Artigos da Federaçãooo
Acesso às provas nacionais de Sub19 decidido em Queluz
Em causa estão as últimas duas vagas para as competições nacionais, uma vez que o 5º classificado garante o apuramento para o Campeonato Nacional, enquanto a equipa que termine na 6ª posição será a única representante da A.B. Lisboa na Taça Nacional.
Em campo estarão as 5ª e 6ª classificadas da série F2A1 e as 1ª e 2ª classificadas da série F2B2, respectivamente SIMECQ, Núcleo de Basquetebol de Queluz, Sporting e União do Forte. No sábado, dia 25, o N.B. Queluz mede forças com o Sporting, enquanto a SIMECQ enfrenta a União do Forte, em duas partidas de elevada importância, uma vez que as equipas que triunfarem garantem, desde logo, o acesso às provas nacionais.Para domingo, ficam reservadas as emoções mais fortes. Os vencidos da véspera defrontam-se para definir as 7ª e 8ª posições da classificação e, logo depois, os vencedores dos jogos de sábado discutem os 5º e 6º postos do ranking da ABL, mas sobretudo quem se junta a Benfica, Quinta dos Lombos, Algés e Escola Maria Alberta Menéres no Campeonato Nacional e quem, por sua vez, terá a Taça Nacional como destino.
Benfica vence em casa
A equipa encarnada continua firma no comando da prova, afigurando-se cada vez mais improvável que venha a perder esta posição privilegiada para abordar o playoff.
O triunfo benfiquista nunca foi posto em causa, embora só no segundo período a equipa encarnada tivesse conseguido fugir no marcador. Depois da vitória por dois pontos n 1º período (20-18), os comandados de Carlos Lisboa aumentaram distâncias até ao intervalo (43-32). Foi o período mais desnivelado do encontro, já que no segundo tempo a formação do Barreiro ofereceu boa réplica.Os triplos fizeram toda a diferença, pois para além de terem conseguido em maior número, mais do triplo que o seu adversário, os jogadores benfiquistas revelaram uma eficácia bastante aceitável (10/24 – 42%). Sem esquecer o bom aproveitamento nos lançamentos de curta e média distância (21/35 – 60%). Com estas percentagens tornava-se muito complicado para o Galitos, ou outro qualquer adversário, bater o Benfica neste encontro.O norte-americano Seth Doliboa (18 pontos e 11 ressaltos) está cada vez mais consistente, um óptimo “reforço” para a parte final da temporada do Benfica. A dupla de extremos composta por Jobey Thomas (19 pontos, 4 assistências, 2 ressaltos e 2 roubos de bola) e João Betinho Gomes (18 pontos, 5 ressaltos e 2 desarmes de lançamento) voltou a demonstrar a sua qualidade.A equipa do Barreiro bateu-se muito bem na tabela ofensiva (10), e teve um base muito inspirado neste seu regresso à Luz. Miguel Minhava (18 pontos, 11 ressaltos, 6 assistências e 5 roubos de bola) acabaria por ser o MVP do jogo com 32 de valorização, mas nem com a ajuda de Quintin Doggett (11 pontos, 9 ressaltos e 2 desarmes de lançamento) conseguiu evitar a derrota da sua equipa.
Jhasmin Player marca 40
Como sempre lideradas pela fantástica Jhasmin Player, as açorianas, depois de terem terminado a 1ª parte perder por dois (31-33), revelaram-se superiores durante a etapa complementar. Com este triunfo o conjunto de S. Miguel ascendeu, à condição, ao 3º lugar, um comportamento que continua a provocar sensação na edição deste ano da LFB.
Não restam dúvidas que contar com a norte-americana Jhasmin Player no plantel é uma mais-valia extremamente preciosa para a equipa do União Sportiva. No jogo de Algés liderou o ataque das açorianas ao converter 40 pontos, tendo sido sempre um autêntico quebra-cabeças para a defesa algesina. A linha de lance-livre foi um dos capítulos que ditou a diferença entre as duas equipas, uma vez que as insulares conquistaram 29 lançamentos, mais 21 que o seu adversário.No entanto, a boa réplica do Algés, que uma vez mais foi uma equipa competitiva, durou até ao último período, uma vez que à entrada do derradeiro quarto a equipa lisboeta perdia por apenas dois pontos (48-50). Os últimos 10 minutos foram os mais desequilibrados (25-16) e os mais produtivos para o conjunto açoriano. Que para além de Jhasmin, tinha em Sílvia Fortunato (14 pontos e 11 ressaltos) e Lauren Gregory (14 pontos e 6 ressaltos) contributos muito valiosos para o rendimento da equipa.Os mais recentes reforços do Algés, Sthephanie Rosado (17 pontos, 13 ressaltos e 3 assistências) e Christian Shelter (12 pontos e 5 ressaltos), bem se esforçaram para dar continuidade aos resultados positivos da equipa.
Emoção a rodos na LFB
Depois de te vencido no dia anterior a equipa do CDTN, o Vagos voltou a jogar em casa, mas desta vez a equipa de Aveiro foi derrotada pelo Olivais de Coimbra (68-64). As sete equipas mais bem classificadas estão separadas por apenas duas vitórias, sendo que o líder, Boa Viagem, tem um jogo a mais disputado.
A primeira parte foi atípica já que cada uma das equipas dominou um período de forma muito clara. Ao parcial de 21-8 imposto pelas olivanenses no 1º período, respondeu o Vagos com 23-10 no segundo quarto, pelo que as duas equipas foram para descanso empatas a 31 pontos.Os segundos 20 minutos foram bem mais equilibrados, com as vaguenses a adiantarem-se, ainda que por uma vantagem muito curta, durante os primeiros 10 minutos da etapa complementar (46-44). A meio do último período a equipa de Coimbra parecia bem encaminhada para vencer o jogo com alguma tranquilidade já que dispunha de uma vantagem de nove pontos (60-51). Nada que tenha feito a equipa comandada por João Janeiro baixar os braços, que com uma boa presença n ressalto ofensivo, teve a possibilidade de empatar o jogo da linha de lance-livre por Ana Oliveira, falhou um, a 1.19 do fim do encontro (62-63). Aliás, a maior eficácia das atletas da equipa do Olivais da linha de lance-livre, colocou sempre a equipa visitante numa situação mais privilegiada de chegar à vitória. Mas isso não impediu que o Vagos estivesse sempre na discussão do resultado, tendo inclusive a oportunidade de empatar o jogo nos instantes finais, mas o triplo de Daniela Domingues não foi bem sucedido.A capitã do Olivais, Ana Fonseca (30 pontos, 6 ressaltos, 2 assistências e 2 roubos de bola), MVP do jogo com 29.5 de valorização, esteve fantástica nos triplos ao converter 8 de 11 tentativas, e assumiu a responsabilidade ofensiva da equipa nos momentos de maior pressão. A norte-americana Swayze Black (11 pontos, 5 ressaltos e 3 desarmes de lançamento) foi a única companheira a terminar o jogo igualmente na casa das dezenas em pontos marcados.Mesmo tendo dominado por completo a luta do ressalto (42/25), tendo tido um bom desempenho na tabela ofensiva (15), a falta de pontaria das vaguenses e o número de perdas de bola contribuiu de forma negativa para o sucesso da equipa de Aveiro. A dupla de estrangeiras formada por Korinne Campbell (17 pontos, 7 ressaltos, 3 assistências e 2 roubos de bola) e Janae Fulcher (8 pontos, 11 ressaltos, 3 roubos de bola e 2 assistências) foi a que esteve a melhor nível no conjunto de Vagos.
Experiência fez a diferença
Um triunfo suado e apenas confirmado no último período, já que à entrada do derradeiro quarto a formação encarnada dispunha de uma vantagem de quatro pontos. A maior experiência e a consistência do conjunto de Sangalhos foram decisivas nos minutos finais do encontro.
Durante os primeiros 3 períodos a liderança do jogo foi repartida. Melhor o Sangalhos na parte inicial (12-9), com o Benfica a conseguir a reviravolta no marcador até ao intervalo (28-27), aumentando para quatro a vantagem que separava as duas equipas no final do 3º período (44-40).A vantagem da formação liderada pelo técnico Goran Nogic manteve-se até 3 minutos do fim (52-51), altura em que um cesto da autoria de Emanuel Silva (12 pontos e 9 ressaltos) dava o comando à equipa da casa, seguido de um triplo de Nuno Bizarro (3 pontos e 5 ressaltos) que afastava a equipa no marcador. Foi o inicio de um parcial de 11-0 favorável aos Sangalhos, com os benfiquistas a só a voltarem a somar pontos a 14 segundos do final (62-53) numa altura em que o jogo já estava decidido.Os turnovers e a falta de eficácia nos lançamentos triplos comprometeram as aspirações da equipa benfiquista, com os jogadores do Sangalhos a aproveitarem bem os erros do adversário, sem nunca tremerem da linha de lance-livre.O atleta do Sangalhos, Vítor Farinha (14 pontos e 5 ressaltos), foi o MVP do jogo com 19 de valorização, seguido de perto por André Duarte (12 pontos, 6 assistências, 4 ressaltos e 4 roubos de bola) e Luís Fonte (12 pontos, 6 ressaltos, 2 assistências e 2 roubos de bola).A dupla de jogadores interiores da equipa encarnada composta por Pedro Belo (10 pontos e 9 ressaltos) e Artur Castela (10 pontos, 7 ressaltos e 2 assistências) foi a que se exibiu a melhor nível.
Foi uma Boa Viagem ao Barreiro
Depois da derrota no dia anterior, a equipa açoriana conseguiu uma importante vitória no Barreiro (68-64), frente a um adversário extremamente complicado quando joga em casa e que se aproximava cada vez mais dos lugares cimeiros da prova. O jogo foi muito equilibrado, diferenças mínimas em todos os parciais do encontro, sendo que a ligeira superioridade das insulares na segunda parte valeu-lhe a vitória final.
Na primeira, sem que nenhuma das equipas tenha sido claramente superior à outra, o domínio do jogo foi repartido. Melhor o GDESSA no 1º período (17-14), com as açorianas a conseguirem o empate a 28 pontos até ao intervalo.Na etapa complementar, ligeira vantagem para o Boa Viagem nos dois períodos, sobretudo pela maior eficácia nos lançamentos de dois pontos e da linha de lance-livre, bem como a presença no ressalto ofensivo (12), tendo conquistado o dobro do seu adversário.A norte-americana Eetisha Riddle (19 pontos e 18 ressaltos), MVP do jogo com 31.5 de valorização, foi determinante para que as açorianas levassem vantagem na luta das tabelas (38/30). Bem secundada pela sua compatriota Jasmine Crew (17 pontos, 5 ressaltos e 2 roubos de bola) e Ana Silva (15 pontos e 2 ressaltos) que esteve com a mão quente da linha de três pontos (3/5).A formação da margem sul esteve muito bem nos lançamentos de longa distância (8/16 – 50%), não tão bem na eficácia dos tiros de curta e média distância. Laura Ferreira (15 pontos, 7 assistências, 4 roubos de bola e 3 ressaltos) voltou a ser a melhor entre as barreirenses, seguida de perto por Catarina Neves (14 pontos, 5 ressaltos e 3 assistências).Jornada dupla vitoriosa para o CABFim-de-semana muito proveitoso para a equipa do CAB Madeira, já que a jornada dupla no continente acabou por se traduzir em duas importantes vitórias para a deseja recuperação das insulares na tabela classificativa. O triunfo deste domingo frente ao GDEMAM (71-41), como os números finais indicam, demonstram uma clara superioridade neste jogo das madeirenses sobre a combativa equipa de Sintra. A equipa liderada por João Pedro Vieira, com estes dois resultados positivos, continua a aproximar-se dos lugares da frente, e aumenta as probabilidades de poder jogar disputar a 1ª ronda do playoff com a vantagem do fator casa.
CAB derrota Vitória
Os madeirenses, mesmo sem terem estado na frente do marcador durante quase todo o encontro, acabaram por ser mais fortes nos minutos finais, razão pela qual tiveram motivos para celebrar no final do jogo (80-76). A eficácia de Jobi Wall, mas fundamentalmente os pontos conseguidos em segundos lançamentos resultantes de ressaltos ofensivos, acabaram por compensar algumas perdas de bola infantis nos instantes finais do jogo.
Depois da derrota na jornada anterior, o Vitória procurava na Madeira um triunfo que lhe permitisse manter-se isolado no segundo lugar da tabela. Se a esta pretensão juntarmos o facto de o adversário em causa lutar pelos mesmos objetivos, o jogo acabava por ter uma importância acrescida. Embora do outro lado estivesse uma equipa que no fim-de-semana passado tinha sido surpreendida em casa. Pelo que seria natural que a formação do CAB não quisesse somar dois desaires consecutivos na condição de visitada, uma vez que lhe é reconhecido saber tirar partido do fator casa.Mas foram os vitorianos a começar melhor o encontro, sobretudo nos primeiros 10 minutos, período em que conseguiram uma vantagem de sete pontos (21-14). Até ao intervalo, as duas equipas equivaleram-se, sendo que a diferença pontual que separava as duas equipas se manteve praticamente inalterável, com os forasteiros a recolherem aos balneários no comando do marcador (41-35).De realçar, no final do primeiro tempo, a vantagem que o Guimarães levava sobre o CAB no capítulo do ressalto (21 contra 18 dos Amigos) e na eficácia nos lançamentos dos três pontos (36% contra apenas 27% do CAB). O aproveitamento nos lançamentos de dois pontos também era melhor para o Guimarães (60% contra apenas 38% do CAB). Já nas perdas de bola, o CAB cometeu menos (4) que os visitantes (9). No recomeço da etapa complementar a equipa insular melhorou defensivamente, equilibrou a luta das tabelas, e a melhor seleção de lançamentos nas movimentações ofensivas, aproximou ainda mais no resultado a equipa liderada por João Freitas no final do 3º período (56-54), ainda favorável ao Vitória.O quarto período começou de forma equilibrada tendo sido nos últimos 5 minutos do encontro que a vitória começou a pender para a equipa da casa. Ricky Franklin (18 pontos e 6 assistências), com 5 pontos consecutivos, deu inicio a um bom período dos madeirenses, altura em que a eficácia do tiro exterior de Jobi Wall (12 pontos) foi determinante para o CAB fugir no resultado. Quando o resultado se fixou em 72-64, favorável ao CAB já bem perto do final, tudo parecia decidido. Puro engano, já que dois triplos quase consecutivos e a pressão todo campo por parte do Vitória, a forçar dois turnovers, rapidamente colocava os minhotos à distância de dois pontos. Mas uma vez mais seria a presença no ressalto ofensivo por parte dos jogadores do CAB a garantir que o triunfo não lhes fugiria. Quatro ressaltos ofensivos, nos momentos decisivos, um deles após lance-livre falhado, valeram pontos fáceis e garantiram a vantagem no resultado.O norte-americano Aaron Anderson (21 pontos e 15 ressaltos) foi enorme na luta das tabelas, bem como preponderante na eficácia ofensiva da equipa insular. A exibição valeu-lhe mais uma distinção de MVP do jogo com 31.5 de valorização. Fábio Lima (17 pontos, 5 ressaltos, 4 assistências e 3 roubos de bola) voltou a rubricar uma exibição muito positiva.Na equipa do Vitória, João Guerreiro (15 pontos e 9 ressaltos) ficou muito perto de um duplo-duplo, mas nem por isso deixou de ter uma prestação muito positiva. Bem como os seus companheiros José Silva, melhor marcador do jogo com 25 pontos, Pedro Pinto (10 pontos, 12 assistências e 6 ressaltos) e Paulo Cunha (13 pontos e 7 ressaltos).
Oliveirense não descola
A vitória frente ao Maia Basket permite que o conjunto de Oliveira de Azeméis não descole de um grupo de equipas que luta por uma vaga entre os oito melhores classificados da fase regular. Já se percebeu que irá ser uma disputa bem emotiva e em que cada jogo será uma final. Qualquer deslize poderá comprometer o objetivo, pelo que, muito naturalmente, vencer os jogos em casa quase se torna uma “obrigação”.
Este era um daqueles jogos, tendo em consideração a posição das duas equipas na tabela classificativa, em que seria determinante para qualquer uma das equipas vencer este encontro. Mérito para a Oliveirense que mostrou paciência e consistência para, paulatinamente, se afastar no marcador.Só no inicio do segundo tempo, os comandados de Rui Alves, beneficiando de um parcial bastante favorável (24-16), conseguiram disparar no resultado para números superiores a dez pontos (66-53). Um ascendente, ainda que de forma mais moderada, se prolongou no derradeiro período.Bem conduzida pelo seu base João Abreu (20 pontos, 9 assistências e 3 roubos de bola), e com Aaron Fuller (19 pontos, 7 ressaltos e 3 roubos de bola) novamente a bom nível, a Oliveirense parece ter reencontrado o caminho das vitórias.O poste maiato, Paulo Diamantino (16 pontos, 9 ressaltos e 2 desarmes de lançamento), MVP do jogo com 25.5 de valorização, confirmou que está a atravessar um bom momento, acabando por ser Pedro Tavares, com 21 pontos, o melhor marcador do jogo.
Algés com defesa aguerrida
A vantagem construída no 1º período, bem como o bom desempenho defensivo da equipa liderada pelo técnico André Martins, explicam o sucesso da formação algesina neste encontro.
O Algés com um inicio de jogo muito forte, o melhor em termos ofensivos, surpreendeu de alguma forma a equipa vareira, já que no final dos primeiros 10 minutos já perdia por onze pontos de diferença (23-12). A Ovarense via-se obrigada a correr atrás do prejuízo, tarefa que, como é seu hábito, aconteceu até ao intervalo. As duas equipas foram para o descanso separadas por nove pontos (36-29), um resultado que revelava a gestão da almofada pontual construída pelo Algés no 1º quarto.O equilíbrio registado no arranque da etapa complementar jogava a favor da equipa que seguia na frente, já o final ficava cada vez mais próximo sem que o adversário fosse capaz de ameaçar a sua liderança. O 3º período chegava ao fim com o Algés na frente (52-46), ainda que nada estivesse decidido quanto ao vencedor.O último período ficou marcado pela baixa pontuação verificada, mas ainda assim foram os algesinos a mostrarem-se mais fortes (11-7), garantindo assim uma importante vitória para o seu grande objetivo de tentar garantir o apuramento para o playoff. João Santos (10 pontos e 14 ressaltos), MVP do jogo com 24.5 de valorização, foi determinante nos dois lados do campo, principalmente pelo papel que desempenhou na tabela defensiva (13). Josimar Cardoso (11 pontos e 6 ressaltos), Francisco Jordão (11 pontos e 5 ressaltos) e Rui Quintino (8 pontos, 9 ressaltos e 3 assistências) também estiveram em evidência na equipa lisboeta.O trio formado por José Barbosa (12 pontos, 4 roubos de bola e 3 assistências), André Pinto (10 pontos e 3 ressaltos) e Fernando Neves (13 pontos) foi o único a terminar na equipa de Ovar na casa das dezenas em pontos marcados.
CAB triunfa em Carcavelos
Um resultado que não revela o equilíbrio registado durante o encontro, mas reflete a supremacia das insulares no último período. O bom desempenho das madeirenses da linha de lance-livre, e a eficácia nos lançamentos de curta e média distância, já que ambos os conjuntos estiveram infelizes da linha de três pontos, ajudam a explicar o triunfo da equipa do CAB.
Ligeira supremacia da formação da casa nos primeiros 20 minutos, já que ao intervalo liderava por quatro pontos de vantagem (29-25). Uma primeira parte marcada por poucos pontos, uma tendência que se manteve no recomeço do jogo, ainda que o CAB tenha sido capaz de encurtar distâncias durante o 3º período (41-40).Face a tanto equilíbrio nos primeiros três quartos, pode-se considerar atípico o resultado do último período (20-7), bem como a superioridade exibida pelas insulares e a sua eficácia ofensiva demonstrada. Um parcial que faz com que o resultado final seja enganador, embora confirme a boa prestação e subida de rendimento da formação liderada por João Pedro Vieira.Os reforços da equipa madeirense continuam a provar que têm valor, já que Schera Sampson (14 pontos e 10 ressaltos) foi a MVP do jogo com 22.5 de valorização, seguida depois por Taj McWilliams (12 pontos, 7 ressaltos 3 roubos de bola e 2 assistências). Quem continua em grande forma é a base Maria João Correia (13 pontos, 3 ressaltos, 3 roubos de bola e 2 assistências) uma vez que repetiu mais uma prestação bastante positiva.A Quinta dos Lombos pagou caro o descalabro coletivo verificado no último período, num jogo em Mary Andrade (8 pontos, 8 ressaltos e 7 roubos de bola), Maria Kostourkova (8 pontos e 6 ressaltos) e Márcia Costa (12 pontos e 3 roubos de bola) estiveram em bom plano.
GDESSA mais forte que União
A jogar em casa, a equipa do Barreiro não desperdiçou a oportunidade para somar mais uma vitória (88-81). Um resultado importante, que coloca a equipa liderada por Nuno Manaia mais próxima dos lugares da frente.
O GDESSA entrou melhor ganhando uma vantagem de 7 pontos nos primeiros 5 minutos (11-4). O técnico do União Sportiva, João Santos, pediu então o seu 1º desconto de tempo com o intuito de parar o ascendente inicial das escolares.As Açorianas reorganizaram-se e conseguiram estancar o bom momento da equipa da casa e, embora não tenham conseguido reduzir a diferença, começaram a “entrar” no jogo. No final do 1º quarto a vantagem era de 8 pontos (25-17) para as Barreirenses.No 2º período continuou com o GDESSA sempre na frente por margens entre os 5 e 7 pontos, embora o União Sportiva, liderado por Jhasmin Player, nunca tenha deixado a diferença atingir a dezena de pontos. Ao intervalo a diferença era de 6 pontos favorável à equipa da margem sul (47-41).O 3º período continuou na mesma toada, pois o GDESSA, embora conseguisse estar na frente da partida, muito pela vantagem adquirida nos primeiros 5 minutos do jogo, nunca foi capaz de aumentar para mais de 10 pontos a diferença entre os dois conjuntos. Isto porque as açorianas iam respondendo sempre que o GDESSA conseguia marcar, nunca descolando no marcador.No último quarto, o GDESSA conseguiu finalmente passar a barreira dos 10 pontos (máxima vantagem foi 12 pontos) e assim respirar um pouco. E quando se pensava que o jogo estava praticamente decidido, eis que surgiu a “suspeita” do costume, que com 3 triplos colocou novamente o resultado nos 6 pontos de diferença.Nos últimos 3 minutos assistiu-se a um GDESSA a gerir bem a vantagem, jogando com o tempo de ataque, e assim garantir uma vitória muito importante para a classificação final.Quem se deslocou ao Pav. Municipal Luís de Carvalho não ficou decerto decepcionado com o espetáculo proporcionado, comprovado pelos 169 pontos marcados.Destaques individuas no GDESSA para Stephanie Sension (20 pontos e 8 ressaltos), Catarina Neves (20 pontos e 6 assistências), Vera Correia (16 pontos) e Laura Ferreira (15 pontos, 7 ressaltos, 9 assistências e 6 faltas provocadas), MVP do jogo.No União Sportiva, destaque para a inevitável Jhasmin Player com 36 pontos, 9 ressaltos, 10 faltas provocadas (ficou a 1 ressalto do triplo-duplo), com o senão de ter acabado a partida com 11 turnovers. Andreia Santos e Silvia Fortunato, ambas com 9 pontos, também se exibiram em bom plano.Algés bate Boa ViagemNo jogo que encerrou a ronda de sábado da Liga Feminina, o Algés recebeu e venceu a equipa do Boa Viagem por 57-49. Um resultado que vem comprovar que as algesinas têm agora mais soluções e argumentos para aspirarem a mais do que serem simplesmente competitivas. Com esta derrota, o conjunto açoriano passou a ter mais uma derrota que o Vagos e a Quinta dos Lombos, embora se mantenha na luta pelos lugares do topo da classificação. Este domingo o GDESSA recebe o Boa Viagem às 15h30 e o União Sportiva desloca-se até Algés para defrontar a equipa local, às 18h00.
Dragão com mão quente
Os comandados de Moncho López voltaram a fazer do tiro de três pontos a sua principal arma ofensiva, e a eficácia revelada nos 10 minutos finais do encontro sentenciou em definitivo qualquer tipo de aspiração quanto à discussão do resultado por parte do conjunto de Ponte de Sor.
O domínio do jogo pertenceu sempre à equipa azul e branca, uma superioridade que começou a ganhar forma durante o 1º quarto (26-17). A vantagem não aumentaria mais durante a primeira parte (48-39), chegando mesmo a ser reduzida para quatro pontos (63-59) no final do 3º período.O derradeiro período foi de grande de grande produtividade ofensiva dos dragões, que com 34 pontos marcados não deram quaisquer hipóteses ao conjunto de Ponte de Sor. Num jogo em que efetuou mais lançamentos de três pontos (44) do que de dois (36), o bom aproveitamento dos portistas nos lançamentos de longa distância (44%) valeu-lhes muitos pontos, que juntamente com o controlo da luta das tabelas (35-28) permitiu-lhe dominar o jogo.Pedro Bastos (21 pontos, 5 assistências e 3 ressaltos) e Ferran Pedreno (21 pontos e 3 assistências) são dois bons exemplos da pontaria do Dragon Force para lá da linha de três pontos, já João Torrié (6 pontos, 13 ressaltos, 3 assistências e 3 roubos de bola) se evidenciou em outros capítulos do jogo. Miguel Queiroz ficou muito perto do duplo-duplo (12 pontos e 9 ressaltos).O ciclo de vitórias da equipa de Ponte de Sor terminou, mas não foi pelas exibições de João Lanzinha (29 pontos e 4 ressaltos) e André Miguens (20 pontos) e Mário Jorge (6 pontos e 10 ressaltos) que ele não se prolongou.Guifões surpreende em EsgueiraA maior surpresa da jornada de sábado do campeonato da Proliga terá chegado, muito provavelmente, de Esgueira, já que a equipa da casa foi surpreendida pela formação do Guifões (81-59). Um resultado que se dilatou no inicio da segunda parte, com o conjunto visitante a sentenciar o jogo graças a um fantástico parcial de 26-4. Isto depois de ter terminado na frente o primeiro tempo com uma vantagem de 12 pontos (39-27). Com este resultado a equipa de Guifões coloca-se numa posição bastante mais confortável para poder lutar por um lugar de acesso à fase seguinte, já o Esgueira terá de começar a olhar mais para as equipas que estão abaixo dele na tabela classificativa.O jogador do Guifões José Almeida, autor de um duplo-duplo (12 pontos e 14 ressaltos), foi o MVP do jogo com 25 de valorização, seguido de perto por Fernando Ramos (12 pontos, 6 ressaltos e 2 assistências).A formação de Esgueira não esteve com a mão quente, ainda assim Pedro Morgado anotou 12 pontos, embora tenha sido Tiago Cardoso (8 pontos e 9 ressaltos) o mais valioso na equipa da casa.Academia bate Desportivo de LeçaA equipa lisboeta continua a fazer um campeonato muito tranquilo, aproveitando todos os jogos que são de ganhar para conseguir fazer um brilharete em ano de estreia na competição da Proliga. Ao vencer o Desportivo de Leça por 77-69, a equipa do Lumiar somou a 6ª vitória nesta fase, e encontra-se agora isolada no 7º lugar da geral.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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