Artigos da Federaçãooo
Semana produtiva
Foram 10 treinos, um total de 25 horas de trabalho de campo, que deixaram a equipa técnica nacional bastante satisfeita.
Mais uma vez a equipa deparou-se com excelentes condições de alojamento, alimentação e treino no Caramulo, conforme conta Mário Gomes, adjunto de Mário Palma. "Queremos desde já agradecer à FPB e à sua Direção, pois temos perfeita noção do esforço que tal implica na atual conjuntura".
Nesta primeira concentração, destaca-se a "elevada qualidade de treino, só possível porque todos os jogadores têm dado o seu melhor e treinado com grande concentração e intensidade", refere o técnico, elogiando o "exemplar profissionalismo de todo o staff" que acompanha a equipa.
O "espírito de grupo entre todos os membros da Seleção" é muito bom, proporcionando um clima de trabalho muito positivo, o que é essencial.
Ao todo a equipa realizou 10 treinos, com um volume total de cerca de 25 horas de trabalho "de campo", além de algumas reuniões, necessárias nesta fase "de arranque". "Foi uma semana muito produtiva, ao longo da qual foi possível estabelecer os princípios e conceitos fundamentais, com base nos quais pretendemos que a equipa jogue colectivamente, tanto na defesa como no ataque."
O único aspeto negativo foi a lesão do Miguel Queiroz (fratura de um dedo) que, no entanto, se prevê ser recuperável em tempo útil. "O Miguel irá continuar connosco", afiança Mário Gomes.
Após o treino de sábado de manhã, iniciou-se uma breve folga, reiniciando-se o estágio no domingo à noite, de novo no Caramulo, onde a Seleção cumprirá as próximas duas semanas de preparação.
Portugal Sub-20 justo vencedor com 3º quarto demolidor (13-2)
Na final disputada ontem ao final da tarde, no Pavilhão Desportivo dos Lombos, as Sub-20 lusas foram mais fortes, rectificando o desaire verificado no jogo extra-torneio, realizado na 6ª feira.
A vitória de Portugal (55-37) ficou praticamente definida após o descanso (21-19), quando as comandadas de Eugénio Rodrigues com um 3º período demolidor (13-2), reduziram o ataque nórdico a apenas 2 pontos. Para isso contribuiu a defesa agressiva das nossas representantes, que proporcionou uma série de roubos de bola e o consequente aumento do número de erros por parte das adversárias.
Entrando no último quarto (21-16) com 13 pontos de vantagem (34-21), o seleccionado luso soube gerir o pecúlio amealhado, pese a reacção da Suécia que reduziu o prejuízo para 9 (42-33), no minuto 35, após 2 triplos praticamente consecutivos de Ilic e Claesson e uma jogada de 2+1 da possante Paulina Hersler (42-34). Isto obrigou o seleccionador luso a parar o cronómetro, fazendo entrar de uma assentada a base Joana Soeiro, Joana Canastra e a poste Maria Kostourkova, mantendo-se Laura Ferreira e Chelsea Guimarães. Com resultados positivos, pois Portugal respondeu com um parcial de 8-0. Uma entrada decidida de Soeiro (44-34), um duplo numa suspensão de Chelsea (46-34) e um triplo de Canastra (49-34), num espaço de minuto e meio, a que se seguiu um lance livre de Josephine Filipe, que entretanto substituíra Laura, à entrada do minuto 39 (50-34) sentenciaram a partida. Já no minuto 40 foi a vez de Maria Kostourkova aumentar para 53-36, numa jogada de cesto e falta, para a 15 segundos da buzina Joana Soeiro selar o resultado (55-37), a coroar excelente actuação.
Destaque nas Sub-20 lusas para a prestação de Joana Soeiro, MVP da partida (21,5 de valorização) ao somar 18 pontos, 8/10 nos lançamentos de campo repartidos por 6/6 nos duplos e 2/4 nos triplos, 1 ressalto defensivo, 3 assistências, 2 roubos e duas faltas provocadas. Foi bem acompanhada por Inês Viana (10 pontos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência, 1 roubo e uma falta provocada com 2/2 nos lances livres), Maria Kostourkova (7 pontos, 3 ressaltos defensivos, uma assistência, 3 roubos e duas faltas provocadas com 1/1 nos lances livres) e Laura Ferreira (4 pontos, 5 ressaltos sendo 4 ofensivos, uma assistência, 1 roubo e duas faltas provocadas com 2/2 nos lances livres).
A vitória de Portugal Sub-20 assentou fundamentalmente no ganhar das tabelas (36-30 ressaltos), com realce para a tabela ofensiva (12-7) que proporcionaram 13 pontos em 2ºs lançamentos, na maior eficácia nos lançamentos de campo (40%-30%) quer nos duplos (46%-39%) quer nos triplos (21%-19%), no maior colectivismo (11-9 assistências), no menor número de erros cometidos (14-23 turnovers), no maior número de roubos (9-3) e ainda por ter provocado mais faltas (14-12), com melhor aproveitamento da linha de lance livre (73%-64%), curiosamente com as duas equipas a terem direito às mesmas 11 tentativas.
No encontro que definiu a 3ª e 4ª posições, Portugal Sub-18 bateu a congénere inglesa sem dificuldade. Ganhando vantagem logo no quarto inicial (22-12), após uma entrada muito decidida (8-0 à entrada do minuto 4) com o jogo interior a fazer mossa, as nossas representantes tiveram que suportar interessante reacção das inglesas no 2º período (18-16), sob a batuta de Georgia Gayle (2 triplos e 2 lances livres), a melhor anotadora das forasteiras no jogo. Bom desempenho de Mª Inês Santos que saltou do banco para marcar 2 triplos e um duplo em menos de 7 minutos, na sequência de uma boa selecção de lançamentos. Ao intervalo, Portugal mantinha-se na frente (40-28).
No 3º quarto (18-10) o seleccionado luso reentrou muito forte, chegando com facilidade a 50-28, após um parcial de 10-0, em pouco mais de 2 minutos, alternando o jogo interior (Emília Ferreira e Beatriz Jordão) com o tiro exterior (triplo de Francisca Meinedo). Depois abrandou o ritmo, aproveitando as adversárias para reduzirem o prejuízo de 25 pontos (54-29) para 16 (54-38), ao conseguirem um parcial de 0-9. Foram mais de 6 minutos com as comandadas de Kostourkova a não acertarem com o cesto, até que já no minuto 30, a mão quente de Mª Inês voltou a funcionar (3/3 nos triplos) ao fazer o 57-38 e Francisca Meinedo fixou o resultado da linha de lance livre (58-38), ao cabo de 30 minutos jogados.
No 4º período (22-13) o jogo arrastou-se até ao minuto 35 (64-46). Foi então que a base e capitã Susana Lopes, muito confiante e decidida, na sequência de rápidas circulações de bola, acertou 3 bombas no espaço de 2 minutos (67-46, 71-51 e 74-51). Nos derradeiros 3 minutos Portugal impunha um parcial de 13-0, com a poste Beatriz Jordão a selar o resultado (80-51), em cima da buzina, na sequência de uma jogada de laboratório, preparada por Mariyana Kostourkova quando pediu um desconto de tempo a escassos 2,6 segundos do termo do encontro.
Destaque nas Sub-18 de Portugal para ao desempenho de Beatriz Jordão, a nossa jogadora mais valiosa (20,0 de valorização), ao contabilizar 17 pontos, 8/10 nos duplos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência, 1 roubo e 3 faltas provocadas com 1/2 nos lances livres. Foi bem secundada por Emília Ferreira (12 pontos, 6 ressaltos sendo 4 ofensivos, 1 desarme de lançamento e 8 faltas provocadas, com 8/11 nos lances livres), Susana Lopes (11 pontos, 3/3 nos triplos, 3 assistências, 1 roubo e 4 faltas provocadas com 2 nos lances livres) e Mª Inês Santos (11 pontos, 4/5 nos lançamentos de campo repartidos por 1/2 nos duplos e 3/3 nos triplos, 1 ressalto defensivo, uma assistência, 1 roubo e uma falta provocada).
Resultados:
Fichas de jogo
Portugal Sub-18 (80) – Susana Lopes (11), Simone Costa (9), Maianca Umabano, Emília Ferreira (12) e Beatriz Jordão (17); Carolina Gonçalves (7), Francisca Meinedo (4), Sofia Almeida (7), Lizzany Brito (2), Mª Inês Santos (11), Sara Moreira e Catarina Rolo
Inglaterra Sub-18 (51) – Bethany Sarson, Georgia Gayle (17), Jessica Davies, Rachel Odumu (1) e Rebecca Taylor; Kyla Nelson, Rhianna Laing (5), Sadie Russel (2), Victoria Gray (12), Eleanor Jones (2), Millie Stevens (2) e Melanie George (10)
Portugal Sub-20 (55) – Inês Viana (10), Joana Canastra (3), Laura Ferreira (4), Nádia Fernandes (2) e Maria Kostourkova (7); Joana Soeiro (18), Chelsea Guimarães (4), Cesária Ucalam (2), Mafalda Guerreiro (2), Josephine Filipe (1), Inês Veiga e Joana Cortinhas (2)
Suécia Sub-20 (37) – Gabriella Hanson, Anita Ilic (8), Matilda Claesson (6),Veronika Mirkovic (2) e Paulina Hersler (14); Nathalie Linden (3), Jelena Jakovljevic (2), Oivia Lindgren , Senait Ghebremeskel (2), Erika Iderstal, Elin Johanssson e Frida Modig
Portugal Sub-20 e Suécia Sub-20
A organização deste evento teve o apoio da Câmara Municipal de Cascais no tocante ao apoio logístico (transporte das equipas que estão instaladas no Inatel de Oeiras, até ao pavilhão dos Lombos, para treinos e jogos), bem como do CRCQ Lombos que mais uma vez colaborou com a FPB para disponibilizar o recinto. Também uma palavra de agradecimento ao Sport Algés e Dafundo que possibilitou a realização dos jogos da 1ª jornada do torneio (sábado), no seu pavilhão, em vez dos Lombos (recinto ocupado com outro evento).
Resultados da 1ª jornada:
Portugal Sub20 75-40 Inglaterra Sub18
Portugal Sub18 68-74 Suécia Sub20
No 1º jogo da tarde depois de um quarto inicial equilibrado (26-24), Portugal sentenciou a partida com um 2º período demolidor (19-2), em que manietou por completo o ataque adversário. Cometendo poucos erros (4-20 turnovers ao intervalo), defendendo com muita agressividade (9-2 roubos) e alardeando uma boa eficácia de lançamento (53% nos duplos e 40% nos tiros de 3 pontos), as comandadas de Eugénio Rodrigues conseguiram uma vantagem confortável (45-26), quando soou a buzina para o descanso.
Destaque no seleccionado luso para a tarde inspiradíssima da atiradora Joana Canastra, MVP da partida (28,0 de valorização) ao somar 22 pontos, 7/7 nos lançamentos de campo repartidos por 3/3 nos duplos e 4/4 nos triplos, 2 ressa
Portugal desta vez não foi feliz
Vitórias de Portugal Sub-18 (70-60) e da Suécia Sub-20 (64-57)
No 1º encontro da noite, as Sub-18 de Portugal venceram com justiça a congénere de Inglaterra. Depois de um 1º quarto (22-8) em que a superioridade foi manifesta, as pupilas de Kostourkova fizeram um 2º período (10-25) muito abaixo das suas possibilidades, chegando ao intervalo em desvantagem (32-33).
No 3º quarto (22-15) as nossas representantes passaram a defender melhor, melhoraram a eficácia de lançamento nos duplos e não permitiram tantos ressaltos ofensivos às adversárias. No último período a vantagem lusa voltou a situar-se acima da dezena (60-48, no minuto 34) e depois Portugal soube gerir até final.
Destaque nas vencedoras para Beatriz Jordão, MVP da partida (20,5 de valorização), que fez um duplo-duplo (12 pontos, 11 ressaltos sendo 5 ofensivos, 3 assistências, 1 roubo, 2 desarmes de lançamento e duas faltas provocadas), logo seguida de Emília Ferreira (16 pontos, 4 ressaltos sendo metade ofensivos, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas com 2/5 nos lances livres). Foram bem acompanhadas por Carolina Gonçalves (17 pontos, 1 ressalto defensivo, 3 assistências, 3 roubos e duas faltas provocadas com 1/3nos lances livres).
Na selecção inglesa a mais valiosa (18,5 de valorização) foi a poste Eleanor Jones (8 pontos, 4/5 nos duplos, 8 ressaltos sendo metade ofensivos, duas assistências, 1 roubo e duas faltas provocadas). Foi bem secundada por Bethany Sarson (10 pontos, 2/5 nos triplos, 7 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência, 2 roubos, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas com 2/2 nos lances livres) e Victoria Gray (9 pontos, 2 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 5 faltas provocadas com 6/6 nos lances livres).
No jogo entre selecções de Sub-20, a Suécia (que é da Divisão A) foi mais forte, tendo apresentado um tiro exterior muito eficaz (terminou com 60%, resultantes de 12 triplos em 20 tentativas). Aliás o mote foi logo dado no 1º período (12-13), com 3 triplos convertidos nos primeiros 6 minutos, chegando ao intervalo na frente (28-31), com 7 triplos em 12 tentados (58%).
Na etapa complementar Portugal não conseguiu travar a entrada muito forte das suecas que fizeram um 3º período (6-18) muito bom, tendo chegado a ter 18 pontos à maior. No último quarto (23-15) as comandadas de Eugénio Rodrigues reagiram como lhes competia e conseguiram reduzir o prejuízo para os 7 pontos finais.
Nas vencedoras destaque para o acerto de Anita Ilic (12 pontos e 4/5 nos triplos), que foi a melhor marcadora da equipa. Foi bem acompanhada por Olivia Lindgren (9 pontos).
Na selecção portuguesa a mais produtiva foi a poste Maria Kostourkova (12 pontos), seguida de Laura Ferreira (9 pontos).
Resultados:
Portugal Sub18 70-60 Inglaterra Sub18
Portugal Sub20 57-64 Suécia Sub20
Fichas de jogo
Pavilhão Desportivo dos Lombos, em Carcavelos
Portugal Sub-18 (70) – Susana Lopes (2), Simone Costa (3), Maianca Umabano (9), Emília Ferreira (16) e Beatriz Jordão (12); Francisca Meinedo, Lizzany Brito (4), Carolina Gonçalves (17), Sofia Almeida (5), Sara Moreira e Catarina Rolo (2)
Inglaterra Sub-18 (60) – Bethany Sarson (10), Georgia Gayle (4), Jessica Davies (4), Rachel Odumu (3) e Rebecca Taylor (2); Eleanor Jones (8), Victoria Gray (9), Millie Stevens (1), Melanie George (6), Rhianna Laing (1), Kyla Nelson (6) e Sadie Russel (6)
Por períodos: 22-8, 10-25, 22-15, 16-12
Árbitros: Sérgio Silva e Daniel Oliveira
Portugal Sub-20 (57) – Inês Viana (9), Joana Soeiro (2), Laura Ferreira (9), Nádia Fernandes (2) e Maria Kostourkova (12); Chelsea Guimarães (4), Mafalda Guerreiro (4), Josephine Filipe (1), Joana Canastra (4), Cesária Ucalam (4), Inês Veiga e Joana Cortinhas (6)
Suécia Sub-20 (64) – Gabriella Hanson (6), Anita Ilic (12), Erika Iderstal (8), Paulina Hersler (6) e Veronika Mirkovic (7); Nathalie Linden (8), Olivia Lindgren (9), Jelena Jakovljevic (3), Senalt Ghebremeskel (5), Elin Johansson e Frida Modig
Por períodos: 12-13, 16-18, 6-18, 23-15
Árbitros: Samira Barrima e Paulo Martins
Empenho e dedicação
O grupo de 16 atletas tem realizado treinos bidiários com o objetivo de se preparar o melhor possível para a participação na competição que se avizinha.
De salientar a entrega e empenhamento dos atletas, bem como o seu comprometimento durante os treinos até agora realizados.
Depois de ter estagiado em Braga até Sábado de manhã, a Seleção voltará a concentrar-se Domingo à tarde, em Esposende, para continuar o trabalho até dia 5 de Julho.
Fica um agradecimento a todos quantos colaboraram e tudo fizeram para que o estágio decorresse nas melhores condições possíveis.
I campo de Arbitragem ANJB Verão 2014
Inserido num Torneio de fim de época, em que participam as Equipas de Sub 13 e Sub 16, Masculinos e Femininos do Rio Maior Basket e Alberta Meneres, contando com a experiência dos conceituados Árbitros Fernando Rocha e Luís Lopes.Será mais uma iniciativa da ANJB que proporcionará aos Juízes jovens participantes, um acompanhamento e um aperfeiçoamento da sua actividade, aliando a vertente prática à teórica.
Portugal vence Holanda
Entrando muito determinados no 3º período, o seleccionado nacional chegou à vantagem de 20 pontos a meio deste quarto. Mas uma excelente reação da Selecção Holandesa, recorrendo a alternâncias defensivas, e fruto do seu maior poderio físico, encurtou distancias, colocando o jogo a 9 pontos à entrada do ultimo quarto.No ultimo período, os jovens Portugueses souberam gerir a vantagem que tinham conseguido até então, vencendo o jogo com todo o mérito.No final do jogo, o Seleccionador Nacional André Martins estava satisfeito com o desempenho dos seus atletas. “O mais importante nestes jogos de preparação é fazer crescer a equipa, dando ritmo competitivo a todos os atletas, procurando corrigir e melhorar o trabalho que temos desenvolvido em treino.”André Martins referiu ainda ser importante melhorar no aspecto do ressalto defensivo e nos turnovers, De positivo referiu sobretudo o facto da equipa ter sofrido apenas 47 pontos, destacando o bom desempenho na defesa aos possantes jogadores interiores Holandeses.Esta sexta-feira as duas Selecções voltam a defrontar-se, desta vez às 22h, no Pavilhão da Universidade do Minho, em Braga, jogo a contar para o Torneio Internacional de Braga. Este Torneio, além da Selecção Portuguesa e Holandesa, terá a presença da Selecção da Áustria.
«Responsabilidade enorme»
Mário Fernandes acredita que este grupo tem “talento e motivação para assegurar a competitividade da Seleção.”
A retirada de alguns dos jogadores mais antigos na Seleção Nacional, fez com que o base Mário Fernandes fosse promovido a capitão da equipa portuguesa. Uma escolha que o atleta encara sem surpresa, já que considera como sendo a ordem natural dentro de uma hierarquia do grupo. “Com as sucessivas renovações que têm vindo a ser feitas no grupo, seria natural que mais cedo ou mais tarde eu viesse a ser capitão.”Sendo esta uma fase assumida de renovação da Seleção, o novo capitão tem consciência que é necessário transmitir qual significado de vestir a camisola da Seleção. “O meu objetivo é que os mais novos percebam o que compreende representar a Seleção Nacional. Nós representamos os jogadores portugueses, o basquetebol português e todo um País e isso é uma responsabilidade enorme.”Já muito se disse e escreveu que a Seleção vai ter que fazer “uma travessia no deserto”. No entanto, Mário Fernandes reconhece que existe talento neste grupo de trabalho, e qualidade que permitem com que a equipa se bata e mantenha a competitividade que sempre tem demonstrado. “As renovações têm de acontecer e não tenho dúvidas que esta nova geração de jogadores tem talento e motivação para assegurar a competitividade da nossa Seleção já nesta fase de qualificação.”A inexperiência dos mais jovens, aliada à falta de competição internacional, “é possível que façam” desta fase de qualificação um desafio ainda mais complicado.Como capitão, o jogador “gostaria que fossem defensivamente coesos e concentrados no ataque. Só assim poderemos lutar pelo apuramento.” Atributos indispensáveis para que Portugal possa discutir o resultado diante de seleções com outros argumentos e experiência internacional.
«Queremos o bilhete para a Divisão A»
O estágio foi “bem conseguido” e agora a equipa está a postos para participar num torneio de preparação.
Como está a decorrer a preparação da equipa?Já na reta final da preparação para este Europeu, pode dizer-se que no geral foi um estágio bem conseguido ainda que o número de treinos tenha sido reduzido e a época de exames tenha afetado bastante a dinâmica normal do trabalho da seleção.Depois dos jogos com a Holanda, quais são os principais aspetos a corrigir ou a melhorar?Claramente a eficácia e a falta de consistência entre períodos são aspetos a melhorar para um maior sucesso durante o campeonato. A defesa da bola foi também um dos aspetos em que fraquejámos e, consequentemente, as rotações defensivas ficaram aquém daquilo que somos capazes. Certamente que também há a retirar coisas positivas desses jogos. Destaca algum em particular?Acho que ainda muito abaixo do nível que a equipa consegue atingir, batemos de igual para igual com uma equipa tradicionalmente forte e com bilhete para a Divisão A, bilhete esse que pretendemos claramente adquirir também este ano. Senti também uma boa ligação entre nós no que tocou a criar situações de lançamento aberto. Este torneio internacional vai ser um bom teste antes da partida para o Europeu?Sem dúvida. Todos os jogos são bons testes e excelentes momentos para provar aquilo que podemos fazer daqui a uma semana na Bulgária. A qualidade dos adversários neste torneio aproxima-se da realidade com que se irão deparar no próximo Europeu?De certa maneira sim, o ano passado defrontei juntamente com as minhas colegas de 1995/1996 a equipa da Suécia que se apresentou com um leque de jogadoras fisicamente acima da média. Por sua vez, a Inglaterra costuma surpreender com a sua determinação e capacidade de superação na maioria dos jogos. Depois do que aconteceu no último Europeu, existe no grupo o desejo de vingar a injustiça a que Portugal foi sujeito, e regressar à Divisão A?Estamos perante uma geração que trouxe ao nosso país a ideia de sonhar e fazer acontecer. Como tal, a fome de Divisão A aumentou com a injustiça ocorrida o ano passado deixando uma seleção cheia de talento e potencial de fora da divisão de topo. Acredita que esta Seleção tem potencial para subir de Divisão? Quais julga serem os pontos fortes desta Seleção de Sub 20 Feminina?Sem dúvida. A meu ver, todas as seleções femininas têm mais que potencial para jogar entre as melhores seleções da Europa.Particularmente na minha equipa, há um grande equilíbrio interior-exterior. A defesa, principal caraterística portuguesa aos olhos de todos os que nos enfrentam, vai sem dúvida ser a nossa principal arma.
A chave do êxito passou pela defesa e pela exibição de Sofia Carolina
Com este triunfo Portugal terminou no 3º lugar do Grupo C, com duas vitórias em 6 jogos, relegando a Estónia para o último lugar.
Torneio Internacional em Braga
Os jogos terão lugar no Pavilhão da Universidade do Minho, em Braga, e têm os seguintes horários:Portugal – Holanda, dia 27/06 às 22.00;Holanda – Áustria, dia 28/06 às 18.00;Portugal – Áustria, dia 29/06 às 11.00;A Seleção Sub-20, que se encontra a estagiar em Braga desde o dia 9 de Junho, vai ainda realizar dois jogos de preparação extra torneio, com as seguintes datas e horários:Portugal – Holanda, dia 26/06 às 21.00;Portugal – Áustria, dia 03/07 às 17.00.Ambos os jogos terão lugar no Pavilhão da Universidade do Minho.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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