Artigos da Federaçãooo
Época arranca 6ª feira
O Troféu “António Pratas”, designado assim em homenagem a uma das referências do Basquetebol Nacional que infelizmente deixou de estar entre nós. A competição volta a realizar-se nos mesmos moldes das edições anteriores, com as 12 equipas a serem divididas por quatro grupos. Veja o calendário completo de todos os jogos nos detalhes desta notícia e não perca as primeiras emoções da época.
Grupo NorteD. Leça/CargolândiaDragon ForceGuifões Sport ClubeNeste grupo a novidade é o novo projeto Dragon Force, uma equipa formada por jovens valores, reforçada esta temporada pelo internacional Miguel Queiroz. Um projeto que inclui vários internacionais das Seleções Sub-18 e Sub-20 e que pretende ser uma referência na formação em Portugal. O primeiro adversário é a equipa de Leça da Palmeira, que depois de um ano de experiência nesta competição certamente surgirá mais competitiva. O final de época muito positivo poderá ser um bom tónico para uma temporada mais tranquila. O Guifões só entra em ação na segunda jornada, sendo certo que será sempre um adversário competitivo, já que estamos a falar do 5º classificado da fase regular da última temporada.1ª jornada (27/09/2013)21 horas – Dragon Force x D.Leça – Municipal Coimbrões2ª jornada (28/09/2013)18 horas – D. Leça x Guifões S. C. – CDC Matosinhos3ª jornada (29/09/2013)17 horas – Guifões S. C. X Dragon Force – Municipal GuifõesGrupo Centro-NorteAliança SangalhosEsgueira/OLIIlliabumO Illiabum surge este ano como um dos principais candidatos à subida. Com um treinador novo, Pedro Nuno, a equipa de Ílhavo reforçou-se com jogadores de qualidade e muita experiência. Jaime Silva e Mário Gonçalves são os nomes mais sonantes, que se juntam a um grupo maioritariamente jovem mas com grande potencial. O Aliança Sangalhos vai defronta-los na primeira jornada, um adversário que faz da estabilidade e da continuidade a sua principal força. O Esgueira depois da época fantástica em que se sagrou campeão do CNB1, terá a sua prova de fogo nesta primeira competição oficial do calendário. Um bom teste, e acima de tudo, uma excelente oportunidade para a equipa de Esgueira se ajustar melhor à nova realidade competitiva.1ª jornada (27/09/2013)20.30 horas – Illiabum x Aliança Sangalhos – Pav. Cap. Adriano Nordeste2ª jornada (28/09/2013)17 horas – Aliança Sangalhos x Esgueira/OLI – Pav. Sangalhos3ª jornada (29/09/2013)17 horas – Esgueira/OLI x Illiabum – Pav. Gin. EsgueiraGrupo Centro-SulAngraBasketCasino GinásioElétrico FCDepois de uma época extremamente positiva, a formação de Ponte de Sor manteve a estrutura do plantel, reforçando-se pontualmente como foi o caso de André Miguens, um atleta da terra. A última temporada não correu de feição ao conjunto da Figueira da Foz, pelo que o retorno do filho pródigo, José Costa, poderá ser um bom estímulo para que o clube comece a trilhar o caminho do sucesso. O AngraBasket, sétimo classificado do último campeonato, terá o handicap de realizar os dois jogos em casa dos seus adversários. 1ª jornada (29/09/2013)16 horas – Eléctrico FC x Casino Ginásio – Mun. Ponte de Sor2ª jornada (28/09/2013)16 horas – Casino Ginásio x AngraBasket – Galamba Marques3ª jornada (27/09/2013)21 horas – Eléctrico FC x AngraBasket – Mun. Ponte de SorGrupo SulAcademia do LumiarSL Benfica “B”Terceira Basket ClubeAqui a principal novidade é a equipa lisboeta da Academia do Lumiar. Chamada a esta competição, a formação de Lisboa tem aqui a sua primeira grande oportunidade de poder aferir o seu potencial. Os benfiquistas continuam a apostar nos jovens valores do clube, sendo esta competição uma excelente forma de eles poderem prosseguir a sua evolução, bem como de adquirirem maior experiência competitiva. A equipa açoriana na última época conseguiu atingir os playoffs, prova do valor que tinha e recompensa pelo trabalho realizado, pelo que será interessante perceber como se irá bater diante destas duas equipas, na condição de visitante, igualmente jovens e inexperientes.1ª jornada (29/09/2013)17 horas – SL Benfica “B” x Academia – Pav. Fidelidade2ª jornada (28/09/2013)15 horas – Academia x Terceira Basket – Esc. Sec Lumiar3ª jornada (27/09/2013)20.30 horas – SL Benfica “B” x Terceira Basket – Pav. Fidelidade
Franklin, Anderson e Wall
Os três atletas, de origem norte-americana, fecham o plantel do clube madeirense, conferindo ao grupo orientado por João Freitas maior estatura e soluções, aspetos fundamentais para que os insulares possam ser competitivos na Liga Portuguesa de Bsquetebol.
Ricky Franklin formou-se na Universidade de Milwaukee e tem actuado em Portugal nas últimas temporadas, nomeadamente ao serviço do Lusitânia dos Açores e do Benfica. O jogador, de 1,86m de altura, joga na posição de base e é conhecido por ser um atleta muito forte fisicamente, além de ter registos muito interessantes no capítulo do lançamento exterior, é forte a penetrar para o cesto.Aaron Anderson vem da Universidade de Keneshaw State. Com 2,01m de altura, o atleta detém o recorde universitário em termos de ressaltos conquistados e liderou a conferência onde actuou nesse capítulo nos últimos dois anos. Anderson não é, necessariamente, um marcador de pontos, mas distingue-se pela sua capacidade de luta e entrega no jogo interior.Jobi Wall é um atleta que vem rotulado de excelente lançador e que, o ano passado, registou as médias de 14,3 pontos e 5.1ressaltos. a juntar a estes registos acresce o facto de ter liderado a segunda divisão da NCAA em percentagem de lançamentos de três pontos, onde se distinguiu com os notáveis 49% de aproveitamento. Wall é também um jogador muito intenso defensivamente.A chegada dos reforços estrangeiros numa altura em que a época dos Amigos já começou prende-se com a decisão da Administração do clube de reduzir em cerca de 50% os custos com o plantel. A deliberação dos dirigentes fez com que o clube tivesse que esperar até quase o encerramento dos mercados para conseguir atletas que se enquadrassem no perfil financeiro estabelecido.Desta forma, o clube assegurou jogadores que conseguirão ajudar a equipa na sua caminhada na Liga sem colocarem em causa os objectivos de reequilíbrio financeiro traçados, os quais são considerados prioritários pela estrutura directiva do CAB Madeira.
Jogo de Apresentação
Este será mais um teste de preparação para a formação agora treinada pelo técnico Rui Alves. O jogo, que está agendado para as 17.30 horas, será, simultaneamente, o de despedida de Nuno Freitas, que até à última época foi o capitão da equipa oliveirense.
O extremo “atirador”, um histórico do clube, foi fundamental na subida da Oliveirense do CNB2 rumo à Liga Portuguesa de Basquetebol. A formação de Oliveira de Azeméis irá, ainda, proceder à apresentação das suas equipas de formação.
André Pinto: «Ovarense é a minha casa»
Aliás, o nucleo duro da equipa é constituido por jogadores que conhecem bem a essência da Ovarense, o que na opinião de André Pinto tem sido importante para o sucesso vareiro nos últimos anos. Os objetivos passam por “ganhar o próximo jogo”.
Feliz por regressar a uma casa que tão bem conhece?Sim, estou muito feliz. A Ovarense e Ovar são neste momento a minha casa, por isso, este regresso foi muito importante para mim e para a minha família.O que o fez voltar a Ovar?Como disse anteriormente, Ovar e a Ovarense são a minha casa, por isso mesmo faz todo o sentido estar cá. A estabilidade e o prazer que isso proporciona é superior a tudo que se possa ganhar noutros aspetos da vida. Depois, poder jogar e ser orientado por pessoas que são mais que colegas de profissão é um estímulo extra.Sente que nunca deixou de fazer parte do clube?Foi um ano de interregno numa ligação de 12 anos ao clube. Há rotinas alteradas mas os laços e amizades perduram, logo este regresso faz parecer que foi apenas um ano de férias longe se casa.O núcleo duro da equipa é formado por um grupo de jogadores que se conhece muito bem, assim como ao clube. Poderá ser essa a vossa grande força para uma época de sucesso? Que outros pontos fortes identifica na equipa?Sim, essa é uma grande vantagem que a Ovarense tem mantido nos últimos anos. Esse conhecimento ajuda-nos enquanto jogadores, mas sobretudo aos treinadores a tirar o melhor de nós, de maneira a contribuirmos positivamente para a equipa.A Ovarense sempre foi reconhecida por ser uma equipa organizada ofensivamente e muito forte defensivamente, penso que este ano não será exceção.Existe também muita juventude no plantel. Que tal é trabalhar com os mais novos?Fácil e complicado. Fácil por eles têm vontade de aprender, e não pode ser de outra maneira. Complicado porque existem aspetos que já deveriam estar assimilados quando se chega a uma equipa sénior e que não estão. Temos por vezes que dar 2 passos atrás para dar um em frente. Mas para resolver esse problema temos uma equipa técnica experiente e qualificada para nos ajudar. Existem condições para que a Ovarense continue a ser esta temporada um adversário complicado de bater em qualquer circunstância?Sim, isso é uma certeza. A nossa ética de trabalho não nos permite que seja de outra maneira.Pensar em troféus é demasiado ambicioso?Trabalhamos sempre com o objetivo de ganhar o jogo seguinte, se esse jogo seguinte for uma final não me parece que seja muito ambicioso.
Jornadas de apresentação
Foi com enorme regozijo que o clube se deparou com uma moldura humana já com bastante expressão (cerca de 80 atletas), preparados para se esforçarem ao máximo para melhorarem as suas competências basquetebolísticas!
É também com muito orgulho que tem conseguido manter a equipa técnica ao longo dos últimos anos, sendo reforçada por treinadores de grande qualidade, quer técnica quer humana, conforme vamos crescendo e aumentando o número de equipas e atletas em competição. Assim, para esta nova época, conta com a experiência e o conhecimento técnico do Luís Rocha (ex Ateneu, Belenenses; ESA, etc.) que vem comandar a equipas Sénior Mas. e a equipa de Sub-18 Mas. Por outro lado, após um interregno de alguns anos, voltamos a ter uma equipa de Seniores Fem., constituída essencialmente por atletas formadas no clube!
José Costa regressa a casa
Um regresso a casa de grande valia, até porque vai também colaborar no treino das equipas de Minibasquete, constituindo um motivo de atracção para os mais jovens.
O plantel do clube para disputar a Proliga, que ainda não está fechado, conta também com Filipe Pinheiro (ex-Sampense), Artur Coelho (ex-Académica) e David Coelho, o qual não jogou na época anterior e em 2011-12 representou o U. F. Buarcos.Da equipa de 2012-13 transitam Pedro Marques, Alexandre Nuno, Joaquim Soares, Nuno Pereira, Josimar Vieira e Daniel Monteiro.Também permaneceu o treinador António Moreira, que para os treinos tem contado com alguns atletas sub-18, em observação com vista a eventual utilização simultânea nas duas equipas.
Carlos Gonçalves distinguido
Este ano foi atribuido ao português Prof. Carlos Gonçalves pelo Comité Internacional de Fair Play (CIFP). A cerimónia de entrega do prémio decorrerá hoje, dia 18 de Setembro, na sede da Unesco, em Paris. É a segunda vez que um português recebe tão prestigiante distinção do CIFP. Eusébio da Silva Ferreira foi galardoado em 2001com o prémio mundial Jean Borotra, em reconhecimento pela sua carreira pautada pelo respeito pelos princípios éticos do Desporto. Tendo sido treinador de basquetebol e Diretor Técnico da FPB, o Prof. Carlos Gonçalves tem uma vida ligada ao desporto e mais concretamente ao Fair Play tendo exercido funções no European Fair Play Movement (EFPM) entre 1994 e 2012, primeiro como vice-presidente (até 2000) e, posteriormente, como presidente da instituição. É actualmente seu Presidente Honorário.Noticia é ainda o facto do basquetebolista português Tomás Barroso, ter sido agraciado com um diploma na categoria de “Ato de Fair Play” pelo Conselho Diretivo do CIFP.
Rui Alves: «Dar o máximo em cada jogo»
Numa cidade que gosta e vibra com basquetebol, e que viu a sua principal equipa ser promovida à Liga, Rui Alves traça como principal objetivo a permanência, não escondendo, porém, a intenção de “ir o mais longe possível em todas as competições”.
Sentia o desejo de voltar a treinar uma equipa sénior? Mais do que isso, sentia o desejo de treinar todos os dias, o que já não acontecia desde o encerramento do CNT Paredes. Na sua opinião, a metodologia de treino e os princípios que utilizava com os mais jovens adequam-se a uma equipa sénior? Naturalmente que o treino de jovens e de seniores têm especificidades próprias, mas o facto de pessoalmente estar ligado ao alto rendimento desportivo há mais de 10 anos tem-me ajudado bastante. De que forma pretende que a equipa da Oliveirense se apresente na LPB? Espero, antes de tudo, que os adeptos e simpatizantes da União gostem de ver a nossa equipa a jogar. Vamos ser uma equipa que vai dar o máximo em cada jogo para o vencer. Vamos tentar crescer ao longo da época, conseguir traduzir em jogo o trabalho duro realizado no dia-a-dia. O plantel dá-lhe garantias para fazer um bom trabalho? Ou são ainda esperados reforços para fechar o grupo? Apesar de termos começado há pouco tempo, tudo me leva a acreditar que temos um plantel muito disponível para trabalhar. A atitude dos jogadores tem sido exemplar e o grau de compromisso enorme. Ainda assim, não rejeitamos reforçar a equipa com jogadores que possam entrar na nossa dinâmica e que possam acrescentar valor. Já deu para perceber que é uma cidade que gosta e apoia o basquetebol? Eu gosto de desafios e de assumir responsabilidades. Todo o envolvimento à volta da equipa, que estou a sentir desde que cheguei, motiva-me bastante. Devo referir que fui muito bem recebido e que estou a adorar o clube e a cidade. Este é, acima de tudo, um projeto de formação, e queremos que as pessoas continuem a gostar e a apoiar o basquetebol, e com isso aumentar ainda mais o interesse o número de praticantes da nossa modalidade. A permanência é o objetivo definido para este ano de regresso ao escalão principal? Sim. Na LPB, a manutenção é o objetivo principal. O resto que seja o fruto do nosso trabalho. Nesta altura ainda não conhecemos o valor real das outras equipas, mas queremos ir o mais longe possível em todas as competições.
Festa de apresentação das equipas do Basket Almada Clube
Para além da apresentação dos atletas e treinadores, serão homenageados os praticantes que mais se distinguiram na época desportiva transata, finalizando este convívio com um jogo de apresentação da equipa sénior com o Estoril Basket. O bar irá estar aberto até ao encerramento do evento.
Jogar por uma causa
A atravessar um período complicado na sua vida motivado por problemas de saúde, o Algés decidiu promover um dia de solidariedade como forma de poder ajudar esta figura do basquetebol a ultrapassar esta batalha. O Sport Lisboa e Benfica associou-se a esta causa com a equipa sénior dos encarnados a defrontar o Algés às 18 horas. Estão ainda previstos jogos de minibasquete, e um encontro, às 14.30 horas, entre as equipas de Sub 21 Femininas do Algés e do SL Benfica.
Eugénio Rodrigues: «Tempo trará sucesso»
Nesta entrevista Eugénio Rodrigues conta como tudo se passou e como está a adaptar-se ao país.
Como surgiu a oportunidade de treinar na Dinamarca?Qualquer profissional que ambicione chegar longe, chegar mais alto, terá de ter no seu horizonte a ambição permanente de treinar nos melhores clubes nacionais ou emigrar. No seguimento dessa lógica, aceitei com muita honra e sentido de responsabilidade o convite da FPB para frequentar o FECC. Se por um lado o FECC me abriu os horizontes do ponto de vista técnico, por outro, “escancarou a porta do network basquetebolístico” e de repente, vi-me fora deste “pequeno retângulo” no oeste da Europa que é Portugal. Entre conversas, contactos, amizades e C.V’s, 2013 foi um ano em que surgiram alguns convites muito interessantes, e a Dinamarca acabou por ser um deles. Para ser absolutamente sincero, a “Europa” não faz ideia do que existe no nosso país e as coisas só começam a mudar quando contactam diretamente com as pessoas. Os bons resultados ao nível das Seleções e até o bom naipe de árbitros internacionais que já temos têm ajudado a dar-nos a conhecer mas convençamo-nos do óbvio: ninguém vem a Portugal ver se o treinador A ou B lhes interessa. Estar no FECC foi estar numa montra, foi fazer uma espécie de “try out” e a partir daí, as coisas tornam-se menos difíceis pois “saltei do anonimato”.Quais os motivos que o levaram a aceitar o convite? Foram várias as razões. Primeiro, a solidez do projeto que, se no imediato, apresenta algumas debilidades, a médio prazo acredito que venha a ser algo realmente forte. O Værløse BBK é um dos melhores clubes de formação da Dinamarca, por isso, tenho desde logo um background de treinadores e atletas com qualidade que me permitem estar confiante num futuro próximo. Depois, o Værløse BBK foi um Clube que me quis muito e foi realmente muito rápido e direto nas negociações. Pediram-me para cá vir em Maio e em 3 dias, resolveram tudo. O Clube, à imagem do país, tem em si gente muito séria que honra os compromissos, que não fica a “dever nada a ninguém”. Paralelamente o projeto proposto é de médio prazo, com pessoas dispostas a mudar, e a esperar pelos resultados da mudança. Finalmente, a similitude em muitos aspetos com o basquetebol português, será algo que, em teoria, me facilitará a adaptação, ao contrário do que aconteceria com alguns países do leste por exemplo.Tem sido fácil a adaptação?Tenho dias…! A língua é claramente a maior barreira. Se toda a gente fala Inglês, naturalmente que entre Dinamarqueses isso não acontece. E estar fora de uma conversa não é agradável. Não obstante, já vou sabendo dizer umas quantas palavras e as pessoas com quem convivo no dia-a-dia são fantásticas. Descobri na Dinamarca, o país “latino da escandinávia”. Sinto no Værløse BBK e nos restantes meios, um interesse grande pelo meu trabalho, uma atenção redobrada. O trabalho de exposição mediática da equipa é também muito forte e os “press releases” para as redes sociais e para os media são constantes. Depois, é começar a vida quase do zero, com todos os senãos que isso importa. Creio porém que o saldo é francamente positivo.Acha que o seu trabalho nas Seleções Nacionais lhe abriu as portas para esta mudança?Sim, a par do FECC, o trabalho nas seleções de sub 18, sub 20 e sénior ao longo de quase 10 anos, foi um trampolim para sair do tal anonimato de que te falava. E como os resultados têm sido globalmente muito positivos, a admiração e o apreço é, nalguns casos, até mais visível no estrangeiro do que em Portugal. Acho por isso que os dois fatores enunciados são indissociáveis. Tenho algumas dúvidas de que, um sem o outro, funcionariam. Por exemplo, sejamos honestos com os Clubes e os treinadores nacionais. O mérito de um êxito de uma seleção, é resultado sobretudo deles. Um selecionador nacional é apenas a ponta do iceberg.A que objetivos se propõe a equipa para esta temporada?Como disse, este é um projeto de médio prazo. Sofremos uma “sangria” no plantel, perdendo por razões várias, 6 das jogadoras que levaram esta equipa às meias finais do campeonato no ano passado. É portanto uma equipa com um plantel muito curto, por ora apenas 10 jogadoras, e com recurso a muitas sub 18. As dificuldades no trabalho do dia-a-dia são por demais evidentes. Portanto, no plano competitivo, acho justo pedir-se apenas o acesso ao playoff (8 primeiras), mas é no plano formativo que mais nos concentramos. Queremos construir uma equipa com bases sólidas, com bases do próprio Værløse BBK e ir intervencionando na formação e nas várias equipas que a compõem.Quais as primeiras impressões da equipa, da competição, e do basquetebol feminino dinamarquês?Para além do que já disse atrás, esta é efetivamente uma equipa muito jovem. Exceção feita a uma das estrangeiras, a equipa tem 10 jogadoras cujas idades oscilam entre os 17 e os 24 anos. O campeonato tem 10 equipas, com muitas assimetrias entre elas. Entre planteis igualmente jovens, outros são claramente veteranos, entre planteis com muitas estrangeiras (o limite é apenas para cidadãs não comunitárias), outros são exclusivamente dinamarqueses. Sealand (ilha onde se encontra Copenhaga) tem 7 das 10 equipas que compõem o campeonato por exemplo. Sobre o basquetebol dinamarquês, grosso modo, padece dos mesmos problemas do basquetebol português, a saber: abandono precoce da modalidade, inexistência de perspetiva de carreira, numero reduzido de praticantes e pouco investimento no basquetebol feminino. Há algumas pessoas a trabalhar muito forte no sentido de alterar este estado de coisas, algumas até do Værløse BBK. Esperemos que tenham sucesso.Quais têm sido os feedbacks, atletas e clube, dos seus métodos de trabalho e liderança da equipa?Sem que as minhas palavras contenham em si alguma espécie de comparação ou critica velada ao Basquetebol Português, de todo, os Dinamarqueses são absolutamente frontais nas suas opiniões. Até agora, as observações a meu respeito ou do meu trabalho, têm sido muito positivas. Sou um pouco diferente em muitos aspetos relativamente aos meus métodos, filosofias e liderança. Não tenho sentido nenhumas dificuldades que não se prendam exclusivamente com a mudança ou novidade. Tudo está naturalmente dentro do tal processo de evolução e acredito firmemente que o tempo trará consigo o sucesso que desejo e a tal identificação plena com as minhas ideias.A ligação com a Federação Portuguesa de Basquetebol mantém-se?Sim, foi uma das condições acauteladas a jusante e a montante deste projeto. Por um lado o Værløse BBK permite-me continuar com o meu trabalho ao serviço da FPB e por outro, foi a própria FPB que me manifestou expressamente o desejo de continuar a contar com os meus préstimos. O Værløse BBK está bem ciente dessa realidade pois tem 6 dos seus treinadores envolvidos em equipas nacionais dinamarquesas. É para mim uma honra estar envolvido nestes dois projetos e certamente continuarei a dar o meu melhor em prol do Basquetebol Português, quer na ENB quer na FPB.
João Pedro Vieira: «Trabalho para vencer»
O treinador lembra que é preciso alguma paciência, mas garante que trabalho árduo, empenho e dedicação são fatores que não vão faltar no balneário das insulares. Tudo pode acontecer…
Apesar de nunca ter deixado de estar ligado ao clube, sentia saudades do trabalho de campo?Com certeza que sim, tudo o que tenha a ver com o treino é sempre mais motivante, apesar de nos últimos 3 anos estar a ajudar o CAB noutras funções.Foi fácil “seduzi-lo” para ficar no comando da equipa sénior feminina?Não foi fácil, pois tive de me reorganizar a vários níveis, quer profissional quer familiar. Depois destes detalhes estarem resolvidos, acabei por aceitar o desafio da direção do clube numa altura em que o CAB tem atravessado o cabo das tormentas. Mas que com muito sacrifício de muitas pessoas está a conseguir manter o projeto do clube vivo.Logicamente que conhece bem a equipa. Coisas boas e menos positivas da equipa que agora treina?Conheço muito bem todas as atletas. O que muita gente aponta como a “coisa menos boa” desta equipa ser a sua JUVENTUDE, espero inverter essa situação numa mais valia e fazer com que estas jovens sejam ambiciosas para conseguirem ter a sua oportunidade. Com trabalho árduo diário de forma a que a nossa equipa seja o mais competitiva possível.Estão reunidas as condições para que o CAB Madeira possa ter uma época mais tranquila e focada apenas nos aspetos desportivos?É verdade que tudo o que não tem a ver com o basquetebol, principalmente a capacidade que o clube tem de ter para encontrar meios financeiros para poder pagar as suas deslocações ao continente e Açores, tem sido o maior fonte de intranquilidade nas nossas equipas seniores nas últimas épocas. Mas sei que temos um conjunto de pessoas fantásticas, começando no presidente Francisco Gomes e todos os restantes elementos da direção, acabando nos pais e todos os nossos “amigos anónimos” que muito tem feito para que as nossas equipas possam viajar.Espero sinceramente que esta seja uma época mais tranquila, que a DRJD da Região Autónoma da Madeira consiga cumprir com as suas “obrigações” e que eu e o meu colega treinador Ricardo Montes consigamos liderar este grupo de jogadoras a uma boa época desportiva.O grupo que agora treina tem condições para manter a competitividade que tem marcado as equipas do CAB na competição feminina?Esse é o maior desafio deste grupo. Temos de conseguir ser competitivos mesmo apesar da grande juventude da equipa.Pensar em títulos é demasiado ambicioso para a época que agora começa?Eu trabalho todos os dias para vencer. É natural que queiramos títulos, pois este clube habituou-se a obter títulos quase todas as épocas nos últimos 10 ou 14 anos, mas temos de ser pacientes e não exigir a estas jovens títulos, mas sim vontade de trabalhar muito para poderem evoluir como jogadoras e contribuir para um CAB o mais competitivo possível, trabalhando sempre para o futuro desta equipa.Quais os seus principais objetivos a atingir esta temporada?Como já referi, quero essencialmente ajudar estas jovens a serem daqui a um ano melhores jogadoras do que são hoje e transmitir-lhes aquela vontade de trabalhar e vencer, sabendo que quem trabalha muito terá sempre a sua oportunidade. Para mim, quero sempre aprender a ser melhor treinador do que sou, melhor pai do que sou e melhor marido do que sou, nunca esquecendo que devo me cuidar diariamente para ter saúde física e mental, pois sem ela tudo o resto fica mais difícil. Não estabeleço objetivos quantitativos.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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