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Ovarense regressa aos triunfos

Os vareiros a precisarem de somar pontos para garantirem, sem sobressaltos, um lugar na fase seguinte da competição, e o Vitória tranquilamente posicionado no 2º lugar. Equlibrio até final, mas acabaram por ser os vareiros a levar a melhor (72-70), que assim voltaram a ganhar e colocaram um ponto final numa série de sete vitórias consecutivas da formação de Guimarães.

 

 

Foram os vimaranenses a começarem melhor o encontro (18-12), ainda que até ao intervalo vissem a sua curta vantagem ser reduzida para apenas dois pontos (34-32). A formação de Ovar mostrava estar melhor no final do 1º tempo, e conseguiu mesmo prolongar esse bom momento no recomeço da etapa complementar.

 

A jogar com o apoio do seu público, a Ovarense deu a volta ao marcador durante o 3º período (55-52), se bem que o resultado deixava tudo em aberto para o quarto de todas as decisões. Os triplos de Jaime Silva e Miguel Miranda foram determinantes para que os vareiros tivessem sido capazes de abrir uma ligeira diferença pontual (65-60), que depois souberam guardar nas sucessivas idas para a  linha de lance-livre.

 

Esta foi a primeira vitória obtida por Felix Garcia desde que chegou a Ovar, e o técnico elogiou a sua equipa pelo caráter demonstrado, pelo nível defensivo e pela exibição bastante completa que a equipa produziu durante os 40 minutos. Jaime Silva foi o melhor marcador com 18 pontos, seguido de perto por Miguel Miranda com 15 pontos.

 

Os vimaranenses não estiveram bem no capitulo do lançamento, e Fernando Sá reconheceu que isso influenciou o sucesso da opção defensiva por parte da Ovarense. O Vitória tem já no próximo fim de semana a participação na Taça Hugo dos Santos, uma prova que o treinador vitoriano tem esperanças de poder conquistar, embora se vá concentrar apenas no primeiro jogo frente ao Barcelos. O extremo José Silva (17 pontos) foi o mais pontuado nos forasteiros, e Pedro Pinto saltou do banco para contribuir com 16 pontos.


Benfica passa em Algés

Esta foi a 11ª vitória consecutiva dos atuais campeões nacionais, que assim interromperam uma série de quatro resultados positivos por parte dos algesinos. Quem também não vencia há algum tempo, quatro jornadas, era o Sampaense Basket, que regressou na Maia aos triunfos, depois de ter superado a equipa da casa por 84-82.

 

Apesar de ter perdido, a equipa do Algés bateu-se muito bem, logicamente motivada pelos resultados obtidos nas últimas jornadas. Mesmo jogando frente ao campeão nacional, o Algés condicionou os encarnados a 70 pontos, sendo que os algesinos chegaram a dois pontos de diferença (64-66), já muito perto do final. Os últimos quatro pontos pertenceram ao Benfica que assim deu continuidade à sua série de vitórias.

 

Ao intervalo os benfiquistas venciam por quatro de diferença (34-30) e no final do 3º período continuava tudo em aberto, visto a diferença pontual só tinha aumentado em um ponto (51-46).

 

O norte-americano Jobey Thomas, autor de 16 pontos, foi melhor marcador dos visitantes, seguido de perto por Fred Gentry (12 pontos) e Ronald Slay (11).

 

No Algés, Darren Townes (14 pontos e 9 ressaltos) voltou a estar muito bem, num encontro em que os algesinos estiveram inspirados a atirar ao cesto (55% de 2 pontos e 53% de 3 pontos).

 

Sampaense vence jogo de aflitos

 

As duas equipas precisavam de pontos, bem como colocarem um ponto final na série negativa que atravessavam. Ainda assim, à entrada para esta jornada o Maia Basket estava melhor classificado, com o registo de mais uma vitória que o seu adversário. Mas foram os forasteiros a iniciarem melhor a partida, vantagem de dois pontos no final do 1º período (16-14), que ao intervalo já liderava na casa das dezenas (39-38).

 

O bom momento do conjunto de S. Paio de Gramaços manteve-se nos minutos iniciais da etapa complementar, que a meio do 3º período venciam por uma diferença muito próxima dos vinte pontos (55-37). Na segunda metade do quarto, os maiatos dominaram, encurtaram distâncias, e à entrada do período de todas as decisões tinham o jogo perfeitamente em aberto (56-62). Uma curta vantagem, mas gerida quase até ao limite pelos forasteiros, que assim puderam festejar a primeira vitória de 2015.

 

O norte-americano Max Jacobsen (24 pontos e 14 ressaltos) foi decisivo na fuga do Sampaense no marcador, já que nos primeiros 20 minutos já registava (13 pontos e 9 ressaltos). Diogo Gonçalves (18 pontos, 5 assistências e 2 ressaltos), igualmente com uma boa primeira parte (12 pontos) e Javarris Barnett, muito próximo de um triplo-duplo (18 pontos, 10 ressaltos e 8 assistências), foram uma preciosa ajuda no sucesso do Sampaense.

 

Os 31 pontos registados por Pedro Catarino, mesmo com os contributos de Nuno Marçal (20 pontos e 18 ressaltos) e Paulo Diamantino (11 pontos e 10 ressaltos), foram suficientes para evitar o desaire do Maia Basket.


Galitos chega à centena

Se na ronda anterior a formação da margem sofreu mais de cem pontos, desta vez foi ela mesma a conseguir chegar à centena de pontos frente aos ilhavenses (106-70). Já o Barcelos HotelTerçoGive, ao vencer em casa o Lusitânia por (93-64) , aproximou-se novamente do 2º lugar, uma vez que beneficiou da derrota do Vitória em Ovar. Depois de ter sido derrotado perante o seu público na última jornada, o CAB deslocou-se a Oliveira de Azeméis e bateu a equipa da casa por 78-69. Com este triunfo os madeirenses atingiram os 50% de vitórias, ficando cada vez mais perto pela luta de um lugar que lhe dê vantagem casa numa possível qualificação para os playoffs.

 

 

 

 

 

Os barcelenses cedo mostraram que queriam esquecer o resultado negativo registado na última jornada, e bastaram 10 minutos para os barcelenses se colocarem confortavelmente no comando do marcador (24-13). Os minhotos não abrandaram o seu ritmo, continuaram a revelar uma boa eficácia ofensiva até ao intervalo (49-23), bem como continuaram a condicionar o sucesso atacante dos açorianos.

 

O descanso não retirou concentração à equipa da casa, com o Barcelos a iniciar o segundo tempo com a mesma determinação (24-15) e a colocar um ponto final quanto às dúvidas sobre o vencedor deste encontro (73-38). O 4º período teve ascendente dos forasteiros (26-20), mas o jogo há muito que estava comprometido para a equipa liderada por Nuno Barroso.

 

Mais uma boa exibição para o atleta do Barcelos, Marko Loncovic (21 pontos e 8 ressaltos), bem acompanhado pelo seu base Carlos Fechas (15 pontos e 8 assistências) e Igor Dukovic (14 pontos e 7 ressaltos).

 

As percentagens de lançamentos de campo por parte do Barcelos foram muito superiores, e disso se ressentiu o Lusitânia neste encontro. Ainda assim, Mohamed Camara somou um duplo-duplo (21 pontos e 10 ressaltos) e Miguel Freitas (16 pontos, 5 ressaltos e 4 assistências) esteve a um nível bastante aceitável.

 

Galitos vence jogo importante

 

Ambas as equipas estavam pressionadas a vencer, naturalmente mais o Galitos porque jogava em casa. A formação do Barreiro soube lidar bem com a pressão do momento, e reagir muito positivamente a uma pesada derrota averbada na última jornada.

 

Os comandados de Luís Valente mostraram-se mais fortes desde o inicio do encontro e rapidamente construíram uma vantagem que lhes dava maior tranquilidade para encarar a importância do encontro. No final do 1º período a vantagem já era de dezasseis pontos (27-11) e ao intervalo já tinha subido para vinte e dois (54-32).

 

Se nos primeiros vinte minutos os ilhavenses já tinham sofrido muitos pontos, os 38 concedidos nos primeiros 10 minutos do segundo tempo decidiam em definitivo o jogo a favor do conjunto da margem sul (86-50).

 

O Galitos dominou a luta das tabelas (35-20), jogou muito mais coletivamente no ataque (28 assistências), e esteve mais eficaz a atirar ao cesto. Miguel Minhava (23 pontos, 14 assistências e 8 ressaltos) esteve novamente em grande, bem como Benjamin Gresmer (21 pontos e 11 ressaltos) e Brian Clarke (19 pontos, 5 assistências e 4 ressaltos).

 

O llliabum esteve desastrado a lançar ao cesto, especialmente da linha de três pontos (5/29 – 17%), mas ainda assim Stephen Nwaukoni (16 pontos e 9 ressaltos) manteve a sua regularidade habitual.

 

Bom triunfo do CAB em Oliveira de Azeméis

 

Os comandados de João Paulo Silva, controlaram muito a tabela defensiva, foram eficazes nos lançamentos de curta e média distância (18/31 – 58%), bem como foram mais agressivos a atacar o cesto (15/17 – 88% da linha de lance-livre).

 

Áreas do jogo que lhe permitiram terminar na frente a 1ª parte (40-32), mas só no último período o conjunto madeirense confirmou a sua superioridade neste encontro.

 

Boa prestação de Tommie Eddie (20 pontos e 15 ressaltos) na equipa do CAB, mas não foi o único atleta madeirense que esteve bem. O jovem José Correia converteu 20 pontos, e Jovonni Shuler, embora tenha estado um pouco mais discreto, registou 12 pontos e 7 ressaltos.

 

O base João Abreu (16 pontos, 3 ressaltos, 3 roubos de bola e 2 assistências) foi mais concretizador da Oliveirense, equipa que já não perdia em casa desde o inicio de Novembro do ano passado.


CAB volta a vencer

A AD Vagos passou a contar com mais vitórias do que derrotas (7/6), isto depois de superar, em casa, o Lousada AC por 82-67.

 

 

O resultado final é bastante enganador, já que o triunfo das madeirenses, embora sem nunca ter estado em causa, apenas foi confirmado no derradeiro quarto da partida. No final dos primeiros 10 minutos o conjunto de Torres Novas perdia por dois (14-16), com as insulares a afastarem-se para a casa das dezenas até ao descanso (35-24).

 

No recomeço da etapa complementar, a diferença pontual manteve-se estável, com as visitantes a equilibrarem o encontro, num parcial bastante mais produtivo em pontos (23-21). Os dez minutos finais coincidiram com o melhor período ofensivo do CAB (27 pontos), algo que se refletiu imediatamente no desnivelar do marcador. As insulares concretizaram 31 pontos em contra-ataque e somaram 20 pontos de perdas de bola do adversário, isto porque o Torres Novas cometeu 26 turnovers durante o encontro.

 

Na equipa madeirense, Ashley Bruner (19 pontos, 8 ressaltos e 6 assistências), fez um jogo bastante completo, tendo sido bem secundada por Marta Bravo, autora de 16 pontos, 2 assistências e 2 roubos de bola).

 

As duas norte-americanas do Torres Novas, Rachel Story (23 pontos e 6 ressaltos) e Jade Barber (18 pontos e 17 ressaltos) destacaram-se pelos seus desempenhos muito positivos.

 

Vagos tirou partido de uma boa 1ª parte

 

As vaguenses construíram uma vantagem pontual confortável durante os primeiros vinte minutos do encontro (48-34), principalmente durante o 2º quarto, período durante o qual alargaram a diferença pontual em onze pontos (27-16).

 

O segundo tempo foi bastante mais equilibrado, com a equipa visitante a vencer os dois períodos (13-12 e 24-22), ainda que por diferenças mínimas que não lhe permitiram inverter o resultado desfavorável.

 

A norte-americana, Brandie Hoskins (32 pontos, 5 ressaltos e 5 assistências) foi determinante no sucesso do Vagos, tendo impressionado pela eficácia revelada durante o encontro, uma vez que apenas falhou um lançamento de campo (12/13 de 2 pontos e 1/1 de 3 pontos).

 

A dupla composta por Al Wilkinson (27 pontos e 15 ressaltos) e Joana Cruz (13 pontos, 13 ressaltos e 2 assistências) dividiu o protagonismo no conjunto de Lousada.


Olivais fez a diferença no 2º quarto

Um resultado que permitiu à equipa isolar-se no 8º lugar, afastando-a simultaneamente dos lugares do fundo da tabela classificativa. As atletas conimbricenses levaram algum tempo  soltar-se dentro do campo, mas a forma como começaram o 2º período, acabou por ter um impacto muito importante no desfecho do encontro.

 

Os primeiros minutos do encontro que colocou frente a frente o Olivais Urgicentro e a equipa do Académico, revelaram uma equipa nortenha mais descomplexada, com as conimbricenses a mostrarem-se algo ansiosas e pressionadas pela necessidade de vencer o jogo.

 

No final do 1º período as forasteiras venciam pela diferença mínima (18-17), mas o Olivais daria a volta ao resultado até ao intervalo. Com uma parcial de 16-0 a abrir o 2º quarto, o Olivais disparava no marcador (45-30), não só pelo aumento da sua eficácia ofensiva, como também pela melhoria no capitulo defensivo.

 

O recomeço da etapa complementar foi parco em pontos marcados, ainda que tenha sido a equipa do Académico a sair melhor para o segundo tempo (11-7). Mas nos últimos 10 minutos, regressou o domínio das conimbricenses (23-13), que chegou a estar a vencer por dezasseis pontos de diferença (75-49) a dois minutos do final.

 

A formação de Coimbra venceu a luta das tabelas (33-22), bem como conseguiu mais pontos de segundos lançamentos (15 vs 2) e roubou mais bolas (16 vs 10).

 

A base Joana Bernardeco (23 pontos, 5 ressaltos e 2 assistências) liderou muito bem a equipa de Coimbra, num jogo em que foi visível a maior utilidade da norte-americana Elizabeth Beynnon (19 pontos e 11 ressaltos), e a utilidade de Ana Fonseca (15 pontos, 3 ressaltos e 2 assistências).

 

A atleta Ana Paula Silva, foram dela os primeiros oito pontos do encontro (8-0), acabaria por ser a melhor marcadora do Académico com 20 pontos, seguida por Francisca Braga (14 pontos) e Susana Lopes (10). 

 


Dragon Force segue invicto

Mas a ronda de sábado ficou marcada pelas vitórias caseiras do Guifões frente ao Eléctrico (68-65), e do Aliança Sangalhos na recepção ao Terceira Basket (63-53).

 

 

Os dragões prolongaram a sua invencibilidade na prova, e voltaram a fazê-lo de uma forma esclarecedora, revelando um domínio absoluto nos dois lados do campo. No ataque, os portistas voltaram a chegar à centena de pontos, com os 12 jogadores a serem utilizados, e na defesa os azuis e brancos não permitiram mais do que 13 pontos num período.

 

Depois de ter vencido os primeiros três períodos por 12 pontos de diferença, o parcial do último quarto, 32-12, acabou por fazer com que o resultado final tivesse uma expressão ainda mais desnivelada.

 

Miguel Queiroz ficou a um ressalto de um duplo-duplo (25 pontos e 9 ressaltos), mas isso não o impediu de ter sido o MVP do jogo, com 35.5 de valorização. Já António Monteiro conseguiu-o, pois que o atleta portista somou 19 pontos e 11 ressaltos.

 

O atleta Joaquim Soares, autor de 16 pontos, foi o melhor marcador do conjunto da Figueira da Foz, num jogo em que o Ginásio perdeu claramente a luta das tabelas (17/43), cometeu 30 turnovers e esteve desinspirado a lançar ao cesto.

 

Guifões deu a volta ao jogo no 2º período

 

Cada vez mais começa a ser menor a margem de erro para a equipa de Guifões que continua nos lugares do fundo da tabela classificativa. Mesmo a jogar perante o 2º classificado, que até esta jornada somava apenas uma derrota, a equipa nortenha sabia que precisava de pontos para sair da desconfortável posição que atualmente ocupa.

 

Mas o jogo até não começou de feição para a equipa da casa, que no final do 1º período perdia por seis pontos de diferença (13-19). O alarme deve ter soado no banco do Guifões, já que o desempenho da equipa até ao intervalo nada teve a ver com os primeiros 10 minutos. Ao condicionar o ataque do Eléctrico a apenas 6 pontos, e ao realizar o período mais eficaz em termos ofensivos (23), o Guifões construiu uma vantagem que depois soube e foi capaz de gerir no segundo tempo (36-25).

 

Nos segundos vinte minutos o conjunto de Ponte de Sor foi sempre superior, (19-13 e 21-19), mas a verdade é que não foi capaz de dar a volta ao resultado até final do encontro. A boa percentagem de lançamentos de dois pontos (22/34 – 65%) registada pela equipa do Guifões terá sido, muito provavelmente, o principal factor que permitiu lhe permitiu somar este importante triunfo.

 

Francisco Destino com 16 pontos, mais um do que Fábio Fernandes,  foi o melhor marcador do Guifões, sem esquecer os contributos positivos de Ricardo Pinto (9 pontos, 6 assistências e 4 ressaltos) e Fernando Ramos (12 pontos e 4 ressaltos).

 

Nem o facto de ter contado com o MVP do jogo, Aylton Medeiros (20 pontos e 8 ressaltos) com 29.5 de valorização, impediu que o Eléctrico tivesse registado a sua segunda derrota durante esta fase regular. O base Tiago Pinto, autor de 22 pontos, foi o mais concretizador do encontro.

 

2ª vitória consecutiva para o Sangalhos

 

O mês de Janeiro está a ser muito positivo para a equipa de Sangalhos, apenas uma derrota e pela diferença mínima, e isso naturalmente reflete-se na tabela classificativa. O triunfo perante o Terceira Basket (63-53), permite que a equipa da Bairrada já esteja dentro do lote de equipas que está em condições de disputar o playoff, se bem que ainda esteja tudo muito confuso a partir do 5º lugar.

 

Os comandados de Francisco Gradeço estiveram muito bem nas tarefas defensivas, e no final do 3º período a equipa da Bairrada tinha apenas sofrido 35 pontos e vencia por dezassete pontos de diferença. O último quarto foi o menos conseguido pelo Sangalhos, derrota por 11-18, mas isso nunca colocou em perigo a liderança no jogo.

 

Foram quatro os elementos do Sangalhos a terminar o jogo na casa das dezenas em pontos marcados, com Nuno Bizarro (14 pontos, 7 ressaltos e 2 assistências) a ser o mais concretizador. Já o mais valorizado foi o capitão Emanuel Silva, autor de um duplo-duplo (13 pontos, 10 ressaltos e 5 assistências).

 

O norte-americano Mathew Divine (16 pontos e 13 ressaltos) foi o MVP do encontro com 29 de valorização, mas isso não impediu que os terceirenses tivessem saído derrotados de Sangalhos.


Julie Forster foi a mais valiosa

A atleta nacional mais valiosa da última ronda foi Isabel Leite (Lousada AC), e Josephine Filipe (Olivais/ UrgiCentro – SAN) foi a mais que se destacou entre as mais jovens (nascidas desde 1995). Nesta noticia poderá ficar a saber quem integra os cincos ideais, bem como os recordes individuais da jornada.


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«Ganhar o próximo jogo»

A máxima de “de jogar para ganhar ou sair do jogo com o melhor resultado possível” mantém-se e é com esta filosofia que a formação de Ílhavo se desloca à margem sul do Tejo este fim-de-semana.

 

A equipa voltou a morrer na praia na última jornada. O que faltou, ou falhou, na equipa do Illiabum para terem vencido a Oliveirense no passado fim de semana?

 

Entrámos mal no jogo e isso custou-nos caro, pois tivemos que correr atrás do resultado o resto do jogo. Mas mesmo não jogando ao nosso melhor nível, fomos para o intervalo a perder pela margem mínima. No 3º período voltamos a entrar meio adormecidos, acabando por perder esse período 10-20. No derradeiro período entrámos concentrados e focados em vencer o jogo, tendo conseguido vencer o ultimo período por 11 pontos e levar o jogo a prolongamento. Infelizmente o prolongamento também não nos correu da melhor maneira, tendo assim a Oliveirense conseguido a vitória já com o jogo terminado.

 

Estas derrotas nos momentos finais, uma vez que não é a primeira, deixam marcas na equipa? E que repercussões tem na forma como a equipa trabalha depois durante a semana?

 

Claro que deixam, não é fácil perder só por 1 ponto, ainda por cima tendo sido os dois jogos em casa. Ficámos todos chateados pois foi mais uma vitória que nos escapou. Mas a primeira coisa que o Ricardo Vasconcelos nos diz no treino de segunda-feira é que "já passou", custou perder mas já faz parte do passado e este discurso permite-nos logo mudar a mentalidade e começar a pensar no próximo jogo.

Eu acredito que estas derrotas não trazem repercussões, antes pelo contrário, deixam-nos mais fortes, unidos e concentrados num resultado positivo, pois não queremos que o próximo jogo tenha o mesmo desfecho que o da semana anterior.

 

A equipa recentemente sofreu alguns ajustes na sua composição. Perguntava-lhe em que capítulos do jogo poderão ajudar os novos reforços? E se a sua chegada veio alterar de alguma forma o modelo de jogo do Illiabum?

 

A sua chegada não alterou em nada a nossa maneira de jogar. São dois jogadores que se enquadravam bem no nosso jogo e por isso tiveram uma adaptação rápida e fácil.

Ambos ajudam nos mesmos capítulos  que todos os outros jogadores da equipa, são mais duas opções que temos para jogar, ajudam numa maior consistência de treino e trouxeram mais alguma experiência a nossa equipa.

 

Sentem pressão acrescida pelo facto de se verem tão próximos na tabela dos dois últimos classificados?

 

Creio que a pressão está mais nos dois últimos classificados, nós estamos mais focados nos nossos objetivos como equipa. Entramos em todos os jogos com a convicção de jogar para ganhar ou sair do jogo com o melhor resultado possível. Por isso, creio que não temos pressão pois encaramos todos os jogos da mesma maneira.

 

Pensa que este jogo frente ao Galitos poderá marcar o inicio de um novo ciclo e servir de trampolim para objetivos mais ambiciosos?

 

O nosso objetivo passa por ganhar o máximo de jogos possíveis e espero que este fim-de-semana possamos acabar a jornada com mais uma vitória.

 

Também o Galitos fez algumas alterações no plantel. Acha que melhorou? E que pontos fortes destacarias no seu estilo de jogo?

 

Foram buscar o António Tavares que é um ótimo jogador com bastante experiência, também sei que trocaram o americano interior por outro. Como é óbvio, quando se fazem alterações supostamente são para melhor, por isso sim esperamos um Galitos mais forte.

É uma equipa forte e lutadora, com bons jogadores exteriores tal como interiores, contando também com o MVP da época passada Miguel Minhava.

 

Algum aspeto que tenha de ser corrigido ou melhorado de forma a poderem ter mais hipóteses de vencer no Barreiro?

 

Creio que não, vamos preparar-nos como fazemos para todos os jogos. Vamos treinar e melhorar a semana toda na tática que o nosso treinador escolher para ganhar o próximo jogo.


«Inverter o ciclo»

O próximo encontro irá ser um duro teste, até porque o Vitória vem de um ciclo de sete triunfos consecutivos. José Barbosa perspetiva, como é habitual, um jogo muito disputado, entre duas equipas com valor. O base da formação de Ovar quer tirar partido do fator casa para regressar às vitórias e proporcionar o primeiro triunfo ao treinador Felix Garcia.

 

"Será um grande jogo como já é caraterístico sempre que estas duas equipas se defrontam, com muita luta, entrega e qualidade. “

 

Embora estejam a atravessar momentos da época bem distintos, uma deslocação a Ovar nunca se afigura fácil. Se, em teoria, o Vitória poderá ter alguma dose de favoritismo, Barbosa não esconde que o grupo quer dar a volta ao mau momento que está atravessar nesta fase da temporada. “De um lado, o Vitória que está a fazer um excelente campeonato e que tem os índices de confiança no máximo nível. Por outro lado, uma Ovarense Dolce Vita que vem de alguns resultados menos conseguidos mas que quer inverter esse ciclo já este sábado, perante os seus adeptos, a quem apelo para nos virem apoiar nesta fase mais complicada, como sempre fizeram até aqui. "


«É um adversário direto»

“Não estava a jogar, fui contactada pelos dirigentes do Olivais e pelo treinador que me propuseram vir trabalhar com eles, salvaguardando condições para que pudesse continuar a minha atividade académica. Em relação às expectativas, obviamente que gostaria de ter mais algumas vitórias (e esperava tê-las), mas se não as temos também é por minha culpa, por isso, estou na mesma satisfeita por ter vindo e por estar integrada neste grupo de trabalho.”

 

A equipa não tem sido muito feliz a jogar fora de casa, bem como, ao contrário do que tinha sucedido no último jogo em 2014, regressou mal à competição. “Jogar fora é normalmente mais difícil do que jogar em casa e na primeira volta foram poucos os jogos em casa. A explicação para o insucesso: apesar de termos quase sempre os jogos equilibrados, tem havido um período do jogo em que nos desconcentramos; a outra equipa normalmente aproveita e distancia-se no marcador e depois, mesmo com alguma reação da nossa parte, já não ‘temos tempo’ para virar o marcador.”

 

No último encontro a equipa já contou com uma jogadora norte-americana. Apesar de uma exibição discreta, Joana não tem dúvidas que poderá fazer mais coisas, e ajudar a equipa em algumas áreas do jogo. “Apenas tinha feito 3 treinos antes de jogar e obviamente não estava integrada nas rotinas. Vai certamente marcar pontos, ganhar ressaltos e ajudar na ‘maturidade’/decisões que a equipa tem de tomar.”

 

O facto de ter um grupo de três equipas com apenas uma vitória a menos na tabela classificativa não coloca pressão acrescida sobre o grupo de trabalho. No entanto, no próximo jogo com o Académico é obrigatório vencer, e para isso é indispensável contornar alguns problemas colocados pela equipa nortenha. “É um adversário direto neste momento. No último jogo estiverem muito bem no capítulo do ressalto, sobretudo no defensivo, impedindo que tivéssemos muitas segundas posses de bola; também estiverem bem a nível defensivo já que marcámos 41 pontos…”

 

No jogo da 1ª volta o Olivais foi derrotado por cinco pontos de diferença, mas os erros cometidos nesse encontro já foram identificados.  Estivemos mal no lançamento e depois, mal no ressalto ofensivo.” Capítulos do jogo que têm de ser melhorados sob pena da formação de Coimbra voltar a não ser bem sucedida no próximo fim de semana.


Sara Djassi foi a MVP

A jovem nacional mais valiosa da última ronda (nascidas desde 1995) é a atleta Susana Lopes (Académico FC). Nesta noticia poderá ficar a saber quem integra os cincos ideais, bem como os recordes individuais da jornada.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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