Artigos da Federaçãooo
Lusitânia vence em Torres Vedras
Depois de uma primeira parte dominada pela equipa da casa (36-24), os insulares deram a volta ao resultado durante o 3º periodo, graças a um bom desempenho defensivo (19-4). A Ovarense começou o campeonato com o pé direito, ao derrotar, em casa, o recém promovido Algés, por 84-62. Uma diferença pontual que só se acentuaria nos últimos 10 minutos do jogo.
A vencer por três pontos à entrada do último quarto (43-40), a equipa da ilha Terceira manteve a sua superioridade nos últimos 10 minutos do jogo (24-20), somando assim a sua primeira vitória no campeonato.A dupla de bases, formada por Daniel Monteiro (19 pontos, 6 roubos de bola, 3 ressaltos e 3 assistências) e o regressado Augusto Sobrinho (18 pontos e 2 ressaltos), foi a base do sucesso, no jogo exterior do conjunto dos Açores.Mas a grande figura do encontro acabou por ser Eky Viana, MVP do jogo, ao registar os fantásticos números de 16 pontos, 22 ressaltos e 4 assistências, ficando apenas a faltar a vitória no jogo.4º período demolidor da OvarenseA Ovarense apadrinhou a estreia do Algés no campeonato e, os vareiros, perante o seu publico levaram a melhor sobre o conjunto lisboeta (84-62). Um resultado final que não reflete o equilíbrio verificado nos primeiros três períodos, 58-55, favorável à equipa da casa, mas que se registou devido ao fantástico quarto período por parte dos vareiros (26-7).O poste Mário Gonçalves (16 pontos, 12 ressaltos e 2 roubos de bola) foi o jogador mais influente no conjunto de Ovar, bem secundado pelo jovem base José Barbosa, melhor marcador do jogo com 20 pontos, a que somou 4 assistências e 3 ressaltos.O conjunto de Algés esteve desinspirado a atirar ao cesto, bem como sentiu enormes dificuldades para equilibrar a luta das tabelas (20/36). Ainda assim, Diogo Correia registou 14 pontos, seguido de perto por Rui Quintino com 13.
Guifões inicia o Minibásquete
Este evento de Minibásquete contará com a presença das seguintes equipas: CDPóvoa; Maia BC; SC Coimbrões; Salesianos do Porto; Alfenense; UD Oliveirense e Vitória SC. O evento está orientado para os Minis 8, Minis 10 e Minis 12. Será uma grande festa de Minibásquete!
CLINIC “SELECÇÕES NACIONAIS JOVENS – FIBA EUROPE 2012″
É já no próximo dia 3 de Novembro – pode consultar o programa, através do PDF que disponibilizamos, nos detalhes desta notícia
A recepção do Clinic será feita na Biblioteca Municipal de Cantanhede, entre as 9h15 e 9h45. O Clinic terá início às 9h45 com as apresentações habituais do trabalho das selecções jovens, seguindo-se um debate entre os participantes. A partir do meio-dia, terá início a sessão prática, no Pavilhão Municipal ‘Os Marialvas’ com Ricardo Vasconcelos e Rui Alves.A ENB informa que os créditos respeitantes a esta formação serão incluídos na contagem para a renovação da Cédula de Treinador de Desporto.
Ivan Almeida fecha plantel
O atleta luso-caboverdiano, que atua na posição de extremo, e na última temporada representou o Sampaense, passa a ser mais uma opção válida para o técnico Fernando Sá, uma vez que a sua versatilidade e capacidade ofensiva vão certamente reforçar o conjunto vimaranense.
O jovem atleta de 23 anos já se encontrava há algum tempo a treinar com o plantel, razão pela qual faz todo sentido a sua utilização na estreia do Vitória no campeonato, no próximo domingo, em casa, diante o Basquete de Barcelos, pelas 16 horas.
Tiago Pinto: «Podemos discutir todos os jogos»
Nesta segunda jornada da prova, a equipa de Ponte de Sor recebe o Sangalhos, formação que vem de uma derrota mas que pode ser perigosa, ou não fosse composta por “jogadores experientes”… No entanto, a expetativa do Eléctrico passa pela conquista de um novo triunfo.
Mais uma época que começou e o Eléctrico já deu sinais que pode vir a ser novamente competitivo no campeonato da Proliga. “Temos um grupo muito unido e com grande sentido de entreajuda, o que vai ajudar bastante durante os ‘altos e baixos’ caraterísticos de uma época. Portanto, se trabalharmos bem sabemos que podemos entrar em campo todos os jogos com possibilidades de vencer.” A fase de apuramento do Troféu António Pratas, bem como os primeiros jogos da jornada inaugural do campeonato vieram confirmar o equilíbrio que se previa esta temporada. Beneficia a prova, uma vez que a incerteza nos resultados promove a emoção e a competitividade. “As equipas estão muito equilibradas, com jogadores experientes e de grande qualidade. Como tal, todos os jogos se irão decidir nos detalhes e o fator casa terá uma importância acrescida, sendo fundamental não ceder jogos no nosso pavilhão.” O campeonato começou da melhor forma para o Eléctrico, com uma vitória caseira, sobre o Illiabum, uma das equipas apontadas como candidata à subida. Um resultado que reflete o trabalho que já vem do ano anterior, já que o grupo quase não se alterou. “Foi muito importante manter praticamente toda a equipa do ano passado, pois isso dá-nos confiança no nosso trabalho. Sabemos que o nosso forte é o jogo coletivo, e se cada um fizer bem o seu trabalho para ajudar a equipa, então temos condições para fazer uma boa época.”O Sangalhos, que vem de uma derrota, é o próximo adversário. Uma equipa que mantém igualmente a base da época anterior, e bem conhecida de Tiago Pinto e seus companheiros. “O Sangalhos tem uma equipa forte, muito bem orientada, com jogadores bastante experientes, que se conhecem muito bem, por isso sabemos que nos vão colocar muitas dificuldades. No entanto, sabemos a importância que os jogos em casa têm e, perante o nosso público, estamos confiantes numa vitória.”A formação de Ponte de Sor já marcou presença na meia-final do António Pratas, um resultado que abre boas expetativas para a fase regular do campeonato. “Como já referi, este ano o campeonato vai ser muito equilibrado, mas sabemos que se trabalharmos bem e formos consistentes podemos discutir todos os jogos. No campeonato, como é óbvio, queremos lutar pelos lugares da metade superior da tabela, para que possamos chegar ao playoff na melhor posição possível.”
Sergi Coll: «Dar o máximo todos os dias»
Oriundo de um país onde o basquetebol tem grandes tradições, Coll explica-nos nesta entrevista quais são as suas motivações, os objetivos que delineou e as impressões que tem sobre a modalidade em Portugal.
Sergi Coll é o único estrangeiro a fazer parte do plantel da Ovarense, algo revelador da sua qualidade, mas são precisos sacrifícios, principalmente quando se é jovem, para ter sucesso fora do país. “Antes de mais deve ter vontade de trabalhar e aprender, não ter limites e predispor-se para se adaptar a novas culturas”, refere o jogador.Pelo segundo ano a jogar em Portugal, o atleta espanhol já consegue ter uma opinião sobre o que há a mudar no basquetebol português. “Trabalhar muito ao nível da formação e potenciar a exportação de jogadores portugueses para ligas estrangeiras, para que quando regressem possam contribuir para melhorar o nível da liga portuguesa. Mas, sobretudo, apostar no basket, que o futebol não é tudo nesta vida, e promovê-lo, principalmente nos canais de televisão públicos.”A mudança para Ovar não alterou a sua forma de estar na modalidade, nem os objetivos a curto prazo. “Dar o meu máximo todos os dias para ser cada vez melhor jogador e fazer tudo o que esteja ao meu alcance para ajudar a minha equipa a atingir os seus objetivos.”Quanto ao número de estrangeiros que cada clube deveria ter, Coll tem igualmente a sua própria opinião. “Não creio que o problema seja o número de estrangeiros. O problema é a falsa crença que só por um jogador vir de fora é melhor do que aquele que se tem em casa. Num plantel de 12 jogadores, 4 estrangeiros não é assim tanto. Dá para incorporar 8 jogadores portugueses, mas falta valorizá-los e confiar mais no produto nacional, porque afinal aquele que tiver capacidade para jogar irá fazê-lo com 1, 2, …, 6 estrangeiros.”Não considera ser desmotivante competir atualmente no campeonato português, já que o mais importante é ser capaz de fazer aquilo que mais gosta. “Ser jogador de basket é motivador em qualquer parte do mundo. Cada país tem as suas coisas boas e más, tudo depende da mentalidade com que se enfrentam os desafios.”Já quanto ao futuro da modalidade mostra-se bastante mais preocupado e realista. “Atualmente, com a crise, tudo está mais difícil e se não trabalharmos todos na mesma direção para conseguirmos transformar o basket num desporto atrativo para o público e, sobretudo, para os patrocinadores, este corre o risco de desaparecer.”Um panorama bastante negro que em nada saiu beneficiado com a desistência do FC Porto. “É algo triste, primeiro porque era um clube que dava prestígio à competição, depois porque veio reduzir ainda mais o número de equipas na LPB e também porque levava muitos adeptos aos pavilhões onde ia jogar, o que ajudava à divulgação do nosso desporto”, comentou Sergio Coll.
Já começou a ação no minibasquete
Arrancaram, no passado fim- de-semana, as concentrações destinadas aos escalões de minibasquete da Associação de Basquetebol de Aveiro.
Os primeiros a entrar em acção foram os praticantes do escalão Sub/10 (jogam nestas actividades “mini-atletas” nascidos nos anos de 2003 e 2004), mas a acção prossegue já este fim-de-semana, com as primeiras jornadas das concentrações destinadas aos escalões Sub/12 (para praticantes nascidos em 2001, 2002 e 2003) e Sub/8 (2005, 2006 e 2007). E como do que eles mais gostam é, sem dúvida, de jogar, não vão faltar, durante praticamente todos os fins-de-semana, e pelos mais diversos pa- vilhões do distrito, várias actividades de minibasquete.Sejam destinadas a equipas masculinas, femininas ou até mistas, nestas concentrações a diversão está sempre garantida, essencialmente para os pequenos praticantes, dentro de campo. Já quem assiste nas bancadas tem a oportunidade, para além de acompanhar e incentivar os jovens, de ver despontar o talento e o gosto pela modalidade dos “pequenos craques”.Estas concentrações permitirem que, basquetebolisticamente, estes “mini-jogadores” evoluam e são preponderantes para a sua vinculação à modalidade. Disputadas sempre com muito “fair-play”, as concentrações são momentos que os ajudam a crescer em todos os aspectos.Refira-se que as partidas são efectuadas em campos mais pequenos e que os jogos do escalão Sub/12 são de 4×4. Nos escalões Sub/10 e Sub/8 haverá menos um elemento em campo de cada equipa, pelo que os pequenos praticantes têm mais espaço dentro das quatro linhas para tentarem colocar em prática o que vão aprendendo nos treinos, porque também é extremamente importante para os “mini-atletas” terem sucesso nas suas acções.Coloque o seu filho a praticar basquetebol A Associação de Basquetebol de Aveiro convida todas as pessoas a irem a uma das muitas concentrações agendadas e apoiar os pequenos “craques” do futuro.Quanto aos pais que estão à procura de uma actividade desportiva para os seus filhos, não hesitem. Procurem um clube de basquetebol (há diversos espalhados pelo distrito) e dêem aos seus filhos a possibilidade de efectuarem um treino. Por norma, será mais do que suficiente para ficarem rendidos à modalidade.Para além do prazer que vão sentir, que será muito, o basquetebol trará benefícios no seu desenvolvimento a todos os níveis.lDOMINGO 1.a Jornada de Sub/12 Pavilhão do Gafanha Horário: 10h30 às 12h30 Jogos: 4×4 Equipas: 41.a Jornada de Sub/12Pavilhão do Illiabum Horário: 10h30 às 12h30 Jogos: 4×4 Equipas: 41.a Jornada de Sub/12Pavilhão do Galitos Horário: 10h30 às 12h30 Jogos: 4×4 Equipas: 81.a Jornada de Sub/12Pavilhão do Brandoense Horário: 10h30 às 12h30 Jogos: 4×4 Equipas: 61.a Jornada de Sub/8Pavilhão do Beira-Mar Horário: 10h30 às 12h30 Jogos: 3×3 Equipas: 81.a Jornada de Sub/8Pavilhão do Gafanha Horário: 10h30 às 12h30 Jogos: 3×3 Equipas: 41.a Jornada de Sub/8Pavilhão M. de Oli. Azeméis Horário: 10h30 às 12h30 Jogos: 3×3 Equipas: 4DIA 282.a Jornada de Sub/10 Pavilhão do Esgueira Horário: 10h30 às 12h30 Jogos: 3×3 Equipas: 62.a Jornada de Sub/10Pavilhão do Galitos Horário: 10h30 às 12h30 Jogos: 3×3 Equipas: 82.a Jornada de Sub/10Pavilhão do Atómicos Horário: 10h30 às 12h30 Jogos: 3×3 Equipas: 62.a Jornada de Sub/10Pavilhão do Brandoense Horário: 10h30 às 12h30 Jogos: 3×3 Equipas: 6
«Uma corrida de obstáculos»
A motivação mantém-se inalterável bem como a ambição de comandar uma equipa competitiva. Para isso suceda António Paulo sabe bem que o conjunto da margem sul terá obrigatoriamente de apresentar qualidade no seu jogo de forma a manter viva a modalidade na cidade do Barreiro. A presença no principal escalão da modalidade obrigou a que fossem revistas algumas questões na preparação do grupo, que teve no Troféu António Pratas um primeiro contacto com o nível de exigência da nova realidade.
Feliz por voltar a treinar?Não coloco a questão numa ideia de felicidade. Mais do que feliz, estou focado numa nova tarefa, com uma ambição e motivação renovadas, e muita vontade de ajudar o Galitos Basket a desenvolver as suas ideias para o basquetebol do clube. Mesmo sem treinar tenho a felicidade de trabalhar diariamente com e no basquetebol, e isso é motivo de prazer quanto baste para quem julga que o jogo tem muito por nos ensinar. Se felicidade é sinónimo de motivação, então digo que sim. Estou muito motivado em ajudar o clube, em formar uma equipa competitiva e sobretudo em valorizar os jogadores que tenho.Neste momento o desafio que tem entre mãos é tentar fazer com que uma equipa que deveria ser competitiva na Proliga consiga disputar aLPB?Essa é uma forte razão para estarmos todos muito motivados e focados no caminho que a equipa e o clube têm de percorrer. Não apenas eu, incluo por um lado os dirigentes do clube, mas também todos os jogadores. É a primeira experiência do Galitos Basket na elite do basquetebol português, queremos obviamente competir, disputar a vitória em cada jogo e mostrar um jogo de qualidade que contribua para manter a chama do basquetebol viva na nossa Cidade. A inesperada subida de divisão alterou de alguma forma aquilo quetinha programado no inicio da temporada? A programação em nada se alterou. Os princípios de que o nosso trabalho deve ter a intensidade, a exigência e a disciplina necessárias para aos poucos nos prepararmos para jogar, não se alteraram em nada. Essa seria sempre a atitude tomada para nos prepararmos para a Proliga. Mas é óbvio que algumas expectativas foram modificadas e essa gestão tem vindo a ser cuidada. Claro que a equipa teve de ser revista em algumas questões para se adaptar a esta nova realidade. Entraram alguns jogadores que julgámos fundamentais para encarar uma competição como esta, e outros vão aos poucos adaptando-se à ideia de que jogar na LPB é algo diferente em termos de ritmo, de eficácia e de competitividade do que noutras divisões. Um arranque de temporada nada fácil com a fase de grupos do António Pratas? Nada fácil, mas espero que seja muito proveitoso para a equipa. Alguns dos meus jogadores nunca haviam jogado a este nível. Isso tem que ser entendido como uma oportunidade de crescer e uma condição para evoluir. Não quero perder o hábito de pensar que são os contextos adversos que melhor criam ambientes de superação. Por isso não tenho dúvidas que os jogos do Troféu António Pratas foram dois ótimos jogos para percebermos a que nível cada um de nós deve exigir de si próprio para que a equipa ganhe com isso no futuro. A que objetivos se propõe para esta temporada a equipa representativa do Barreiro?Os nossos objetivos passam por disputar a vitória em cada jogo. Só nos interessa um jogo de cada vez e fazer o que estiver ao nosso alcance para ganharmos. Se no final da época, as contas permitirem a manutenção na LPB ficaremos satisfeitos. Agora de nada adianta pensarmos nisso. Para nós o campeonato será como uma corrida de obstáculos que vão aparecer em cada semana. Queremos ultrapassar e preocuparmo-nos com um de cada vez. Se conseguirmos juntar a isso a participação num ponto alto, será para nós um feito. Para o Galitos Basket e para a cidade do Barreiro será muito importante ter uma equipa a competir a este nível no basquetebol português. Por isso também temos responsabilidades para com aqueles que nos apoiam. Queremos ser competitivos porque sabemos que com isso dignificamos a Câmara Municipal do Barreiro e a Tley que tanto nos têm apoiado.
“Vai ser difícil mas estamos preparados”
Heshimu, em declarações à Benfica TV, reconheceu que o CAB vai ser um adversário incómodo, mas mostrou-se confiante na qualidade do grupo de trabalho encarnado, bem como no trabalho desenvolvido na preparação da nova época.
O Troféu António Pratas comprovou que o Benfica possui muitas soluções no seu plantel, assim como está a jogar a um ritmo bem diferente dos restantes concorrentes. “Este torneio foi um grande teste para a nossa equipa. Tivemos estes jogos para pôr em prática o que temos treinado”, afirmou Heshimu Evans. Heshimu acredita no potencial da equipa, pelo que a deslocação à Madeira está a ser encarada com enorme otimismo. “Vamos agora ter pela frente o jogo na Madeira. Vai ser um jogo difícil, mas estamos preparados. Temos uma grande equipa e vamos continuar a trabalhar forte”, concluiu.
«Estamos cá por mérito próprio»
O clube tem uma equipa na Liga Feminina (LFB), um conjunto jovem, alicerçado na formação, mas que de acordo com o treinador Jorge Maia tem correspondido o que lhe foi pedido. Depois de uma estreia pouco auspiciosa na Madeira, as vareiras preparam-se, agora, para medir forças diante do Académico.
Num clube com a tradição da Ovarense, o basquete feminino começa igualmente a ter expressão. Não deixa de ser curioso que num período de restrições orçamentais o clube de Ovar tenha as suas equipas seniores nas principais Ligas. “Não há dúvidas que a Ovarense sempre foi identificada pelo setor masculino, onde a equipa sénior é o seu expoente máximo. Mas julgo que o setor feminino ganhou naturalmente o seu espaço, devido ao trabalho desenvolvido ao longo dos anos, onde tem alcançado bons resultados e com certeza que é motivo de orgulho para todos os vareiros.”A crise económica que o país atravessa reflete-se naturalmente no desporto e a Ovarense não foge à regra. No entanto, clube e sócios, dentro das suas possibilidades, tentam apoiar o basquetebol feminino. “Sabemos claramente que os tempos não estão fáceis, mas contamos com todo o apoio possível da direção. Em relação aos adeptos, eles também estão connosco, e exemplo disso foi o playoff da época passada, principalmente na final com o Lousada, com a Arena a registar uma boa assistência.” O clube volta a estar no escalão principal feminino, tendo sempre por base as suas equipas mais jovens. “É a segunda vez que o clube alcança este patamar e sempre com a base na formação do clube. Relembro que a equipa tinha somente 4 atletas com idade sénior e o restante eram sub-19. Não podíamos estar mais satisfeitos com o desempenho das atletas.”A equipa é jovem e naturalmente inexperiente, o que não invalida que o desafio seja atrativo para Jorge Maia, pois a equipa tem muita coisa a ganhar com esta participação na Liga. “A idade média da nossa equipa ronda os 19 anos! Claro que vamos sentir grandes dificuldades não só pela experiência, mas também a nível físico. Temos é uma certeza: estamos nesta competição, por mérito próprio! Por isso vamos aproveitar ao máximo, para poder evoluir e consolidar o nosso jogo, aumentar os nossos índices competitivos e também continuar a lançar jogadoras mais jovens para garantir o futuro!”A Ovarense iniciou a sua participação no campeonato com uma deslocação à Madeira, uma estreia que não foi a ideal, mas em que a atitude da equipa não merece reparos por parte de Jorge Maia. “Em relação ao jogo do CAB, sendo o primeiro jogo da competição, acusámos um pouco a ansiedade e o nervosismo natural da estreia. Entrámos mal, permitindo ao CAB um parcial de 8-0. Após um desconto tempo serenámos e conseguimos ir “equilibrando o jogo até ao final do 1º período (25-20). Nos restantes parciais, não fomos eficazes em ataque, falhando algumas ‘bolas fáceis’, não conseguimos parar as jogadoras estrangeiras, que foram as grandes anotadoras da equipa (29+18 pontos), perdemos muitos ressaltos na nossa tabela e naturalmente o CAB ia aumentando a vantagem. De salientar a atitude da equipa que nunca virou a cara ao jogo e que disputou cada bola independentemente do marcador.”Sábado a equipa vareira desloca-se ao Porto, para defrontar o Académico. Um adversário já conhecido do técnico, uma vez que ambas as formações se defrontaram na fase de grupos do Troféu Vítor Hugo. Apesar de derrotada, a equipa de Ovar discutiu o jogo, pelo que, melhorando alguns aspetos, Maia acredita que possa vencer o encontro. “Jogar no Académico é sempre complicado! São jogos diferentes inseridos em contextos diferentes (Taça Vitor Hugo). São duas equipas jovens e julgo que vai ser um jogo equilibrado, e claro que queremos vencer. Mas para isso temos de estar ao nosso melhor nível e e ser mais constantes ao longo do encontro.”
MVPs da Jornada 1
A norte-americana Justine Raterman foi a MVP da ronda, já Ana Teixeira foi a portuguesa mais valiosa.
A MVP global da 1ª jornada da Liga Feminina é a jogadora americanaJustine Raterman do CAB Madeira que obteve a valorização de 39 pontos. A jogadora, que é oriunda da Universidade de Dayton, é denacionalidade americana e concluiu este ano a sua licenciatura em Matemática. Tem 1.87 metros de altura e joga nas posições de poste e de extremo-poste. No seu último ano na faculdade, Justine Raterman ganhou o ‘Wooden Award Feature’, que distingue as melhores jogadoras da liga universitária.Nesta 1ª jornada do Campeonato da Liga Feminina Justine Ratermanfoi também a melhor marcadora da jornada ao marcar 29 pontos. Ainda ganhou 10 ressaltos, roubou 3 bolas, ganhou 3 faltas e fez 1 desarme de lançamento. Note-se que atingiu uma percentagem de 85% nos lançamentos de 2 pontos (11 em 13) e marcou todos os 4 lances livres de que dispôs.A MVP portuguesa da 1ª jornada é a internacional sénior Ana Teixeira, capitã da equipa do Vagos que contribuiu para a vitória da sua equipa com 14 pontos, 6 ressaltos, 3 assistências, 2 roubos de bola e 3faltas provocadas.Catarina Vieira (Académico) de 19 anos foi a MVP jovem (nascida desde 1992) da 1ª jornada; fez a sua formação no Sporting Clube Coimbrões tendo passado ainda pelo GRIB e pelo CPN. Marcou 23 pontos,ganhou 6 ressaltos (4 ofensivos), fez 3 assistências, roubou 3 bolas e sofreu 3 faltas.O cinco ideal global da jornada ficou constituído por:1º Justine Raterman (CAB Madeira) – 392º Laura Broomfield (Algés) – 383º Tyeasha Moss (GDESSA-Barreiro) – 33.54º Carmen Reynolds (CAB Madeira) – 305º Ana Teixeira (Vagos) – 25O cinco ideal português da jornada é:1º Ana Teixeira (Vagos) – 252º Catarina Vieira (Académico) – 24,53º Inês Faustino (Vagos) – 21,5 Tatiana Milovac (Boa Viagem) – 21,55º Carsidália Silva (Olivais) – 20,5A ressaltadora da jornada foi Tyeasha Moss (GDESSA-Barreiro) com 17 ressaltos (7 ofensivos).Houve 2 rainhas de assistênciasLavínia Silva e Célia Simoes fizeram 6 assistências cada uma.O maior número de pontos foi marcado pela MVP da jornada Justine Raterman (CAB Madeira) que marcou 29 pontos.Quem mais bolas roubou foi Joana Canastra (Montijo) que roubou 5 bolas.Nota: considerou-se que o jogo CAB Madeira – Ovarense fez parte da 1ªjornada por ter sido jogado no mesmo fim de semana que os restantes jogos da 1ª jornada.Ficha Técnica:EstatísticasLuís José Veigamailto:luize72(at)gmail.comDesenho e TextosJaime Carvalho e Silvamailto:jaimecs(at)netcabo.pt
Plano de Contingência
As sessões regulares do trabalho técnico (SRTT) realizadas na época passada, isto é, mais de 40 sessões de treino, em 12 Associações, envolvendo mais de 300 atletas (masc. e fem.) de idade Sub-16, Sub-15 e Sub-14, foram objecto de relatórios finais dos seleccionadores nacionais sub-16, sendo claros ao reconhecer a importância das SRTT’s no âmbito da observação e preparação das jogadoras e jogadores.
Tamanho sucesso só foi possível com o compromisso de TODOS! Parabéns!Para esta época, queremos manter o modelo e aumentar ainda mais o número de sessões.Os procedimentos são os seguintes:– as Associações devem apresentar candidaturas/intenção de organizar uma SRTT para o seguinte endereço de e-mail: ruialves@fpb.pt;- nessa candidatura devem informar: datas propostas (preferencialmentesegundas/terças-feiras mas podem ser outras, mesmo no fim-de-semana),local, horário, se são duas sessões (preferencialmente, fem. e masc.)ou só para um deles;- a responsabilidade técnica é dos seleccionadores Ricardo Vasconcelos (Coordenador das Selecções Femininas e Seleccionador Nacional Seniores Feminino) e Rui Alves(Seleccionador Nacional de Sub-16 Masculinos);- serão convocados oficialmente pelos responsáveis os jogadores ejogadoras (18-20 por treino) do distrito (ou distritos próximos), apartir dos seguintes requisitos: 1. jogadores JET (caracterizados como de “Especial Talento”) 2. jogadores da LJIN (lista de jogadores de interesse nacional) 3. jogadores da Selecção Distrital (por indicação do DTR/Seleccionadores Distritais)- estas sessões são também um momento óptimo para partilha de experiências e formação de treinadores, para os quais os nossos seleccionadores estarão sempre disponíveis;- às Associações compete apenas providenciar um pavilhão adequado àrealização das sessões e bolas (mínimo 10). Cada Associação podesugerir as datas que entender. A escolha dos locais será feita emfunção do número de jogadores JET e ainda dos constantes nas LJINdessa região. Contudo, será feito um esforço para conseguir fazer pelomenos uma sessão em cada Associação que se candidate;Este projecto não substitui a importância do trabalho regular que preconizamos para as Selecções Distritais, onde igualmente disponibilizamos o apoio dos nossos técnicos, podendo este ser um interessante complemento.De facto, ao termos melhores jogadores vamos ter melhores equipas,melhores selecções regionais e nacionais. TODOS temos a ganhar no trabalho regular com os atletas mais aptos.Por fim, pedimos que divulguem esta iniciativa junto dos vossos clubes filiados.Manuel FernandesDTN
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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