Artigos da Federaçãooo
GDESSA invicto em casa
Foi a 5ª vitória das comandadas de Nuno Manaia, que esta temporada continuam invencíveis nos jogos realizados perante o seu público. Ainda não foi desta que o Lousada conquistou a sua primeira vitória na Liga Feminina. Isto porque, no duelo entre duas equipas que ocupam os últimos lugares da tabela classificativa, o Académico do Porto, beneficiando do fator casa, deu a volta ao resultado durante a segunda parte (75-60).
Depois de uma primeira parte equilibrada (30-27), embora com ligeiro ascendente da formação do Barreiro, o GDESSA desequilibrou o jogo durante o recomeço da etapa complementar. Com um parcial de 19-8, as escolares dispararam no marcador até final do 3º período (49-35), gerindo depois confortavelmente a vantagem adquirida nos últimos 10 minutos.A capitã Vera Correia foi a melhor marcadora do GDESSA, com 18 pontos, logo seguida pela jovem Laura Ferreira com 16 pontos. Académico decide jogo no 4º períodoUm resultado final que em nada demonstra o que aconteceu durante os 40 minutos, uma vez que as visitantes comandavam por um ponto de vantagem à entrada do último período (51-50). Isto depois de ter terminado na frente do marcador, os primeiros 20 minutos (35-27).No derradeiro quarto, as pupilas de Mário Barros não só prosseguiram com a sua recuperação, como também dispararam no resultado, fruto de um fantástico parcial de 25-9.Joana Ferreira foi a melhor marcadora do Académico com 25 pontos, mas a mais valorizada acabaria por ser Joana Cruz, como resultado dos 9 pontos, 9 ressaltos e 6 roubos de bola que registou durante o jogo.Nas visitantes, a exibição da norte-americana Christina Dewitt (25 pontos e 15 ressaltos) não foi suficiente para evitar a derrota da equipa.Resultados da 6ª jornada:Académico 75-60 LousadaGDESSA 67-51 Boa ViagemMontijo 46-79 VagosAlgés 87-57 OvarenseOlivais 70-59 Torres Novas
Illiabum continua invicto em casa
Só após prolongamento, com um empate a 53 pontos no final do tempo regulamentar, os ilhavenses levaram de vencida a aguerrida equipa de Sangalhos (64-61).
No entanto foi a equipa visitante a começar melhor o jogo, já que no final do 1º período vencia por 17-12. Até ao intervalo, uma boa reação da formação de Ílhavo que conseguiu dar a volta ao resultado (27-23), fruto do seu bom desempenho defensivo (6 pontos sofridos).No inicio da etapa complementar os comandados de Alexandre Pires continuaram a revelar algum ascendente sobre o seu adversário, aumentado para sete a vantagem no final do 3º período (43-36).O conjunto do Illiabum parecia estar por cima no jogo, algo que a equipa da Bairrada fez questão de contrariar nos últimos 10 minutos do encontro (17-10). O jogo terminaria com um empate a 53 pontos, pelo que só no tempo extra se encontraria o vencedor do jogo. Nos 5 minutos suplementares, o Illiabum foi ligeiramente superior (11-8), muito por culpa das boas exibições de Tiago Raimundo (18 pontos e 11 ressaltos) e Miguel Queiroz (9 pontos e 10 ressaltos).Já na equipa de Sangalhos, o seu capitão Emanuel Silva foi o melhor marcador da equipa, com 14 pontos.
Miguel Miranda: “Um grupo que quer aprender, com atitude e sério”
Uma casa que conhece e sente bem, inserido num grupo de trabalho diferente de todos os anteriores em que já participou. Miranda ainda está à procura da sua melhor forma, numa equipa, segundo ele, com menos recursos mas que mantém o nível de exigência no trabalho. O próximo adversário é o Sampaense, e para os vareiros se manterem invictos, Miranda não tem dúvidas de que a equipa vai ter que defender muito bem.
Miguel Miranda teve de percorrer um longo calvário até regressar à competição. Depois de uma lesão, o abandono do FC Porto colocou o internacional português numa situação complicada, ao ponto de ter equacionado deixar de jogar basquetebol. “Foi uma situação que algumas vezes me passou pela cabeça. Tentei fazer o que estava ao meu alcance para que essa situação não ocorresse, daí ter começado a treinar sozinho para não estar completamente parado. Tenho que agradecer ao Sr. Saraiva do pavilhão do Coimbrões, pelo facto de ter ido todos os dias, durante esse período, abrir-me a porta para poder treinar.”A Ovarense foi sempre uma forte solução para a resolução do problema, até por ser um clube por onde Miranda já tinha passado e tinha sido feliz. “Desde a altura em que ficou decidido que não ia haver equipa do F.C. Porto, a Ovarense foi sempre uma forte possibilidade para mim. Eu já conhecia o clube, e as pessoas já me conheciam. O facto de existirem laços de amizade muito fortes fez com que se tornasse num passo natural.”Uma paragem tão prolongada, tendo em conta o avançar da idade, coloca sempre problemas, mas o jogador parece estar a recuperar rapidamente as qualidades que fazem dele, um jogador de eleição. ”Foi e ainda está a ser muito difícil. Estive praticamente 6 meses sem jogar, a treinar sozinho, e isso deixa muitas marcas. Perdi toda a pré-época e tenho a perfeita noção que vão ser precisos pelo menos 2 meses para estar ao meu nível.”A realidade do clube é bem diferente de um passado recente, mas isso não faz com que a equipa deixe de ser competitiva no campeonato. Não há nada que altere a forma de trabalhar e de estar dos vareiros na competição. “A realidade é diferente, mas o nível de exigência é o mesmo. E esse tem sido o segredo da equipa. Não pode ser por haver menos dinheiro que se vai trabalhar menos. Pelo contrário, os níveis de exigência são os mesmos, tal e qual como quandolutámos para ser campeões.”O plantel da Ovarense é formado por muita gente jovem. Trabalhar e jogar num grupo como este, tem dado imenso prazer ao experiente Miguel Miranda. “É um projeto diferente de todos aqueles em que já fiz parte. Mas tenho que dizer que a juventude tem muita vontade de aprender, muita atitude e seriedade. Penso que o Carlos Pinto e o Nuno Manarte estão a fazer um trabalho espetacular dia a dia.”O arranque de temporada tem corrido de feição à equipa de Ovar, uma vez que os vareiros contam por vitórias, os três jogos disputados. O próximo adversário é o Sampaense, uma equipa que nos últimos jogos tem marcado muitos pontos. Razão pela qual se torna claro para Miranda a forma como parar a capacidade ofensiva da equipa de S. Paio de Gramaços. “Vamos tentar reduzir o número de pontos da equipa adversária defendendo o melhor possível.”
Gonçalo já tem dador compatível!
Recorde-se que Gonçalo Franco, de 15 anos, trava uma batalha contra o tempo: dezembro era a data limite para encontrar um dador compatível de medula óssea. A mãe, desesperada, desdobrou-se em campanhas de angariação de dadores de medula. Chegou a pensar em engravidar mas os médicos disseram-lhe que o Gonçalo não tinha tempo para esperar.Na sua página do facebook, Ana Cláudia Franco não pára de receber mensagens de parabéns pelo «milagre».
“Continuar na onda das vitórias”
Em declarações à Benfica TV, Goran Nogic, assumiu que o grupo quer prolongar a sua invencibilidade, diante um adversário que já foi estudado ao pormenor.
“Queremos continuar na onda das vitórias, tentando melhorar o que ainda temos de melhorar, de forma a sermos ainda melhores. Espero que tenhamos um jogo mais rico e interessante em termos ofensivos para os nossos adeptos”, afirmou Goran Nogic. O treinador-adjunto referiu que o Benfica vai estar atento às ações do Lusitânia. “Conhecemos o valor deles, sabemos quais são os seus pontos fortes, mas também conhecemos os seus pontos fracos e vamos tentar explorar isso”, mencionou. Com dois troféus já conquistados na presente temporada, o Basquetebol benfiquista quer continuar a brindar os adeptos com vitórias. “A nossa preocupação é dar alegrias a eles, são um dos factores mais importantes para nós”, finalizou Goran Nogic.
Nanci Barbosa: «Está a ser um ótimo desafio»
Em Lousada a presença da equipa feminina no escalão maior do basquetebol nacional está a causar furor…
Como está a correr a experiência de jogar na Liga Feminina?Está a ser muito boa, pois em cada jogo que passa aprendemos qualquer coisa nova que nos faz crescer como equipa e como jogadoras.Quais as principais diferenças sentidas durante os jogos?Na Liga o jogo é muito mais físico e intenso, quando cometemos um erro, tanto na defesa como no ataque, a equipa contrária não perdoa e sabe aproveitá-lo sempre para o seu benefício. A qualidade e a experiência de grande parte das jogadoras de todas as equipas também é uma diferença que se nota, pois obrigam-nos a termos que jogar sempre no nosso melhor, sem distrações, durante todos os segundos.Independentemente dos resultados da equipa, este inicio de temporada está a corresponder às vossas expectativas?Já sabíamos que iria ser um início complicado. O facto de ser o primeiro ano da equipa na Liga com treinador e jogadoras novas, faz com que este inicio difícil corresponda as expectativas. No entanto, está a ser um ótimo desafio que nos faz superar a cada jogo. Já lá vai algum tempo, mas esta temporada já defrontaram o Académico, em jogo então a contar para a Taça Vítor Hugo. Aspetos a corrigir para que o resultado negativo não se repita?Temos que ser dominadoras nos ressaltos defensivos para impedir segundas oportunidades de concretização do Académico, assim como aproveitar melhor o nosso jogo interior.Que impacto está a ter em Lousada, e no basquetebol da região, a presença da equipa no escalão máximo do basquetebol feminino?Estamos a conseguir trazer algum público assíduo a assistir os jogos em casa, assim como os jogadores dos escalões mais baixos começam a interessar-se cada vez mais em ver a equipa a jogar e a serem uma claque que se faz ouvir.
Torres Novas privilegiou o contra-ataque
A equipa de José Monteiro, que experimentou na posição de base a jovem Leonor Cruz (internacional Sub-16), assentou a sua estratégia no contra-ataque, onde Donica Cosby, melhor marcadora (30 pontos) e MVP da partida (25,5 de valorização), esteve como peixe na água, concluindo muitos dos ataques em situação de superioridade numérica. No 1º período (16-8) cedo se verificou que a norte-americana ao serviço das torrejanas, melhor marcadora da Liga Feminina na época transacta, em representação do Académico FC, não tinha opositora com capacidade para a travar, pois em menos de 9 minutos já somava 12 dos 16 pontos obtidos pelas anfitriãs.O 2º quarto (16-16) foi aquele em que o CAR Jamor deu mais luta, muito por culpa da poste Maria Kostourkova, a impor-se nas tabelas (7 ressaltos até ao intervalo), aliado à boa prestação de Patrícia Jorge que teve uma entrada fulgurante (100% de eficácia) ao converter primeiro um triplo e depois um duplo numa entrada decidida, em pouco mais de 3 minutos de utilização. Neste parcial, depois de estar a perder por 11 pontos mais do que uma vez, a última das quais aos 28-17 no minuto 17, a equipa de Kostourkova reagiu às indicações transmitidas pela sua treinadora no desconto de tempo pedido nessa altura, encurtando a diferença para 6 (28-22), no minuto 19, mas Cosby não esteve pelos ajustes ao somar mais 4 pontos à sua conta pessoal, mantendo o Torres Novas na frente (32-24), quando se atingiu o intervalo. Na etapa complementar a prestação das comandadas de Kostourkova baixou ainda mais de qualidade, mantendo-se o elevado número de erros cometidos (segundo jogo consecutivo em que terminaram com 39 turnovers) e quando é assim, poucas soluções restam. A meio do 3º período (17-9) a fasquia ainda baixou de novo para 6 pontos (38-32), após um parcial de 0-8 imposto pelo CAR Jamor, a responder na mesma moeda ao arranque da equipa de José Monteiro no reinício da partida 38-24). Mas foi sol de pouca dura porque voltou a funcionar o contra-ataque torrejano e a diferença dobrava para 16 pontos (49-33), ao cabo de 30 minutos jogados. No último quarto (10-7) e já com Donica Cosby no banco até final, as anfitriãs chegaram à maior diferença (22 pontos) à entrada do minuto 35 (55-33). Na ausência de Cosby era a sua compatriota Taylor Turnbow, melhor ressaltadora da partida (15 ressaltos) que assumia as despesas por banda das torrejanas e só depois da última paragem do cronómetro pedida por Kostourkova no minuto 34 é que as suas pupilas voltaram a acertar com o cesto, primeiro com um triplo de Ana Rita Reis (55-36) para de seguida ser Maria Kostourkova a carregar com a sua equipa, ao marcar mais 4 pontos (55-40). Turnbow e Leonor Cruz fixaram o resultado final (59-40).Nas vencedoras destaque para Donica Cosby (30 pontos, 2 ressaltos defensivos, uma assistência, 2 roubos e 3 faltas provocadas, com 4/4 nos lances livres), bem acompanhada pela poste Taylor Turnbow, que fez um duplo duplo (11 pontos, 15 ressaltos sendo 7 ofensivos, 3 assistências, 4 roubos e duas faltas provocadas). Leonor Cruz (6 pontos, 6 ressaltos defensivos, duas assistências, 2 roubos e 4 faltas provocadas) denotou dificuldades na posição 1, como o provam os 7 turnovers cometidos, mas o experiente José Monteiro sabe certamente os motivos que o levaram a fazer esta experiência. Mariana Pinheiro (6 pontos em 7 minutos) aproveitou bem os minutos concedidos pelo seu treinador, revelando-se eficaz no contra-ataque.Na equipa do CAR Jamor a mais valiosa (19,0 de valorização) foi Maria Kostourkova, que também conseguiu um duplo duplo (13 pontos, 12 ressaltos sendo 4 ofensivos, 2 roubos e 7 faltas provocadas, com 5/8 nos lances livres) em pouco mais de 30 minutos de utilização. Penalizada na sua valorização pelos 6 turnovers cometidos, foi ainda a principal responsável por a sua equipa ter ganho a luta das tabelas (36-40 ressaltos), dos quais 15 ofensivos, bem ajudada por Chelsea Guimarães (8 ressaltos sendo 3 ofensivos). Patrícia Jorge (5 pontos, 1 triplo, 2 ressaltos e 2 roubos) cumpriu o que lhe era pedido, enquanto Catarina Cardoso e Andreia Peixoto, respectivamente com 4 e 3 roubos, se destacaram a roubar bolas. Voltou a notar-se a dificuldade de as bases controlarem a posse de bola, revelando enorme insegurança.Em termos globais, o Torres Novas foi mais eficaz nos duplos (46%-30%), mais colectivo (12-3 assistências), roubou mais bolas (22-16 roubos) e ainda cometeu menos erros (27-39 turnovers). O contra-ataque foi a sua arma mortífera ao concretizar mais de metade (30 pontos) da pontuação da equipa, nessa situação. De nada valeu ao CAR Jamor o facto de ter ganho as tabelas porque a sua eficácia foi muito baixa (26% nos lançamentos de campo contra 40% do adversário) e também o ter provocado mais faltas (12-16) não foi convenientemente aproveitado por causa da fraca eficácia (50%) da linha de lance livre, ao desperdiçar metade (10) das 20 tentativas a que teve direito. Ficha de jogoPalácio dos Desportos de Torres Novas CD Torres Novas (59) – Leonor Cruz (6), Cátia Mota, Donica Cosby (30), Nilza Utali e Taylor Turnbow (11); Patrícia Simões, Daniela Pascoal (2), Cheila Carvalho (2), Ana Esteves (2), Mariana Pinheiro (6) e Tânia CabaçoCAR Jamor Feminino (40) – Catarina Cardoso (2), Maria Inês Santos (2), Maianca Umabano, Ana Granja (3) e Maria Kostourkova (13); Constança Neto, Chelsea Guimarães (3), Beatriz Silva (5), Ana Rita Reis (6), Emília Ferreira (1), Andreia Peixoto e Patrícia Jorge (5)Por períodos: 16-8, 16-16, 17-9, 10-7Árbitros: André Ferreira e Tiago AgudoO próximo jogo do CAR Jamor Feminino é no dia 21, a partir das 21H00, no Pavilhão LORD (Faculdade de Motricidade Humana), para a recepção ao Montijo Banda Basket.
Novos Orgãos Sociais
Nos documentos relacionads com esta noticia poderá consultar a constituição dos órgãos sociais da A.B.Alentejo.
Mãe faz apelo: «O Gonçalo tem de encontrar um dador compatível até dezembro»
Bonito, cheio de saúde, praticava basquetebol federado no Clube de Basquetebol de Queluz, frequentava o 10º ano da área de Ciências e dividia os tempos livros entre os amigos, a playstation e os jogos da NBA, como fã dos Miami Heats.
Foi já no final das férias, na companhia dos pais, Ana Cláudia e Luís Franco, que o aparecimento de uma aparentemente normal amigdalite o obrigou a enfrentar uma nova realidade: sofre de aplasia da medula, a mesma doença que afetou Gustavo, de 3 anos, filho do futebolista Carlos Martins, que entretanto já lhe fez uma simpática visita.Gonçalo trava agora uma batalha contra o tempo: dezembro é a data limite para encontrar um dador compatível de medula óssea.A mãe, Ana Cláudia Franco, não quer pensar em cenários derrotistas e desdobra-se em ações de campanha de angariação de novos dadores. Durante a entrevista, as lágrimas e as emoções «atraiçoaram-na» algumas vezes e desabafou: «Os dias vão passando e a angústia aumenta. Mãe nenhuma merece passar por isto.»«Não há ninguém compatível! Pensei em engravidar, mas o médico disse-me ogo que o Gonçalo não tem tempo para esperar!», explicoua mãe angustiada.Ana Franco tem-se desdobrado em campanhas de angariação de dadores de medula. «Os antigos colegas de escola dele de Massamá andaram porta a porta a distribuir panfletos a pedir ajuda para o Gonçalo. Também temos feito várias campanhas e há muita gente a participar, a partilhar… É tão simples ser dador de medula óssea e é isso que eu peço às pessoas: registem-se! Penso que não deve haver nada melhor do que ser dador de medula e poder salvar a vida de alguém, não interessa o rosto ou o nome.»Desde agosto que Gonçalo não produz glóbulos brancos. Por isso mesmo, além do uso da máscara, antes de sair da cama, a casa é toda desinfetada com álcool. A mãe confessa que lhe custa não poder abraçar o filho. «Não posso dar-lhe beijos, estarmos encostados um ao outro… Custa-me não ter essa ligação e eu gosto tanto de estar agarradinha a ele… »
“Temos de ser consistentes no 1×1”
Numa entrevista ao Site do CAB, João Freitas fez a antevisão do encontro, onde destacou a capacidade ofensiva dos minhotos, a qualidade dos seus dois novos estrangeiros, e daí a importância da defesa do 1×1. O técnico insular está curioso em perceber qual o estado da sua equipa, bem como a evolução que fez durante este interregno na competição.
“Depois de três semanas em que não jogamos, estamos expectantes para ver como continua a nossa evolução. Só com os jogos (e com estes a acontecerem regularmente) é que temos consciência do que temos que melhorar. Este vai ser um campeonato em que se vão passar coisas muito estranhas e a equipa e os treinadores têm que saber encontrar o equilíbrio necessário para fazer face às situações que vão acontecer durante o mesmo. No nosso caso esta paragem até serviu para recuperar os nossos bases, que vêm de lesões prolongadas.”“O Barcelos foi um adversário que, no ano passado, nos criou muitos problemas. Este ano, assinou dois estrangeiros jovens que, agora mesmo, são dos melhores marcadores da Liga. Além disso, têm um base e um extremo com capacidade ofensiva muito boa e que jogam de forma muito simples, com três ou quatro movimentos que usam durante o jogo. Vão criar problemas com as penetrações em drible, que, tal como o Algés, usam muitas vezes como forma de atacar.”“Da nossa parte, temos que ser muito consistentes no 1×1 e funcionar muito bem com as ajudas na penetração. Só assim minimizamos a sua forma de atacar. Como sempre, queremos contar com muito apoio, que todos sintam que esta equipa é sua e que tudo fazemos para honrar o compromisso que temos com o Clube e os seus simpatizantes.”
Gradeço:«Capacidade de superação»
E segundo o seu treinador, isso deve-se a um conjunto de aspetos trabalhados, que permitem à equipa minimizar as dificuldades. Na próxima jornada a equipa visita o Illiabum, adversário que Francisco Gradeço não se coíbe de elogiar.
Uma vez mais, o Sangalhos manteve o núcleo duro da equipa para esta temporada. Depreendo que continua a depositar total confiança nos jogadores com quem trabalha? O Sangalhos manteve parte do núcleo duro. Perdeu jogadores importantes, como os irmãos Carmo, e o André Duarte fez uma rotura do tendão de Aquiles no primeiro jogo de preparação. Todos eles eram bases e segundos bases, como tal a equipa ficou desequilibrada, perdeu profundidade e versatilidade, principalmente no ataque. No entanto, os que ficaram e os 7 juniores que integram a equipa formam um grupo coeso e com uma excelente atitude, dando garantias de entrega total. Umas vezes vamos ganhar outras perder, mas todos procurarão dar o seu melhor em prol da equipa.Ano após ano o clube consegue ser competitivo e intrometer-se na luta pelos lugares da frente. Que explicações apontaria como sendo determinantes para que tal aconteça? Um modelo de jogo e de preparação ajustados aos jogadores, procurando extrair o melhor de cada um; princípios e regras defensivas bem definidas, bem como uma preparação dos jogos cuidada, aspetos que nos têm permitido ser a melhor defesa da fase regular nas últimas 3 épocas; um excelente espírito de grupo e capacidade de superação dos jogadores. Só assim temos conseguido minimizar as dificuldades no jogo interior e no ressalto, pela ausência de postes e de jogadores atleticamente dotados.Isto num ano em que a competição será uma das mais disputadas de sempre. Concorda com esta ideia? A Proliga tem sido sempre a competição mais equilibrada de todas e penso que esta época não vai fugir à regra. Para mim há 3 equipas muito fortes, com planteis de qualidade e extensos, beneficiando do recrutamento de jogadores de reconhecida competência e experiência profissional. As outras, incluindo o Sangalhos, apresentam-se niveladas mas com menor qualidade, pela muita juventude e pela ausência de estrangeiros, fruto das dificuldades financeiras dos clubes.Que leitura faz da passagem de vários jogadores de Liga para o campeonato da Proliga? E que impacto poderá isso ter na competição? É fruto das dificuldades financeiras, principalmente dos clubes que compõem a Liga. Mas constitui, sem dúvida, um fator de valorização da competição pela sua competência e experiência. Muitos deles são melhores que os estrangeiros que têm integrado a prova e serão uma referência para os muitos juniores que integram os plantéis. Também demonstra a paixão que têm pelo jogo, em treinar e jogar, um valor importante para todos, em especial os jovens.Prevê-se um teste difícil na próxima sexta-feira, com uma deslocação a Ílhavo que parece estar a subir de rendimento. A maior experiência do Sangalhos poderá ser a chave para uma vitória nesta jornada? Não considero sermos mais experientes; integramos jovens sem passado nos centros de treino e seleções nacionais. O Illiabum tem um plantel com muita juventude de grande potencial, com disponibilidade para treinar bidiário, e o João Figueiredo e o Fernando Martins não são “principiantes”. Espera-nos uma tarefa difícil, como sempre, mas lá estaremos para dar o que temos e lutar pelo jogo.
Miguel Queiroz em alta
De referir ainda, que três jogadores repetiram a presença no melhor cinco da jornada.
CAMPEONATO DA PROLIGAMVP Global e Nacional: Miguel Queiroz, Illiabum Clube, 34 de valorizaçãoA equipa de Ílhavo somou a segunda vitória consecutiva em casa, num claro sinal que a equipa está a subir de rendimento. O mesmo sucede com o internacional A Miguel Queiroz, já que no jogo frente ao Terceira Basket foi determinante na vitória dos ilhavenses. Marcou 26 pontos, capturou 17 ressaltos, distribuiu 3 assistências, roubou 2 bolas e ainda desarmou 1 lançamento, números que comprovam a qualidade que lhe é apontada.5 IDEALPosição 1 – Tiago Pinto, Eléctrico Futebol Clube, 23.5 de valorizaçãoO base da formação de Ponte de Sor tem sido um dos grandes responsáveis pelo bom inicio de época que a equipa tem vindo a realizar. Voltou a ser decisivo em mais um triunfo dos alentejanos, desta vez na Figueira da Foz, ao contribuir com 22 pontos, 7 ressaltos, 3 assistências e 1 roubo de bola. Posição 2 – Henrique Sicó, Illiabum Clube, 25 de valorizaçãoO jovem vindo do Barreirense é mais uma das apostas na juventude feita pelo do clube nesta temporada. Sicó é mais um internacional Sub-20 que procura no Illiabum o seu espaço para poder continuar a evoluir. O jogo com o Terceira Basket é um bom exemplo disso mesmo, como comprovam os 19 pontos, 6 ressaltos e 1 assistência registados pelo atleta.Posição 3: Mário Jorge, Eléctrico Futebol Clube, 30 de valorizaçãoO experiente jogador dos alentejanos continua a revelar a sua extrema utilidade, razão pela qual esta não é a primeira vez que marca presença no cinco ideal da jornada. Contabilizou mais um duplo-duplo, 19 pontos e 10 ressaltos, números que demonstram a sua utilidade nas tarefas defensivas e ofensivas da equipa de Ponte de Sor.Posição 4: Miguel Queiroz, Illiabum Clube, 34 de valorização O atleta do Illiabum foi o MVP Global e Nacional da ronda.Posição 5: Álvaro Pontes, AngraBasquete VAQUINHA, 29 de valorização Começa a ser uma presença habitual no melhor cinco da jornada. Uma constatação que significa regularidade e qualidade nas exibições do jogador da equipa açoriana. Os resultados do AngraBasket não têm sido muito positivos, mas isso não tem impedido que Álvaro Pontes some boas exibições, como foi o caso do jogo frente ao Sangalhos. Registou 17 pontos, 12 ressaltos, 3 desarmes de lançamento e 2 assistências, mais um duplo-duplo na sua carreira.Nota: O cinco da ideal da 3ª jornada da Proliga foi elaborado sem ter em conta o jogo realizado entre o Desportivo de Leça e a Oliveirense,uma vez que a estatística do jogo não foi disponibilizada ao site da FPB
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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