Artigos da Federaçãooo

Vitória conquista 64ª edição da Taça de Portugal

Num colectivo que se cotou com uma magnifica exibição, o MVP da partida foi para Ivan Almeida com 17 pontos, 8 ressaltos e 4 assistências.

Uma nota para mais uma excelente organização do município fafense, da Associação de Basquetebol de Braga e da Catchawards.

O inicio de jogo foi típico de uma final com nervos de parte a parte. Acordou mais cedo o Vitória que conseguiu os primeiros pontos da partida já perto do 2º minuto de jogo. Abertas as hostilidades os vimaranenses partiram para um primeiro período de luxo e cedo conquistaram uma vantagem de 2-10 que obrigou Carlos Lisboa a parar o jogo ainda antes dos 3 minutos. Não surtiu efeito e, embora o Benfica tivesse melhorado no ataque, o Vitória continuava agressivo e determinado e a fazer excelentes selecções e percentagem de lançamentos que castigavam a pouca eficácia defensiva encarnada. À passagem do minuto 8 a diferença atingia a dezena de pontos e no final dos primeiros 10 minutos era de 12, com um incrível 18-30.A toada manteve-se após a paragem e o Benfica batalhava para aproximar-se no marcador. A meio do segundo período os lisboetas tinham melhorado na defesa e estavam a 7 pontos (28-35). As percentagens dos jogadores vitorianos baixaram mas o Benfica também sentia dificuldades no ataque e não conseguia “encostar” aos minhotos até ao triplo de Diogo Carreira que a 2,30 minutos do intervalo colocava o jogo a 4 pontos. Foi a vez de Fernando Sá pedir desconto de tempo. Resultou de imediato e um afundanço de Ivan Almeida e um triplo de André Bessa recolocavam 9 pontos de diferença no marcador a 29 segundos do intervalo. Elvis ainda marcou dois pontos e o descanso chegava com 40-47 e tudo em aberto numa partida espectacular.Reinicio de jogo e de novo o Vitória a entrar melhor chegando mais uma vez a 10 pontos de vantagem após um triplo de Charles Jr. Coube a Lace Dunn responder com uma jogada de 4 pontos – triplo com falta. Mas os minhotos logo retomaram o ritmo e de novo afastaram-se para os 10 pontos a meio do 3º período. Apesar de 4 pontos consecutivos dos encarnados, o Vitória faz 2 triplos consecutivos e mantinham a vantagem e entrava-se nos decisivos 10 minutos com 63-70.O Benfica fez os primeiros dois pontos do decisivo parcial mas a inspiração vitoriana continuava em grande e à “lei da bomba” foram cavando o fosso que era de 13 pontos quando Carlos Lisboa voltou a parar a partida com 6 minutos para o final (68-81). Nada resultava e o Benfica não encontrava soluções para discutir a vitória com um inspirado Vitória. A 3 minutos do fim o vencedor estava praticamente encontrado quando num contra-ataque José Silva colocava os números em 70-87. A numerosa claque vimaranense estava ao rubro e empurrou os seus atletas para uma expressiva e merecida vitória por 81-100.Nos destaques individuais dos vencedores, além do MVP Ivan Almeida, José Silva (25 pontos com 5 triplos), Paulo Cunha (20 pontos e 9 ressaltos), Dain Swetalla (17 pontos e 5 ressaltos) e André Bessa (10 pontos, 5 ressaltos e 8 assistências). Os melhores benfiquistas foram João Betinho Gomes (21 pontos), Lace Dunn (14 pts e 4 ass) e Fred Gentry (13 pts e 4 res).


Momento alto para São Miguel

O presidente da Associação, Paulo Silva, lembra que muitos dos açorianos participam fazem-nos com grandes “sacrifício pessoal e profissional”, mas garante que vale a pena.

Paulo Silva, Presidente da AssociaçãoApesar das dificuldades, nomeadamente financeiras, a Festa do Basquetebol Juvenil vai ser mais uma vez uma realidade com o determinante apoio de todas as Associações. O que significa este evento para a vossa Associação? É um dos momentos altos da vida da nossa associação. Envolve o trabalho e dedicação de muita gente, atletas, treinadores e dirigentes. Muitas pessoas para estarem presentes fazem-no com grande sacrifício pessoal e profissional. No entanto, a alegria e o entusiasmo com que participam os nossos atletas ultrapassa todas as dificuldades.Esta é já a 7ª. edição da Festa. Daquilo que lhe tem sido dado observar qual a sua opinião sobre a preponderância que este evento tem tido no desenvolvimento da modalidade no âmbito da associação a que preside? A festa tem sido importante no desenvolvimento do basquetebol em São Miguel, porque os atletas têm gostado muito da experiência e permite-lhes a eles e aos treinadores conheceram melhor o nível do basquete que se pratica fora da região na formação.Considerando a abrangência do programa desta iniciativa, onde além da competição existem actividades paralelas como os clinics de árbitros e treinadores, actividades sociais e de solidariedade, qual considera ser o aspecto mais importante deste evento? Todos os aspetos no meu entender são relevantes, no entanto dado a nossa insularidade e distância das restantes associações, a competição é de facto o aspeto preponderante, pois os jogos e o nível de competição que se verifica durante as festas é essencial para o desenvolvimento da modalidade em São Miguel, permite-nos aferir melhor o nosso trabalho, saber o que está bem, o que está menos bem e o que temos de melhorar. Pedro Rico, Diretor Técnico RegionalPara além da festa que sempre constitui a Festa do Basquetebol Juvenil, que expetativas tem em relação à próxima edição a Festa do Basquetebol Juvenil? Que os nossos atletas possam melhorar do ponto de vista desportivo, visto que é neste evento que estarão os melhores jogadores nacionais em cada um dos escalões. Que os nossos atletas aproveitem a oportunidade para evoluir e saborear um momento que certamente ficará para sempre nas suas memórias e no seu coração.O que mudou ou tem evoluído em relação ao trabalho efectuado nas selecções distritais na sua associação desde que a Festa se tornou uma realidade? Ao longo dos anos, tem havido a preocupação de trabalhar melhor, com maior intensidade, concentração e empenho, de modo a dignificar a nossa região e demonstrar a evolução que o basquetebol dos açores tem registado. Em termos de planeamento, devido à nossa localização geográfica, é muito complicado efetuar mais do que um estágio de preparação, o qual se realiza na semana anterior à festa, basicamente cada uma das seleções dos açores tem no máximo 6 a 7 treinos antes de partir.A Festa do Basquetebol Juvenil constitui o momento mais alto da actividade do basquetebol federado para jovens. Do ponto de vista técnico quais os objectivos julga este evento dever corresponder? Quais as expectativas em relação à participação das selecções da sua Associação? Penso que do ponto de vista técnico este evento deverá corresponder a um elevado nível de desempenho dos atletas participantes, visto estarem presentes os melhores jogadores nacionais de cada escalão, possibilitando bons espetáculos e demonstrando que o basquetebol em Portugal e apesar das dificuldades tem vindo a melhores. No que concerne à expetativas da nossa associação relativamente às nossas seleções, estes passam por dignificar ao máximo a nossa região, lutar pela vitória nos jogos em que participamos obtendo a melhores classificação possível, além de aproveitar a competição para permitir a evolução técnica, tática e mental dos nossos jogadores.Oportunidade para evoluirDiogo Cabral (Sub-14) vai estrear-se este ano na Festa do Basquetebol Juvenil. O jovem açoriano encara o evento com grande seriedade do ponto de vista desportivo. “É como se fosse mais uma competição em que os jogadores porderão evoluir. É como se fosse um teste para mim em termos técnicos e defensivos.”Já Letícia Câmara (Sub-14) é uma repetente. “A Festa do Basquetebol é um grande evento nacional, colocando nos jovens desportistas uma futura esperança que concebe o desenvolvimento da modalidade em Portugal. Na minha opinião, este acontecimento, para além de ser um dos momentos mais importantes na época desportiva de cada atleta, permite uma grande motivação e desempenho interpessoal. É, igualmente, um agradável convívio entre seleções de várias regiões do país, admitindo a criação de novas amizades, o que possibilita o conhecimento de diferentes opiniões em relação à prática desportiva. Esta ocorrência favorece-nos também a aprendizagem com jogadores de grande qualidade, principalmente em relação ao empenho cedido por cada atleta, motivando o aperfeiçoamento da nossa entrega nos diferentes jogos.”


Perspetiva de futuro

Mas não descura a vertente humana do evento…

Para além da festa que sempre constitui a Festa do Basquetebol Juvenil, que expetativas tem em relação à próxima edição a Festa do Basquetebol Juvenil? A Festa do Basquetebol é uma causa comum a todos os que de uma forma direta ou indireta estão ligados ao Basquetebol. Daí que tenha grandes expectativas que a mobilização e espírito de sacrifício de todos os que se envolveram para viabilizar esta Festa possibilite em anos futuros continuar a realizá-la com grande vitalidade.O que mudou ou tem evoluído em relação ao trabalho efetuado nas selecções distritais na sua associação desde que a Festa se tornou uma realidade? Ao longo destas sete edições temos sentido que cada vez mais o projeto das seleções distritais constitui uma bandeira do esforço e dedicação dos treinadores dos clubes aqui representados, que nos responsabiliza para, mais do que simplesmente ganhar, desenvolver a química e a organização necessárias para que o potencial de todos os jogadores possa emergir. Por outro lado, este projeto reconhece a capacidade de mobilização dos dirigentes e pais dos atletas, pois sem eles não conseguiríamos ter desenvolvido o nosso trabalho de acordo com a nossa filosofia.A Festa do Basquetebol Juvenil constitui o momento mais alto da atividade do basquetebol federado para jovens. Do ponto de vista técnico quais os objetivos julga este evento dever corresponder? Quais as expetativas em relação à participação das seleções da sua Associação? Este evento constitui uma montra de luxo para atletas com potencial. Uns, com potencial e condições de evolução, outros com potencial e expectantes de uma oportunidade para que as condições melhorem no que ao seu processo de formação diz respeito. Este evento, se considerarmos existir uma carreira desportiva no Basquetebol, significa o início de um processo de formação desportiva com progressiva especialização, não devendo ser o fim do investimento numa modalidade desportiva. Para alguns atletas, que eventualmente não atinjam a excelência desportiva constitui uma marco importante no seu desenvolvimento como pessoas. Quanto aos nossos objetivos, são os de sempre: o melhor desempenho possível em coerência com a natureza do nosso potencial humano. Sub-14 feminino – LúciaJá participaste em alguma Festa do Basquetebol Juvenil?NãoDurante uma semana vais ter a oportunidade de conhecer pessoas de todo o país, para além de ter contacto com todos os(as) melhores jogadores(as) nacionais do teu escalão. O que significa para ti participar na Festa do Basquetebol Juvenil?É um orgulho participar num evento destes. E, talvez, seja uma recompensa de todo o trabalho que tenho feito até agora. Estou muito contente por ser , pela primeira vez, uma das escolhidas para participar neste evento.Pedro Nobre – Sub-16 m,asculinoJá participaste em alguma Festa do Basquetebol Juvenil?Durante uma semana vais ter a oportunidade de conhecer pessoas de todo o país, para além de ter contacto com todos os(as) melhores jogadores(as) nacionais do teu escalão. O que significa para ti participar na Festa do Basquetebol Juvenil?É uma honra para mim poder participar neste evento. A experiência de conviver com os melhor jogadores de basquetebol do país e poder aprender mais é incrivel. É o evento ideal para quem gosta deste desporto.


O orgulho de Santarém

Por isso era impensável a AB Santarém não se associar a esta festa… Para os atletas, para além da vertente desportiva há a componente social. Fazem-se amizades, conhecem-se novas realidades, pessoas de outros distritos… A experiência, referem, é fantástica!

Luís Sousa, Presidente da AssociaçãoApesar das dificuldades, nomeadamente financeiras, a Festa do Basquetebol Juvenil vai ser mais uma vez uma realidade com o determinante apoio de todas as Associações. O que significa este evento para a vossa Associação? A Associação de Basquetebol de Santarém congratula-se com a realização, apesar das dificuldades financeiras, da Festa do Basquetebol Juvenil. A AB Santarém orgulha-se de ter sido uma das primeiras a manifestar o interesse em participar, apesar do acrescido impacto financeiro este ano. Foi também uma das primeiras Associações a apoiar a forma encontrada de minimizar o impacto financeiro que a organização da Festa tem nas contas da Federação Portuguesa de Basquetebol.A vontade demonstrada em participar advém do significado que este evento tem para os seus atletas, treinadores, clubes, dirigentes e demais comunidade desportiva no âmbito da Associação. Em primeiro lugar, e sempre em primeiro lugar, não descurando ou desrespeitando os restantes, vem sempre o interesse dos atletas, considerados por nós o verdadeiro veículo do desporto. Em função desta convicção, colocamos sempre as suas expetativas em primeiro lugar.Para os nossos atletas, este evento é o corolário da sua preparação, nalguns casos diária. Tendo perfeita noção que os interesses dos seus clubes virão em primeiro lugar, existe a consciência que a motivação particular para poder representar os (considerados) melhores 12 atletas do escalão num evento de âmbito tão alargado, torna os nossos atletas melhores desportistas, melhores seres humanos. Consequentemente, aumenta a qualidade desportiva das equipas que representam. Este evento permite aos nossos atletas fazerem, com verdadeira alegria, o que realmente gostam. Existirão, naturalmente objetivos individuais ainda mais grandiosos, mas nesta fase da sua aprendizagem, a Festa do Basquetebol Juvenil permite uma aquisição de experiências desportivas, pessoais e sociais que farão parte do caráter destes jovens.Esta é já a 7ª edição da Festa. Daquilo que lhe tem sido dado observar, qual a sua opinião sobre a preponderância que este evento tem tido no desenvolvimento da modalidade no âmbito da associação a que preside? Esta será, no meu caso particular, a primeira participação na Festa do Basquetebol Juvenil, fruto de estar a viver o primeiro ano do mandato para o qual fui eleito.De qualquer forma, pelas experiências recolhidas de participantes em edições anteriores, verifico que a importância do evento no desenvolvimento, principalmente desportivo, dos atletas e treinadores (sempre atletas em primeiro lugar) é demasiadamente elevada para ponderar, sequer, uma não participação.Pelo que me foi dado perceber, o empenho demonstrado na Festa do Basquetebol Juvenil excede as expetativas dos treinadores, pais e dirigentes.As experiências vividas, e por sua vez transmitidas a outros jovens, motivam um maior empenho e, de igual importância, motivam o gosto pela prática do desporto, levando à captação de novos praticantes.Os atletas e treinadores vivem práticas desportivas diversas, enriquecendo o potencial e conhecimento desportivo de cada um, contribuindo para o aprimorar das componentes individuais que contribuem para a prática desportiva como um todo.Considerando a abrangência do programa desta iniciativa, onde além da competição existem atividades paralelas como os clinics de árbitros e treinadores, atividades sociais e de solidariedade, qual considera ser o aspeto mais importante deste evento? Eleger o aspeto mais importante, de entre vários, todos eles importantes para a prática desportiva e para o crescimento humano de todos, é tarefa árdua.Não obstante, e mantendo a coerência de colocar como primordial o desenvolvimento dos atletas, considero que o principal aspeto é precisamente as vivências, a todos os níveis, proporcionadas a todos os atletas. O mais curioso é que são os atletas os principais veículos dessas vivências. O intercâmbio desportivo e social revestem-se de uma importância relevante.Repetir experiênciasBernardo Vidal (Sub-14) vai participar na Festa do Basquetebol Juvenil pelo segundo ano consecutivo enquanto atleta, mas acompanha o evento há muito mais tempo… “Participei como jogador em 2012. Também acompanhei a Festa de 2006 a 2009 como espetador, pois o meu irmão esteve como jogador da seleção de Santarém”, conta.A experiência, considera, é bastante enriquecedora: “Considero importante participar na Festa do Basquetebol Juvenil porque vou ter oportunidade de estar com os melhores jogadores de Portugal, vou desenvolver as minhas capacidades e experiência de jogo. Neste encontro vou ter a possibilidade de fazer novas amizades e espero que esta venha a ser mais uma experiência fantástica e inesquecível, como foi o ano passado.”Para Luís Tanoeiro (Sub-16) esta também não será a primeira experiência, até porque participou na edição de 2011. Por isso sabe que se trata de “um acontecimento muito especial”. “Convivemos com jovens de outras zonas do país, mas ao mesmo tempo trata-se de uma responsabilidade individual e coletiva para cada jogador e para a zona do país que representa. Não é só conviver com os melhores treinadores e jogadores nacionais. É também defender o Basquetebol do nosso distrito com a melhor dignidade e qualidade que for possível”, salienta.Estreia absolutaJá para Maria Sousa (Sub-16) trata-se de uma estreia absoluta. “Nunca participei. Infelizmente comecei a jogar basquetebol tarde, e só este ano, no último ano em que posso ir à seleção distrital, é que me dediquei realmente a este desporto e trabalhei muito para alcançar este objetivo. Claro que sem a dedicação e o empenho do nosso treinador, que nos incentiva e mantém um trabalho rigoroso com toda a equipa, este sonho não era alcançável.”E para quem começou tarde, estar entre as 12 melhores só pode ser “fantástico. “Para mim, participar na Festa do Basquetebol Juvenil é uma honra. Ser considerada uma das melhores 12 do distrito seria fantástico, e espero, se participar, passar por uma experiência incrível, como todos os que já participaram dizem que é. Com estes jogos, ganhamos mais experiência e aprendemos mais. Jogar com os melhores torna o jogo mais rico e competitivo. Acho magnífico sermos convidados a fazer amizade com pessoas fora da nossa cidade, e mesmo fora do nosso distrito. Juntar o basquetebol aos amigos é como juntar o útil ao agradável! Seriam uns dias inesquecíveis!”


O fim de um ciclo

Em Itália, o Lucca de Mery Andrade já esqueceu a final da Taça perdida e regressou em grande ao campeonato. Confira nos detalhes desta notícia o desempenho dos restantes jogadores portugueses a atuar no estrangeiro.

Em França terminou o ciclo de vitórias consecutivas do Rouen. A equipa de Filipe da Silva ia já em 4 triunfos seguidos na Divisão Pro B, mas este fim-de-semana foi derrotada em casa pelo Boulogne, por 84-86, na 27ª jornada da prova. O base português somou 2 ressaltos e 1 assistência, em 19 minutos.Em Espanha, o Planasa não conseguiu fazer frente ao Lobe Huesca e cedeu, por 67-74, na 22ª jornada da LEB Ouro, ocupando agora a 12ª posição. João Soares, em 8 minutos, totalizou 3 pontos e 1 ressalto.Igual sorte teve o Ávila de Joanh Callenbach na LEB Prata. A equipa visitou o Palma e cedeu, por 64-68, na 22ª jornada da prova, com o português a somar 5 pontos, 1 assistência e 1 roubo de bola, em 15 minutos. O Ávila está no 9º lugar.Na EBA, João Grosso esteve em particular destaque este fim-de-semana. O português somou 15 pontos, 1 ressalto, 1 assistência, 3 roubos de bola e 1 desarme de lançamento no triunfo do Arteixo, em casa, diante do Baloncesto Leon (85-74) e a equipa está na 6ª posição.Na mesma prova, o Estudiantes Lugo de Rafael Wildner perdeu na visita ao Marin Peixegalego (42-73), mas o português, com 8 pontos, 8 ressaltos, 1 assistência e 2 roubos de bola, tudo fez para que o desfecho fosse outro.Nas senhoras, o Irún de Sónia Reis não entrou em prova este fim-de-semana em Espanha e o Al-Qazares de Carla Nascimento perdeu, ao cabo de 10 vitórias seguidas! Foi na visita ao pavilhão do Ferrol, por 72-77, com a portuguesa a somar 12 pontos, 6 ressaltos e 1 assistência, em 40 minutos. De qualquer forma, a equipa manteve-se na 2ª posição da Liga Feminina 2A.Na Liga Feminina 2B, o Orion GDKO de Carla Nascimento levou a melhor sobre o Las Rozas (63-49) e subiu à quarta posição na geral. Carla totalizou 5 pontos, 7 ressaltos, 1 assistência e 2 roubos de bola, em 27 minutos.Em Itália, o Lucca de Mery Andrade já deitou para trás das costas a derrota na final da Taça, na semana passada, e superou o Orviet, por 62-39, no campeonato. A portuguesa contribuiu com 9 pontos, 6 ressaltos, 2 assistências e 3 roubos de bola.


Portugal candidata-se a evento da NBA

A mesa estava composta pelo Vereador do Desporto de Almada, Dr. António Matos; Dr. Augusto Baganha, Presidente do IPDJ; Mário Saldanha, Presidente da FPB; Brooks Meek, Vice-Presidente da NBA e ainda Carlos Barroca, comentador da SportTv e conhecido treinador de basquetebol.

Em jeito de abertura, o Dr. António Matos responsável pelo Desporto em Almada, focou a evolução das infra-estruturas desportivas do Concelho e a importância deste evento para a sua cidade. Em seguida, o prof. Carlos Barroca proferiu que este era um evento que deverá congregar esforços conjuntos de todos quantos trabalham e gostam da modalidade, uma oportunidade única de estabelecer uma importante ponte com a NBA, passando a palavra ao representante máximo da modalidade em Portugal, o Presidente da FPB, Mário Saldanha. O Presidente salientou a importância que um evento desta imensidão compreende, o aumento da notoriedade e visibilidade do basquetebol, algo essencial para o crescimento da modalidade no seu 100º ano em Portugal. Para além da componente desportiva, o evento comporta uma importante vertente social e turística no que diz respeito à promoção do país como destino turístico e esta é uma área que Mário Saldanha considera uma oportunidade a explorar. É neste contexto que surge a intervenção do Presidente do Instituto Português do Desporto e Juventude, Dr. Augusto Baganha que reiterou o apoio do governo ao evento, não só financeira mas, nomeadamente, no que diz respeito ao alojamento com a disponibilização da Pousada da Juventude de Almada.Para finalizar o Vice-Presidente da NBA, Brooks Meek afirmou que Portugal, em especial Almada aparenta ter todas as condições reunidas para que o evento se possa realizar em Portugal, considerando as infra-estruturas de Almada, o alojamento e outros factores. Desta forma, a esperança permanece até que chegue a resposta definitiva da comitiva da NBA que regressa amanhã a Nova Iorque.Para ver o vídeo da conferência de imprensa clique no link abaixo:Conferência de Imprensa BWBBasketball Without BordersOs melhores jogadores de sub19 da Ásia, Europa, América Latina e África, seleccionados pela NBA, pela FIBA e pelas Federações participantes serão treinados por jogadores e treinadores da NBA e irão competir entre si.Jogadores da NBA associam-se a diferentes grupos da comunidade para liderar sessões sobre o quotidiano focando a importância da educação, liderança, desenvolvimento de caráter, saúde e bem-estar. Para promover a amizade e a diversidade, os participantes são repartidos em equipas sem distinção de raça e nacionalidade.Este programa chegou a inúmeros outros locais através das relações entre comunidades e da divulgação de cada região. Os esforços geralmente culminam com um NBA Cares Legacy Project, que inclui a criação de lugares seguros onde as crianças e as famílias podem viver, aprender e brincar. Como parte do BWB, a NBA já criou 50 lugares seguros fora dos Estados Unidos e Canadá.O programa já contou com 350 jogadores da NBA, treinadores e outro staff de 30 equipas diferentes, como técnicos do campus e mentores para mais de 1.500 jovens atletas de mais de 100 países e territórios. Desde a sua criação, em 2001, 24 campos BWB foram realizados, em 13 cidades e em 11 países, em cinco continentes. Em 2010, BWB teve lugar em Singapura, em Dakar no Senegal e em Barcelona, Espanha. Em 2011, foi a vez do Rio de Janeiro e Ljubliana, na Eslovénia e ainda na África do Sul, em Joanesburgo receberem o BWB. Em 2012 o projeto decorreu em Moscovo e Tóquio.


Benfica e Vitória são os finalistas

Nota final para o muito publico que encheu o Multiusos de Fafe e vibrou com a qualidade do basquetebol praticado.
Amanhã, Benfica e Vitória discutem, a partir das 16h00, a posse do ambicionado troféu.

A primeira nota de hoje vai para a parceira de cariz social que o Sampaense fez com o Movimento Vida de forma a promover, neste mediático Ponto Alto do Basquetebol, a recolha de medula óssea. Este é um movimento presidido pelo irmão do futebolista Carlos Martins, rosto mais visível da sensibilização e de um movimento que pode ajudar a salvar muitas vidas. Como diziam as camisolas, “Ser herói está no sangue!”No primeiro jogo da tarde o primeiro ascendente foi do Sampaense que entrou de forma determinada e rapidamente chegou a uma vantagem de 11-5. O Benfica reagiu paulatinamente e à passagem do minuto 7 conseguia igualar a 15 e um minuto depois chegava à primeira vantagem do jogo (17-18). O final do primeiro período chegava com escassa vantagem encarnada por (21-23).Os segundos 10 minutos trouxeram um inicio de novo equilibrado e a equipa de São Paio de Gramaços parecia querer repetir o bom inicio de jogo. À passagem do 6º minuto, Jorge Sing, com um triplo, ainda colocava o Sampaense a vencer por 3, mas a pronta resposta de Betinho recolocava o equilíbrio e dava alento para o melhor período benfiquista. A 2 minutos do intervalo, depois de um espectacular afundanço de Betinho e de um triplo de Andrade o Benfica chegava a 7 pontos de vantagem que até ao descanso consolidou para 11 pontos (41-52).Após o descanso o Sampaense procurou reagir ao resultado adverso mas o Benfica não permitiu veleidades e a meio do 3º período a vantagem atingia a vintena de pontos (47-67). Pouco se alterou a partir de então e os encarnados entravam no quarto e decisivo parcial com 23 pontos para gerir (56-79).Apesar de colocar todo o seu empenho em campo os homens de São Paio de Gramaços não conseguiram ir além de uma ligeira aproximação a 18 pontos no inicio do período. Gerindo o jogo e a rotação no banco de forma confortável e segura, o Benfica consolidava a sua superioridade na partida e garantiu a vitória (81-103) e consequente presença na final de amanhã.Destaques individuais para Ricky Franklin (14 pts e 8 ass) bem acompanhado por Fred Gentry (11 pts e 3 res), Carlos Andrade (13 pts e 6 res), Claudio Fonseca (11 pts e 4 res) e Heshimu Evans (14 pts e 4 res) no Benfica que ganhou a luta dos ressaltos (32-21). Nos sampaenses Jorge Sing (17 pts e 6 ass), Steven Baker (23 pts e 4 ass) e Stefan Djukic (13 pts e 7 res) ainda tentaram lutar contra a maré.A segunda meia final trouxe fortes emoções e equilíbrio desde o inicio. A Ovarense conseguiu algum ascendente (13-5) a partir da metade do primeiro parcial mas a reacção vitoriana não se fez esperar e a 1 minuto do fim consegue empatar e passar para a frente já nos segundos finais. Mas um turnover na última posse de bola permite um contra-ataque e o empate aos vareiros no final dos 10 minutos (20-20). A curta paragem foi benéfica para os atletas de Ovar que conseguem um parcial de 9-0 nos primeiros 2,30 minutos com o Vitória só então marcou dois pontos e quebrou o ascendente adversário. Mais uma vez a reacção minhota não se fez esperar e com um parcial de 6-0 encostaram a 3 pontos (33-30). A Ovarense voltou a reunir forças e a conquistar uma vantagem próxima da dezena de pontos mas um parcial vitoriano de 8-0 colocava o resultado na margem mínima à saída para os balneários 41-40.A segunda parte começou com um festival de triplos e de alternâncias no marcador. Assistiam-se a momentos de grande espectacularidade e emoção e muito equilíbrio. A meio do período André Bessa marca um triplo e dá o mote para o melhor momento da equipa de Guimarães. Paulo Cunha faz um espectacular afundanço a 2 minutos do fim e o resultado era então de 52-57 favorável aos minhotos. Tempo de paragem pedido por Carlos Pinto mas os seus pupilos permitiram logo de seguida um triplo de José Silva e a vantagem alargava distâncias. Cordeiro ainda faz dois pontos mas este era o momento do Vitória que com novo triplo fez o 54-63 com que se entrava no decisivo parcial.Tinhamos jogo. Apesar do Vitória conseguir colocar a vantagem acima da dezena de pontos com 2 minutos do último quarto jogados, a Ovarense nunca se entregou e Fernando Neves com um triplo a 6:30 minutos do final demonstrava isso mesmo. A 4 minutos do fim 5 pontos (66-71) separavam as equipas e mais dois pontos vareiros punham a incerteza no marcador e no vencedor ao rubro. Os últimos 3 minutos foram jogados com muito nervo, coração mas pouco discernimento de parte a parte, com ambas as formações a não conseguir concretizar. A 20 segundos do fim, José Barbosa marca um dos dois lances livres e faz falta imediata. André Bessa vai para a linha e treme. Posse de bola para os vareiros e a 6 segundos do fim José Barbosa sofre falta e desta feita faz os dois lances livres e empatava a partida a 71. Desconto de tempo de Fernando Sá para preparar a última posse de bola. A decisão fica nas mãos de Ivan Almeida que falha o lançamento mas de forma espectacular ganha o ressalto e faz a tapinha que deu a vitória e a presença na final aos homens de Guimarães – 71-73.Destaques individuais para Ivan Almeida (12 pts e 8 res), José Silva (21 pts), Paulo Cunha (11 pts e 7 res) e Dan Swetalla (9 pts e 10 ress) nos vencedores. Cristóvão Cordeiro foi o melhor dos vareiros com 16 pts, 7 res e 4 ass), bem acompanhado pelos 23 pts de Sergi Brunet, por José Barbosa (16 pts e 6 res) e Fernando Neves (13 pts e 6 res).


Algés bate CAB

Com este triunfo as algesinas, com um jogo a menos, não perdem terreno na perseguição ao líder, Quinta dos Lombos, que nesta jornada foi vencer ao Montijo (60-53). Quem se atrasou na frente foi o GDESSA, já que foi surpreendido, perante o seu público, pela formação de Vagos (74-70).

As atuais campeãs nacionais e a Quinta dos Lombos começam a perfilar-se como as grandes candidatas a terminar na frente a fase regular. Ambos os conjuntos têm apenas 3 derrotas, se bem que o Algés tenha um jogo a menos. Uma luta que poderá decidir-se na última jornada com o confronto entre estas duas equipas.CAB e GDESSA depois das derrotas deste sábado ficaram praticamente afastadas da luta pelo 1º lugar, pelo que agora a corrida centra-se sobre quem será 3º ou 4º nesta fase. Estes dois conjuntos defrontam-se, no Barreiro, esta segunda-feira, num encontro que promete muita luta e muita emoção. Se bem que pelo meio, as madeirenses ainda se desloquem, este domingo, a Lousada, para defrontar a equipa local.A vitória do Lousada em Ovar (76-63), associada à derrota do CD Torres Novas nos Açores (50-67), aproximou ainda mais a equipa nortenha da última vaga para o playoff, muito embora ainda tenha uma derrota a mais e um jogo ainda por disputar. Em teoria, o calendário é mais favorável à formação de Torres Novas, ficando a expetativa se o duelo entre as duas equipa na última jornada poderá ser decisivo para marcar presença na fase seguinte da competição.


Festa do Basquetebol apresentada em Albufeira

De 20 a 24 de março, Albufeira volta ser a capital da modalidade, acolhendo a maior concentração juvenil que se realiza em Portugal. 72 seleções em representação de 18 regiões do país vão disputar o Campeonato de Portugal de Basquetebol de Iniciados e Cadetes, em ambos os sexos.

Albufeira prepara-se para voltar a ser palco de cinco dias de competição e muita animação. O Município será o anfitrião da Festa do Basquetebol 2013, que aqui vai reunir perto de um milhar de atletas e centenas de juízes, técnicos, dirigentes e familiares.Sendo Albufeira uma cidade com tradição ao nível do basquetebol, a autarquia resolveu associar-se ao evento pelo segundo ano consecutivo, colocando à disposição a rede de equipamentos desportivos criada ao longo da última década. “Albufeira reúne todas as condições para acolher esta iniciativa, quer a nível de infraestruturas e alojamento, quer na afetividade que o público tem para com a modalidade. Somos um Município que aposta na formação das camadas juvenis e no apoio aos clubes e associações, pelo que este evento surge também como uma oportunidade para os nossos atletas partilharem a sua experiência ao nível do basquetebol” referiu o presidente José Carlos Rolo, na cerimónia de apresentação da Festa, que decorreu ontem na Câmara Municipal.A autarquia cede, assim, os espaços desportivos e assegura a logística do evento em termos de recursos humanos. A restante estrutura ficará ao encargo da Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB).“Este evento é uma organização conjunta de diversas entidades regionais que entendem a importância da iniciativa para a região. Conseguimos reativar as parcerias estabelecidas no ano passado, que permitem tornar possível o evento, numa altura em que atravessamos sérias dificuldades económicas”, salientou Paulo Dias, vereador do Desporto do Município de Albufeira. “Os hoteleiros acordaram praticar preços especiais que resolvem a questão do alojamento. A alimentação será fornecida pelas cantinas dos estabelecimentos de ensino e o transporte das comitivas será asseguradopela rede urbana Giro e, se necessário, pelas viaturas municipais”, explicou o autarca.Paulo Dias destacou ainda a realização, em Albufeira, do Torneio Nacional de Basquetebol Sub-12, de 18 a 20 de março, que contará com a participação de equipas de todo o pais. “Durante uma semana, Albufeira será, sem dúvida, a Capital do Basquetebol”, afirmou.No evento participam as seleções de todos os distritos do país, num total de 72, constituídas pelas futuras esperanças do basquetebol nacional, rapazes e raparigas com idades entre os 14 e os 16 anos.“Os melhores 12 jogadores de cada associação, em ambos os sexos e em dois escalões, vão estar aqui a representar a sua seleção”, informou Manuel Fernandes, diretor técnico nacional de Basquetebol, acrescentando que“para os milhares de jovens praticantes, este é o momento mais importante da época desportiva. Só quem assiste ao evento consegue percebero espírito que aqui se vive pela combinação do desporto, juventude, amizade, família e competição”. O representante da FPB destacou a importância de Albufeira na história da modalidade, como sendo “um concelho onde o basquetebol tem pergaminhos, onde é bastante acarinhado pela população e que tem formado grandes valores nacionais como o Tomás Barroso ou o Rui Quintino, entre muitos outros”.Também Ana Herculano, presidente da Associação de Basquetebol do Algarve, evidenciou a sua satisfação pela realização do evento em Albufeira, numa altura em que as dificuldades financeiras estão a condicionar a prática do basquetebol e do desporto. “Este é um dos eventos que não pode ser esquecido devido à situação económica do país, pois envolve centenasde jovens”. A dirigente frisou ainda que “temos que continuar a reunir esforços para que, de futuro, consigamos continuar a trazer para Albufeira este momento tão importante.”Luís Romão, diretor regional do Instituto Português do Desporto e da Juventude (IPDJ), elogiou o empenho de todos os parceiros na realização desta Festa que “congrega uma dimensão competitiva, lúdica e formativa e que envolve toda a comunidade de Albufeira”.O representante demonstrou disponibilidade em apoiar o evento em edições futuras, visto tratar-se de uma iniciativa que espelha a missão do IPDJ, unindo Desporto e Juventude.A encerrar os discursos, o presidente da Assembleia Municipal de Albufeira realçou a importância do evento para o concelho e para a região, como exemplo para a juventude: “É um orgulho para Albufeira acolher uma Festa desta envergadura, que será para continuar. Os cargos dirigentesdevem investir na juventude, que é o melhor investimento que se pode fazer”, afirmou Carlos Silva e Sousa.A Festa do Basquetebol vai decorrer de 20 de março, com a chegada das comitivas e sessão de boas vindas na Praça dos Pescadores, a 24 de Março, data das Finais e da cerimónia de encerramento.A par com os jogos, irão ter lugar diversas atividades, com destaque para o Jamboree de Mini-Basquete, aberto a todas as crianças entre os 7 e 11 anos.Para além dos prémios a atribuir aos três primeiros classificados de cada competição, haverá ainda o Prémio Fair Play, destinado a fomentar a sã competição, e o Prémio Solidariedade, que prevê a doação de um euro por parte de todos os jogadores. A verba angariada reverterá a favor de uma instituição social de Albufeira, a ser indicada pela autarquia.Esta é uma iniciativa organizada pela Federação Portuguesa de Basquetebol, em parceria com a Câmara Municipal de Albufeira e com o apoio do Imortal D.C., Clube de Basquete de Albufeira e Associação de Basquetebol do Algarve. O evento conta, ainda, com a colaboração de outras Associações distritais de basquetebol de todo o país.


Ovarense e Vitória jogam segunda meia-final

No primeiro jogo da noite os vareiros levaram de vencida o Illiabum (64-79) enquanto que o Vitória derrotou o Maia Basket na segunda partida (79-91). Dois jogos onde as equipas da Proliga, em especial os maiatos, venderam cara a derrota.
Amanhã jogam-se as meias-finais. Às 15h00, Sampaense e Benfica disputam a presença na final de Domingo e às 17h00 é a vez de Ovarense e Vitória lutarem pela segunda vaga na decisão.

No primeiro jogo do segundo dia de competição, a Ovarense Dolce Vita carregava nos ombros a responsabilidade de, no duelo aveirense, pertencer ao escalão mais alto do basquetebol nacional. Talvez por isso mesmo o Illiabum começou a partida com superior motivação e chegou na frente no final dos primeiros 10 minutos (19-18). A paragem serviu para a Ovarense encarar a realidade e mudar atitudes. Com maior concentração os vareiros subiram de rendimento e com um parcial de 26-14 conseguia sair para os balneários a vencer por 11 pontos.A segunda parte trouxe uma Ovarense determinada em não deixar os ilhavenses crescer no jogo e, assim, mantinham a confortável distância o adversário que à entrada dos decisivos 10 minutos era de 13 pontos (46-59). Tornava-se tarefa hercúlea para a equipa de ílhavo que ainda foi buscar forças e aproximou o resultado mas sem resultados práticos e o resultado final refletia uma vitória que espelhava os acontecimentos da partida – 64-79.Destaques individuais para o triplo duplo de Miguel Miranda (14 pts, 10 res e 10 ass) bem secundado por Fernando Neves, sergi Brunet e Nuno Morais com 15 pts cada. Nos ilhavenses os melhores foram Tiago Raimundo (15 pts, 5 res e 4 ass), João Figueiredo (14 pts, 4 res e 8 ass) e Miguel Queirós (14 pts e 5 res).A segunda partida trouxe muito publico e dificuldades para o Vitória que só no 4º período conseguiu superiorizar-se a um Maia Basket determinado em continuar a fazer história nesta inédita presença na Final 8. Aliás, uma primeira nota para a homenagem dos maiatos ao malogrado Paulo Pinto, entrando em campo neste momento histórico do clube, com t-shirts com o nome e nº 8 do antigo capitão da Selecção e a frase “A recordaçãoo é eterna”.Quanto ao jogo, o Vitória sentiu sempre grandes dificuldades para contrariar o empenho maiato apesar de liderar quase sempre o marcador. O 1º período assinalava 5 pontos de vantagem vimaranense e ao intervalo essa vantagem tinha-se dilatado para 9 pontos. Mas nada que desmoralizasse os jogadores do Maia que estiveram sempre dentro do jogo.Já no terceiro período o Maia, apesar de correr atrás do prejuízo ia causando calafrios com constantes aproximações no resultado. Ia valendo a maior experiência e rotação do Vitória que entrava no 4º e decisivo parcial a vencer pelos mesmos 9 pontos (59-68) do descanso.Finalmente, no último período de jogo o Vitória com um bom arranque cavou um fosso superior à dezena de pontos e foi gerindo a vantagem e o denodo adversário terminando com uma vitória difícil mas merecida por 79-91.Destaques individuais para Nuno Marçal (21 pts e 4 res) com a companhia valiosa de Paulo Diamantino (13 pts e 7 res), Pedro Tavares (15 pts e 4 res). Nos jogadores de Guimarães, Charles Jr. sobressaiu com 20 pts, 5 res e 7 ass, embora Ivan Almeida (21 pts e 9 res) e José Silva (16 pts) também estivessem em bom plano.


“Regresso aos Fundamentos é Urgente”

Dia 23, pelas 21 horas terão lugar as preleções do Selecionador Nacional Mário Palma e dos coordenadores das seleções femininas e masculinas respetivamente Ricardo Vasconcelos e Mário Gomes.

O Clinic da Festa é, por norma, um momento de reflexão dos treinadores presentes na Festa e aberto a todo o público que queira assistir.O tema a debater pretende conduzir esta reflexão a um patamar superior, tendo como objetivo fazer crer aos treinadores que a evolução dos nossos jogadores passará sempre pelo domínio dos fundamentos.Muitos dirão que é consensual e não necessitam de uma nova afirmação dessa vontade e desejo, em que acreditam.Se efectivamente acreditamos, será que existe tradução prática no treino das nossas equipas, adequando o volume treino de acordo com a importância do tema e com o nível dos nossos jogadores/as?Será que a metodologia aplicada está de acordo com as necessidades do jogo atual, cada vez mais rápido, e a obrigar os jogadores a terem uma leitura adequada e tão rápida quanto possível (aprendizagem por conceitos e inteligente)?Em suma este é o desafio que pretendemos debater com o selecionador nacional sénior Mário Palma e os coordenadores das seleções femininas e masculinas respetivamente Ricardo Vasconcelos e Mário Gomes.Jorge Fernandes Diretor da ENB


Dois jogos difíceis para o GDESSA

No próximo Sábado, dia 16 de Março, o GDESSA recebe a equipa do Vagos que já conta com 7 derrotas na fase regular do campeonato (11 vitórias). Apesar das comandadas de Nuno Manaia terem menos 3 derrotas, têm consciência do valor da equipa adversária, que nunca baixou os braços, tendo em conta algumas adversidades.Dois dias depois, na próxima Segunda-Feira (18 de Março), o GDESSA volta a jogar em casa, desta vez contra a equipa do CAB Madeira, que vem ao continente realizar 3 jogos (Sábado com o Algés e Domingo com o Lousada). A equipa insular tem o mesmo número de derrotas que a equipa do Barreiro e perdeu em casa no primeiro confronto entre estas duas equipas por 63-69.Depois do desaire com a Quinta dos Lombos, por 70-61, o GDESSA alcançou duas vitórias frente à Ovarense e ao Torres Novas, por 85-40 e 72-90 respectivamente. Apesar da dificuldade dos próximos jogos, equipa técnica e jogadoras assumem que “Nada será fácil contra o GDESSA”, facto que se tem verificado em todas as competições desta época.Sábado, 16 de Março:GDESSA x Vagos 15h15Segunda-Feira, 18 de Março:GDESSA x CAB 21h


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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