Artigos da Federaçãooo
Poole eleito MVP
O português mais valioso do passado fim de semana foi Rui Coelho, que para além dos seus habituais triplos, teve outros contributos muito importantes para que a equipa do Barcelos HotelTerçoGiv tivesse regressado às vitórias nesta jornada.
MVP Global: Blake Poole, Sport Clube Lusitânia – 36 de valorização
Não chegou a Portugal na sua melhor forma física, mas à medida que o campeonato avança, este poste norte-americano vai provando que pode causar problemas nas áreas próximas do cesto. A sua constituição física é um problema para qualquer adversário, já que sabe tirar vantagens do seu peso e volume quando joga de costas para o cesto. Desta vez a sua exibição não foi coroada com uma vitória da equipa, já que os 22 pontos, obtidos com enorme eficácia (8/11 de 2 pontos – 63%), 14 (6+8) ressaltos e 1 roubo de bola não foram suficientes para que os açorianos tivessem batido o CAB na jornada deste fim de semana.
MVP Nacional: Rui Coelho, Barcelos HotelTerçoGiv – 30 de valorização
Depois de um período menos conseguido, a equipa de Barcelos pretendia regressar às vitórias. Um objetivo conseguido frente ao Illiabum, e em que o atirador português esteve a muito bom nível. Rui Coelho teve uma prestação muito completa, tendo ajudado a equipa em várias áreas do jogo. Não só se destacou na marcação de pontos (23 pontos), como ainda registou 6 ressaltos, 5 roubos de bola e 4 assistências. Números que revelam bem a importância e a participação que o extremo do Barcelos teve durante o encontro da última jornada.
Posição 1: Aaron Jordan, CAB Madeira – 29.5 de valorização
Depois de alguns ajustes feitos no plantel, e obviamente a continuidade do trabalho, o CAB começa a somar resultados positivos, e que tão importantes são para alcançar objetivos mais ambiciosos. Este norte-americano tem sido dos jogadores mais regulares dos madeirenses, caraterística tão apreciada por qualquer treinador, já que é fundamental para que uma equipa consiga ter consistência. No triunfo obtido na ilha Terceira, Jordan registou 23 pontos, 5 ressaltos, 5 assistências e 3 roubos de bola, o que prova que pode ajudar a sua equipa em muitas coisas.
Posição 2: Rui Coelho, Barcelos HotelTerçoGiv – 30 de valorização
É o MVP Nacional da ronda do passado fim de semana
Posição 3: Kendal Timmons, Sampaense Basket – 27.5 de valorização
O conjunto de S. Paio de Gramaços está de regresso às vitórias, num encontro em que a equipa revelou uma enorme eficácia ofensiva. Kendall contribuiu para esse acerto atacante (5/7 de 2 pontos e 1/1 de 3 pontos), se bem que tenha tido contributos positivos em quase todos os itens do jogo. Terminou o encontro com 17 pontos, 5 ressaltos, 4 assistências, 2 roubos de bola e 2 desarmes de lançamento, uma prestação importante para que o Sampaense tivesse conseguido bater o Illiabum.
Posição 4: Nuno Marçal, Maia Basket – 27 de valorização
Presença habitual nestes destaques semanais, se bem que desta vez a boa exibição que teve frente ao SL Benfica não correspondeu a um triunfo da equipa. Não esteve tão brilhante no capítulo ofensivo (8 pontos), consequência do que tem vindo a fazer neste inicio de temporada, mas sacrificou-se pela equipa em outras tarefas tanto ou mais importantes. Marçal bateu-se muito bem com os postes encarnados, 15 ressaltos conquistados, e teve ainda tempo para acrescentar à sua exibição 3 assistências e 2 desarmes de lançamento.
Posição 5: Blake Poole, SC Lusitânia – 36 de valorização
É O MVP Global da ronda do passado fim de semana da LPB
“Dar continuidade às boas prestações”
Os insulares vêm de duas vitórias, Ovarense (Taça de Portugal) e Lusitânia (campeonato), pelo que quer dar continuidade ao ciclo de vitórias. O mesmo acontece com o Sampaense, que conseguiu um resultado positivo na última jornada frente ao Illiabum. Duas equipas moralizadas, com o conjunto de S. Paio de Gramaços a deslocar-se até à Madeira com a intenção de surpreender o CAB. João Paulo Silva, em entrevista ao site oficial do CAB, demonstrou o desejo de somar a 1ª vitória caseira, mas para que isso se torna realidade o técnico madeirense exige seriedade e concentração aos seus atletas.
O embate deste sábado vai colocar frente a frente duas equipas empatadas na tabela classificativa, se bem que o CAB tenha menos um jogo disputado. “Vamos defrontar o Sampaense que tem neste momento o mesmo número de vitórias do que o CAB, embora com mais um jogo disputado. A determinação é cada vez maior, e neste caso particular, acresce o facto de ainda não termos vencido em casa nos dois jogos realizados. Queremos envolver os nossos apoiantes em torno da equipa e nada melhor do que lhes oferecer uma vitória já no próximo sábado.”
João Paulo Silva reconhece que a equipa tem estado melhor a jogar no continente, algo que o técnico quer ver alterado neste encontro. “A equipa tem demonstrado um comportamento muito favorável nos jogos realizados fora da nossa casa e desejamos dar continuidade a essas boas prestações. “
As lesões têm atrapalhado um pouco a tarefa do treinador madeirense, mas com trabalho e alguns ajustes, João Paulo Silva acredita que o CAB terá respostas para levar de vencida a equipa do Sampaense. “Temos desenvolvido um trabalho muito intenso e com algumas adaptações forçadas pela lesão do Jorge Coelho. Temos sabido corresponder, e certamente vamos encontrar novamente soluções que nos permitam encarar o Sampaense com muita seriedade e focados nos aspetos que entendermos necessários para este jogo em particular.”
Lombos bateu-se até ao fim
A formação portuguesa equilibrou nos minutos iniciais, mas as percentagens de lançamento registadas pelas francesas ditaram a diferença entre as duas equipas neste encontro. Parabéns à Quinta dos Lombos por, uma vez mais, investir na competição internacional e proporcionar às suas atletas a possibilidade de competir com adversários de qualidade superior.
Desta vez a equipa comandada por José Leite entrou bem no encontro, não cometendo o erro de deixar o adversário fugir no marcador. Depois do empate a 21 pontos, a equipa francesa começou a afastar-se no resultado, sobretudo pela eficácia revelada pelas suas atletas no momento de atirar ao cesto.
De facto, quem consegue percentagens de 71.1% (27/38) de 2 pontos, 54.5 % (6/11) de 3 pontos e 91.7% (10/11) da linha de lance-livre, dificilmente perde um encontro, até porque nos restantes capítulos do jogo as duas equipas equivaleram-se.
Apesar de ter feito uma exibição muito positiva, tanto a atirar como a bater-se nas tabelas, principalmente na ofensiva (12), a Quinta dos Lombos acabou por ser vitima do elevado acerto do opositor. Ao intervalo, o conjunto português perdia por dezoito pontos de diferença (32-50), onde se ressaltava o elevado número de pontos sofridos pela Quinta dos Lombos.
No inicio do segundo tempo o conjunto de Carcavelos melhorou significativamente o seu desempenho defensivo (10 pontos sofridos), e bem perto do final do período encostou o resultado a sete pontos de diferença (51-58). Foi o melhor período da equipa nacional, fazendo renascer o sonho de fechar a participação com uma vitória. À entrada do derradeiro quarto, eram nove (51-60) os pontos que separavam as duas equipas, pelo que continuava tudo em aberto.
Mas nos últimos 10 minutos, pese embora todo o empenho e esforço das campeãs nacionais, a reviravolta no marcador nunca esteve próxima, acabando por ser o Carolo Basket a estabilizar a vantagem na casa das dezenas.
A atleta Márcia Costa, com 21 pontos foi a melhor marcadora da Quinta dos Lombos, números conseguidos com uma tremenda eficácia (8/10 de 2 pontos e 1/1 de 3 pontos). A norte-americana D´Lesha Lloyd (14 pontos, 4 ressaltos, 3 roubos de bola e 2 assistências), sem atingir o brilhantismo, voltou a estar em bom nível. O mesmo aconteceu com Kristina Baltic (12 pontos, 6 ressaltos, 3 assistências e 3 roubos de bola), e Sara Djassi (10 pontos e 4 ressaltos), embora não tenham conseguido garantir a vitória da equipa.
Selecionadores definidos
Mário Palma continua ao leme da equipa sénior masculina e Ricardo Vasconcelos continua na liderança da formação feminina. Confira nos detalhes desta noticia quais são os restantes técncicos nacionais responsáveis pelas seleções mais jovens.
EQUIPA TÉCNICA NACIONAL
MASCULINOS
· SENIORES
– Mário Palma, TP
– André Martins, TA
– Ivan Kostourkov, TA
· SUB 20
– José Ricardo Rodrigues, TP
– João Costeira, TA
· SUB 18
– Carlos Seixas, TP
– Alexandre Pires, TA
· SUB 16
– António Paulo Ferreira, TP
– Hélder Evangelista, TA
FEMININOS
· SENIORES
– Ricardo Vasconcelos, TP
– José Araújo, TA
· SUB 20
– Eugénio Rodrigues, TP
– Ana Catarina Neves, TA
· SUB 18
– Maryiana Kostourkova, TP
– Ana Margarida Faria, TA
· SUB 16
– Agostinho Pinto, TP
– Teresa Barata, TA
MINIBASQUETE
Director Técnico – António San Payo Araújo
TP – Treinador Principal
TA – Treinador Adjunto
Sofia Carolina brilha em Espanha
Nos Estados Unidos, Laura Ferreira também esteve inspirada no triunfo da Universidade de South Florida, bem como Larisse Lima que protagonizou uma bela exibição ao serviço do Badajoz.
Em Espanha, o Andorra de Betinho Gomes sofreu a quarta derrota consecutiva na Liga ACB. Foi em casa, na receção ao Murcia, por 74-68. O internacional português foi titular e, em 31 minutos, obteve 2 pontos e 8 ressaltos.
Na LEB Ouro, o Cocinas voltou a perder, agora frente ao Coruna (64-71) e continua na penúltima posição. Fábio Lima não jogou.
Em França, o Quimper de Miguel Cardoso também é penúltimo. Na 14.ª ronda da NM1 perdeu com o Vosges, por 70-72, com o português a somar 2 pontos, 1 assistência e 1 roubo de bola, em 11 minutos. Já o Avignon-Sorgues, de Arnette Hallman, não jogou.
Na Liga Feminina de Espanha, o destaque vai para Sofia Carolina. A portuguesa foi decisiva no triunfo do Zamarat na visita ao Gipuzkoa, por 86-81, após prolongamento, e acabou mesmo por ser eleita a MVP da jornada da Liga Feminina espanhola, bem como a integrar o cinco ideal da ronda. Em 42 minutos Sofia fez um duplo-duplo, com 26 pontos e 11 ressaltos, distribuindo ainda 2 assistências. A equipa subiu à 7ª posição.
Pior sorte teve o Al-Qazares, de Carla Nascimento, na mesma competição. Recebeu o Girona, também na 12ª jornada, e perdeu, por 71-78, com a portuguesa, titular, a somar 4 pontos, 2 ressaltos, 1 assistência e 2 roubos de bola. O Al-Qazares é penúltimo.
Na divisão inferior, a Liga Feminina 2, das três portuguesas em competição neste campeonato apenas uma teve razões para sorrir. Foi Maria Correia, ao serviço do CREF Hola, que com 12 pontos, 4 ressaltos, 4 assistências e 1 roubo de bola ajudou a equipa a bater o Dist. Olimpico, por 70-53, fora de portas.
Já o Selmak e o Badajoz não tiveram motivos para festejar. O primeiro, onde alinha Inês Faustino, não conseguiu superiorizar-se ao GD Kobizkaia, cedendo por 62-71, sem que os 5 pontos, 1 ressalto e 2 assistências de Inês Faustino chegassem para evitar o desaire. O segundo, clube de Larisse Lima, caiu em casa frente ao Ensino, por 64-71. Larisse foi titular e em 38 minutos marcou 25 pontos, capturou 5 ressaltos, distribuiu 2 assistências e fez 2 roubos de bola, uma exibição de luxo, que se revelou, no entanto, insuficiente.
Em Itália, o Napoli derrotou o Laverzzini, por 60-51, com Mery Andrade a ajudar com 4 pontos, 8 ressaltos, 2 assistências e 3 roubos de bola, em 36 minutos. Foi na 12ª jornada do principal campeonato feminino do país, onde a equipa ocupa o 8º lugar.
Nos Estados Unidos, a Universidade de UCLA derrotou a de Sacramento, por 92-83, com Luiana Livulo a saltar do banco e a ajudar com 4 pontos, 2 assistências, 1 desarme de lançamento e 1 roubo de bola, em 10 minutos de utilização.
Já a de South Florida contou com a grande inspiração de Laura Ferreira no triunfo diante de Charlston (67-47). Em 33 minutos de utilização, a portuguesa, MVP do encontro, somou 16 pontos, 7 ressaltos, 1 assistência, 2 roubos de bola e 2 desarmes de lançamento.
Faleceu Luís Azevedo Félix
Está a decorrer o velório no Salão Nobre dos Bombeiros Novos de Aveiro e o funeral será amanhã, dia 18, pelas 11:00 horas, com saída do mesmo local.
A Federação Portuguesa de Basquetebol regista com pesar esta perda e endereça as condolências a todos os familiares e amigos.
Despedida com glória
Os tricampeões nacionais derrotaram os filandeses do Kataja Basket num jogo em que marcaram mais de 100 pontos (107-82). O regresso da equipa encarnada à Europa salda-se em duas vitórias na fase de grupos, e a certeza de que jogar a este nível, apesar de não ser fácil, não é impossível.
No encontro que encerrou a participação dos “encarnados” nas competições europeias 2014/2015, o Benfica não entrou bem no jogo. Mas rapidamente se ajustou às alternâncias defensivas utilizadas pelo Kataja Basket, e inverteu o resultado. Um triplo de João Soares, mesmo ao terminar o 1º período, colocava os benfiquistas em vantagem, ainda que pela diferença mínima (24-23).
E nem mesmo a expulsão de João Soares, duas anti-desportivas, a três minutos do intervalo, após desentendimento com o capitão da formação finlandesa, fez com que a equipa cedesse. O Benfica atacava com muito sucesso a zona finlandesa, fazendo chegar a bola quer por passe, quer por drible, ao interior da defesa, colocando imensos problemas aos finlandeses. Que, em abono da verdade, foram várias as situações em que eles próprios pareciam bastantes perdidos dentro do campo.
Mérito para o Benfica, pela forma como circulou a bola no ataque, e conseguiu encontrar situações de tiro de três pontos confortáveis e abertos. Ronald Slay foi claramente uma mais-valia a saltar do banco, já que interpretou na perfeição esta alternância de soluções ofensivas, e os seus três triplos permitiram que o Benfica fugisse no marcador até ao intervalo (53-36).
O segundo tempo recomeçou com o Kataja Basket a manter-se fiel às suas alternâncias defensivas, mas nem mesmo a zona press utilizada, desregulou o ataque encarnado, que a espaços deu espetáculo ao bater a pressão só por passes. Os pontos no ataque encarnado continuavam a surgir pelo jogo interior, ou na continuidade dos movimentos ofensivos com os triplos a surgir com naturalidade. Sem surpresa, a diferença pontual foi se avolumando, e no final do 3º período a vantagem do Benfica já era de 78-54.
No quarto e último período, o conjunto orientado por Carlos Lisboa manteve a toada e garantiu a vitória (107-82), com o técnico a aproveitar para dar minutos aos mais jovens, proporcionando-lhes o primeiro contacto com provas europeias, bem como experiência internacional. No fundo, uma das razões que levou o Benfica a participar esta época na Eurochallenge
Foi isso mesmo que Lisboa referiu à BTV no final do encontro, bem como a ambição de fazer melhor numa futura participação. “Falando do jogo, fico satisfeito por termos ganho. Já tínhamos ganho na primeira volta e hoje fomos bem melhor do que eles.”
No entanto, acrescentou: “Ficar em terceiro, para mim e para o Benfica, não é confortável. Sabemos também que a experiência conta e conseguimos adquirir uma experiência diferente daquela que temos do Campeonato Nacional. Ficámos em terceiro mas perdemos com duas boas equipas. Não há vitórias morais mas no futuro vamos continuar a preparar-nos para estarmos noutras fases finais das competições europeias.”
Marcaram para o SL Benfica: Ronald Slay (24), Jobey Thomas (23), Seth Doliboa (14), Tomás Barroso (14), Frederick Gentry (10), João Soares (9), Diogo Gameiro (4), Cláudio Fonseca (4), Mário Fernandes (3) e Artur Castela (2).
Estatistica: http://www.fibaeurope.com/eurochallenge/cid_04nV5LW1InMnPsDwhkujE0.gameID_10371-E-11-6.compID_BYg5Rb55Jw-G5I3MZ6JB01.season_2015.roundID_10369.teamID_975.html
Alges/UAL segue em frente na Taça
Um resultado com pontuação baixa, e que em nada deslustra a prestação da equipa do Restelo frente a um adversário da Liga. Este resultado positivo dos algesinos, poderá impulsionar a equipa e proporcionar-lhe ânimo acrescido para que possa igualmente somar triunfos na fase regular da LPB.
Restantes jogos dos 16-avos-de final:
Dia 22 de Fevereiro
15.30h – Terceira Basket Clube X Sangalhos D.C.
Dia 8 de Fevereiro
Maia Basket x S.L. Benfica
Isentos:
Sampaense Basket
F.C. Barreirense
“Terminar prova europeia com boa exibição na Luz”
O grupo quer fazer tudo para fechar a prova com uma boa exibição e consequente vitória, um desejo manifestado por Jobey Thomas e o treinador adjunto Nuno Ferreira.
Apesar do objectivo, a passagem à fase seguinte, não ter sido concretizado, esta participação fica revestida de aspectos muito positivos e que podem trazer frutos futuros. Uma leitura realista mas muito assertiva feita por Jobey Thomas à BTV. “No papel, os resultados não foram aquilo que queríamos que tivessem sido, mas jogámos bem, mostrámos que podemos competir e queremos terminar com uma boa exibição e uma vitória. Esperamos um jogo difícil, frente a uma grande equipa, com grandes jogadores e, mesmo tendo ganho na Finlândia, tivemos que nos aplicar e jogar muito bem”.
Foi notório o crescimento dos encarnados ao longo da competição, sobretudo ao nível do ritmo e intensidade a que se joga a este nível, bem como uma melhor adaptação ao contacto físico sempre presente a este nível. “Crescemos muito nesta competição, ganhámos ainda maior confiança e ajudou-nos a melhorar vários aspectos que espero nos sejam úteis para enfrentar as competições internas. Espero que os adeptos venham apoiar a equipa. O basquetebol é um grande espetáculo e é o nosso último jogo nas competições europeias, por isso, terça-feira, venham ver o jogo à Luz e apoiar-nos”, concluiu Thomas o 5º na lista dos melhores marcadores da edição deste ano da Eurochallenge
Nuno Ferreira: “Temos de estar num nível altíssimo”
O treinador-adjunto, Nuno Ferreira, alinha na mesma linha de raciocínio de Jobey e quer ganhar terça-feira. Mas para que isso se torne realidade, o Benfica terá de ser consistente durante todo o encontro, talvez o principal problema sentido pelos atuais campeões nacionais ao longo deste regresso às provas europeias. “Estamos a trabalhar para na terça-feira obtermos mais uma vitória. É o nosso último jogo, queremos acabar da melhor maneira possível esta nossa participação nas competições europeias e julgo que esta é uma equipa que está ao nosso alcance. Tem bons jogadores, embora não tenha um banco muito profundo. Para ganhar temos de estar ao nível que estivemos na Finlândia, ou seja, a um nível altíssimo para fazer um bom jogo e obtermos uma vitória”, analisou.
Em jeito de balanço da participação dos benfiquistas, mas olhando já para o futuro, Nuno Ferreira acredita que a campanha europeia vai trazer algo mais, nomeadamente ritmo, ao grupo de trabalho, algo de que poderá beneficiar nas competições internas. “Fomos crescendo de jogo para jogo, ganhando ritmo. Não fomos felizes no sorteio mas demos o melhor. Sabíamos que a competição europeia era importante, mas difícil. Agora, a equipa sabe o que tem de fazer e onde tem de estar focada. E aí não podemos falhar. Queremos ganhar todas as competições internas”, concluiu o treinador-adjunto dos “encarnados”.
“Temos capacidade e potencial”
Com passagens pelos Centros de Treino e presença assídua nas seleções mais jovens, Amiel tem tido a responsabilidade de comandar a equipa algesina. A temporada não começou da melhor forma, mas o base acredita que a qualidade e o potencial do grupo se irá traduzir, mais cedo ou mais tarde, em vitórias. Consistência e concentração, são dois aspetos apontados pelo internacional português a melhorar, de forma a que o Algés consiga inverter o ciclo menos positivo que está a atravessar nesta fase da temporada.
Na sua opinião, o lugar que atualmente ocupam não reflete a qualidade e o trabalho desenvolvido pela equipa do Algés?
Não. Infelizmente os resultados não têm sido os que mais desejávamos, mas tenho plena convicção de que a nossa classificação melhorará. Temos noção que não estamos onde queríamos estar na tabela classificativa, mas o trabalho que vimos realizando semanalmente vai-se traduzir em melhores resultados.
Consegue identificar quais os principais problemas que levam a que ocupem o último lugar da tabela classificativa?
Temos tido algumas dificuldades nalguns momentos dos jogos em trazer para o mesmo o que trabalhamos e delineamos durante a semana, e a este nível, pequenas desconcentrações podem fazer toda a diferença num jogo. Ainda assim, acredito que estamos cada vez mais preparados para as dificuldades que possamos vir a ter de agora em diante.
A equipa tem vindo a fazer ajustes e alterações na sua forma de jogar? Ou acredita no trabalho de continuidade?
Sim, a maioria dos jogadores já se conhecia do ano passado, e apesar de alguns ajustes, muito do trabalho feito na época anterior tem tido o seu seguimento, consolidando parte deste, e introduzindo novas opções ao nosso jogo.
Este jogo da Taça de Portugal frente ao Belenenses poderá ser um bom incentivo, e ajudar até psicologicamente a ultrapassar esta fase menos positiva?
É mais um jogo que vamos encarar com a máxima seriedade e respeito, contra um clube com um grande historial no nosso basquetebol, que tem vindo a realizar uma excelente época. Vamos como sempre procurar a vitória, que esperemos que seja um impulso para ultrapassar esta fase menos positiva de resultados.
Logicamente que seria muito importante para a equipa terminar o ano com uma vitória caseira frente à Oliveirense. Que pontos fortes destacaria do adversário da próxima jornada?
É uma equipa que vinha de uma série positiva de 4 vitórias (incluindo uma para a Taça), até ao último fim-de-semana. Tem jogadores portugueses muito experientes e estrangeiros com bastante qualidade, e vem fazendo uma boa campanha, sendo que a sua classificação atual e resultados falam por si.
Onde não poderão voltar a falhar como equipa, sob pena de poderem somar mais um resultado negativo?
Para conseguirmos ganhar este jogo, vamos ter de conseguir ser um grupo coeso durante os 40 minutos e mostrar que queremos realmente mudar o rumo dos acontecimentos. Somos uma equipa que já mostrou que tem capacidade e potencial, mas só isso não chega, potencial e talento por si só não ganham jogos e temos a noção que só depende de nós mudar este ciclo menos positivo que temos vindo a atravessar.
“Construção de Defesa HxH a campo inteiro”
A iniciativa foi ministrada pelo professor Paulo Silva, treinador da equipa principal do Olivais de Coimbra, emblema que milita no Campeonato Nacional da Liga Feminina de Basquetebol. Marcaram presença dezanove treinadores, número considerado positivo pela organização.
Seleccionadores distritais definidos
Confira no corpo da notícia a lista dos 4 seleccionadores distritais.
Em reunião de Direcção, foram aprovados os próximos seleccionadores distritais que orientarão as selecções da AB Braga na Festa de Basquetebol 2015, com destaque para a integração de Ricardo Cibrão, pela primeira vez à frente dos destinos de uma seleção distrital. Adriano Pereira está de regresso, a fim de 2 anos de ausência, assumindo agora o comando da seleção Sub14 Feminina, trocando com Hugo Peixoto.
Eis a lista dos seleccionadores:
Masculinos
Sub14 – Hugo Peixoto
Sub16 – João Chaves
Femininos
Sub14 – Adriano Pereira
Sub16 – Ricardo Cibrão
Oportunamente serão divulgados os treinadores adjuntos e os seleccionadores distritais de minibasquete.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
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