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“Adeptos podem esperar muita luta”

A equipa estreou-se com uma vitória em Algés e espera dar seguimento ao bom momento este fim de semana, em casa,  com o Maia Basket.

 

Depois de vários anos em Espanha, o que o fez regressar a Portugal e ao Sampaense Basket?

 

Depois de 5 anos em Espanha a principal razão pela qual decidi regressar a Portugal foi o facto de poder jogar numa equipa da primeira divisão. Quanto ao Sampaense Basket, decidi aceitar o seu projeto devido à grande aposta em jovens jogadores portugueses e pelo facto poder trabalhar com um treinador com grande experiencia em ligas como a LEB Prata e a LEB Ouro do campeonato espanhol.

 

Que balanço faz da sua passagem por Espanha?

 

O balanço é extremamente positivo, nos meus primeiros quatro anos estive no Clube Estudiantes de Lugo, a competir, ao mesmo tempo, numa Liga junior e Liga EBA durante esse período em que estive vinculado. Com o C.B.Breogan, estive ligado a uma equipa que atua na LEB Ouro, em Espanha. Este vinculo permitia poder treinar com a equipa principal e adquirir experiência com jogadores física

e tecnicamente superiores. Tive vários treinadores que me ajudaram a crescer tanto a nível técnico, tático e físico, como a nível pessoal. A temporada passada atuei ao serviço do Conservas de Cambados, equipa que fazia parte da competição LEB Prata. Foi um ano difícil devido a várias lesões, mas importante porque tive a oportunidade de jogar numa liga muito competitiva e equilibrada.

 

O clube e a Liga onde agora joga estão a corresponder às suas expectativas?

 

O Sampaense Basket está a superar as minhas expectativas. É um clube sério e trabalhador, onde todas as pessoas, treinadores, jogadores, dirigentes trabalham de forma a poder alcançar os objetivos propostos.

 

Em relação à Liga, está a corresponder às minhas expectativas, porque mesmo estando lá fora nunca deixei de acompanhar os jogos e as seleções nacionais.

 

Começaram da melhor forma a fase regular com uma vitória em Algés. Na sua opinião, o que ditou a diferença no jogo do passado sábado?

 

O jogo contra o Algés foi muito bem conseguido por parte da nossa equipa. Na minha opinião, o que ditou a diferença foi o facto de todos os jogados da equipa do Sampaense terem contribuído para a equipa poder alcançar o seu objetivo. Estivemos sempre todos unidos e todos lutamos com o mesmo objetivo, ganhar o jogo. O Algés é uma boa equipa e tem um bom treinador, estou certo que conseguirão cumprir os seus objetivos para esta temporada.

 

Na próxima jornada estreiam-se, em casa, frente ao Maia Basket, uma equipa que causou sensação na jornada inaugural da Liga. O que poderão esperar os adeptos da equipa nesse jogo?

 

Já está mais do que provado que esta Liga vai ser muito equilibrada, onde todas as equipas poderão ganhar umas às outras. Em relação ao Maia Basket, vai ser um adversário muito difícil, que irá tentar explorar as nossas fraquezas. É uma equipa que conta com jogadores muito experientes como é o caso do Nuno Marçal, e só com muito trabalho e empenho poderemos alcançar o nosso objetivo. Os adeptos podem esperar luta e espírito de sacrifício por parte da equipa, e esperamos poder-lhes dedicar esta vitória.

 

Estabeleceu algum objetivo individual ou coletivo para a temporada que agora começa?

 

Individualmente espero poder continuar com a minha evolução como jogador, trabalhar aspectos técnicos e principalmente continuar com a minha maduração a nível físico. Em termos de jogo, espero poder ajudar a equipa em todos os aspectos, e trabalhar cada dia para merecer a confiança do meu treinador. Coletivamente, somos uma equipa muito jovem, a mais jovem da Liga, e os nossos objectivos passam por competir em cada jogo, seja ele em casa ou fora, de forma a obter os resultados desejados.


“Vai ser diputado até ao último segundo”

Nos últimos anos os confrontos entre estas duas equipas  têm sido sempre muito emotivos e se a isto juntarmos o facto de ambas se terem reforçado bem, estão reunidas as condições para mais um duelo que poucos quererão perder.

 

Para Fernando Neves os confrontos entre as duas equipas são sempre sinónimo de qualidade e emotividade. “ Nos últimos anos os maiores espetáculos de basquetebol têm sido os jogos entre a Ovarense Dolce Vita e o Vitória de Guimarães, na minha opinião, claro. São sempre jogos muito intensos, onde cada posse de bola é disputada como se fosse a última e onde o público desfruta verdadeiramente do jogo durante os 40min.”

 

O embate do próximo fim-de-semana, na opinião do atleta vareiro, não vai fugir à regra, já que embora pequenos ajustes que foram efetuados nas respetivas equipas, a base da época passada mantém-se.  “Este domingo o jogo não será diferente, os núcleos duros de ambas as equipas mantêm-se, por isso há conhecimento e todo um histórico. Mas também há entradas de ambos os lados, o Vitória reforçou-se bem para o jogo interior com Marcel Monplaisir e nós com o Massine Fall, eles contrataram um jogador estrangeiro de boa valia e nós o Jaime Silva, por isso o jogo terá um acréscimo de qualidade.”

 

Um jogo com estas características  naturalmente é de resultado incerto, embora Fernando Neves vá avisando que a Ovarense tudo tem feito para que consiga somar o segundo triunfo da temporada. “Vai ser um jogo disputado até ao último segundo, onde a vitória poderá cair para qualquer lado, mas claro que nós estamos a trabalhar forte para a vitória sorrir à Ovarense Dolce Vita.”


“Podemos fazer um bom resultado”

Essa foi a principal razão, na opinião de José Almeida, para a equipa ter evoluído nas últimas semanas de trabalho. Neste momento, segue-se uma deslocação a Ponte de Sor, um teste difícil e que irá exigir da equipa de Guifões o máximo de empenhamento, disciplina tática e inteligência, de forma a contrariar o favoritismo atribuído por José Almeida ao adversário.

 

A participação no Troféu António Pratas não foi muito positiva. A vitória na 1ª jornada significa que foram realizadas muitas correções?

 

Durante a pré época existiram bastantes indefinições em relação ao plantel da equipa do Guifões S. C. Esse facto levou a que não tivéssemos a melhor preparação para o torneio António Pratas. Contudo, nas últimas duas semanas conseguimos estar todos juntos a treinar e assim conseguir entrar bem na nova época da Proliga.

 

Na sua opinião, quais as melhorias que maior influencia tiveram no triunfo frente ao Esgueira?

 

Como disse anteriormente, a principal razão para conseguirmos estar a um bom nível contra o Esgueira foi o facto de a equipa estar toda junta e disponível para jogar. Por outro lado, em termos técnicos e táticos, conseguimos estar muito fortes no ressalto, controlar bem o tempo de jogo e aproveitar as nossas vantagens tanto na defesa como no ataque.

 

Como caraterizaria o grupo de trabalho que este ano compõe o Guifões?

 

É um grupo com qualidade e potencial. Temos jogadores com muita experiência e outros mais jovens e com bastante ambição. Somos um grupo que tem consciência da importância que temos para clube, visto que o Guifões S. C. tem cerca de 300 atletas de formação, que "lutam" todos os dias para um dia conseguirem jogar no escalão máximo do clube e se possível numa competição nacional da exigência da Proliga.

 

A deslocação a Ponte de Sor será um bom teste ao vosso atual momento de forma?

 

Neste campeonato, todos os jogos fora são complicados. E a deslocação a Ponte de Sor vai ser sem dúvida um grande teste e desafio para a equipa. É verdade que estamos confiantes depois da primeira vitória, mas sabemos o valor da equipa do Eléctrico. Por isso, estamos conscientes que vai ser um jogo muito difícil e onde não somos favoritos. Mas acreditamos que, com inteligência e uma boa atitude, podemos fazer um bom resultado na nossa primeira deslocação. 

 

Perguntava-lhe onde não poderão falhar no jogo do próximo fim-de-semana caso queiram somar a segunda vitória consecutiva da fase regular?

 

O Eléctrico mantém o seu núcleo duro durante as últimas épocas, o que lhes permite jogar quase de "olhos fechados". São uma equipa experiente e com os seus processos de jogo bem definidos e automatizados. No meu entender, para conseguir ganhar o jogo ao Elétrico temos de equilibrar a luta pelos ressaltos, parar o contra-ataque e fazer uma boa seleção dos lançamentos. Como já referi, vai ser um jogo muito difícil, mas com uma boa defesa e um ataque inteligente podemos fazer um bom resultado em Ponte de Sor. 


Eclipse após o descanso ditou desaire da CAR Jamor Feminino

Aconteceu em Torres Novas, frente à equipa de José Monteiro, que não utilizou as suas duas norte-americanas nos dez minutos iniciais (11-25), por opção. Mas a desconcentração e algum deslumbramento por parte das comandadas de Kostourkova na etapa complementar permitiram ao conjunto torrejano virar o resultado a partir do minuto 33. Mas é a cometer erros que as equipas crescem. 

 

Diga-se desde já que naturalmente também houve mérito das anfitriãs, alicerçadas obviamente na capacidade de Story e Barber, mas não só. Porque a internacional lusa Nádia Fernandes, a quem José Monteiro atribuiu a responsabilidade de capitanear a equipa, cumpriu a preceito o seu papel, bem acompanhada pela atiradora Mariana Pinheiro, que acertou o tiro exterior na 2ª parte.               

 

Até ao intervalo (26-42) o CAR Jamor jogou muito bem, de uma forma personalizada e eficaz (59% nos lançamentos de campo), com sentido colectivo (6 assistências) e cometendo poucos erros (5 turnovers). A bola chegava a preceito à área pintada e aí a capitã Beatriz Jordão (7/8 nos duplos até ao intervalo) fazia estragos, mesmo depois da entrada de Story e Barber (excelente ressaltadora), autoras da totalidade da pontuação das torrejanas no 2º quarto (15-17). A base Ana Carolina Rodrigues (4 passes decisivos) comandava bem a equipa, bem acompanhada por Mariana Silva (muito confiante e em evolução contínua) e Ana Ramos (muito forte no 1×1 e boa lançadora).

 

Mas após o descanso as coisas modificaram-se por completo. A atitude das pupilas de Kostourkova mudou como do dia para a noite, passando a defender mal e no ataque também as opções não eram as mais correctas. Ainda se poderia pensar que após a desqualificação de Jade Barber (5ª falta pessoal no minuto 28, aos 43-53), o CD Torres Novas quebrasse, mas foi precisamente o contrário. Por isso a par do demérito das jogadoras do CAR Jamor, ainda muito inexperientes (apenas 5 jogadoras Sub-18 e não 3 como por lapso escrevemos) também houve muito mérito das torrejanas que nunca deixaram de acreditar no triunfo. A equipa de Kostourkova somava erros atrás de erros (10 turnovers no 3º quarto, o dobro dos cometidos até ao intervalo) e não conseguia acertar. Isso foi mais visível no último período, quando esteve mais de 10 minutos sem marcar pontos, tendo consentido um parcial de 22-0 (de 43-55 no minuto 28 para 65-55 no minuto 38). As anfitriãs empataram (55-55 à entrada do minuto 33), com o 2º triplo de Mariana Pinheiro e apesar de Mariyana Kostourkova ter parado o cronómetro de imediato, não conseguiu travar a embalagem das torrejanas que, lideradas por Rachel Story passaram pela 1ª vez para o comando ainda no minuto 33 (57-55), início de mais 10 pontos sem resposta. O marcador subiu até aos 65-55 e depois de Ana Carolina Rodrigues ter quebrado o longo jejum da sua equipa, marcando 2 lances livres (65-57), foi Nádia Fernandes que sentenciou definitivamente a partida ao acertar a sua 2ª bomba (68-57) no minuto 39. Seria Ana Ramos a selar o resultado final na conclusão de um contra-ataque.    

                                                 

Resultado final: CD Torres Novas 68-59 CAR Jamor Feminino

 

Destaque nas vencedoras para as prestações de Jade Barber, MVP do encontro (19,5 de valorização) que em 17:31 minutos de utilização conseguiu um duplo-duplo (14 pontos, 10 ressaltos sendo 4 ofensivos e duas faltas provocadas com 2/3 nos lances livres), seguida de perto por Nádia Fernandes (8 pontos, 2/3 nos triplos, 8 ressaltos sendo metade ofensivos, 3 assistências, 4 roubos e duas faltas provocadas) e Rachel Story (23 pontos, 2 ressaltos defensivos, duas assistências, 2 roubos e 4 faltas provocadas com 5/6 nos lances livres). Bons contributos ainda de Mariana Pinheiro (12 pontos, 2/4 nos triplos, 2 ressaltos sendo 1 ofensivo e uma assistência) e da moçambicana Vânia Sengo, ainda Sub-19 (10 pontos, 7 ressaltos sendo 3 ofensivos, duas assistências, 2 roubos e uma falta provocada com 2/2 nos lances livres), que ajudou à superioridade da sua equipa na luta dos ressaltos.

 

No CAR Jamor Feminino a mais valiosa (14,0 de valorização) foi a poste Beatriz Jordão, apesar de ter baixado de rendimento (14 pontos e 5 ressaltos na 1ª metade) após o intervalo (16 pontos, 9 ressaltos defensivos, uma assistência, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas), seguida de Ana Carolina Rodrigues (8 pontos, 3 ressaltos defensivos, 4 assistências, 4 roubos e 3 faltas provocadas com 2/2 nos lances livres) e Ana Ramos (9 pontos, 4/5 nos lançamentos de campo repartidos por 3/4 nos duplos e 1/1 nos triplos, 3 ressaltos sendo 2 ofensivos, 1 roubo e duas faltas provocadas).        

 

Justíssima a vitória do CD Torres Novas, alicerçada na supremacia verificada nas tabelas (34-26 ressaltos), tanto na tabela defensiva (20-19) como na ofensiva (14-7), no menor número de erros cometidos (15-23 turnovers), por ter sido mais colectivo (13-9 assistências), ter roubado mais bolas (12-8) e ter sido ainda mais eficaz da linha de lance livre (77%-40%) ao falhar apenas 3 das 13 tentativas de que dispôs contra 6 em 10 tentados por parte do adversário. O CAR Jamor apenas esteve melhor em termos de eficácia nos lançamentos de campo (40%-50%), tanto nos duplos (43%-51%) como nos triplos (31%-33%), ao acertar 1 triplo em 3 tentativas contra 4 em 13 tentados por banda das vencedoras.        

     

Ficha de jogo

 

Palácio dos Desportos de Torres Novas

 

CD Torres Novas (68) – Patrícia Martins, Ana Carla Marques (1), Mariana Pinheiro (12), Nádia Fernandes (8) e Vânia Sengo (10); Maria Sousa, Rachel Story (23), Jade Barber (14), Iolanda Cunha e Beatriz Martins   

 

CAR Jamor Feminino (59) – Ana Carolina Rodrigues (8), Luana Serranho (4), Mariana Silva (7), Sara Moreira (4) e Beatriz Jordão (16); Jessica Garcia (2), Ana Rua (2), Eliana Cabral (5), Susana Carvalheira (2), Tess Santos, Ana Ramos (9) e Madalena Rodrigues 

 

Por períodos: 11-25, 15-17, 22-13, 20-4

 

Árbitros: Tiago Agudo e António Mendes, da AB Santarém             

 

O próximo compromisso da CAR Jamor Feminino está marcado para dia 13 de Novembro


Figueiredo: «Enorme margem de progressão»

Segue-se o Galitos, que causou sensação na primeira jornada ao  surpreender o tricampeão Benfica.

 

Depois de uma participação um pouco intermitente no Troféu António Pratas, esta vitória em Oliveira de Azeméis vem demonstrar que a equipa só precisava tempo de trabalho?

 

Gostaríamos de nos ter apurado para a final four do Troféu António Pratas, mas ainda nos encontrávamos numa fase inicial da preparação da época. A adquirir conceitos e rotinas que nos obrigaram a encarar mais esses dois jogos como jogos de preparação. Cada semana de trabalho significa muito para nós e claro está que no encontro de sábado passado o nosso jogo apresentou mais qualidade que nos encontros iniciais.

 

Em que aspetos do jogo melhoraram frente à Oliveirense?

 

A equipa tem vindo a melhorar a dinâmica e a consistência ofensiva. Defensivamente, em algumas fases do jogo já conseguimos ser bastante intensos.

 

Sendo um jogador experiente, acha que esta equipa do Illiabum ainda tem muita margem para crescer?

 

Claramente esta equipa tem uma enorme margem de progressão. Quer pela idade e características técnicas dos jogadores, quer pela filosofia e exigência no detalhe do jogo que o treinador pretende transmitir.

 

Como tem corrido a integração dos norte-americanos e dos mais jovens? Acrescentam  qualidade?

 

Todos os jogadores, sem exceção, têm-se integrado muito bem. Para isso conta muito as ótimas condições que o clube proporciona a todos os atletas. Todos os reforços têm acrescentado muita qualidade, tornando este plantel bastante equilibrado, onde os jogadores podem ter a capacidade de serem preponderantes em momentos diferentes.

 

Na próxima jornada defrontam, em casa, a equipa que protagonizou a grande surpresa da 1ª jornada. Provavelmente já observou o Galitos a jogar esta temporada. Alguma coisa que tenha captado a sua atenção?

 

Infelizmente ainda não tive a oportunidade de observar o Galitos a jogar, mas o facto de terem vencido o Benfica na 1ª jornada, por si só é sinónimo que é uma equipa com qualidade e motivada.

 

O que devem repetir no próximo jogo de forma a que possam continuar a vencer?

 

Acima de tudo tentar pôr em prática o plano de jogo elaborado para esta segunda jornada. Se o conseguirmos fazer aumentaremos as nossas probabilidades de vencer o Galitos.


Portugueses lá fora

E as duas portuguesas que alinham nesta competição entraram com o pé direito.

 

Uma semana depois de ter alcançado a primeira vitória na Liga ACB, o recém promovido Andorra, onde alinha Betinho Gomes, não conseguiu voltar a ser feliz. A equipa perdeu na visita ao Manresa, por 80-88, na 4.ª jornada do principal campeonato de Espanha, com o português a somar 5 pontos, 1 ressalto, 1 assistência e 2 roubos de bola, em 19 minutos. Ocupa a 13ª posição.

 

Na divisão inferior, a LEB Ouro, o Cocinas continua sem conhecer o sabor do triunfo e está no último posto da tabela classificativa. De facto, nesta quarta jornada do campeonato a equipa de Fábio Lima voltou a perder, desta feita em casa, frente ao Oviedo, por 78-83. O português saltou do banco e em 13 minutos marcou 6 pontos, capturando ainda 4 ressaltos.

 

Na Liga Feminina, o Al-Qazares de Carla Nascimento perdeu na receção ao Bembibre, por 49-52, e caiu para a 11ª posição. A portuguesa foi titular e nos 29 minutos que esteve na partida somou 5 pontos, 7 ressaltos, 5 assistências e 1 roubo de bola. Está no 11º posto.

 

Já o Zamora, no mesmo campeonato, teve melhor sorte. A equipa de Sofia Carolina venceu, após prolongamento, o Campus Promete, por 85-83, com a portuguesa a contribuir com 9 pontos e 7 ressaltos. Subiu ao 7º lugar na tabela classificativa.

 

Este fim-de-semana marcou o arranque da Liga Feminina 2 em Espanha, competição onde alinham duas portuguesas.

 

O Celta Selmak ganhou em casa ao Badajoz, por expressivos 81-57, com Inês Faustino a ajudar com 12 pontos, 3 ressaltos e 1 assistência.

 

O CREF Hola de Maria João Correia também venceu e a portuguesa foi mesmo uma das melhores jogadoras da equipa nesta partida frente ao Grupo em Leganes (69-54). Totalizou 17 pontos, 4 ressaltos e 4 assistências. 


Maia surpreende Lusitânia

Frente a um adversário que atingiu as meias-finais do Troféu António Pratas, os maiatos, ainda que estejão numa fase de construção da equipa, souberam tirar partido do fator casa para a fase regular da Liga com uma vitória.

 

Jogo equilibrado no 1º período, embora tenha sido a equipa do Lusitânia a começar melhor. Os açorianos estiveram sempre no comando do marcador, ainda que por poucos pontos, mas as equipas terminaram o 1º período empatadas a 19 pontos, com um buzzer de André Dara antes da linha de meio campo. O 2º período foi equilibrado até aos 5 minutos, altura que Maia Basket começou a ganhar ascendente no jogo, conseguindo ir para o intervalo a ganhar por 12 pontos.

 

Na segunda parte do jogo foi muito equilíbrio, mas com o Maia sempre à frente do marcador. O Lusitânia ainda conseguiu empatar o resultado, mas nunca foi capaz de passar para a frente. Nos últimos minutos, os maiatos conseguiram sempre manter uma vantagem de 3 e 4 pontos, e quando faltava sensivelmente um minuto para o final do encontro, um triplo de Nuno Marçal praticamente acabou com o jogo.

 

A experiência e os pontos de Nuno Marçal (24 pontos) foram determinantes para o bom resultado do Maia Basket, se bem que as exibições de Paulo Diamantino (12), Pedro Catarino (12), André Dara (8) e Pedro Tavares (12) foram igualmente importantes.

 

O norte-americano Blake Poole (17) foi o melhor marcador dos açorianos, seguido depois de Mohamed Camara (13) e Willis Hall (10).


Águias estreiam-se com vitória

O regresso do Vasco da Gama ao campeonato da Proliga foi igualmente positivo, com os vascaínos a superarem, em casa, a Academia do Lumiar por 87-85.

 

A equipa do Sangalhos abriu o jogo com um parcial de 6-0, uma superioridade que manteve até final dos primeiros 10 minutos, altura em que vencia por 15-12. No segundo quarto, os lançamentos de longa distância por parte dos jogadores benfiquistas precipitaram a reviravolta no marcador.

 

Seria exatamente um triplo de Benvindo Mendes, à passagem do 3º minuto do segundo período, que colocaria pela primeira vez os benfiquistas no comando do jogo (17-15), uma posição que só por uma vez largariam até final do encontro. Ao intervalo o Benfica vencia por oito pontos de diferença (29-21), uma vantagem que chegou à casa das dezenas no recomeço da etapa complementar, mas na parte final do quarto a equipa da casa conseguiu reduzir para a diferença mínima (46-47).

 

Já no derradeiro período, e depois de o Sangalhos ter estado a vencer por 48-47, um parcial de 13-0, favorável ao Benfica, voltou a desequilibrar o jogo a favor do conjunto benfiquista (60-48). Até final, o Benfica controlou sempre a marcha do marcador, já que dispôs sempre de uma vantagem pontual confortável.

 

Estreia muito positiva de Aljaz Slutej (16 pontos, 4 ressaltos, 3 assistências e 2 desarmes de lançamento), MVP do jogo com 27.5 de valorização, ele que converteu tudo que lançou. Diogo Gameiro (18 pontos, 6 assistências e 7 roubos de bola)”desceu” à equipa B e foi decisivo no triunfo do Benfica, tal como Sérgio Silva (13 pontos, 4 assistências, 2 ressaltos e 2 roubos de bola) e Veljko Stankovic (11 pontos e 7 ressaltos).

 

As boas exibições de André Duarte (18 pontos, 8 roubos de bola, 4 assistências e 3 ressaltos), Luís Fonte (14 pontos, 7 ressaltos e 3 assistências), Nuno Bizarro (11 pontos, 4 ressaltos e 4 assistências) e Emanuel Silva (13 pontos, 8 ressaltos e 2 assistências) não foram suficientes para que o Sangalhos começasse da melhor forma o campeonato. 


Começar bem

 

A equipa da Ovarense já tinha vencido esta época os madeirenses em jogo a contar para a fase de grupos do Troféu António Pratas, com o fator casa a mostrar-se novamente decisivo no desfecho do jogo. Os comandados de Carlos Pinto, depois de uma primeira parte em que foram ligeiramente superiores (37-33), conseguiram fugir no resultado no recomeço da etapa complementar. Um parcial de 23-15 fez subir a diferença pontual entre as duas equipas para a casa das dezenas no final do 3º período (60-48), um resultado confirmado nos 10 minutos finais do encontro.

 

A boa eficácia nos lançamentos de curta e média distância (19/27 – 70%), o domínio das tabelas (33/24) e a conquista de mais idas para a linha de lance livre, o dobro do adversário (20/10), explicam o triunfo dos vareiros neste confronto.

 

O base José Barbosa (11 pontos, 8 assistências, 4 ressaltos e 2 roubos de bola) esteve muito bem a comandar a equipa da Ovarense, Fernando Neves (16 pontos, 4/9 de 3 pontos) cumpriu com o seu papel de atirador, tendo sido bem secundado por Jaime Silva (13 pontos e 4 assistências) e Cristóvão Cordeiro (11 pontos e 10 ressaltos).

 

Na formação do CAB, o norte-americano Jovonni Shuler (13 pontos, 5 ressaltos, 4 assistências e 2 roubos de bola) voltou a confirmar a sua qualidade, com Stefan Djukic (10 pontos e 5 ressaltos) a mostrar que pode ser útil à equipa.


Campeãs não deram tréguas

As açorianas conseguiram manter-se na discussão do jogo até meio do 2º período, mas depois a boa defesa do conjunto de Carcavelos fez com que o resultado se fosse desnivelando até ao final do jogo.

 

As comandadas de José Leite comandaram o jogo desde a bola ao ar, embora a diferença pontual entre as duas equipas só tenha começado a acentuar-se a partir dos primeiros 15 minutos do encontro. Na altura a Quinta dos Lombos vencia por 25-19, uma vantagem que dispararia até ao intervalo (38-21).

 

A boa defesa da Quinta dos Lombos marcava a diferença nos primeiros 20 minutos, bem como contribuía decisivamente para que as percentagens de lançamento das açorianas não fossem as melhores (15/38 – 39.5% de 2 pontos e 2/13 – 15.4& de 3 pontos). No segundo tempo o domínio das forasteiras acentuou-se, nunca mais permitindo que as insulares aspirassem a voltar a entrar na discussão do resultado.

 

A norte-americana Diesha Lloyd (18 pontos e 4 ressaltos) foi a melhor marcadora da equipa da Quinta dos Lombos, num encontro em que Sara Djassi (14 pontos e 4 ressaltos) voltou a estar bem.

 

Entre as açorianas, o reforço para esta temporada, Vitória Pacheco (15 pontos, 9 ressaltos e 4 roubos de bola), ficou muito perto de um duplo-duplo, e foi a atleta em maior destaque no Boa Viagem.

 

 

1ª vitória do Académico na Liga

 

O Académico FC estreou-se a vencer na Liga Feminina, ao bater, em casa, o Olivais por 46-41. Uma derrota que pode encontrar parte da explicação no mau inicio das olivanenses no encontro, que começaram a perder por 13-0 e só marcaram o primeiro cesto a 1.24 minutos do final do primeiro período. Não surpreende, por isso, que ao intervalo estivesse na condição de derrotada (13-25). À entrada do último quarto as duas equipas encontravam-se separadas por cinco pontos (32-27), mas a liderança do Académico foi reforçada nos 10 minutos finais do encontro.

 

Num jogo marcado pela baixa pontuação, a maior capacidade revelada no capitulo dos ressaltos (capturou 44 contra 37 da equipa anfitriã) ajudou o Olivais a reentrar na discussão do resultado, de tal modo que chegou a ameaçar o comando do marcador, mas o melhor que conseguiu foi estar a perder por dois pontos já perto do final do 3º período. 

 

A fraca pontuação final é reflexo das baixas percentagens de lançamento das duas equipas. A jogadora do Académico, Susana Lopes, autora de 17 pontos, foi a melhor marcadora do encontro. Josephine Filipe, com menos dois (15 pontos), foi a mais concretizadora na equipa do Olivais. 

 

 

Resultados da 3ª jornada:

União Sportiva 62 – 48 Algés/UAL

GDESSA 71 – 59 SL Benfica

Lousada AC 64 – 84 AD Vagos

CDT Novas PRINTCENTER 53 – 72 CAB Madeira

Académico FC 46 -41 Olivais/UrgiCentro-SAN

Boa Viagem 44 – 66 Quinta dos Lombos


José Costa lesionado

C. e que já motivou a sua ausência na meia-final do Torneio António Pratas.

 

 

Num início do Campeonato da Proliga que se afigura bastante difícil, com jogos com o Atlético (fora) já no próximo fim-de-semana, seguido do Dragon Force, em casa, é sem dúvida uma grande contrariedade, sabendo-se como a presença em campo deste experiente jogador, mesmo por poucos minutos, se torna fundamental para estabilizar o jogo da equipa nos momentos de maior dificuldade.

Mas o clube confia no valor dos jovens que nos representam, pois certamente vão dar o seu melhor para contornarem este handicap.


Barcelos e Illiabum triunfam

Os barcelenses, a jogar em casa, voltaram a ser mais fortes que o Vitória, mas só no prolongamento, empate a 74 pontos no final do tempo regulamentar, foram capazes de confirmar o triunfo (89-85). Já os ilhavenses conseguiram um saboroso triunfo em Oliveira de Azeméis por números bastante esclarecedores (86-71), se bem que só no derradeiro período a diferença entre as duas equipas se tenha acentuado.

 

A equipa liderada por José Ricardo Neves continua a dar boas indicações neste inicio de campeonato, já que depois da presença na final do Troféu António Pratas a equipa barcelense mostrou competência e qualidade para voltar a levar de vencida a formação do Vitória.

 

Depois de algum ascendente nos primeiros 20 minutos (41-34), os comandados de Fernando Sá conseguiram encostar o resultado no reatamento do jogo (52-51). A equipa da casa vencia pela diferença mínima, e o equilíbrio foi a nota dominante dos últimos 10 minutos. Ainda assim, a menos de um minuto do final, os vimaranenses lideravam por 4 pontos de vantagem (73-69), com Nuno Oliveira a mostrar-se decisivo na parte final do tempo regulamentar, ao não tremer da linha de lance-livre, num período em que o Vitória não foi capaz de matar o jogo.

 

No prolongamento a linha de lance-livre viria a tornar-se decisiva para ambas as equipas, se bem que os dois pontos convertidos por Nuno Oliveira (81-76) a 47 segundos do final do prolongamento, praticamente ditaram o desfecho do encontro.

 

Nuno Oliveira (28 pontos, 7 ressaltos e 2 assistências) acabaria por ser o MVP do jogo com 27 de valorização, num encontro em que Igor Dukovic (9 pontos, 14 ressaltos, 3 assistências e 2 roubos de bola) ficou muito perto de um duplo-duplo, mas decisivo no triunfo do Barcelos.

 

O extremo João Balseiro (18 pontos, 3 ressaltos e 3 assistências) foi o mais concretizador na equipa do Vitória, com Marcel Monplaisir (10 pontos, 8 ressaltos, 3 desarmes de lançamento e 2 assistências) a mostrar, como é seu hábito, que pode ser útil em vários capítulos do jogo.

 

Illiabum confirmou superioridade no 4º período

 

Apesar de ter sido a Oliveirense a começar melhor o encontro (27-23), ao intervalo a formação de Ílhavo já tinha conseguido a reviravolta no marcador, tendo recolhido aos balneários com uma vantagem de sete pontos (44-37). Neste período a boa defesa dos ilhavenses, apenas 10 pontos sofridos, fez toda a diferença, se bem que recomeço da etapa complementar a eficácia da equipa de Oliveira de Azeméis tivesse voltado a aumentar.

 

À entrada do derradeiro período apenas quatro pontos separavam as duas equipas (58-54), ainda com os forasteiros no comando do marcador. Nos últimos 10 minutos a eficiência ofensiva dos comandados de Ricardo Vasconcelos, 27 pontos anotados, fizeram toda a diferença, uma supremacia reforçada pelo domínio exibido pelos ilhavenses na luta dos ressaltos (39-21), sendo que 11 foram conquistados na tabela ofensiva. O bom aproveitamento da linha de lance-livre, dispôs de 26 e converteu 21 (81%), foi outro dos fatores que contribuiu para o sucesso do Illiabum.

 

Na equipa visitante, Stephen Nwaukoni (12 pontos e 15 resaltos) foi o MVP do jogo com 22.5 de valorização, bem secundado por Derek Elston (19 pontos, 4 ressaltos, 4 roubos de bola e 3 assistências), João Figueiredo (17 pontos e 4 assistências) e Sérgio Correia (17 pontos, 3 ressaltos e 2 roubos de bola).

 

Nem mesmo o facto de ter contado com o melhor marcador do jogo, Augusto Sobrinho com 25 pontos, evitou o desaire da Oliveirense. 


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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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