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Boa Viagem volta a vencer

Um fim-de-semana nada proveitoso para o conjunto de Sintra, já que se saldou por dois desaires na deslocação que efetuou até aos Açores. Quem também reagiu bem à derrota averbada no sábado foi o conjunto do Olivais, que em Lousada bateu a equipa da casa, por 53-39.


Lombos com jornada positiva

Dois triunfos em campos complicados, mas que valem a liderança isolada à equipa comandada pelo técnico José Leite.

No inicio do jogo a Quinta dos Lombos sentiu dificuldades, após um começo muito forte do Sportiva que terminou na frente o 1 período (24-17). Acertos feitos nos aspetos defensivos (8 pontos sofridos), e a equipa de Carcavelos foi encurtando distâncias, passou para o comando, tendo mesmo construído uma vantagem de 10 pontos até final da 1ª parte (42-32). Na etapa complementar, mesmo com oscilações no seu rendimento, a o conjunto de Carcavelos manteve-se sempre na frente do resultado. Foi na defesa sólida e atitude competitiva que os Lombos encontraram os seus pontos forte, como forma de manterem o seu ascendente ao longo de toda a 2ª parte.A norte-americana Shenneika Smith (18 pontos, 7 ressaltos, 4 assistências e 3 roubos de bola) foi a MVP do jogo com 21.5 de valorização, seguida de muito perto por Mery Andrade (12 pontos, 7 ressaltos, 6 roubos de bola e 4 assistências) na equipa da Quinta dos Lombos.Como é hábito, Jhasmin Player (25 pontos, 5 ressaltos e 3 roubos de bola) foi a principal referencia ofensiva da equipa açoriana, tendo sido bem secundada pela sua compatriota Lauren Gregory (12 pontos, 6 ressaltos e 2 desarmes de lançamento).


Dez minutos decisivos

A formação de S. Paio de Gramaços liderava a o jogo à entrada do derradeiro período (60-57), mas os últimos 10 minutos foram dominados pela equipa de Oliveira de Azeméis.

O conjunto liderado por Rui Alves já tinha manifestado que tinha como objetivo para este jogo voltar aos resultados positivos, algo que parecia ganhar forma no final do 1º período (19-15). Mas do outro lado estava uma equipa moralizada, que vinha de duas vitórias consecutivas, bem patente na forma como conseguiu dar a volta ao marcador até ao intervalo (36-31).No inicio do segundo tempo os ataques superiorizaram-se às defesas, com as duas equipas a conseguirem pontuações mais elevadas, ainda que se tenha registado um equilíbrio. O final do 3º período chegava, com os visitantes ainda no comando do resultado (60-57).Nos 10 minutos finais, a melhoria defensiva por parte da Oliveirense, ao mesmo tempo que conseguia dar continuidade ao bom desempenho ofensivo, permitia-lhe voltar a assumir a liderança do encontro, bem como festejar no final da partida.O norte-americano Aaron Fuller (24 pontos, 18 ressaltos e 3 roubos de bola) voltou às boas exibições, bem acompanhado pelos portugueses João Reveles (20 pontos, 6 ressaltos, 6 assistências e 4 roubos de bola), autor de uma prestação bastante completa, e Renato Azevedo (14 pontos).Na equipa do Sampaense, Joel Almeida (20 pontos, 6 assistências e 3 roubos de bola) voltou a bom nível à competição, mas nem mesmo com os contributos positivos de Christopher Jr (26 pontos, 6 assistências, 4 ressaltos e 3 roubosd e bola), Jovonni Shuler (16 pontos, 4 assistências, 3 ressaltos e 3 roubos de bola) e Hélder Carvalho (12 pontos e 11 ressaltos) conseguiu evitar a derrota.


Barcelos decide no 3º período

O triunfo por 90-76, aproxima a equipa barcelense da luta pelo 2º lugar. O recomeço da etapa complementar foi decisivo para os comandados de José Ricardo Neves fugirem no marcador, sendo que nos 10 minutos finais seguraram bem a vantagem conquistada.

Os primeiros 20 minutos foram marcados por muito equilíbrio, ainda que tenham sido os vitorianos a recolher aos balneários na frente do resultado (39-37). O 3º quarto acabaria por o ser o momento do jogo, especialmente os últimos cinco minutos, período durante o qual a equipa da casa conseguiu um parcial de 14-2. Os triplos ajudaram a formação de Barcelos a aumentar distâncias, numa fase em que os vimaranenses não conseguiram acertar um lançamento de campo, conseguindo apenas dois pontos da linha de lance-livre (64-50).O empate a 26 pontos no derradeiro período favoreceu naturalmente a equipa que seguia na frente, comprovando o bom momento que o conjunto barcelense está a atravessar na prova. Mesmo sem ter dominado a luta das tabelas (27/38), a boa percentagem da linha de três pontos (10/18 – 56%) foi determinante para o sucesso dos visitados.O Vitória bateu-se muito bem na tabela ofensiva (15 ressaltos), equilibrou nos diferentes capítulos do jogo, sendo que a eficácia do lançamento das duas equipas ditou o vencedor. Os comandados de Fernando Sá não estiveram inspirados a atirar ao cesto.O atleta Rui Coelho (25 pontos, 5 ressaltos e 3 roubos de bola) foi o MVP e melhor marcador do jogo. Mas não foi o único jogador do Barcelos a estar bem, já que o base Carlos Fechas (15 pontos, 5 ressaltos, 5 roubos de bola e 4 assistências) exibiu-se a muito bom nível.O norte-americano Anthony Meier (17 pontos, 5 ressaltos e 2 roubos de bola) foi o jogador mais valorizado do Vitória, embora tenha sido José Silva, com 19 pontos, o mais produtivo dos vitorianos.


Lombos isola-se no topo

Ao beneficiar da derrota das vaguenses na Madeira (63-62), as comandadas de José Leite isolaram-se na frente da LFB. O GDESSA conseguiu um resultado nesta ronda, ao bater, em Coimbra, a formação do Olivais por 59-56. Vitórias mais fáceis foram conquistadas pelo Algés e União Sportiva, que ganharam a CDTN /SEVEN (106-14) e GDEMAM (81-33) respetivamente.


Dragon Force sofre mas vence

O triunfo do Eléctrico sobre o Sangalhos foi igualmente complicado, já que a formação de Ponte de Sor venceu por dois pontos de diferença (89-87).

O Dragon Force não descolou da frente do campeonato, uma vez que a equipa portista saiu vencedora do embate frente ao Guifões SC (74-63). A formação da casa vendeu cara a derrota, já que discutiu a vitória até o final do encontro. Embora os portistas tenham entrado a vencer no derradeiro período pela diferença mínima (55-54), o melhor desempenho defensivo da equipa liderada por Moncho López (9 pontos sofridos) em todo o encontro, justificou a diferença pontual que se registava no final.João Torrie (14 pontos, 7 ressaltos e 2 roubos de bola) foi decisivo no triunfo dos azuis e brancos, tal como André Bessa (10 pontos, 4 assistências e 4 ressaltos) e Hugo Sotta (11 pontos e 6 ressaltos).Mesmo sem ter entrado de inicio, o atleta do Guifões, Fernando Ramos (15 pontos, 8 ressaltos e 4 roubos de bola), foi o MVP do jogo com 21.5 de valorização. Fábio Fernandes conseguiu igualmente 15 pontos, mais um do que o seu companheiro Vitor Felix (14).Ginásio bate AngraBasket no prolongamentoO Casino Ginásio só no prolongamento, empate a 86 pontos no final do tempo regulamentar, conseguiu bater, em casa, o AngraBasket (99-93). Os açorianos ficaram muito perto da vitória, já que no final do 3º período comandava por quatro pontos de vantagem (66-62). Nos 5 minutos suplementares, o parcial de 13-7, deu a vitória ao Ginásio, que com este resultado positivo se isolou no 3º lugar da tabela classificativa.Filipe Pinheiro, com 25 pontos foi o melhor marcador do conjunto da Figueira da Foz, seguido depois por José Costa (22 pontos e 9 assistências) e Pedro Marques (19 pontos, 4 ressaltos, 3 assistências e 3 roubos de bola).O MVP, com 31.5 de valorização, atuou na equipa açoriana, Rick Cardoso, autor de mais um duplo-duplo (28 pontos e 10 ressaltos). O norte-americano Larry Grant (22 pontos, 5 assistências e 3 ressaltos) continua a demonstrar que é um reforço que poderá ter bastante qualidade.Triunfo suado do Eléctrico frente ao SangalhosA vitória do Eléctrico por 89-87 frente ao Sangalhos, foi a quinta consecutiva, quarta em casa, da equipa de Ponte de Sor, um resultado que confirma a ascensão dos comandados de André Melnychuk na tabela classificativa.


Illiabum segura comando

Os ilhavenses, ainda que diferenças curtas, esteve sempre atrás no resultado até à entrada do último período. Mas o bom desempenho dos comandados de Pedro Monteiro nos derradeiros 10 minutos valeu-lhes uma vitória, ainda que por números que não refletem a forma como o encontro se desenrolou.

Os três primeiros parciais registaram sempre a diferença de um ponto, melhor o Esgueira na primeira parte, vencia por 23-21, com a equipa ilhavense a diminuir para a diferença mínima à entrada do derradeiro período (50-51). A segunda parte rendeu muitos mais pontos, sendo que a maior eficácia ofensiva do Illiabum no 4º período permitiu-lhe segurar o comando da competição. O parcial de 26-16, favorável aos ilhavenses, nos 10 minutos finais, foi o único período do jogo, diga-se o ideal, em que uma das equipas se revelou superior à outra.A equipa da casa dominou por completo a luta da tabelas (55/30), dado importantíssimo num jogo equilibrado, tendo naturais repercussões no número de lances-livres conquistados (33), resultantes de segundos lançamentos e mais posses de bola. O base João Figueiredo (26 pontos, 6 assistências e 2 ressaltos) esteve com a mão quente dos três pontos (4/6), acabando por ser o melhor marcador do encontro, bem como o MVP do encontro, a par do seu companheiro, Filip Toric (22 pontos, 12 ressaltos e 4 assistências), com 26 de valorização. Mário Gonçalves (11 pontos e 14 ressaltos) foi importante na luta das tabelas, especialmente no ressalto ofensivo (8).No Esgueira, a distribuição dos pontos foi mais equitativa, já que foram 5 os jogadores a terminarem o encontro na casa das dezenas. António Gaioso, com 13 pontos, foi o mais produtivo, seguido de muito perto, por Pedro Valente (12 pontos, 7 ressaltos e 3 roubos de bola).


GDESSA vence em Coimbra

O inicio do segundo tempo foi decisivo para o sucesso da equipa do Barreiro, pois para além de dar a volta ao resultado, construiu uma curta vantagem que viria a revelar-se importante para o desfecho final do encontro.

Boa entrada do Olivais que conseguiu, através de uma pressão campo inteiro, fazer com que o GDESSA tivesse 8 turnovers ao fim dos primeiros 10 minutos de jogo. No 2º quarto, a equipa do Barreiro corrigiu posicionamentos e, conseguindo sair com a posse de bola mais controlada, encostou o jogo a 1 ponto de diferença (28-27) mesmo em cima do intervalo.Após o intervalo, o GDESSA voltou a entrar muito bem no jogo. As visitantes anotaram nove pontos consecutivos e passaram a dispor de uma vantagem de oito. Paulo da Silva pediu, então, um desconto de tempo que serviu para “despertar” a equipa do Olivais. Um triplo de Marcy Gonçalves deu início à recuperação das olivanenses. Só que na entrada do último e decisivo período, quando a diferença era de apenas quatro pontos, a turma coimbrã voltou a “hibernar”.O conjunto visitante começou com um favorável 7-0 e colocou a diferença em 11 pontos. E foi neste momento que o jogo começou a definir-se. O Olivais bem tentou novamente ir buscar o jogo, mas nessa fase a “vontade” já não foi suficiente. Com jogadoras experientes e de qualidade, o GDESSA soube gerir a vantagem, jogando os ataques até final dos 24 segundos e retirando assim tempo à tentativa de recuperação do Olivais.O Olivais, num ultimo esforço, ainda conseguiu reduzir a diferença que separava as duas equipas para 3 pontos, tendo ainda Ana Fonseca efectuado um lançamento de 3 pontos que daria o empate. O GDESSA garantiu o ressalto defensivo e assim a vitória que coloca a equipa da margem sul no 5º lugar. Já o Olivais com esta derrota desce para a 7ª posição da tabela classificativa.Destaques nas vencedoras para a americana Stephanie Sension (MVP) com 12 pontos e 17 ressaltos, e para a regressada Catarina Neves que foi a melhor marcadora da equipa com 14 pontos.No Olivais, a americana Swayze Black com 11 pontos e 14 ressaltos e Artemis Afonso (17 pontos e 5 ressaltos) foram as mais influentes na equipa de Coimbra.


CAB segue em frente na Taça

Foi o primeiro de dois jogos entre estas duas equipas este fim-de-semana, já que este domingo voltam a encontrar-se em jogo a contar para o campeonato.

Sem muita surpresa, os Amigos venceram o primeiro período por 18-16, porém a nota dominante do jogo era, sem dúvida o equilíbrio. O equilíbrio foi a nota dominante do 1º período, ainda que tenham sido os madeirenses a terminarem na frente (18-16). Até ao intervalo, tirando partido de uma supremacia no jogo interior, quer pela domínio da luta do ressalto, como dos ponto conseguidos nas áreas mais próximas do cesto, o CAB afastava-se no marcador (37-29).O descanso fez bem aos açorianos, que conscientes que era um jogo a eliminar, reagiram no recomeço da etapa complementar. Foi o melhor período do Lusitânia, mais eficaz em termos ofensivos, conseguindo reduzir distâncias até final do quarto (55-48).No derradeiro período, mesmo com o base Ricky Franklin (20 pontos e 6 assistências) a ser excluído do encontro por acumulação de faltas, os madeirenses foram capazes de gerir a curta vantagem de que dispunham.Fábio Lima (14 pontos e 10 ressaltos) foi fundamental neste período e soube assumir a responsabilidade do jogo e Aaron Anderson (18 pontos e 13 ressaltos) MVP da partida, voltou a demonstrar toda a sua utilidade para a equipa.


CAB vence no último segundo

A vitória das insulares, só garantida no último segundo da linha de lance-livre (63-62), mantém a equipa liderada por João Pedro Vieira na senda das vitórias, dando assim continuidade à recuperação prometida para esta segunda volta. Excelente réplica do conjunto orientado por João Janeiro, já que o triunfo podia perfeitamente ter caído para qualquer um dos conjuntos.

O jogo começou com a equipa madeirense a revelar superioridade, sobretudo pela forma como defendia, a correta seleção de lançamentos que fazia no ataque, alternando as soluções interiores com o tiro de fora No final dos primeiros 10 minutos a equipa da casa vencia confortavelmente por 20-13. No segundo quarto, a história do jogo foi diferente. O Vagos surgiu com uma atitude defensiva muito mais agressiva. No ataque as jogadoras vaguenses mostravam-se determinadas a atacar o cesto, forçando a defesa do CAB a cometer muitas faltas. Schera Sampson acumulou a sua terceira falta nesta altura do jogo, e o intervalo chegava com o CAB ainda na frente (37-33), mas dispunha de uma vantagem mais curta.No recomeço da etapa complementar, a equipa do Vagos continuou por cima do jogo, aproveitando bem o facto de as insulares estarem carregadas de faltas. O treinador madeirense, João Pedro bem tentou diversas soluções defensivas, como forma de conter a eficácia ofensiva das forasteiras, mas nenhuma surtir o efeito desejado, especialmente conter as lançadoras do Vagos e controlar a luta pelos ressaltos. À entrada do derradeiro período o jogo estava em aberto, previa-se muita emoção, uma vez que a vantagem do CAB estava reduzida a dois pontos apenas (50-48).O 4º período foi marcado por várias alternâncias no marcador, com as duas equipas a lutarem até final pelo triunfo. Uma indefinição que se manteve até ao último segundo do encontro, isto depois de Maria João, com um lançamento triplo, ter empatado o encontro a 62 pontos. A posse de bola do Vagos redundou-se num turnover, com Taj McWilliams, que sofreu falta após o CAB ter roubado a bola ao Vagos, a ir para a linha de lance livre. Falhou o primeiro, dando ainda mais emotividade ao final, mas acabaria por converter o segundo. e o pavilhão tremeu com o prospecto de ver um Em termos individuais na equipa do CAB, destaque para Taj McWilliams (16 pontos e 9 ressaltos), MVP da partida com 18.5 de valorização, Maria João (18 pontos, 6 assistências) e Carla Freitas (13 pontos).A dupla de estrangeiras, formada por Janae Fulcher (14 pontos e 7 ressaltos) e a recém contratada Korinne Campbell (13 pontos e 7 ressaltos), foi a que se exibiu a melhor nível na equipa do Vagos.


«Estamos moralizados»

O jogador, que coloca a hipótese de um dia vestir as cores de Portugal, conta como está o moral no seio da equipa minhota. Tudo, nos detalhes desta notícia.

Depois de uma temporada em que foi uma das figuras da LPB, Marko Loncovic aceitou renovar pela equipa de Barcelos. Uma decisão que teve em conta vários fatores, mas que somados fazem com que o atleta considere ser positivo continuar a jogar em Portugal. “O ano passado foi muito bom. Fui muito bem tratado. Encontrei o clube, o balneário e as pessoas certas para continuar a evoluir enquanto atleta e pessoa. E a Liga também pesou na decisão.”O atleta mostra-se satisfeito com o campeonato português, uma prova competitiva e desafiante de modo a fazer dele um jogador cada vez mais completo. “Acho que é um campeonato muito bom para um atleta jovem evoluir. Este ano temos um campeonato muito competitivo. Qualquer equipa é capaz de vencer!”O jogador coloca a hipótese de se tornar português e ficar disponível para uma possível chamada à Seleção Nacional. “Seria um prazer para mim!”Estes dois anos no Barcelos têm-no ajudado muito a evoluir como jogador, facto a que não é alheia a possibilidade de poder trabalhar com o treinador José Ricardo. “A confiança depositada em mim e a responsabilidade que isso traz faz-nos trabalhar com mais intensidade e motivação.”A equipa está a atravessar um bom momento, pelo que está naturalmente confiante para defrontar o Vitória este fim-de-semana. “Vimos de três vitórias consecutivas mas temos trabalhado nesse sentido desde o início da equipa. Moralizados para defrontar o Vitória assim como qualquer outra equipa. Nós queremos e gostamos muito de jogar!”Vencer o Vitória seria um sinal que a equipa tem condições para lutar por objetivos mais ambiciosos, se bem que o principal objetivo esteja claramente definido. “Nós treinamos sempre para fazer melhor que no dia anterior. O nosso objetivo é a manutenção. O que vier melhor que isso seria muito bom.”


Obrigado, Odília

Além do espectáculo desportivo que se antevê, ou não fossem CAB e Vagos duas formações competitivas e com ambições na presente edição da Liga Feminina, as duas equipas também colocarão a competitividade desportiva de lado, dando as mãos para celebrar uma ‘estrelinha’ que partiu cedo de mais.

Segundo informação veiculadas pela Direcção do clube madeirense, no intervalo do jogo, representantes das duas equipas irão presentar a família da falecida Odília Rodrigues com uma camisola de jogo do Vagos, clube ao qual a Odília teve associada nos últimos anos de vida. A entrega da camisola pretende ser um pequeno símbolo de uma paixão que a Odília sempre nutriu ao longo da sua curta vida, que é a modalidade do basquetebol.Em declarações ao Site Oficial do CAB, Francisco Gomes, presidente da Direcção, comentou a iniciativa, notando: “O CAB e o Vagos estão cientes que, independentemente da competição, há valores e ideais que falam mais alto, sendo que a pequena homenagem que vamos fazer à Odília é prova de que, para além da competição, estão as pessoas.””A Odília partiu cedo demais, mas, de certa forma, ela continua connosco. A sua energia, o seu sorriso, os seu risos que não deixavam ninguém indiferente e outras tantas memórias que ela deixou com aqueles que tiveram o privilégio de conviver com ela são uma pequena herança que ficam guardadas nos corações e que manterão a Odília connosco durante muitos, muitos anos”, concluiu o líder do CAB.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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