Artigos da Federaçãooo
Apresentação das equipas do Seixal F.C.
Sendo sua pretensão que seja possível criar um ambiente de Festa, Convívio, União entre todos os elementos que constituem a Secção e muito fervor clubistico, razão pela qual o clube apela a todos os familiares, adeptos do Seixal, do basket e do desporto em geral, que marquem presença, que por certo não se arrependerão. Como momento solene desta Festa está prevista a homenagem aos Campeões Distritais de Sub 16 Masculinos da época transata através da entrega das respetivas faixas. Importa referir que as nossas equipas de Mini-Basket também terão a sua própria Festa de Apresentação dentro de algumas semanas, sendo que o único motivo porque não são apresentadas nesta ocasião deve-se ao facto de considerarem que o horário mais próprio para as crianças que compõem essas equipas seja durante o dia.
Nuno Marçal reforça Maia Basket Clube
Certamente será uma mais-valia, para, o cada vez mais disputado, campeonato da Proliga, que de ano para ano vai elevando a sua competitividade e qualidade. Uma competição que começa a ser a ideal para acolher jovens promissores com desejo de ter minutos de jogo, bem como o trampolim perfeito para voos mais altos nas suas carreiras individuais.
A um par de meses de completar 37 anos, o ex-internacional português encara este desafio como «uma etapa diferente» mas garante estar muito «motivado para ajudar o Maia Basket a atingir os objectivos na época que se avizinha», relatando ao jornal «A Bola» o processo que o levou a optar pelo emblema maiato: «Acolheram-me durante o verão e foi lá que pude manter a forma. Apresentaram-me um projecto sério e aliciante, conduzido por gente de confiança, pelo que não hesitei em aceitar».Marçal, para além de integrar o plantel sénior que na época 2012/13 disputará o Campeonato da Proliga, segunda divisão do basquetebol nacional, desempenhará também funções na formação do clube onde, de resto, já está o filho, de 11 anos.Rui Lopes, presidente do Maia Basket, manifestou a satisfação pela contratação de Marçal: «É importante para o clube tê-lo connosco porque é um exemplo para os mais jovens, além da mais-valia para o nosso plantel sénior». Já Rui Silva, director desportivo e treinador dos seniores do clube, expressou a «grande satisfação com que recebemos um jogador com esta qualidade e experiência. Agora, mais do que nunca, queremos chegar ao play-off».Esta é pois mais uma aposta forte do Maia Basket, clube que continua a crescer a cada dia que passa e que pretende ser cada vez mais uma referência no panorama do Basquetebol em Portugal.
Sp. Braga na CNB1
Com efeito, os bracarenses, que militavam na CNB2, foram convidados pela Federação Portuguesa de Basquetebol a ocupar a vaga deixada em aberto pela desistência da equipa do Infante de Montemor. O treinador eleito para comandar a equipa foi João Chaves. Saiba mais pormenores nas duas notícias publicadas no Correio do Minho, que pode consultar em anexo. A modalidade começa a ganhar importância na cidade, que desta forma passa a ter equipas séniores que servem de referência ao bom trabalho que tem vindo a ser feito na formação.
Volta a ação ao CAR Jamor
A receção, como é hábito, foi feita nas residências do Centro de Estágio e, depois das apresentações, procederam-se às respetivas reuniões com pais e jogadoras. Um momento sempre aproveitado para serem colocadas todas as dúvidas sobre o funcionamento do CAR, bem como para esclarecer toda a logística do funcionamento do mesmo. Como tem vindo a ser norma, para além dos internos outros atletas foram convidados a integrarem os trabalhos num regime externo.
Este ano não fugiu à regra e o momento da chegada dos atletas e pais foi um misto de alegria e nostalgia. A normal excitação pelo começo de uma nova aventura, longe de casa e da família, que contrastava com quem via partir dos seus lares um filho.Ao jantar o ambiente já era bem mais descontraído, até porque a descontração entre todos os presentes era notória. A Federação Portuguesa de Basquetebol volta a apostar na formação de mais atletas, na esperança de poder corresponder à confiança depositada pelos pais, às expetativas formuladas pelos atletas, sem esquecer a formação destes jovens, transmitindo-lhes valores que lhes será úteis em toda a sua vida.
Justine Raterman no CAB
A jogadora, que é oriunda da Universidade de Dayton, é de nacionalidade norte-americana e concluiu este ano a sua licenciatura em Matemática. O novo reforço da equipa feminina do CAB tem 1.87 metros e joga nas posições de poste e de extremo-poste.
No seu último ano na faculdade, Justine Raterman ganhou o ‘Wooden Award Feature’, que distingue as melhores jogadoras da liga universitária. Apesar da sua estatura, é também uma jogadora muito eficaz da linha dos três pontos, tendo concretizado mais de 400 triplos ao longo da sua carreira na Universidade de Dayton. No jogo interior, Justine Raterman é uma boa ressaltadora e também uma marcadora de pontos, tendo, no seu último ano universitário, registado as médias de 14.4 pontos e 6.4 ressaltos. Justine vem juntar-se à compatriota Carmen Reynolds, oriunda da Universidade de Michigan, onde completou a sua licenciatura este ano. Uma atleta que tem 1.85 metros e joga igualmente nas áreas mais próximas do cesto. Apesar da sua estatura, Carmen Reynolds, à semelhança do mais recente reforço do clube madeirense, é uma lançadora consistente dos três-pontos, tendo terminado a sua carreira académica como a jogadora com mais triplos marcados na história da sua universidade.Nos quatro anos em que esteve em Michigan, Carmen Reynolds teve médias de pontos superiores a 10 pontos, 4 ressaltos e 4 assistências por jogo, assim como uma percentagem global de concretização dos lançamentos de três pontos acima dos 39%.Paulo Freitas, treinador da Equipa Sénior Feminina do CAB, reagiu com entusiasmo à contratação de Justine Raterman. Segundo o líder da equipa feminina madeirense, “a Justine é uma jogadora que vem colmatar uma lacuna que a equipa apresenta, que é a de ter poucos centímetros”. “Além disso, é uma lançadora tremenda, que, pela sua altura e posição, vai ajudar muito na marcação de pontos. A escolha final recaiu também pela sua liderança em campo, muito enfatizada pelo seu treinador universitário. Ela e a Carmen Reynolds farão uma boa dupla de estrangeiras.”
«Jogámos como ‘loucas’»
Numa entrevista concedida ao Diário de Aveiro, Inês Faustino conta como foram vividos os dias de competição em Debrecen, na Hungria, onded metade da equipa foi acometida de uma intoxicação alimentar. A manutenção não foi alcançada, bem como foram garantidas alguns triunfos, nada que tenha a ver, como nos diz Inês, com falta de empenho ou atitude.
Portugal não conseguiu garantir a manutenção na Divisão A europeia do escalão Sub-20, mas não foi por falta de empenho das atletas, conforme esclarece Inês Faustino. O caso mereceu uma forte reação por parte da Federação, no sentido da defesa da s atletas bem como da verdade desportiva. A Federação Portuguesa comunicou à FIBA o seu degrado pela situação, exigindo que algo fosse feito na defesa dos interesses da equipa nacional. As jogadoras não mereciam passar por tamanha desigualdade competitiva, pelo que chegou a sugerir que nenhuma Seleção fosse relegada para a Divisão B. O Presidente Mário Saldanha mostrou-se sempre solidário e orgulhoso pela forma como o grupo lutou contra todas as adversidades, mas reconhecia que se sentia impotente para lutar contra a situação criada.A jovem e talentosa base, que tem um percurso impressionante na modalidade, sendo uma certeza do basquetebol nacional, foi uma das seis atletas que não foi debilitada com uma intoxicação alimentar e lutou em todos os jogos até à exaustão para que Portugal não saísse de Debrecen (Hungria) com a descida de divisão consumada. Inês Faustino, que assume que a estreia na Divisão A do Campeonato da Europa foi um dos pontos altos da sua carreira basquetebolística, nesta entrevista dá-nos a visão de quem viveu a prova por dentro e que teve que lidar com uma série de imprevistos, infortúnios que fizeram mesmo com que Portugal se tenha apresentado debilitado em praticamente todos os encontros, tornando mais difícil uma tarefa que já não se apresentava fácil, não fosse a primeira vez que Portugal (terminou na 14ª posição) competia ao mais alto nível europeu neste escalão etário.Apesar de contar com a presença em muitos Europeus, foi a primeira vez que disputou uma Divisão A. Que balanço faz?A minha presença no Campeonato Europeu de Sub-20 – Divisão A foi, sem dúvida, um dos momentos mais importantes na minha vida de basquetebolista e para o qual criei muitas expectativas. Esperava participar nele e manter o lugar para as colegas do ano seguinte, mas, por razões que nos foram alheias, o azar bateu- nos à porta e deixámos a Divisão A com o sentimento de impotência, mas de dever cumprido.Foi arrasador, pois jogámos como “loucas”. Ou seja, demos tudo o que tínhamos para dar, tendo chegado ao ponto de, muitas vezes, nem sentirmos as pernas devido à exaustão, mas só pensávamos em ganhar e em nada mais. O grupo era muito coeso e essa união foi decisiva para mantermos a moral e o apoio das colegas doentes minorava as dores e o cansaço sentido. Por isso, conseguimos algumas vitórias. Foi pena, pois percebemos que estávamos ao nível de outras equipas que se mantiveram nesta divisão, mas, como em tudo na vida, a falta de sorte também é um fator que afeta negativamente os resultados. Fica, assim, a experiência, que vale como base para situações futuras.“Não desisti perante as adversidades”E, individualmente, ficou satisfeita com a sua prestação?A minha prestação, tal como a das minhas colegas, foi consistente, muito intensa e combativa – a nossa prestação não envergonhou a nossa Seleção neste evento. Não desisti perante as adversidades com que nos deparámos e, nas horas difíceis, apoiei e senti-me apoiada, independentemente de ter tido, ou não, boas estatísticas. O importante era o resultado da equipa.Sentiu uma grande diferença entre o nível de jogo que habitualmente se pratica nas divisões “B”?É significativamente diferente, dado que a Divisão A apresenta equipas com um nível basquetebolístico muito superior, com um conjunto de seleções mais equilibradas. As equipas não têm grandes diferenças entre si, o que eleva o nível competitivo. Outro aspeto a realçar é que podemos observar e contactar com as grandes jogadoras e seleções europeias, que só muito remotamente vamos encontrar no nosso trajeto desportivo, sendo que o mesmo não acontece na Divisão B. Metade da Seleção Nacional foi afetada por uma intoxicação alimentar, o que condicionou a equipa, que efetuou várias partidas com apenas seis atletas… A nossa Seleção confrontou-se com uma intoxicação por salmonelas, que “atacou” seis das 12 jogadoras que compunham o grupo. Assim, o primeiro jogo foi disputado com 11 jogadoras, enquanto que nos três seguintes apenas participaram seis. Nos quatro jogos seguintes, pudemos contar com a preciosa colaboração de mais duas colegas, que “refrescaram” as seis “solitárias”. Mas, mesmo com essa ajuda, não conseguimos cumprir o nosso objetivo e o esforço hercúleo feito de “nada valeu”. O segundo jogo, com a Itália, gorou praticamente todas as expectativas com que chegámos à Hungria. O sonho da Divisão A “abandonou-nos”, mas ficou a imagem de uma Seleção combativa, que nunca baixou os braços.Com a equipa completa, acredita que Portugal teria evitado a descida?Tínhamos todos os ingredientes para nos mantermos na Divisão A, pois possuíamos atletas motivadas e preparadas para disputar os jogos. Tínhamos estratégias para ultrapassar as adversidades dentro das nossas limitações. Com todas as jogadoras era possível “rodar toda a gente”, mas, com metade das jogadoras, alcançar a manutenção só talvez por milagre. A sorte não esteve do nosso lado e fomos batidas. Foi terrível para todas!“Ainda que efémeras, foram vitórias inesquecíveis”Aos 20 anos, já participou em cinco Europeus, em duas edições da Eurocup Women e ganhou tudo o que há para ganhar em Portugal. Continua a sentir prazer a jogar basquetebol?Quase metade da minha vida foi passada a jogar basquetebol, daí que neste percurso tenha vivido momentos de grande felicidade. Ainda que efémeras, foram vitórias inesquecíveis. Mas, tais acontecimentos só tiveram sentido porque traduziram o coroar de muito trabalho, sacrifício, abnegação e muita força de vontade. Passados todos estes anos, não consigo parar de jogar e tenho sacrificado diariamente a minha vida pessoal para dar continuidade a este prazer imenso que é jogar basquetebol. É como um vício do qual não nos conseguimos libertar, é algo que nos é existencialmente intrínseco. É uma maneira de estar na vida.Gostaria de ter uma experiência num campeonato estrangeiro?A possibilidade de ter uma experiência no estrangeiro, para mim, era fabulosa, mas só teria sentido depois de tirar o meu curso. Este é o instrumento que me pode possibilitar outros voos, pois em Portugal não se pode viver do basquetebol e no estrangeiro tem que se ser excelente, uma vez que ser bom não chega.Quais são os seus objetivos a curto/médio prazo na modalidade? Os meus objetivos, a curto e médio prazo, são continuar a jogar numa equipa competitiva, melhorar a cada dia, e, quando acabar o meu curso, continuar a conciliar a atividade profissional com a desportiva, quer seja em Portugal ou noutro país.
V. Guimarães contrata Swetalla
O técnico Fernando Sá recebe, em apenas dois dias, uma dupla de norte-americanos com provas dadas no nosso país. Dain Swetalla é um poste que mede 2.06, muito embora possa jogar de frente para o cesto dada a sua versatilidade e capacidade de drible.
Na época anterior, o atleta de 26 anos alinhou na formação do Illiabum Clube. O plantel vitoriano começa assim a ganhar forma, sendo que os reforços já anunciados são André Bessa, que regressa do FC Porto, José Silva (ex-Barreirense), William Holland (ex-Académica) e Dain Swetalla (ex-Illiabum).
O Mini no Seixal recomeça dia 19
Como novidade este ano temos um novo Coordenador Técnico, o qual virá com certeza tornar o nosso Mini muito melhor e mais divertido, trata-se do Prof. Pedro Santos, que após 3 anos de ausencia, regressa ao nosso convívio para ganhar o nobre desafio de tornar o Mini-Basket do Seixal ainda melhor.
Refletir sobre a Seleção
Uma longa travessia do deserto que, segundo o seu discurso ao longo desta fase de grupos, irá ser prolongada. O experiente treinador português não vê a curto prazo jogadores que possam substituir alguns jogadores que muito provavelmente fecharam o seu ciclo na Seleção, casos de Elvis Évora, Paulo Cunha e João Santos, embora reconheça que o atleta português tem qualidades para competir internacionalmente.
Quando os resultados não aparecem torna-se mais complicado de proceder a uma renovação, pois o peso das derrotas em nada ajuda a uma natural integração dos mais jovens. Integração essa que seria bem mais fácil e eficaz, se, tal como Mário Palma referiu por diversas vezes, os jogadores nacionais tivessem experiência internacional, ou seja, competissem nas provas europeias de clubes.Sabemos bem que a conjuntura atual torna isso quase uma miragem, bem como provoca problemas gravíssimos na vida familiar de alguns atletas, que muito provavelmente em momento algum foram capazes de estar focados única e exclusivamente naquilo que tinham de fazer dentro de campo.Logicamente que existiram falhas técnicas no desempenho dos atletas nacionais, sendo que as percentagens de lançamento foram talvez o principal problema com que nos debatemos. Um problema transversal a todas as Seleções e que nos deve preocupar, pois deveria ser a principal arma ofensiva de Portugal face a equipas, quase sempre, mais altas e pesadas.O controlo da posse de bola, não realizar turnovers, é outra das falhas apontadas por Mário Palma ao longo destes jogos, mas isso tem diretamente a ver com o nível e a intensidade a que os jogadores portugueses estão habituados a competir. Algo que se reflete na incapacidade demonstrada pela equipa em estar concentrada durante os 40 minutos do jogo, um fator determinante quando se joga a este patamar. Maus períodos custam quase sempre jogos, uma vez que é extremamente complicado, para não dizer impossível, recuperar de desvantagens pontuais diante estas equipas.Com o avançar da fase de qualificação ficou bem patente uma evolução da equipa nacional na luta do ressalto, conseguiu nos jogos finais equilibrar os números do ressalto, bem como conseguir fazer pontos nas áreas mais próximas do cesto. Destaque neste capítulo para o crescimento de Cláudio Fonseca, sem esquecer os desempenhos do base Mário Fernandes, também ele a terminar em grande esta qualificação, na condução da equipa, nomeadamente a assistir os seus companheiros.A fase preparatória prometeu mais, embora, tirando o primeiro encontro frente à Itália, Portugal conseguiu sempre ser competitivo frente a todos os adversários. Nalguns casos os períodos negros ao longo dos jogos, noutros a falta de rotação do banco com jogadores a acusarem o cansaço fisico nos momentos finais, ou simplesmente a falta de experiência para jogar os minutos finais dos encontros onde tudo se decide. Torna-se evidente que Portugal não tem um jogador que por si só, possa assumir a responsabilidade de decidir um jogo, ficando Portugal obrigado a ser perfeito caso queira vencer jogos no futuro. Um custo que tem que se pagar pela juventude e inexperiência desta equipa, mas que em momento algum não deixou de encher de orgulho o técnico Mário Palma pela forma séria como trabalhou e se preparou para cada jogo. A evolução de jogo para jogo deixa boas expetativas para o futuro, mas tal como o Selecionador já avisou vai levar bastante tempo até que Portugal possa novamente estar presente numa grande competição internacional. Olhando para a atual realidade do basquetebol português, o Selecionador mostra-se satisfeito com aquilo que foi atingido, não confundir com os resultados alcançados, mas preocupado com o rumo que a modalidade está a tomar nos últimos anos.
Basquetebol sem fronteiras
Nos detalhes desta notícia, poderá encontrar um PDF, contendo mais informações.
Treinos de captação
Mas o O.B.C. tem o desejo, ambicioso é certo, de contribuir no aumento de atletas/praticantes de Basquetebol.
Para que seja possível, o O.B.C. tem distribuído e afixado cartazes publicitários dos treinos pela cidade de Odivelas, foi solicitada ajuda dos pais dos nossos atletas para a divulgação do clube nos seus círculos de amizade e trabalho.
WorkCamp 2012 foi um êxito
Sob a orientação da treinadora-residente Tatiana Iourtaeva, coadjuvada pelos treinadores Catarina Martins e Paulo, decorreram durante cinco dias as sessões de trabalho.
Foram dias muito preenchidos divididos entre a componente técnica, física e teórica, desde as 9:00 às 17:00. 37 atletas do Galitos, dos 10 aos 17 anos, tiveram assim a oportunidade de melhor se prepararem para a nova temporada, bem como desenvolveram as suas capacidades técnicas e adquirirem novos hábitos em áreas como a nutrição e a prevenção de lesões.Com uma componente física muito presente, sempre liderada por Diogo Lima e Hugo Soares, o trabalho na piscina, foi uma novidade, desenvolvendo a hidroterapia.Para esta iniciativa a colaboração do nosso parceiro, o Colégio D. José I, foi fundamental, à imagem do ano anterior, tendo à sua responsabilidade a alimentação, transporte e o espaço e logística para as sessões teóricas.Na opinião da Coordenação do “WorkCamp” esta iniciativa continua a demonstrar o dinamismo e vitalidade da secção de basquetebol do Clube do Galitos, criando resposta para o permanente desenvolvimento dos nossos jovens atletas. A treinadora-residente, Tatiana Iourtaeva, manifestou-se surpreendida e muito agradada com o empenho de todos os presentes, desde os mais jovens aos mais velhos, que revelaram uma enorme vontade de evoluir.Ruben Costa (sub-16) – “Decidi vir de novo ao “WorkCamp” porque é uma ótima forma de me preparar para a nova temporada”.Mariana Gouveia (sub-14) – “Estou muito satisfeita. Tive a oportunidade de desenvolver aspetos importantes do meu jogo, como o drible e o lançamento.”Leonardo Maio (sub-12) – “Foi uma semana muito intensa, os treinadores foram muito exigentes. Trabalhamos com muita qualidade.”
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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