Artigos da Federaçãooo
Lombos derrotado nos Açores
Uma vez que o GDESSA também venceu nesta ronda – triunfo frente ao Montijo (71-55) –, o comando da competição é agora pertença da equipa do Barreiro. O fim-de-semana foi igualmente positivo para a formação de Vagos visto que, depois do triunfo de sábado, voltou a vencer este domingo, desta feita diante o Lousada, por 105-67. Ainda não foi desta que a Ovarense somou a sua primeira vitória na Liga Feminina, pois voltou a ser derrotada, perante o seu público, pelo Académico FC (53-68). Com este triunfo a formação do Porto aproximou-se ainda mais – está agora à distância de uma vitória –, do último lugar que dá acesso ao playoff.
Vitória moralizadora do Boa Viagem no primeiro jogo de 2013 para a Liga Feminina de Basquetebol. As terceirenses contrariaram o favoritismo da Quinta dos Lombos, somando o sétimo triunfo da temporada (55-48).O comportamento ao longo da primeira parte foi excelente. A equipa foi sempre capaz de interpretar com consistência os vários momentos do jogo, quer nos aspetos defensivos, quer no encontrar de situações de lançamento abertos. Apesar de menos beneficiado em determinados argumentos, nomeadamente na extensão do plantel, o conjunto açoriano conseguia bater-se frente a um adversário com mais soluções.Célia Simões foi sempre a principal referência da equipa, concretizando 15 pontos em 20 minutos. Eficaz no tiro exterior e, por várias vezes, foi apenas parada em falta. Ta-Myra foi menos eficaz na concretização, mas importante na luta dos ressaltos, item em que as insulares sentiram maiores problemas em equilibrar nesta fase do jogo. José Leite, mesmo aguardando dificuldades, talvez não esperasse estar tanto tempo atrás do prejuízo e a verdade é que não teve nenhuma atleta com alto rendimento. Aliás, foi no terceiro quarto, parcial de 16-8, que o triunfo das terceirenses começou a ganhar contornos de certeza. Saltou para a ribalta Ta-Myra Davis, a consumar o estatuto de MVP. A poste norte-americana começou a somar pontos, mantendo-se imparável na luta do resssalto, principalmente nos defensivos (14 no total).Os derradeiros 10 minutos ganharam interesse. Naturalmente a Quinta dos Lombos forçou a reviravolta no marcador, aumentando a pressão sobre a portadora da bola. Ainda reduziu de dez para apenas seis pontos de desvantagem, mas também somou faltas, importantes na parte final do encontro. Quando o cansaço começava a fazer-se sentir, ter direito a lances-livres ajudou as insulares. O Boa Viagem optou, e bem, por esgotar o tempo de ataque. E fê-lo com inteligência, pois nem por isso perdeu o sentido de cesto. Nestes minutos surgiu Jasmine Brittany, reforço que se estreou nos jogos caseiros. Não é o mesmo tipo de jogadora que Corin esta era mais empolgante, mais veloz e mais imprevisível, mas chegou aos 17 pontos, falta-lhe apenas ganhar maior entrosamento.
Portugueses lá fora
Confira nos detalhes desta notícia o que fizeram os atletas portugueses que competem nestes países.
Em Espanha, o Planasa bateu em casa o Ourense, por 85-83, mas não contou com os préstimos de João Soares nesta partida relativa à 13ª jornada da LEB Ouro. A equipa está na 8ª posição.Já o Irún de Sónia Reis teve pior sorte e entrou no novo ano com o pé esquerdo. A equipa visitou o Rivas e perdeu, por 51-77, baixando à 7ª posição na tabela classificativa da Liga Feminina de Espanha. Sónia jogou durante 13 minutos, somando 6 pontos e 2 ressaltos.Em Itália, o Lucca de Mery Andrade também perdeu. Foi em casa, frente ao Schio, por 47-49, e acabou por descer à 3ª posição. Mery marcou 4 pontos, capturou 5 ressaltos, distribuiu 1 assistência e fez 5 roubos de bola. Tudo em 23 minutos.
Grande encontro na Luz
Depois de o jogo parecer resolvido a favor dos encarnados no arranque do último período, a boa reação da Ovarense obrigou a que os atuais campeões nacionais tivessem de jogar ao seu melhor nível nos minutos finais do encontro de modo a garantirem o triunfo.
O jogo correspondeu às expectativas, já que assistiu a um bom encontro no Pavilhão Império Bonança, com as duas equipas a proporcionarem um bom espetáculo, marcado por muitos pontos e com momentos de bom basquetebol. Ao natural favoritismo encarnado respondeu a Ovarense com uma entrega total que lhe permitiu manter-se na discussão do jogo até bem perto do final.A formação encarnada desequilibrava o jogo na luta do ressalto, beneficiando de mais posses de bola, bem como de segundos lançamentos em áreas de maior eficácia. A Ovarense respondia através dos seus lançamentos triplos, ou então da exploração dos bloqueios diretos, um aspeto do jogo em que José Barbosa esteve muito bem a assistir.Ainda assim, os comandados de Carlos Lisboa chagaram a uma vantagem de 16 pontos no inicio do 4º período, dando a sensação que teriam o jogo controlado. Depois de uma interrupção no jogo pedida pelo técnico vareiro Carlos Pinto, a Ovarense forçou o Benfica a uma série de turnovers, reduzindo a diferença para a casa das unidades (9) em pouco mais de um minuto. Foi o melhor momento dos visitantes, que chegaram a estar a três pontos de diferença (74-77).O alerta soou na equipa benfiquista, que com as alterações introduzidas por Carlos Lisboa melhorou significativamente em termos defensivos, com destaque para o desempenho de Elvis Évora. Diogo Carreira trouxe alguma estabilidade ao ataque benfiquista, Lance assumiu a responsabilidade das ações individuais e, quando nada disto funcionava, a presença dos atletas na tabela ofensiva causava mossa e valia pontos. Betinho Gomes (23 pontos e 9 ressaltos) foi sempre um quebra-cabeças para a defesa vareira, sobretudo sempre que procurava as penetrações em drible. Lace Dunn (16 pontos e 8 ressaltos) surgiu nos momentos-chave do jogo, quer através dos seus triplos como forma de ultrapassar a zona da Ovarense, como também através de ações de 1×1. O norte-americano Seth Doliboa (19 pontos e 6 ressaltos) voltou a ser uma utilidade extrema, provando uma vez mais que é capaz de fazer um pouco de tudo.O base vareiro José Barbosa foi a voz de comando na equipa de Ovar, não só pelos pontos que marcou (15 pontos), como também pela forma como procurou os seus companheiros para cestos fáceis (12 assistências). O mais beneficiado da forma de jogar do jovem base de Ovar acabaria por ser Sergi Brunet (28 pontos e 7 ressaltos), principalmente através das situações de bloqueio direto. O internacional Miguel Miranda (22 pontos, 4 ressaltos e 3 assistências) continua a ser uma mais-valia, alternando bem o tiro exterior com o ganho de posições interiores a explorar as trocas defensivas.
Algés triunfa em casa
A vitória caseira frente ao Galitos/Barreiro (71-64) poderá ser o ponto de viragem que os jogadores algesinos tanto desejavam de modo a poderem discutir objetivos mais ambiciosos.
Foi uma vitória arrancada a ferros, já que à entrada do último período o conjunto de Algés ganhava apenas por cinco pontos (50-45). Isto porque durante o 3º período a formação da casa foi capaz de construir uma pequena vantagem pontual, depois de ter terminado os primeiros vinte minutos a vencer pela diferença mínima (48-47).Na parte final do jogo os comandados de Mário Silva souberam gerir com êxito o resultado que lhes era favorável, conquistando assim a segunda vitória da competição, ultrapassando simultaneamente o seu adversário na tabela classificativa.O bom desempenho do Algés na luta do ressalto, especialmente na tabela ofensiva com a conquista de 20 ressaltos, foi obviamente decisiva. Sendo que Jamarkus Holt (17 pontos e 13 ressaltos), Rui Quintino (15 pontos e 11 ressaltos) e Josimar Cardoso (18 pontos e 11 ressaltos) foram determinantes para o domínio do Algés nesse capítulo do jogo.A dupla de norte-americanos do Galitos formada por Christopher Barnes (14 pontos e 15 ressaltos) e Jeremy Bynum (17 pontos e 6 ressaltos) esteve em bom plano, mas nem mesmo com a ajuda de Pedro Pinto (15 pontos e 5 assistências) conseguiu evitar a derrota. Barcelos mais confortável na classificaçãoA equipa do Basquete de Barcelos ao derrotar este fim-de-semana, perante o seu público, o Sampaense Basket (90-83) deu mais um importante passo de forma a garantir um lugar que dê acesso aos playoffs. Os comandados de José Ricardo atingiram os 50% de vitórias, diante um adversário direto na tabela classificativa e que luta pelos mesmos objetivos.Depois de uma 1ª parte equilibrada (48-47), vantagem mínima para a formação minhota, a curta vantagem de seis pontos conquistada pelos barcelenses no inicio da segunda parte (71-65), revelou-se decisiva no derradeiro quarto do jogo.O base Nuno Oliveira (25 pontos, 10 ressaltos, 5 assistências e 3 roubos de bola) voltou a realizar uma exibição de encher o olho, tendo sido bem acompanhado por Marco Loncovic, autor de 23 pontos, 6 ressaltos e 3 assistências.O jovem Carlos Ferreirinho (26 pontos e 7 ressaltos) foi elemento mais valorizado da equipa de S. Paio de Gramaços, seguido de perto por Alexander Rapier que registou um duplo-duplo (21 pontos e 11 ressaltos).Lusitânia regressa às vitóriasDepois de uma série de sete derrotas consecutivas, os açorianos conseguiram inverter o ciclo negativo com uma vitória diante do Vitória de Guimarães, por 71-64. Depois de algumas derrotas por poucos pontos, os comandados de Nuno Barroso conseguiram finalmente o resultado positivo pelo qual tanto lutavam.Um triunfo que começou a ganhar forma durante o 3º período (51-47), já que os açorianos tiveram que dar a volta ao resultado, visto que ao intervalo perdiam por quatro pontos de diferença (30-34).O norte-americano John Huggins (21 pontos) continua a revelar-se como a principal referência ofensiva dos insulares, mas o regresso à competição de Augusto Sobrinho (19 pontos, 5 ressaltos e 2 assistências) foi determinante para o sucesso do Lusitânia neste encontro. Marcel Monplaisir voltou a somar mais um duplo-duplo (14 pontos e 13 ressaltos) na sua carreira.O atleta do Vitória, Ivan Almeida (25 pontos e 15 ressaltos) foi o MVP do jogo, numa tarde em que os vimaranenses estiveram pouco eficazes da linha de lance-livre, bem como nos lançamentos de campo.
Vitória importante do Benfica “B”
Os encarnados somaram a sua terceira vitória na competição, alcançando o Ginásio e o AngraBasket, na tabela classificativa.
Contudo, o triunfo da formação benfiquista esteve longe de ser fácil, já que só no derradeiro quarto é que os lisboetas conseguiram distanciar-se no marcador. Depois do empate a 33 pontos no final da 1ª parte, surgiu uma nova igualdade a 11 pontos no decorrer do 3º período.Cândido Sá (21 pontos e 10 ressaltos) voltou a ser determinante no sucesso do conjunto benfiquista, num encontro que ficou igualmente marcado pela prestação positiva de Diogo Gameiro (7 pontos, 8 ressaltos e 4 roubos de bola), recentemente promovido da equipa de Sub-18.Na formação de Leça da Palmeira, Daniel Ramos (14 pontos, 9 ressaltos, 3 assistências e 2 roubos de bola) foi o elemento mais valorizado.
Vagos inicia o ano a vencer
Ao intervalo as vaguenses já venciam por nove pontos de diferença, uma vantagem que foi aumentando paulatinamente no decorrer da etapa complementar. Com este triunfo o conjunto de Vagos passa a ter agora a ter o dobro das vitórias (8) em relação às derrotas.
Embora sem nunca ter sido uma superioridade avassaladora, o ascendente do Vagos verificou-se ao longo de todo encontro, uma vez que as pupilas de Nuno Ferreira venceram os quatro períodos do jogo. O bom desempenho da formação vaguense nos tiros de longa distância (6/14 – 43%) e o bom aproveitamento da linha de lance-livre (13/18 – 72%) acabaram por fazer a diferença, num encontro marcado pelo elevado número de turnovers cometidos por ambas as equipas – 43 no total.Na equipa de Vagos, o maior destaque vai para o duplo-duplo registado por Ebony Ellis (15 pontos e 15 ressaltos), enquanto que as melhores marcadoras foram Daniela Domingues e Lilian Gonçalves, ambas com 17 pontos. Apesar de derrotada, o conjunto de Torres Novas contou com a MVP do jogo, Taylor Turbow (16 pontos, 15 ressaltos, 4 desarmes de lançamento, 4 roubos de bola e 2 assistências) 31 de valorização, e a melhor marcadora do jogo, a outra norte-americana da equipa, Donica Cosby, autora de 21 pontos.
Oliveirense iguala líder
Um triunfo por números esclarecedores, em que a equipa da casa foi melhor em todos os períodos. Com esta vitória a Oliveirense alcançou o Maia Basket no topo da classificação, se bem que os maiatos estejam em vantagem, uma vez que venceram o duelo entre as duas equipas.
Os comandados de Sérgio Salvador distanciaram-se no marcador (22-13) desde o quarto inicial, tendo chegado ao intervalo a vencer por uma diferença de quinze pontos (41-26). Se dúvidas existiam quanto à capacidade do conjunto da Bairrada reentrar na discussão do resultado, elas ficariam praticamente dissipadas no final do 3º período, com a vantagem a subir para os vinte e cinco (62-47).A Oliveirense dominou a luta do ressalto, com Nuno Cortez (16 pontos), só à sua conta a capturar 20 ressaltos, menos 3 que a equipa contrária. Ainda assim, o base João Reveles (24 pontos, 7 assistências e 6 ressaltos) foi o MVP do jogo com 32 de valorização.A noite não foi de particular inspiração para os atiradores do Sangalhos, que teve em Nuno Bizarro (10 pontos, 8 ressaltos e 4 roubos de bola) e Vítor Farinha (14 pontos e 5 ressaltos) os seus jogadores mais eficazes.Triunfo suado do GuifõesA equipa do Guifões sofreu na deslocação que efetuou à Figueira da Foz para defrontar o Casino Ginásio, acabando por vencer pela diferença minima (70-69). Segundo triunfo consecutivo da equipa nortenha, diante um Ginásio que, apesar de derrotado, confirma a sua subida de forma.
Jornada dupla proveitosa
Começou, assim, da melhor forma uma jornada dupla que terminou este domingo de manhã, com mais uma vitória desta vez frente ao Torres Novas, por 79-63. O grupo orientado por Paulo Freitas a justificar o enorme sacrifício feito pelo clube para que as atletas pudessem viajar, uma vez que as subvenções governamentais ainda estão em atraso.
A figura do jogo foi a norte-americana Carmen Reynolds, que anotou 31 pontos (eleita a “MVP” – Jogadora Mais Valiosa – com 34 pontos de valorização). Na lista das melhores marcadoras seguiu-se Jheri Booker, que anotou 21 pontos. Maria João Correia, uma das internacionais do CAB, registou 16 pontos e Débora Escórcio, poste da Seleção Nacional, contribuiu com 11. Em declarações ao site do CAB, Paulo Freitas salientou o facto de a “sua equipa ter sabido tornar fácil o jogo”. “Aproveitei para fazer a rotação de toda a equipa, pois tal é necessário dado estarmos a fazer jornada dupla”. O técnico destacou o coletivo, “pois efetuámos 21 assistências, o que demonstra que a equipa tem vindo a melhorar como grupo e que a interligação está a ser muito positiva. Estou muito satisfeito com as minhas atletas e feliz pelo trabalho que temos vindo a desenvolver.”Novo triunfo em Torres Novas Recapitulemos a história da deslocação do CAB este fim-de-semana ao continente. Saíram do Funchal à 1h da manhã de sábado, chegaram ao Porto às 3h da manhã e partiram de imediato para o hotel, onde chagaram às 4h30 da manhã. Jogaram às 16h do mesmo dia, e, logo após o jogo, fizeram uma viagem de 300 quilómetros de autocarro até Rio Maior, chegando ao destino às 21h30. Menos de 12h depois já estavam no autocarro, em direcção ao pavilhão de Torres Novas, onde, pelas 11h, jogaram contra a equipa local. Regressaram ao Funchal às 15h50…Apesar do imenso desgaste físico desta jornada dupla, as madeirenses superaram-se, e somaram duas vitórias em mais uma deslocação ao continente.Na manhã de domingo, as insulares derrotaram o Torres Novas pelo resultado de 79-63. A equipa do Torres Novas tinha defrontada na véspera a formação do Vagos, equipa candidata ao título. O encontro era um desafio para o CAB, que também vinha de um jogo contra a Ovarense e de uma viagem longa desde o norte do país. Por isso, o jogo não se antevia fácil.Ofensivamente e defensivamente, as jogadoras de Paulo Freitas dominaram a equipa da casa, algo que conseguiram com muito mérito, pois o Torres Novas é uma formação organizada e sempre imprevisível, especialmente quando joga em casa. Em termos individuais, são de destacar as prestações de Jheri Booker (21 pontos), Carmen Reynolds (19 pontos) e Débora Escórcio (12 pontos)Apesar da vitória, o treinador Paulo Freitas não era um homem completamente feliz no final do encontro e argumentou que a equipa poderia ter feito mais e melhor. Em declarações ao Site Oficial do CAB, o técnico comentou da seguinte forma o jogo: “Foi um jogo que poderíamos ter ganho por outra expressividade, mas acabamos por vencer apenas por 16. Senti a equipa um pouco ‘presa’, fruto também de não sentirmos que o adversário não estava no seu melhor.”Segundo Paulo Freitas, “O jogo vale pela vitória e pelas lições que podemos extrair da partida que fizemos. Ganhamos, mas sabemos fazer melhor e certamente iremos continuar a trabalhar para fazermos sempre melhor.”
A FPB marcou presença no “Match Up”
A convite da organização, a FPB esteve representada pelo seu Presidente, Mário Saldanha, que interveio na abertura do evento congratulando os seus organizadores pela iniciativa. Manifestou ainda a convicção que a participação da família do basquetebol na discussão construtiva das diversas vertentes da modalidade, concorrerá para que se encontrem os melhores caminhos para a sua consolidação e elevação no panorama do desporto nacional.
O evento foi organizado em dois painéis sobre duas importantes vertentes da modalidade. Os respetivos temas foram enquadrados por um conjunto de oradores que se referiram a sub-temáticas específicas e orientados no tempo por um moderador que posteriormente conduziu o debate que se seguiu àquelas participações.No 1º Painel – “a importância de uma LPB competitiva para o desenvolvimento do basquetebol em Portugal. Como o fazer?” – moderado por Olímpio Coelho, participaram como oradores:- Valdemar Cabral (Presidente do CAD de Braga) aludiu ao subtema “De que forma podem os árbitros ajudar a aumentar a competitividade da LPB?”- Carlos Barroca (Comentador SportTV/NBA e promotor de eventos) abordou o subtema “Reconquistar espaço nos meios de comunicação social, nomeadamente na Televisão e Jornais. Como o fazer?”- José Violante, (ex-Vice Presidente da NBA para a Europa) reportou o subtema “Que estratégias e medidas para valorizar a marca LPB e os clubes?”- Manuel Fernandes (Diretor Técnico Nacional) apontou o subtema “Regulamentar para aumentar a competitividade. Que medidas?”- Rui Diniz (responsável do Marketing da ADVagos) referiu o subtema “Que estratégias de financiamento dos clubes, explorando o potencial local e regional?”No 2º Painel – “a importância da formação de atletas para o desenvolvimento do basquetebol em Portugal. Como o fazer?” – moderado por Rui Gomes, participaram como oradores:- Paulo Neta (DTR da Associação do Porto) que se referiu ao subtema “Que modelos competitivos na formação de jogadores.”- Goran Nogic (Treinador e responsável da Formação do SLBenfica) e Isabel Ribeiro dos Santos (Treinadora do GDE Maria Alberta Menéres)que abordaram o subtema “Integração dos jogadores jovens nas equipas seniores. Como o fazer?”- Mário Gomes (Coordenador das Seleções Nacionais Masculinas de Sub16 a Sub20) e Ricardo Vasconcelos (Selecionador Nacional e Coordenador das Seleções Nacionais Femininas) reportaram-se ao subtema “Trabalho com jogadores talentosos: Clubes, selecções e CNT’s”Do debate acontecido a organização prometeu produzir um documento de registo das opiniões/sugestões manifestadas, quer pelos oradores convidados, quer pelos restantes presentes, pelo que apenas nos permitimos aqui dar nota de, entre outras merecedoras de reflexão, algumas ideias/propostas apresentadas:“… uma cada vez maior interação entre os treinadores e juízes de basquetebol no sentido de qualificar a respetiva intervenção …” – Valdemar Cabral“… privilegiar o espaço da comunicação social na afirmação das muitas coisas boas, bonitas e positivas que a modalidade oferece …” – Carlos Barroca“… estabelecer o que se pretende da LPB, para a partir daí adaptar tudo o que a rodeia a tais objetivos …” – José Violante“… os jogadores estrangeiros de qualidade são sempre bem vindos, mas os que não a têm não podem tirar espaço de afirmação aos jogadores portugueses, mormente aqueles em cuja qualificação dos respetivos talentos se apostou …” – Manuel Fernandes“… o marketing é uma ferramenta para ser usada por todos e em conjunto, pois será muito mais difícil cada um por si obter resultados …” – Rui Diniz“… haverá necessidade de refletir os quadros competitivos à luz de uma organização geográfica de uma escala diferente da dos distritos …” – Paulo Neta“… não sei se trabalhando terei sucesso, mas sei que sem trabalho seguramente não o alcançarei …” – Goran Nagic“… os CNTs são necessários porque a generalidade dos clubes não dispõe de condições que possibilitem o volume e qualidade do treino compatíveis com o objetivo de qualificar a prática no escalão sénior …” – Ricardo Vasconcelos“… são muitos os modelos competitivos possíveis, mas não conheço nenhum que satisfaça a plenitude dos requisitos que os debates sobre esta matéria pressupostamente concluem…” – Mário Gomes“… urge adequar os modelos competitivos e os escalões etários às realidades sociais da modalidade, particularmente no que ao sector feminino diz respeito …” – Isabel Ribeiro dos SantosPreparar o futuro no quadro das dificuldades e incertezas que caracteriza a actual realidade exige o contributo responsável de todos. Por isso deixa-se o apreço pela organização do “Match Up”, ficando-se na expetativa que outros eventos do género possam vir a ter lugar e assim iluminar, pelo envolvimento e participação, os caminhos que a modalidade tem de trilhar na sua sempre inacabada afirmação.Por seu lado e neste âmbito, a FPB não deixará de cumprir a parte que objetivamente lhe compete, promovendo no âmbito das comemorações dos “100 anos de Basquetebol em Portugal” que este ano se cumprem, a planeada realização de um grande Fórum, que designou de “Basquetebol Global”, para o qual convoca todos quantos amam a nossa modalidade.
“Nunca desvalorizamos o adversário”
Um ciclo de oito triunfos consecutivos, sendo que o último do ano foi frente as atuais campeãs nacionais. Uma fase muito positiva que Felicité Mendes quer prolongar, e para que isso aconteça a equipa de Carcavelos tem que vencer este sábado, nos Açores, o Boa Viagem. Um adversário sempre complicado, mais ainda quando atua perante o seu público.
Apesar de não comandar a prova, menos um jogo realizado, a Quinta dos Lombos é a única equipa do campeonato com apenas um derrota. Felicité está convicta que a paragem não vai afetar o rendimento desportivo da equipa, já que o trabalho foi reiniciado com a mesma intensidade. “Temos trabalhado bastante desde o início da época, mostrando bons resultados e, como tal, considero que todas merecemos uns dias de folga para estar mais com a família e os amigos. No início do ano voltamos com a mesma carga com que terminámos, com vontade de dar sempre mais.”Relativamente ao jogo deste fim-de-semana, Felicité não espera facilidades. “O Boa Viagem apesar de estar agora mais afastado dos lugares da frente continua a ser uma equipa com bastante garra e com muitos pontos fortes, mais ainda quando joga em casa. Nós, como equipa, nunca desvalorizamos o adversário e dentro de campo damos sempre tudo por tudo.” As insulares têm argumentos suficientes para discutir a vitória, ainda que Felicité destaque algumas individualidades da formação da ilha Terceira. “A Tamyra é uma grande ressaltadora, e algumas jogadoras como a Célia Simões e Tatiana Milovac são boas lançadoras. Algo que nos obriga a estar sempre atento ao tiro exterior.”Esta talvez seja a altura ideal para formular desejos. A atleta dos Lombos não foge à regra, e deixa no ar a possibilidade de poder repetir o título conquistado pela equipa. “Como qualquer outra jogadora, o objetivo é estar sempre nos pontos altos das competições. Continuar a trabalhar forte, sem lesões, e quem sabe repetir os triunfos de há 2 épocas atrás.”
“Capacidade de superação”
Trata-se de uma, das duas equipas que só sofreu uma derrota, no presente campeonato. O treinador Francisco Gradeço, pese embora as lesões na equipa, irá tentar, como é seu hábito, que o Sangalhos seja competitivo. O adversário ainda não foi batido esta época em casa, pelo que, Gradeço está convicto que só um jogo perfeito permitirá ultrapassar um conjunto repleto de opções e vários pontos fortes no seu jogo.
A partida do próximo sábado seria sempre difícil tendo em conta a valia do plantel da Oliveirense. Sem entrar num discurso derrotista, Gradeço está consciente que o facto de não ter o plantel completo complica ainda mais a tarefa do Sangalhos. “Será um jogo de extrema dificuldade para nós, não só pelo enorme potencial individual e coletivo da Oliveirense, como pelas nossas limitações. Em virtude de lesões em atletas influentes, ainda não sabemos com quem poderemos contar. Vamos procurar dentro dos nossos recursos ser competitivos e disputar o resultado como sempre.”A equipa de Oliveira de Azeméis ganhou todos os jogos realizados em casa, pelo que, para sair de Oliveira de Azeméis com uma vitória, o treinador da formação da Bairrada espera que a sua equipa realize um jogo perfeito, quer a atacar como a defender. “A Oliveirense é fortíssima em casa, tem um excelente jogo interior, com excelentes lançadores e ótimos jogadores na interpretação do bloqueio direto. Teremos de ter uma grande capacidade de superação, consistência defensiva que possa reduzir significativamente a média de pontos marcados do adversário e teremos ainda de ser pacientes e eficazes no ataque.”Um discurso realista que nada tem a ver com receios de defrontar uma das melhores equipas da prova. Uma noite de inspiração é aquilo que Francisco deseja para o embate deste fim-de-semana. “Temos a noção que só um Sangalhos no seu melhor pode discutir o jogo. Não temos medo do adversário mas sim enorme respeito.”
ANTB na estrada – AB Algarve
Os preletores serão os selecionadores nacionais Mário Gomes e André Martins. O tema principal é “Contributos para o ensino do jogo nos escalões de formação”, pelo que os temas específicos a serem apresentados na sessão serão divulgados oportunamente. Assim, e constituindo este momento uma mais valia para a formação contínua dos treinadores, fica o convite à participação no mesmo.”
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
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