar, mas com o fim das férias à porta, ir pensando no futuro. E para Mariana Ferreira as semanas que se seguem são de concentração máxima na equipa dos Vitorinos. Depois da boa campanha no Campeonato da Terceira, a equipa parte para a 1ª fase do Regional, que se disputa em Santa Maria, com expectativas elevadas. “Estamos à espera de apanhar equipas muito boas, mas estamos muito confiantes. Estamos todas com um espírito de ganhar e acho que temos hipóteses”. Segunda a nossa Figura, a concorrência mais forte deverá vir de São Miguel, através do campeão CU Sportiva, mas à que contar com Marienses e Fayal Sport. Apesar disso, refere, “podemos ser superiores. Só temos de continuar com espírito de equipa, a fazer as coisas que sabemos e dar o nosso melhor”.A presença no Torneio Nacional de Iniciados é um sonho, mas para já “temos passar a fase em Santa Maria, depois a 2ª fase e só se ganharmos é que vamos. Em cada fase temos de procurar fazer o melhor e só depois pensar no futuro, por isso os Nacionais logo se vê”.Sobre os primeiros seis meses da temporada, “a opinião é muito positiva”. Mariana destaca o “equilibrio” das provas locais como um factor benéfico para o seu desenvolvimento e refere que nos Vitorinos “está tudo a correr muito bem”. Não fosse este um grupo à prova de problemas… “Acho que correu bem a todas. Não houve grandes lesões, formamos um bom grupo e foi muito positivo até agora. No futuro? Acho que a equipa é muito amiga, dentro e fora do campo e isso vai continuar. Vamos continuar todas a jogar basket por muitos anos”.Para além disso é preciso continuar a estudar, continuar com boas notas, a pensar no curso de Fisioterapia. Nas horas vagas, “para além do basket? Tenho o meu irmão (risos)… Ele toca bateria e eu toco viola. Mas acho que nunca vamos chegar ao ponto de fazer um grupo. É só um passatempo muito bom”.O exemplo da SelecçãoHá dois anos, no Torneio Nacional de Minibasquete, que decorreu em Santa Maria, reuniu-se pela primeira vez um grupo de jogadoras que hoje forma o “Clube Terceira” de iniciados femininos. Mariana Ferreira é um dos elos de uma correnta que faz da união a sua principal força… “Estamos unidas, muito mesmo e isso é importante. Se não fosse pela nossa união não tínhamos conseguido os resultado que alcançamos”.A última conquista aconteceu à menos de um mês, na cidade da Horta. Com seis vitórias em seis jogos, a Selecção da Terceira venceu um Torneio Regional que já fugia há quatro anos. Mais uma vez, Mariana prefere ignorar o marcador e valorizar outros aspectos: “Não estava nada à espera, porque havia sempre selecções muito fortes no Regional, mas este ano os resultados foram bons, criamos grandes amizades e isso foi o mais importante”. Mesmo assim fica a mensagem. Para a nossa figura da semana, “é preciso mais ritmo de treino. Por vezes há muita brincadeira. Os treinadores estão bem e nós temos de nos esforçar para conseguir melhorar mais”.
Gestão de Material Desportivo
Em alguns casos, pequenos artigos (ex: lampadas, postes, parafusos, etc) podem obrigar a um bloqueio na utilização de uma instalação desportiva. É por este motivo essencial que todas as instalações possuam um conjunto de artigos preparados para, no caso de avaria, serem rapidamente utilizados.É evidente, que ter peças em armazem tem custos, mas também não é menos verdade que a susbtituição rápida pode, em situações extremas, equivaler a um alto nível de eficácia, impedindo a anulação ou paragem de uma actividade.O valor acrescentado de uma boa gestão corrente dos materiais desportivos exige, numa primeira fase a definição precisa do material necessário para ter em reserva, o seu timing de compra e a gestão eficiente da sua premanência em armazem de forma identificada e organizada.A gestão correcta do material desportivo exige:O conhecimento dos possíveis artigos necessários para o funcionamento normal das instalações e equipamentos; A identificação clara dos artigos e das suas normas de funcionamento; A utilização de um sistema de codificação e referenciação que permita a localização rápida de cada artigo; A manutenção e actualização constante de um inventário, sempre adaptado ao crescimento do armazém. Hoje, dado o recurso cada vez mais frequente a software de gestão de stocks, todo este processo se tornou muito mais claro e normalizado. Contudo, dada a pequena dimensão das estruturas desportivas e perante a falta de cultura relativa a estes princípios de funcionamento, exige-se dos gestores soluções mais expeditas e tradicionais, sem comprometer a eficácia das operações.
Serviços mínimos – Selecções Açores
Nas Festas, as Selecções Açores de Iniciados e Cadetes tiveram uma prestação digna, mas aos rapazes faltou a “intensidade”, demonstrada pelas raparigas.
Saímos do Algarve com um travo agridoce na boca. Vimos equipas de qualidade, bom basquetebol, uma organização que consegui pôr de pé (com sucesso) um evento com 900 atletas, 70 equipas, disputado em oito campos em simultâneo. Vimos também algumas boas indicações das equipas açorianas, mas os resultados não foram de encontro às expectativas dos açorianos. Um exemplo disso, a descida de Divisão da equipa de Iniciados masculinos e as palavras do seleccionador Roberto Rico, que expressam um pouco a frustração com que acabou a participação do sector masculino.“A primeira ilação é que o ritmo competitivo no continente é completamente diferente do dos Açores. A intensidade de jogo é muito superior e enquanto nós não começarmos a exigir isto aos jogadores, dificilmente vamos conseguir melhores classificações. A conclusão é que temos de trabalhar mais e melhor”, refere o técnico, depois de cinco derrotas em cinco jogos, que valeram o 10º lugar e correspondente despromoção à Divisão II… “Estão habituados a ganhar facilmente os seus jogos e não lidaram bem com as dificuldades”, conclui Roberto Rico.Subida adiadaOutro treinador pouco satisfeito no final da prova era Rui Fagundes. O Seleccionador dos Cadetes masculinos dos Açores chegou a ter esperanças (justificadas) na subida à I Divisão (esta era a única equipa que permanecia na II Divisão à partida para Portimão), mas os resultados não confirmaram as expectativas. Uma derrota logo no primeiro dia, afastou os açorianos do objectivo principal e nos dias seguintes a equipa mostrou “falta de atitude”. Segundo o técnico, “tinha alguma expectativa em fazer algo melhor. Algumas das Selecções com que jogamos não eram melhores que nós tecnicamente. Mas no querer e na capacidade de luta foram superiores e por isso ganharam… Isso verifica-se e é um factor que temos de melhorar”. A equipa não além do 15º lugar, em dezoito equipas. O técnico encara a participação como um bom momento de aprendizagem… “É um momento muito especial, porque temos a possibilidade de ver o que se passa a nível Nacional. A conclusão é de que nós temos técnica, mas em matéria de intensidade, da entrega, do espírito de sacrifício, da luta, deixamos muito a desejar.” Feminino melhorMais satisfeita depois do Torneio, que se realizou entre os dias 1 e 5 de Abril, estava a seleccionadora de Cadetes femininos, a única equipa açoriana que excedeu as expectativas. A equipa de Gracinda Andrade bateu-se olhos nos olhos com a maioria das Selecções que defrontou, baqueando apenas com equipas de topo do basquetebol juvenil nacional, como é o caso de Lisboa, Porto ou Coimbra. O 6º lugar final foi justo e satisfaz a seleccionadora… “Penso que a nossa participação foi muito boa. O nosso grande objectivo era que tivéssemos permanentemente a jogar, que independentemente do resultado a atitude fosse sempre a mesma e que as jogadoras sentissem capacidade de jogar contra as adversárias… E nisso tivemos sucesso”.Metade do plantel era formado por jogadoras a cumprir a primeira época neste escalão, algo que abre boas perspectivas para a próxima época e para a participação nos Jogos das Ilhas 2010. Segundo Gracinda Andrade, “neste grupo estão sete jogadoras de 94, que se continuarem a trabalhar muito poderão fazer parte das próximas festas e também estar nos Jogos das Ilhas. Temos algum tempo de trabalho e já conseguimos incutir alguns princípios de jogo. Elas já assimilaram isso, o que me satisfaz muito”.Outra Selecção Açores que cumpriu os objectivos foi a de Iniciados femininos. A nível desportivo, assegurou a manutenção na Divisão 1 (acabou a prova no oitavo lugar) e cumpriu mais uma etapa na formação das atletas que compunham o grupo. “Apesar de desportivamente ter o sentimento de que poderíamos ir mais além, nestas idades há outras coisas que têm de ser valorizadas. O espírito de grupo, o relacionamento entre elas são factores que têm de ser levados em conta e isso verificou-se. Isso tem de ser efectivamente a “Festa do Basquetebol” e incorporamos este sentimento”, referiu o seleccionador. Apesar disso, Paulo Pinto não se coibiu de tirar outras conclusões de uma participação que marcou também, o arranque do Projecto Jogos das Ilhas 2012… “O principal objectivo foi alcançado, que era a manutenção, mas deu para aquilatar bem das diferenças que existem entre a nossa realidade e as melhores selecções do país. Não podemos esquecer que estávamos na Divisão I e esta não é a nossa realidade, pelo menos nesta fase, apesar de termos discutido praticamente todos os jogos”.
2º Campus divulgado em ambiente de euforia
O plantel sénior do FC Porto Ferpinta foi recebido, esta manhã, em ambiente de completa euforia por centenas de crianças do agrupamento vertical de escolas de Castelo de Paiva, que não esconderam a admiração que nutrem pelos seus ídolos e desfrutaram da oportunidade para apurar técnicas e movimentos a conselho das estrelas dos Dragões. Com os alunos a disporem de uma ocasião quase única para jogar lado a lado com Paulo Cunha, Kevin Martin, Marcus Watts, Paulo Diamantino e Fábio Fernandes, o programa de interacção terminou com uma animada sessão de autógrafos, seguida da oferta de exemplares da revista «Cesto Azul», editada pela secção de basquetebol dos azuis e brancos, postais, calendários e de um cachecol assinado pela comitiva portista ao Conselho Executivo do agrupamento de escolas do concelho. A iniciativa teve como especial objectivo a divulgação do basquetebol e a promoção do 2º Campus FC Porto/CM Castelo de Paiva, que será coordenado pelo staff técnico da equipa sénior e por treinadores da formação portista, realizando-se de 19 a 26 de Julho, no Complexo Desportivo de Castelo de Paiva, destinado a jovens de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 10 e os 18 anos.
Torneio Nacional de Minibasquetebol – Faial Açores- 2009
A Associação de Basquetebol das Ilhas do Faial e Pico vai realizar de 1 a 5 de Julho o Torneio Nacional de Minibasquete com a participação de 12 equipas, 6 da Região Autónoma dos Açores, 4 do Continente Português. Vão participar jovens com idades entre os 8 e os 12 anos. Pretende-se promover e divulgar o basquetebol, proporcionando aos nossos jovens jogadores novas experiências competitivas e de ensino/aprendizagem do basquetebol e também o conhecimento desta zona do arquipélago. Por isso preparamos para além do programa desportivo diversas iniciativas socio-culturais.
Chris Lee:”Lutar para ser campeão da Proliga”
A verdade é que o conjunto manteve a sua competitividade, muito por culpa da acção do norte-americano Christopher Lee, líder dos rankings de MVP (28.1 de valorização), melhor ressaltador (12.4 de média) e melhor marcador de pontos (21.2 por jogo) do campeonato da Proliga. Lee, que por 4 vezes foi distinguido como o MVP do encontro, nos 6 jogos realizados pela equipa após a lesão do seu compatriota, continua acreditar que o grupo tem hipóteses de ir longe na prova, que poderá contar com ele e com a sua ambição para ainda causar surpresa no playoff.
Perder o Anthony a meio da época foi um grande revés nas expectativas que teria para o que resta da época? Foi um grande choque e desapontamento. Ele era uma peça importante da nossa defesa e ataque, mas temos de garantir que continuaremos a jogar bem, assim como permanecermos uma equipa perigosa para qualquer adversário que nos enfrentar.Sentiu mais pressão sobre os seus ombros depois da lesão do Oha?Existe maior responsabilidade individual em todos os elementos da equipa desde que deixamos de contar com o contributo do Oha. Ele era um dos jogadores de top no ranking dos MVP da Liga, isso significa que não só eu, mas o todo grupo, terá de preencher o grande vazio deixado pela sua ausência.É inquestionável a sua melhoria de rendimento após a lesão do seu compatriota. Isso aconteceu de uma forma natural ou foi resposta a uma maior solicitação durante os jogos por parte dos seus companheiros de equipa?O meu desempenho melhorou por necessidade da equipa. Todos temos que dar um passo em frente e, neste momento, estou apenas a tentar cumprir com a minha parte, esforçando-me para simplificar, o mais possível, o trabalho dos meus companheiros.O calendário até final da fase regular é um pouco complicado. Qual o objectivo em termos clasificativos? O calendário é muito mais que complicado, considero que seja a parte mais difícil da fase regular. Vamos ter de defrontar duas das melhores equipas da Proliga antes de iniciar o playoff. Continuamos a ser uma equipa perigosa e estou convencido que, mesmo com os problemas de lesões que mais recentemente afectaram o plantel, terminar no quarto lugar seria muito positivo.Acha-se capaz de manter a sua performance, mesmo com a sobrecarga de jogos que o playoff obriga?Acredito que serei capaz de manter este nível exibicional mesmo com a essa sucessão natural de jogos. Os encontros são a parte mais fácil do basquetebol. Na maioria das vezes a duração do treino é superior ao tempo de jogo e, por vezes, torna-se mais difícil ter sucesso durante os treinos quando te confrontas com os teus companheiros que tão bem conhecem os teus pontos fortes e movimentos predilectos. Daí a razão pela qual eu irei desfrutar mais em concentrar-me em novos opositores que terei de ultrapassar.Que expectativas tem para o que ainda falta disputar da presente temporada?Iremos vencer os jogos que ainda nos faltam disputar até final da fase regular, assim como o playoff e tornarmo-nos campeões da Proliga. Sou um competidor e não há um jogo para o qual entre dentro de campo e em que não acredite que a minha equipa irá vencer. Em abono da verdade, foram poucos os encontros durante a presente temporada em que o grupo não tivesse lutado pela vitória. Mesmo nos jogos em que saímos derrotados, estivemos sempre na discussão pelo triunfo e isso verificou-se frente a quase todos os adversários que defrontámos. Tenho consciência que não será nada fácil, mas espero conseguir vencer todas as partidas até final da temporada.
Revelação do ano
Dos Vitorinos chega mais um valor seguro ao basquetebol masculino terceirense. No último fim-de-semana foi o melhor marcador do Regional de Juniores e confirmou a progressão que mostra desde o início da temporada. Humildade e trabalho contribuíram para a revelação.Nos primeiros anos deu nas vistas sobretudo pela altura, mas foi passando despercebido nos grandes momentos. Aos 16 anos, a cumprir a primeira época de juniores, começou a afirmar-se no Campeonato de Ilha e na Série Açores e explodiu definitivamente no Campeonato Regional de Juniores, disputado no passado fim-de-semana. Marcou uma média de 25 pontos nos três jogos disputados e foi uma ajuda determinante para os Vitorinos chegarem ao segundo lugar, garantindo desta forma um lugar no play-off final. Agora, frente ao TerceiraBasket, só tem um pensamento… “Vamos ter der nos esforçar ao máximo e tentar chegar ao primeiro lugar. Era uma boa vitória para os Vitorinos e um grande passo para o clube… Nada é impossível e está ao nosso alcance”. Palavras sentidas de André Aguiar, no dia seguinte à primeira vitória da época sobre o Terceira, que lhes valeu um lugar na final. Uma grande exibição, que não lhe tira a capacidade de crítica. A participação na competição acabou por ser positiva, “mas podíamos ter estado melhor”, refere. “Ganhamos ao CU Sportiva com alguma sorte, depois de ter estado a perder o jogo quase todo. Frente ao Angra também tivemos uma derrota que podíamos ter evitado… Valeu o domingo, em que conseguimos uma boa vitória frente ao TerceiraBasket”. A emendar para os jogos da final, a forma de encarar os jogos… Segundo a mnossa figura da semana, é trudo uma questão de atitude… “Nos primeiros jogos tivemos falta de atitude, que foi o que tivemos no último jogo e que fez a diferença. Se calhar pensamos que os jogos eram fáceis e acabamos por dificultar as coisas. Mesmo assim o segundo lugar foi bom e dá para estar na Final”.Série Açoresé “diferente”Aos 12 anos chegou à Vitorino Nemésio, para frequentar o 7º ano e deixou-se seduzir pelos encantos da modalidade. Viu no clube escolar uma “boa oportunidade para quem queria começar a jogar” e ficou. Passou pelos Iniciados e Cadetes sem dar muito nas vistas, apesar de já apresentar algum potencial. Hoje confirma o salto para outros patamares de qualidade. “As coisas têm corrido bem… Ao longo dos anos tenho treinado muito e isso fez-me evoluir. Para além disso tenho tido bons treinadores e bons colegas”. O resto apareceu com o salto até à equipa sénior e com “os treinos com os mais velhos”. Daí à estreia na Série Açores foi um pequeno salto. Na companhia de outros juniores do clube tem vivido uma experiência “diferente”, que tem superado as melhores expectativas: “As viagens a São Miguel, os jogos, tudo tem sido muito bom. É um espaço onde nunca tinha estado, que dá para jogar com equipas diferentes e aprender muito. Apesar das derrotas é muito bom jogar com equipas melhores do que a nossa, porque aprendemos com os adversários e acho que eles também aprendem connosco… Gostei imenso e foi uma excelente experiência”. Uma prova complicada, mas onde “fizemos bons jogos e conseguimos boas vitórias, de que é exemplo o segundo jogo frente ao Micaelense em casa”.Para que a época seja perfeita basta a vitória no Regional de Juniores e boas notas no final do 11º ano. As coisas “estão a correr bem”, mas é preciso “melhorar”, para “conseguir ir para fora e tirar um curso”. Um dos próximos objectivos da nossa figura da semana.“Um clubezinho em cada freguesia”Passatempos são poucos… O estudo ocupa-lhe metade do tempo; o basket e as viagens entre as Lajes e a Praia da Vitória ocupam-lhe o que resta. Nada que o preocupe demasiado. O autocarro “para lá e para cá”, serve para as dificuldades do dia-a-dia. O pai “também ajuda” e faz com que tudo corra dentro da normalidade e sem grandes perdas de tempo.Mesmo assim fica o lamento em forma de desejo. “Gostava que houvesse mais jogadores na minha zona, porque eu sou o único das Lajes a jogar… (risos). Faz falta haver mais gente”. Então porque continua uma área tão grande, com tanta gente, a produzir tão poucos atletas? “Parece-me que falta alguma iniciativa e mais incentivo para praticar basquetebol”, refere André Aguiar. “Devia haver um clubezinho em cada freguesia. É pena, mas é a nossa realidade”, adianta. Uma lacuna que começa a ser preenchida através da Escolinha das Lajes. Algo que considera “importante, porque os miúdos também gostam de fazer desporto e é uma boa maneira de quando crescerem continuarem a jogar e a gostar do jogo”.
Torneio de Basquetebol 3×3
Vai realizar-se no dia 18 de Abril do corrente ano, um torneio de 3×3 nos escalões de sub-15, sub-16 e séniores (+ de 18 anos), organizado pela secção de basquetebol do clube “Os Pimpões”. Ver mais detalhes sobre o sorteio no pdf.
2º Torneio BENFINI em Infantis Masculinos
Depois de no dia anterior se ter disputado a competição feminina, os atletas masculinos entraram em acção na tarde de Sábado, dia 11. No 2º Torneio BENFINI, em Infantis Masculinos, participaram as equipas do Benfica, Basket de Queluz, Ovarense e Seixal. O Pav. Império Bonança foi o palco do torneio. As duas meias-finais decidiam os finalistas e nesses jogos saíram vencedoras as equipas do Benfica e Seixal. Na final, com a equipa anfitriã desfalcada de 4 jogadores que foram representar a selecção distrital de Sub13, o Seixal demonstrou ser mais forte. O quadro completo de resultados ficou: 16h30 (Meia-final): Benfica 50 – 25 Ovarense17h30 (Meia-final): Basket de Queluz 31 – 94 Seixal18h30 (3º/4º Lugar): Ovarense 67 – 24 Basket de Queluz19h30 (Final): Benfica 22 – 69 Seixal Entretanto todos os treinadores puderam votar no seu 5 ideal, os destaques individuais da prova. Somados os votos, os vencedores foram: Gabriel Diaz (Ovarense)Pedro Marques (Seixal)Iuri Martins (Ovarense)Sérgio Silva (Seixal)Filipe Almeida (Seixal) Realce-se o excelente comportamento e empenho de todos os protagonistas deste torneio. Parabéns a todas as equipas.
2º Torneio BENFINI em Infantis Femininos
O 2º Torneio BENFINI, em Infantis Femininos, disputou-se durante toda a manhã da passada sexta-feira, dia 10. À equipa do Benfica juntaram-se as infantis do Algueirão, ESSA e SIMECQ, transformando este encontro num torneio com elevado espírito competitivo mas também muito saudável. O Benfica e ESSA venceram os seus primeiros jogos, apurando-se para a final do torneio. Na derradeira partida a equipa anfitriã demonstrou ser o conjunto mais forte da competição arrebatando o primeiro lugar da classificação. Os diversos resultados foram: 9h30 (Meia-final): Benfica 76 – 22 Algueirão10h30 (Meia-final): ESSA 49 – 36 SIMECQ11h30 (3º/4º Lugar): Algueirão 40 – 44 SIMECQ12h30 (Final): Benfica 54 – 25 ESSA Ordenando-se a seguinte classificação: 1º Lugar: Benfica2º Lugar: ESSA3º Lugar: SIMECQ4º Lugar: Algueirão Houve ainda tempo para os destaques individuais, com a nomeação do 5 ideal da competição por voto de todos os treinadores. As medalhas foram entregues por António Monteiro, Cristóvão Cordeiro e Tiago Freixo da equipa de Sub20 do Benfica às atletas: Carolina Bernardeco (Algueirão)Beatriz Leitão (SIMECQ)Emília Dabó (ESSA)Joana Andrade (Benfica)Catarina Murteira (Benfica) Parabéns a todos os intervenientes pelo espectacular torneio que protagonizaram.
Portimão 2009 – Selecções do Algarve
A Selecção do Algarve de Sub 14 Fem. obteve um brilhante 5.º lugar depois de vencer Coimbra, Açores e Santarém.
Os Sub 16 Masculinos classificaram-se em 6.º lugar, vencendo logo no 1.º dia da prova Viana do Castelo (76 – 30), assegurando deste cedo a manutenção entre as melhores Selecções no “Portimão 2010”. A Selecção masculina de Sub 14 obteve também três vitórias na competição frente às Selecções dos Açores e Viana do Castelo (2) classificando-se em 7.º lugar. As Sub 16 Femininas (5 jogos – 5 derrotas), depois de terem conseguido na última época o acesso ao nível I, irão disputar novamente o nível II do maior evento do basquetebol juvenil nacional, pelo facto de se terem classificado em 10.º lugar. A Associação de Basquetebol do Algarve agradece o apoio de todos os que contribuiram para o sucesso da terceira edição do evento, destacando-se a Câmara Municipal de Portimão.
Ginásio C. Olhanense vence Torneio 25 de Abril
O Ginásio C. Olhanense venceu o Torneio 25 de Abril em sub-16 Masculinos batendo na final o S.C. Farense por. O base Elson Patrício (GInásio C.O.) foi eleito o MVP deste tradicional evento que a Junta de Freguesia da Sé continua a apostar nas comemorações do 25 de Abril. A equipa de Albufeira Imortal D.C. superou a Selecção do Algarve (Sub 14 Masculinos) na atribuição do 3.º e 4.º lugares deste torneio que decorreu no Pavilhão do S.C. Farense, nos dias 10 e 11 de Abril.O MiniBasquete também marcou presença neste evento com uma concentração dos Sub 12 que foi disputada por uma centena de atletas dos clubes da A.B. Algarve. Todos os atletas presentes foram premiados com uma medalha alusiva ao torneio oferecida pela Junta de Freguesia da Sé.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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