Artigos da Federaçãooo

Formação Curricular

180 estagiários, mais de 90 tutores, mais de 70 clubes, 16 coordenadores de estágio, Associações e responsáveis técnicos dos clubes estarão envolvidos num processo de formação que deverá ser o maior de sempre da ENB/FPB.

Após um ano de 2012, como a primeira Federação Nacional e única a realizar cursos nos três graus de formação – Grau I, Grau II e grau III, a Escola Nacional de Basquetebol e a Federação deu continuidade à sua política de formação. Fomos capazes de iniciar a primeira época de estágio PNFT e mais uma vez fomos a primeira Federação a realizar a componente prática.No início de Junho iniciámos o processo de avaliação final destes cursos com a avaliação da componente prática dos cursos – o Estágio, e avaliação final dos cursos. Em Agosto concluímos a sua avaliação e em Setembro todos os que ficaram aptos receberam a respectiva certificação com a entrega do TPTD pelo IPDJ e assim puderam inscrever-se na nova época desportiva devidamente credenciados.Em Outubro iniciou-se a componente prática dos cursos de treinadores realizados no verão de 2013. Um processo que durará pelo menos 8 meses, com normas, regras e obrigações que terão de ser cumpridas. Acrescem a este processo as ações de formação obrigatórias que todos terão de participar e colaborar ao longo da época. Foram realizados 2 cursos de Grau II (Angra do Heroísmo e Covilhã) e 8 cursos de Grau I (Ponte de Lima, Lisboa, Faro, Chamusca, Ponta Delgada, Ílhavo, Paços de Ferreira, Braga). De Junho a Outubro, centenas de formandos e dezenas de formadores estiveram envolvidos na formação curricular dos treinadores.É de realçar a reação dos Treinadores portugueses, dos Clubes, dos Dirigentes e das Associações Regionais ao novo Plano Nacional de Formação de Treinadores, dado que, apesar do momento de crise económica vivido no país, continuaram a apostar na formação e na melhoria dos seus quadros de treinadores. Este movimento revela uma dinâmica excepcional e um entusiasmo enorme demonstrado por estes agentes no que diz respeito ao desenvolvimento da nossa modalidade.A todos estes treinadores, votos de sucesso e que possam continuar a ajudar a desenvolver ainda mais o Basquetebol Nacional.Para esta tarefa ter êxito, a Escola Nacional de Basquetebol agradece às Associações que acolheram os cursos, aos Tutores pelo trabalho desenvolvido junto dos estagiários, aos Clubes que possibilitam a realização dos estágios e à equipa de Coordenadores de Estágio que trabalha para que os nossos treinadores sejam melhores.Para o fim o agradecimento aos Formadores dos Cursos, que foram a peça fundamental, dado que a maioria esteve envolvida na construção de todo um novo plano curricular, deveras exigente, com regras impostas pela tutela e sem quaisquer referências anteriores. Por tudo isto, um Muito Obrigado.A Escola Nacional de Basquetebol e a Federação Portuguesa de Basquetebol


«Conseguiremos conquistar o troféu»

O jogador não teme o facto de o adversário poder surgir determinado a limpar a imagem que deixou no “António Pratas” (perdeu na meia-final), acrescentando, nesse aspeto, que a vontade de ganhar dos dois conjuntos é salutar.

Esta paragem foi benéfica para a equipa do Vitória?Perder nunca é benéfico e no Vitória o importante é sempre ganhar, mas também temos consciência que esta paragem deu-nos mais tempo para nos concentrarmos exclusivamente no jogo da Supertaça. Sente que o grupo deste ano tem espírito para jogar “à Vitória”?Temos jogadores novos em posições-chave, mas quanto mais inseridos vão estando, maior o espírito e a vontade para jogar à Vitória.O Benfica foi eliminado na meia-final do Troféu António Pratas. Isso faz com que provavelmente surja nesta Supertaça ainda com mais responsabilidade de vencer este troféu. Tal facto poderá trazer mais ou menos benefícios para o Vitória nesta final?É normal que o Benfica queira limpar a sua honra por ser sido eliminado, mas não penso que isso seja uma vantagem ou desvantagem para nós, é um jogo em que as duas equipas querem muito ganhar e acho que resultados passados não vão ser importantes nesse jogo. Na sua opinião, até porque se trata de um jogo apenas, o Vitória é uma equipa talhada para este tipo de finais?O treinador do Vitória é o nosso melhor “jogador” e sendo um só jogo, com um adversário já definido, isso faz com que o Professor Fernando Sá consiga preparar melhor o jogo e surpreender o adversário. Se os jogadores conseguirem cumprir a risca , sem faltas de concentração, tudo o que o nosso treinador nos pede, de certeza que conseguiremos conquistar esse troféu. O inicio do jogo será determinante para o vosso possível sucesso nesta Supertaça?Nestas finais é impossível definir uma parte do jogo que seja mais importante do que a outra. Todo o jogo vai ser importante e faltas de concentração em qualquer parte podem custar a Supertaça. Pelo que já teve oportunidade de observar do Benfica esta época, a equipa parece-lhe mais forte, e diferente na forma de jogar comparativamente à última temporada?O Benfica, tal como no ano anterior, continua a ser uma equipa bastante forte, mas ainda é muito prematuro para poder ter qualquer tipo de opinião relativamente à época passada. Nesta fase destacaria algum jogador(es) pela preponderância que tem no jogo ofensivo do Benfica?Todos os jogadores do Benfica têm qualidade, a exemplo do Vitória, é uma equipa bastante uniforme, não consigo destacar nenhum em especial.


Temi Adebayo é reforço do Vitória

O atleta já representou a Universidade de Philadelphia, e, na primeira metade da época anterior, atuou no campeonato romeno, tendo ainda passado pelo campeonato do Qatar. O atleta de origem nigeriana já deverá, ainda que naturalmente de uma forma condicionada, dar o seu contributo à equipa do Vitória no jogo da Supertaça do próximo Sábado frente ao SL Benfica.


I Acção de Formação do BCL

Esta Ação, com a temática central do Minibasquete, teve a excelente preleção e simpatia do Comandante San Payo Araújo e foi aberta a todos os treinadores e Animadores de Minibasquete interessados na modalidade.

Nesta iniciativa estiveram presentes 21 Treinadores, representativos de grande parte dos clubes da Associação de Basquetebol de Viana do Castelo e fica, desde já, aqui registado um agradecimento a todos os participantes.O Basket Club Limiense começa assim a cumprir com o seu Plano Técnico Formativo, realizando a I de três grandes Ações a decorrer nesta época Desportiva. A próxima é já em Janeiro e será voltada para os escalões mais velhos. Um até já…


Curso de Juizes basquetebol – Fase Inicial

Com mais este curso, o CAD da ABV, pretende conquistar mais jovens para esta aliciante e importante função,aguardando com espectativa numa boa aderência.


Que grande Festa aconteceu no Seixal


Paulo Fidalgo e o arranque da 1ª divisão Feminina

Académico FC continua a dar o exemplo na promoção da sua equipa. Para já fica o vídeo com uma análise sobre o arranque da 1ª divisão feminina 2013/2014 com entrevista ao Coach Paulo Fidalgo e algumas atletas do Académico fc, sobre o arranque da 1ª divisão Feminina, bem como antevisão do jogo Académico vs Juvemaia.


Ovarense conquista António Pratas

Depois de ter estado a vencer largo, os vareiros deram-se mal com a pressão defensiva do adversário, os erros sucederam-se, o desconforto tomou conta dos jogadores de Ovar, que ainda assim na parte final do encontro tiveram lucidez para gerir a vantagem pontual que chegou a ser muito curta. Bom espetáculo de basquetebol, que valeu essencialmente pela entrega das duas equipas, e pela forma como lutaram até ao último segundo. Estão de parabéns as duas equipas pela boa propaganda que fizeram da modalidade.

O primeiro período foi pautado pelo equilíbrio, ligeira supremacia da Ovarense nos primeiros minutos, com o Sampaense a recuperar a liderança já na parte final do quarto, mas seria a equipa de Ovar a terminar na frente o primeiro período (13-12). Mas tudo se alteraria passados 2 minutos do segundo quarto, altura em que o Sampaense perdia pela diferença mínima (17-18). Com um parcial de 18-1, favorável aos vareiros, nos últimos 8 minutos da 1ª parte, a equipa de Ovar disparou no marcador até ao intervalo (35-18). O conjunto de S. Paio de Gramaços abusava, sem sucesso, do tiro de três pontos como solução ofensiva, enquanto que do lado oposto a eficácia era bem maior. O jovem Nuno Morais estava com a mão quente nos lançamentos de longa distância (2 triplos), Miranda transmitia estabilidade à equipa da linha de lance-livre, aproveitando o técnico Carlos Pinto para rodar o seu banco que contribuía com pontos. O inicio da segunda parte não trouxe nada de novo, o Sampaense continuava a cometer erros defensivos, com algumas distrações à mistura, tendo sido Sergi Brunet a referencia ofensiva da Ovarense nos primeiros ataques da etapa complementar. A equipa de Ovar circulava muito bem a bola no ataque, o coletivismo era palavra de ordem, sempre na procura do jogador em melhores condições para lançar ao cesto.O técnico José Calabote procurava no seu banco as soluções para encurtar a diferença, que chegou a ser de vinte e cinco pontos (27-52), bem como experimentava novas estratégias defensivas. Se bem que, tenha sido mais pela rotação efetuada pelo técnico Carlos Pinto nos últimos 4 minutos do 3º quarto, período durante o qual a Ovarense não fez qualquer ponto, que o Sampaense se aproximou um pouco no marcador (33-52).No 4º período, o Sampaense reapareceu a defender uma zona press 2x2x1, que se transformava numa defesa match-up. Opção defensiva que deu frutos, já que a formação de Ovar revelou enormes problemas para ultrapassar essa pressão, bater as situações de 2×1, bem como a encontrar soluções ofensivas para fazer pontos no ataque. Mas mais problemático, era a facilidade com que sofria pontos em contra-ataque, fruto de perdas de bola na transição defesa-ataque, a forma perfeita para recuperar de uma desvantagem pontual alargada. Um triplo de José Barbosa, mesmo no final de tempo de ataque (55-40), cortava o bom momento vivido pelo Sampaense. Mas o jogo estava longe de estar decidido, o Sampaense animado pela recuperação, a carregar bem no ressaltos ofensivo e mais agressiva a atacar o cesto, encostava o resultado a 4 pontos de diferença (58-60) com 1.30 minutos para jogar. Cristóvão Cordeiro (11 pontos, 5 ressaltos e 4 assistências), da linha de lance-livre fez funcionar de novo o marcador a favor da Ovarense (61-58), e depois de dois ataques sem sucesso por parte da Sampaense, seria novamente da linha de lance-livre que Fernando Neves (10 pontos) colocava a Ovarense mais próxima da vitória (63-58).Depois de um ressalto ofensivo transformado em dois pontos (60-63), e uma falta ofensiva conquistada a Miguel Miranda (7 pontos, 10 ressaltos e 4 assistências), o Sampaense ainda dispôs de dois lançamentos de três pontos para tentar levar o jogo para prolongamento. Faltavam poucos segundos para o fim, José Barbosa (10 pontos e 4 assistências) converteu os dois lances-livres após falta rápida da equipa de S. Paio de Gramaços (65-60), e de nada valeu o cesto de Joel Almeida (10 pontos, 3 ressaltos e 2 roubos de bola) a dois segundos do final.Mesmo tendo tido problemas de faltas que o obrigaram a passar mais tempo no banco, o espanhol Sergi Brunet (12 pontos e 7 ressaltos), foi o mais valorizado da equipa de Ovar, como resultado da sua eficácia nos lançamentos de curta e média distância. O MVP do jogo, com 22.5 de valorização, acabaria por ser o atleta da Sampaense, Christopher Jr., autor de 19 pontos, 3 ressaltos, 3 assistências e 3 roubos de bola. Quem também esteve muito bem na equipa de S. Paio de Gramaços foi Hélder Carvalho (12 pontos, 7 ressaltos, 4 roubos de bola e 2 assistências).


Eléctrico segue a vencer

Quem também alcançou o seu primeiro triunfo nesta competição foi a Academia do Lumiar, que bateu, em jogo antecipado da 6ª jornada, o AngraBasket (58-50), que assim somou dois desaires em dias consecutivos. Já a equipa do Dragon Force, que na época passada garantiu a subida, brindou os adeptos que se deslocaram ao Dragão Caixa com uma vitória frente ao Guifões (79-55) na jornada inaugural. O Casino Ginásio saiu vitorioso do duplo desafio que teve este fim-de-semana nos Açores, ao bater este domingo o Terceira Basket por 73-64, e é líder à condição do campeonato da Proliga.

A equipa de Ponte de Sor continua a somar bons resultados, e depois da conquista do troféu António Pratas, o Eléctrico estreou-se no campeonato com um triunfo em Sangalhos (69-61). Ao intervalo, a equipa da casa vencia pela diferença mínima (37-36), mas a vantagem conquistada pelos alentejanos durante o 3º período (53-43), graças ao seu bom desempenho defensivo (6 pontos sofridos), valeu-lhe a primeira vitória da prova. Destaque para as boas exibições na equipa do Eléctrico de João Lanzinha (13 pontos, 8 ressaltos e 3 roubos de bola), Aylton Medeiros, melhor marcador da equipa com 17 pontos, André Miguéns (13 pontos) e Tiago Pinto (11 pontos e 7 ressaltos). O MVP do jogo foi Luís Fonte (21 pontos, 10 ressaltos e 2 assistências), com 27 de valorização, mas nem com o contributo de Gonçalo Catarino (7 pontos, 7 assistências, 6 ressaltos e 2 roubos de bola) conseguiu evitar a derrota do Sangalhos.A jornada dupla da Academia do Lumiar nos Açores saldou-se por uma vitória e uma derrota, já que no jogo deste domingo, em encontro antecipado da 6ª jornada, a equipa lisboeta bateu o AngraBasket por 58-50. Mas o 1º período não deixava antever que os açorianos somariam o seu segundo desaire consecutivo em casa (20-8). Ao intervalo já só venciam por sete (28-21) e no final do 3º período já estavam em desvantagem no marcador (39-41). Uma superioridade do clube lisboeta que se manteria durante o último período. O atleta, António Joaquim (12 pontos, 12 ressaltos, 4 roubos de bola e 2 assistências) foi o jogador mais influente na equipa da Academia, embora o melhor marcador tenha sido Eduardo Santos com 17 pontos. O último reforço da equipa açoriana, Rick Cardoso, MVP do jogo com 26 de valorização, destacou-se na luta das tabelas ao conquistar 19 ressaltos, a que somou 8 pontos e 2 desarmes de lançamento.


Qta dos Lombos vence em casa

Um jogo em que o conjunto de Carcavelos esteve sempre na frente do marcador por uma vantagem na casa das dezenas, sem nunca ter permitido que as insulares se aproximassem no resultado. O técnico José Leite aproveitou para fazer rodar todo o seu banco, sem que a equipa tenha perdido eficácia ou supremacia no encontro. Depois da vitória na Taça Vítor Hugo, a Quinta dos Lombos volta a dar boas indicações, frente a um adversário que esteve igualmente presente na final-four dessa competição.


Sampaense surpreende

Os comandados de José Calabote dominaram grande parte do jogo, resistiram bem às aproximações pontuais por parte dos encarnados, e nem mesmo quando ficaram em desvantagem no marcador a equipa se desuniu e deixou de funcionar coletivamente. Uma vitória que coloca o conjunto de S. Paio de Gramaços na final, que depois de eliminar o principal candidato à vitória, fica mais próxima da conquista do troféu.

Naturalmente o favoritismo nesta meia-final pendia para a equipa do Benfica, um pressuposto que o Sampaense cedo contrariou, já que no final do 1º período vencia por onze pontos de diferença (21-10). Uma diferença pontual que se manteve praticamente constante até ao intervalo (37-28), sem nunca os comandados de Carlos Lisboa conseguirem aproximar-se no marcador. Apesar de ter começado a segunda parte com um lançamento triplo (40-28), os primeiros minutos da etapa complementar foram o período negro do Sampaense neste encontro. Os benfiquistas, com 13-0, não consentindo qualquer ponto ao adversário durante 5 minutos, passavam para a liderança do marcador a meio do 3º período (41-40). Um triplo de Jovonni Shuler colocava um ponto final na crise ofensiva do Sampaense, bem como lhe transmitiu serenidade e moral para continuar a bater-se pelo jogo. O equilíbrio manteve-se por mais alguns minutos, mas na parte final do quarto foi de novo a equipa de S. Paio de Gramaços a ganhar vantagem no marcador (61-53).No derradeiro quarto os encarnados tiveram de correr atrás do prejuízo, tarefa só alcançada a 3 minutos do final do encontro, quando se verificou um empate a 74 pontos. Nada que abalasse a equipa liderada por José Calabote, que na resposta, com uma jogada de cesto e falta convertida por Joel Almeida, recolocava-se na frente do resultado (77-74). O Sampaense geria com mestria as curtas vantagens de que dispunha, e já no último minuto, uma falta anti-desportiva e um turnover cometidos pelos jogadores encarnados deitavam por terra todas as possibilidades de o Benfica vencer o jogo. Até porque Joel Almeida mostrou-se sempre sereno da linha de lance-livre, somando pontos importantes nos momentos decisivos.Grande exibição de Joel Almeida, melhor marcador do jogo com 29 pontos, na equipa do Sampaense, bem secundado pelo jovem base André Calabote, autor de 18 pontos, Christopher Jr. (10 pontos, 5 assistências e 5 roubos de bola) e Hélder Carvalho (4 pontos e 10 ressaltos).Nem mesmo tendo contado com o MVP do jogo, com 33 de valorização, Carlos Andrade (20 pontos, 14 ressaltos, 4 roubos de bola 3 assistências e 2 desarmes de lançamento), com os lançamentos longos de Jobey Thomas (22 pontos) e um duplo-duplo da autoria de João Betinho (12 pontos e 11 ressaltos), o Benfica conseguiu evitar a eliminação da prova.


Ovarense está na final

A vitória por 72-64 diante o Maia Basket coloca os vareiros na final deste domingo, pelas 15 horas, frente ao Sampaense Basket.

Tudo parecia correr bem à formação de Ovar, que depois de ter conquistado uma vantagem significativa durante o 1º período (21-10) conseguia alargar a distância para dezoito pontos (39-21) à entrada do último minuto da primeira parte. Dois triplos consecutivos da equipa maiata encurtavam a desvantagem em tempo de intervalo (29-39), e davam outro alento pela forma positiva como terminavam o primeiro tempo.O descanso não fez esmorecer o bom momento vivido pelos maiatos, pelo que o domínio no inicio da etapa complementar valendo-lhes mesmo o comando do marcador a 4 minutos do final do quarto (45-43). Uma vantagem que subiria para sete pontos nos instantes finais do período (52-45).A Ovarense reagiu no decisivo período, tudo fez para que o jogo não se arrastasse até perto do fim com os maiatos no comando do marcador, e um triplo de Fernando Neves dava-lhe novamente a liderança (55-54). Seguiram-se minutos de muito equilíbrio, Marçal (16 pontos), com um triplo, a 3.13 minutos do fim, colocava o Maia Basket a dois pontos de distância (59-61), mas a experiência de Fernando Neves (12 pontos) e Miranda, com cinco pontos consecutivos (2+3), afastavam em definitivo o conjunto de Ovar no comando do jogo (66-59). Daí até final foi gerir a vantagem e José Barbosa (17 pontos), com mais um lançamento de 3 pontos, capítulo em que a formação de Ovar esteve bastante bem (14/30 – 47%), colocou um ponto final quanto ao vencedor deste meia-final (72-62).A experiência de Miguel Miranda (12 pontos, 8 ressaltos e 3 roubos de bola), MVP do jogo com 17.5 de valorização, foi fundamental para que a Ovarense garantisse a presença na final do primeiro troféu em disputa esta temporada.Pedro Tavares, com 17 pontos, foi o melhor marcador do Maia Basket, num encontro em que Michel Diouf (9 pontos e 9 ressaltos) ficou muito próximo do duplo-duplo.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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