Artigos da Federaçãooo
Prolongamento resolve tira-teimas
Nos cinco minutos suplementares a equipa de Guifões foi mais forte, acabando por vencer por 84-76.
Se no 1º período a equipa da Figueira da Foz esteve na frente do resultado (13-10), até final teve de correr sempre atrás do prejuízo. Nada que fizesse abalar a equipa forasteira, já que mesmo a perder por seis pontos (46-52) à entrada do último quarto, foi capaz de levar o jogo para prolongamento.Mas nos momentos da decisão, a equipa do Guifões foi mais forte, soube reagir positivamente ao momento menos bom do final do tempo regulamentar. Aumentou a sua agressividade defensiva, obrigando o adversário a afastar-se cada vez mais do cesto, justificando com todo o mérito a segunda vitória caseira consecutiva da temporada.Daniel Correia (11 pontos e 6 ressaltos), a par de Fernando Ramos (11 pontos e 15 ressaltos), foram os elementos mais valorizados da equipa vencedora, já que o MVP do jogo, Marco Gonçalves (16 pontos e 12 ressaltos), com 22.5 de valorização, atuou pelo Casino Ginásio.Sangalhos bate Desportivo de LeçaO Aliança Sangalhos dá mostras que está a inverter o arranque menos positivo de campeonato, e depois de ter conquistado na ronda anterior a primeira vitória em casa, este sábado venceu fora de portas. O triunfo frente ao Desportivo de Leça por 75-62, coloca agora a formação de Sangalhos com um registo de 50% de vitórias. Eléctrico regressa às vitóriasDepois de dois desaires consecutivos, a equipa de Ponte de Sor voltou aos triunfos, ao derrotar, em casa, o AngraBasket, por 91-71. Um triunfo que prolongou o mau momento do conjunto açoriano que continua sem vencer na presente edição da Proliga.
Formação Contínua no Juncal
Luís Zambujo coordenador técnico do Núcleo Sportinguista de Leiria, abordou a sua organização coletiva na transição e sub-12 para sub-14, dando a relevo a conceitos defensivos e ofensivos em meio campo.Xavier Silva mostrou-nos alguns dos exercícios que integram o programa de ensino e treino do Jogos de Basquetebol preconizado pelo IEJOTA. Relevo para os pormenores, para a lógica da construção dos exercícios e para a importância de observar as necessidades dos atletas, ajustando as tarefas à resolução problemas diagnosticadosSan Payo Araújo, trouxe-nos mais um tema para reflexão. Captar talentos: como, quando e porquê?Despertar a iniciativa, valorizar quem procurar alterar o urso das coisas,foram mensagens importantes para os cerca de 40 treinadores presentes. Observar comportamentos, parece ser um indicador de relevo para quem pretende observar atletas que no futuro possam integrar seleções nacionais e/ou distritais.Um agradecimento especial ao IEJOTA e ao Instituto Educativo o Juncal, pois, proporcionou excelentes condições para esta formação.
“Nível elevado na defesa”
Em declarações à Benfica TV, o técnico Carlos Lisboa manifestou o desejo de repetir o êxito da Supertaça, embora nunca hajam dois jogos iguais. As duas equipas chegam a este confronto invictas, e para que Benfica prolongue o ciclo de vitórias, o treinador encarnado aposta numa defesa consistente e agressiva.
“Todos os jogos que jogamos é para ganhar e vamos com essa ideia. O Guimarães é uma boa equipa, jogámos há pouco tempo contra eles e vencemos a Supertaça. São jogos diferentes, mas a única coisa que eu quero que seja igual é o resultado, ou seja, que o Benfica vença”, começou por relembrar. A estratégia, essa já está definida e preparada: “Os jogos ganham-se a defender, por isso temos de defender bem, mas atacar também, e o que eu pretendo é que a equipa esteja num nível elevado em termos defensivos e é para isso que trabalhamos todas as semanas e vamos continuar a trabalhar para que isso aconteça.”
Relvão estreia-se com vitória
Uma prestação positiva e que vem comprovar que o jogador tem condições para competir a este nível no basquetebol norte-americano.
O jogo de estreia acabaria por ser uma vitória fácil para a equipa de Daniel Relvão (68-22), onde o atleta português esteve muito eficaz. Terminou o encontro com 10 pontos, converteu os quatro lançamentos de dois pontos que tentou, bem como os dois lances-livres a que teve direito. A isto ainda somou a captura de dois ressaltos. Parece bem encaminhada a aventura americana deste jovem português, que começa a justificar o convite feito pelos responsáveis da NBA, a quando da realização, em Almada, no passado verão do Basketball Without Borders.
«Fome de vitórias»
Em entrevista ao site do clube, Ricky Franklin revelou estar confiante para este jogo, sobre o qual estão bem informados, sendo que a “defesa é a chave” para esta equipa que cada vez está mais unida.
“Sinto que temos a possibilidade de ganhar o nosso primeiro jogo na presente edição da Liga. Para tal, temos que continuar a marcar os nossos pontos e a explorar os pontos fortes da nossa equipa”, considerou o norte-americano.Ricky reconhece muito valor aos maiatos e lembra os recentes desempenhos de Nuno Marçal. “Na equipa adversária, que é muito forte e equilibrada, destaco o Nuno Marçal, que tem carregado a equipa com a sua liderança e com as suas prestações ofensivas. Mas o Nuno é apenas um dos muitos jogadores talentosos que teremos de saber defender. Da nossa parte, os treinadores têm feito um excelente trabalho de nos informar sobre os pontos fortes e fracos da formação adversária e de nos alertar para a necessidade de jogarmos com grande intensidade desde o primeiro segundo do jogo.” “O facto de termos perdido os últimos dois jogos por margens tão pequenas aumentou a nossa fome por vitórias e tornou-nos ainda mais coesos como equipa. Estamos prontos. A atitude-chave é defesa, defesa, defesa!”, finaliza.
Rescaldo jogo da Taça e antevisão da 3ª Jornada – Académico FC
Jogo GRANDE no Pavilhão do Lima
Sofia Carolina: «Desafios fazem-me crescer»
A experiência, conta, está a ser muito gratificante, o nível da competição é muito exigente, mas só assim, entre as melhores, se consegue evoluir. Não perca a entrevista nos detalhes desta notícia
Como tem sido a experiência de fazer parte de uma equipa da principal Liga feminina espanhola? E sobre o nível da competição?Tem sido uma experiência gratificante, uma oportunidade única na verdade. O nível da competição é extremamente elevado, sendo também bastante equilibrada.A equipa trabalha de uma forma profissional? Como é a sua habitual semana de trabalho?Sim, a semana é formada por treinos bidiários e trabalho físico duas a três vezes por semana, sempre com a equipa completa. Treinamos de Segunda a Sábado, folgando sempre aos Domingos. Durante a semana quando chegamos ao quinto treino por norma folgamos. Contudo, quer joguemos fora ou em casa treinamos uma hora de lançamentos e outras situações, nomeadamente a “revisão” de todas as nossas jogadas. Por fim, os treinos da parte da manha tem a duração de 1h45 ou 2h e da parte da tarde 1h30.Ao que julgo saber, o treinador aposta muito na defesa e num ritmo elevado de jogo. Tem sentido alguma dificuldade em se enquadrar nesse estilo de jogo? A defesa é a base do nosso jogo. Por vezes, em situações de treinos em 5×5 temos de fazer 5 defesas seguidas e ate 10 para poderemos atacar. Nada é dado, mas sim conquistado. Inicialmente foi-me muito difícil conseguir acompanhar o ritmo de algumas companheiras de equipa já bem habituadas ao estilo de jogo da Liga Feminina. É também verdade que o meu treinador considera que defensivamente tenho dado bons feedbacks mas ainda assim não suficientes. Considera também que a minha maior vantagem será em transições ofensivas, muito “contra-ataque” ganhando assim vantagem sobre as minhas adversárias diretas. O que nunca pode faltar é intensidade! Honestamente, é difícil manter a concentração quando os pulmões e o cérebro já não aguentam (risos), ainda assim sou constantemente posta a prova em várias situações de treino as quais tenho conseguido superar.A concorrência dentro da equipa é grande?Bastante. Falamos de jogadoras a nível interior que competem a um alto nível profissional ainda eu não jogava basquete (risos). De momento jogar na posição 5 não é solução para mim, pois não tenho vantagem clara dentro da minha equipa, nem na Liga, o que tem “desabrochado “ em mim digamos assim situações de 1×1 a partir de situações exteriores. Surpreendentemente, assim o diz o meu treinador também, sou dos postes mais “baixos” da Liga. Todos os dias tenho o desafio de defender uma poste de 1,97m e com mais 10kg que eu. Contudo só me faz crescer e certamente desafios são o que procuro de momento.Na época passada ficaram em 4º lugar. O clube este ano reforçou-se com algumas jogadoras, sente que tem expetativas de repetir o êxito da temporada anterior, e se possível melhorar a posição final?Sim, de facto um feito único para uma localidade pequena como é La Seu, contudo e tal como foi referido hoje antes do início do treino, de momento estamos em 3 º lugar…Mas apenas fizemos 3 jogos, no mínimo ainda faltam 19. O que conta é o resultado final de sete meses de trabalho. Melhorar é possível sempre e no que quer que façamos, certo é que trabalhamos de Segunda a Sábado para jogar uma final, todas as semanas temos uma final.Neste momento vão com duas vitórias e duas derrotas. Resultados que se podem considerar normais, tendo em conta os adversários que defrontaram?Diria que é subjetivo, tivemos um início complicado tendo jogado contra o 3º classificado da última época, Uni Girona, para a final da Liga Catalã, em que perdemos por 18 pontos, passado um dia começou o campeonato oficial no qual sofremos uma derrota de seis pontos contra a equipa que ascendeu a Liga principal esta época, equipa da internacional Carla Freitas (Biskaia GDKO).Por fim, na semana seguinte uma vitória de 26 pontos contra Uni Girona e uma vitória suada contra o último classificado. Portanto, diria que pode acontecer de tudo.Confiante que vai conquistar mais minutos de jogo? E para que isso aconteça e vença esse desafio, existem algumas áreas do jogo em que vai ter de se tornar mais forte?Sim, sempre, é para isso que trabalho. As expectativas por parte do Clube em relação a mim são altas. É-me dito algumas vezes que em alguns treinos apresento qualidade de jogadora de 2 divisão espanhola e que outras vezes jogadora de qualidade de Liga principal. Estou a procura do meu potencial máximo. As principais equipas da Liga Feminina normalmente jogam com 8 a 9 jogadoras, é extremamente importante treinar bem com muita intensidade, consistência, ter os níveis de confiança elevados e sobretudo muito desejo de competir. Sei que a nível de treinos estou num ótimo caminho e que apenas tenho que desfrutar, fazendo o que sei de melhor e não entrar em pânico em jogos oficiais. Por fim, certamente e principalmente irei melhorar o meu tiro exterior e respetivas percentagens, jogando na posição 4 agora será o mais evidente, o que só fará de mim uma jogadora versátil.
«Grande margem de progressão»
Observando de fora, o experiente atleta considera que o Ginásio na maioria das vezes “tem cumprido com tudo aquilo que lhe é pedido para fazer dentro de campo”, e bastava terem feito isso contra o Illiabum, e terem feito “ menos perdas de bola” e o Ginásio podia ainda estar invicto.
O antigo internacional português não esconde que sempre foi seu desejo voltar a jogar no Ginásio, o clube onde tudo começou. “Sempre quis acabar a minha carreira onde nasci para o basquetebol e finalmente tudo se proporcionou para que isso acontecesse.”Aos poucos, o Casino Ginásio foi-se tornando cada vez mais competitivo. Ainda assim, José Costa opta por um discurso mais cauteloso, já que considera estarem reunidas as condições para uma época mais positiva e tranquila que a anterior. “Os nossos objetivos são simples: praticar um basquete agradável e competitivo, que nos permita chegar ao playoff.” O grupo de trabalho inclui muitos jovens, razão pela qual José Costa tem especial prazer em liderar esta formação. “É uma equipa que tem uma mescla de experiência com muita juventude, principalmente sub-18, que treinam connosco e com muita vontade de aprender e evoluir. Por isso dá-me muito gozo estar nesta equipa.”O experiente base não tem dúvidas que a equipa vai render muito mais ao longo da época, e aponta um aspeto como fulcral a ser melhorado. “Acredito que ainda temos uma margem de progressão muito grande e o que temos que melhorar é o controlo da posse de bola.” Na próxima jornada, o Ginásio desloca-se a Guifões, equipa que conquistou a 1ª vitória na jornada anterior. Num jogo que “será um bom teste” à consistência da formação da Figueira da Foz. “O Guifões tem uma equipa com alguns jogadores que já jogaram ao mais alto nível e como todas as equipas do Norte são bastante agressivos e intensos.” Razões pelas quais não vai ser tarefa fácil para o Ginásio regressar às vitórias.
«Não será fácil»
A Ovarense recebe no próximo sábado, pelas 16 horas, a equipa do Galitos Barreiro, que na última ronda conquistou, fora de portas, o seu primeiro triunfo nesta fase regular.
Carlos Pinto alerta para o facto de não existirem jogos fáceis, pelo que considera importante abordá-lo com toda a determinação. “Esta época nenhum jogo se apresenta fácil, pelo que este não foge à regra.”O treinador vareiro ambiciona um resultado positivo e não esconde que o grupo trabalhou com mais afinco para proporcionar uma alegria aos adeptos da equipa. “Apresentamo-nos junto do nosso público depois de uma derrota, pelo que aumenta o nosso compromisso para trabalharmos ainda mais na busca da vitória. Contamos com os nossos fiéis apoiantes que nos têm ajudado e a quem convidamos que de seguida assistam ao jogo das nossas seniores femininas.”
Torneio de Minibasquete Mix Minis 10
O Torneio de Minibasquete contou com a presença de atletas do OlivaisCoimbra e do Sporting Figueirense e decorreu em formato Mix. Todos osateltas presentes tiveram a oportunidade de disfrutar jogos deminibasquete, bem como de pequenas competições de lançamentos.A manhã decorreu sob um óptimo ambiente permitindo que, todos os quedela fizeram parte, se tivessem divertido.Este escalão participará no grande Torneio de S. Martinho que oOlivais organiza tradicionalmente nesta época no Pavilhão Eng. AugustoCorreia, Olivais, Coimbra.
Torneio de S. Martinho
Martinho, tradicionalmente organizado pelo Olivais
Coimbra, para todos os escalões de Minibasquete.
Numa manhã de muito minibasquete e, claro, das tradicionais castanhas,estiveram presentes as equipas do Clube Condeixa Basquete (Minis 8Misto), E.S.Bernardino Machado (Minis 12 Masculinos e Minis 10 Misto),Illiabum Clube (Minis 12 Femininos), Sangalhos D.C. (Minis 12Masculinos e Minis 8 Misto) e Sporting Figueirense (Minis 12 e 10Femininos). O Olivais participou com 2 equipas em cada escalão.
«Temos noção do nosso valor»
As açorianas, que têm contado com forte apoio em casa, preparam-se ser colocadas mais uma vez à prova, numa jornada dupla frente a Torres Novas e Olivais, no seu recinto.
Está de alguma forma surpreendida com a realidade que foi encontrar no clube União Sportiva?Eu já tinha acompanhado a equipa do União Sportiva o ano passado na 2ª volta do campeonato. Estava em S. Miguel e acompanhei o playoff e a final. Sabia que jogadoras locais iriam ser minhas colegas de equipa e o seu talento. A surpresa não foi total, mas não nego que o Clube superou em larga escala as minhas expectativas.A que se deve este começo de campeonato tão positivo, ao ponto de serem a equipa sensação do momento da Liga Feminina?Este começo frenético de campeonato deve-se em muito ao facto de termos defrontado o Sintra logo no primeiro jogo, e conquistado lá uma vitória importantíssima. Temos perfeita noção do nosso valor e sabemos que todos os jogos são renhidos, por isso, iniciar o campeonato de forma vitoriosa numa deslocação foi, sem dúvida, algo que nos marcou e nos deu o incentivo para trabalharmos cada vez mais e melhor nos treinos.As duas últimas vitórias colocam de alguma forma mais responsabilidade e pressão sobre a equipa?As duas últimas vitórias frente ao GDESSA e ao campeão em título Algés, só vieram demonstrar que afinal somos capazes de nos debater de forma equitativa com qualquer equipa deste campeonato. Acho que ainda estamos muito longe de atingir a forma plena no seio da equipa e que podemos fazer uma fase regular muito engraçada. Não sentimos, de forma alguma, o peso da responsabilidade, mas não negamos nunca que estas vitórias nos abriram horizontes para uma realidade que talvez estivesse um pouco tímida no início – falo, claro, de um lugar no playoff e a subsequente conquista do título.Qual é a sensação de jogar ao lado de uma atleta que tem a qualidade para fazer mais de 40 pontos em dois jogos consecutivos?A Jhasmin é uma excelente jogadora. Eu já a conhecia pessoalmente aquando da sua passagem pelo Olivais onde foi a melhor marcadora da Liga, por isso, para mim, não foi uma total surpresa vê-la marcar tantos pontos. Como colega de equipa, é verdadeiramente estimulante poder partilhar o mesmo campo de treino que ela. Treina com uma intensidade que contagia e só temos a aprender com todo o trabalho técnico que dela emana.Vão ter, em casa, uma jornada dupla, Torres Novas e Olivais, no próximo fim-de-semana. Sente que a equipa é mais forte quando joga em S. Miguel com o apoio do público? E o que dizer dos dois adversários?O público micaelense é extremamente efusivo e gosta de apoiar a equipa. São incansáveis e transformam o basquetebol num jogo bonito, é muito bom para nós sentir esse apreço e esse carinho. Este fim de semana é mais uma prova de fogo. São duas equipas que já defrontámos esta época, sendo que derrotámos o Torres Novas e perdemos com o Olivais, mas desta feita queremos inverter o segundo resultado e continuar invictas em casa.Por falar em público, qual tem sido a reação das pessoas de S. Miguel a este sucesso da equipa na Liga Feminina? Tem merecido a atenção da comunicação social da ilha?As pessoas ligadas à modalidade têm demonstrado grande apreço pelo trabalho desenvolvido, e o pavilhão está sempre cheio, por isso acho que posso dizer que a reação não poderia ter sido mais positiva. Tanto a televisão como os jornais locais têm, respetivamente, transmitido os resumos dos nossos jogos e apresentado os resultados.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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