Artigos da Federaçãooo
O Natal chegou a A.B. Viseu!
Esta Associação convida todos a inscreverem-se e a estarem presentes, das 9h30 às 12h30, no pavilhão do Inatel de Viseu. Vem festejar a época natalícia jogando minibásquete!
1º Torneio de Natal da UDVilafranquense
Estarão presentes equipas de 6 associações: Lisboa – UDV e CB Queluz; Setúbal – Seixal e Barreirense; Alentejo – Reguengos de Monsaraz; Coimbra – Acad.Coimbra; Leiria – Stella Maris de Peniche e Aveiro – Illiabum.
Natal solidário CDMB
Este ano os clubes anfitriões são o Sporting Figueirense, o Olivais, o CAD Ass. Coimbra Basquete e o Infante de Montemor. Participam perto de 300 atletas de vários clubes do distrito, Sampaense, Académica, Academia, Basquete Clube Cantanhede, Ginásio, Condeixa e Buarcos, para além dos organizadores já referidos.Nos próximos dois fins-de-semana, todos os atletas vão juntar ao prazer de jogar minibasquete, a alegria de ser solidário. Treinadores, dirigentes e seccionistas dos vários clubes e familiares destes jovens juntam-se a esta jornada de apoio direccionada para crianças e jovens que neste momento da sua vida agradecem a nossa preciosa ajuda.Venha juntar-se ao nosso natal, apareça nos pavilhões, divirta-se e seja solidário!Sporting Figueirense – minis 12 F e Mx: 10 de Dezembro 10.00h às 12.30h Escola João de Barros, Figueira da FozCentro de Acolhimento Temporário da APPACDM da Figueira da FozBens alimentares, Roupas de crianças, brinquedos (2 aos 13 anos)Clube Infante de Montemor – minis 818 Dezembro das 10.00h às 12.30h Pav. Municipal de Montemor-o-VelhoAssociação Fernão Mendes Pintoroupa de criança e livros infantisAss. Coimbra Basquete – minis 10 17 Dezembro das 10.00h às 12.30h Pav. Desportivo Municipal de Coimbra (ex-PT)Casa de Infância Dr. Elysio de MouraRoupa de menina e material escolarOlivais Futebol Clube – minis 12 masculinos17 de Dezembro das 10.00h às 12.30h Pav. Eng. Augusto CorreiaAna Jovem – Mães jovensBens alimentares e brinquedos (2-13 anos)
Curso de Juízes de Basquetebol
DESIGNAÇÃO: CURSO de JUÍZES ESTAGIÁRIOSLOCAL: ES CAROLINA MICHAELISPROGRAMA:10/12/2011 09H30/12H30 – 1ª Sessão (teórica)14H00/17H00 – 2ª Sessão (prática)11/12/2011 09H30/12H30 – 3ª Sessão (teórica)16/12/2011 21H00/23H00 – 4ª Sessão (teórica)17/12/2011 09H00/13H00 – 5ª Sessão (prática)18/12/2011 09H00/13H00 – 6ª Sessão (teórica)Todos os interessados deverão:– Preencher e enviar a respectiva Ficha de inscrição (disponível em: http://www.abp.pt/docs/FICHA%20DE%20INSCRICAO%20CURSO%20JUIZES%20MOD6%20CAD-ABP.doc );- Anexar fotocópia de documento de identificação(cartão de cidadão; Bilhete de Identidade; passaporte);- 2 Fotos tipo passe;Informações e inscrições:Associação de Basquetebol do PortoRua António Pinto Machado, 60 – 1º4100-068 PORTOTel.: 22 605 29 80Tlm.: 91 935 42 62E-mail: arbitragem@abp.pt Face à oportunidade que esta iniciativa representa, na minimização das dificuldades sentidas neste âmbito, apelamos a todos os agentes envolvidos na modalidade para a importância da indicação de elementos que possam vir a integrar os quadros da arbitragem distrital
Ticha perde na Euroliga
A equipa checa visitou o Galatasaray na 9ª jornada da Euroliga Feminina e perdeu, por 67-75. Ticha Penicheiro esteve 21 minutos em campo, durante os quais distribuiu duas assistências, roubou uma bola e fez um desarme de lançamento. O USK Praga está na 4ª posição no Grupo A, que é liderado precisamente pelas turcas.
«Coesão defensiva»
A visita do FC Porto ao Pavilhão Império Bonança, no próximo domingo, às 17 horas, para defrontar o SL Benfica, vai fazer com que uma destas equipas vá perder a invencibilidade na competição. Para o capitão Sérgio Ramos este será certamente um dos jogos que decidirá a fase regular, que naturalmente a equipa benfiquista quer vencer. Pela frente estará o melhor ataque da Liga, que no entender de Sérgio tem a vantagem de ter melhor assimiladas as suas rotinas de jogo. Coesão para ser a palavra-chave para o capitão encarnado, para uma equipa que ainda está a crescer nos aspectos ofensivos, mas que na sua opinião tem mais soluções e está mais forte defensivamente esta temporada.
Acha que a decisão fase regular poderá ficar decidida no confronto directo entre estas duas equipas?A equipa que ganhar os dois jogos nos confrontos directos será a vencedora da fase regular. Apesar de, tanto o FC Porto como o Benfica, poderem perder algum jogo com outras equipas, a fase regular poderá ser decidida nos jogos na Luz e no Dragão. Por esse motivo o jogo de domingo, apesar de não ser decisivo tem, obviamente, uma grande importância.Na sua opinião o FC Porto ficou mais forte com a troca de estrangeiros?Ainda não vi o novo jogador norte-americano que joga nas posições interiores. O FC Porto é uma equipa forte independentemente do valor do desse jogador. A espinha dorsal da equipa é a mesma do ano passado, já jogam juntos há bastante tempo e com os mesmos processos ofensivos e defensivos, o que é uma vantagem para eles. A equipa do Benfica tem mais talento esta temporada? Acho que a equipa reforçou-se bem esta temporada, tem mais jogadores com talento e a profundidade da equipa, em termos de soluções, é muito maior. Sem querer fazer comparações, ou muito menos avaliações, acha que o Benfica mudou em alguma coisa para esta temporada?Acho que defensivamente a equipa está mais forte. O facto de termos mais jogadores de qualidade permite uma maior rotação sem perda de qualidade ao nível do jogo, pelo que, podemos manter uma intensidade defensiva muito maior. Temos conseguido manter uma elevada intensidade defensiva na maior parte dos jogos que fizemos até ao momento, apesar de existirem, por vezes, algumas quebras. Com a quantidade de jogadores que possuímos não existe nenhuma razão para não mantermos uma intensidade elevada durante os 40 minutos.Perguntava-lhe se neste momento já estão próximos daquilo que são capazes de fazer como conjunto? O suficiente para vencer os actuais campeões nacionais?Acho que a equipa tem ainda uma margem de evolução elevada: temos que melhorar mais, nomeadamente nos processos ofensivos. Ofensivamente, nomeadamente a nível do ataque posicional, temos que ser mais consistentes e mais colectivos. O Benfica já derrotou o FC Porto no início do ano, numa altura em que a equipa estava num processo de construção e tínhamos alguns jogadores lesionados, pelo que pode voltar a fazê-lo. Jogamos em casa, diante dos nossos adeptos e queremos vencer esta partida.Quais considera serem os pontos fortes do FC Porto a ter em conta para garantir uma vitória no domingo próximo?A equipa do FC Porto joga junta há bastante tempo, tem o mesmo treinador, os jogadores conhecem-se bastante bem e todos sabem o seu papel dentro da equipa. São uma equipa bastante organizada ofensivamente e, defensivamente, são bastante coesos.No jogo de domingo pensa que serão as individualidades, com o seu talento, a fazer a diferença? Ou pelo contrário, o colectivo e o plano de jogo irá decidir quem irá vencer?O Basquetebol é um jogo colectivo onde as individualidades devem aparecer ao serviço da equipa. Os planos de jogo são importantes mas só funcionam se os jogadores os interpretarem correctamente. Acredito que a inspiração de cada jogador é importante em determinado momento, mas a equipa vencedora será aquela que, durante os 40 minutos demonstrar mais coesão defensiva e for mais colectiva no ataque.
“Quem ganhar fica um centímetro à frente”
Na antevisão do encontro, o galego, que se diz adoptado pela cidade do Porto, aborda todas as questões sobre a rivalidade e até revela como se prepara antes de cada encontro. Carlos Andrade, que a incorpora, faz referência à “injecção guerreira” que lhe foi administrada à chegada ao Porto.
Na contagem decrescente para “um jogo importante mas não determinante”, Moncho não esconde nada. Discorre sobre diferenças e semelhanças dos opositores, aborda de alternativas e soluções e fala de química, de música e de dez minutos de mística. Parceiros incómodos desde o acerto de calendário, Benfica e FC Porto Ferpinta alimentam uma longa história de profundo antagonismo e tratam da separação a partir das 17h00 de domingo, no Pavilhão da Luz, em Lisboa. No final do jogo, um deles ficará sozinho. E na frente. Moncho diz que os Dragões estão mais fortes. Condições para vencer“É importante mas não determinante, dado que é um jogo do campeonato. Queremos ser primeiros, mas não estamos obcecados em sê-lo ao fim de nove ou dez jogos, mas sim no final da fase regular. É um desafio importante, frente a um adversário que ocupa a segunda posição e no terreno dele. Vamos estar atentos e concentrados. Quero pensar que é mais um jogo do campeonato, contra um adversário de muita qualidade, mas que temos condições para vencer.”Equipas semelhantes“Somos equipas semelhantes, ainda que diferentes. Temos plantéis compridos, com a hipótese de utilizar diferentes estruturas, ao ponto de se tornar difícil falar de diferenças em termos de potencialidades e de qualidades.”Táctica e técnica“O adversário explora bem as situações de um 1×1, tem jogadores com capacidades para o fazer bem, tem muita capacidade física, pode colocar quatro jogadores em campo com dois metros ou mais, mas tem também a hipótese de usar uma estrutura completamente oposta, como jogar com 3 bases. Tudo isto, além de interessante, oferece muitas alternativas ao treinador, que pode mudar tudo mexendo em duas ou três peças. É a capacidade táctica, técnica e estratégica da equipa a partir de elementos individuais.”Versatilidade“Há muito tempo que tentamos ser uma equipa versátil e essa é uma característica que nos define. Somos fortes no colectivo, ainda que haja jogadores que possam ter valores estatísticos mais expressivos. Somos uma equipa que apresenta domínio estatístico nos pontos sofridos, nos pontos marcados, nos ressaltos, na valorização global, e é isto que nos faz fortes. Temos ainda a capacidade estratégica de preparar os jogos com a utilização de muitos elementos e, por isso, há confiança e capacidade de resposta perante um jogo com um adversário que vai também utilizar vários jogadores e modificar as nossas estruturas.” Sem discurso motivacional“Não faço nada para moralizar os meus atletas. Não é necessário. Provavelmente, nestas semanas, com este tipo de jogos, falamos mais de basquetebol, de argumentos tácticos. A equipa está consciente de que o jogo é contra um adversário forte, consciente da rivalidade histórica entre os clubes, e utilizar um discurso mais motivador e, sobretudo, mais emotivo deixa de ser necessário.” Uma questão de química“Tenho a sorte de dispor de um balneário em que a química funciona bem. O Carlos Andrade, por exemplo, além dos valores técnicos, tem um ingrediente extra que lhe permite transmitir motivação e energia. Tem valores humanos muito altos e dinamiza muito o grupo. Para quê falar-lhe da motivação deste jogo? Não é necessário. Temos ainda a sorte de contarmos com um atleta como o Stempin, que está cá há tempo suficiente para se identificar com o Porto.” Dez minutos de mística“É claro que entendo o que é um Benfica-FC Porto, já disputei muitos. Os jogadores têm os rituais deles e a esses não temos acesso. Eles têm o seu espaço no balneário e só eles sabem como falam e como se motivam. Na preparação para os jogos, nós, os treinadores, reservamos tempo para dez minutos de mística. Ouvimos as músicas “Pronúncia do Norte” e “Porto Sentido”, que são estimulantes para nós. A última, acompanhada pelo vídeo com imagens da cidade do Porto, ajuda-me muito a concentrar e a relaxar. Não me atrevo a dizer que serei mais portuense que um portuense. Serei mais um portuense adoptado. Sinto-me bem aqui, na cidade e no clube. Primeiramente, no clube que me foi buscar e que me acolheu. E na cidade cada vez melhor.” Um centímetro de vantagem“Nesta altura, o FC Porto está melhor do que o Benfica. Estamos em primeiro e, se o campeonato acabasse hoje, éramos nós que continuaríamos em primeiro. Não estamos ainda a 100 por cento, pois faltam introduzir processos tácticos, e ainda não foram exploradas todas as potencialidades da equipa. Mas estamos preparados para ganhar a qualquer adversário e, até ao fim do ano, iremos fazer coisas que ainda não foram feitas. Queremos ganhar e sabemos que a equipa que o fizer no domingo ganha um centímetro de vantagem para chegar à linha final, mas ainda falta um longo percurso.”Incompreensível“Não consigo entender o calendário. Sei que os motivos passam pela dupla jornada nos Açores, mas acho que era possível ter trabalhado de outra maneira. Somos 12 equipas e só oito estão a sofrer com a acumulação dos jogos fora e em casa. Além de que há uma série de equipas que trabalha bem e merece competir em igualdade de circunstâncias com as outras, como é o caso da Ovarense, que iniciou a primeira volta com sete jogos fora, o que desde logo condiciona muito as possibilidades de apuramento para a Taça da Liga, a disputar pelos quatro primeiros classificados da primeira volta.”Saudades do Dragão“Vou sentir muitas saudades do Dragão até 28 de Janeiro, mas acredito que uma equipa como a nossa, tão forte, mesmo numa situação desfavorável como esta, pode aguentar-se melhor do que outras equipas. Mas não é bom.” A injecção guerreira de Carlos Andrade“Este clássico é a cultura de um povo, é uma cultura futebolística que se transmite às outras modalidades. Para os adeptos tem um grande significado e para os atletas é a mesma coisa. Lá dentro sentimos a pressão de estarmos a representar uma cidade, um povo e um clube que revela qualidade ano após anos. Aqui, no Porto, parece que nos dão uma injecção guerreira da vontade de ganhar e eu vou mostrar toda a minha garra e determinação para vencer.”
Excelente réplica não chegou
O Pavilhão Municipal de Vagos engalanou-se para assistir a uma partida entusiasmante em que a nota dominante foi o equilíbrio. As “amarelas” deram uma excelente réplica e fizeram tremer as belgas, mas acabaram por perder a última oportunidade de alcançarem uma vitória na prova.
Forte, muito forte a entrada em jogo da equipa da casa. O conjunto de Vagos cedo deu mostras de que desta vez não iria deixar fugir o adversário. O esquema montado por Nuno Ferreira quase surtiu efeito, pois manteve-se na frente do marcador por largos minutos. Uma defesa individual intensa e com muita entreajuda conseguiu baralhar as belgas quase por completo. No ataque, e talvez por nada terem a perder, as atletas vaguenses jogavam desinibidas e as finalizações apareciam com naturalidade. O único factor menos positivo espelhava-se nas perdas de bola, que as jogadoras do Dexia Namur aproveitaram eximiamente para passar para a frente do marcador. As belgas acabariam por ser mais felizes e fecharam o primeiro parcial com uma vantagem de 3 pontos (17-20). As forasteiras reentram mais audazes no segundo período e tentaram dar a estocada. A excelente Ify Ibekwe, uma das melhores marcadoras da prova, foi a que mais contribuiu para desequilibrar a partida. Mas a AD Vagos não desarmou e conseguiu manter-se na luta graças ao jogo coletivo e atitude defensiva. Nuno Ferreira apostou claramente em jogar boa parte deste período com um “cinco” em que a média de altura rondava 1,82 m, chegando a ter Daniela Domingues a base (notava-se a falta de Inês Faustino e nem Sara Ressurreição ou Joana Jesus davam garantias), resultando daí a superioridade nos ressaltos. No entanto, no ataque perdia alguma versatilidade (só marcaram 9 pontos neste parcial) e houve momentos em que as belgas estiveram quase para aumentar a diferença pontual para a dezena de pontos. Tal não aconteceu porque o treinador Nuno Ferreira fez reentrar Mariana Alves, que imprime outro ritmo à equipa e ainda contribuiu com um triplo. Ainda assim, as belgas chegam ao intervalo com uma vantagem de 7 pontos (26-33), o que não favorecia o conjunto da casa. Para a segunda metade, a equipa portuguesa regressa dos balneários novamente em força e obriga o treinador belga a fazer substituições sucessivas para tentar por ordem no plantel face à recuperação imprimida pelas da casa. O equilíbrio volta a ser a tónica dominante e a AD Vagos cola-se às belgas, mas sem nunca conseguir passar para a frente. Foi o parcial mais bem jogado pela equipa portuguesa e aquele que devolveu a esperança. O conjunto de Vagos só não deu a volta ao marcador porque do lado das belgas estava uma jovem base, Hind Ben Abdelkader, que não deixou a equipa descarrilar e manteve a cabeça fria na hora de organizar o jogo. A ganhar apenas por 2 pontos à entrada do último período, a equipa belga coloca em campo todo o seu arsenal. O seu treinador dá ordens para fazerem enorme pressão sobre a bola, o que origina vários turnovers da equipa portuguesa (22 em toda a partida) e desencadeia situações de contra-ataque. A AD Vagos tremeu e ressentiu-se. Ao verem as belgas a cavarem uma diferença de 9 pontos, as esperanças da AD Vagos conseguir um resultado positivo começavam a esfumar-se. Nuno Ferreira tenta travar o ímpeto das forasteiras e pede um desconto de tempo. Fazem-se retificações e ajustam-se marcações. A equipa regressa transfigurada e volta a pegar no jogo. O ascendente da equipa portuguesa foi de tal forma que consegue empatar a partida à entrada do último minuto. Dois descontos de tempo quase seguidos, pedidos pelo treinador belga, conseguem surtir efeito e recolocam o Dexia Namur na frente do marcador por 3 pontos. Com 13 segundos para jogar, Nuno Ferreira pede, também ele, um desconto e elabora uma última tentativa para empatar a partida. Joana Lopes é a escolhida para materializar o ataque, mas a bola bate no aro e fica na posse das forasteiras. Chega assim ao fim a epopeia europeia da AD Vagos. Sem qualquer vitória no grupo C, a equipa portuguesa fecha a sua participação na prova com 6 pontos e volta-se para as competições internas. Apesar deste saldo negativo, a equipa portuguesa teve à beira de ganhar por duas vezes (ambas em casa, frente às turcas super favoritas do TED Ankara e agora contra o Dexia Namur) e conseguiu equilibrar as partidas em Nantes e na Bélgica. De qualquer forma, demonstrou que começa a estar ao nível destas equipas e, mais cedo ou mais tarde, as vitórias vão aparecer naturalmente. Nesta partida, a AD Vagos mostrou melhorias significativas ao nível da finalização com 40,0% de lançamentos de 2 pontos (16/40) e, principalmente, 41,7% nos triplos (5/12). Com estas percentagens de lançamento, as portuguesas mostram que é por aqui que os resultados vão aparecer. O destaque neste jogo vai inteirinho para a jogadora do Dexia Namur Ify Ibekwe (22 pts, 8 res. e 3 rb). Do lado das portuguesas, o protagonismo é repartido pela internacional portuguesa Joana Lopes (14 pts, 7 res., 4 ass. e 4 rb) e pela dupla brasileira Flávia dos Santos (14 pts, 9 res.) e Lilian Gonçalves (13 pts). Na outra partida do Grupo C, as turcas do TED Ankara venceram o Nantes Rezé por 69-62 e seguem assim com as belgas para a fase seguinte. Pavilhão Municipal de Vagos Parciais: 17-20, 9-13, 20-15, 14-15 AD Vagos (60): Artémis Afonso, Inês Pinto (nj), Ana Teixeira (6), Mariana Alves (9), Joana Lopes (14), Lilian Gonçalves (13), Flávia dos Santos (14), Daniela Domingues (4), Sara Ressurreição, Maria Pereira (nj), Joana Jesus, Carolina Anacleto (nj)Treinador: Nuno Ferreira Dexia Namur Capitale (63): Sarah Deneil, Stephanie Dubuc (11), Nina Crelot, Ify Ibekwe (22), Hind Ben Abdelkader (9), Chandrea Jones (10), Camille Lebrun (nj), Laurence Van Malderen (7), Rianne De Roos (2), Oksana Agabalova (2)Treinador: Daniel Goethals
Inês Faustino pára 4 semanas
Não houve fratura óssea e, por isso, a jogadora poderá voltar a treinar-se dentro de 4 semanas.
São boas notícias, tanto para a jovem atleta como para a AD Vagos e, caso recupere totalmente em tempo útil, para a seleção nacional (Sub-20 ou mesmo senior) que disputará os Europeus no próximo ano.
Minibásquete e habilidades técnicas
Esta actividade realiza-se das 14:30 às 17:00, onde também se realiza um concurso de habilidades técnicas.Votos de muito sucesso nesta actividade.
III convívio Sub 8 e Sub 10
A atividade decorreu no passado dia 3 dezembro, entre as 9h e as 13h30m.
Os jovens praticantes divertiram-se jogando nos 44 jogos realizados e que foram arbitrados por 44 árbitros.Foi mais uma grande ação de divulgação da modalidade e no próximo dia 10 dezembro entram em ação os sub12, novamente no Pav Ajuda.
Final-Four de Sub 14
Na decisão do título do Campeonato Distrital que vale a participação no Torneio Nacional do escalão, estarão presentes SC Braga, BC Barcelos, V Guimarães e ATC. Após uma fase regular em que o SC Braga e BC Barcelos se destacaram das restantes equipas, espera-se uma boa jornada de divulgação da modalidade.
1ª jornada – 10/1209.30 – SC Braga – ATC11.30 – BC Barcelos – V Guimarães2ª Jornada – 10/1219.00 – Vencedor jogo 1 – Vencido jogo 219.00 – Vencedor jogo 2 – Vencido jogo 12ª Jornada – 10/1214.30 – Vencido jogo 1 – Vencido jogo 216.30 – Vencedor jogo 1 – Vencedor jogo 2
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
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