Artigos da Federaçãooo
André Martins: «Trabalhar como profissionais»
Num grupo onde grassa o amadorismo, e a aposta passa por construir uma escola de formação, o técnico não tem dúvidas que os seus jogadores vão trabalhar arduamente no sentido de fazer com que o clube permaneça entre os “grandes” na próxima temporada.
Depois de vários anos a treinar equipas mais jovens, voltar a treinar seniores preenche-o de alguma forma?Acima de tudo adoro treinar, competir, ter desafios. Desde que o projeto seja aliciante e motivador a minha entrega e a minha ilusão são iguais.Apostou em muitos jovens para fazer parte do plantel. Quais os motivos que justificam essa sua opção?Não se trata de uma opção pessoal mas sim de um objectivo de todo o Basquetebol do Sport Algés e Dafundo. Isto é, construir uma escola de formação de jogadores, projetar atletas da formação na equipa sénior do clube e nas seleções nacionais. Dar sentido ao maior investimento que o Algés está a realizar, ter mais e melhores treinadores em todos os escalões do clube.No meio de algumas incertezas quanto à constituição do grupo de trabalho, a equipa tem condições para ser competitiva?Estamos a trabalhar para isso, os jogadores têm tido um compromisso excelente com o trabalho que realizámos até ao momento. Tenho a certeza que vamos crescer com o decorrer da competição.Quais pensa que poderão ser os principais problemas que a equipa terá de ultrapassar numa competição como a LPB?Não somos uma equipa profissional, mas queremos trabalhar como profissionais. Isto obriga a uma grande disciplina e organização por parte de todos, só desta forma é possível conciliar estudos com alta competição. Sente que o seu trabalho nesta temporada será mais focado para a evolução dos jogadores, ou os resultados irão ser mais importantes? Não acredito em projetos sem vitórias, em evolução sem objectivos competitivos. Vamos trabalhar e lutar por ambos.O que seria uma temporada positiva para a equipa do Algés?Permanecer por direito desportivo na Liga, proporcionar bons jogos, criar uma identidade forte com os adeptos e com o concelho de Oeiras e colocar jogadores nas Seleções Nacionais de jovens e de seniores. Melhorar e reforçar toda a estrutura de apoio a equipa, que permita consolidar o projeto do basquetebol Algés na LPB.
Estreia vitoriosa da AD Vagos
Depois de algum domínio inicial, as vaguenses tiveram de lidar com a pressão da aproximação pontual do adversário, que à entrada do derradeiro período perdia por dois pontos apenas (53-55). Com este resultado, o técnico da João Janeiro, estreou-se com uma vitória no comando técnico da AD Vagos, em jogos a contar para o campeonato. Para João Pedro Vieira, os resultados desta dupla jornada foram certamente amargos, até pela forma como aconteceram, se bem que a fronteira entre o sucesso e o desaire em ambos os casos tenha sido muito ténue.
As insulares entraram mal no jogo, com a AD Vagos, a manter a liderança do jogo até ao intervalo (36-32), se bem que a sua superioridade tenha sido mais evidente nos primeiros 10 minutos do jogo (19-11). Sobretudo como resultado do bom aproveitamento das vaguenses, de alguma passividade defensiva do CAB. Na 2ª parte, o CAB revelou-se mais determinado e coletivo, com as atletas insulares a lutarem por cada posse de bola. Apesar de ter estado melhor na etapa complementar, de tal modo que, a meio do terceiro período, passou mesmo para a frente (42-44), as fragilidades defensivas, nomeadamente a defesa das penetrações, foram bem exploradas pelas comandadas de João Janeiro que se mostraram mais agressivas a atacar o cesto e coesas coletivamente.A exclusão da partida de Justina Udenze também não ajudou, retirando altura e capacidade de ressalto à formação do CAB, nos momentos finais do jogo. Num encontro decidido pela diferença mínima, naturalmente a vitória poderia ter caído para qualquer um dos lados, mas este não era definitivamente um bom fim-de semana para a equipa da Madeira.A norte-americana Janae Fulcher (18 pontos 8 ressaltos) deu boas indicações quanto à sua utilidade na equipa de Vagos. bem como Ana Oliveira (22 pontos 9 ressaltos e 5 assistências) MVP do jogo, que já dispensa apresentações. Joana Jesus autora de 16 pontos também esteve em bom plano na equipa da casa.Destaque na equipa do CAB para as exibições de Marta Bravo (17 pontos, 7 ressaltos), Christian Shelter (13 pontos, 14 ressaltos), Justina Udenze (16 pontos, 10 ressaltos) e Carolina Escórcio (11 pontos, 8 ressaltos), todas elas com números bastante interessantes.Por períodos: 19-11, 36-32, 55-53 e 68-67.
Benfica “B” supera Sangalhos
Depois de um inicio algo tremido, os jovens jogadores do Benfica deram a volta ao resultado e confirmaram no último período a sua superioridade neste encontro.
A equipa de Sangalhos começou de forma fantástica, bem explícito na eficácia ofensiva revelada durante o 1º período (26-17). Até ao intervalo, a equipa de Goran Nogic melhorou o seu desempenho defensivo e voltou a reentrar na discussão do jogo, já que comandava o encontro (42-36). No recomeço da etapa complementar, o técnico Francisco Gradeço surpreendeu com uma defesa match-up, conseguindo fazer com que o Sangalhos se aproximasse ainda mais no marcador (52-559. Mas na parte final do derradeiro período, mais concretamente nos últimos quatro minutos, os encarnados dispararam definitivamente no marcador, graças a um parcial de 23-14. Pedro Belo, com um duplo-duplo (14 pontos e 12 ressaltos) a que somou 3 assistências e 3 desarmes de lançamento, foi o MVP do jogo com 28.5 de valorização. Os jovens Diogo Gameiro (18 pontos) e Sérgio Silva (16 pontos) mostraram que cada vez estão mais preparados para jogar a este nível pela equipa encarnada.O capitão do Sanhalhos, Emanuel Silva (14 pontos, 4 ressaltos e 2 roubos de bola) foi o elemento que mais se destacou na equipa da Bairrada, embora o melhor marcador da equipa tenha sido Gonçalo Catarino com 16 pontos.
«Ganhámos com justiça»
o final do encontro frente ao Vitória, Carlos Lisboa era um homem feliz. A sua equipa conquistou a Supertaça, um dos objetivos que pretendia alcançar esta época, e o técnico, em declarações à Sport TV, não teve dúvidas relativamente à justiça do resultado.
O treinador Carlos Lisboa não teve dúvidas quanto à justiça da conquista da Supertaça pela equipa do Benfica. A vitória por 86-82 acabou por se tornar bastante mais complicada no final do encontro, facto que o técnico reconhece que deve ter agradado aos adeptos da modalidade. “Quem gosta de Basquetebol e de vencer também tem de saber sofrer. Poderíamos ter resolvido o jogo mais cedo. Relaxámos um pouco em relação à estratégia em termos defensivos.” Quanto ao jogo propriamente dito, Lisboa fez questão de realçar a qualidade dos atiradores do Vitória, que tal como tinha acontecido na última edição da Taça de Portugal, voltaram a estar muito bem, com percentagens muito positivas para aquele capítulo do jogo. “A equipa do V. Guimarães tem excelentes lançadores. Foi um bom espetáculo, ganhámos com justiça e merecemos por tudo o que fizemos”. Para o técnico, o mérito desta conquista é dos atletas pela atitude colocada em campo. Bem pelo carácter revelado, na forma como superarem a desilusão do passado fim-de-semana, lidando bem com a pressão do momento “Os jogadores tiveram um grande comportamento, foram grandes profissionais, deram tudo. A vitória é para o Fred Gentry que não nos pôde ajudar”, revelou.Carlos Andrade: “Era um objetivo planeado” Carlos Andrade não esperava facilidades para este jogo, mas frisou que o Benfica fez muito bem o trabalho de casa para este jogo. “Sabíamos que seria um jogo difícil frente ao V. Guimarães, mas acho que nos preparámos bem.” O internacional português não escondeu que o grupo estava insatisfeito, e queria regressar às vitórias. ”Não estávamos contentes com a nossa última exibição, mas reagimos bem”, considerou. O jogador encarnado relembrou que o Benfica chegou a esta final com grande mérito, e a sua conquista significa uma meta atingida para a presente temporada. “Trabalhámos para estar aqui, fomos Campeões Nacionais e este era um objectivo planeado para este ano. Conseguimos”, destacou.
Benfica conquista Supertaça
Certamente mais pressionado pela eliminação da última competição em que participou, o Benfica reagiu bem, mostrou caráter e acabou por vencer justamente (86-82) este jogo que valia mais um troféu desta temporada. Destaque ainda para o brio revelado pelo Vitória, muito penalizado pelo inicio do 3º período, ao longo de todo o encontro, atitude que valorizou ainda mais o triunfo dos encarnados.
Apesar de ter sido o Vitória a começar melhor o encontro, 4 pontos de Paulo Cunha, foi o Benfica que acabou por ser mais forte no 1º período. Sobretudo pelo domínio exibido no jogo interior, destaque para o norte-americano David Weaver, e a superioridade na luta das tabelas. Os encarnados chegaram a estar a vencer por 22-13, mas na parte final do 1º período, os lançamentos de longa distância da equipa do Vitória começaram a cair, fazendo com que a formação orientada por Fernando Sá se aproximasse no marcador (20-24). Betinho, a poucos segundos do final do quarto, com uma penetração em drible, colocava o resultado final do período em 26-20 favorável ao Benfica.Para o 2º período, Carlos Lisboa trocava de bases, e Tomás Barroso entrou com a mão quente (5 pontos), ajudando a equipa a fugir no resultado. As trocas defensivas por parte dos vitorianos não resultavam, aproveitando os jogadores encarnados para acentuarem as vantagens nas áreas próximas do cesto. Se a isto juntarmos o domínio na luta das tabelas, estão encontrados os factores que explicam a diferença no marcador após quatro minutos jogados (37-23). Uma paragem pedida pelo técnico Fernando Sá fez bem à equipa, que assim que subiu a sua eficácia de lançamento cortou a diferença pontual que separava as duas equipas (32-39). Os últimos 3 minutos da 1ª parte foram parcos em pontos, mas um cesto de Jobey Thomas, com o tempo a acabar, dava uma vantagem de nove pontos ao Benfica para a 2ª parte (43-34).Começou mais forte o Benfica na etapa complementar, que com um parcial de 13-3, três triplos convertidos, obrigava o técnico Fernando Sá a interromper a partida (56-37), com pouco mais de 2 minutos decorridos. Na área pintada, Weaver continuava a ser um problema difícil de resolver, e o Vitória só se mostrava capaz de ultrapassar a boa defesa encarnada recorrendo ao tiro de longa distância. Meier, com 2 triplos, era uma boa solução ofensiva do Vitória nesse capítulo, e impedia que o Benfica se afastasse ainda mais no marcador, ajudando o Vitória a ultrapassar um período mais difícil do jogo. Na segunda metade do período, a equipa do Vitória aumentou a sua agressividade defensiva, atacava os bloqueios na bola com um 2×1, mas a serenidade ofensiva do Benfica, permitia-lhe encontrar na maioria das vezes o jogador sozinho do lado contrário da bola. O período chegava ao fim, e o Benfica dispunha de uma vantagem de dezanove pontos (69-50) para gerir nos últimos dez minutos do encontro.O Vitória, outra coisa não seria de esperar desta equipa, surgiu no derradeiro quarto disposto a reentrar pela discussão do resultado, e em menos de três minutos encurtava a distância para dez pontos (61-71). Um cesto de Mário Fernandes, mesmo em cima dos 24 segundos, cortou um período negro do Benfica, embora se sentisse que o jogo voltava a ganhar emoção. O base encarnado geria muito melhor a posse de bola, bem como prolongava o tempo de ataque dos movimentos ofensivos do Benfica. A diferença pontual entre as duas equipas estabilizava nos dez pontos, com o relógio a jogar a favor dos comandados de Carlos Lisboa. Os instantes finais foram de grande interesse, isto porque um triplo do Vitória, e um roubo de bola após reposição de bola pela linha final por parte do Benfica, deixava os vitorianos, a 24 segundos do fim, a dois pontos de distância (79-81). Os atletas do Benfica lidaram bem com a pressão do momento, já que não tremeram da linha de lance-livre, garantindo assim a conquista da Supertaça.Destaques individuais para Carlos Andrade (18 pts, 8 res e 7 ass), David Weaver (20 pts e 5 res), Mário Fernandes (13 pts, 5 res e 5 ass) no Benfica, e para Paulo Cunha (19 pts e 5 res), João Balseiro (21 pts e 4 res) e Anthony Meier 819 pts e 5 res) no Vitória.
Emoção até ao fim
O triunfo frente ao CAB Madeira teve tanto de saboroso como de emotivo, já que aconteceu no último segundo com um lançamento triplo de Francisca Braga (65-63).
O técnico já tinha prometido que a equipa do Lousada esta temporada iria ser competitiva, e foi o que aconteceu neste jogo frente às madeirenses. Durante todo o encontro nunca uma das formações conseguiu fugir no marcador, tendo-se verificado alternâncias nos períodos de algum domínio das equipas.Ao intervalo as insulares venciam pela diferença mínima (30-29), vantagem que aumentaria para quatro no final do 3º período (49-45). Porém, o derradeiro período do encontro não foi favorável para as atletas do CAB. Na defesa, essencialmente, a equipa cometeu muitas falhas, e, no ataque, a formação madeirense revelou grande inconsistência, alternando momentos de solidez tática com jogadas mais confusas e desorganizadas.Francisca Braga (17 pontos) converteu o lançamento de três pontos que daria o triunfo à equipa de Lousada, se bem que não tenha sido a única atleta da equipa da casa a destacar-se. A norte-americana Steffanie G. (15 pontos), Nanci Barbosa (14 pontos) e Ana Tenreiro (10 pontos) foram igualmente decisivas na vitória da formação de Lousada.O CAB não pôde contar com a internacional Maria João, e teve em J. Udenze, com 22 pontos, a sua melhor marcadora, logo seguida por Carla Freitas (16 pontos), C. Shellter (12 pontos) e C. Escórcio (8 pontos)Olivais vence foraNo Barreiro, o Olivais de Coimbra levou a melhor sobre o GDESSA, por 50-48. Ainda sem jogadoras estrangeiras devido ao atraso dos subsídios prometidos, o Olivais foi surpreendido pela forma como a equipa da casa iniciou e dominou o primeiro quarto (11-5). Com o decorrer da partida, as olivanenses foram equilibrando o resultado, mercê de uma grande agressividade defensiva, conseguindo dosear o esforço das suas poucas atletas. Ainda que tenha sido a formação da margem sul a chegar na frente do marcador ao intervalo (21-18).Na segunda parte, as olivanenses conseguiram superiorizar-se ao adversário, ganhando a luta nas tabelas e roubando algumas bolas que proporcionaram contra-ataques vitoriosos. A parte final do encontro foi bastante disputada, com várias alternâncias no marcador, com a equipa de Coimbra a garantir a vitória apenas no derradeiro minuto.O Olivais ganhou a luta das tabelas (34/29) e nos triplos (5-2), apesar de não ter sido muito eficaz, esteve melhor que o adversário. O facto de ter tido mais posses de bola, realizado mais lançamentos (59-41), naturalmente beneficiou a equipa de Coimbra. Nas visitantes, destaque para as exibições de Marcy Gonçalves (8 pontos, 9 ressaltos, 1 assistência, 5 roubos de bola e 1 desarme de lançamento), MVP do jogo com 18 de valorização, e Josephine Filipe (13 pontos, 6 ressaltos e 1 roubo de bola).Pela formação do GDESSA, Laura Fereira (19 pontos, 6 ressaltos, 1 assistência e roubos de bola) foi uma das jogadoras mais inconformadas, mas não conseguiu evitar o desaire. O número de turnovers cometidos pela equipa da margem sul (27), e a fraca percentagem de lançamentos de longa distância ajudam a explicar a derrota da equipa do Barreiro.Lombos e Boa Viagem com resultados positivosNos outros jogos da ronda de Sábado, a Quinta dos Lombos continua a somar vitórias e, perante o seu público, conseguiu mais uma vitória frente a um conjunto açoriano, desta vez o União Sportiva (87-62). Sorte diferente teve a outra equipa dos Açores, esta da ilha Terceira, já que o Boa Viagem conseguiu no Continente, frente ao GDEMAM (60-45), a sua primeira vitória na prova.
Dragon Force ganha em Ponte de Sor
Com este triunfo a equipa liderada pelo técnico Moncho López “vingou” a derrota na final do Troféu António Pratas, impondo simultaneamente a primeira derrota da temporada ao conjunto alentejano. O Illiabum, por sua vez, somou igualmente a segunda vitória na prova, ao derrotar, em casa, o AngraBasket por 71-60. Quem voltou aos triunfos foi a equipa do Esgueira/OLI, que bateu, na condição de visitante o Guifões SC (80-77).
Poucas semanas depois, as duas equipas voltavam a encontrar-se, desta vez em jogo a contar para o campeonato, prova em que ambas estavam vitoriosas. O técnico Moncho López avisou que a sua equipa iria apresentar-se mais forte, e a prova disso mesmo foi o domínio que teve em grande parte do jogo. A primeira parte terminou com a equipa nortenha na frente do marcador (37-29), liderança que foi posta em causa pelo conjunto de Ponte de Sor, no recomeço da etapa complementar. Mas rapidamente a equipa do Dragon Force se recompôs, isto depois, de um período do jogo bastante conturbado, onde faltou algum controlo emocional aos jogadores do Eléctrico. Seis pontos separavam (53-47) as duas equipas à entrada do quarto de todas as decisões, com o conjunto portista a alargar distâncias nos 10 minutos finais do jogo. Pedro Bastos (23 pontos) voltou a estar em destaque na equipa do Dragon Force, bem acompanhado por Ferran Pedreno, autor de 16 pontos. Miguel Queiroz e João Grosso, ambos com 8 ressaltos, ajudaram ao domínio portista (36/17) na luta das tabelas. Ainda assim, o MVP do encontro foi João Lanzinha, 22 de valorização, um jogador da casa, que terminou o encontro com 15 pontos, 8 ressaltos, 6 roubos de bola e 3 assistências. Mas a fraca eficácia ofensiva e baixas percentagens de lançamento, reveladas pela equipa de Ponte de Sor durante todo o encontro, comprometeram a invencibilidade do Eléctrico.Depois das excelentes indicações deixadas durante o troféu António Pratas, ficava a curiosidade em se perceber se os comandados de Pedro Costa iriam continuar na senda das vitórias. Depois da derrota averbada na jornada inaugural, a formação de Esgueira conseguiu, em Guifões, uma boa vitória, num jogo em que o equilíbrio foi a nota dominante. A equipa de Esgueira venceu os dois primeiro períodos por curtas vantagens, e à entrada do último dispunha de uma vantagem de cinco pontos (60-55). Pedro Morgado, com 23 pontos foi o melhor marcador do jogo, e o jogador do Esgueira foi igualmente o MVP do encontro com 26 de valorização. Destaque ainda para a exibição na equipa de Aveiro, de António Gaioso, autor de um duplo-duplo (14 pontos e 10 ressaltos). Na equipa do Guifões, José Almeida (15 pontos, 8 ressaltos, 6 assistências e 2 roubos de bola) fez um jogo bastante completo, assim como Vítor Felix (12 pontos, 5 roubos de bola, 2 assistências e 3 ressaltos).Depois de um 1º período equilibrado (19-17), os ilhavenses afastaram-se no marcador até ao intervalo, com a vantagem de dez pontos (39-29) conquistada a revelar-se decisiva para o desfecho do encontro. No inicio da etapa complementar os açorianos ainda se aproximaram no resultado (48-53), mas o derradeiro quarto voltou a ter a superioridade da equipa de Ílhavo. Na equipa da casa, Tiago Almeida (11 pontos, 5 assistências, 5 roubos de bola e 4 ressaltos) destacou-se em vários capítulos do jogo, bem como Mário Gonçalves que ficou perto de um duplo-duplo (9 pontos e 12 ressaltos). O MVP, com 31 de valorização, foi o atleta do AngraBasket Rick Cardoso (16 pontos, 12 ressaltos, 5 desarmes de lançamento, 2 assistências e 2 roubos de bola), que voltou a ser dominador nas áreas próximas do cesto.
Oliveirense bate Barcelos
A equipa de Barcelos volta a entrar em ação este sábado para defrontar, às 20.30 horas, no Pavilhão Salvador Machado, a formação do Algés.
Algés bate Barcelos e disputa final
A formação de Barcelos já utilizou neste torneio o seu mais recente reforço, o base australiano, Mathew Adekponya, 23 anos, ex-Mackay Meteors, mais uma solução para jogo exterior ao dispor do técnico José Ricardo, que, convém recordar, ainda não pode contar com Nuno Oliveira, um dos mais influentes jogadores do conjunto de Barcelos. A final do torneio será este domingo, às 15 horas, e colocará frente a frente, a equipa da casa, a Oliveirense, e a formação de Algés.
Supremacia nas tabelas e maior eficácia foram decisivas
A partir dos 6-4 as pupilas de Kostourkova aceleraram o ritmo e o primeiro triplo de Maianca Umabano, a fazer 9-4 no minuto 4, obrigou Mafalda Araújo, treinadora do ESA, a parar o cronómetro decorria o minuto 6. Sem resultados práticos pois as anfitriãs depressa chegaram a 17-6, com Sónia Graça a fixar da linha de lance livre o resultado do quarto inicial (17-7). No 2º período (16-10) o colectivo de Kostourkova não abrandou o ritmo apesar da rotação do banco que já principiara ainda nos 10 minutos iniciais, ampliando a vantagem para 29-10 no minuto 17. Algum desacerto da linha de lance livre na ponta final antes do intervalo (33-17) impediu que o CAR Jamor dilatasse o pecúlio para a casa da vintena, aproveitando também as comandadas de Mafalda Araújo essa circunstância para reduzir o prejuízo com um cesto de Ana Silva em cima da buzina. No 3º quarto (20-12) a diferença pontual oscilou entre os 20 e os 17 pontos durante largos minutos até aos 44-27 (minuto 28), mas um parcial de 9-0 da equipa anfitriã, em pouco mais de um minuto colocou o marcador em 53-27 (26 pontos, a maior vantagem no jogo), com as suas jogadoras a privilegiarem o contra ataque em duas situações consecutivas por intermédio de Maria Kostourkova e Sara Moreira. Nos últimos segundos antes da buzina que assinalou o termo do 3º quarto, Camy Burity reduziu para 53-29.No último período (7-18) assistiu-se a uma boa reacção das jogadoras do ESA, com a experiência de Vanessa Costa a vir ao de cima e a carregar com a equipa ao marcar 7 pontos da sua conta pessoal, sendo a melhor marcadora da partida, ex-aequo com Maria Kostourkova. Ao invés o colectivo de Kostourkova perdeu algum discernimento no ataque, ao consentir um parcial de 0-9 (53-38 à entrada do minuto 34), só voltando a acertar com o cesto no minuto 35 (56-38), quando Maianca converteu a sua 2ª bomba em 3 tentativas (67%). Maria Inês Santos fez 4 pontos seguidos (60-39), mas nova arrancada do ESA (0-8) selou o resultado final (60-47).Destaque nas vencedoras para a prestação de Maria Kostourkova, MVP do encontro (26,5 de valorização) ao conseguir um duplo-duplo (13 pontos, 6/7 nos duplos, 10 ressaltos sendo 3 ofensivos, 4 assistências, 1 roubo, 4 desarmes de lançamento e 4 faltas provocadas). Foi muito bem acompanhada por Maianca Umabano (14,0 de valorização), a melhor triplista do Europeu de Sub-16 em Matosinhos, ao somar 12 pontos, 4/6 nos lançamentos de campo repartidos por 2/3 nos duplos e 2/3 nos triplos, 3 ressaltos defensivos, uma assistência, 1 roubo e uma falta provocada com 2/2 nos lances livres. Bons contributos ainda de Mª Inês Santos (8 pontos, 3/4 nos duplos, 3 ressaltos defensivos, uma assistência e 4 faltas provocadas), Catarina Cavaco (6 pontos, duas assistências, 2 roubos e 5 faltas provocadas com 4/7 nos lances livres), Susana Lopes (4 pontos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência, 1 roubo e duas faltas provocadas com 4/4 nos lances livres) e a jovem Beatriz Jordão (6 pontos, 7 ressaltos sendo 1 ofensivo, 1 desarme de lançamento e 4 faltas provocadas com 2/4 nos lances livres). Na equipa do ESA a mais valiosa foi a extremo Vanessa Costa (13 pontos, 6 ressaltos sendo 1 ofensivo, 1roubo e 4 faltas provocadas com 3/6 nos lances livres), seguida de muito perto por Sónia Graça (7 pontos, 5 ressaltos sendo 4 ofensivos, duas assistências, 2 roubos e 3 faltas provocadas com 3/6 nos lances livres). Cami Burity (11 pontos, 5/7 nos duplos e uma assistência) revelou a sua utilidade bem como Carla Aires (6 pontos e 7 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência, 1 roubo e duas faltas provocadas), com o senão de pouco eficaz nos duplos (3/12). De saudar o reaparecimento da internacional Joana Fogaça, após uma época de interregno em que foi mãe (a pequena Matilde tem apenas 5 meses), mostrando naturalmente falta de ritmo. Mas é salutar vermos antigas praticantes a darem o seu contributo à modalidade.Em termos globais a vitória do CAR Jamor Feminino assentou principalmente na supremacia exercida nas tabelas (48-36 ressaltos), com clara vantagem na tabela defensiva (35-21), na maior eficácia nos lançamentos de campo (40%-33%) nomeadamente nos duplos (48%-38%), no maior colectivismo (12-5 assistências) e por ter feito mais desarmes de lançamento (5-0). Deu para compensar o maior número de erros (22-14 turnovers). Por seu turno o ESA superiorizou-se ligeiramente na tabela ofensiva (13-15 ressaltos), nivelando a luta nos roubos de bola (9 para cada lado). Nos lances livres as duas equipas equivaleram-se em termos de tentativas falhadas: 13 para o CAR Jamor (16/29) e 12 para o ESA (11/23)Ficha de jogo Pavilhão LORD, na Faculdade de Motricidade Humana CAR Jamor Feminino (60) – Susana Lopes (4), Mª Inês Lopes (8), Maianca Umabano (12), Beatriz Jordão (6) e Maria Kostourkova (13); Catarina Mateus (5), Sara Moreira (4), Mariana Silva (2), Ana Rute Queta, Catarina Cavaco (6), Eliana Cabral e Andreia PeixotoES Amadora (47) – Joana Fogaça (3), Bruna Mendes (2), Cami Burity (11), Rita Ponte (1) e Carla Aires (6); Ana Silva (4), Sónia Graça (7), Vanessa Costa (13), Liliana Teixeira, Joana Fialho e Camila Amaral Por períodos: 17-7, 16-10, 20-12, 7-18Árbitros: Rui Ribeiro e Daniel PereiraO próximo jogo do CAR Jamor está agendado para dia 29/10 (3ª feira), de novo no Pavilhão Lord (FMH), a partir das 21H00.
CAR Jamor triunfa
Triunfo para os jovens atletas do CAR (53-33), embora por números que não revelam as dificuldades colocadas pela equipa lisboeta.
Foram evidentes algumas melhorias na equipa do CAR Jamor, sobretudo a nível defensivo, com os atletas a procurarem ser mais agressivos na defesa da bola, bem como na sobremarcação nas linha de passe. Ainda existe um longo caminho a percorrer, muitas regras e princípios para aprender, mas a vontade de evoluir está presente e começa a ser visível. Parar as penetrações, defesa em ajuda, rotações defensivas, são alguns dos aspetos que vão merecer certamente a atenção na preparação destes atletas. Ofensivamente esteve mais estável, a juventude, sem ser um problema, tem o seu normal processo de evolução, mas passos foram dados para que consigam “soltar-se” dentro de campo e divirtam-se a jogar basquetebol. Os sistemas ofensivos ainda não estão consolidados, bem como ainda não dedicado qualquer atenção ao ataque contra defesas zona, mas, nesta fase, são problemas considerados secundários tendo em conta os objetivos definidos.Se a ansiedade é um problema, é também reveladora, que estes jovens querem fazer as coisas da forma mais correta, são exigentes e enquadram-se no tipo de jogador que a FPB procura para este projeto.Alinharam e marcaram pelo CAR Jamor: Airton Fernandes (3), Luís Ramos (11), David Dias, Pedro Costa (1), Nuno Sá (2), Carlos Cardoso (5), Jorge Pires (10), Pedro Dias (10), Rui Saraiva (4), André Ketterer, João Pedro Fernandes (4) e Pedro Teixeira (2)
Benfica quer subir à Liga
O técnico André Cardoso continua a ser o responsável pela equipa, dando assim continuidade ao processo de evolução do grupo de trabalho que se mantém praticamente sem alterações.
Confiante. Foi dessa forma que o treinador, André Cardoso, se apresentou, assumindo que o clube e a equipa pretendem ascender ao escalão principal do basquetebol feminino nacional. “O objectivo para esta época é nós superarmo-nos a cada dia, até porque vamos estar num nível competitivo que nos vai obrigar a isso. Vamos entrar em todos os jogos com a ambição de os ganhar”, garantiu em conferência de imprensa. Do grupo das 14 jogadoras que formam o plantel, 12 foram formadas no clube, que conta com o regresso da extremo Paula Couto . Quem também continua na equipa, apesar dos rumores que iria abandonar o clube, é Sofia Ramalho. “A motivação, é, agora, ainda maior. Fomos campeãs e temos mais responsabilidade. Mas o grupo está mais sólido.”O Vice Presidente Domingos Almeida Lima não escondeu que sente orgulho pela equipa, desejou sorte para a temporada que agora começa. “Esta é uma equipa que nos enche de alegria e de honra. Queria, não só, felicitá-las pela época passada e desejar que nesta época também corra tudo bem, que os resultados desportivos sejam bem e sobretudo que se sintam bem no Benfica”.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
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