Artigos da Federaçãooo
A Académica quer estar na Final 8 da Taça de Portugal
A vitória coloca os estudantes, pelas terceira vez consecutiva, na Final 8.
A Académica vem de uma jornada dupla nos Açores, com uma vitória (Terceira Basket – 69-91) e uma derrota (Lusitânia – 74–70) e ocupa o 7º lugar na LPB com 3 vitórias e 6 derrotas.. No domingo, a Académica fez certamente o melhor jogo da época. Já o Sangalhos, a disputar a Proliga, encontra-se na 6ª posição com 3 vitórias e outras tantas derrotas e vem de um resultado negativo no Galitos do Barreiro (66-53).Para o técnico Orlndo Simões afirma que “Na dupla jornada do fim de semana no Açores a AAC apresentou-se com a ambição de quem pretende o mais rapidamente possível dar um salto na tabela classificativa para um lugar mais de acordo com o valor do plantel.No entanto o saldo dos resultados deixou em todos a sensação de que a equipa poderia e deveria ter conquistado duas vitórias e ao não o conseguir ficou com a responsabilidade de ter de recuperar noutros campos a derrota sofrida com o Lusitânia.Não fomos no 1º jogo a equipa concentrada e disponível para as tarefas que o adversário justificava e como tal, será tarefa técnica a análise do sucedido e a inversão dessa situação para as jornadas futuras.Na partida com o Terceira Basket a equipa realizou o melhor jogo da época dominando desde o inicio a luta das tabelas, jogando com segurança ofensiva e defendendo a um nível bastante elevado.”Como antevisão do jogo para a Taça de Portugal diz que “O jogo da taça contra o Sangalhos vai seguramente merecer da nossa parte um elevado envolvimento por representar um desafio para a nossa presença na Final 8 da Taça de Portugal e também porque o adversário ambicionará o mesmo e apesar de ser de outra competição federativa é tradicionalmente difícil de bater no seu pavilhão. O apoio do público sempre fiel à sua equipa, representará também para nós um factor acrescido na dificuldade, mas ao mesmo tempo motivador pois quem joga prefere sempre fazê-lo na presença de calor humano e este não irá faltar com toda a certeza.”Está, pois, tudo em aberto para um bom jogo de basquetebol na próxima 5ª feira, em Sangalhos.
“Queremos fechar com uma vitória”
Nesta entrevista, Nuno Ferreira (NF), técnico do conjunto de Vagos, e a jovem atleta internacional Joana Jesus (JJ) fazem o balanço da participação na prova europeia. Uma conversa interessante e franca, em que ambos falam dos aspetos positivos e negativos da aventura europeia e apontam o caminho para o futuro.
Como decorreu a campanha europeia?(NF)- A competição europeia, em termos desportivos e pelo quarto ano consecutivo, foi muitíssimo exigente, mas serviu, ao mesmo tempo, para continuarmos a nossa consolidação nesta prova. Notou-se claramente uma melhoria muito significativa das nossas competências nos jogos e da nossa qualidade de jogo. Continuamos a não conseguir transformar isso em vitórias, mas tenho a certeza que, de uma forma muito sólida e consistente, estamos muito mais perto de as começar a alcançar com alguma regularidade.(JJ)- Apesar de este ser o meu primeiro ano no clube, tenho vindo a acompanhar a prestação do Vagos nas competições europeias e penso que este foi um ano com saldo mais positivo. Que ilações tira da experiência a este nível?(JJ)- É uma experiência única, sem dúvida! Faz-nos perceber o quanto temos de trabalhar para estarmos ao nível das melhores. Dá-nos a conhecer outras realidades bem diferentes do basket português. Nota-se ainda grandes diferenças entre as equipas?(JJ)- Creio que este ano a diferença não foi assim tão grande. Não estamos assim tão longe das melhores equipas europeias, apesar de alguns resultados não o demonstrarem. Penso que passa mais por uma questão de mentalidade, por acharmos que somos sempre inferiores e no fundo nunca acreditamos realmente que é possível ganhar. O que é preciso alterar para conseguirem mais êxitos?(NF)- Precisamos de continuar o nosso caminho, como o temos feito até aqui. Competir a este nível e com esta exigência só se consegue com persistência e grande capacidade de trabalho, acreditando que amanhã seremos melhores e mais capazes do que hoje. A nossa evolução é notória de ano para ano, portanto, só temos de estar otimistas relativamente ao futuro. Mais apoios ajudaria a um melhor desempenho, principalmente nos jogos fora?(JJ)- Sem dúvida! No apoio por parte dos adeptos, é importantíssimo saber que se deslocam para fora do país só para nos ver jogar. Faz-nos sentir que existem pessoas que acreditam em nós e nas nossas capacidades. Ao nível do apoio monetário, se conseguíssemos viajar com mais conforto, o cansaço seria menor e muito provavelmente veríamos aumentar o nosso rendimento e disponibilidade física. O último jogo para a Liga Feminina mostrou uma AD Vagos autoritária e fisicamente forte. Vão encarar o jogo desta quinta-feira da mesma forma?(NF)- A nossa vontade e objetivo é estarmos bem em todos os jogos, mas também temos de ser equilibrados. No desporto, e no basquetebol em particular, não está tudo mal quando perdemos, nem está tudo bem quando ganhamos. Estivemos bem no último jogo da Liga [frente ao Quinta dos Lombos], conseguimos cumprir o plano e acreditar nele, e esse é o mérito da equipa. Agora vamos defrontar outro adversário com características completamente diferentes. Serão outras dificuldades, outras jogadoras, outra competição, mas o nosso objetivo é o mesmo de sempre: jogar e lutar para ganhar. Que mensagem gostariam de deixar a quem tem apoiado a equipa este ano e, já agora, que mensagem deixariam a quem quiser assistir a esta despedida das competições europeias?(JJ)- Este ano as competições europeias deixaram uma espécie de “amargo na boca”, pois todo o grupo sente que poderia ter sido bem melhor, e temos uma última oportunidade para provarmos o que realmente valemos! Por isso aconselho toda a gente a assistir ao último encontro europeu. Para quem nos tem vindo a acompanhar, um muito obrigado por acreditarem que é sempre possível.(NF)- Uma mensagem de um enorme obrigado. É muito importante para nós contar com o apoio de todos os atletas e pais da nossa escola de formação, sócios, adeptos e amigos. A comparência, carinho e apoio tornam-se, em muitos momentos, decisivos para conseguirmos atingir um objetivo que queremos e pretendemos que seja de todos. A família AD Vagos tem de estar junta e ter grande orgulho nesta equipa e neste clube. Ser AD Vagos é ser diferente. Vemos o basket como um todo. Não vivemos fechados para o mundo nem com receio dos outros. Somos apenas, é só, NÓS. Neste último jogo de quinta-feira, contra mais um grande adversário com qualidade muito elevada, as dificuldades serão, mais uma vez, enormes, mas acreditamos que podemos fechar esta participação com uma vitória, que já é mais do que merecida. Vamos tentar dar esse presente de natal a todos.=
Na defesa do título
O resultado final foi expressivo, acusando a grande diferença entre os dois grupos (114-61).
Ao encarar o jogo com a seriedade que encararam, em vez de se refugiar na ‘desculpa’ de jogar contra um adversário teoricamente inferior, a equipa do CAB dignificou o adversário, dignificou a prova e deu uma grande lição de competitividade e desportivismo. A evolução do marcador revela muito bem a superioridade da equipa da Madeira: 15-27 (primeiro período), 30-62 (segundo período), 49-90 (terceiro período) e 61-114 (resultado final). Na essência, o jogo não teve grande história, mas serviu para confirmar (como se duvidas existissem…) que o CAB está na prova com seriedade e determinado a defender o título conquistado na época passada com grande mérito e trabalho.Em termos individuais, são de registar as seguintes prestações: Austin Kenon (22 pontos), Shawn Jackson (21 pontos), Jaime Silva (18 pontos), Mário Gil (6 pontos), João Ferreirinho (4 pontos), Jorge Coelho (12 pontos), Bruno Cavalcante (11 pontos), Barry Shetzer (8 pontos), Jarvis Gunter (10 pontos) e José Correia (2 pontos).De registar a estreia, em jogos oficiais do Clube, de Carlos Bettencourt, que se aplicou com intensidade nas tarefas defensivas e deixou grandes e boas indicações para o futuro! José Correia também se estreou a marcar, um prémio pelo grande e sério trabalho que tem vindo a desenvolver.A equipa madeirense vai ter agora pela frente, fora de portas, o Sampaense Basket no jogo dos oitavos-de-final da prova.
“Estamos preparados para a deslocação a Barcelos”
O treinador, Carlos Lisboa, fez a antevisão e garantiu que o próximo jogo é sempre o mais relevante.
“O jogo de quinta-feira é o mais importante porque é o próximo, o da Taça de Portugal. Queremos ganhá-lo para passar à próxima fase. Depois de vencermos essa partida, vamos preparar o seguinte”, revelou em declarações à Benfica TV.Como já é habitual, o técnico que coordena o basquetebol benfiquista valorizou a equipa adversária, mas revelou o grande objectivo da equipa para este importante embate. “Nós estamos preparados para nos deslocarmos ao campo do Barcelos, respeitando o adversário, mas prontos para ganhar. É esse o objectivo que temos e ninguém nos pode levar a mal por isso. É com este afinco e este pensamento que temos trabalhado”, finalizou.De salientar que o jogo a contar para os oitavos-de-final da Taça de Portugal de basquetebol vai ser na próxima quinta-feira, dia 8 de Dezembro, pelas 17 horas, na Escola Secundária de Barcelos.
Filipe volta a vencer
Filipe da Silva ganhou em França e o ADBA de Carla Nascimento e Débora Escórcio superou definitivamente as duas derrotas seguidas no campeonato em Espanha. Saiba nos detalhes desta notícia o que fizeram os nossos atletas a jogar no estrangeiro.
O Paris-Levallois voltou às vitórias este fim-de-semana. A equipa do português Filipe da Silva, que milita na Divisão Pro A de França, derrotou o Dijon, em casa, por 68-57, na 9ª jornada da prova, com o base a contribuir com 2 pontos, 2 ressaltos, 5 assistências e 4 roubos de bola, em 20 minutos. O MK Lions de Nuno Pedroso, por sua vez, só entra em acção no campeonato britânico no próximo dia 11. Defronta o Cheshire Jets na 10ª jornada.Nas senhoras, Ticha Penicheiro não jogou na vitória do USK Praga sobre o Hradec Kralov (89-53), partida referente à 13.ª jornada do campeonato checo. A equipa lidera só com vitórias.Em Itália, Mery Andrade esteve em bom plano mas não conseguiu evitar a derrota do Lucca, por 59-62, diante do Família Schio, e a equipa desceu para a 4ª posição no principal campeonato transalpino. A portuguesa jogou os 40 minutos, somando 10 pontos, 2 ressaltos, 1 assistência e 4 roubos de bola.As portuguesas que alinham no ADBA, na Liga Feminina 2A, em Espanha, também jogaram de início e venceram. A equipa superou a Universidad de Valladolid e ganhou, por 80-56, superando de vez as duas derrotas consecutivas que tinha registado anteriormente na prova. Carla Nascimento ajudou com 5 pontos, 2 ressaltos, 1 assistência e 3 roubos de bola, em 24 minutos; Débora Escórcio somou 6 pontos, 4 ressaltos e 1 assistência, em 15.
58ª Taça de Portugal
Assim, a entrega, o esforço e empenho foram totais e nas nossas limitações conseguimos, na minha opinião, proporcionar um bom jogo aos nossos simpatizantes e atletas mais jovens, dignificando assim o clube.
Aproveito este espaço para mencionar que a equipa sénior do nosso clube é inteiramente amadora, nenhum jogador recebe um cêntimo. Diversos jogadores fazem inclusive muitos quilómetros para se deslocarem aos treinos e jogos e outros por vezes prejudicam-se a nível profissional para poderem jogar. Acresce também a limitação da quantitade de treinos semanais: quatro na melhor da hipoteses, devida pela inexistência de um Pavilhão próprio. O que os move é apenas a paixão pelo jogo, pelo clube e o espirito de grupo que é excelente.Foi muito bom vermos a bancada esgotada e os atletas da nossa Escola de Minibasquete a participarem na “festa”. Obrigado a todos e esperamos que no próximo jogo estejam todos connosco, novamente a ajudar-nos a ganhar um jogo do nosso campeonato.Resultado final: 47 – 96Jogaram: Daniel Ramos; Óscar Pedroso; Filipe Monteiro; Tiago Lopes; Tiago Soares; Guilherme Delgado; Gonçalo Ranito; Francisco Pinto; Maurício Rocha; Pedro Cunha; Miguel Toreia; Diogo Perdigão
Mário Gomes: «Queremos ir à Eslovénia»
“Sorteio é sorteio… Saiu-nos a ‘fava’, teoricamente estamos no grupo mais forte; Turquia e Itália são duas potências da modalidade, a R. Checa é, em princípio, a equipa mais forte do pote 4, sobre a Bielorrússia tenho pouca informação.Qualquer que fosse o grupo, o apuramento seria sempre difícil, podemos dizer que, neste grupo, o será ainda mais; sabemos que não teremos ‘vida fácil’, vamos dar o nosso melhor para que a dos nossos adversários também seja dura.Seja como for, não nos desviamos do nosso objectivo: estar na Eslovénia em 2013!Para isso ser possível, há que reunir algumas condições: reunir o grupo de jogadores mais forte possível; fazer uma boa preparação; reunir o máximo de informação sobre os nossos adversários.Se bem que não goste muito de fazer este tipo de previsões, numa primeira análise ao calendário, direi que é fundamental ganhar os dois primeiros jogos em casa (R. Checa, na 2ª jornada; Bielorrússia, na 5ª jornada).Voltando ao sorteio, teve um aspecto positivo: com excepção da ida à Bielorrússia, em princípio os planos de viagem não deverão ser muito duros.Resta-nos trabalhar, dar o nosso máximo, para estarmos nas melhores condições no dia 15 de Agosto e… Ir à luta, para conseguirmos atingir os nossos objectivos!”
Algés vence no Barreiro
Se o favoritismo pertencia à formação algesina, os números finais são bastante desnivelados, isto porque o Algés praticamente sentenciou o encontro no final do 1º período, altura em que já vencia por 20 pontos de diferença (27-7).
Efectivamente o começo do jogo marcou em definitivo o desfecho final do mesmo, mais ainda porque a equipa do GDESSA é muito jovem e inexperiente. O técnico Nuno Manaia tentou surpreender a equipa do Algés com uma defesa zona, mas as algesinas demonstraram que vinham com a lição bem estudada, ajudadas ainda pelas boas percentagens de lançamento, especialmente durante o período em questão.As atletas do GDESSA revelaram bastante nervosismo, que se reflectiu na forma como a equipa esteve nos dois lados do campo, se bem que se tem que dar mérito à consistência defensiva do Algés, tal como à experiência e à veterania das suas atletas que depois de construída uma vantagem de 20 pontos não mais teve problemas em controlar o jogo.Na segunda parte a equipa da margem sul ainda esboçou uma reacção, fruto da sua melhoria defensiva, mas há muito que o jogo estava decidido.Destaque para a grande primeira parte da norte-americano do Algés Christina Wirth, que ao apontar 21 pontos durante a 1ª parte contribuiu decisivamente para que a equipa disparasse no marcador.
FC Porto não descola
Grande jogo em perspectiva na próxima jornada, com a visita dos actuais campeões nacionais a casa dos benfiquistas, num encontro em que uma das equipas irá perder a invencibilidade.
Os minhotos até começaram bem o encontro e conseguiram ser competitivos até cerca de dois minutos do final da primeira parte, altura em que perdiam por apenas cinco pontos de diferença (28-33). Um triplo de Nuno Marçal precipitou a fuga dos azuis e brancos no marcador, que com um parcial de 7-0, ia para o descanso na frente com uma vantagem bem mais confortável (40-28).Na etapa complementar os vimaranenses bateram-se bem, não permitindo que o adversário se afastasse ainda mais no resultado, chegando mesmo a fazer baixar a diferença pontual para a casa das unidades (39-48). Mas uma vez mais os últimos minutos do período foram desastrosos para a equipa comandada por Fernando Sá, que comprometeu discutir o resultado por aquilo que fez nos instantes finais do 3º quarto (44-58).O triplo de Julian Blanks, nos últimos segundos do 3º quarto, foram os únicos pontos convertidos pelos vitorianos, num parcial de 20-3 favorável aos dragões, que dava aos comandados de Moncho López uma liderança a meio do último quarto (71-44) pouco provável de vir a ser desperdiçada.Muito do sucesso da equipa portista passou novamente pela brilhante exibição Greg Stempin (26 pontos e 10 ressaltos), que revelou uma eficácia notável durante o encontro. O base Julian Blanks (18 pontos, 6 assistências, 4 ressaltos e 3 roubos de bola) foi o atleta mais produtivo do conjunto de Guimarães.
AD Vagos cilindra Lombos
A AD Vagos venceu a Quinta dos Lombos de forma categórica e mantém-se em igualdade pontual com o Algés no topo da tabela, ambas agora com dois pontos de avanço sobre o 3º classificado que é o GDESSA.
Poder-se-ia pensar que o resultado final de 78-48 a favor da AD Vagos era fruto apenas da maior inspiração da equipa da casa e, opostamente, do grande desacerto das forasteiras. Nada mais enganador. A AD Vagos lutou, e de que maneira, para alcançar tal domínio frente a uma excelente equipa que é candidata à conquista do campeonato. Foram 40 minutos de suor e entrega total. Nuno Ferreira preparou o jogo ao milímetro e as suas atletas executaram o seu plano com mestria. Na sua antevisão ao jogo, o treinador da AD Vagos queria que a equipa funcionasse em bloco, dando primazia ao jogo coletivo, adjetivo esse que define na perfeição a atuação do conjunto de Vagos. Não há dúvida que Nuno Ferreira acertou em cheio. A AD Vagos mostrou cedo a sua determinação ao definir uma defesa individual muito agressiva sobre a portadora da bola. Criando imensas dificuldades na organização ofensiva da Quinta dos Lombos, o ponto mais forte da equipa de Cascais, a equipa da casa conseguiu também maior acerto ofensivo de todo o coletivo. Um primeiro período avassalador (29-16) dava expressão ao domínio do conjunto de Vagos. Tal intensidade poderia causar grande desgaste físico, outro dos aspetos fulcrais que poderia desequilibrar a contenda para a equipa que se apresentasse melhor. Pois bem, até neste particular a equipa de Vagos foi superior ao adversário, nunca retirando o pé do acelerador nem diminuindo a intensidade defensiva. Esta atitude defensiva foi, aliás, a grande responsável pelo desacerto ofensivo de ambas as equipas durante grande parte do segundo período, pois o marcador tinha registado apenas 4 pontos para as da casa nos primeiros 6 minutos do parcial. No restante tempo disponível, a AD Vagos volta a carregar ofensivamente e consegue ir para o descanso com uma vantagem de 23 pontos (44-21), resumindo a produção ofensiva do adversário a uns míseros 5 pontos neste 2º parcial. José Leite, treinador dos Lombos, fez de tudo para mudar o rumo dos acontecimentos, mas sem sucesso. Paula Muxiri aparecia muitas vezes longe do cesto para procurar a bola, fruto da forte pressão exercida pelas vaguenses às organizadoras de jogo das forasteiras, especialmente sobre Larisse Lima que nunca teve espaço, nem argumentos, para montar o ataque da melhor forma. Até este segundo parcial, e apesar do bom desempenho de todo o coletivo, é de registar a excelente exibição da base Inês Faustino a nível defensivo e na organização ofensiva da equipa, uma das suas melhores prestações esta época, mas que foi obrigada a sair devido a lesão grave num dedo da mão direita (fratura exposta) ao disputar um lance acidental dividido com uma adversária. Esta é uma grande contrariedade para os próximos compromissos da equipa vaguense. No recomeço, e dada a demora das forasteiras nos balneários, esperava-se uma Quinta dos Lombos mais forte e capaz de ultrapassar a defensiva vaguense. Simultaneamente, não seria de prever que a AD Vagos fosse capaz de manter os índices físicos, e de intensidade, evidenciados na primeira parte. Puro engano. A equipa manteve a atitude defensiva durante todo o terceiro período e subiu a sua produção ofensiva. Mesmo com a Quinta dos Lombos a registar o seu melhor período ofensivo, tal não foi suficiente para desestabilizar o conjunto da casa que vence também este parcial por 21-17. Este terceiro período foi também infeliz para a Quinta dos Lombos porque perdeu a sua atleta Inês Aragão. Numa luta na tabela defensiva, esta jogadora cai desamparada e vê-se obrigada a sair em clara dificuldade física (lesão nas costas), não se sabendo ainda qual a gravidade da lesão. Com o marcador em 65-38 favorável à AD Vagos no início do último período, foi altura de Nuno Ferreira dar mais algum tempo de jogo às suas pupilas mais jovens. Mesmo assim, e com uma produção ofensiva abaixo dos restantes parciais, a AD Vagos manteve-se fiel ao seu fio de jogo e não permitiu veleidades às forasteiras. A qualidade geral caiu bastante devido à definição da equipa vencedora, mas nem assim a Quinta dos Lombos foi capaz de aproveitar para diminuir distâncias, espelhando enormes dificuldades físicas e emocionais, aliadas à quebra anímica, que culminaram num novo registo ofensivo muito pobre (apenas 10 pontos). Para a história fica uma exibição soberba de todo o coletivo vaguense e, mais importante que isso, da melhoria significativa da sua produção ofensiva, algo que tanto o seu treinador procurava nas últimas partidas. Ficou patente que as vitórias aparecem naturalmente quando a equipa consegue médias de lançamento acima dos 40%. E hoje foi esse o caso: 43% nas zonas de 2 pontos (22/51), 39% em triplos (9/23) e 65% da linha de lance-livre. São, de facto, números mais condizentes com o real valor da equipa que dominou defensivamente ao não permitir que as atuais campeãs nacionais chegassem às cinco dezenas de pontos, foi superior na luta das tabelas (43 contra 28), com clara supremacia nos ressaltos ofensivos (16 contra 2), teve mais 3 roubos de bola e conseguiu enorme superioridade nas assistências (27 contra 10). Além do coletivo, merecem destaque os 18 pontos de Lilian Gonçalves, todos obtidos de lançamentos triplos (6/10), o duplo-duplo de Flávia dos Santos (16 pts e 14 res.), as 8 assistências e 12 ressaltos de Mariana Alves, 5 dos quais ofensivos (ela que não mede mais do que 1,65 m), e, por último, a MVP da partida Joana Lopes (16 pts, 6 res., 3 rb e 3 ass.) que voltou às grandes exibições depois de duas semanas com grandes dificuldades físicas (lesão no joelho) que a impediram de dar o melhor contributo à equipa. Do lado da Quinta dos Lombos, Paula Muxiri (20 pts e 7 res.) e Lisa Lee (16 pts e 6 res.) foram as únicas a escaparem ao verdadeiro desastre que foi a exibição da sua equipa. Arbitragem positiva e sóbria de Paulo Marques e Diogo Martins. Próxima quinta-feira, dia 8, às 15h00, a AD Vagos defronta o Dexia Namur Capitale para a 6ª e última jornada do Grupo C da Eurocup Women. O Pavilhão Municipal de Vagos despede-se, assim, das competições europeias esta época já que o conjunto de Vagos soma por derrotas todos os encontros até agora disputados. Mas decerto que, depois da exibição de hoje, quererá despedir-se da prova em grande ao atingir um dos objetivos a que se propôs: obter pelo menos uma vitória na competição. Pavilhão Municipal de Vagos Parciais: 29-16, 15-5, 21-17, 13-10 AD Vagos (78): Artémis Afonso, Inês Pinto (3), Ana Teixeira (6), Mariana Alves (4), Joana Lopes (16), Inês Faustino (2), Lilian Gonçalves (18), Flávia Santos (16), Daniela Domingues (9), Sara Ressurreição, Joana Jesus (4), Carolina AnacletoTreinador: Nuno Ferreira Quinta dos Lombos (48): Inês Viana, Catarina Vasconcelos, Lisa Lee (16), Mafalda Guerreiro (2), Dora Duarte (2), Paula Muxiri (20), Carla Aires, Hilary Carlson (2), Helga Gonçalves, Inês Aragão, Larisse Lima (6)Treinador: José Leite
Lusitânia soma e segue
O SC Lusitânia voltou a vencer, desta vez diante do Basquete de Barcelos (68-56), já para o Terceira Basket o fim-de-semana foi bastante aziago, pois a equipa somou a sua segunda derrota, agora frente à Académica de Coimbra (69-91).
O conjunto de Coimbra reagiu bem à derrota do dia anterior e, com um começo inicio de jogo forte (22-10), cedo começou a resolver o jogo a seu favor. A vantagem pontual continuou a aumentar até se atingir o intervalo (49-32), o que tornava a tarefa dos terceirenses na segunda parte bastante complicada. Na etapa complementar, os comandados de Orlando Simões sustiveram bem a reacção da equipa da casa (67-52), para voltarem a dominar nos últimos 10 minutos do jogo (24-17). Os três norte-americanos da equipa de Coimbra estiveram a bom nível, especialmente o duo composto por Delano Thomas (20 pontos, 14 ressaltos e 7 assistências) e Dillion Sneed (25 pontos, 12 ressaltos e 6 assistências). O internacional português Fernando Sousa (22 pontos, 5 ressaltos e 2 assistências) foi igualmente importante no triunfo da Académica, até pela eficácia revelada.Nos insulares, o norte-americano Nathan Bowie foi o jogador mais valorizado da equipa, como resultado dos 26 pontos, 5 ressaltos, 5 assistências e 2 roubos de bola que registou durante o encontro.Lusitânia volta a vencerDepois de um período menos positivo, quatro derrotas consecutivas em jogos a contar para a Liga, o Lusitânia entrou num ciclo muito positivo, como comprovam os últimos resultados averbados (vitória na Taça de Portugal e o duplo triunfo no campeonato).O adversário não era fácil, até porque os barcelenses vinham de três vitórias consecutivas, algo sempre importante para elevar os níveis de confiança de qualquer equipa. O jogo esteve fechado durante toda a primeira parte, ainda que melhor os minhotos no 1º quarto (20-18), para serem os insulares a conseguirem a reviravolta no marcador até ao tempo de intervalo (37-35).O jogo começou a resolver-se durante o recomeço do encontro, com a equipa da casa a distanciar-se no marcador, e que no final do período se cifrava em 9 pontos (55-46). Nos primeiros 7.40 minutos do quarto de todas as decisões a equipa orientada por José Ricardo parou em termos ofensivos, apenas um ponto convertido, hipotecando em definitivo as suas possibilidades de discutir o jogo, já que a diferença que se verificava nessa altura já era de 21 pontos (68-47).Se o norte-americano Ricky Franklin foi o melhor marcador dos açorianos com 20 pontos, Marcel Monplaisir (6 pontos, 11 ressaltos e 6 desarmes de lançamento) se destacou em outros parâmetros do jogo. O base Nuno Oliveira (18 pontos, 11 ressaltos e 4 assistências), MVP do jogo com 27 pontos de valorização, bem remou contra a maré, mas não conseguiu fazer com que a equipa repetisse o resultado do dia anterior.
Ovarense dá réplica na Luz
Sem ter estado brilhante em termos ofensivos, há que dar mérito ao conjunto de Ovar. Os benfiquistas somaram a sua oitava consecutiva graças à sua prestação defensiva, fundamentalmente em alguns momentos chave do jogo.
Antevia-se que a Ovarense não tivesse tarefa fácil na sua deslocação até Lisboa, até porque os comandados de Carlos Lisboa pretenderiam chegar ao desafio do próximo fim-de-semana frente ao FC Porto com um registo impecável na Liga.Mas os vareiros não se atemorizaram, ainda com Nuno Cortez à procura da sua melhor forma física, com o seu jogo interior, principalmente durante a 1ª parte, a imperar nas suas soluções ofensivas. O equilíbrio foi uma constante, bem expresso no resultado que se verificava ao intervalo, empate a 32 pontos.O recomeço da partida pertenceu aos forasteiros, inteligentes na forma como exploravam as penetrações em drible para depois assistirem, ou através da exploração da relação entre postes nas continuidades dos bloqueios directos. A vantagem inicial conseguida pelos visitados (43-36) obrigou o técnico Carlos Lisboa a intervir no jogo, pedindo aos seus jogadores maior agressividade defensiva, tal como esclarecimento ofensivo. Reagiu bem o Benfica, que pela mão de Seth Doliboa, estancou o disparar no resultado por parte da Ovarense. Até final do período o jogo avançou de empate em empate, e foi dessa mesma forma que as duas equipas começaram o derradeiro quarto (51-51).Nos últimos 10 minutos a equipa da casa parecia que iria conseguir resolver o jogo bem mais cedo, mas de todas as vezes que conseguia curtas vantagens, por duas vezes sete pontos a última das quais a meio do período (62-55), a Ovarense foi sempre capaz de reentrar na discussão do jogo.À entrada do último minuto, com as duas equipas estavam separadas por dois pontos (66-64), posse de bola para a Ovarense, um oportuno roubo de bola por parte Betinho ajudou decisivamente no triunfo encarnado. Ted Scott assumia as responsabilidades ofensivas e fazia mais dois pontos com uma penetração (68-64), para logo de seguida, a 6 segundos do final, a Ovarense conquistar o direito a três lances-livres. Fernando Neves converteu os dois primeiros, falhou propositadamente o terceiro, mas o ressalto foi garantido pelo Benfica que desse modo segurou a vitória.O norte-americano Seth Doliboa (20 pontos, 4 assistências, 3 ressaltos e 2 roubos de bola) foi o mais regular dos jogadores encarnados, num jogo onde João Betinho (11 pontos, 3 ressaltos, 3 roubos de bola e 2 assistências) subiu mais uns degraus na sua forma desportiva, e Elvis Évora (8 pontos, 8 ressaltos) foi importante nos momentos decisivos pelo desempenho que teve na luta das tabelas. De referir ainda que Heshimu Evans não pôde dar o seu contributo à equipa.Do lado da Ovarense, o poste Chris Lee (14 pontos, 10 ressaltos, 2 assistências e 2 desarmes de lançamento) deu muito trabalho à defesa encarnada nas áreas próximas do cesto, enquanto que no jogo exterior foi o atirador Fernando Neves (20 pontos, 4 ressaltos e 4 roubos de bola) a destacar-se nos vareiros.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Aliquam iaculis blandit magna, scelerisque ultricies nisi luctus at. Fusce aliquam laoreet ante, suscipit ullamcorper nisl efficitur id. Quisque id ornare est. Nulla eu arcu neque. Sed ornare ex quis pellentesque tempor. Aenean urna enim, commodo ut nunc sit amet, auctor faucibus enim. Nullam vitae felis ipsum. Etiam molestie non enim quis tincidunt. Pellentesque dictum, nulla id ultricies placerat, neque odio posuere orci, quis vestibulum justo odio ut est. Nullam viverra a magna eu tempor. Nullam sit amet pellentesque magna. Vestibulum vel fermentum turpis, nec rhoncus ipsum. Ut et lobortis felis, sed pellentesque dolor. Nam ut porttitor tellus, ac lobortis est. Fusce vitae nisl vitae ante malesuada venenatis. Sed efficitur, tellus vel semper luctus, augue erat suscipit nunc, id hendrerit orci dui ac justo.
Pellentesque eleifend efficitur orci, et pulvinar dui tempus lobortis. Proin accumsan tempus congue. Cras consectetur purus et lacinia rhoncus. Ut eu libero eget quam semper malesuada. Aliquam viverra vulputate tempor. Sed ac mattis libero, a posuere ligula. Quisque tellus dui, placerat vel ex in, fringilla fringilla tellus. Aliquam erat volutpat. Aenean convallis quis eros vel ornare. Aliquam et lorem vestibulum, posuere quam ac, iaculis arcu. Fusce feugiat blandit mattis.

Legenda
Praesent sed metus euismod, varius velit eu, malesuada nisi. Aliquam aliquet quam tempor orci viverra fermentum. Sed in felis quis tortor accumsan vestibulum. Aliquam erat volutpat. Maecenas pretium sem id enim blandit pulvinar. Pellentesque et velit id arcu feugiat hendrerit ac a odio. Sed eget maximus erat. Phasellus turpis ligula, egestas non odio in, porta tempus urna. Fusce non enim efficitur, vulputate velit in, facilisis metus.
Nulla sagittis risus quis elit porttitor ullamcorper. Ut et dolor erat. Ut at faucibus nibh. Cras nec mauris vitae mauris tincidunt viverra. Donec a pharetra lectus, vitae scelerisque ligula. Integer eu accumsan libero, id sollicitudin lectus. Morbi at sem tincidunt augue ullamcorper tristique. In sed justo purus. Aenean vehicula quam quis pellentesque hendrerit. Fusce mattis mauris lorem, in suscipit diam pretium in. Phasellus eget porttitor mauris. Integer iaculis justo ut commodo eleifend. In quis vehicula nisi, non semper mauris. Vivamus placerat, arcu et maximus vestibulum, urna massa pellentesque lorem, ut pharetra sem mauris id mauris. Vivamus et neque mattis, volutpat tortor id, efficitur elit. In nec vehicula magna.

Miguel Maria
“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

Morbi in auctor velit. Etiam nisi nunc, eleifend quis lobortis nec, efficitur eget leo. Aliquam erat volutpat. Curabitur vulputate odio lacus, ut suscipit lectus vestibulum ac. Sed purus orci, tempor id bibendum vel, laoreet fringilla eros. In aliquet, diam id lobortis tempus, dolor urna cursus est, in semper velit nibh eu felis. Suspendisse potenti. Pellentesque ipsum magna, rutrum id leo fringilla, maximus consectetur urna. Cras in vehicula tortor. Vivamus varius metus ac nibh semper fermentum. Nam turpis augue, luctus in est vel, lobortis tempor magna.
Ut rutrum faucibus purus ut vehicula. Vestibulum fermentum sapien elit, id bibendum tortor tincidunt non. Nullam id odio diam. Pellentesque vitae tincidunt tortor, a egestas ipsum. Proin congue, mi at ultrices tincidunt, dui felis dictum dui, at mattis velit leo ut lorem. Morbi metus nibh, tincidunt id risus at, dapibus pulvinar tellus. Integer tincidunt sodales congue. Ut sit amet rhoncus sapien, a malesuada arcu. Ut luctus euismod sagittis. Sed diam augue, sollicitudin in dolor sit amet, egestas volutpat ipsum.