Artigos da Federaçãooo
CAB vence 1º round açoriano
Miguel o União Sportiva (72-61), o primeiro dos dois jogos agendados para este fim de semana. Mais uma etapa superada pelo conjunto madeirense, que assim se mantém invicto no comando da Liga Feminina. As comandadas de João Pedro Vieira souberam tirar partido da ligeira vantagem amealhada durante o 2º período, não mais permitindo que as açorianas reentrassem na discussão do jogo.
A formação do União Sportiva manteve o jogo fechado até aos últimos 3 minutos da primeira parte, altura em que perdia por dois pontos de diferença (34-36). Ao intervalo a vantagem do CAB já era de oito (43-35) e atingiu o seu máximo à passagem do 34º minuto (67-54). Daí até final, a vantagem nunca foi inferior a dois dígitos, sinal que a liderança das forasteiras nunca foi ameaçada.
Num jogo marcado por muitos turnovers (47 no total), as madeirenses foram mais eficazes nos lançamentos de curta e média distância (24/49 – 49%; já o Sportiva foi mais certeiro a lançar de três pontos (6/11 – 54.5%).
O jogo ficou marcado pelo fantástico duplo-duplo (18 pontos e 19 ressaltos) registado pela norte-americana do CAB, Ashley Bruner, que foi bem acompanhada por Carolina Escórcio (13 pontos) e por Carla Freitas (12 pontos).
Shaqwedia Wallace ficou muito perto de um duplo-duplo (14 pontos e 9 ressaltos), mas foi impotente para impedir o triunfo da formação da ilha da Madeira.
Algés volta a vencer
Os comandados de André Martins, com o triunfo obtido no Barreiro, frente ao Galitos Tley (78-66), somaram pela primeira vez esta temporada duas vitórias consecutivas. Com mais este resultado positivo os algesinos aproximaram-se ainda mais das equipas do meio da tabela, mas mais importante do que isso, certamente ganharam ânimo e confiança para o que resta disputar nesta fase regular. O Galitos, por sua vez, foi alcançado pelo seu adversário na tabela classificativa e ainda não foi desta que estreou a vencer no novo ano.
Um jogo entre duas equipas que procuram fugir dos lugares do fundo da tabela classificativa, se bem que a distância que as separa dos lugares de acesso ao playoff ainda não seja preocupante.
Mesmo a jogar na condição de visitante, foi o Algés a estar melhor no 1º período (20-14), isto apesar de ter sido o Galitos a abrir o encontro com um parcial de 6-0. Só nos últimos três minutos os visitantes passaram para frente do marcador (13-11), após mais um cesto do norte-americano Darren Townes, ele que já representou a equipa da margem sul do Tejo.
Os comandados de André Martins rapidamente chegaram a uma vantagem pontual na casa das dezenas no arranque do 2º período (24-14), uma posição favorável que mantiveram até perto do final do quarto. O Galitos conseguiu aproximar-se nos 3 minutos finais do período, mas um triplo mesmo a fechar o quarto dava uma vantagem de nove pontos ao conjunto lisboeta (43-34).
Nos derradeiros minutos, os forasteiros foram capazes de alargar ainda mais a vantagem e a meio do período venciam confortavelmente por 54-38. O Galitos deixou então de apostar tanto nos lançamentos de longa distância, reduziu o número de perdas de bola e a equipa conseguiu reaproximar-se no resultado (50-57). Um triplo de Alexandre Coelho, a 28 segundos do final (53-57), fazia aumentar ainda mais as esperanças na equipa da casa, mas Townes respondia na mesma moeda e fixava o resultado final do 3º período (60-53).
No decisivo quarto, o Algés controlou sempre a marcha do marcador, manteve sempre o seu adversário a uma distância confortável (casa das dezenas), até porque os forasteiros mostraram-se eficazes da linha de lance-livre.
Darren Townes (24 pontos e 7 ressaltos) acabaria por ser a grande figura do encontro, a mostrar que poderá ser útil a esta equipa do Algés. O base António Pires foi segundo melhor marcador dos visitantes com 13 pontos.
A dupla composta por Brian Clarke e Benjamin Gresmer, ambos com 14 pontos, revelou-se como a mais concretizadora no conjunto do Galitos Tley.
Benfica segue triunfante
Os encarnados foram superiores ao longo de todo o encontro, isto porque se mostraram bastante eficazes no capítulo do lançamento, bem como na luta das tabelas.
O resultado final demonstra bem o facto de a equipa comandada por Carlos Lisboa ter estado bem do ponto de vista defensivo, 51 pontos sofridos, facto que cedo lhe permitiu ganhar vantagem no marcador. No final do 1º período a equipa benfiquista já vencia por onze pontos (21-10), uma vantagem que aumentaria para vinte um no final do primeiro tempo (43-22).
Os campeões nacionais partilhavam bem a bola no ataque (27 assistências), assim como se mostravam eficazes nos lançamentos de curta e média distância (23/35 – 66%). Os onze triplos (41%) apontados pelos encarnados colocaram problemas acrescidos à defesa da Oliveirense, com os forasteiros a perderem igualmente a batalha do ressalto (25-39).
A eficácia ofensiva da Oliveirense subiu um pouco na etapa complementar (29 pontos), mas os visitantes não estiveram numa tarde de grande inspiração nos lançamentos de longa distância (5/33 – 15%). Uma solução ofensiva procurada em demasia pelos jogadores da Oliveirense, mas que refletia as dificuldades atacantes sentidas pelos nortenhos frente aos campeões nacionais.
A diferença pontual foi-se acumulando, até porque os onze jogadores utilizados por Carlos Lisboa durante o encontro contribuíram com pontos. O norte-americano Seth Doliboa (23 pontos, 6 ressaltos e 5 assistências) voltou às grandes exibições; o reforço Fábio Lima (12 pontos, 6 ressaltos e 4 roubos de bola) começou a mostrar a sua utilidade, e Jobey Thomas (20 pontos e 3 assistências) mostrou, uma vez mais, que não sabe jogar mal.
Nos visitantes, o norte-americano Kenyon Jr (16 pontos e 4 assistências) foi melhor marcador da equipa, com Augusto Sobrinho a conseguir igualmente a chegar à casa das dezenas (11 pontos e 4 roubos de bola).
Vitória na peugada do Benfica
Depois de terem começado melhor o encontro, os comandados de Fernando Sá praticamente resolveram o jogo a seu favor durante o 2º quarto, período durante o qual os minhotos estiveram muito bem defensivamente.
A equipa da casa revelou grande eficácia nos primeiros 10 minutos, 27 pontos marcados, e no final do quarto já vencia por nove de diferença. No 2º período, a equipa liderada por Fernando Sá aliou o sucesso atacante a um bom desempenho defensivo, e o parcial favorável de 20-8 colocava o Vitória muito próximo do triunfo em tempo de intervalo (47-26).
O segundo tempo foi bastante mais equilibrado, mas os maiatos estavam obrigados a ter que correr atrás do prejuízo. A dupla interior, formada por Nuno Marçal (25 pontos e 14 ressaltos) e Paulo Diamantino (15 pontos e 5 ressaltos), bem lutou pelo aproximar no resultado, mas os visitados em momento algum foram ameaçados no comando.
O Vitória foi mais forte nas tabelas (41-28), conquistou muitas mais idas para a linha de lance-livre (20-8), controlou muito melhor a posse de bola (12/20 turnovers) e contou com pontos de onze jogadores. José Silva (18 pontos), seguido depois por João Balseiro (14 pontos), em mais um jogo em que Doug Wiggins (9 pontos, 9 assistências, 5 ressaltos e 2 roubos de bola) esteve bem no comando da equipa vitoriana.
Boa Viagem aproveita fator casa
Mais folgados foram os triunfos da Quinta dos Lombos, no Porto, frente ao Académico FC (84-33), e do Lousada AC na receção ao Algés/UAL (64-46).
A equipa açoriana do Boa Viagem beneficiou da vantagem construída durante o 1º período (24-14), já que até à entrada do derradeiro quarto a formação encarnada foi sempre encurtando distâncias (51-48). Nos últimos 10 minutos verificou-se um empate a 13 pontos, pelo que a curta almofada pontual que as insulares dispunham foi suficiente para garantir a vitória.
O conjunto da ilha Terceira dominou a luta das tabelas (42-27), com boa presença no ressalto ofensivo (14), já que nos restantes capítulos do jogo o Benfica equilibrou ou foi superior.
O desempenho de Myneshia McKenzie (19 pontos e 19 ressaltos) foi determinante para que o Boa Viagem somasse mais uma vitória nesta jornada. A jovem Jovana Nogic (18 pontos e 4 ressaltos) foi a mais concretizadora na equipa do Benfica.
Torres Novas começou e acabou bem
A formação do CDT Novas conseguiu um importante triunfo na luta por um lugar no playoff, já que para além da vitória, derrotou um adversário direto nessa batalha em concreto. A equipa da casa, beneficiando de uma boa prestação defensiva, cedo fugiram no marcador (17-5), uma vantagem bem gerida até final do 3º período (47-40). No 4º período voltou a acentuar-se o domínio da equipa da casa (28-18), naquele que foi o quarto mais produtivo do conjunto de Torres Novas.
Grande destaque para a fantástica exibição de Jade Barber, não tanto pelos pontos que conseguiu (11), mas pelos ressaltos que conquistou (25). Isto explica em grande parte o porquê de o CDT Novas quase ter dobrado o seu adversário no número de ressaltos conquistados durante o encontro (54-30). Vânia Sengo registou igualmente um duplo-duplo (18 pontos e 13 ressaltos) nesta partida.
A capitã Ana Fonseca e Josephine Filipe, ambas com 17 pontos, foram as mais concretizadoras na equipa de Coimbra.
Emoção até ao fim
Nos momentos finais os ilhavenses foram mais fortes, conquistaram um ressalto ofensivo após lance-livre decisivo, e acabaram por vencer por 72-70. Com este resultado, os comandados de Ricardo Vasconcelos somaram a quarta vitória da época, já os vareiros complicaram a sua presença na Taça da Liga.
A formação da casa começou muito determinada o encontro, e rapidamente chegou à vantagem de 15-3. Os vareiros responderam com um parcial de 6-0, mas seriam novamente os ilhavenses a revelarem superioridade nos minutos finais do 1º período (20-9).
A meio do 2º quarto a vantagem dos visitados já só era de cinco pontos (27-22), isto porque a Ovarense elevou a sua agressividade defensiva, forçando alguns turnovers na equipa de Ílhavo. Até final da 1ª parte, as duas equipas equivaleram-se, pelo que a diferença pontual que as separava estabilizou e acabou por ser o Illiabum a recolher aos balneários para intervalo na frente do marcador (36-31).
A Ovarense abriu a etapa complementar com um triplo de Cristóvão Cordeiro (4 pontos) e passados dois minutos chegava pela primeira vez ao comando do jogo (39-38). Depois de três alternâncias no comando do marcador e quatro empates, novo triplo, desta vez de André Pinto mesmo sobre o final do período, dava vantagem mínima aos vareiros à entrada do último período (55-54).
Nos dez minutos finais foi a Ovarense quase sempre a comandar o resultado, ainda que sempre por curtas vantagens, uma vez que o Illiabum ia sempre respondendo aos cestos do adversário. Só a 1.40 minutos do final, dois pontos da autoria de Stephen Nwaukoni (11 pontos e 13 ressaltos) voltava a colocar o Illiabum na frente. Uma penetração do estreante Nemanja Petrovic (8 pontos e 4 assistências) fazia subir a diferença para três (69-66), isto porque os vareiros criavam boas situações de tiro mas os triplos não entravam.
Um triplo de André Pinto (9 pontos e 3 ressaltos) que daria o empate foi bem contrariado, mas ainda assim conquistou ele próprio a bola e concretizou mais dois pontos (69-68). Obrigada a cometer faltas, a Ovarense tentou que o relógio não andasse, e rapidamente colocou Sérgio Correia (18 pontos e 5 ressaltos) na linha de lance-livre. O extremo do Illibaum converteu o primeiro, falhou o segundo mas a Ovarense perdeu o ressalto defensivo, e a jogada acabaria por colocar novamente Sérgio Correi na linha de lance-livre. Desta vez o atleta do Illiabum não falhou e selou o triunfo da equipa da casa (72-68). André Pinto ainda conseguiu mais dois pontos, após mais um triplo falhado por Miguel Miranda (19 pontos, 10 ressaltos e 3 assistências), já em desespero.
Eléctrico lidera à condição
Com este triunfo, o conjunto de Ponte de Sor volta a liderar, à condição, mantendo-se firme na perseguição à equipa do Dragon Force.
Depois de ter vencido o quarto inicial pela diferença mínima (19-18), o Esgueira viu o adversário fugir nos dois períodos seguintes (57-44). Embora a equipa da casa tenha conseguido aproximar-se um pouco no marcador, os visitantes já tinham construído uma diferença pontual que lhes permitia abordar o último período com a confiança em alta.
Apesar de não ter controlado muito bem a posse de bola (22 turnovers), o domínio na luta do ressalto (47-32) e a maior eficácia no capítulo do lançamento permitiram que o Eléctrico FC tivesse sido superior no final do encontro.
João Lanzinha (30 pontos, 9 ressaltos 2 roubos de bola) esteve inspirado, e sem surpresa foi o MVP do jogo com 32 de valorização. Mário Neves (4 pontos e 16 ressaltos) foi preponderante para que o Eléctrico fosse mais forte no ressalto.
Na equipa da casa, António Gaioso somou mais um duplo-duplo (29 pontos e 10 ressaltos), mas nem com a ajuda de João Almeida (8 pontos, 9 ressaltos, 3 assistências e 3 roubos de bola) conseguiu evitar a derrota.
Ginásio supera Guifões
Com este triunfo o conjunto da Figueira da Foz atingiu os 50% de vitórias, já os nortenhos não conseguiram descolar da cauda da tabela classificativa.
O encontro foi muito equilibrado e só no derradeiro quarto a formação do Casino Ginásio confirmou a vitória. Começou melhor (15-10), chegou ao intervalo a vencer por dois pontos (25-23) e a verdade é que à entrada do derradeiro período o Guifões estava perfeitamente dentro do jogo.
A diferença entre as duas equipas mantinha-se (38-36), mas seria a formação da casa a revelar-se mais forte (16-10) nos últimos 10 minutos do encontro. Para que isso acontecesse, muito contribuiu o poste Marco Gonçalves (23 pontos e 14 ressaltos), preponderante nos dois lados do campo, razão pela qual foi o MVP, com 39.5 de valorização.
Os quinze ressaltos ofensivos conquistados pelo Casino Ginásio foram igualmente importantes no sucesso do grupo, até porque as duas equipas não estiveram muito eficazes a lançar ao cesto, daí a importância acrescida de dispor de segundos lançamentos e mais posses de bola.
Nos visitantes, Rui Sousa (17 pontos, 6 ressaltos e 2 roubos de bola) foi o elemento mais valorizado, mas a equipa não esteve inspirada para meter a bola no cesto e cometeu demasiados turnovers (19).
Vagos triunfa do Barreiro
As vaguenses construíram uma vantagem durante o quarto inicial, gerida até ao limite durante o resto do encontro. Apesar da boa reação do GDESSA durante a etapa complementar, o Vagos acabou por vencer o encontro por 64-60, regressando assim às vitórias e a ficar com um registo de 50%.
Mesmo a jogar fora de portas, foi o conjunto de Vagos a entrar melhor no encontro, num primeiro período onde as defesas se superiorizaram aos ataques. No final do 1º período as comandadas de João Janeiro venciam por dez pontos de diferença (17-7), uma vantagem que se manteria até ao descanso (33-23).
As melhorias ofensivas por parte das escolares mantiveram-se no recomeço da etapa complementar, 24 pontos convertidos, se bem que as visitantes tenham conseguido manter-se na liderança do encontro (52-47). Cinco pontos separavam as duas equipas, o que deixava tudo em aberto para o derradeiro quarto.
O período decisivo foi o mais equilibrado de todos (13-12), e apesar de todo o esforço da equipa comandada por Nuno Manaia, o Vagos não largou a frente do marcador, mostrando-se capaz de gerir a curta vantagem e suportar o adversário próximo no marcador.
As forasteiras estiveram melhor na luta das tabelas (40-29), foram mais eficazes nos lançamentos de 2 pontos (47.2% vs 31.9%), isto apesar de terem convertido metade dos triplos do seu opositor (3/6). Mas a linha de lance-livre foi claramente favorável às vaguenses, já que proporcionou 21 pontos dos 32 lançamentos a que teve direito.
A norte-americana Brandie Hoskins, autora de 19 pontos, foi a melhor marcadora do Vagos, tendo sido muito bem secundada por Daniela Domingues (13 pontos e 13 ressaltos) e Stephanie Sension (16 pontos e 12 ressaltos).
Maianca Umbano (22 pontos e 8 ressaltos) protagonizou uma exibição muito positiva, bem como a norte-americana Ladondra Johnson (13 pontos e 10 ressaltos), a única estrangeira utilizada pelo técnico do GDESSA.
Lusitânia volta aos triunfos
A equipa açoriana só no derradeiro quarto confirmou a vitória no encontro, já que à entrada do último período a formação de S. Paio de Gramaços perdia apenas por dois pontos.
A primeira parte foi muito equilibrada, com os insulares a terminarem na frente pela vantagem mínima (28-27). As duas equipas não estavam particularmente inspiradas em encontrarem o caminho do cesto, valeu ao conjunto da ilha Terceira a vitória no 1º quarto pela diferença mínima (18-17).
O mesmo parcial que se registaria no recomeço da etapa complementar, razão pela qual o Lusitânia entrava no último período a vencer por dois pontos de diferença (47-45). Isto apesar de o Sampaense ter chegado a liderar o jogo, 32-31 até aos 36-35, e de a meio do quarto, os visitados terem comandado por sete pontos de diferença (43-36), a maior diferença do jogo registada até aquele momento.
No arranque do 4º período, um parcial de 13-0 favorável aos açorianos, fazia o Lusitânia disparar no marcador, com os visitantes sem marcarem qualquer ponto durante quase 4 minutos. A equipa forasteira via-se obrigada a ter que correr atrás do prejuízo, mas o tempo já era escasso, e a vantagem confortável de ser gerida.
O norte-americano Willis Hall, autor de 18 pontos e 4 ressaltos, foi o melhor marcador do Lusitânia, tendo conseguido mais um que o seu compatriota Cavel Witter (17 pontos). Blake Poole (12 pontos, 16 ressaltos e 4 roubos de bola) e Mohamed Camara (9 pontos e 13 ressaltos) dominaram a luta das tabelas (40-24).
Nem o facto de ter contado com o melhor marcador do encontro, Max Jacobsen com 21 pontos, fez com que o Sampaense saísse dos Açores com uma vitória.
“Queremos ser nós a mandar”
Este sábado recebe o Algés, determinada a não desperdiçar o fator casa.
Depois de terem terminado muito bem o ano, começaram 2015 com uma derrota em Oliveira de Azeméis. O que correu menos bem nesse encontro?
É verdade, começamos mal o ano de 2015, com uma derrota em Oliveira de Azeméis. Tivemos algumas faltas de concentração em diversas fases do jogo, que se tornaram cruciais. Permitimos lançamentos abertos aos atiradores da Oliveirense que terminaram o encontro com 14 triplos convertidos e alguns lançamentos fáceis . Mas tudo vamos fazer para corrigir esses aspetos já no próximo jogo!
A equipa tem-se revelado mais forte a jogar em casa, até porque foi nessa condição que conquistou as três vitórias que soma até agora. Concorda com esta apreciação? Consegue encontrar explicações para que tal aconteça?
Concordo. Normalmente as equipas obtêm vantagem a jogar em casa devido ao facto de termos o apoio dos nossos adeptos e associados. Para além de ser onde treinamos diariamente para que se torne mais fácil vencer as equipas que defrontamos!
O clube já trocou de treinador, sendo que a equipa é agora treinada por Luís Valente. Tal facto fez com que alterações fossem introduzidas na forma de trabalhar e funcionar da equipa?
Sim, alteramos algumas coisas mas é normal porque cada treinador tem a sua forma de trabalhar e a sua própria visão/métodos sobre o jogo. A equipa continua a funcionar como um todo, sempre na busca da próxima vitória, é para isso que trabalhamos todos os dias.
A equipa tem revelado talento ofensivo, possuindo jogadores capazes de colocar a bola centro do cesto. As questões defensivas têm sido o principal problema do Galitos? Desafiava-o a enumerar alguns aspetos que julga serem necessários corrigir ou melhorar.
O que penso que temos de melhorar a nível defensivo é manter o foco durante todo o jogo sobre aquilo que treinamos defensivamente durante a semana, para reduzir a eficácia ofensiva da equipa contrária. Onde a comunicação entre os colegas a nível defensivo é essencial .
O jogo frente ao Algés poderá ajudar a definir para que objetivos irá lutar o Galitos nesta fase regular. Sentem algum tipo de pressão acrescida pela responsabilidade do jogo?
Não encaramos este jogo pressionados, mas sim ansiosos de querer conquistar uma vitória importante sobre uma equipa com valores individuais e coletivos fortes, como é a do Algés .
Logicamente que já analisaram a equipa do Algés, bem como individualmente o que cada um dos seus jogadores pode fazer dentro do campo. Quais os pontos fortes que destacaria no adversário da próxima jornada?
Reconheço na equipa do Algés um jogo interior muito versátil, e um jogo exterior bom a ter em cautela. São uma equipa muito pressionante na bola e dinâmica no contra-ataque. Contudo, iremos fazer tudo ao nosso alcance defensivamente para que esses atributos não se revelem este sábado .
Faz sentido falar em fator casa quando jogam no Barreiro? E de que forma se irá apresentar o Galitos no jogo do próximo sábado?
O fator casa é sempre importante, porque queremos ser nós a mandar e elevar o nosso jogo perante a nossa massa associativa para tentar conquistar a vitória. Vamos querer entrar fortes, limitar a equipa adversária a impor o seu basquetebol. Espero que o jogo nos sorria, para podermos obter a 4ª vitória da época, e a 1ª deste ano de 2015.
“Sempre motivadas”
A jogadora garante que as madeirenses estão a postos para prolongar a série vitoriosa da equipa.
O CAB Madeira tem-se destacado na Liga Feminina, não só por ser o comandante isolado da competição, como também por somar 11 vitórias consecutivas, em igual número de jogos. E para que tal aconteça, Carla Freitas não tem dúvidas, que “a confiança que a equipa tem nela própria” tem sido o aspeto fundamental deste arranque muito positivo da formação madeirense.
A base do sucesso do conjunto insular assenta no “trabalho diário, e no respeito por todas as equipas contra quem o CAB joga.” Têm sido estes fatores que no entender de Carla Freitas fazem com que o CAB ainda esteja invicto na prova.
Esta paragem veio, no entender da atleta, “tirar ritmo competitivo à equipa”, mas também teve o seu lado positivo, já que “é sempre bem vindo para o corpo”. Logicamente que permitiu que fossem trabalhados alguns aspetos do jogo, e a madeirense “espera” que este interregno não tenha “repercussões ao nível tático”.
Uma jornada dupla nos Açores que irá ser um desafio muito duro à liderança do conjunto da ilha da Madeira. No entanto, Carla está confiante que equipa está preparada para disputar dois jogos consecutivos de grande intensidade. “Todos os jogos vão ser testes à nossa liderança. Neste campeonato podemos ganhar como perder, mas devemos manter o nosso jogo.”
Feitas encontra semelhanças nas duas equipas que o CAB vai defrontar no próximo fim de semana, e embora reconheça valor às atletas estrangeiras do Boa Viagem e do Sportiva, considera que não serão elas a fazerem a diferença durante os encontros. “São duas equipas muito parecidas, ambas tem o objetivo de ganhar sempre em casa. Sabem jogar em equipa, mesmo sabendo que as americanas são fundamentais, mas na minha opinião as jogadoras portuguesas são a chave destas equipas.”
A internacional portuguesa não tem dúvidas que a equipa tem qualidade e consistência para continuar a somar títulos esta temporada. Embora saiba que “existem outros fatores que não se conseguem controlar”. “Mas no que depender da minha equipa, estaremos sempre motivadas a melhorar as nossas prestações.”
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

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