Artigos da Federaçãooo

«O nosso pavilhão é o nosso castelo»

A equipa vimaranense não quer perder pontos no seu recinto, até porque, conforme explica o jogador, “os jogos em casa são sempre para vencer”. A motivação está em alta.

A derrota em Ovar aconteceu porque falharam em alguns aspetos durante o jogo ou porque houve muito mérito da equipa da Ovarense?A derrota com a Ovarense aconteceu pelos dois motivos: nós, jogadores, não conseguimos estar ao nosso nível, em especial nas percentagens de lançamento, e claro, também com mérito para a Ovarense que nos conseguiu limitar individualmente. O facto de terem perdido a liderança é motivo para desanimarem ou motiva-vos ainda mais tentar recuperá-la?É impossível ficar satisfeito quando se perde a liderança, mas a motivação está sempre presente na nossa equipa. O treinador Fernando Sá motiva-nos ao máximo e quem já treinou com ele sabe que consegue tirar o melhor rendimento possível de qualquer jogador. Dois jogos em casa, Oliveirense e Sampaense, é o calendário ideal para equipa esquecer a derrota na última jornada?Mais importante de esquecer ou não a derrota, é não esquecer qual o sentimento de perder e fazer tudo para que a derrota não volte a acontecer. Jogos em casa são sempre para vencer, o nosso pavilhão é o nosso castelo e não deixamos que ninguém o conquiste. Concorda que se podem tornar em adversários complicados?Sim, podem ser adversários complicados. O campeonato tem sido muito equilibrado e qualquer equipa é um adversário complicado, sem que seja possível adivinhar vencedores antecipados.


Sotta e Grosso querem liderança invicta da Proliga

Na antevisão dos confrontos frente a AngraBasket (sábado, 17h30) e Terceira Basket (domingo, 16h30), ambos na ilha Terceira, Hugo Sotta e João Grosso revelam esperar dificuldades mas garantem que os Dragões só pensam em manter o seu registo cem por cento vitorioso e assumir a liderança isolada.

“São mais dois jogos que queremos ganhar para continuamos invictos no campeonato. Os favoritos só o são até o mostrarem dentro do campo e é aí que temos de mostrar que somos melhores. Confiamos no nosso trabalho e os resultados provam que temos feito bem as coisas, embora tenhamos consciência de que podemos sempre melhorar. Serão mais dois jogos difíceis em pavilhões complicados, mas queremos regressar ao Porto isolados na liderança”, afirmou Hugo Sotta, poste da equipa comandada por Moncho López.As palavras de Hugo Sotta encontram eco no seu companheiro de equipa, o extremo João Grosso, que também aponta ao pleno de vitórias. “Não é fácil disputar dois jogos em dois dias consecutivos, mas a equipa está preparada. Estamos confiantes e motivados para manter a invencibilidade, mas sabemos que nos esperam dois jogos muito difíceis. Temos de estar ao nosso melhor nível se queremos manter a invencibilidade. Se formos humildes e trabalhadores como temos sido até aqui, acredito que vamos sair de lá com nove vitórias e zero derrotas na Proliga”.O jogo entre AngraBasket e Dragon Force, referente à 9.ª jornada da Proliga, disputa-se este sábado, às 17h30, no Pavilhão Municipal de Angra do Heroísmo. No dia seguinte, às 16h30, os azuis e brancos defrontam o Terceira Basket no Pavilhão do Complexo Desportivo Tomás de Borba, também em Angra do Heroísmo, em encontro em atraso da 7.ª jornada, que acerta o calendário da competição.


«Deixar tudo nas quatro linhas»

Segundo a atleta, as conimbricenses não têm “um plantel de sonho”, mas “os bons resultados são baseados no trabalho, determinação e ambição”. E é com base nesta permissa que a equipa vai encarar a partida da desta jornada da Liga Feminina.

A equipa teve um período menos positivo, três derrotas consecutivas, mas dá a sensação que isso já foi completamente esquecido. Alguma explicação para esse ciclo negativo?Não existe uma explicação concreta, simplesmente tivemos, como disse, um período menos positivo que nos levou a ter três jogos menos bem conseguidos. Mas isso já faz parte do passado e neste momento estamos numa fase ascendente.Sentem que esta temporada têm condições para se baterem com qualquer adversário da Liga Feminina?Sim, temos condições para tal. A nossa equipa, apesar de jovem, tem conseguido mostrar a sua mais valia e isso vê-se nos resultados não só desta época, ainda prematura, mas também da época passada, em que conseguimos resultados muito positivos. Além disso, numa pequena análise que faço deste inicio de época, a Liga Feminina está muito equilibrada sendo em muitos jogos o vencedor apenas decidido só nos últimos minutos de jogo. A vitória na Madeira é a afirmação de que a equipa também é forte a jogar fora de Coimbra?De certo modo podemos dizer que sim. Os jogos fora não nos têm corrido da melhor forma e esta vitória num campo difícil, mostra-nos de certa forma que melhorámos mas mesmo assim temos que continuar a trabalhar porque como é óbvio não queremos que jogar fora seja um sinónimo de maus resultados.O Vagos ainda só foi derrotado por uma vez nesta fase regular. Na sua opinião, o que torna esta equipa num adversário forte e complicado de ultrapassar?Um dos fatores que torna o Vagos num adversário forte é o facto de existir um grupo de atletas que já trabalha em conjunto há algum tempo e isso é uma mais valia, sem dúvida. Além disso, têm um treinador muito experiente e competente, que prepara muito bem cada encontro, estudando cada adversário de modo a tornar menos eficazes os seus pontos mais fortes. Para continuar a vencer, o que terá de ser mantido na forma como o Olivais se apresenta dentro de campo?Para que isso seja possível, teremos nada mais nada menos do que deixar tudo dentro das quatro linhas, como temos feito. Queremos ganhar muitos jogos e isso é um desafio que nos comprometemos logo desde o início. A nossa equipa não tem um plantel de sonho e os nossos bons resultados são baseados no trabalho, determinação e ambição.


Equipa em evolução

Os jovens atletas do CAR poderiam e deviam ter feito mais, embora também exista muito mérito das equipas adversárias. A maturidade nestes confrontos tem-se revelado decisiva, principalmente pela falta de homogeneidade do grupo que este ano evolui no CAR Jamor.

No encontro com o Benfica, os jovens atletas do CAR sentiram enormes dificuldades para saber bater a zona press encarnada, acumularam imensos turnovers, bem como sentiram enormes dificuldades para jogar em ataque organizado em meio-campo. Os encarnados mostraram-se um adversário extremamente disciplinado taticamente, a interpretar corretamente os tempos do jogo, castigando sempre o adversário quando este falhava. Vitória natural da equipa de Goran Nogic, com uma exibição que se poderá dizer aceitável da equipa do CAR.Alinharam e marcaram pelo CAR Jamor: Diogo Carvalho, Luis Ramos (10), Jorge Pires (2), Pedro Costa, Nuno Sá (4), Carlos Cardoso (11), David Dias, Pedro Dias, Rui Saraiva (6), Guilherme Oliveira (8), Airton Fernandes e Tomás Domingos.Estoril BasketFrente ao Estoril Basket, e apesar da vitória, a equipa do CAR demorou imenso tempo a entrar no jogo. Sentiu enormes dificuldades para defender em situações de 1×1, as ajudas e rotações defensivas não funcionavam ou chegavam tarde demais, pelo que a equipa do CAR teve de correr sempre atrás do prejuízo até ao último período. Nos últimos 10 minutos, o CAR defendeu de forma mais coesa, a cumprir os princípios básicos de uma defesa coletiva, e no ataque os novos movimentos ofensivos introduzidos davam sinais de proporcionar melhores situações de tiro. Na parte final o jogo poderia ter caído para qualquer um dos lados, acabou por ser mais feliz a formação do Jamor.Alinharam e marcaram pelo CAR Jamor: Diogo Carvalho (2), Luis Ramos, Pedro Costa, Nuno Sá (2), Carlos Cardoso (20), David Dias, Jorge Pires (8), Rui Saraiva (18), Guilherme Oliveira (8), Airton Fernandes, João Fernandes (3), Pedro Teixeira (2) e Tomás Domingos (2).OdisseiaNo encontro desta semana foram dados passos atrás na evolução da equipa. Mas convém referir que todo mérito vai para a equipa do Odisseia, muito mais agressiva a defender, intensa na disputa de todas as bolas, ofensiva sempre que tinha a posse de bola, disfarçando sempre com a entrega eventuais desvantagens de estatura. Basicamente o problema da equipa do CAR esteve na forma apática como se apresentou neste jogo, sempre batida confrontos individuais, superada na luta das tabelas, e pouco desperta para recuperar defensivamente. Se na primeira parte o jogo se manteve equilibrado, o segundo tempo foi inteiramente dominado pelo Odisseia que, com processos simples ofensivos, expôs as dificuldades defensivas dos jovens atletas do Jamor. A falta de rotinas ofensivas e de tempo dedicado à leitura das possíveis vantagens atacantes exigem tempo e trabalho, já outros aspetos têm de ser rapidamente corrigidos no sentido de acelerar o crescimento destes jovens, de forma a colocá-los mais prontos para este tipo de confrontos. Alinharam e marcaram pelo CAR Jamor: Diogo Carvalho, Luis Ramos (8), Pedro Costa (2), Nuno Sá, Carlos Cardoso (6), David Dias, Pedro Dias (4), Rui Saraiva (18), Airton Fernandes, João Fernandes, Pedro Teixeira (7) e Tomás Domingos (4).


«Click foi a primeira vitória»

Um adversário que “exige o melhor” de quem o defronta, mas os madeirenses, garante, estão a postos “para mais uma batalha”.

Depois de um início de campeonato bastante discreto, o CAB já leva quatro vitórias consecutivas, uma série que coloca a equipa madeirense nos lugares do topo da classificação da LPB. “Temos um grupo de trabalho muito coeso onde o empenho e o trabalho árduo são os principais pontos que nos definem. Ter conseguido a primeira vitória no campeonato foi o click que precisávamos para continuar acreditar no nosso trabalho.”Um ciclo de sucesso assente numa mudança da atitude defensiva, bem como nas melhores decisões quando em ataque. “As vitórias são frutos de um balanço positivo, tanto no ataque como na defesa bem como nas atitudes tomadas em determinados momentos de cada encontro. Digamos que estamos mais crentes do que fazemos.”Este jogo com o Benfica será um bom teste à consistência da equipa do CAB, até porque já há bastante tempo que se mantêm invictos. “O Benfica é sempre um equipa de exige o melhor dos seus adversários e o CAB está pronto para mais uma batalha, que não aparenta ser nada fácil.”Só uma equipa do CAB ao seu melhor nível poderá de levar de vencida o líder do campeonato. Edson não tem consciência que a equipa vai cometer erros, mas espera que no final todos sintam que o dever foi cumprido. “Não há equipas perfeitas, e por consequência, não existem jogos perfeitos. Precisamos de estar concentrados e frios desde o minuto inicial ao final. O importante é sairmos com a satisfação de um trabalho bem feito.”A qualidade do adversário é sobejamente conhecida, com soluções a todos os níveis. Razão pela qual o atleta madeirense “não destaca” um jogador benfiquista em particular como tendo preponderância acrescida no rendimento da equipa.


CAR Jamor Feminino cometeu demasiados erros

Natural a derrota sofrida (86-48), mas na realidade esperava-se outra resposta do colectivo de Kostourkova, face a anteriores prestações.

Uma pálida exibição das jovens comandadas de Mariyana Kostourkova traduzida numa derrota expressiva (38 pontos), a terceira da competição, fruto fundamentalmente de uma atitude algo desconcentrada e receosa que motivou erros em demasia (41 turnovers), nomeadamente na 2ª metade.Cedo se começaram a sentir as dificuldades das forasteiras na marcação às jogadoras interiores do Algés, com Chelsea Guimarães, bem servida, a resolver situações de 1×1 na área pintada. O CAR Jamor reagiu ao arranque inicial das anfitriãs (8-2 no minuto 4), reduzindo para 8-7, quando Susana Lopes, num lançamento feliz a esgotar o tempo de ataque, acertou o único triplo da sua equipa no minuto 7. Pouco depois a seleccionadora nacional pediu o seu primeiro desconto de tempo, sem grandes resultados práticos, já que o final do 1º quarto chegou com o Algés em vantagem (18-11). No 2º período (24-16) manteve-se o sinal mais das algesinas, que continuaram a exercer grande pressão sobre o portador da bola, o que motivava sucessivos turnovers (17 na 1ª parte) ao adversário. A jovem Lizzany Brito dava nas vistas na área restritiva, mormente na tabela ofensiva, combinando bem com as suas companheiras. Para além de Chelsea (100% de eficácia, com 7/7 nos duplos), era agora Lizzany (80% de eficácia, com 4/5 nos tiros de 2 pontos) a desequilibrar o prato da balança, ambas bem assistidas pelas suas companheiras. Do lado contrário era a poste Maria Kostourkova que liderava a resistência forasteira, sendo forçada muitas vezes a levar a bola para o ataque, tarefa que pertence normalmente às organizadoras de jogo. Assim sendo o resultado ao intervalo (42-27) espelhava a superioridade do Algés, expressa em muito mais posses de bola, fruto basicamente dos turnovers cometidos pelas adversárias.O 3º quarto (21-5) foi decisivo para o desmoronar das veleidades das pupilas de Kostourkova. Com dificuldades em atirar ao cesto, as jogadoras do CAR Jamor não conseguiam inverter a situação, até porque agora era Vitória Pacheco, com a sua experiência, que repartia com Lizzany e Carolina Gonçalves (outra jovem em destaque) a responsabilidade da marcação de pontos. Maria Kostourkova continuava a ter poucas ajudas das suas companheiras, com Maianca Umabano a passar ao lado do jogo, ao ter uma actuação muito longe do nível que vinha demonstrando nos últimos encontros. Ao cabo de 30 minutos jogados a supremacia das campeãs nacionais era insofismável (63-32).No último período (23-16) só a enérgica reacção das comandadas de Kostourkova nos derradeiros 3 minutos evitou um desnível ainda mais pronunciado. A perder por 82-38, após um triplo de Joana Canastra à entrada do minuto 38, o CAR Jamor mudou finalmente de atitude e conseguiu impor um parcial de 2-10, com Carolina Gonçalves a selar o resultado final (86-48) a escassos 6,5 segundos da buzina. Resultado final: Algés 86-48 CAR Jamor FemininoDestaque nas vencedoras para o trabalho das jogadoras interiores, as mais valorizadas da equipa: Chelsea Guimarães (25,5 de valorização) ao anotar 18 pontos, 8/11 nos duplos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, 3 assistências, 4 roubos e duas faltas provocadas com 2/3 nos lances livres; Lizzany Brito (21,5 de valorização) que fez um duplo-duplo ao somar 14 pontos, 7/9 nos duplos, 11 ressaltos sendo 8 ofensivos e duas faltas provocadas; por último Vitória Pacheco (19,5 de valorização) ao conseguir 12 pontos, 6/9 nos duplos, 7 ressaltos sendo 3 ofensivos, uma assistência, 2 roubos e 1 desarme de lançamento. De qualquer forma mérito também para as jogadoras exteriores, que efectuaram muitos passes decisivos e roubaram muitas bolas, casos de Carolina Gonçalves (10 pontos, duas assistências e 5 roubos), Joana Soeiro (8 pontos, 4 assistências e 1 roubo), Simone Costa (7 pontos, 4 assistências e 5 roubos), Dora Duarte (6 pontos, 3 assistências e 1 roubo) e Inês Faustino (6 pontos, duas assistências e 4 roubos).No CAR Jamor pese embora o número anormal e excessivo de turnovers (9) para a posição que ocupa, evidenciou-se a poste Maria Kostourkova, MVP da partida (26,0 de valorização) que conseguiu um duplo-duplo ao contabilizar 15 pontos, 7/8 nos duplos, 11 ressaltos sendo 1 ofensivo, 5 assistências, 2 roubos, 1 desarme de lançamento e 5 faltas provocadas com 1/1 nos lances livres. Bons contributos de Catarina Cavaco (10 pontos, 4/5 nos duplos, 1 ressalto defensivo, 1 roubo e 3 faltas provocadas com 2/2 nos lances livres), Beatriz Jordão (3 pontos, 7 ressaltos sendo 1 ofensivo, 1 roubo e uma falta provocada com 1/2 nos lances livres), Mª Inês Santos (3 pontos, 4 ressaltos defensivos, 2 roubos e 3 faltas provocadas com 1/2 nos lances livres) e Mariana Silva (6 pontos, 2/3 nos duplos, 1 ressalto defensivo, 1 roubo e duas faltas provocadas com 2/4 nos lances livres).A vitória do Algés assentou fundamentalmente no maior número de posses de bola (75-34 lançamentos de campo), na maior eficácia nos tiros do perímetro (36%-20%) com 4 triplos convertidos em 11 tentativas contra apenas 1 em 5 tentados, no ganho da tabela ofensiva (15-3 ressaltos), no maior colectivismo (21-7 assistências), no maior número de roubos de bola (24-9) e por ter cometido menos erros (15-41 turnovers).Por seu turno o CAR Jamor equilibrou a luta das tabelas (30-30 ressaltos), ganhou a tabela defensiva (15-27 ressaltos), foi mais eficaz nos lançamentos de campo (48%-56%) graças à maior eficácia nos duplos (50%-62%) e provocou mais faltas (12-17), ainda que com pior aproveitamento da linha de lance livre (67%-60%), já que desperdiçou 6 das 15 tentativas a que teve direito, enquanto o adversário falhou apenas 5 de iguais 15 lançamentos tentados. Ficha de jogo Pavilhão Gomes Pereira, em AlgésAlgés (86) – Inês Faustino (6), Joana Bernardeco, Dora Duarte (6), Vitória Pacheco (12) e Chelsea Guimarães (18); Simone Costa (7), Lizzany Brito (14), Joana Soeiro (8), Joana Canastra (5) e Carolina Gonçalves (10)CAR Jamor Feminino (48) – Susana Lopes (5), Mª Inês Santos (3), Maianca Umabano (2), Beatriz Jordão (3) e Maria Kostourkova (15); Eliana Cabral, Mariana Silva (6), Catarina Cavaco (10), Sara Moreira (4), Ana Rute Queta, Andreia Peixoto e RitaCruzPor períodos: 18-11, 24-16, 21-5, 23-16Árbitros: Luís Oliveira e Davide Silva A competição sofre um interregno de cerca de um mês, devido às férias escolares do Natal, reatando-se no próximo dia 15 de Janeiro, aquando da deslocação do CAR Jamor Feminino à Amadora, para defrontar o ESA, a partir das 21H45, no Pavilhão Municipal José Caeiro.


“Vencer é o mais importante”

O jogo está marcado para as 15 horas de Sábado, no Pavilhão Fidelidade, e o atleta benfiquista, embora reconhecendo que o opositor tem as suas armas, está convicto que o Benfica irá manter-se no comando do campeonato.

No lançamento deste encontro, o jogador benfiquista demonstrou que o adversário já foi estudado, apontando mesmo os pontos fortes a ter em tenção no jogo de Sábado. “O CAB Madeira tem um jogo muito agressivo na defesa, os lançadores de três pontos são muito bons e nós vamos fazer o nosso melhor para jogar com isso, porque também temos muito bons defesas e atacantes”, Independentemente da qualidade do adversário, reconhecida pelo atleta benfiquista, os encarnados querem continuar a vencer. “É uma boa equipa e de certeza que nos vai trazer dificuldades, mas nós temos treinado para vencer este jogo e isso é o mais importante”, garantiu Artur Castela.


“VI Convívio de Minibasquete Fernando Paulino”

O convívio será efectuado em 3 jornadas, as duas primeiras no sábado de manhã e de tarde, no Pavilhão Henrique Miranda, e a jornada de encerramento será no domingo de manhã no Pavilhão Municipal de Casal de Cambra.

O sábado de manhã será dedicado aos mais jovens, defrontando-se as equipas de sub 8. No sábado de tarde entrarão em confronto as equipas de sub 10 e sub 12. No domingo o programa será dedicado aos sub 12, realizando-se um torneio triangular entre as equipado N.B.Queluz “A”, o Barreirense e o Odisseia. No final de cada uma das jornadas serão entregues os prémios de participação aos diversos intervenientes.O Núcleo de Basquetebol agradece desde já ao Sr. Vice Presidente da Camara Municipal de Sintra, Dr. Rui Pereira, todo o apoio e disponibilidade demonstrada.”


União Basketball Camp

É aberto a todos os rapazes e raparigas dos 6 aos 18 anos. Além da prática do basquetebol, estão previstas outras atividades lúdico-desportivas que serão devidamente orientadas.

Esta atividade será realizada em parceria com a Autarquia de Oliveira de Azeméis e do Agrupamento de Escolas Ferreira de Castro, tendo como supervisor técnico o treinador da equipa sénior da UDO – Prof. Rui Alves, e coordenador do campo o treinador Hugo Matos. Para mais informações podem contactar a secretaria da UDO (email: basquetebol@udoliveirense.pt).


«Capacidade de trabalho e superação»

Este fim-de-semana a formação da ilha Terceira defronta o União Sportiva, outro conjunto açoriano, um encontro que considera ser motivo de regozijo para o basquetebol regional e nacional. Não perca a entrevista, nos detalhes desta notícia.

Depois da derrota averbada na jornada inaugural, somam sete triunfos consecutivos. O que faz com que o Boa Viagem apresente esta consistência?Os triunfos conseguidos até ao momento são o resultado do empenho e da capacidade do trabalho das atletas, da equipa técnica e diretores do clube. Todos nós temos trabalhado com profissionalismo e seriedade para que os resultados nos fins de semana sejam positivos. As atletas têm demonstrado até ao momento uma boa capacidade de trabalho e de superação individual e coletiva. Penso que temos evoluído positivamente nestes três meses de competição e que não vivemos obcecados com os resultados, o que pretendemos é dar o máximo durante a semana para ganhar no fim de semana. Os reforços escolhidos para esta temporada têm-se revelado escolhas acertadas e com um rendimento muito positivo. Concorda com esta análise?Sim, concordo. A integração destas atletas no clube e na ilha tem sido positiva. Perceberam logo de inicio que vieram para trabalhar, até porque o grupo já existente as direcionou nesse sentido. Têm demonstrado maturidade e competência.É redutor pensar que o sucesso da equipa está muito dependente de um grupo de seis jogadoras?Não só é redutor como também não é correto. O plantel do Boa Viagem é constituído por catorze atletas. Todas elas trabalham durante a semana para competir e a equipa técnica decide quem vai convocar e quem vai jogar consoante os seus desempenhos durante a semana. Todas são importantes.Um jogo da Liga entre duas equipas açorianas é motivo de regozijo para o basquetebol dos Açores?Penso que sim. É e deve ser um motivo de regozijo para o basquetebol açoriano e nacional. A competição nos nacionais de diversas regiões do país enriquece a modalidade.O União Sportiva já provou ser um adversário muito complicado. A estratégia passa por limitar a capacidade ofensiva de Jhasmin Player, ou pelo contrário, das restantes companheiras?O União Sportiva tem vindo a obter bons resultados e a demonstrar ser uma equipa muito complicada de se defrontar. Surpreendeu várias equipas de topo, não só em casa como nas suas deslocações. Nós estamos a encarar este jogo da mesma forma como encaramos os outros jogos, na semana passada concentrámo-nos no jogo com o Lousada e esta semana estamos trabalhar de uma forma focada para este jogo


«Com respeito e a querer ganhar»

Em declarações à Benfica TV, Carlos Ferreirinho demonstrou enorme respeito pelo adversário, mas assumiu o natural favoritismo de triunfar. À vitória, o jovem encarnado quer juntar melhorias no rendimento coletivo.

A evolução tem sido uma preocupação constante da equipa do Benfica, que quer sempre aliar o sucesso ao crescimento como equipa. “Tendo o favoritismo e as nossas armas, preocupamo-nos em melhorar o nosso jogo, aspetos táticos e técnicos, pois o CAB Madeira é uma das boas equipas na Liga.” Os madeirenses estão a atravessar um período muito bom, pelo que o jogo é encarado com enorme sentido de responsabilidade, sem ser dado como ganho por parte dos encarnados. “Todos estamos habituados a ganhar pelo clube onde estamos e pelas pessoas com quem trabalhamos. De forma natural, encaramos os jogos com respeito pelos adversários mas a querer ganhar.”


Michele Brandão de regresso

A equipa da base portuguesa venceu no passado fim-de-semana frente à equipa de UMESWBB (82-57), num encontro em que contribuiu com 4 pontos e 5 assistências, em 21 minutos de utilização.

A poste Luiana Livulo, fez parte do cinco inicial de UCLA, não esteve muito inspirada, à semelhança da sua equipa que foi derrotada por Notre Dame (48-90), uma formação que ainda não perdeu na competição e leva oito vitórias consecutivas. A pouca eficácia no lançamento traiu a exibição da atleta portuguesa que participou em 11 minutos do jogo, tendo contribuído com 1 ponto e 1 desarme de lançamento.A equipa de Daniel Relvão, Moutain Mission, ganhou no passado sábado, vitória sobre Haysi (85-34), com o jogador português a mostrar as suas capacidades nas áreas próximas do cesto. Aos quatro pontos que anotou, Relvão conquistou 6 ressaltos, sendo que 5 deles foram ofensivos, e desarmou por 3 vezes os adversários. A isto juntou 1 assistência e 1 roubo de bola, números que sem serem famosos não deixam de ser interessantes.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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