Artigos da Federaçãooo

Imortal com mais um mega-minibasquete

O evento realizou-se no Pavilhão Desportivo de Albufeira, das 9:30 às 12:30, decorreu de forma harmoniosa com a participação de 12 equipas, representando 5 clubes: Imortal Basket (5), Farense (1), Portimonense (2), CBA (2), Colégio Bernadete(2).Os jogos disputaram-se em 4 campos em simultâneo (duração de 3 períodos de 5 minutos), realizaram-se 20 jogos, nos escalões de sub-8 e sub-10, a organização distribuiu um lanche a todos os participantes.No final houve a entrega de um diploma para cada atleta participante.Foi mais uma manhã bem passada e inesquecível para os minis.


Treino de Técnica Individual

Fontes Rosa. Treinador Nivel III , que dispensa apresentações, acedeu ao convite do CBQ para orientar o próximo T.T.I., sob o tema “Defesa”. Este ano implementamos um 4º treino, para todos os atletas treinem os aspectos individuais do jogo!


II Torneio Minibasquete ABIT

A dinâmica dos encontros será a mesma utilizada na época passada ou seja, realizam-se primeiro os jogos dos Sub 12, em 3 campos, a jogar em simultâneo e de seguida também em 3 campos, os Sub 10.Em anexo, o calendário dos Sub 12 M / F até Dezembro de 2011,o regulamento, bem como o calendário geral dos encontros para a época 2011-2012.


Barreirense segue a ganhar

A equipa da margem sul demonstra que está a atravessar um bom momento, não sendo de estranhar que para uma equipa jovem os bons resultados trazem sempre um acréscimo nos níveis de confiança.

Por uma única vez (2-0) os insulares estiveram na frente durante toda a primeira parte do jogo. E se durante o quarto inicial as vantagens do Barreirense foram sempre mínimas, nos segundos 10 minutos os forasteiros acentuaram a sua superioridade, o que naturalmente se reflectiu no avolumar da diferença pontual até se atingir o intervalo (42-35).No terceiro período a supremacia dos visitantes manteve-se sensivelmente até meio do período (48-42), para ser depois o conjunto insular a mostrar-se mais forte, que aos 56-54 passava novamente para a frente do marcador desde o cesto inicial do encontro. O final do 3º período chegava com os comandados de João Freitas na frente do marcador (58-54).No último quarto a formação do continente rapidamente se colocou em vantagem, suportando sempre a proximidade pontual do adversário. A menos de 2 minutos o CAB ainda encostou a três pontos (73-76), mas a linha de lance-livre não se constituiu num problema para que os barreirenses segurassem a vitória.O norte-americano Anthony Hill foi o melhor marcador do Barreirense com 19 pontos, mas o mais valorizado acabaria por ser Miguel Queiroz que contabilizou 9 pontos, 8 ressaltos e 2 desarmes de lançamento.Na equipa madeirense, o norte-americano Austin Kenon (32 pontos, 4 roubos de bola e 2 assistências) destacou-se dos demais companheiros.


António Tavares: «Devo muito ao Barreirense»

O base conta nesta entrevista como foi regressar ao Barreiro, como é trabalhar ao lado de um grupo de jovens e o que espera desta temporada.

Antes da participação no Campeonato da Europa já tinha decidido seiria prolongar a sua carreira?Nessa altura o meu futuro ainda era uma incógnita, pois as graves dificuldades que o basquetebol atravessa não me davam garantias ao nível financeiro logo não tinha como certa a minha continuidade. Posso dizer mesmo que pensei que o último jogo do Eurobasket seria o derradeiro da minha carreira.A sua participação no Europeu, e tudo o que de positivo fez, tornou mais claro que continuar era a opção certa a tomar?Sempre foi minha intenção continuar, mas a razão por vezes tinha mais força do que o amor que tenho pela modalidade, fico feliz pelas coisas terem seguido este caminho.O regresso ao Barreirense teve também algo de emocional?Claro, nunca escondi que gostava de terminar a minha carreira no clube que me fez para o basquetebol e a que muito devo, para não falar em toda uma história de família que sempre andou de mãos dadas com esta instituição.Como é treinar numa equipa de tantos jovens? Sente que é umareferência para muitos deles?O que estes jovens estão a passar é um circuito pelo qual já passei, logo, sei de antemão o que significo para eles. Espero estar altura desta função como outros o estiveram antes de mim. Fico bastante feliz por saber que sou uma referência para estes jovens com tanto talento.A equipa conseguiu duas vitórias seguidas. Sinal que o grupo está aevoluir e que tem condições para fazer muito melhor?É normal que com tantos jovens e com uma equipa técnica nova que as coisas demorem o seu tempo, estas duas vitórias são o espelho de que estamos no bom caminho e que há que continuar a trabalhar como o que fizemos até agora. De uma coisa tenho a certeza, ninguém trabalha mais do que nós.Tendo em conta o trabalho que está ser realizado pelo novo técnicoespanhol, e o potencial que a equipa tem, que objectivo colocaria àequipa para a fase regular do campeonato?Temos como objectivo fazer melhor do que em anos anteriores, tudo o que vier a mais será bem-vindo. A única coisa que posso dizer é que vamos lutar pela vitória em todos os jogos.Concorda que muito do futuro do basquetebol português passa pelogrupo de jovens com quem está a treinar diariamente?Tenho a certeza, que com estes jovens e com o que eles trabalham, quando chegar a vez deles darão uma resposta altura.O Basquetebol Português pode contar com eles.Que conselho deixaria aos mais jovens para que seguissem os seus passos e o sucesso que obtiveste na modalidade?Que sigam os seus sonhos pois os sonhos comandam a vida! Sem esquecerem que o sucesso e tudo nesta vida só acontecem com muito trabalho, empenho e dedicação!


Novo triunfo para o dragão

O triunfo, no final do 1º período (16-2), aparentou poder ser tranquilo, mas tornar-se-ia bem mais difícil pelo desempenho dos vareiros durante o inicio da etapa complementar.

Passados os primeiros 10 minutos de jogo, o domínio azul e branco era absoluto, sempre por mais evidentes as dificuldades sentidas pelo conjunto de Ovar que apenas apenas somaram dois pontos no quarto inicial.Até ao intervalo o decorrer do encontro foi bem mais equilibrado, com as duas equipas a equivalerem-se até se chegar ao tempo de descanso, ainda que com ligeira vantagem dos forasteiros (19-18).A diferença ao intervalo era de treze pontos (34-21), favorável aos dragões, pelo que se a equipa da Ovarense quisesse discutir o jogo recomeço do encontro seria decisivo para os anseios dos visitantes. Um parcial de 7-0 recolocava os vareiros na discussão do jogo (33-36), diferença que chegou a ser de um (42-43) já mais perto do final do período. A aproximação perigosa do adversário fez despertar os actuais campeões nacionais, que em momento algum permitiriam que a Ovarense assumisse o comando do marcador.Entrava-se no período de todas as decisões e os portistas dispunham de uma vantagem de 4 pontos (50-46) para abordar os 10 minutos que faltavam jogar. Os comandados de Mário Leite bem tentaram chegar-se à frente, mas a maturidade e a experiência dos jogadores azuis e brancos manteve sempre o adversário a uma distância pontual relativamente controlada. Nos primeiros minutos do derradeiro quarto, a Ovarense ainda voltou a estar perto (52-55), mas um cesto de José Costa (4 pontos, 2 ressaltos e 2 roubos de bola), logo seguido por mais dois pontos da autoria de João Santos (10 pontos e 4 ressaltos), devolveram em definitivo a tranquilidade à equipa treinada por Moncho López.Stempin voltou a ser o melhor marcador dos azuis e brancos com 18 pontos, já o seu compatriota Rob Johnson (16 pontos e 3 ressaltos) foi o mais valorizado da equipa com 22 pontos de valorização.Na equipa de Ovar, Austen Powers (18 pontos e 8 ressaltos) manteve as suas boas prestações, tendo sido bem acompanhado pelo extremo português Fernando Neves autor de 17 pontos.Duelo insularNo embate entre as duas equipas de Angra do Heroísmo que este ano participam na LPB, o Lusitânia, a jogar em sua casa, recuperou espectacularmente no terceiro período do jogo, de uma desvantagem de 19 pontos que levava ao intervalo (37-56).Um parcial de 33-13 recolocou a equipa da casa no comando do marcador pela vantagem mínima (70-69), perante uma equipa do Terceira, que depois de ter estado muito bem em termos ofensivos durante toda a primeira parte (25 e 31 pontos), baixou abruptamente a sua produção atacante.Os dez minutos finais foram os mais equilibrados, com a vitória a sorrir à equipa visitada, em parte conseguida pelas boas exibições de Mohamed Camara (22 pontos, 9 ressaltos, 4 assistências e 4 roubos de bola), Augusto Sobrinho (16 pontos, 4 ressaltos, 2 assistências e 2 roubos de bola) e Brian Mills (20 pontos, 7 ressaltos e 2 assistências).Os atletas norte-americanos do Terceira Basket estiveram em bom plano, especialmente Nathan Bowie, que terminou o encontro com o registo de 31 pontos, 3 ressaltos e 3 assistências, e Jonas Pierre autor de um duplo-duplo (15 pontos e 15 ressaltos).


Que venha o merecido descanso

A grande incógnita seria a frescura física das jogadoras da AD Vagos, pois o poderio físico do Torres Novas poderia fazer mossa. Contudo, as pupilas de Nuno Ferreira estiveram à altura e pode dizer-se que até superaram as expetativas face à exigência de gerir o plantel para os próximos embates. A primeira metade foi de grande equilíbrio no marcador e de grande luta e entrega de ambas as partes. Nenhuma das equipas conseguia destacar-se o suficiente e o Torres criou enormes dificuldades às visitantes, tanto é que foram para intervalo com uma diferença pontual de apenas 5 pontos (34-39) a favor da AD Vagos. Após o descanso, e talvez por sentir que o Torres poderia ganhar ascendente, a AD Vagos imprime maior intensidade de jogo e acaba o terceiro período com 14 pontos de diferença. Com os derradeiros 10 minutos por jogar, e face aos últimos desempenhos na Liga em que o Vagos já não fica largos períodos sem marcar pontos, seria muito difícil ao Torres voltar a discutir o jogo. Dito e feito, a AD Vagos dá a estocada final de forma convincente e com uma boa gestão do plantel (todas foram utilizadas). No final, a diferença de 25 pontos no resultado espelhava bem as diferenças entre os dois conjuntos, mais concretamente o fraco aproveitamento ofensivo do Torres nos lançamentos de campo (29% dos 2 pts e 14% dos 3 pts) contra os 59% e 25%, respetivamente, da AD Vagos. Tal como se esperava, a luta debaixo das tabelas foi ganha pelo Torres Novas (40 contra 35).Destaque na AD Vagos novamente para a dupla brasileira Lilian Gonçalves (21 pts) e Flávia Santos (14 pts e 12 res.) e para a poste Ana Teixeira que terminou a partida com 16 pts. No Torres Novas, Stephany Neptune (17 pts e 12 res.) foi a jogadora mais em foco, mas esteve bem acompanhada por Marinela Pinheiro (16 pts) e Cheila Carvalho (12 pts). Segue-se agora um merecido descanso depois de dois confrontos muito desgastantes fisicamente, pois há que preparar o próximo jogo que é já quarta-feira, dia 16, na Bélgica, frente ao Dexia Namur Capitale, jogo esse que a AD Vagos espera ser mais positivo que o de quinta-feira passada para manter-se na corrida da qualificação do Grupo C da Eurocup Women. Palácio dos Desportos de Torres Novas Parciais: 13-16, 21-23, 10-19, 7-18 CD Torres Novas (51): Marinela Pinheiro (16), Patrícia Simões, Leonor Cruz, Mariana Branco (nj), Tatiana Canário (nj), Cátia Mota (2), Michelle Mascoto (4), Joana Ruivo (nj), Andreia Gomes (nj), Cheila Carvalho (12), Stephany Neptune (17) AD Vagos (76): Artémis Afonso (8), Inês Pinto, Ana Teixeira (16), Mariana Alves, Joana Lopes (2), Inês Faustino (2), Lilian Gonçalves (21), Flávia Santos (14), Daniela Domingues, Sara


Carla Nascimento: «Equipa está mais forte»

E para tal a equipa (que ainda não perdeu) conta novamente com as portuguesas Carla Nascimento e Débora Escórcio. Carla explica nesta entrevista como está a decorrer esta fase inicial da temporada e quais são as expectativas para 2011/12.

A decisão de regressar à equipa que no ano passado por pouco não subiu de divisão em Espanha não foi propriamente difícil: “Após os bons resultados conseguidos a época passada, voltar a Avilés foi sempre uma opção deixada em aberto. Quando o clube colocou como objectivo para a presente época ir novamente à ‘fase de ascenso’ e lutar para subir à Liga 1 foi relativamente fácil para mim tomar a decisão de continuar aqui. Viver uma ‘fase de ascenso’ foi incrível e adorava repetir”, conta Carla Nascimento.Este ano, salienta a jogadora portuguesa, a equipa tem mais soluções e por isso mais hipóteses de ser bem sucedida: “Acho que estamos mais fortes que na época passada. Temos mais opções, há 10 jogadoras que podem jogar em qualquer altura e cada uma impor as suas vantagens no jogo. Melhorámos em alguns parâmetros nos quais tínhamos alguma debilidade, nomeadamente no facto de termos jogadoras interiores mais altas, que nos ajudam muito em ressaltos para nos poder lançar em contra-ataques e a intimidar mais na defesa. E também em jogadoras exteriores com características diferentes entre si, que nos permitem ter uma maior diversidade de movimentos e opções tácticas.”Relativamente à qualidade da Liga, a jogadora não considera que seja mais forte que na época passada. “As duas equipas que subiram à Liga 1 na época anterior pertenciam ao nosso grupo e isso faz com que o nível baixe um pouco. Além disso, a tão famosa crise faz-se notar e há algumas equipas que nem sequer têm americanas…”


Supertaça Compal 2012 apresentada em Luanda

No Hotel Trópico, em Luanda, pelas 16h30 da próxima Segunda-feira, dia 14 de Novembro, desvendarão todos os pormenores relativos à prova que se realizará entre 7 e 12 de Fevereiro de 2012 e que trará novidades, nomeadamente, novo formato de competição que, pela primeira vez, se jogará em duas cidades (Benguela e Luanda) e terá 6 equipas a disputar o troféu e os prémios monetários.

Todos os detalhes para conhecer na próxima Segunda-feira mas, para já, damos a conhecer o novo logotipo da prova.


Oliveirense brilha na Proliga

A equipa de Oliveira de Azeméis que este ano se estreia nesta competição ocupa actualmente, juntamente com o Galitos FC, o grupo dos segundos classificados. Depois de ter conseguido este sábado, nos Açores, diante o AngraBasket (82-81), a sua primeira vitória fora de casa, o conjunto liderado pelo técnico João Costeira somou o seu terceiro sucesso em quatro jornadas realizadas.

E o jogo até nem começou da melhor forma para o conjunto de Oliveira de Azeméis (19-27). Recompôs-se um pouco durante o segundo quarto, e ao intervalo perdia por quatro pontos apenas (41-45).O recomeço do encontro coincidiu com o melhor momento dos visitados, sobretudo porque a equipa esteve mais coesa em termos defensivos (13 pontos sofridos), de tal forma que não só passou para o comando do marcador como construíram uma almofada pontual que viria ser decisiva para o desfecho do jogo.No quarto e decisivo período, a equipa insular tudo fez para retomar a liderança do resultado, e chegou a consegui-lo já bem perto do final (79-77), isto depois de ter estado a perder durante largos minutos por mais de dez pontos. A 10 segundos do termo do encontro, Flávio Gomes (16 pontos, 3 ressaltos e 2 desarmes de lançamento) coloca novamente os açorianos na frente (81-80), para cinco segundos depois o norte-americano Spencer Johnson (24 pontos 6 ressaltos e 3 roubos de bola) converter o cesto que deu a vitória à Oliveirense (82-81). O AngraBasket, depois de dois descontos de tempo pedidos ainda dispôs de uma última tentativa, mas Drew Gibson (19 pontos, 8 assistências e 4 roubos de bola) falhou o lançamento de dois pontos.O MVP do encontro acabaria por ser o norte-americano da equipa vencedora Deantre Jefferson, com 31 de valorização, depois de ter terminado o jogo com 20 pontos, 14 ressaltos, 1 assistência, 1 roubo de bola e 1 desarme de lançamento.Resultados da 4ª jornada:Galitos-Tley 65 – 62 Eléctrico FCMaia Basket 71 – 77 Física T. VedrasAngraBasket 81 – 82 UD OliveirenseGuifões SC 69 – 79 AlgésIlliabum 82 – 60 Gaeirense


Convívio de Outono abre época oficial de convívios de Minibasquete

139 Minis entregaram-se à tripla ameaça, ao drible, ao lançamento e ao ressalto e à disputa de todas as bolas que se mostravam dificeis de controlar. Muito entusiasmo e muitos aspectos animadores para a presente época desportiva do Comité Distrital de Minibasquete

Pelas 9h45 soava a primeira buzina da época para os 139 minis, representantes de 8 clubes, ouviam-se os primeiros gritos de entusiasmo das crianças pedindo a bola ou festejando um cesto convertido.Como já é habitual nos convívios organizados pelos Pimpões, não faltou informação detalhada aos treinadores e responsáveis pelas equipas, bem como pouco tempo se perdeu entre o final animado de um período e o começo empolgante do período de jogo seguinte. Parabéns a máquina oleada dos Pimpões, bastante experiente nestas andanças. Não obstante a questão da organização vários foram os factos dignos de registo e reconhecimento por parte do Comité Distrital de Minibasquete. Por conseguinte, destaca-se o regresso do Clube Stella Maris aos convívios de Minibasquete, tendo este clube equipas bem compostas nos 3 escalões, dirigidas por ex-atletas seniores. Curioso observar a prioridade do nosso clube mais a sul do distrito em revitalizar a base da pirâmide desenvolvimento. Parabéns Carlos Folhas, Francisco Bolhões, António Antunes e Filipe Alves, pelo vosso empenho.Relevante também a chama que se volta a acender no Sporting Clube Marinhense. Liderados pela referência histórica do clube – Alberto Maia – o clube da Embra apresentou-se com um número considerável de crianças motivadas para aprender o jogo de Minibasquete. Destaque ainda para o Clube Basquetebol de Leiria que regressou aos convívios depois de uma longa travessia do deserto, tendo finalmente encontrado o bom caminho para dinamizar o Minibasquete na cidade de Leiria.O IEJOTA, O CRD Soutocico, O Núcleo de Pombal e Basket Clube do Lis, clubes que habitualmente marcam presença nos convívios de Minibasquete, reforçaram a convicção de que está na base de qualquer ideia de desenvolvimento desportivo, particularmente do Basquetebol, a necessidade de fomentar, dinamizar e estruturar o Minibasquete. A todos eles sorte e empenho para que mais atletas surjam nas suas instalações para aprenderem Minibasquete.Por último uma nota para que nos próximos convívios possamos encontrar os restantes 5 clubes da ABLeiria – AMCR Cartaria, Núcleo Sportinguista de Leiria, Gaeierense e AD Portomosense e Biblioteca. De registar que, dos 5 clubes referidos, 3 iniciaram a sua atividade de Minibasquete esta época.Para a próxima semana tem início o Torneio do Futuro, Fase Sub-12, para qual se desenrolarão jogos em jornadas concentradas a norte e a sul do distrito.A todos os clubes, atletas, treinadores, Pais e Dirigentes desejamos forte entusiasmo e dedicação para a causa Minibasquete…A melhor atividade…para se jogar…


Benfica segue invicto

A equipa encarnada, apesar da sua indiscutível maior qualidade, não deu o jogo por ganho e após um primeiro período, em que os vimaranenses deram boa réplica, a defesa da Luz valeu-lhe uma vitória que com o passar do tempo tornou-se progressivamente mais fácil.

Os primeiros minutos do jogo foram de inteiro domínio do Benfica, alternando bem as vantagens no jogo interior de Elvis Évora (12 pontos, 4 ressaltos e 2 roubos de bola), com as leituras correctas nos bloqueios indirectos dos atiradores, onde Ted Scott (15 pontos, 4 assistências, 3 ressaltos e 3roubos de bola) marcava e criava para os seus companheiros. O tiro de três pontos colocou de novo os minhotos no jogo, que com uma sucessão de lançamentos longos, e com grande eficácia, encostava o resultado no final do 1º período (22-23).Mas assim começou a rotação dos bancos, bem como os primeiros sinais do cansaço acumulado dos jogadores vitorianos mais utilizados, a diferença de argumentos entre as duas equipas tornou-se evidente, e todas as vantagens que daí advêm.Desde o inicio do segundo quarto a diferença pontual foi aumentado, muito por culpa da melhoria defensiva por parte da equipa orientada pelo técnico Carlos Lisboa, que até final do jogo foi limitando cada vez mais a produção atacante do Vitória. O tiro exterior passou a ser a única solução atacante utilizada pelo Vitória, que em alguns momentos se deixou abater pelo insucesso ofensivo, perdendo os seus papéis na defesa, assim como nas transições defensivas.O jogo começou a tornar-se fácil para os lisboetas que exploravam na perfeição o domínio nas tabelas, para fazer pontos fáceis em contra-ataque ou em segundos lançamentos após a conquista de ressaltos ofensivos. Os últimos minutos do encontro não tiveram história, com o treinador Fernando Sá a exigir rigor e empenho aos seus atletas até final, já do lado oposto Carlos Lisboa aproveitava para fazer rodar todo o seu banco.O capitão Sérgio Ramos (14 pontos, 3 ressaltos e 2 roubos de bola) voltou a um bom nível, num encontro em que onze atletas dos encarnados fizeram pontos.O internacional Cláudio Fonseca voltou a registar novo duplo-duplo (13 pontos e 17 ressaltos), já o melhor marcador dos minhotos, e do jogo, foi Maris Gulbis com 17 pontos, demonstrando ter grande facilidade de tiro e qualidade técnica. O norte-americano John Waller (13 pontos e 4 ressaltos) continua a ter a mesma classe nas suas acções ofensivas, se bem que a eficácia do lançamento tenha ficado longe da desejada.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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