Artigos da Federaçãooo
LPB em contagem decrescente
Os últimos quatro classificados entram em ação, sendo que dois deles, Maia Basket e Illiabum defrontam-se nesta jornada. O Sampaense está obrigado a vencer, em casa, o CAB Madeira, e um triunfo do Galitos Barreiro Tley colocaria a equipa do Barreiro numa situação bastante mais confortável.
A vitória caseira do Illiabum sobre o Sampaense Basket na última ronda da LPB coloca os ilhavenses a uma vitória de distância do 10º lugar, se bem que caso de igualdade pontual com a formação do Barreiro, os comandados de Ricardo Vasconcelos perdem no confronto direto. Um resultado positivo na Maia, permitiria ao Illiabum somar mais uma vitória, mantinha os maiatos envolvidos na luta pela manutenção, algo que beneficiaria os ilhavenses.
Mas do outro lado estará uma equipa que venceu três dos seus últimos quatro jogos, derrota frente ao SL Benfica, e embora não possa sentir-se livre do perigo da descida, a verdade é que ainda pode sonhar com uma presença no playoff. Não será fácil, até porque em caso de igualdade pontual com Oliveirense e Algés, a formação da Maia perde no confronto direto, isto apesar de ter vencido um dos dois jogos disputados durante a fase regular frente a essas duas equipas.
O confronto que colocará frente a frente Ovarense e Galitos acaba por ser importante para as duas equipas, embora por motivos diferentes. Os vareiros continuam à procura de uma posição na tabela classificativa que lhe permita ter vantagem casa na 1ª ronda do playoff, já o conjunto do Barreiro procura afastar-se em definitivo dos lugares de descida. Mais do que isso será complicado, já que perde no confronto direto com o Maia Basket, mas tem ainda a possibilidade de ficar em vantagem frente à Oliveirense que está a duas vitórias de distância.
O Sampaense Basket já não depende apenas de si próprio, uma vez que para sair dos dois últimos lugares o conjunto de S. Paio de Gramaços está obrigada a ter melhor registo de vitórias que o Galitos Barreiro Tley, e só um desempate a dois frente ao Illiabum lhe será favorável. Isto porque num desempate a três ou com a equipa do Barreiro, o Sampaense perde no confronto direto. Isto sem esquecer um possível cenário de um empate a quatro equipas, caso o Maia se envolvesse nesta luta, e tudo mudaria de figura, pelo que há que aguardar pelo resultado do jogo os maiatos frente ao Illiabum.
O Lusitânia, já carimbou matematicamente a entrada no playoff, recebe a visita do Vitória, segundo classificado da fase regular, lugar que já garantiu, sem perder vista o topo da classificação. O objetivo imediato dos açorianos é, com certeza, procurar a melhor classificação possível, já os vimaranenses mantêm vivas as esperanças de poder chegar ao 1º lugar.
Olhando para o quadro da classificação, e numa altura em que todas as equipas contabilizam 19 jogos, o Lusitânia é quarto (29 pontos) e com possibilidades matemáticas de chegar a terceiro, na posse da sensação Barcelos (31 pontos), se bem que não dependa somente de si próprio.
SL Benfica (1º com 36 pontos) e Vitória de Guimarães (2º com 35) são matematicamente inalcançáveis. Segurar o quarto posto já seria, contudo, ótimo, atendendo à forte concorrência de Ovarense, CAB Madeira, Algés e, porventura, UD Oliveirense.
A equipa comandada por Fernando Sá sabe que não será fácil chegar à liderança, até porque tem desvantagem no confronto direto com os encarnados em caso de igualdade pontual. No entanto, a formação benfiquista desloca-se nesta jornada a Barcelos, um adversário que esteve muito perto de derrotar os atuais campeões nacionais na final da Taça de Portugal.
LFB entra em fase decisiva
SL Benfica e Quinta dos Lombos são as primeiras equipas a entrarem em ação, esta sexta-feira, às 15 horas, n Pavilhão Fidelidade, numa 1ª ronda do playoff que coloca frente a frente, o 2º classificado, a formação e Carcavelos, o SL Benfica, sétimo classificado da fase regular. Numa eliminatória disputada à melhor de três jogos, as comandadas de José Leite são claramente favoritas, não só pela eficácia ofensiva revelada nos últimos encontros da fase regular, como também pela qualidade e quantidade de opções ao dispor do experiente treinador dos Lombos.
Se no jogo da 1ª volta as encarnadas ainda conseguiram ser competitivas, perderam por nove pontos de diferença, os seguintes jogos foram dominados pela formação de Carcavelos. O abandono com a época a decorrer de algumas das jogadoras mais influentes da equipa do Benfica, expôs ainda mais os problemas da jovem equipa encarnada.
A Quinta dos Lombos é uma formação muito mais experiente e habituada à pressão destes momentos em que não permitida margem para erro. É notória a superioridade física, peso e centímetros, do conjunto de Carcavelos sobre as encarnadas. Um factor que lhes permite dominar a luta das tabelas e o jogo interior, capítulo do jogo onde os Lombos certamente irão apostar para tirar vantagens durante a eliminatória.
O conjunto benfiquista irá depender muito do seu jogo exterior, nomeadamente do seu tiro de longa distância, 1ª no ranking de lançamentos de 3 pontos (31%), e a sua agressividade ofensiva a atacar em drible o cesto, já que nos restantes itens estatísticos os Lombos levam clara vantagem. Destaque para os 83 pontos e 41 ressaltos registados em média pelos Lombos, que fazem da equipa a 2ª melhor da competição embora a curtas distâncias do topo.
Liga está de regresso
Barcelos e Benfica vão reeditar a final da Taça de Portugal, com os minhotos a tentarem vingar a derrota sofrida, após dois prolongamentos, em Fafe. Já a Oliveirense recebe a visita do Algés, duas equipas, neste momento, apuradas para o playoff, separadas apenas por uma vitória. Dois jogos interessantes, embora importantes para lutas distintas neste final de fase regular.
Para perder a liderança da fase regular, os benfiquistas teriam que perder dois jogos dos três que ainda faltam disputar, partindo do pressuposto que o Vitória vencia todos os encontros que ainda faltam disputar até final da fase regular. Isto por que no confronto direto entre benfiquistas e vimaranenses, a equipa liderada por Carlos Lisboa beneficia da vitória alcançada, em Lisboa, por 22 pontos de diferença, no jogo da 1ª volta.
Os barcelenses estão muito bem encaminhados para garantir o 3º lugar da fase regular, dispõem de duas vitórias de vantagem sobre os mais diretos adversários, prova da bom desempenho que estão a ter esta temporada. Já marcaram presença em três pontos altos da temporada, disputaram duas finais, sendo que têm esta sexta-feira mais uma oportunidade para levarem de vencida os atuais campeões nacionais.
Depois de uma brilhante 1ª volta, a Oliveirense está a ter um desempenho bastante inferior na segunda metade da fase regular. Apesar de ainda estar entre as oito melhores classificados, a equipa agora liderada por Hugo Matos tem o Maia Basket muito próximo, uma vitória de distância, se bem que o 7º lugar está muito próximo, e os seguintes até ao 4º, estão igualmente a uma curta distância. Relembrar que no jogo da 1ª volta entre estas duas equipas, disputado em Algés, a formação de Oliveira de Azeméis venceu por uma diferença de seis pontos (78-72). Um triunfo da Oliveirense seria uma enorme passo rumo à fase seguinte da competição, sendo que a participação muito positiva na Final a 8 da Taça de Portugal, chegou às meias-finais, possa funcionar como tónico para um bom final de campeonato.
O Algés é a grande surpresa da 2ª volta da fase regular. A equipa soma vitórias, mostra-se muito mais competitiva, e como resultado da conjugação destes dois factores a subida na classificação. O atual sétimo lugar não permite qualquer tipo de relaxamento, até porque um desaire em Oliveira de Azeméis coloca os algesinos mais próximos de um hipotético confronto com o Benfica na 1ª ronda do playoff. Ainda é muito cedo para entrar na discussão de possíveis cenários, e o presente confirma que o conjunto liderado por André Martins é nesta altura um adversário muito complicado de bater, voltou a deixar uma imagem muito positiva durante a Taça de Portugal, pelo que tem legitimas aspirações a poder vencer nesta deslocação até Oliveira de Azeméis.
Tira-teimas açoriano
O 3º lugar alcançado pelo conjunto da ilha de S. Miguel é sinal de continuidade de um fantástico ano de estreia na Liga Feminina, já o Boa Viagem continua a demonstrar que é uma equipa a ter sempre em conta nestes momentos de decisão.
A equipa do União terminou a fase regular a realizar fora de portas os últimos quatro jogos da fase regular, facto que lhe permitirá estar bem preparada para iniciar esta eliminatória na ilha Terceira. A equipa esta temporada foi construída de forma diferente, possuiu mais referencias ofensivas, o que faz com que não esteja tão dependente da capacidade individual de uma atleta. Os reforços recrutados possuem experiência de playoffs, fator sempre importante para uma fase com características tão especiais.
Curiosamente o Boa Viagem terminou a fase regular com uma recepção ao União Sportiva, com a vitória a pertencer ao conjunto visitante por 69-54. Este jogo encerrou um ciclo negativo de três desaires consecutivos em jogos a contar para a Liga Feminina. Para ultrapassar o União Sportiva, a equipa da ilha Terceira tem melhorar o seu desempenho no ressalto, controlar melhor a sua tabela defensiva não permitindo ressaltos ofensivos ao adversário, e melhorar as suas percentagens de lançamento.
As duas equipas equivalem-se em quase todos os rankings finais da fase regular, pelo que dependerá muito da inspiração individual e coletiva que esta eliminatória se decidirá. Muito embora o Sportiva, em teoria, se apresente como sendo mais forte no jogo interior, o Boa Viagem tem um cinco capaz de se mostrar competitivo e discutir a eliminatória.
Emoção e equilíbrio
A formação do Barreiro só na última jornada, beneficiando de um deslize das vaguenses, garantiu o 4º lugar, pelo que terá a seu favor a possibilidade de decidir em sua casa a eliminatória caso seja necessário disputar a negra. No entanto, o conjunto liderado por João Janeiro ainda não perdeu esta temporada frente ao GDESSA, o que torna ainda mais imprevisível e emotiva a eliminatória entre estas duas equipas.
Depois de ter vencido em casa no jogo da 1ª volta (97-78), as vaguenses voltaram a ganhar fora de portas (64-60), num jogo disputado no inicio de Janeiro. O GDESSA terminou muito bem a fase regular, quatro vitórias consecutivas, e num esforço final conseguiu mesmo chegar ao 4º lugar. Já o Vagos conseguiu apenas um triunfo nos últimos quatro encontros disputados, tendo terminado a uma vitória de distância do conjunto do Barreiro, e em igualdade pontual com o Boa Viagem.
Será um embate entre dois ataques muito iguais na marcação de pontos, embora o Vagos seja relativamente mais eficaz nos lançamentos de curta e média distância (48% vs 42%). E certamente que muito do sucesso nesta eliminatória passará pelo desempenho das duplas de estrangeiras, Brandie Hoskins e Jessica Lawson do lado do Vagos, e Ladondra Johnson e Megan Nipe pelo GDESSA. Curiosamente os dois treinadores trocaram de atletas já no decorrer da competição, o que significa que houve necessidade de entrosar e ganhar novas rotinas motivadas pela chegada dos novos reforços.
Apesar de um ligeiro domínio da equipa liderada por Nuno Manaia no ranking dos ressaltos (38.9 vs 36.9), a verdade é que no último confronto entre as duas equipas a luta das tabelas foi claramente favorável ao Vagos, que conquistou inclusive vários ressaltos ofensivos.
A formação do GDESSA perdeu para esta temporada algumas das suas jogadoras mais veteranas, aspeto sempre importante para estes momentos, pelo que será curioso acompanhar o comportamento das jovens Carolina Bernardeco e Maianca Umbano, muito jovens, mas já preponderantes e referencias ofensivas na equipa do GDESSA. Facto que não impede que o conjunto do Barreiro seja a equipa que menos turnovers cometeu durante toda a fase regular (14.1 de média), sinal que controla muito bem a posse de bola.
A juventude também está presente na equipa do Vagos, e a subida de rendimento de Joana Canastra neste final de temporada é certamente um dado positivo para João Janeiro. O treinador do Vagos certamente que contará com a liderança de Daniela Domingues, e manterá a esperança que Jessica Lawson confirme todo o seu potencial durante esta ronda do playoff.
CAB teoricamente favorito
Já os confrontos entre GDESSA e AD Vagos, e União Sportiva e Boa Viagem se preveem mais equilibrados, sendo que o fator casa poderá vir a ser decisivo no desfecho das respetivas eliminatórias.
O CAB chega a este playoff como vencedor invicto da fase regular, 22 vitórias consecutivas, três troféus já conquistados na presente temporada, venceu os três confrontos frente ao conjunto de Coimbra, é o melhor ataque da prova, a equipa que mais ressaltos conquista, que melhores percentagens de lançamento tem, argumentos mais do que suficientes para merecer o favoritismo nesta 1ª ronda.
A tarefa das olivanenses não se afigura nada fácil, mas para continuar a sonhar com a presença na meia-final, a equipa do Olivais tem, quase que obrigatoriamente, vencer o primeiro jogo em sua casa. Para que tal aconteça, a equipa liderada por Paulo Silva, à imagem do que aconteceu durante a fase regular, 3ª equipa a cometer menos turnovers em média por jogo (15.9), terá de controlar muito bem a posse de bola, tirar tentar partido dos tiros de 3 pontos (3ª no ranking – 30%), aproveitar tudo da linha de lance-livre (2ª – 75%), embora tenha um grave problema para resolver.
A questão do ressalto poderá ser problemática para a formação de Coimbra, já que é a equipa com pior registo da Liga na tabela defensiva (21.5) e penúltima no ranking dos ressaltos com uma média de 31.6 . Quase menos 12 em média que a equipa do CAB madeira (43.1)!
«Um tónico para o futuro»
Um feito histórico que servirá de rampa de lançamento para novas conquistas, até porque José Gomes, diretor técnico da Associação, acredita que um trabalho de continuidade tem tudo para dar frutos. Assim os clubes acreditem e continuem a trabalhar com a qualidade e exigência que têm demonstrado nos últimos anos.
“É o melhor de sempre. Este terceiro lugar deixa-nos muito orgulhosos, é o trabalho de nove anos, desde que começámos a participar na Festa do Basquetebol Juvenil, um trabalho de todos os clubes, mesmo dos que não têm atletas na seleção, numa estratégia do acreditar e ambição de que é possível. Este resultado valorizou-nos. Mesmo lutando contra aqueles que muitas vezes não acreditavam que era possível lá chegar. Sempre aproveitamos bem os projetos da federação, nomeadamente o Compal Air e a Festa do Basquetebol. Rentabilizámos todas as situações mesmo com dificuldades económicas e de recursos humanos”, sublinhou José Gomes, diretor da AB Braga.
O dirigente reforça a ideia de a conquista ser “o culminar desse trabalho”, naquela que diz ser “a primeira vitória e o primeiro pódio”. “No futuro ainda é possível chegar mais longe. Assim os clubes localmente na associação acreditem. É uma lição de vida do querer, do sonho, de lançarmos treinadores jovens e acreditarmos que são capazes. É o espelho de que seguimos, claramente a estratégia certa”, frisou José Gomes, acrescentando que a medalha de bronze “é uma rampa de lançamento para o futuro”.
“O minibásquete na associação funciona. Está aqui uma geração que participou na primeira festa do minibásquete, em Paços de Ferreira, e que poucos acreditavam que tinha potencial. Este trabalho desde os sub-12 está a dar resultados muito frutuosos”, destacou. Com este feito, a AB Braga pretende, ainda, alertar para uma “alteração mais radical dos campeonatos”. “Como associação pequena, com pouco investimento, vai ser difícil termos experiência de outra forma. Esta equipa até podia ter ganho este torneio, se tivesse mais experiência de nacionais”, lembrou.
Portugal 3º em Badajoz
Este ano não foi repetido o 1º lugar alcançado nas últimas edições, mas muitas coisas mais importantes foram conquistadas. No jogo de atribuição dos 3º e 4º lugares a equipa nacional bateu, de forma concludente, a equipa do Estudiantes por 87-62. O grande vencedor do torneio acabou por ser a equipa do Fuenlabrada, a equipa que afastou Portugal (53-67) do jogo da grande final.
O período de preparação para este torneio não foi o ideal mas foi o possível para que Portugal se apresentasse de uma forma competitiva, colocando em prática alguns dos princípios imprescindíveis para um participação positiva no próximo Europeu.
Os sete treinos realizados em Portugal serviram essencialmente para colocar a equipa de uma forma organizada e a respeitar algumas regras defensivas, indispensáveis para uma boa defesa coletiva.
Antes do arranque para Badajoz, e apesar de uma entrega total dos 14 atletas envolvidos nesta ação, dois acabaram por ser dispensados da viagem até Badajoz. Ricardo Dias (CD Póvoa) e Tiago Carvalho (Estoril Basket) não seguiram para Espanha, o que não significa que estejam fora da luta por um lugar entre os doze eleitos.
Para muitos foi a primeira experiência internacional e isso foi notório no jogo de abertura frente ao Fuenlabrada. Depois de uma primeira parte muito equilibrada (30-34), um mau inicio de segundo tempo, parcial de 7-21, comprometeu a presença na tão desejada final. Foram notórias as dificuldades ofensivas, pouca circulação de bola (4 assistências), más percentagens de lançamento, embora os inúmeros cestos fáceis (compreensíveis) contribuíssem para o desaire luso.
Mérito para a formação espanhola na forma eficaz como lançou de longa distância (8/20 – 40%), e no modo como partilhou a bola no ataque, colocando imensos problemas à defesa portuguesa. O facto de não existido tempo para preparar eficientemente o ataque contra zona, em nada contribuiu para o sucesso de Portugal. Mesmo tendo vencido dois períodos, a margem permitida durante o 3º período hipotecou as hipóteses da Seleção conquistar novamente o torneio.
No segundo dia, frente à equipa do Estudiantes, Portugal apresentou-se mais solto, a revelar menos ansiedade, embora tenha começado a falhar muitos cestos de fácil concretização. Muito mais intensos a defender, rápidos a contra-atacar, eficazes a atirar ao cesto, permitiram que o conjunto nacional dominasse o jogo de inicio ao fim.
Mais importante que a vitória, tal como tinha acontecido no dia anterior, a rotação de jogadores foi constante, embora tivesse existido uma ainda maior preocupação de possibilitar mais minutos aos estreantes, de forma a poderem beneficiar de contato internacional. Mesmo sem ter estado tudo perfeito, Portugal teve bons momentos, enorme facilidade em bater a pressão, isto de apesar os movimentos ofensivos estarem “colados com cuspe”.
Espera-se e deseja-se que esta tenha sido a primeira etapa de um percurso de sucesso, que irá culminar com a presença de Portugal em mais uma presença no Europeu da categoria, este ano disputado na Áustria.
Lista de jogadores que participaram no torneio:
Pedro Oliveira
Rodrigo Lima
Filipe Rodrigues
Daniel Caetano
Diogo Brito
Joaquim Soras
Filipe Caetano
Nuno Sá
Jorge Pires
Gonçalo Delgado
Ricardo Monteiro
Tomás Domingos
Dia do pai
Foram dezenas de pais que aderiram a este desafio, onde se puderam juntar aos seus filhos, brindando-os com muitos sorrisos, abraços, carinhos, cestos de amor, muitos dribles de cumplicidade e passes de união. Após, o divertimento dentro de campo, o convívio terminou onde todos puderam desgostar alguns sabores gastronómicos reforçando os laços de amizade entre todos. O Futebol Clube de Gaia continua a formar e um exemplo de formação pura.
Maria Correia MVP na vitória do CREF Hola
Em Espanha, o Andorra de Betinho voltou a vencer, enquanto Maria Correia acabou por ser eleita MVP no triunfo do CREF Hola, após uma belíssima exibição na Liga Feminina 2B.
Em Espanha, o Andorra de Betinho Gomes está a passar por um bom momento na Liga ACB, pois este fim-de-semana alcançou o terceiro triunfo consecutivo. Foi em casa, diante do Fuenlabrada, por 91-85, com o internacional português a alinhar de início e em 25 minutos somar 9 pontos e 3 ressaltos. O Andorra é 15º na classificação geral.
Em França, o Quimper de Miguel Cardoso e o Avignon-Sorgues, de Arnette Hallman, não jogaram este fim-de-semana.
Nas senhoras, o Zamarat de Sofia Carolina sofreu uma derrota na deslocação ao pavilhão do Gran Canária (76-88) num jogo que, curiosamente, fixou um novo registo na Liga Feminina de Espanha. Patricia Cabrera, jogadora da equipa da casa, converteu 10 (!) triplos nesta partida, o que constituí um recorde na competição. No terceiro período tinha 100 por cento de aproveitamento nos lançamentos longos ( 8 em 8), acabando com uma não menos impressionante percentagem de 71 por cento! A portuguesa, por sua vez, alcançou números mais modestos, pois em 30 minutos somou 8 pontos, 4 ressaltos e 1 roubo de bola.
No escalão inferior, a Liga Feminina 2, o Selmak de Inês Faustino derrotou o ADBA, por 52-47, na 20ª jornada da prova. Inês esteve em campo apenas 7 minutos, capturou 3 ressaltos e fez um roubo de bola. A equipa manteve o 6º lugar.
Já Larisse Lima não conseguiu evitar o desaire do Badajoz na visita ao Valladolid (61-73), não obstante os 8 pontos, 13 ressaltos, 1 assistência e 2 roubos de bola que registou nos 35 minutos que esteve em campo. O Badajoz é 8º na classificação.
Em grande esteve Maria Correia, MVP na vitória do CREF Hola (líder na Liga Feminina 2B) sobre o Sant Adria, por 81-51. A portuguesa somou 19 pontos, 3 ressaltos, 7 assistências e 2 roubos de bola, em 37 minutos, acabando por ser a jogadora mais valorizada. Carla Nascimento não jogou.
Em Itália, o Napoli de Mery Andrade perdeu com o líder Familia Schio, por 60-91, na última jornada da fase regular do principal campeonato feminino do país, mas conseguiu apurar-se para o playoff – foi 6º ao cabo das 26 jornadas -, onde vai defrontar na 1ª ronda o Venezia. No último encontro, Mery foi titular e em 34 minutos somou 2 pontos, 2 ressaltos, 2 assistências e 2 roubos de bola.
Ashley Bruner MVP da 22ª jornada
Maianca Umabano (GDESSA) esteve em plano de destaque na ultima jornada da fase regular, acabando por ser a MVP Jovem (nascidas desde 1995) da Jornada 22. Nesta noticia anda poderá ficar a conhecer os cincos ideais, bem como os máximos individuais.
IX Edição do Torneio Minibásquete C.B. Baiona
O convívio e o espírito entre os nossos atletas, o conhecer novos amigos/ atletas de outras equipas, o espírito do torneio e das equipas envolvidas, o conhecer novas localidades e muitos outros motivos.
Após 4 dias desta semana em Albufeira o ABA apresentou-se em Baiona apostado em praticar o seu basquetebol mais técnico, com uma defesa de pressão a campo inteiro e com um contra-ataque rápido.
Após a conclusão do 1º jogo causou sensação o basquetebol praticado e permitido pelos árbitros, muito mais físico e de contacto em que os jogos e as jogadas são disputados quase ao segundo e em que as faltas leves não são contabilizadas.
No 1º dia foi difícil pedir aos atletas que alterassem o seu jogo e a sua atitude em campo, mas no 2º dia e devido aos jogos já realizados e à aprendizagem rápida dos atletas nestas idades, os atletas do ABA foram capazes de demonstrar a sua garra, vontade e determinação, conseguindo vencer dois jogos consecutivos, incluindo contra uma equipa com quem tinha perdido no dia anterior, e ter acesso à final das equipas eliminadas onde perdeu apenas por 5 pontos. Foi uma excelente prestação dos SUPER MINIS 12 do ABA
Jogos
1ª Fase de Grupos – D
ABA x Seis do Nadal – 36 x 48
ABA x Estudiantes de Lugo – 30 x 59
ABA x Blanco Amor – 44 x 54
2ª Fase – das equipas eliminadas
Quartos Finais – ABA x CB Ferrol – 64 x 55
Meias Finais – ABA x Seis do Nadal – 49 x 43
Final – ABA x Basket Corunã – 32 x 37
Categoria Masculina: 17 equipas.
– Pontevedra: CB Baiona, Novobasketvigo, CB Tui, Seis do Nadal Coia, Porriño Baloncesto Base, Sigaltec Villagarcía, CB Villagarcía, Estudiantes Pontevedra.
– Ourense: Blanco Amor, Bosco Salesianos y CB Allariz.
– Lugo: Estudiantes Lugo.
– A Coruña: CB Ferrol, Basquet Coruña.
– Portugal: Basket Clube Limiense, Castelo Branco.
Categoria Feminina: 16 equipas.
– Pontevedra: CB Baiona, Academia Celta, Seis do Nadal Coia, Porriño Baloncesto Base, Colegio Mariano, Sigaltec Villagarcía, CB Villagarcía, Arxil Pontevedra.
– Ourense: CB Allariz, Divino Maestro, Carmelitas Ourense.
– Lugo: Estudiantes Lugo.
– A Coruña: Pio XII, Basquet Coruña, Universitario Ferrol.
– Portugal: Basket Clube Limiense.
Salientamos ainda o atleta do ABA, Bernardo Matos ter vencido o prémio de melhor marcador masculino do torneio e ainda a dupla do ABA, Bernardo Matos e Milene Lucas ter vencido o concurso de lançadores entre todas as equipas e todos os atletas do torneio.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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