Artigos da Federaçãooo
«Objetivo é ganhar»
Mas o jogador sabe que “a deslocação a Ponte de Sor não vai ser fácil”, salientando que “cada jogo no playoff tem a sua história”…
Depois do triunfo no passado fim-de-semana acha que o Terceira Basket não vai deixar fugir a oportunidade de marcar presença na 2ª ronda do playoff?Penso que não. Estamos confiantes no nosso trabalho e sabemos bem o valor que temos como equipa, por isso não vai ser uma surpresa se passarmos para as meias finais do playoff. Mas, apesar de a equipa ser bastante jovem e pouco experiente, temos noção que deslocação a Ponte de Sor não vai ser fácil.Na sua opinião, que aspetos permitiram que o Terceira fosse capaz de bater pela primeira vez o Eléctrico esta temporada? Acima de tudo foi a nossa dedicação e o trabalho coletivo que temos desenvolvido. Acha que a equipa esta época está mais consistente e forte para vencer jogos fora de casa? Sem dúvida. Já provámos em vários jogos que somos uma equipa bastante consistente a jogar em qualquer campo. Óbvio que existem jogos menos bons, mas penso que nenhuma equipa é capaz de manter 100% de rendimento em todos os jogos.A equipa conseguiu estar bem no ataque. Acha que tal facto tem a ver com a motivação e níveis de confiança?Não só. Tem a ver com o trabalho nos treinos, o resto vem naturalmente. Este foi um dos nossos jogos que marcamos mais pontos que o habitual, conseguimos isso através do trabalho coletivo. De resto penso que todas as equipas estão motivadas e bastante confiantes no playoff. Razão pela qual as equipas teoricamente mais fracas muitas das vezes conseguem surpreender.Pensam tirar partido do facto de a pressão estar agora toda do lado do adversário?Não diria que vamos tirar partido, porque o Eléctrico é uma equipa bastante experiente e sabe lidar com a tal “pressão”. Cada jogo no playoff tem sua história, por isso vamos encarar o próximo da mesma forma que encaramos o primeiro. O objetivo é tentar resolver a série já neste segundo jogo?Sim. O nosso objetivo foi, e será sempre, ganhar. Estamos com vantagem na eliminatória e não vamos querer deixar fugir oportunidade de dar mais um passo no playoff.
2.º CONVÍVIO DE MINIBASQUETE CARLOS SILVÉRIO – LOBOS DA MALVEIRA
Sábado dia 12 Abril, entre as 9h30 e as 13h00, o Clube Hiper-Activo organiza o 2.º Convívio de Minibasquete Carlos Silvério – Lobos da Malveira.Através deste convívio pretendemos dinamizar o nosso Minibasquete, que uma vez mais cresceu em número de praticantes, e homenagear aquele que foi o principal responsável pela existência de Basquetebol na Malveira, o Sr. Carlos Silvério.Como tal, deixamos o convite para que apareçam e possam assistir a uma manhã de muito divertimento das nossas equipas de Mini 8 e Mini 10.Para além dos nossos lobinhos irão também participar as equipas de Mini 8 e Mini 10 do Paço de Arcos Basquetebol, Física de Torres Vedras, Sport Lisboa e Benfica e Sporting Clube de Portugal.
Torneio de Primavera
Estiveram presentes além das três equipas do CAD, as equipas do Sangalhos DC, do Anadia FC , do Olivais FC e do NDA Pombal.Pretendemos que este fosse um dia para jogar basquetebol mas também para promover o convívio entre atletas, pais, treinadores e dirigentes.Nesse sentido foi organizado além dos diversos jogos e circuitos técnicos entre as diferentes equipas e escalões um almoço partilhado e da parte da tarde foram promovidas diversas actividades aquáticas promovidas pela Fundação Beatriz Santos no Complexo Olímpico , onde os pais tiveram a oportunidade de acompanhar os Atletas.
Clube Basket ESBM
Para além de duas equipas da casa, estiveram presentes o Samapense e o Ginásio. A tarde começou com as fotos de equipa
Tendo em conta as especificidades deste escalão, optou-se por jogos de quatro periodos com a duração de oito minutos cada, realizadas em 3 campos transversais. Um outro motivo de interesse deste evento foi a presença ativa dos pais (e outros familiares). No final, ainda houve tempo para tradicional grito das equipas. Foi, sem dúvida, uma tarde muito bem passada, que recorda aquilo que o basquetebol (e o desporto) têm de melhor: o convívio entre todos os intervenientes. Neste caso, procurou-se também proporcionar momentos divertidos e motivadores aos mais jovens atletas dos clubes participantes, uma vez que se considera fundamental estes momentos de partilha e de “competição” naquilo que ela tem de mais salutar. A secção de basquetebol do Clube Basket 2011 –ESBM não pode deixar de agradecer aos vários familiares e amigos presentes no Pavilhão da Vila do Paião,onde fomos muito bem recebidos e acolhidos pelas pessoas responsaveis pelas instalações. O empenho e a motivação de todos os jovens atletas durante esta tarde mostrou que o futuro do basquetetebol está garantido!
Débora faz duplo-duplo
A equipa está na 3ª posição da Liga Feminina 2 de Espanha, atrás do Al-Qazares de Carla Nascimento, que também ganhou. Confira tudo, nos detalhes desta notícia.
O Rouen de Filipe da Silva subiu à 14ª posição na Pro B francesa (ainda longe dos lugares de playoff) após o triunfo, em casa, diante do Fos Ouest, por 70-62, na 38ª jornada da prova. O base foi titular, jogou 23 minutos, durante os quais somou 1 ressalto, 5 assistências e 1 roubo de bola.Na NM1, a divisão abaixo, igualmente em França, o Chartres não foi feliz na receção ao Mónaco. A equipa onde alinha Arnette Hallman perdeu, por 62-70, não obstante os 7 pontos, 4 ressaltos e 1 roubo de bola registados pelo português, em 18 minutos. A equipa vinha de duas vitórias e, após este desaire, caiu para o 13º lugar.Em Espanha, na LEB Prata, o Cambados é agora penúltimo depois de perder, em casa, frente ao Azpeitia, por 60-73, na 25ª ronda da competição. Rafael Wildner marcou 7 pontos e capturou 1 ressalto (em 16 minutos), números que não foram, porém, suficientes para impedir o triunfo.Nas senhoras, mais uma grande exibição de Débora Escórcio na Liga Feminina 2 de Espanha. O ADBA visitou o Café Barco (Larisse Lima não jogou) e venceu, por 69-45, com a portuguesa a cotar-se como uma das melhores jogadoras em campo. Marcou 14 pontos, capturou 13 ressaltos, distribuiu 3 assistências e fez 2 roubos de bola, em 34 minutos. O ADBA subiu à 3ª posição e o Café Barco caiu para 8º.Na mesma competição, o Al-Qazares de Carla Nascimento continua em grande; ganhou e manteve a 2ª posição. Este fim-de-semana recebeu o Aros Leon e venceu, por 66-48, com a portuguesa a contribuir com 6 ressaltos, 8 assistências e 2 roubos de bola, em 27 minutos. A equipa continua bem encaminhada para garantir a subida à Liga Feminina.
Sporting Clube Figueirense: “Basquetebol em miúdos”
João de Barros, os mini atletas da Associação Académica de Coimbra (AAC), da Associação de Solidariedade Social Columbófila Cantanhedense (ASSCC), do Ginásio Clube Figueirense (GCF) e do Olivais Futebol Clube (OFC). Durante duas horas e trinta minutos respirou-se basquetebol!
Este torneio, para além dos jogos entre as equipas, contou também com outras duas atividades: um concurso de lançamentos, conhecido entre os mais pequenos pelo Jogo do Elimina, e com um circuito técnico. Duarte Ferreira, da ASSCC, e Diana Matos, do OFC, foram os melhores lançadores deste torneio, cada um na sua categoria (masculino ou feminino). A mesma jogadora do OFC foi, também, a atleta com melhor drible e destreza, a par do José Almeida, da AAC, sendo eles os vencedores do circuito técnico de cada categoria.Resultado final do Torneio: 49! Quarenta e nove mini atletas que cumpriram a sua tarefa: divertiram-se a jogar basquetebol, orientados pelos seus treinadores. E, quando deixaram escapar um drible, deram um passo a mais ou mesmo um contacto mais agressivo, contaram com a ajuda das jovens árbitras.
Algés segue em alta
Os algesinos deram continuidade à sua boa campanha, já os madeirenses voltam a revelar alguma falta de consistência nas suas exibições. Muita coisa ainda para decidir na última ronda da fase regular, com nove equipas ainda a lutar pela melhor posição possível.
Os madeirense estiveram por cima no jogo até meio do 1º período (13-11), mas seria a equipa da casa a terminar da melhor forma o quarto inicial (24-18). Em dois minutos os visitantes davam a volta ao marcador (28-27), mas voltou a ser o Algés a finalizar o período de uma forma mais positiva (44-40). Os comandados de João Feitas mantiveram o resultado fechado até meio do 3º período, altura em que perdiam por 51-55, mas os últimos 5 minutos do quarto foram maus para a equipa madeirense. Vulneráveis às penetrações em drible, a recuperarem mal defensivamente, e a permitirem que o Algés jogasse confortável em meio campo, o CAB viu o adversário disparar para 68-53.Com um parcial de 8-0 logo a abrir o período, o CAB reaproximava-se no marcador (68-61), mas um triplo de Diogo Correia voltava a estabilizar a equipa de Algés. Os comandados de André Martins mostravam disciplina tática, mesmo para ultrapassar a defesa zona do CAB, embora só a dois minutos do final pudessem respirar de alivio. Os insulares chegaram aos seis pontos de diferença (68-74), se bem que durante 4 minutos apenas tenha conseguido fazer um ponto (83-69).O poste Francisco Jordão (20 pontos e 7 ressaltos) esteve muito bem no jogo interior do Algés, com o base António Pires (17 pontos, 8 assistências e 3 ressaltos) a destacar-se com as suas penetrações. Na equipa madeirense, Aaron Anderson (10 pontos, 16 ressaltos e 4 roubos de bola), foi o mais regular da equipa, e muito embora Ricky Franklin tenha registado 18 pontos e 9 assistências, o base americano esteve uns furos abaixo do que nos habituou, especialmente nos aspetos defensivos.
Madeirenses inspiradas
As madeirenses provaram, uma vez mais, que estão num grande momento de forma e a tarefa das conimbricenses complicou-se ainda mais com esta derrota.
O CAB entrou muito bem na partida, a apostar numa defesa agressiva. No ataque alternou transições ofensivas rápidas com ataques organizados e uma correta seleção de lançamentos. Tudo somado permitiu que as madeirenses se começassem a afastar no marcador, e ao intervalo, venciam por 43-27.O descanso fez bem à equipa da casa, que no regresso dos balneários, revelou-se muito mais determinada em dar a volta ao resultado. As conimbricenses melhoraram a sua eficácia ofensiva o que, associado a um melhor desempenho defensivo, permitiu que as conimbricenses anulassem parte da desvantagem trazida do 1º tempo.A aproximação pontual não fez tremer o CAB, que soube encontrar respostas para parar o bom momento do conjunto de Coimbra, que lutava com todas as suas forças para voltar a entrar na discussão do resultado.A atleta madeirense deu Maria João (26 pontos), MVP da partida, começou da melhor forma o playoff, tendo sido bem acompanhada por Schera Sampson, autora de 16 pontos.
Terceira e Ginásio em vantagem
Sorte diferente teve o Casino Ginásio que arrancou uma vitória a ferros na deslocação que efetuou até Lisboa para defrontar a equipa da Academia do Lumiar (69-68). Com este triunfo a passagem às meias-finais parece estar bem encaminhada para a formação da Figueira da Foz, se bem que a aguerrida equipa do Lumiar ainda tenha uma palavra a dizer na eliminatória.
Ainda que o Eléctrico tenha a possibilidade de disputar os dois próximos jogos em casa, a pressão está, fundamentalmente o que se segue, toda sobre a equipa melhor classificada da fase regular deste playoff. A formação da ilha Terceira na parte final da fase regular realizou quatro jogos consecutivos na condição de visitante, facto que lhe poderá ter ajudado a criar hábitos para enfrentar este tipo de situações mais adversas. O triunfo pela diferença mínima espelha bem as dificuldades criadas pela Academia do Lumiar frente ao Casino Ginásio, um equilíbrio já verificado entre estas duas equipas durante a fase regular, independentemente do pavilhão onde se defrontem. Naturalmente que o maior favoritismo está do lado do Ginásio, se bem que o conjunto que este ano se estreou no campeonato da Proliga já tenha dado provas que pode surpreender.
Barcelos regressa aos êxitos
A conjugação dos resultados nesta jornada dos adversários diretos na classificação beneficiou as duas equipas, já que mesmo perdendo, os açorianos mantiveram o 6º lugar.
Depois de cinco jornadas sem vencer, o Barcelos via-se obrigado a interromper o ciclo de três vitórias consecutivas da equipa insular. O jogo começou com as duas equipas a revelarem grande eficácia ofensiva, e depois de um 1º período favorável ao Barcelos (27-23), os minhotos aumentariam para quatro a vantagem ao intervalo (41-37).Mas seria no 3º período que os comandados de José Ricardo Neves resolveriam o encontro, fruto de uma melhor defesa que proporcionava situações de contra-ataque, bem como da pontaria afinada dos atiradores barcelenses. O Lusitânia desuniu-se nesse período, perdeu a sua coletividade ofensiva, e pagou caro esse desnorte coletivo. Os quinze pontos de vantagem (67-52) de que o Barcelos dispunha à entrada do último quarto davam-lhe uma almofada pontual confortável de gerir nos 10 minutos finais.O base Nuno Oliveira (16 pontos, 3 ressaltos, 2 roubos de bola e 4 assistências) desempenhou um papel muito ativo na fase em que a equipa fugiu no resultado, assim como Rui Coelho (18 pontos, 4 ressaltos, 4 assistências e 2 roubos de bola) com os seus triplos.Marcel Monplaisir (12 pontos, 18 ressaltos sendo que 10 foram ofensivos) voltou a dominar a luta das tabelas, o base açoriano James Smith (22 pontos, 4 ressaltos e assistências) foi o melhor marcador do encontro, com o seu compatriota Zane Campbell (20 pontos, 4 ressaltos e 2 desarmes de lançamento) a ficar muito próximo.
Sampaense vence fora
Mas do outro lado estava a formação de S. Paio de Gramaços, envolvida na luta por um lugar entre os 4 primeiros, facto que revela bem a qualidade da fase regular que tem vindo a realizar. A vitória acabaria por sorrir ao Sampaense (82-71), embora só nos últimos minutos os visitantes conseguiram segurar o triunfo
Nos primeiros 10 minutos, ligeiro ascendente da equipa visitante, chegou mesmo a dobrar a pontuação do seu adversário (14-7), mas nos instantes finais do período, o Maia Basket voltou a encostar o resultado, acabando o quarto a perder pela diferença mínima (14-15).Depois de várias alternâncias no marcador, foi novamente o Sampaense a adiantar-se no resultado, tendo chegado ao intervalo a vencer por 34-29.No recomeço do segundo tempo, a vantagem dos forasteiros continuou a dilatar-se, quase chegou à dezena de pontos (39-30), mas dois triplos de Pedro Tavares voltava a encurtar distâncias no marcador (40-43). O Sampaense respondia na mesma moeda, e igualmente com dois triplos volta a fugir (49-42). Os minutos finais foram bem mais equilibrados, e uma boa reação dos maiatos deixava tudo em aberto para o derradeiro quarto, já que o Sampaense apenas vencia pela diferença mínima (52-51).A meio do quarto a equipa da casa tinha dado a volta ao marcador (59-57), com um cesto de Nuno Marçal. Mas seriam os novamente os triplos do Sampaense a marcarem a diferença no encontro, que depois do empate a 59 pontos, e graças a mais dois triplos volta a abrir uma diferença, sendo agora de seis pontos (66-60).Nos instantes finais do jogo, os contra-ataques e o bom aproveitamento da linha de lance-livre por parte do Sampaense impediu que o Maia Basket conseguisse a tão desejada vitória.O norte-americano Chris Dowe (28 pontos, 10 ressaltos e 7 assistências) foi sempre um problema para a defesa do maiata (11 faltas provocadas), tendo sido igualmente importante nos momentos decisivos do encontro. A dupla composta por Hélder Carvalho (14 pontos, 8 ressaltos, 5 roubos de bola e 2 assistências) e Diogo Gonçalves (15 pontos e 2 assistências) contribuiu muito positivamente para mais um sucesso do Sampaense.O Maia Basket bem lutou por um resultado diferente, mas apesar dos esforços de Paulo Diamantino (17 pontos e 12 ressaltos), Pedro Tavares (17 pontos, 5 roubos de bola e 4 assistências), João Diamantino (12 pontos e 2 ressaltos) e Nuno Marçal (10 pontos, 8 ressaltos, 2 assistências e 2 roubos de bola) a equipa não alcançou a tão desejada vitória.
Vitória garante o 2º lugar
A formação de Oliveira de Azeméis está agora dependente de resultados de terceiros para perceber qual será o seu destino no final desta primeira fase da competição.
A defesa da Oliveirense, certamente para desespero de todo o grupo de trabalho, não funcionou durante os três primeiros períodos do jogo, e os 71 pontos sofridos comprometeram em definitivo o objetivo da formação de Oliveira de Azeméis vencer este encontro.Ao intervalo, os comandados de Fernando Sá já venciam por quinze pontos de diferença, e os trinta pontos obtidos pela equipa vimaranense durante o 3º período praticamente sentenciaram o jogo (71-46). Os roubos de bola valiam contra-ataques, os triplos caiam, quando a bola não entrava os ressaltos ofensivos valiam segundos lançamentos. Foi o pior período da Oliveirense, que, ferida no seu orgulho, viria a despertar no derradeiro quarto, mas já era tarde para correr atrás do prejuízo.O capitão do Vitória, Paulo Cunha (13 pontos, 13 ressaltos e 3 desarmes de lançamento), foi preponderante nas áreas próximas do cesto, Pedro Pinto (10 pontos, 14 assistências e 3 ressaltos) foi o rei das assistências, e José Silva (21 pontos, 3 ressaltos, 2 assistências e 2 roubos de bola), a par de João Balseiro (21 pontos e 7 roubos de bola), foi o melhor marcador dos visitantes.Apesar de ter ganho a luta do ressalto (49-39), a menor eficácia da Oliveirense nos lançamentos de curta e média distância, bem como o elevado número de turnovers (19), complicou a tarefa da equipa da casa. O norte-americano James Blasczyk (13 pontos e 17 ressaltos) registou um duplo-duplo, tendo sido bem acompanhado por Renato Azevedo (14 pontos, 6 ressaltos e 4 assistências), João Soares (15 pontos, 8 ressaltos e 2 assistências) e João Reveles (13 pontos, 5 assistências e 3 ressaltos).
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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