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Sampaense vence fora

Mas do outro lado estava a formação de S. Paio de Gramaços, envolvida na luta por um lugar entre os 4 primeiros, facto que revela bem a qualidade da fase regular que tem vindo a realizar. A vitória acabaria por sorrir ao Sampaense (82-71), embora só nos últimos minutos os visitantes conseguiram segurar o triunfo

Nos primeiros 10 minutos, ligeiro ascendente da equipa visitante, chegou mesmo a dobrar a pontuação do seu adversário (14-7), mas nos instantes finais do período, o Maia Basket voltou a encostar o resultado, acabando o quarto a perder pela diferença mínima (14-15).Depois de várias alternâncias no marcador, foi novamente o Sampaense a adiantar-se no resultado, tendo chegado ao intervalo a vencer por 34-29.No recomeço do segundo tempo, a vantagem dos forasteiros continuou a dilatar-se, quase chegou à dezena de pontos (39-30), mas dois triplos de Pedro Tavares voltava a encurtar distâncias no marcador (40-43). O Sampaense respondia na mesma moeda, e igualmente com dois triplos volta a fugir (49-42). Os minutos finais foram bem mais equilibrados, e uma boa reação dos maiatos deixava tudo em aberto para o derradeiro quarto, já que o Sampaense apenas vencia pela diferença mínima (52-51).A meio do quarto a equipa da casa tinha dado a volta ao marcador (59-57), com um cesto de Nuno Marçal. Mas seriam os novamente os triplos do Sampaense a marcarem a diferença no encontro, que depois do empate a 59 pontos, e graças a mais dois triplos volta a abrir uma diferença, sendo agora de seis pontos (66-60).Nos instantes finais do jogo, os contra-ataques e o bom aproveitamento da linha de lance-livre por parte do Sampaense impediu que o Maia Basket conseguisse a tão desejada vitória.O norte-americano Chris Dowe (28 pontos, 10 ressaltos e 7 assistências) foi sempre um problema para a defesa do maiata (11 faltas provocadas), tendo sido igualmente importante nos momentos decisivos do encontro. A dupla composta por Hélder Carvalho (14 pontos, 8 ressaltos, 5 roubos de bola e 2 assistências) e Diogo Gonçalves (15 pontos e 2 assistências) contribuiu muito positivamente para mais um sucesso do Sampaense.O Maia Basket bem lutou por um resultado diferente, mas apesar dos esforços de Paulo Diamantino (17 pontos e 12 ressaltos), Pedro Tavares (17 pontos, 5 roubos de bola e 4 assistências), João Diamantino (12 pontos e 2 ressaltos) e Nuno Marçal (10 pontos, 8 ressaltos, 2 assistências e 2 roubos de bola) a equipa não alcançou a tão desejada vitória.


Vitória garante o 2º lugar

A formação de Oliveira de Azeméis está agora dependente de resultados de terceiros para perceber qual será o seu destino no final desta primeira fase da competição.

A defesa da Oliveirense, certamente para desespero de todo o grupo de trabalho, não funcionou durante os três primeiros períodos do jogo, e os 71 pontos sofridos comprometeram em definitivo o objetivo da formação de Oliveira de Azeméis vencer este encontro.Ao intervalo, os comandados de Fernando Sá já venciam por quinze pontos de diferença, e os trinta pontos obtidos pela equipa vimaranense durante o 3º período praticamente sentenciaram o jogo (71-46). Os roubos de bola valiam contra-ataques, os triplos caiam, quando a bola não entrava os ressaltos ofensivos valiam segundos lançamentos. Foi o pior período da Oliveirense, que, ferida no seu orgulho, viria a despertar no derradeiro quarto, mas já era tarde para correr atrás do prejuízo.O capitão do Vitória, Paulo Cunha (13 pontos, 13 ressaltos e 3 desarmes de lançamento), foi preponderante nas áreas próximas do cesto, Pedro Pinto (10 pontos, 14 assistências e 3 ressaltos) foi o rei das assistências, e José Silva (21 pontos, 3 ressaltos, 2 assistências e 2 roubos de bola), a par de João Balseiro (21 pontos e 7 roubos de bola), foi o melhor marcador dos visitantes.Apesar de ter ganho a luta do ressalto (49-39), a menor eficácia da Oliveirense nos lançamentos de curta e média distância, bem como o elevado número de turnovers (19), complicou a tarefa da equipa da casa. O norte-americano James Blasczyk (13 pontos e 17 ressaltos) registou um duplo-duplo, tendo sido bem acompanhado por Renato Azevedo (14 pontos, 6 ressaltos e 4 assistências), João Soares (15 pontos, 8 ressaltos e 2 assistências) e João Reveles (13 pontos, 5 assistências e 3 ressaltos).


Equilíbrio na Madeira

Embora com objetivos bem diferentes, o CAB necessitava igualmente de vencer, sob pena de continuar a perder posições na tabela classificativa, correndo o risco de perder vantagem na 1ª ronda do playoff. A vitória acabou por sorrir aos madeirenses (89-85), numa partida muito disputada, em que as duas equipas praticamente se equivaleram, tendo valido a serenidade e a eficácia ofensiva dos insulares nas últimas posses de bola do encontro.

Embora sem grande expressão, a primeira parte teve ligeiro ascendente do conjunto do Barreiro, que ao intervalo liderava por dois pontos de diferença (47-45), já venceu os dois períodos pela diferença mínima. A formação da margem sul revelava equilíbrio nas soluções ofensivas, já que alternava o jogo interior com os tiros de fora, capítulo em que esteve particularmente eficaz ao converter 7 dos 11 lançamentos que até então tinha tentado.No inicio do segundo tempo o CAB elevou a sua eficiência nos lançamentos triplos, bem como passou a ter um melhor aproveitamento da linha de lance-livre (4/11 na 1ª parte). Os comandados de João Freitas conseguiriam a reviravolta no marcador durante o 3º período (70-67), uma vantagem escassa mas que espelhava o quanto se lutava dentro do campo.Nada se alteraria nos últimos 10 minutos, com os dois conjuntos a mostrarem que queriam, e muito, vencer este encontro. Nos momentos decisivos, a equipa do CAB soube ser inteligente na forma como controlou a posse de bola, sabendo que o relógio jogava a seu favor.O base Ricky Franklin (25 pontos, 9 assistências e 3 ressaltos) ficou muito perto de um duplo-duplo, e voltou a ser o principal marcador de pontos do CAB. O poste Jorge Coelho (17 pontos e 6 ressaltos) deu sinais de estar a melhorar a sua forma desportiva, já Fábio Lima (14 pontos, 7 ressaltos e 2 roubos de bola) rubricou mais uma exibição muito positiva.Miguel Minhava (24 pontos, 7 assistências, 4 ressaltos e 2 roubos de bola) tudo fez para sair da Madeira com a equipa apurada para os playoffs, mas nem com as boas exibições de Kyle Robbins (9 pontos e 15 ressaltos), Daniel Machado (14 pontos, com a mão quente dos 3 pontos (4/5), e António Tavares (14 pontos, 2 assistências e 2 roubos de bola), isso foi possível.


Benfica continua a vencer

Os vareiros, ainda envolvidos na luta pelo playoff, deixaram fugir os benfiquistas nos últimos dois minutos do 3º período, e não mais foram capazes de correr atrás do prejuízo.

A equipa de Ovar vinha de um resultado positivo em S. Paio de Gramaços e, embora este jogo não fosse decisivo, um triunfo na Luz colocaria a equipa vareira numa situação muito mais confortável. Apesar do melhor inicio da equipa da casa (23-18), os comandados de Carlos Pinto não permitiram que o adversário fugisse no marcador até ao intervalo, conseguindo mesmo reaproximarem-se no resultado (39-37).O jogo manteve-se equilibrado durante os primeiros 8 minutos do segundo tempo (52-49), embora sempre com o Benfica a liderar por curtas vantagens. Mas um parcial de 9-1 fez com que o conjunto benfiquista disparasse no marcador até final do período (61-51).O arranque do derradeiro quarto tornava-se decisivo para as ambições da Ovarense, mas três triplos quase consecutivos por parte do Benfica, faziam subir diferença pontual (72-56). O jogo ficou praticamente resolvido, já que nos últimos sete minutos a vantagem benfiquista andou quase sempre na cada das duas dezenas.Tomás Barroso (6 assistências e 5 ressaltos), MVP do jogo com 25.5 de valorização, e João Betinho Gomes (7 ressaltos e 3 desarmes de lançamento), ambos com 21 pontos, foram os melhores marcadores do jogo, num encontro em que o norte-americano do Benfica, Seth Doliboa (13 pontos, 5 ressaltos e 2 roubos de bola), este quase perfeito a atirar ao cesto.O conjunto de Ovar, apesar de ter estado muito bem na luta das tabelas e no controlo da posse de bola, não foi tão eficiente no capitulo do lançamento, especialmente de três pontos. A dupla interior formada por, Miguel Miranda (12 pontos, 7 ressaltos, 4 assistências e 3 roubos de bola) e Sergi Brunet (13 pontos, 6 ressaltos e 2 roubos de bola), bateu-se muito bem nas áreas próximas do cesto.


Illiabum entra a ganhar

A superioridade demonstrada pela equipa liderada por Pedro Monteiro na luta das tabelas, bem como o seu desempenho defensivo, ditariam o vencedor deste primeiro jogo da eliminatória.

Seria quase impossível o Illiabum não vencer este encontro, pelo domínio exibido no capítulo do ressalto (55-22), nomeadamente na tabela ofensiva, já que conquistou 23 ressaltos ofensivos. Se a isto juntarmos as fracas percentagens de lançamento da equipa de Esgueira, mérito para a defesa do Illiabum, estão encontradas as razões pelas quais os ilhavenses se adiantaram na eliminatória.Isto apesar do ascendente dos visitantes só se ter feito sentir durante o 2º quarto, já que no final dos primeiros 10 minutos a equipa da casa apenas perdia por dois pontos de diferença (19-21). Os sete pontos conseguidos pelo Esgueira até ao descanso, permitiram que o Illiabum disparasse no marcador, tendo recolhido aos balneários a vencer por quinze pontos de diferença (41-26).Se no recomeço da etapa complementar a equipa visitada melhorou a sua eficácia ofensiva, razão pela qual encurtou distâncias durante o 3º período (45-52), seria a defesa ilhavense a voltar a destacar-se no último período. O Esgueira voltou a sentir enormes problemas para fazer pontos no ataque (6 pontos convertidos), condição essencial para quem quer recuperar de uma desvantagem pontual.O poste ilhavense, Mário Gonçalves (12 pontos e 13 ressaltos), foi MVP do jogo com 20.5 de valorização, já Jaime Silva, embora sem ter estado muito inspirado nos lançamentos de longa distância, foi, com 14 pontos, o melhor marcador do Illiabum. João Fernandes (8 pontos e 9 ressaltos) fez um jogo bastante completo e útil para os interesses da equipa.O base da equipa da casa, João Campos, foi melhor marcador do encontro com 15 pontos, seguido de perto por António Gaioso com menos um (14), mas seria Pedro valente (10 pontos, 4 roubos de bola e 3 ressaltos) o mais valioso da formação de Esgueira.


GDESSA em vantagem

A ronda passa agora para Vagos e as contas são muito fáceis de se fazer. As comandadas de João Janeiro deixaram de ter margem para erro e as escolares têm duas oportunidades para tentar fechar a série. Um grande duelo em perspetiva, tal como tem sido hábito nos últimos anos, sempre que estas duas equipas se cruzam.

O jogo de sábado à noite disputado no Barreiro colocava frente a frente o GDESSA e a AD Vagos, 3º e 6º classificados da fase regular da LFB. Esperava-se um jogo equilibrado, num pavilhão bastante composto, com o público Barreirense a aderir em massa e a criar um grande ambiente para o jogo.O GDESSA entrou por cima no jogo, a liderar sempre o marcador, embora sem nunca conseguir mais do que 6 pontos de vantagem. No final do 1º quarto, a equipa da casa vencia por quatro pontos de diferença (16-12).O 2º período desenrolou-se na mesma toada, a ESSA na frente, liderada por Laura Ferreira sempre em destaque, e do outro lado a resposta vinha na maioria das vezes da americana Korinne Campbell. O Vagos empatou o encontro já na parte final da 1ª parte, mas as escolares responderam com 2 triplos, o último dos quais da autoria de Lydia Bauer, a 2 segundos do intervalo, a levar as equipas para os balneários separadas por seis pontos (33-27).No 3º período, o GDESSA ainda conseguiu fazer subir a diferença pontual para a dezena de pontos, mas o Vagos continuou a colocar pressão nas visitadas, recusando-se sempre a entregar o jogo, tendo ido para o ultimo período com hipótese de disputar a vitória já que o jogo se mantinha em aberto, 47-42 favorável às escolares.E foi isso mesmo que aconteceu nos últimos 10 minutos do encontro. A meio do período as vaguenses empataram o jogo a 49 pontos, o GDESSA tremeu mas não caiu, conseguiu voltar à liderança e quando faltavam 3 minutos para o final ganhava por 4 pontos. Nos últimos 3 minutos, a impecável percentagem da linha de lance-livre das barreirenses (19 em 19 durante todo o jogo), fez o resto.Na ESSA, destaques individuais para a inevitável Laura Ferreira (22 pontos, 7 assistências, 7 faltas provocadas e 10 em 10 do lance-livre), MVP do jogo com 30 de valorização. A dupla de americanas fez 30 ressaltos (15 cada), sendo que Lydia Bauer ainda marcou 15 pontos e Stephanie Sension 10. Vera correia ainda somou 13 pontos, pese embora os 6 turnovers cometidos.Nas vaguenses, destaque para Korinne Campbell com 12 pontos e 10 ressaltos. Janea Fulcher marcou 9 pontos e capturou 10 ressaltos. Joana Jesus saltou do banco para concretizar 10 pontos.No próximo fim-de-semana estão marcados mais dois jogos, desta vez em Vagos, para decidir quem passa à próxima ronda.


Dragon Force vence na Luz

Prova disso mesmo foi a vitória dos portistas no Pav. Fidelidade (76-69), pelo que se colocou em vantagem na série. Os azuis e brancos passam a estar a uma vitória das meias-finais, dispondo agora de dois jogos em casa, um recinto ainda não foram batidos nesta competição.

Num encontro em que os azuis e brancos lideraram o marcador desde o inicio do jogo, a vantagem ao intervalo era de seis pontos para os visitantes (40-34). No recomeço da etapa complementar os dragões regressaram ao jogo decididos a não deixar que a equipa encarnada alimentasse esperanças de conseguir discutir a vitória. Os portistas disparam no marcador, para uma vantagem que o Benfica B, apesar de toda a determinação demonstrada, nunca mais conseguiu anular. Pedro Bastos e João Torrie, ambos com 10 pontos, foram os melhores marcadores da equipa do Dragon Force, num encontro em que a pontuação da equipa foi bastante repartida pelos jogadores portistas.


Quinta dos Lombos ganha vantagem

Quem também venceu fora de casa foi o União Sportiva (74-70), que viajou até à ilha Terceira, e bateu o Boa Viagem numa eliminatória que se previa muito equilibrada e disputada.

Isto é sempre como acaba, não há volta a dar. Não ter estofo para suportar a pressão nos momentos finais é, como se costuma dizer, entregar o ouro ao “bandido”. E entregá-lo de bandeja. Porque o Boa Viagem foi melhor durante 35 minutos, esteve na frente durante 35 minutos e foi competente durante 35 minutos. Mas isto é sempre como acaba… Verificou-se o mesmo de há uma semana, em S. Miguel. A derrota por 70-74 surge nos últimos cinco minutos.Claro que o playoff da Liga Feminina não acabou: faltam dois jogos, ou apenas um… Mas começa mal para o Boa Viagem, que perde o fator casa. Três partidas, três derrotas frente ao União Sportiva, esta com contornos que podem ser dramáticos para o futuro próximo. Mónica atiradoraDeméritos à parte, óbvio que há mérito do Sportiva. Trata-se de um clube açoriano, está a fazer pela vida e, para já, leva merecida vantagem. João Santos só utilizou cinco atlletas, mas não foi necessário Jhasmin Player quadruplicar os pontos. Houve coletivo e algumas unidades foram absolutamente decisivas. Jhasmin concretizou “apenas” 21 pontos, muito por culpa da impiedosa marcação de Jasmine Crew. Mas o seu lançamento, mesmo pressionado, é sublime. Já Sílvia Fortunato teve desempenho poderoso, ficando bem perto da valorização da melhor em campo.A norte-americana Lauren Gregory também apresenta números de vencedora, tal como Mónica Almeida, ela que foi determinante. Marcou dois triplos consecutivos a 4:51 minutos do fim, virando o resultado para 62-63. A música foi outra…O Melhor de TamaraIsto depois de o Boa Viagem mostrar alma imensa durante 35 minutos. Partida sempre em ritmo elevado, extremamente disputada e com lances de bom basket. Depois de descobrir a forma de furar a zona, as terceirenses dominaram. Eetisha Riddle foi firme nos ressaltos, especialmente nos defensivos, ela que viveu semana atribulada.Porém, é Tamara Milovac a grande figura da partida e a MVP com justiça. Realizou, talvez, o melhor jogo caseiro da temporada, prestação quase perfeita nos primeiros 20 minutos. Teve qualidade a lançar, mas também a rodar para o cesto, potenciando os 46-38 ao intervalo. O Boa Viagem tem melhor eficácia no interior e chegou a liderar nos triplos, mas Ana Silva concretizou apenas dois em 12. Crew atingiu os 18 pontos, mesmo focada na marcação a Player. Boa atuação, também, de Tatiana Milovac, ao passo que Célia Simões foi o único ponto de rotação. Coletivamente, 35 minutos excelentes. Sim, 35 minutos! Mas é como acaba e o último parcial é catastrófico.


«Não somos de mostrar fraquezas»

Nas vésperas do encontro, Edson Rosário, em entrevista ao Site Oficial do clube, reforçou a ideia de que a equipa continua a trabalhar da mesma forma, pelo que este jogo será uma boa oportunidade de provar isso mesmo. O grupo está a atravessar alguns problemas, mas nada que impeça, na opinião do jogador, a equipa de se apresentar com o mesmo caráter dentro de campo.

Naturalmente que o Galitos vai apostar tudo neste jogo, até porque se encontra num momento extremamente positivo. Mas isso não é surpresa para Edson Rosário, que destaca o espírito de luta revelado pela equipa do Barreiro nos últimos jogos. “O adversário está a atravessar uma boa forma atualmente, vindo de três vitórias consecutivas, e com um espírito competitivo cada vez mais forte.”O grupo de trabalho já está habituado a ter que se superar e a ultrapassar dificuldades que interferem na habitual preparação da equipa. Edson não tem dúvidas que este jogo será mais uma oportunidade para o grupo mostrar todo o seu profissionalismo. “Nós, como sempre, não somos de mostrar fraquezas em qualquer ocasião e o jogo que se avizinha é mais uma oportunidade de demonstrar a força da nossa equipa e o árduo trabalho que temos feito, apesar das inúmeras dificuldades com que nos deparamos.”Jogar na Madeira é sempre complicado para qualquer equipa, um cenário que Edson quer ver repetido no encontro do próximo sábado. “Esperamos, como sempre, o apoio do nosso público e que o adversário traga o melhor de si.”


Clinic “ANTB na estrada” – Lanheses, Viana do Castelo

Os preletores serão os Treinadores Carlos Gouveia – Treinador de Sub 14 masculinos do Illiabum Club -, Francisco Gradeço – Treinador de Seniores masculinos do Sangalhos Desporto Club – e Agostinho Pinto – Coordenador e Treinador de Sub 14 e Sub 16 feminino do Clube Propaganda de Natação. As intervenções incluídas nesta acção de formação prática estão subordinados ao tema principal “Contributos para o ensino do jogo nos escalões de formação”.Esta iniciativa da ANTB em parceria com a A. B. de Viana do Castelo e Basket Clube Limiense, tem o apoio da Escola Nacional de Basquetebol – FPB, do Instituto Português do Desporto e da Juventude, e a importante colaboração da Casa do Povo de Lanheses.Esta ação está incluída no Programa de Formação de Treinadores da Federação Portuguesa de Basquetebol e está homologada pelo IPDJ para creditação com 1 Unidade de Crédito (UC) de formação especifica, ao abrigo da Portaria n.º 326, do dia 1 de Novembro de 2013, que regulamenta a formação contínua para fim da revalidação do Título Profissional de Treinador de Desporto e que exige que os Treinadores participem no Programa Nacional de Formação de Treinadores, de forma a obter 10 UC em cinco anos.A ação é aberta a todos os Treinadores de Basquetebol, tendo o preço de inscrição de 5 Euros para os sócios da ANTB com a situação regularizada (quota de 2014 paga) e de 10 Euros para os restantes Treinadores. Inscrições até 3 de Abril, através do email: antbasquetebol@gmail.com, indicando nome completo, morada completa, BI/CC, NIF, email, número de sócio da ANTB, nº da CTD – Cédula de Treinador de Desporto / Titulo Profissional de Treinador de Desporto e nº da Licença FPB.O pagamento da inscrição poderá ser efetuado até àquela data por transferência bancária (NIB 0007 0396 0000 9470 0033 3), sendo obrigatória a entrega do respetivo comprovativo com indicação do nome, ou poderá ser efetuado no local.A inscrição antecipada simplificará e evitará demora na receção. Todos os dados solicitados são indispensáveis para o processo de atribuição de créditos e emissão do correspondente certificado de participação. Os Sócios que pretendam regularizar a sua situação e os Treinadores que pretendam aderir à ANTB deverão fazê-lo previamente de acordo com as instruções que constam do sítio www.antb.pt, ou podem fazê-lo no local, efetuando o pagamento da quota de 2014 (40,00 Euros). Em ambos os casos beneficiam dos descontos na inscrição nesta ação e nas iniciativas e produtos da ANTB em 2014. Programa do Clinic “ANTB na estrada” – 5 de Abril de 2014. em Lanheses, Viana do Castelo – Pavilhão da Casa do Povo de Lanheses, 9h: Receção9h30: Carlos Gouveia – “Progressão na Introdução de Conteúdos em Sub-14 e Sub-16, Ataque e Defesa” 11h15: Francisco Gradeço – “Os Fundamentos e a Construção da Defesa HxH nos escalões de formação” 13h00: Almoço14h30: Agostinho Pinto – “Ataque em equipas formação para potenciar o desenvolvimento técnico-táctico dos jogadores”


«Necessitamos de uma vitória»

E para tal é fundamental ganhar ao Lusitânia, até porque há cinco jornadas a equipa não conhece o sabor do triunfo…

A equipa de Barcelos não vence há cinco jornadas, pelo que viu complicado o seu apuramento para o playoff da LPB. Esse será o cenário mais positivo para a formação minhota, se bem que o técnico José Ricardo Rodrigues alerte para outros perigos. “O jogo com o Lusitânia tem enorme importância para nós pelas seguintes razões:1 – A manutenção na Liga Portuguesa de Basquetebol não está garantida e necessitamos de uma vitória para a conquistar.2 – Vimos de uma série de resultados menos positivos e temos consciência da importância de invertermos este ciclo nas duas jornadas finais da fase regular.”O conjunto minhoto tem-se batido muito bem em todos os jogos, apenas cedendo na parte final dos mesmos. Um problema já identificado pelo treinador, e que espera poder resolver e inverter nestes dois últimos jogos da fase regular. “A nossa equipa tem conseguido levar a decisão dos encontros para o 4º período mas os nossos adversários têm mostrado maior consistência nesta altura do jogo. Há que lhes atribuir o mérito desse comportamento e perceber o que temos de fazer para alterar esta tendência.”O bom momento que a equipa açoriana atravessa não passa despercebido a José Ricardo, cabe agora ao treinador barcelense definir a estratégia para limitar o sucesso do adversário e, simultaneamente, regressar às vitórias. “O Lusitânia tem vindo a fazer um final de campeonato com resultados muito positivos. Cabe-nos perceber os seus pontos fortes e criar-lhes as dificuldades necessárias para a conquista do nosso objetivo – vencer o jogo.”


«As coisas têm corrido bem»

Depois de uma sequência de bons desempenhos, conseguiu reentrar na luta pelo playoff e não pretende “morrer na praia”. O encontro na Madeira, com o CAB, não se afigura fácil, mas o jogador garante que no seio do Galitos prolifera a confiança. E dá a receita para o triunfo: Continuar com a espírito da equipa, como tem acontecido nestes últimos jogos!”

A equipa do Galitos estará, muito provavelmente, a atravessar o melhor momento da época, algo que Danilson Vieira quer prolongar no jogo do próximo fim-de-semana. “A equipa começou muito bem a época, só que depois houve uma grande quebra, e agora, desde a Taça de Portugal, voltou a ganhar confiança e as coisas têm corrido bem. Espero que assim continue para o jogo na Madeira!”Depois de uma fase em que o playoff dava a sensação de estar longe, a equipa do Barreiro, com uma sequência de bons resultados, voltou a reentrar na discussão por esse objetivo. A um jogo do final da sua participação na fase regular, o atleta sente que caso não se apurem será “morrer na praia”. “Se não chegarmos ao playoff vamos ficar com a desilusão de que podíamos ter feito melhor. Isto porque, temos equipa para estar no playoff!”O grupo está preparado para enfrentar o jogo da Madeira, apesar de toda a carga emocional e pressão que o envolve. O adversário é forte, mas Danilson está confiante que o grupo irá dar uma boa resposta. “Neste altura todos nós estamos prontos para ir à Madeira fazer um bom jogo, sabendo que já não temos margem de erro! Também não temos dúvidas que vamos defrontar uma grande equipa.”O CAB perdeu os seus últimos três jogos a contar para o campeonato, mas independentemente desse registo menos positivo, o atleta prefere focar-se na determinação que reina dentro do grupo. Embora reconheça que o adversário tem um potencial muito grande. “O CAB tem uma grande equipa com muitos bons jogadores, três bons americanos, e um conjuntos de portugueses com qualidade. Nós vamos jogar para ganhar, porque só a vitória nos interessa neste momento.”O atleta da formação do Barreiro não tem dúvidas o que deverá ser mantido neste jogo e que tem permitido bons resultados nesta reta final da fase regular. “Continuar com a espírito da equipa, como tem acontecido nestes últimos jogos!”


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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