Artigos da Federaçãooo
ESTÁGIOS 2014/2015 – ABERTURA INSCRIÇÔES
Junto a esta notícia, poderá encontrar a informação (Aviso de Abertura de estágio) necessária à sua inscrição em estágio para a época 2014/2015. Sugerimos uma leitura de todos os documentos.
Toda a documentação deverá ser enviada pelo correio para a FPB (Rua da Madalena, nº179 2º andar 1149-033 Lisboa), dirigida à ENB. No acto de inscrição em estágio, deverá ser realizado o respetivo pagamento (ver regulamento do curso). A ENB será a entidade responsável pelo estágio (formadora) e, caso exista alguma dúvida, poderá entrar em contacto para jorgefernandes@fpb.pt, catiamota@fpb.pt ou joao.m.mendas@gmail.com e pelo telefone 218 815 821.
«Capacidade de superação»
O treinador ainda não sabe se vai poder contar com João Santos e Francisco Jordão, mas o clube “tem as portas abertas para eles”. Os objetivos, esses, são claros: “Humildade, orgulho, espírito de sacrifício e capacidade de superação”.
Está a sentir dificuldades em construir o plantel para esta temporada?
O facto de alguns jogadores nucleares da época passada ainda não terem as suas situações profissionais e desportivas definidas condicionaram algumas decisões na construção do plantel.
Nota-se que volta a contar com jogadores jovens. Este é um sinal que a aposta feita na última temporada deu bons resultados?
Sendo o Algés um clube de cariz formativo, faz todo o sentido dar oportunidades a jovens atletas que tenham capacidade para se imporem no basquetebol Nacional.
Espera que Pedro Belo tenha um papel importante dentro da equipa?
Espero do Pedro o mesmo que outros jogadores jovens sem experiência na Liga, ou seja , um compromisso de trabalho e exigência que os prepare o melhor possível para competirem com sucesso. O Pedro, pelas suas caraterísticas morfológicas e psicológicas, necessita de confiança, paciência e muita persistência.
Se pudesse contar com o João Santos e o Francisco Jordão a equipa ficaria muito mais equilibrada para lutar por objetivos mais ambiciosos?
Qualquer equipa que conte com 2 jogadores desta qualidade fica claramente mais forte. O Algés tem as portas abertas para eles. Se terminarem as suas carreiras só posso desejar melhor sorte do mundo nos novos desafios que encontrarem pela frente e que o basquete português possa continuar a contar com eles na sua promoção e desenvolvimento.
Neste momento tem um americano à experiência. Isso significa que o Algés vai contar com um estrangeiro esta temporada? Ou coloca-se a hipótese de chegarem mais jogadores estrangeiros?
Neste momento ainda se colocam todas as hipóteses. Trata-se de uma decisão que depende de vários fatores.
Ainda é cedo para definir objetivos? O que pode prometer da equipa do Algés para a época que agora começa?
Humildade, orgulho, espírito de sacrifício e capacidade de superação. Espírito de equipa e de clube (identificação com os ideais e mística do basquetebol do Sport Algés e Dafundo).
CAR Jamor
P. B. na época 2014/15. Na sessão de abertura e no jantar-convívio que se seguiu participaram, além dos responsáveis da Federação e dos 14 jogadores convidados para esta época, os Encarregados de Educação de todos eles. Importa realçar este facto, pois é muito gratificante contar com a presença de todos, pelo que significa de envolvimento activo e de confiança depositada nos responsáveis pelo C. T., a qual agradecemos e tudo faremos para continuar a merecer. Em representação da F. P. B., estiveram presentes os Vice-Presidentes Jorge Reis e Tiago Saldanha, bem como o “staff” que assegura a actividade regular do C. T. – Carlos Seixas (treinador principal), Mário Amaral (tutor residente e treinador adjunto), Tiago Costa (fisioterapeuta) e Mário Tenório (secretário).
«Dar continuidade ao trabalho e à evolução»
O treinador Fernando Sá sonha vencer títulos e não hesita em afirmar que “a principal aquisição desta época foi a atempada renovação de quase todo o plantel”. A aposta nos portugueses continua, e não foi em vão que os vimaranenses tiveram quatro atletas envolvidos nos trabalhos da Seleção Nacional.
Depois de uma temporada em que foi vice-campeão nacional, o técnico Fernando Sá quer manter o clube no topo do basquetebol nacional. “O grande objetivo do Vitória para este ano é dar continuidade ao trabalho e à evolução que temos demonstrado ao longo destes anos em que cá estou, juntamente com esta direção.”
Fernando Sá pretende que o basquetebol no Vitória ganhe uma dimensão cada vez maior, algo que não se quantifica apenas pelas classificações obtidas. “Não só em termos de resultados, mas principalmente na evolução da modalidade no clube e na cidade. Cidade esta, adeptos estes, que tanto nos têm ajudado.”
Mesmo depois de uma temporada de sucesso, qualquer equipa pode sempre tornar-se mais forte. O técnico já fez um balanço da prestação da equipa na última temporada e identificou aspetos a serem melhorados, que contribuíram decisivamente para a escolha dos novos reforços. “Mais especificamente, este ano temos já assumido no grupo que temos que melhorar em termos defensivos, relativamente à época passada, e essa é a principal razão da aquisição do Marcel e do Pavlovic, para além de todo o potencial que estes jogadores têm noutras áreas.”
O clube pode orgulhar-se de ter tido quatro atletas envolvidos nos trabalhos da Seleção Nacional, razão pela qual continua a recrutar jogadores portugueses em quem vê futuro. “Continuamos a fazer aposta em jovens jogadores portugueses, como é o caso do Hugo Sotta, jogador com muito potencial.”
Muito embora a equipa conte com algumas caras novas, Fernando Sá realçou a importância de ter sido possível manter o núcleo duro da equipa, pois permite maior estabilidade, continuidade de trabalho e experiência acumulada. “No entanto, para mim, a principal aquisição desta época foi a atempada renovação de quase todo o plantel. Mais uma vez queremos estar presentes nos momentos de decisão para podermos sonhar em vencer mais títulos para o nosso clube e cidade.”
A postos para a nova época
A equipa da Ovarense Dolce Vita iniciou a semana passada a época 2014/2015. Para enfrentar os desafios da nova temporada os treinadores Carlos Pinto e Nuno Manarte irão contar com os já anunciados jogadores, José Barbosa (capitão de equipa), Júlio Silva, Jaime Silva, Nuno Morais, Pedro Pinto, Joaquim Soras e André Pinto.
Carlos Pinto volta a apostar em jogadores com largos anos de Ovarense, já que Fernando Neves, Miguel Miranda, Cristóvão Cordeiro, Sergi Coll e Emanuel Sá continuam a envergar a camisola vareira, um sinónimo de continuidade de trabalho e manutenção do núcleo duro do grupo de trabalho.
A Ovarense Dolce Vita versão 2014/2015 contará com uma cara nova, Massine Fall, é o nome do reforço. Jogador interior, com 2,08m de altura, ingressa na equipa para reforçar as posições interiores e será assim mais um trunfo para o decorrer da época.
O clube consegue manter a base de jogadores que tantas alegrias já proporcionaram aos seus adeptos, a que se juntaram alguns de forma a poder tornar-se ainda mais competitiva e com mais soluções para a nova temporada.
“Esforço e dedicação não vai faltar”
Pela primeira vez na sua história, o clube encarnado vai estar representado na Liga, escalão máximo da competição feminina. Um projeto marcado por muita juventude e atletas nacionais, pelo que é unânime a ideia que o grupo tem ainda muito para evoluir. Neste momento os responsáveis prometem apenas esforço e dedicação, embora já exista a ambição de tentar bons resultados esta temporada.
Depois da subida ao escalão mais alto do basquetebol feminino português, a equipa do Benfica vive um novo desafio esta temporada. Ainda assim, importa não esquecer o caminho percorrido até chegarem aqui. “Queria agradecer o esforço que todos fizeram na época passada para atingirem o nível que atingiram, que foi brilhante. Só espero que este ano também possam atingir resultados importantes. Muitas felicidades e que seja uma época de muitos êxitos”, começou por dizer o vice-presidente do Clube, Domingos Almeida Lima, em conferência de imprensa.
Vitórias que ajudaram a equipa a chegar à Liga Feminina. O coordenador da modalidade realça os méritos de um projeto que pode servir de exemplo. “Este é um projeto, cujos elementos vão estar daqui a 4 ou 5 anos na sua melhor idade. Se a equipa conseguir ter sucesso já este ano na Liga será muito bom para todos nós. Senão vai, com certeza crescer e ser ainda mais competitiva”, referiu Goran Nogic.
“Manter-nos no alto nível do Basquetebol feminino”
A chegada ao topo acabou por ser mais rápida que o esperado e o objectivo passa por aproveitar ao máximo a nova experiência. “Continuarmos a crescer. Queremos este ano evoluir muito como equipa e criar uma base sólida de jogadoras portuguesas para que nos próximos anos possamos ser ainda mais competitivos. Chegámos ao topo do Basquetebol feminino com muito trabalho e não queremos sair daqui. Queremos batalhar e presentear todos os sócios e adeptos benfiquistas que nos venham ver. Esforço e dedicação não vai faltar à nossa equipa com toda a certeza”, garantiu o técnico André Cardoso.
Sofia Ramalho é uma das principais figuras do grupo às ordens de André Cardoso. A capitã de equipa traça como meta a manutenção e admite que a experiência que adquiriu durante a carreira pode ser importante num grupo com uma média de idades tão baixa. “Temos uma equipa muito jovem e eu tento transmitir aquilo que eu já vivi. Espero ajudá-las e agora vamos pensar jogo a jogo. O principal objectivo é manter-nos no mais alto nível do Basquetebol feminino. Tudo o que for para além disso, para nós vai ser uma vitória”, assegurou.
«Temos que ser mais regulares»
O jogador constata nesta entrevista que o grupo perdeu alguns elementos importantes, mas reconhece que a entrada de Ekjersey Viana traz experiência e qualidade. Minhava analisa, também, o recente desempenho da Seleção. Não perca, nos detalhes desta notícia.
Acabou por não integrar os trabalhos da Seleção durante este verão. Que opinião tem acerca do comportamento da equipa? Acredita que a equipa ainda poderá melhorar o seu rendimento e que os jogadores têm margem para progredir?
Penso que a equipa teve o comportamento que de certa forma se esperava. Saíram os jogadores mais experientes e agora existe um longo caminho a percorrer. Foi pena não se ter conseguido a vitória frente à Geórgia, num jogo em que se alcançou uma vantagem de 23 pontos. Claro que existe margem para progredir, desde que este conjunto de jogadores possa continuar a ter este tipo de experiência, embora faça falta a competição internacional nos clubes (o regresso do Benfica é bastante positivo).
Com a sua vasta experiencia no basquetebol, de que forma descreveria o jovem jogador de basquetebol português? Considera que existem grandes diferenças comparativamente às gerações mais antigas?
Diferenças existem, o que é natural. A geração que conseguiu os apuramentos para os dois campeonatos da Europa beneficiou de um período em que existia muito mais contacto com as competições internacionais, e de certa forma tinha mais condições para se dedicar ao basquetebol a 100%. Além disso, tínhamos jogadores muito talentosos, e acima de tudo trabalhadores, que construíram uma Seleção muito forte, tendo em conta a nossa realidade. Julgo que continuamos a ter talento nestas gerações, e hoje em dia é até mais fácil para os jovens jogadores acederem às equipas seniores, nomeadamente da Liga. Continua a faltar peso e centímetros, o que não é um problema de agora. É necessário pensar o modelo de jogo no basquetebol português, de forma a disfarçar as fraquezas e potenciar os pontos mais fortes.
Vai jogar pelo segundo ano ao serviço do Galitos. Acredita que estão reunidas as condições para que a equipa possa fazer melhor esta temporada?
No ano passado, por esta altura, referi que o objetivo seria fazer melhor que no ano anterior. Penso que o mote este ano tem que ser o mesmo e, posto isto, penso que essa melhoria passa por uma ida ao playoff. Temos que ser mais regulares nesta época, e evitar períodos tão longos sem vencer. Conseguimos manter uma boa parte da equipa do ano passado, e isso pode ser um fator importante para o sucesso.
O facto de continuar a jogar basquetebol no Barreiro dá-lhe um especial prazer?
Claro que sim, o Barreiro é e será sempre a minha cidade. Estou num clube onde tenho sido muito bem tratado, e isso é algo que me satisfaz. Espero que o Galitos se continue a afirmar na LPB e que o Barreiro, enquanto cidade, mantenha o seu lugar de destaque no panorama do basquetebol nacional.
O grupo de trabalho vai ter mais opções e mais qualidade?
Acredito que sim. Apesar de termos perdido alguns jogadores importantes (António Tavares, Zé Pedro e Denis), conseguimos acrescentar um jogador muito experiente e que nos vai dar intensidade, capacidade defensiva e liderança, que é o Ekjersey Viana. Vamos contar também com mais dois jovens, Carlos Dias e André Palma, que nos vão certamente ajudar. O Bryan Clark tem-se adaptado bem e julgo que será um bom elemento. Com a inclusão dos jogadores estrangeiros que faltam, considero que teremos um plantel equilibrado e ambicioso.
Na última temporada ficaram muito próximos de atingir o playoff. Na sua opinião, o que falhou, e terá de ser corrigido durante esta temporada?
Como referi anteriormente, temos que ser mais regulares. Uma equipa que quer atingir o playoff, tem que reagir rapidamente aos resultados negativos, e no ano passado passámos muitos jogos sem vencer. Temos que ser "mais equipa" nesse aspeto. Quanto ao resto, temos que ser aquilo que as boas equipas são: Solidárias e com um forte espírito de grupo. Uma equipa muito intensa, que ataca bem e defende melhor.
«Não nos afastamos da nossa dimensão»
A época está a ser encarada por etapas, ou seja, a permanência, o playoff e depois… logo se verá o que os minhotos poderão fazer. Não perca a entrevista com o treinador, nos detalhes desta notícia.
O facto de todos os anos ter de partir quase do zero retira capacidade competitiva à equipa do Barcelos?
O Basquete Clube de Barcelos tem mantido no seu plantel um número significativo de atletas que nos tem permitido um espírito de corpo consistente. No jogo exterior há apenas um jogador novo. Efetivamente, nesta época, teremos três jogadores novos nas posições interiores mas temos expectativas muito positivas relativamente à competitividade da equipa.
A falta de uma base de recrutamento é um problema que complica ainda mais um clube com as caraterísticas do Barcelos?
Como acima refiro, a continuidade de sete atletas da época transata dá-nos garantias quanto à manutenção da nossa filosofia de jogo. Contudo, temos muitas dificuldades em recrutar atletas portugueses de superior qualidade uma vez que nos encontramos algo distantes dos principais centros de formação de jogadores.
Voltou a apostar em jogadores sérvios para ocupar as vagas dos jogadores estrangeiros. Opção meramente técnica ou existiram outros fatores?
O nosso recrutamento tem apostado em atletas oriundos dos países do leste da Europa mas apenas por coincidência, nesta época, dois são da Sérvia. A escolha geográfica tem razões: são europeus, muito disciplinados e com ambições de carreira profissional na modalidade.
O plantel está fechado? Ou tem ainda alguma posição que gostava que fosse reforçada?
Vamos contratar mais um jogador para as posições interiores. Neste momento estamos a analisar perfis e contamos ter uma decisão nos próximos dias. Tal como acima refiro, tudo faremos para que seja europeu e de leste mas não estão descartados jogadores de outras nacionalidades.
Se bem que ainda não tenha começado a trabalhar com os jogadores, logicamente que se informou sobre o seu potencial e qualidades enquanto jogadores de basquetebol. De que forma irá jogar o Barcelos esta temporada?
O Basquete Clube de Barcelos jogará da mesma forma que em anos anteriores. A escolha dos jogadores teve em conta os níveis de agressividade defensiva, a disponibilidade motora para o jogo em transição e a polivalência ofensiva. Desta forma, esperamos que os novos jogadores potenciem o que temos vindo a fazer nas últimas épocas.
Será um Barcelos a crescer sempre de rendimento até ao playoff?
Não nos afastamos da nossa dimensão. A humildade tem sido uma das nossas principais características e não nos temos dado mal com isso. Queremos garantir a manutenção, atingir o playoff e depois veremos o que podemos fazer. Não queremos pensar no passo nº2 sem antes dar o nº1. É um orgulho muito grande fazer parte da Liga Portuguesa de Basquetebol e queremos continuar a afirmá-lo nas próximas épocas.
“Este é um projeto aliciante!”
Em entrevista ao site do clube, o antigo jogador aborda o seu regresso à modalidade e o desafio de trabalhar com jovens.
Lee, obrigada, antes de mais, por esta entrevista. Comecemos por uma questão que provavelmente estará na cabeça de várias pessoas. Estás afastado do basquetebol há algum tempo… podemos saber porquê?
Sim, já lá vão uns anos… Isso deveu-se sobretudo ao acompanhamento que quis fazer dos meus dois filhos, ambos praticantes da modalidade. Como queria ir ver os jogos deles durante o fim de semana, o tempo depois não era muito para eu próprio treinar uma equipa. Digamos que este período serviu para passar mais tempo com a família e consolidar a minha atividade profissional na área da saúde e bem-estar, nomeadamente tudo o que diz respeito a serviços de spa (massagens, exfoliações, etc.). Agora que um dos meus filhos está em Vila Real, no Basket Clube, e o outro está nos Estados Unidos, os meus fins de semana passaram a estar mais livres. Como tenho mais tempo, irei aproveitá-lo para trabalhar com jogadores jovens.
E por que motivo aceitaste o convite do Beira-Mar?
Aceitei este desafio, porque o projeto é aliciante e a secção tem aqui um grupo de atletas que penso que pode dar frutos futuramente. E o Rui Pedro Nazário tem um empenho enorme, o que também motiva. A verdade é que muitas pessoas pensam que as coisas caem do céu, mas esquecem-se que há muito trabalho de base por trás disso. E quando há uma boa base, as coisas têm pés para andar. Estou aqui para ajudar, para fazer o melhor possível pelo clube. É verdade que tenho estado afastado, mas penso que conhecimento sobre o jogo de basquetebol tenho e isso pode ser transmitido a estes jovens. Por outro lado, também já tinha treinado durante 8, 9 anos antes desta paragem, por isso treinar não é propriamente uma experiência nova para mim. É apenas uma questão de voltar a habituar-me.
Quais as tuas expectativas para esta época que agora começa?
Tendo em conta que somos uma equipa B, o nosso objetivo principal passará por preparar os atletas o melhor possível para a próxima época. O mais importante, na minha opinião, não é quantos jogos vamos conseguir ganhar… Queremos prepará-los sobretudo para o passo seguinte, que será a equipa sub16A e, posteriormente, sub18, etc. Por isso, a ideia é trabalhar muito a todos os níveis: técnico, tático e físico. Coordenação, ressaltos… Irei insistir particularmente na defesa: enquanto atleta, adorava defender, e quero passar-lhes bases muito sólidas nessa vertente do jogo.
Podemos dizer que essa será uma das imagens de marca da equipa? A defesa?
Sem dúvida. A defesa ganha jogos, como todos sabemos. A defesa… e a eficácia da linha de lance-livre! Por isso, vamos trabalhar bastante esses dois aspetos. Apesar do pouco tempo que temos de treino, já deu para perceber que temos um grupo de atletas bom, motivado. E para aqueles que precisarem de ajuda com as aulas de Inglês na escola, já combinámos encontrar-nos, talvez uma hora antes do treino, para que eu possa dar-lhes algum apoio a esse nível. Penso que pode ser um bom incentivo para eles, não apenas para o trabalho que fazem no clube, mas também na escola, que tem de ser o mais importante nestas idades. Não garanto que vá resultar a 100%, mas vamos tentar! Um passo de cada vez…
Como te caracterizarias enquanto treinador?
Sinto que sou um treinador que compreende os jovens e tem alguma facilidade em estabelecer uma ligação com eles. Na minha opinião, isso pode ser uma vantagem. E quando vejo um miúdo a jogar, acho que consigo perceber se ele irá chegar longe ou não. Pelo que já vi neste pouco tempo no Beira-Mar, há aqui atletas que se permanecerem no clube, sobretudo quando chegar a altura de irem para a universidade, serão a base de uma equipa sénior forte. Têm potencial, são como um diamante em bruto: e o nosso trabalho, enquanto treinadores, é polir esses diamantes, para que deem frutos e dignifiquem as cores dos seus clubes. Mudando de assunto, e agora que estou a retomar o contacto com o basquetebol, reparei que algumas regras mudaram…
Sim, é verdade. Haverá por exemplo novas regras esta época relativamente aos 24 segundos…
Pois, já fui informado… Tenho de recomeçar devagar, consultar regulamentos, manuais… Passo a passo… 8 anos afastado é muito tempo! Vi bastantes jogos durante esse período, mas eram das equipas onde jogavam os meus filhos, o que é muito diferente. Acabava por me concentrar mais nas prestações deles, por isso… Lá está, tenho de fazer uma espécie de reciclagem, mas agora com o dia-a-dia dos treinos, as coisas vão ser mais fáceis.
E como está a correr a aventura de um dos teus filhos nos Estados Unidos?
O Gonçalo tem 20 anos e está a dar-se bastante bem lá. Está na Northwood University, na Florida. Está no segundo ano da faculdade e o objetivo dele este ano é entrar na equipa principal… Eles gostam muito dele, mas acham-no um pouco franzino. Disseram-lhe que tinha de ganhar 5 quilos durante o Verão e ele fez por isso. Veremos como correm as coisas… Entretanto, a pausa para as férias de Natal será de 8 de dezembro até à primeira semana de janeiro, por isso nessa altura ele virá fazer uns treinos aqui ao Beira-Mar, para manter a forma e motivar os miúdos.
Nunca jogaste pelo Beira-Mar, mas jogaste aqui no Alboi muitas vezes. Como era o ambiente aqui para os jogadores adversários?
Quando cheguei a Portugal, em 1986, fui para o Porto e nessa altura o Beira-Mar estava na 1.ª divisão, com uma excelente equipa. Éramos, de certa forma, rivais. Houve jogos muito bons neste pavilhão, com o Purvis Miller, o Henry… O Alboi foi provavelmente um dos pavilhões onde marquei mais pontos. Houve um jogo em que cheguei aos 44 ou 46, se não estou em erro… Excelentes recordações! Esses tempos é que eram… O basquetebol mudou muito nos últimos anos, tornou-se mais metódico… parece que os jogadores já não se divertem tanto. Quando jogava, via sempre os pavilhões cheios. No Porto, tínhamos sempre muita gente a ver os jogos. Em Ovar ainda era mais impressionante, porque o pavilhão era pequeno e a cidade vivia o basquetebol. Agora as coisas são diferentes: os pavilhões estão vazios, as pessoas já não conhecem os jogadores, há poucos atletas da formação dos próprios clubes nas equipas seniores. Nos últimos anos, como referi, vi apenas os jogos dos meus filhos, mas agora vou recomeçar. Vai ser bom. Penso que este desafio surge num momento em que o basquetebol poderá precisar do meu contributo e… vamos ver se consigo ajudar o Beira-Mar a consolidar este projeto de formação. Isso seria excelente!
«Não vão arrepender-se»
O clube está a apostar numa equipa de jovens valores, medida que é amplamente elogiada pelo internacional português. Não perca a entrevista, nos detalhes desta notícia.
Que balanço faz da participação de Portugal no último Europeu de Sub 20?
Foi positivo. Pelo segundo ano consecutivo estivemos até a ultima a discutir a passagem às meias-finais e, consequentemente, a discussão pela subida de divisão. Bastava-nos uma vitória mas não conseguimos. Compete-nos trabalhar mais para atingir este "quase" em futuras competições. Ganhámos a seleções fortíssimas e apenas perdemos com equipas de um elevadíssimo nível, com grandes jogadores. Este Europeu tinha equipas tão fortes, que muitos jogadores são já referências europeias e jogam já nas competições seniores em ligas de grande nível. Inclusive, muitos deles tornaram-se peças chaves das seleções seniores do seu país na recente fase de qualificação para o Eurobasket, mas nós conseguimos ser competitivos em todos os jogos e demos uma excelente imagem.
Penso que ao competirmos de igual para igual contra equipas e jogadores de grande nível, demonstrou-se mais uma vez que temos bons jovens jogadores para serem lançados.
Ao nível individual a competição correu muito bem?
Sim, não posso esconder que fiquei contente com a minha prestação no Europeu. Dos 6 que já disputei, penso que este foi o que estive em melhor nível. Julgo que fui um jogador importante para a equipa e, acima de tudo, útil para Portugal. Isso deixa-me feliz.
O que o levou a aceitar a proposta do Sampaense?
Foi uma proposta aliciante em termos desportivos. É das poucas equipas hoje em dia em Portugal que trabalha profissionalmente. É um bom clube para trabalhar duro e evoluir, em que somos muito bem acolhidos em todos os aspetos. Há que dar mérito às pessoas que conseguem manter o Sampaense a este nível profissional e a dar as condições que dá.
Penso que estão a ir pelo caminho certo ao entrarem num projeto de aposta em jovens jogadores, que decerto não vão arrepender-se.
O facto de o projeto envolver muitos internacionais portugueses das seleções mais jovens faz com o desafio seja ainda mais aliciante?
Sim, tal como já referi, é um projeto aliciante em que a grande aposta é nos jovens e na sua evolução. Mais clubes deveriam ir por este caminho. O facto de já conhecer parte dos jogadores desta equipa facilita as coisas. Estamos aqui para trabalhar todos os dias, dar o máximo sempre para poder evoluir e ajudar o clube.
Não tem dúvidas que, apesar da juventude, estarão prontos para competir ao mais alto nível?
Aqui vamos trabalhar todos os dias, vamos trabalhar para sermos competitivos e vamos conseguir adquirir essa competitividade.
Nesta altura já deixámos de ser jovens ou "promessas", chegou a altura de os jovens se afirmarem e só com oportunidades e condições como estas que o Sampaense dá é possível.
Dos contactos que já teve com o seu novo treinador, o que poderá dizer sobre a equipa do Sampaense que competirá esta temporada na LPB?
Vamos trabalhar para sermos uma boa equipa, jogando jogo a jogo, dando o máximo todas as semanas todos os dias e em todos os jogos. Somos uma equipa com potencial e compete-nos aproveitar isso.
Faleceu José Valente
O corpo estará amanhã 3ª Feira dia 9 a partir das 10h30 na capela da Igreja de Stª Maria. O funeral saírá na 4ª feira dia 10 pelas 10h para o Crematório da Quinta do Conde onde se dará a cremação pelas 11h.
A toda a Família e Amigos mais próximos, a FPB endereça os mais sentidos votos de condolências.
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A equipa para a Proliga
Da época anterior transitam os atletas, José Costa, Marco Gonçalves, Pedro Marques, Alexandre Nuno (capitão), Nuno Pereira, João Miguel Martins e Josimar Vieira. Já os novos jogadores são Bruno Costa (ex-Académica), Garcia Destino (ex-Olivais Sub-20) e André Martelo (ex- CAD Coimbra). Mas o treinador João Pedro Gonçalves vai contar igualmente com jogadores da formação do Ginásio: Bernardo Neves, Nuno Bonfim, Micael Oliveira (Sub18 de 2013-14 que passaram a seniores e na época anterior tinham acompanhado a equipa principal); também os atletas Sub-18, André Silva e Gonçalo Barbosa, atletas que vão treinar com equipa sénior.
MÉDICO: Dr. Pedro Santos;
FISIOTERAPEUTA: Daniel Monteiro;
Como se pode verificar, é uma equipa com uma grande maioria de jogadores formados no Ginásio, esperando o clube que proporcionem um Campeonato tranquilo.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

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