Artigos da Federaçãooo
Carla Nascimento eleita MVP
Na Suécia, Mário Fernandes marcou 24 pontos e é o líder do campeonato em roubos de bola, com uma média de 2.6 por jogo.
Na Liga Feminina 2A, Carla Nascimento esteve verdadeiramente inspirada e acabou eleita MVP na vitória do Al-Cazers sobre o Celta, por 71-57. Em 38 minutos a portuguesa somou 17 pontos, 6 ressaltos, 3 assistências e 2 roubos de bola.Em França, o Nanterre derrotou o Paris Levallois no principal campeonato do país, por 81-77, mas Miguel Cardoso continua sem jogar. A equipa é 10.ª na tabela classificativa.Já na divisão Pro B, a equipa de Filipe da Silva venceu nesta 6ª jornada. O Rouen superou, em casa, o Nantes, por 95-83 – com o base português a somar 1 ponto, 2 ressaltos, 1 assistência e 1 roubo de bola –, e ocupa o 11º lugar, com 3 vitórias e outras tantas derrotas.Na Suécia, o Jamtland de Mário Fernandes também foi bem sucedido. Levou a melhor sobre o Boras, por 115-110, com o base madeirense a protagonizar uma belíssima exibição, consubstanciada em 24 pontos, 6 assistências, 4 roubos de bola e 1 ressalto. A meio da semana, na 6ª jornada, a equipa fora derrotada na deslocação ao pavilhão do Sundsvall, por 78-106, partida onde Mário a registou 5 pontos, 4 assistências, 4 roubos de bola e 1 ressalto, em 32 minutos. O Jamtland é 7º, com 3 vitórias e 4 derrotas e Mário é o jogador com mais bolas recuperadas no campeonato – média de 2.6 por jogo.Em Espanha, na LEB Ouro, o Planesa Navarra de João Soares bateu o Cáceres (75-69), com o português a somar 2 pontos, 1 assistência e 1 roubo de bola, em 9 minutos.Já o Corunha, líder do campeonato só com vitórias, bateu o Clavijo, por 83-80, mas o jovem João Grosso não foi utilizado.Na LEB Prata, o Ávila superou o Guadalajara, por 63-47, num jogo onde Jonah Callenbach contribuiu com 1 ressalto e 1 assistência, em 16 minutos.Nas senhoras, o Irún de Sónia Reis perdeu por apenas um ponto, em casa, diante do Conquero (68-69) na 3ª jornada da Liga Feminina de Espanha. Sónia jogou 5 minutos, durante os quais registou 2 ressaltos e 2 assistências.Na Liga Feminina 2A, Carla Nascimento esteve verdadeiramente inspirada e acabou eleita MVP na vitória do Al-Cazers sobre o Celta, por 71-57. Em 38 minutos a portuguesa somou 17 pontos, 6 ressaltos, 3 assistências e 2 roubos de bola.Na Liga Feminina 2B, Carla Freitas marcou 10 pontos, capturou 2 ressaltos, distribuiu 1 assistência e fez um roubo de bola mas não conseguiu evitar o desaire do Orion (46-63) sobre o
Eliminatória arranca esta terça
A partir das 21 horas, a formação bairradina vai tentar repetir a vitória do passado dia 20 de Outubro, data em que foi vencer a Ponte de Sor, em jogo da 2ª jornada do campeonato da Proliga, por 76-71. Quarta-feira, entram em ação a grande maioria dos clubes ainda em prova, numa eliminatória que promete muita emoção e desperta curiosidade em todos aqueles que acompanham a modalidade.
Destacamos o embate entre o líder, ainda invicto, do campeonato da Proliga, a Oliveirense, e a equipa do Sampaense que procurará neste encontro da Taça regressar às vitórias depois dos desaires averbados nos jogos a contar para a Liga. Embora o jogo que coloca frente a frente o Galitos FC e o Barcelos, duas equipas da Liga, seja naturalmente o jogo grande da eliminatória. Uma reedição da última jornada do campeonato, que terminou com a vitória dos minhotos no Barreiro (72-67).Recorde-se que a Ovarense Dolce Vita, CAB Madeira e Física T. Vedras ficaram isentos desta eliminatória e têm já lugar garantido nos oitavos-de-final da competição.Terça-feira, 21h00 Eléctrico-Sangalhos Quarta-feira, dia 7 de Novembro:20h30: Lusitânia-Terceira 21h00: Galitos FC-Barcelos 21h00: Esgueira-Maia Basket 21h00: Illiabum-Desp. Leça 21h00: Sampaense-Oliveirense 21h30: Ac. Lumiar-V. Guimarães 21h30: Galitos-Académica 21h30: UFB-Algés 21h30: Conimbricense-Guifões Domingo, dia 11 de Novembro 17h15:Atlético-Dragon Force Dia14 de Novembro 21h30: Sp. Braga-Ginásio Dia 2 de Dezembro 15h00: SL Benfica-AngraBasket
Selecionadores Nacionais
Os treinadores Ricardo Vasconcelos e Rui Alves trouxeram um treino muito completo com relevo nos conteúdos da táctica individual.
Na parte inicial da sessão, os atletas convocados puseram à prova as suas capacidades de execução de gestos técnicos de passe e drible, aplicadas situações contextualizadas, com ambas as mãos, algo que é uma dificuldade para todos relativamente á utilização da mão não dominante.Numa segunda parte foram trabalhadas as reacções à recuperação da posse da bola, quer do ponto de vista do jogador com bola quer dos jogadores sem bola, dando atenção à tomada de decisão em função do posicionamento em campo.Os atletas presentes trabalharam muito concentrados e com grande intensidade, o que agradou, não só aos selecionadores nacionais como também aos selecionadores distritais presentes na sessão.Esta acção teve duplo aproveitamento para a Associação de Basquetebol de Coimbra, pela oportunidade do trabalho com os selecionadores nacionais e pelo primeiro momento de observação de altetas do escalão de sub-16 que poderão integrar as selecções distritais.Esta sessão foi realizada em parceria com a Federação Portuguesa de Basquetebol e a Câmara Municipal de Cantanhede.Participantes:Pedro Mendes ACADEMIAGustavo Rodrigues ACADEMIAAnhasói Rodrigues ACADEMIAJoão Bento ACADEMIAAndré Bettencourt CAD-ACBAlberto Malafaia GINÁSIORui Saraiva OLIVAISMiguel Brito OLIVAISRuben Dinis OLIVAISAndré Cavaco SAMPAENSEDavid Monteiro SAMPAENSEBernardo Monteiro CIMONTEMORJoão Cunha CIMONTEMORBeatriz Fernandes AACCarolina Antunes AACTeresa Salazar AACFrancisca Ferreira AACFrancisca Marques SOC. COLUMBOFILAMatilde Melo SOC. COLUMBOFILAMariana Melo SOC. COLUMBOFILARute Mendes SOC. COLUMBOFILABruna Costa SOC. COLUMBOFILALuísa Carvalho SPORTING FIGJoana Rodrigues SPORTING FIGMaria Neto SPORTING FIGInês Bem-Haja OLIVAISAna Garcia OLIVAIS
Dupla vitória do Boa Viagem
Em jogos antecipados da 7ª e 12ª jornada, as açorianas bateram, no sábado, o Académico, por 75-51, e no dia seguinte o Lousada, por 67-56. Com estes dois triunfos, as comandadas de Marcos Couto alcançaram a Quinta dos Lombos no comando da tabela classificativa da Liga Feminina.
Projeto Seleção do Futuro iniciou a sua atividade
Jogos pré-desportivos, exercícios com habilidades motoras do basquetebol e acções motoras diversas, temperadas com muito jogo de minibasquete, enriqueceram a manhã chuvosa de Domingo destas crianças.Esta ação tem igualmente a finalidade de observar atletas nascidos em 2001 e 2002 que possam vir a participar em acções futuras deste projecto. Na direção desta atividade este a Fátima Silva que irá liderar o projeto Seleção do futuro, coadjuvada pelo Coordenador Técnico do Comité Distrital de Minibasquete e o Diretor Técnico Regional.Uma palavra especial para o grande número de Pais que compareceram e assistiram a esta iniciativa. Esperamos que a mesma possa contribuir para a valorização do Minibasquete da AB Leiria e reconheça o esforço que os seus clubes filiados têm desenvolvido, mesmo em tempo de crise, para fomentar a modalidade.
«Jogar sempre para ganhar»
Nuno Barroso aborda também os problemas financeiros e diretivos do Lusitânia, que, garante, em nada afetaram o trabalho da equipa.
Contava com Ricky Franklin e com Brian Mills para integrar o plantel que, entretanto, já arrancou a sua participação na Liga Portuguesa de Basquetebol, época 2012/13?Do ponto de vista teórico, contava. Na prática, sabia que seriam opções difíceis de concretizar, pois foram jogadores que se valorizaram muito na época passada e que, de certeza, teriam propostas que o Lusitânia não poderia acompanhar. Foi o que aconteceu. É evidente que ponderei a renovação destes dois elementos, mas também sabia que teriam de existir soluções alternativas.A componente financeira, face à conjuntura atual, é cada vez mais uma preocupação em tudo o que envolve a constituição de um plantel? É sempre importante e, na atualidade, maior importância assume. É determinante, nomeadamente, para a qualidade no recrutamento dos jogadores.É daí que surge, também, esta continuidade que tem marcado o plantel do Lusitânia desde 2009/10, ano do título da Proliga?A continuidade não resulta de questões estritamente financeiras. Está relacionada, sobretudo, com a opção de manter um conjunto de jogadores que formam a base e o sustento da equipa e que tem, de facto, apresentado resultados muito satisfatórios. É uma opção técnica que tem sido ganha.Mas são jogadores que, à semelhança de Brian e Ricky, também se têm valorizado ao longo dos anos… Evidentemente. Atletas como Mohamed Camará e Marcel Momplaisir, mas também Augusto Sobrinho, têm-se valorizado. Todos estes jogadores têm a suas expetativas profissionais e serão, certamente, sensíveis a eventuais propostas mais vantajosas. Mas penso que o clube, apesar das dificuldades, tem conseguido dar esta resposta.O Daniel Monteiro tem apresentado estatísticas importantes neste arranque de época. É um dos principais “reforços”?Sem dúvida que é um reforço para a equipa, isto considerando que esteve quase toda a época passada parado devido a lesão, realizando apenas a parte final da temporada, embora bastante condicionado. Neste momento, mesmo não estando ainda a 100%, encontra-se já muito próximo disso e é um elemento, sem dúvida, capaz de oferecer à equipa grande qualidade de jogo.O que espera de Durrel Nevels e de Jeremy Goode? O recrutamento destes dois atletas resulta da intenção de trazer para a equipa jogadores que conheçam a realidade desportiva e competitiva do basquetebol português. Esperamos deles, sobretudo, o que foram capazes de fazer em épocas anteriores em Portugal, pois já provaram ter qualidade. Ninguém está no plantel para “salvar a equipa” e cada um terá as suas funções. Estes dois atletas inserem-se neste contexto.O Jeremy já demonstrou ter qualidade para substituir Ricky Franklin com eficácia? O Ricky era um base muito completo e forte defensivamente. Com o Jeremy, do ponto de vista defensivo, algumas soluções antes utilizadas não serão possíveis. No entanto, o Jeremy, no plano ofensivo, tem argumentos muito fortes, com grande capacidade de penetração e, defensivamente, também é um jogador muito interessante. O Durrel é um guerreiro, que luta muito nas tabelas e nos ressaltos, procura muito os segundos lançamentos e é um jogador muito rápido em transição. São estas qualidades que pro- curamos que coloquem ao serviço da equipa.O Durrel Nevels é um “namoro antigo”? O Durrel é alguém bastante empenhado, trabalhador e integrou-se muito bem no nosso meio. Estes aspetos comportamentais e de personalidade, associados às qualidades físicas e técnicas, são determinantes para o recrutamento. Em face deste conhecimento, o Durrel passou a ser uma prioridade e levou vantagem em relação a outros jogadores que constavam no plano de recrutamento.Este é um grupo que se equipara em termos de qualidade ao da época passada?Sim, mas iremos, provavelmente, apresentar um estilo de jogo um pouco diferente, pois existem jogadores com caraterísticas dife-rentes. Mas, no cômputo geral, o rendimento será idêntico. Tenho poucas dúvidas em relação a isto e temos condições para repetir a performance da temporada passada.Que papel está reservado para os “jogadores da casa”? Espero deles o mesmo que espero dos restantes. Acima de tudo, que evoluam do ponto de vista técnico e comportamental e saibam aproveitar as oportunidades, de modo a que possam ser cada vez mais importantes na estrutura da equipa. Penso que, na época passada, o David Tavares registou uma evolução assinalável e, inclusive, participou de forma mais consistente na parte final da temporada. Este ano, o David continua a mostrar condições para manter este processo de evolução. Já o Miguel Freitas, na minha opinião, estagnou um pouco em relação à primeira época, mas, nesta primeira fase da nova temporada, tem demonstrado muito empenhamento no sentido de dar um salto de qualidade. Tem, claramente, condições para o fazer. O Pedro Matos é um jogador que está agora a começar no Lusitânia e precisa de melhorar alguns aspetos relacionados com a abordagem ao treino e ao jogo. Está a fazê-lo. Quanto ao Carlos Dias, é um atleta mais maduro e sabe que contributo pode oferecer à equipa. De um modo geral, estou satisfeito com a sua prestação e será um jogador importante na rotação no jogo interior.De uma forma concreta, quais são os objetivos do Lisitânia para 2012/13?A manutenção na Liga Portuguesa de Basquetebol. Isto passa pelo 10º lugar. A partir daqui, vamos lutar pela melhor classificação possível. É este o objetivo que está traçado, na certeza de que iremos jogar sempre para ganhar. “Sem focos de instabilidade” Os problemas financeiros e diretivos que o Lusitânia atravessa são públicos, mais recentemente originaram algumas incertezas quanto ao futuro do futebol e basquetebol, pois chegaram a estar em causa as deslocações das equipas, algo confirmado pela própria Comissão Executiva. No caso do Basquetebol, até que ponto esta situação tem influenciado a tranquilidade do plantel na preparação da nova época?O que posso acrescentar é que esta situação não influenciou em nada o trabalho e a preparação da equipa. Temos tentado – e penso que temos conseguido – manter distanciamento em relação a estas questões, na certeza de que o clube possui uma Comissão Executiva que tem tratado destes assuntos da melhor forma. Sabemos que o clube está em boas mãos e resta-nos fazer o nosso trabalho, sem qualquer influência negativa.Mas não causa, pelo menos, ansiedade quando é a própria Comissão Executiva a assumir que as deslocações podem estar em risco?Até agora não, pois o diálogo tem sido sempre positivo, aberto e todos estes acontecimentos são do conhecimento da equipa. Até agora, não tem existido qualquer foco de instabilidade e nem qual- quer dificuldade para o trabalho da equipa de basquetebol do Lusitânia.
«Orgulhosos da nossa prestação»
Agora, segue-se um teste de fogo – a Supertaça – frente ao Benfica, adversário que o técnico não tem pejo em considerar favorito à vitória naquela partida. Mas não se pense que a formação de Coimbra não vai dar luta. “Saímos sempre do campo com a consciência de que não deixámos uma gota de suor por transpirar na camisola que envergamos”, garante Norberto Alves.
Quando aceitou regressar ao comando técnico da Académica, tinhaconhecimento das limitações que iria ter para formar o plantel? Tínhamos conhecimento que toda a nova direção iria trabalhar em equipa para superar com sucesso um desafio muito difícil. Quando deixámos a Académica em 2010 ficámos num excelente terceiro lugar na Liga fruto dessa forma de encarar os desafios ao longo de vários épocas. Pensamos que vamos vencer, mais uma vez, estas dificuldades. O apoio institucional da Câmara de Coimbra continua a ser decisivo para manter toda a actividade do clube que tem todas as equipas, do sector feminino e masculino, mais de 200 atletas e onde se inclui uma equipa de jovens com necessidades educativas especiais. A Académica vai muito para lá da equipa sénior – tem um papel relevante em termos sociais. Assim, só podíamos aceitar o desafio que nos lançou o Presidente Carlos Gonçalves. Esta será a nossa 8ª época na Académica, em 3 ciclos diferentes, a treinar a equipa sénior. Tal como em todas as outras 7 épocas anteriores, em que tivemos excelentes resultados, desejamos que este ano a equipa mantenha o mesmo espírito, assente nos pilares de sempre: ambição, humildade e respeito, pelos nossos adversários mas fundamentalmente pelo nosso próprio trabalho. Apesar de tudo, está satisfeito com o desempenho, até ao momento,da sua equipa? Estamos todos orgulhosos da nossa prestação. Vencemos os 2 jogos até agora disputados da Liga, fomos à final da Taça António Pratas, vencemos os jogos de preparação nomeadamente contra o Libolo, uma excelente equipa, atual campeão de Angola e continuamos a treinar e a jogar como uma verdadeira equipa. Falando agora concretamente do jogo da Supertaça. Um pouco a história do David contra o Golias… Eles são favoritos. Mas para nós isso é habitual: todas as equipas são favoritas quando jogam contra nós – contra todas temos de nos superar. Portanto, nada de novo. O mais interessante é verificar que as outras equipas também têm que pensar em superar-se quando jogam contra a Académica. Sabem que jogamos de uma forma coletiva e nunca desistimos – nós ganhamos sempre, porque sempre saímos do campo com a consciência de que não deixámos uma gota de suor por transpirar na camisola que envergamos. Sem vedetismos e individualismo. Para nós trabalhar em equipa, ter um extremo espírito de sacrifício e concentração coletiva não é uma opção… é uma necessidade!Consegue encontrar o tendão de Aquiles desta equipa do Benfica? Estamos sempre mais preocupados connosco do que com os outros. Todas as equipas têm pontos fracos, mas relativamente à equipa do Benfica e no contexto do atual campeonato os pontos fracos são as outras equipas… A chegada de um norte-americano vem certamente ajudar a equipa, mas vai alterar alguma coisa na forma de jogar da Académica? Na Académica não temos americanos ou portugueses – temos jogadores que têm de ser desenvolvidos. A única coisa que altera é que além do Marco Gonçalves já temos outro jogador interior – normalmente uma equipa tem 4 ou 5… Os jogadores que têm tido a necessidade de fazer de uma forma adaptada essas posições têm dado uma excelente resposta. O jogador que vem não é nenhuma estrela. É um jovem que acabou agora a carreira universitária e que vem colaborar – era impossível fazer toda a época apenas com um poste.O que vai “exigir” dos seus jogadores para este jogo? Não precisamos de exigir nada. Eles dão sempre tudo o que têm pela Académica. Às vezes os outros são melhores a jogar basquetebol. Apenas isso.
«Supertaça é uma final»
O jogador internacional português aborda ainda a época e garante que na Luz o objetivo passa pela revalidação do título.
O facto de este ano serem apontados como favoritos a vencer todas as provas, é algo que está ser encarado com naturalidade por parte de Betinho e seus companheiros. “Na minha opinião, e de todo o grupo, creio que não existe pressão nenhuma. Mas sabemos como as pessoas pensam que vai ser tudo fácil e que praticamente vamos ‘passear’ pela Liga. Mas deixo bem claro que este não é, e nunca será, esse o nosso pensamento. Nós vamos jogar cada jogo como se fosse uma final, porque caso contrário podemos ter alguma surpresa e não queremos que isso aconteça.”O facto de nos últimos tempos a equipa encarnada ter voltado a dominar o basquetebol nacional não faz esmorecer o desejo de conquistar cada vez mais competições. “A nossa ambição é a mesma que do ano passado – trabalhar duro e colher o fruto no fim. Queremos revalidar o titulo e vamos ter toda a ambição para ultrapassar as dificuldades que nos irão aparecer pela frente.”São muitas as opções de qualidade que o plantel do Benfica tem este ano, razão pela qual Betinho concorda que o relaxamento poderá ser o principal inimigo. “Mas nós estamos a trabalhar para que isso não aconteça. Ou seja, todos os treinos têm sido a um nível de muita intensidade para evitar qualquer tipo de relaxamento. Afinal joga-se como se treina.”A Académica, agora reforçada com um norte-americano, causou alguma sensação no arranque da primeira final disputada este ano, algo que foi corrigido pelos encarnados ao longo do jogo. “O erro que não podemos cometer é pensar na final da Taça António Pratas, se formos a pensar que vamos ganhar por 30 e relaxar poderemos ter surpresas. Esta Supertaça é uma final e será encarada como tal.”O internacional português reconhece argumentos ao seu adversário, realçando o facto de a Académica se ter tornada mais coesa por ser formada por jogadores portugueses. “Eu especialmente notei uma equipa mais coletiva que o ano passado, o facto de não terem 2 ou 3 americanos obriga-os a serem mais organizados se quiserem ter oportunidades contra o Benfica, ou contra qualquer outra equipa da Liga.”
Cândido Sá eleito MVP
O desempenho do jovem Cândido Sá fez dele o MVP da ronda, numa jornada em que o cinco ideal é maioritariamente nacional.
CAMPEONATO DA PROLIGAMVP Global e Nacional: Cândido Sá, Sport Lisboa e Benfica, 34.5 de valorizaçãoFantástica exibição deste internacional Sub-20, ficando a faltar ter sido coroada com a vitória da equipa. A sua versatilidade e envergadura permite-lhe jogar em várias posições, algo que faz dele um jogador ainda mais interessante. Um jogador jovem que se enquadra na perfeição no projeto da equipa “B” do Benfica. Na derrota frente ao Eléctrico, Cândido registou 20 pontos, 16 ressaltos, 3 roubos de bola e 1 assistência, números que fizeram dele o jogador mais valioso da jornada. 5 IDEALPosição 1 – Tiago Pinto, Eléctrico Futebol Clube, 28 de valorizaçãoO base dos alentejanos foi preponderante no triunfo frente ao Benfica “B”. Não por aquilo que fez em termos individuais, mas pela forma como assumiu a responsabilidade do jogo nos momentos mais complicados do jogo. A experiência e o talento que possui explicam os 27 pontos, 8 ressaltos, 5 assistências e 1 roubo de bola que contabilizou, ainda que não revelem a liderança que exerce na equipa. Destaque ainda para as 16 faltas que provocou durante o encontro.Posição 2 – Nuno Marçal, Maia Basket, 32.5 de valorizaçãoNaturalmente com a sua subida de forma e conquista de ritmo de jogo, Marçal aproxima-se cada vez mais do nível que o fez distinguir no basquetebol nacional. O antigo internacional português abriu o livro no jogo frente ao Casino Ginásio, 30 pontos e 13 ressaltos, contribuindo decisivamente para que o Maia Basket saísse da Figueira da Foz com mais uma vitória no campeonato.Posição 3: Cândido Sá, Sport Lisboa e Benfica, 34.5 de valorizaçãoFoi o MVP Global e Nacional da jornada.Posição 4: Tiago Raimundo, Illiabum, 29.5 de valorizaçãoA sobriedade deste ex-atleta do Barreirense talvez seja a sua principal virtude, e algo que faz dele um jogador extremamente útil e regular para qualquer treinador. A exibição de Raimundo diante o AngraBasket, 14 pontos, 17 ressaltos e 4 roubos de bola, ajudou a equipa do Illiabum a conquistar sua primeira vitória na competição. Posição 5:Chano Rashiduddin, Terceira Basket, 28 de valorizaçãoNem a fantástica exibição de Chano impediu que a equipa açoriana do Terceira Basket tivesse sido derrotada na deslocação que efetuou até Sangalhos. Os 15 pontos, 18 ressaltos, 2 assistências e 1 roubo de bola que registou não foram suficientes para que os insulares somassem a seu primeiro triunfo do campeonato.Nota: O cinco da ideal da 3ª jornada da Proliga foi elaborado sem ter em conta o jogo realizado entre o Guifões e a Oliveirense,uma vez que a estatística do jogo não foi disponibilizada ao site da FPB
Algés reedita triunfo na Supertaça Feminina
Partida intensa jogada sempre a um ritmo elevado que terminou com a vitória do Algés (66-64), reeditando o êxito de há um ano, ante o CRCQ Lombos. No final a capitã das algesinas, Catarina Coelho, acompanhada da sub-capitã Ana Oliveira, receberam o troféu (3º) que irá deste modo embelezar a vitrina do clube. Antes a poste norte-americana Laura Broomfield recebera das mãos do Director Técnico Nacional, Manuel Fernandes, a tradicional bola dourada alusiva ao prémio MVP do encontro, conquistada com inteiro mérito.
Antes de passarmos ao comentário do jogo, cumpre-nos agradecer a colaboração prestada pela AB Aveiro, que mais uma vez esteve na organização conjunta do evento, em parceria com o clube anfitrião. A equipa da AD Vagos que alinhou desfalcada da atiradora brasileira Lilian Gonçalves (lesionou-se no treino da véspera) viu o Algés ter uma entrada de rompante (chegou a 14-4 a meio do 1º quarto), mas depois teve a serenidade suficiente para reagir de tal forma que, ao impor um parcial de 2-10, terminou os 10 minutos iniciais a perder por um cesto (16-14). Era Joana Lopes que liderava a reacção vaguense, com 2 triplo e 1 duplo, em 3 lançamentos de campo tentados, enquanto por bandas das algesinas era a dupla norte-americana (Broomfield e Jones) que assumia as despesas, bem ajudada pela jovem Joana Soeiro, bem na leitura de jogo.No 2º período (12-16) as comandadas de Nuno Ferreira tomaram a liderança do marcador, mas com o Algés a não permitir que o adversário disparasse, tendo-se inclusive registado várias situações de igualdade. Começava o tiro exterior da AD Vagos (4 em 10 tentativas) a revelar-se decisivo, enquanto no Algés a arma era o jogo interior, com Broomfield e Jones a dividirem os louros entre si em termos de pontuação (10 pontos para cada) e a primeira a ser a melhor ressaltadora da partida ao intervalo (9 ressaltos), sendo também a jogadora mais valorizada (20,0) na 1ª parte. As vaguenses ganhavam as tabelas (16-21 ressaltos) e a sua vantagem ao intervalo (28-30) era também resultado da fraca eficácia do Algés na linha de lance livre (3/10).No 3º quarto (14-19) acentuou-se a superioridade da equipa vaguense, que chegaram a ter vantagens da ordem dos 8 pontos. Os triplos das pupilas de Nuno Ferreira continuavam a cair (6/12), excelentes 50%, fruto de uma boa selecção de lançamento. Não espantava pois o facto de ao cabo de30 minutos jogados as vaguenses continuarem na frente e agora com uma almofada mais confortável (42-49). Quem continuava como um autêntico relógio, do lado do Algés, era a atlética Broomfield, a dominar a área restritiva, já com um duplo duplo (18 pontos e 12 ressaltos). Quando tudo levava a crer que o rumo do encontro se encaminhava para a vitória da AD Vagos, a quebra verificada a partir do meio do 4º período (24-15), fez com que as comandadas de José Araújo arrancassem decididamente para o triunfo, aproveitando da melhor maneira a exclusão da poste Ebony Ellis e 2 turnovers no ataque vaguense que resultaram em contra-ataques convertidos pela experiente Catarina Coelho ao alcançarem ao igualdade (62-62 e 64-64), para depois selarem o êxito nos instantes finais. Nas vencedoras grande exibição da poste norte-americana Laura Broomfield, MVP da partida (40,5 de valorização) que terminou com um duplo duplo, ao contabilizar 25 pontos (11/13 nos duplos), 14 ressaltos, uma assistência, 1 roubo, 4 desarmes de lançamento e 5 faltas provocadas, com 3/6 nos lances livres. Foi bem acompanhada pela sua compatriota Courtney Jones (18 pontos, 6 ressaltos defensivos, duas assistências, 1 roubo e 3 faltas provocadas, com 4/5 nos lances livres), pela jovem (ainda Sub-18) Joana Soeiro (6 pontos, 6 ressaltos, 5 assistências, 1 roubo e 4 faltas provocadas, com 2/7 nos lances livres) e ainda pela capitã Catarina Coelho (4 pontos, duas assistências e 3 roubos). Na AD Vagos a mais valiosa foi Joana Lopes, também autora de um duplo duplo (26,5 de valorização) ao anotar 14 pontos, 4/6 nos triplos, 11 ressaltos, 5 assistências, 2 roubos e duas faltas provocadas. Foi bem secundada por Daniela Domingues (14 pontos, 2/4 nos triplos, 7 ressaltos sendo 4 ofensivos, 4 assistências, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 4 faltas provocadas, com 4/4 nos lances livres) e Joana Jesus (11 pontos, 3/5 nos triplos, 5 ressaltos, duas assistências, 2 roubos e 3 faltas provocadas, com 2/2 nos lances livres). Em termos globais a vitória das campeãs nacionais ficou a dever-se à maior eficácia nos duplos (53%-29%), compensando a fraca pontaria nos lançamentos do perímetro (17%-50%) com apenas 1 triplo convertido em 6 tentados contra 9 em 18 tentativas das adversárias, ao maior colectivismo (18-15 assistências), ao menor número de erros cometidos (9-12 turnovers), ao maior número de roubos de bola (7-5) e ao facto de ter provocado mais faltas (17-14), ainda que tivessem estado desastradas na linha de lance livre (39%-100%), ao desperdiçarem 17 das 28 tentativas de que dispuseram, enquanto as vaguenses estiveram infalíveis (9/9). Por seu turno à AD Vagos de pouco valeu a supremacia nas tabelas (30-39 ressaltos), com realce para a tabela ofensiva (2-11 ressaltos). A circunstância de ter visto a sua poste Ellis recolher ao banco muito cedo (com 3 faltas) e a sua desqualificação na ponta final do encontro, acabaram por ser decisivas no acreditar das algesinas. Ficha de jogoPavilhão do Clube dos Galitos, em AveiroAlgés (66) – Jessica Almeida (9), Joana Soeiro (6), Ana Oliveira (4), Courtney Jones (18) e Laura Broomfield (25); Catarina Coelho (4), Mariana Alves e Simone Costa AD Vagos (64) – Sara Ressurreição (), Joana Lopes (14), Daniela Domingues (14), Ana Teixeira (6) e Ebony Ellis (8); Joana Jesus (11), Carolina Anacleto, Inês Pinto (2) e Inês Faustino (9) Por períodos: 16-14, 12-16, 14-19, 24-15Árbitros: Hugo Antunes e Paulo Fidalgo No intervalo do jogo foram distribuídos os prémios da Liga Feminina relativos à época 2011/12.
Benfica obrigado a aplicar-se
Se é verdade que os atiradores encarnados não estiveram numa tarde de grande inspiração, a forma como o Algés, claramente com outros argumentos, se bateu com os atuais campeões nacionais foi brilhante, tendo criado imensos problemas à forte defesa benfiquista.
Excelente réplica do Algés durante os primeiros 20 minutos, fazendo do tiro de três pontos a sua principal arma ofensiva, enquanto que na defesa, a zona 2×3 era a opção escolhida para travar a capacidade ofensiva dos encarnados.O desacerto benfiquista no tiro de longa distância, bem como em alguns lançamentos próximos do cesto, faziam com os algesinos, com todo o mérito, se mantivessem na discussão do jogo. As entradas de Heshimu (6 pontos e 3 ressaltos), Cláudio Fonseca (10 pontos e 2 ressaltos) e Diogo Carreira (6 pontos e 4 assistências) vieram mexer com o jogo, sobretudo na forma como Benfica passou a atacar a defesa zona, a procurar jogar mais próximo do cesto, mas também passou a ter outra presença no ressalto ofensivo.No entanto, a formação de Algés mantinha-se fiel ao seu estilo de jogo, a penetrar e assistir os atiradores. Ou então com o base António Pires (17 pontos, 10 assistências e 4 ressaltos) a criar desequilíbrios na defesa benfiquista, para ele próprio finalizar, ou dar inicio à rotação da bola no ataque até encontrarem o jogador livre. O intervalo chegava com os atuais campeões nacionais na frente do marcador (36-30), se bem que, com o Algés na discussão do jogo.No inicio do segundo tempo era recorrente no Benfica tentar o tiro de três pontos como forma de contrariar a mesma defesa zona do Algés, só que a tarde não era de inspiração para os atiradores encarnados. O Algés mantinha a sua agressividade ofensiva, Quintino (16 pontos e 7 ressaltos) era eficiente nas ações de contra-ataque, e António Pires era um autêntico quebra-cabeças para a defesa do Benfica de cada vez que jogava o bloqueio direto.Ainda assim, e beneficiando em parte da 3ª falta de Quintino e Josimar (5 pontos e 9 ressaltos), o Benfica sempre que jogava na áreas próximas do cesto somava pontos, pelo que a marcha do marcador continuava a ser dominada pelos encarnados. Um fantástico triplo, de muito longe, mesmo em cima da buzina, de Diogo Correia (10 pontos e 3 ressaltos), fechava o 3º período com o Benfica na frente por 53-48.Para o último quarto o técnico Carlos Lisboa optou por colocar a defender António Pires, um jogador mais alto (Andrade), para assim poder trocar em todos os bloqueios diretos. Assim como fez os seus jogadores subir a defesa para todo o campo, aumentando assim a intensidade defensiva da equipa. Os contra-ataques encarnados passaram a acontecer, e num ápice o Benfica atingia os dez pontos de vantagem (62-52).Mas o Algés recusava-se a entregar, e António Pires e Quintino continuavam enormes a liderar a equipa, que voltou a encostar o resultado a três pontos de diferença (66-69) já nos instantes finais do jogo. Mas já era tarde demais para conseguirem chegar à vitória.O extremo Carlos Andrade, duplo-duplo (13 pontos e 10 ressaltos), foi o jogador mais valorizado dos encarnados, logo seguido por Seth Doliboa (9 pontos, 7 ressaltos, 4 ressaltos e 4 roubos de bola).No Algés, muito embora o esforço de todos os atletas que participaram no jogo, Pires e Quintino foram brilhantes na forma como mantiveram a equipa sempre na discussão do jogo.
Barcelos vence no Barreiro
Foram os minhotos a iniciar melhor o encontro (17-7), uma vantagem que aumentou para quinze pontos (57-42) no final do 3º período, após uma ligeira reação da formação da margem sul no final da 1ª parte. Nos últimos 10 minutos, os comandados de António Paulo bem tentaram a reviravolta no marcador, mas o relógio jogava a favor dos barcelenses.Nuno Oliveira, apesar de ser um base, somou um duplo-duplo (12 pontos e 12 ressaltos); Marko Loncovic (18 pontos e 10 ressaltos) foi igualmente decisivo para que o Barcelos dominasse a luta das tabelas, mas foi Matic Sirnik (21 pontos e 5 ressaltos), uma vez mais, o atleta que mais se destacou na equipa visitante.O veterano António Tavares foi o melhor marcador do jogo com 24 pontos, num final de tarde em que o Galitos sentiu enormes dificuldades em fazer pontos perto da área do cesto. O norte-americano Perry Stevenson (6 pontos e 11 ressaltos) voltou a demonstrar a sua utilidade na batalha das tabelas.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
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