Artigos da Federaçãooo

Eetisha Riddle (AD Vagos) foi a MVP da 3.ª semana da Liga Feminina

De referir ainda que Dora Duarte (SL Benfica) foi a MVP portuguesa da semana, enquanto a MVP jovem foi, mais uma vez, Mariana Silva (Olivais Coimbra).

 

Consultem todas as vencedoras nas imagens em anexo.

As ‘mais da semana’

 

MVP – Eetisha Riddle (AD Vagos) – Valorização de 35 pontos

Pontos – Brittany Shine (Lousada Unit Energy) e Dora Duarte (SL Benfica) – 29

Ressaltos – Tiffany Jones (União Sportiva) – 20

Assistências – Layne Murphy (GDESSA) e Inês Viana (SL Benfica) – 8

Roubos de bola – Gabriela Raimundo (Ovarense) e Alexis Govan (Boa Viagem-Angra-Açores)

Desarmes de lançamento – Tiffany Jones (União Sportiva) – 6

Faltas provocadas – Sara Djassi (União Sportiva), Ezinne Kalu (Olivais Coimbra), Marcy Gonçalves (Quinta dos Lombos) e Emília Ferreira (GDESSA) – 9


Portugueses lá fora

O CP Mideba estreou-se a ganhar na 1.ª liga espanhola frente ao Fundación Grupo Norte de Valladolid – 52-49 -, com Pedro Bártolo em bom plano, enquanto em França, Nuno Neves ajudou o Meylan Grenoble, que recebeu o Guilherand-Granges, a conquistar a segunda vitória em 3 jogos – 63-51. O Clinicas Rincón Amivel deslocou-se ao País Basco para bater o Fundación Vital Zuzenak por 41-52, mas sem Cláudio Batista, que não viajou por lesão. Ismael de Sousa, o primeiro português a atuar na Série A – 1.ª liga italiana -, não foi opção ao longo do encontro e viu a sua equipa, Santa Lucia, ceder uma derrota por somente dois pontos no reduto do Cimberio HS Varese – 62-60. Valter Mendes não teve melhor sorte em Talence, Bordéus, já que o Lyon Metropole averbou a primeira derrota da época por 54-46.

Entrada auspiciosa do Mideba Extremadura, na época 2016-2017, com vitória sofrida dos estremenhos contra o Fundación Grupo Norte de Valladolid por 52-49. No período inaugural, o conjunto de Badajoz deu indícios de algum nervosismo e imprimiu ao jogo uma velocidade vertiginosa, que se revelava contraproducente, daí que a liderança de Valladolid ao cabo de 10 minutos – 14-18 – surgisse com naturalidade. A partir daí, embora intercalando o comando do marcador, mesmo já dentro do último parcial, Mideba “encontrou-se” e fez tábua rasa dos obstáculos com que se deparava, nomeadamente a escassez de banco, que obrigou Pedro Bártolo e Juan Luis Perez a jogar os 40 minutos, e a falta de entrosamento entre os seus jogadores, saltando à vista o facto do cinco inicial ser totalmente novo face à época transata. O poder do jogo interior do Fundación Grupo Norte acabou por ser vergado pela explosividade e lançamento exterior dos estremenhos, assim como pela defesa eficaz que não consentiu incursões na área pintada. O base internacional português Pedro Bártolo assinou uma boa prestação, que pontuou com 9 pontos, 5 assistências e 1 ressalto.

A Norte, o Clinicas Rincón Amivel de Málaga não dispôs do contributo de Cláudio Batista, lesionado num pulso, para o embate com o Fundación Vital Zuzenak, recém-promovido à División de Honor. Num jogo pautado pelo equilíbrio, os malaguenhos venceram o primeiro quarto, mas ao intervalo registava-se uma vantagem de 4 pontos para a formação do País Basco, que teve no ex-internacional júnior Ruben Viso a principal referência ofensiva (apontou 17 pontos no encontro). A segunda parte trouxe nova reviravolta no marcador, sem que o favorito Clinicas Rincon conseguisse traduzir a sua supremacia em números confortáveis, como espelha o facto de que à falta de 4 minutos para o final a diferença fosse de 3 pontos – 41-44. A aproximação dos locais foi, porém, insuficiente e os de Málaga remataram o encontro com 41-52.

Em Itália, Ismael de Sousa não saiu do banco na derrota amarga de uma renovada Santa Lucia em casa do HS Varese – 62-60, que apesar do desaire, chegou a ter uma vantagem significativa ao intervalo (19-30). Recorde-se que o histórico conjunto italiano, várias vezes campeão nacional e três vezes europeu, atual vice-campeão do país transalpino, perdeu o principal patrocinador e só não fechou portas graças à intervenção de vários jogadores, nomeadamente do emblemático Matteo Cavagnini. Com a debacle económica do clube, veio o êxodo de jogadores de relevo como o francês Sofyane Mehaioui, o argentino Adolfo Damian Berdun ou o italiano Ahmed Raourahi.

Por último, em França, desfechos diferentes para os dois portugueses em ação na 2.ª liga francesa. Para o base/extremo Nuno Neves, a jornada foi tranquila e a vitória nunca esteve em causa, na recepção do Meylan Grenoble ao Guilherand-Granges, em jogo a contar para a 3.ª jornada. O internacional português, que ainda não tinha jogado na presente época, terminou na sua conta pessoal com 7 pontos. Resultado final: 63-51. Em Bordéus, Valter Mendes, do Lyon Métropole, conheceu o sabor da derrota esta temporada, frente ao Centre Fédéral. O equilíbrio foi a tónica dominante na partida, apesar da pressão imposta pelos locais, mas no terceiro período o Centre Fédéral alcançou uma vantagem ligeira (36-32), que soube gerir, dilatando-a até, no último quarto (54-46). O poste luso esteve em campo 17 minutos, durante os quais amealhou 2 ressaltos. 


Benfica averba primeira derrota na FIBA Europe Cup

O conjunto francês, que na época passada foi terceiro classificado da competição, revelou-se superior na etapa complementar, perante um Benfica que durante largos períodos discutiu o resultado.

A formação portuguesa voltará a entrar em ação no dia 2 de novembro às 19h30, na Bélgica, frente ao Bruxelas Basketball. 

Assistiu-se a uma primeira parte muito equilibrada entre Elan Chalon e SL Benfica, com várias alternâncias no marcador, sendo que após os dez minutos iniciais a formação portuguesa até vencia por um ponto (20-21).

 

A toada manteve-se no segundo quarto, com o Benfica a realizar uma partida bastante interessante num reduto complicado. Os comandados de Carlos Lisboa foram discutindo o resultado, chegando ao intervalo a perder por 41-39.

 

Contudo, no segundo tempo a turma francesa puxou dos galões, alargando um pouco a distância para o ‘encarnados’, que chegou a superar a dezena de pontos. Mas o Benfica ainda não havia desistido, e como tal a esperança reacendeu quando a 1:16 do final do terceiro período o resultado era de 60-56, algo que viria a mudar nos instantes seguintes, com o Elan Chalon a entrar para o derradeiro quarto à frente por nove pontos (65-56).

 

As ‘águias’ voltaram a dar um ar da sua graça na primeira metade do último período, aproximando-se do adversário gaulês (69-64 a 6:26 do soar da buzina), mas esse seria o canto do cisne dos vice-campeões nacionais, já que a partir daí os donos da casa controlaram as operações, em grande parte devido a um eficaz jogo exterior, o que se traduziu no resultado final de 90-76.

 

Numa partida em que o Benfica acabou por pagar um pouco a fatura ao revelar menor eficácia nos lançamento de três pontos e na luta das tabelas, os destaques individuais dos ‘encarnados’ foram Damian Hollis (20 pontos e 4 ressaltos), Carlos Morais (11 pontos, 6 ressaltos e 4 assistências) e Raven Barber (17 pontos).

 

Nada está perdido para o Benfica, importando recordar que a formação lisboeta venceu na primeira jornada o Alba Fehérvár, em partida disputada na Luz.


Entrevista a Jorge Almeida e Rui Lourenço (2.ª parte)

 

Fiquem com a 2.ª parte deste trabalho.

Para Rui Lourenço, concorrem igualmente para o fosso qualitativo entre Portugal e as referências europeias da modalidade a “gestão pouco competente da Anddemot” por parte da direção anterior que veio condicionar a atual, a precariedade económica do país, que ditou a impossibilidade de “conseguir um quadro de competições decente”, e ainda “a saída de um pequeno lote de bons atletas para outros campeonatos”, fator que potencia a Seleção Nacional, porém sem deixar de enfraquecer a competição interna.

 

Aliás, Jorge Almeida é peremptório em assinalar a dependência da Seleção Nacional face aos jogadores a atuar em ligas estrangeiras, ao que se soma uma estreita base de recrutamento, envelhecida, e também por isso urge delinear políticas de captação de jovens com deficiência motora. E a receita passa por “ir às escolas, aos centros de reabilitação” de forma a sinalizar os potenciais praticantes. “Sem querer parecer abutres, mas temos de o fazer. Já vimos que com grande divulgação ou não, as pessoas não aparecem. Agora, se formos aos sítios certos…”, sublinha. Por seu turno, Rui Lourenço acrescenta a importância de haver “parque desportivo sem barreiras e condições para que os atletas jovens – ainda sem autonomia – se possam deslocar”, assim como “divulgação positiva na Comunicação Social”, aspeto que seria importante para incentivar a prática do basquetebol em cadeira de rodas em elevar o estatuto da modalidade e do desporto para pessoas com deficiência em geral perante a comunidade.

 

Ambos expressam, embora de modo difuso, a expectativa de que a transição do basquetebol em cadeira de rodas para a Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB) acarrete, palavras do ex-selecionador adjunto Rui Lourenço, “o acesso a uma estrutura organizativa muito mais evoluída”, e como tal, maior poder de divulgação e formação técnica. A modalidade merece, pois conforme enuncia o treinador-jogador da APD Sintra, basta “atrever-se a ver que com certeza se arrisca a gostar”. 


Sorteio da Taça de Portugal Masculina

 

Consultem aqui todos os desafios e datas da competição.


CPN no topo entre 3 invictos

Com o Guifões de folga, foi a vez do algés iniciar a sua prova e fê-lo de forma esclarecedora, em casa do Juvemaia.ACDC (36-70), somando a primeira vitória. Quem também somou a primeira vitória foi o CD Póvoa. Depois de uma derrota caseira as poveiras recompuseram-se e foram à amadora infligir a segunda derrota consecutiva à ESA por 10 pontos (44-54).

 

 

SIMECQ, Vitória, ESA e Juvemaia ainda não conheceram o sabor do triunfo, sendo que na próxima jornada as equipas do sul defrontam-se entre si, enquanto que o Juvemaia folga e o Vitória viaja até Algés com as lisboetas a querem continuar vitoriosas. Nos restantes confrontos jogam seis equipas que ainda não perderam com destaque para o embate entre o CPN/SABSEG seguros e o Carnide Clube/Holos que só permitirá a uma das equipas ficar no topo e seguir invicta. Quem procurará também a terceira vitória é o Coimbrões/Rebau na recepção ao Galitos. Em Guifões, as locais procuram manter o incólume o registo da primeira jornada e seguir sem perder frente ao Póvoa que busca a segunda vitória para dar a melhor sequência ao triunfo desta jornada.

 

Fiquem com o calendário da próxima semana:

3ª jornada 
 
Visitado
Visitante
Data
Hora
Algés   Vitória SC   29/10/2016  16.30 
SC Coimbrões/Rebau   Clube Galitos   29/10/2016  21.30 
CPN/SABSEG SEGUROS   Carnide Clube/Holos   30/10/2016  16.30 
SIMECQ   E.S.A.   30/10/2016  16.30 
Guifões S.C.   CD Póvoa   29/10/2016  17.00 

 


Philipe da Silva dá receita a ‘águias’ e ‘dragões’

Na opinião de Philipe da Silva, as duas equipas têm estilos de jogo similares: “O Nanterre joga de forma muita aberta, com grandes atiradores. Aposta muito no ‘pick and rol’ para movimentar a bola. E, em casa, joga muito bem no contra-ataque. O Chalon tem uma filosofia muito parecida, mas a principal influência é o base John Roberson, que inicia e controla muito bem o jogo”.

 

O antigo internacional português deixa alguns conselhos a ‘encarnados’ e ‘azuis e brancos’: “O Benfica deve explorar o bloqueio direto com os postes, porque o Chalon tem um poste de 2,18 metros, Moustapha Fall, e outro forte mas lento, Thomas Gipson. Já o FC Porto pode tentar explorar a baixa estatura dos bases do Nanterre, o Heiko Schaffartzik e o Chris Warren”.

 

O encontro entre Chalon e SL Benfica está agendado para esta terça-feira, às 19h00, enquanto a partida que opõe Nanterre e FC Porto se disputa amanhã, quarta-feira, pelas 19h30. Ambos os jogos têm transmissão no canal de Youtube da FIBA Europe Cup, aqui.

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Nuno Marçal arranca a todo o gás

Este fim de semana foi o MVP da terceira jornada da Liga Placard, com uma valorização de 41, depois de registar 38 pontos, 7 ressaltos, 1 assistência e 2 roubos de bola, contribuindo decisivamente para a vitória do Maia Basket em Ponte de Sor, frente ao Eléctrico.

E isto após também ter sido… o MVP da segunda ronda, também com uma valorização de 41, o que demonstra bem o magnífico momento de forma vivido pelo extremo-poste do conjunto maiato, antigo internacional português.

 

A FPB esteve à conversa com Nuno Marçal, depois de mais um desempenho fantástico, sendo que o experiente jogador salientou a forma como se sente bem: “Só consigo estar no basquetebol com esta capacidade. Se me sentir como tenho sentido ultimamente, acho que ainda posso jogar três ou quatro anos. Tenho de estar no limite, são já 33 anos de carreira”, referiu o extremo-poste.

 

Mas os seus colegas de equipas não são esquecidos, com eventuais prémios individuais a não se revelarem prioritários: “Sozinho não conseguiria estas exibições, há que salientar o efeito coletivo. Nesta fase da carreira apenas quero deixar uma boa imagem, de raça e de querer”, considerou Marçal.

 

Como adeptos de basquetebol, apenas desejamos que o atleta português prossiga com estas atuações de luxo que muito têm valorizado a modalidade.

 

Os ‘mais’ da terceira jornada da Liga Placard

MVP – Nuno Marçal (Maia Basket) – Valorização de 41

Pontos – Nuno Marçal (Maia Basket) – 38

Ressaltos – Josimar Cardoso (Galitos Barreiro) – 16

Assistências – André Dara (Mais Basket) – 8

Roubos de bola – André Dara (Maia Basket) – 7

Desarmes de lançamento – Alex Marzette (CAB Madeira) – 2

Faltas provocadas – Nuno Marçal (Mais Basket) – 9


Entrevista a Jorge Almeida e Rui Lourenço (1.ª parte)

 

Fiquem com a 1.ª parte deste trabalho.

Lideraram a Seleção Nacional em dois Campeonatos da Europa, com desfechos antagónicos, pois se no primeiro Portugal caiu apenas na final diante da Bósnia, consumando a promoção à divisão B, no segundo, realizado este verão, precisamente no país dos Balcãs, a alegria deu lugar à desilusão quando a manutenção no grupo B esfumou-se com estrépito a escassos 4 segundos de soar a buzina, no encontro frente à Eslovénia. Jorge Almeida considera que as limitações na preparação foram decisivas, quer pelo facto das condições terem sido “praticamente nenhumas”, referindo-se aos parcos estágios e à ausência de jogos amigáveis, quer pela necessidade de realizar “um trabalho de formação numa seleção que preparava Campeonatos da Europa”.

 

Os técnicos convergem na avaliação do que o jogador português deve aprimorar para competir de igual para igual nas provas internacionais de maior exigência, como era o grupo B, onde a esmagadora maioria das seleções compunha-se largamente por jogadores profissionais. O ex-adjunto Rui Lourenço, treinador-jogador da APD Sintra, sintetiza desta forma as áreas mais carenciadas do jogo. “Os atletas precisam de evoluir em 3 vetores: a condição física, já que o nível competitivo [nacional] e o número de horas possível a dedicar ao treino não permitem chegar à condição física necessária; melhorar a posição na cadeira, na grande maioria dos casos os atletas poderiam tirar mais proveito de si e da sua cadeira; skills individuais – refiro-me ao domínio de cadeira e controlo de bola e cadeira. Lançar, passar e driblar bem ou mesmo muito bem, é positivo, mas na minha opinião é insuficiente. É preciso saber fazer muito mais com a cadeira e a bola”.

 

Confinadas as equipas, em quase todos os casos, a apenas dois treinos semanais de 1 hora e 30 minutos/2 horas, o trabalho dos treinadores na condição física e técnica individual torna-se uma missão impossível. “Não dá sequer para qualquer treinador fazer um trabalho válido”, reitera Jorge Almeida, que à luz da limitação de tempo, adverte que os jogadores têm de se dedicar mais à modalidade e “fazer treinos paralelos aos da equipa”. Sem esta “mudança de atitude”, que se deve estender a “dirigentes e técnicos”, no sentido de os primeiros dotarem as equipas de melhores condições de trabalho – nomeadamente um mínimo de 6 horas de treino de equipa por semana – e de os segundos “serem mais evoluídos, frequentarem os cursos de formação e aplicarem o que aprendem”, será difícil Portugal descolar do nível de hoje.  O técnico, ex-internacional português, socorre-se da sua etapa enquanto jogador para escorar as afirmações, lembrando que no virar do milénio, então treinador e atleta da APD Lisboa, dispôs de 4 treinos semanais de duas horas, o que se refletiu em resultados inimagináveis. “Fez com que nós conseguíssemos ombrear em dois torneios internacionais da APD com a equipa de Mideba [1ª liga espanhola], que na altura [já] era uma excelente equipa, das melhores da Europa, nos quais perdemos apenas nos últimos 2 minutos/minuto e meio”, exemplifica. 


Missão Pavilhão… Carnide é participação!

Poderão votar de duas formas para ajudar a construir um Pavilhão Multiusos na freguesia:

Projeto 172 até 500 mil euros “Missão Pavilhão Carnide" num investimento que permitirá a construção de um Pavilhão Multiusos na freguesia, com diversas valências.

Enviem um SMS gratuito para o n.º 4310 e escrevam apenas: 172.

Podem ainda votar em www.lisboaparticipa.pt através do registo do vosso e-mail.

 

O Carnide Clube agradece a todos os que já votaram e àqueles que ainda vão votar.

 


Dia da Família GDG Basquetebol 2016-2017

Deste modo, estão todos convidados para estar presentes no Dia da Família GDG Basquetebol 2016-2017 que terá lugar no dia 30 de outubro (domingo), às 10 horas (9h15 para atletas) no Pavilhão Desportivo da Gafanha da Nazaré.

 

Consultem o cartaz.


Jornada de domingo da Liga Feminina

Num jogo que colocou frente a frente duas formações que ainda não haviam vencido nesta edição da Liga Feminina, a Ovarense bateu o Académico FC por 68-48.

O conjunto vareiro entrou de rompante, alcançando uma vantagem de 12 pontos no primeiro período, acabando por aumentar diferença na reta final do desafio.

Em termos individuais, numa partida em que a Ovarense foi mais eficaz, destaque na equipa da casa para Michelle Hudyn (24 pontos e 9 ressaltos) e Gabriela Raimundo (14 pontos, 4 ressaltos e 5 assistências), enquanto na formação portuense sobressaíram Francisca César (13 pontos) e Isabel Costa (7 pontos e 9 ressaltos).

 

 ‘Águias’ igualam Boa Viagem

Em fim de semana de jornada dupla nos Açores, e depois do desaire diante do União Sportiva, o Benfica reagiu da melhor forma, derrotando o Boa Viagem por 69-56, acabando assim por alcançar a turma insular em termos pontuais.

As ‘águias’ revelaram-se quase sempre superiores, nomeadamente na luta das tabelas, obtendo assim um triunfo seguro numa deslocação complicada.

Pelo Boa Viagem destacaram-se Viktoriya Pankova (16 pontos), Daina Grazulis (14 pontos e 9 ressaltos) e Sara Ressurreição (12 pontos e 6 ressaltos), enquanto na equipa da Luz estiveram em destaque Dora Duarte (29 pontos e 8 ressaltos), Inês Viana (9 pontos, 10 ressaltos e 8 assistências) e Taylor Ford (11 pontos).

 

GDESSA perde invencibilidade

Também nos Açores e em regime de jornada dupla, União Sportiva e GDESSA mediram forças, com a equipa barreirense a ver a sua invencibilidade quebrada frente a um campeão nacional que puxou dos galões, triunfando por 56-40.

O União Sportiva assumiu a dianteira do marcador desde cedo, beneficiando de um primeiro tempo em que o GDESSA alcançou uma baixa pontuação, contribuindo para isso a reduzida eficácia no jogo exterior.

Quanto a registos individuais, na turma açoriana destacaram-se Tiffany Jones (9 pontos e 20 ressaltos), Jasmine Crew (17 pontos e 5 ressaltos) e Anna Olkhovyk (12 pontos, 8 ressaltos e 4 assistências), ao passo que no GDESSA os melhores desempenhos foram de Emília Ferreira (duplo-duplo, 14 pontos e 17 ressaltos) e Márcia Costa (10 pontos e 9 ressaltos).


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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