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Derrota por dois pontos
A formação liderada por Mário Palma voltou a defender muito bem, mas em momentos chave do jogo, por falta de sorte, ou por não saber cuidar da posse de bola, permitiu sempre que o adversário permanecesse na liderança do jogo. Ainda assim, os atletas portugueses voltaram a demonstrar imenso crer, de tal forma que tiveram uma última posse de bola para vencer o encontro. Concentração total para o encontro da Estónia, para a desforra em solo holandês, no jogo que se pretende que seja decisivo para a atribuição do 1º lugar do grupo.
O resultado no final da 1ª parte poderia ser bem mais favorável à equipa portuguesa. Não fossem os inúmeros turnovers, quase todos cometidos quando partiam para situações de contra-ataque, e a falta de algum coletivismo e disciplina tática a executar os movimentos ofensivos. Valeu aos comandados de Mário Palma os tiros de longa distância, 5 convertidos nos primeiros 20 minutos de jogo, para se manter na discussão do resultado.Já que defensivamente, a formação portuguesa esteve muito bem, a resolver com eficácia os bloqueios diretos (influenciando para a linha final), muito bem nas situações de 2×1 sempre que a bola entrava na posição de poste baixo, e a trocar quase sempre com sucesso os bloqueios indiretos nas ações ofensivas holandesas.Só os centímetros traíram a perfeição defensiva, já que os jogadores interiores da Holanda conseguiram segundos lançamentos fáceis, fruto do bom desempenho na tabela ofensiva. Um cesto com falta, no último segundo do 1º tempo, fazia com que Portugal fosse para o descanso a perder por sete pontos de diferença (26-33).No recomeço da etapa complementar a equipa portuguesa voltou a ser mortífera nos lançamentos triplos, se bem que demonstrasse maior fluidez ofensiva, na procura do melhor jogador para efetuar o lançamento. Reflexo desse acerto atacante foi o empate a 44 pontos conseguido já perto do final do 3º período. Ainda assim, foram os holandeses a terminarem melhor o quarto, já que lideravam por quatro pontos (48-44).No derradeiro período, tudo parecia complicar-se para a equipa portuguesa. Com um parcial de 5-0, a Holanda conseguia a maior vantagem no encontro (53-44), fazendo o técnico Mário Palma parar o encontro de imediato. Mesmo cometendo demasiados erros, muitos deles não forçados, Portugal mostrava a sua raça, recusando-se a entregar-se antes do final do encontro. Sem querer encontrar desculpas, Portugal não teve a sorte do jogo, vários cestos holandeses convertidos em cima dos 24 segundos, algumas decisões de arbitragem duvidosas, mas acima de tudo demasiados erros em que as posses de bola eram oferecidas ao adversário.Ainda assim, e sem ter estado bem no ataque, Portugal dispôs de uma posse de bola a 16 segundos do final do encontro para vencer o jogo. O lançamento triplo não entrou, mas fica a sensação que Portugal pode perfeitamente bater-se pela vitória na Holanda, discutindo assim o 1º lugar do grupo, até porque a derrota por dois pontos (57-59) de diferença é perfeitamente ultrapassável no confronto direto. Convém não esquecer que, antes disso, Portugal terá de defrontar a equipa da Estónia, um adversário que se desloca ao nosso país sem qualquer tipo de pressão pois não tem nada a perder.João Betinho foi o melhor marcador português com 15 pontos, bem como aquele que melhores momentos de espetáculo proporcionou. O poste Cláudio Fonseca (10 pontos e 5 ressaltos) bateu-se galhardamente com as torres holandesas, e João Santos (10 pontos, 2 ressaltos e 2 assistências) foi o terceiro elemento português a terminar o jogo na casa das dezenas. Referência ainda para o facto de Portugal ter desperdiçado sete lances-livres (10/17 – 58.8%), que num jogo decidido por dois pontos acaba por ter relevância acrescida.No final do jogo, o Selecionador Mário Palma não escondia alguma desilusão, se bem se mostrasse inconformado com a superioridade da equipa holandesa. “Não estamos felizes. Fizemos uma série de pequenos erros. Não sei porquê, mas perdemos bolas que normalmente não perdemos, assim como falhamos tiros fáceis. Foram esses pequenos erros que não nos permitem ganhar um jogo que foi equilibrado, apesar de termos estado bem na defesa. Eles tiveram a sorte do jogo e daí terem ganho. Mas, em condições normais, teríamos vencido este encontro “.
Calendários já são conhecidos
Estes quatro calendários já estão disponíveis no portal, através da pesquisa de competições. Lembramos que os clubes deverão indicar os horários definitivos, até ao dia 3 de Setembro.
Duelo de “gigantes” em Sines
Um triunfo no jogo desta quarta-feira, em Sines, entrada livre, às 20 horas, frente à Holanda, sem ser decisivo, colocaria a Seleção Portuguesa muito bem posicionada para vencer a sua poule. Um adversário que já foi bem estudado, e onde o jogo interior será o principal problema. Ainda assim, a formação nacional espera poder contar com o apoio do público português, para fazer a sua defesa difícil de transpor.
É sempre importante começar a vencer, tanto mais quando o primeiro jogo é disputado em casa de um adversário direto. A vitória sobre a Estónia, demonstra que Portugal pode lutar pelo 1º lugar do Grupo B, isto apesar de se encontrar numa fase de transição. No jogo de Tallin, os jogadores mais experientes souberam assumir a responsabilidade do momento, principalmente nos momentos mais complicados do jogo.Como é seu hábito, o selecionador Mário Palma faz da defesa a principal característica das suas equipas, uma arma que será fundamental para ultrapassar a diferença de estatura existente entre os jogadores holandeses e portugueses. Cinco atletas com 2.07 metros ou mais, sendo que o mais alto mede 2.18 metros. Um handicap que não constitui surpresa para a equipa técnica portuguesa, e muito menos é um problema novo que tenha que ultrapassar. Independentemente do adversário, Portugal terá de continuar a apostar numa grande agressividade defensiva, numa enorme eficácia nas situações de contra-ataque, bem como no capitulo do lançamento. A Holanda, tal como Portugal, tem neste momento um triunfo, vitória caseira frente à Estónia (74-71), um sucesso alicerçado no domínio exibido na luta das tabelas, e principalmente nos cestos fáceis conseguidos em transições rápidas. Bloquear defensivamente, recuperar defensivamente e obrigar a Holanda a jogar em ataque organizado, serão certamente temas que o treinador Mário Palma abordará na preparação para o jogo desta quarta-feira.
Falta de atitude e desconcentração explicam derrota
A falta de atitude e a desconcentração contaminaram todo o grupo e quando se acordou já era tarde, porque o adversário, que vinha de dois desaires consecutivos, fez das tripas coração e mesmo sem duas jogadoras influentes (Shequila Joseph e Leah Mc Derment) que integraram o cinco inicial nos 2 jogos anteriores, mereceu ganhar a partida, mostrando carácter e vontade de apagar a má impressão deixada anteriormente.
Depois de um 1º quarto incaracterístico (15-11), em que as anfitriãs tomaram as rédeas do jogo a partir dos 4-5 (minuto 3) impondo um parcial de 11-2. As nossas representantes, apáticas na defesa e individualistas no ataque, davam todos os trunfos às adversárias.No 2º período (13-18) Portugal reagiu como lhe competia, mas não era a mesma equipa dos dias anteriores. Joana Soeiro não mostrava a atitude de liderança que lhe é habitual e quando a cabeça não tem juízo… como diz a canção, neste caso a equipa é que paga. Bem tentou Kostourkova acordar as suas comandadas para a realidade, mas mesmo com 2 descontos de tempo, um no minuto 7, aos 13-7, ainda no 1º quarto e outro no minuto 16, aos 26-25, a dinâmica de jogo não era a mesma. Pouco discernimento, falta de confiança e foi com um pouco de sorte à mistura que Laura Ferreira, em cima da buzina para o intervalo, colocou Portugal outra vez na frente (28-29). No reatamento a Inglaterra fez logo 4-0 de rajada no minuto 22 e ainda no mesmo minuto lesiona-se Joana Soeiro numa jogada em que sofre uma lesão muscular (a chamada paralítica) num choque contra duas adversárias em que a responsabilidade do embate é claramente da base portuguesa. Alarme nas hostes lusas, retirada em braços do recinto de jogo, para não mais voltar a reentrar. Todavia a eventual gravidade que se supunha inicialmente, desvaneceu-se, na opinião de Nádia Palongo, fisioterapeuta da selecção. O seleccionado luso, desnorteado, sem liderança e a jogar sem cabeça, consentiu um parcial de 9-0 (37-29 no minuto 24), altura em que Kostourkova pára o cronómetro pela 3ª vez. Com poucos resultados práticos porque o 3º quarto (18-8) chegava ao fim com a Inglaterra na frente (46-37), depois de a 18 segundos da buzina, Sofia Pinheiro ter acertado o seu único triplo. Portugal só acordou a meio do 4º período (13-22), quando Susana Lopes deu o mote com o seu único triplo que reduziu o prejuízo para 11 pontos (53-42), depois de as anfitriãs terem chegado à maior vantagem (53-39), no minuto 24. O seleccionador britânico Len Busch parou o jogo de imediato, com 5 minutos e 30 segundos para jogar, mas não conseguiu travar a arrancada das nossas representantes que marcaram mais 8 pontos seguidos (53-50, no minuto 27). O jogo agora estava vivo, o ritmo era completamente diferente e era a base Bravo-Harriott, melhor jogadora em campo (24 pontos), que carregava com a equipa da casa, ao marcar o seu 4º triplo (56-50) e mais um duplo (58-52), tudo no minuto 38. Mas uma bomba de Laura Ferreira à entrada do minuto 39 (58-55) mantinha acesa a chama da esperança lusa. Megan Lewis (8 faltas provocadas) da linha de lance livre convertia o seu 11º lançamento (59-55), mas ainda haveria tempo para Susana Lopes (não acusou a pressão de substituir a base titular) e a capitã Laura Ferreira forçarem o prolongamento (59-59), embora com posse de bola a 20,2 segundos do termo e após um desconto pedido por Kostourkova, Portugal tenha desperdiçado ocasião soberana para desfazer o empate a 59 pontos.No prolongamento (11-8) as inglesas foram mais consistentes, mesmo depois de Bravo-Harriott ter sido excluída (68-63) a 46,9 segundos do termo da partida. Foi da linha de lance livre que Emília Ferreira (68-65) e Laura Ferreira (68-67) ainda colocaram o jogo em aberto, mas Megan Lewis a 6,9 segundos da buzina não tremeu e converteu mais 2 lances livres, selando o resultado (70-67). Resultado final: Inglaterra 70-67 PortugalDestaque nas vencedoras para Jay Ann Bravo-Harriott (24 pontos e 4 triplos), indiscutivelmente a Jogadora mais valiosa do encontro (voltou a não haver estatística…), logo seguida por Megan Lewis (17 pontos e 8 faltas provocadas, com 13/16 nos lances livres). Na selecção portuguesa, Laura Ferreira, embora tenha sido a melhor marcadora da equipa (17 pontos), não conseguiu assumir a liderança após a saída do recinto da base Joana Soeiro. Ganhou 4 ressaltos, sendo 2 ofensivos, fez 3 assistências, roubou uma bola e provocou 4 faltas, com 4/4 nos lances livres. Em termos de eficácia de lançamento esteve melhor nos duplos (5/10) do que nos triplos (1/5). Mesmo assim terá sido a mais valiosa (17,0 de valorização) das lusas. Foi bem secundada por Susana Lopes (8 pontos, 1/3 nos triplos, 4 ressaltos defensivos, uma assistência e uma falta provocada com 1/2 nos lances livres). As jogadoras interiores estiveram pouco esclarecidas e demasiado estáticas, facilitando a defesa adversária.Em termos globais, Portugal esteve uma sombra do que pode e já lhe vimos fazer. Pouco colectivo (8 assistências), pouco agressivo na defesa (6 roubos) e com fraca eficácia nos lançamentos de campo (30%), tanto nos duplos (33%) como nos triplos (20%), não conseguiu fazer valer os seus pontos fortes. Bem esteve na linha de lance livre (81%), desperdiçando apenas 4 em 21 tentativas.Em suma: um jogo para tirar ilações. Com uma atitude como a que hoje mostrou, a selecção portuguesa não tem quaisquer hipóteses frente aos pesos pesados da Divisão A. Pode ser que sirva de emenda… pois o Europeu começa já na próxima semana (dia 15). Ficha de jogoArena do Crystal Palace National Sports CentreInglaterra (70) – Jay Ann Bravo-Harriott (24), Megan Lewis (17), Janice Monakana (), Evelyn Adebayo (9) e Harriett Otewill-Soulsby (8); Lauren Milighan (2), Francesca Quinn (2), Anna Forsyth e Freya Szmidt (2) Portugal (67) – Joana Soeiro, Laura Ferreira (17), Joana Cortinhas, Josephine Filipe (8) e Emília Ferreira (8); Sofia Pinheiro (5), Inês Veiga (2), Susana Lopes (8), Simone Costa (10), Francisca Meinedo (5), Sara Dias e Ana Moniz (4)Por períodos: 15-11, 13-18, 18-8, 13-22, 11-8 Árbitros: E. Udyansky e H. Tang A comitiva lusa regressa amanhã a Lisboa, com chegada prevista para as 22H15, no voo TP 367 procedente de Londres (Heathrow). A partida deste aeroporto londrino está marcada para as 19H35. De manhã o grupo aproveitará o tempo livre para conhecer um pouco da capital inglesa, nomeadamente alguns monumentos e lugares mais conhecidos. A saída do minibus que nos levará a Heathrow está agendada para as 15H00, para evitar a hora de ponta (a partir das 16H00), que duplica no mínimo o tempo necessário para efectuar o percurso. Após a chegada a Lisboa, a equipa permanece em estágio no Seminário Torre da Aguilha (Carcavelos) até à próxima 5ª feira (dia 9), treinando ainda 3 vezes (2 treinos na 5ª feira e um, de manhã, na 6ª feira). A concentração final será no dia 12 (2ª feira), véspera da partida para o Europeu, na Croácia.
Pontuação muito distribuída em triunfo indiscutível
A superioridade lusa só foi levemente contestada no quarto inicial (12-19) até ao minuto 6, quando se registaram duas igualdades (8-8 e 10-10), precisamente nesse minuto. A partir daí o colectivo de Kostourkova nunca mais perdeu o comando das operações, tendo chegado à maior diferença (27 pontos) à entrada do minuto 34 (35-62), já no último período (17-20), o mais equilibrado. Nos restantes parciais o seleccionado luso foi sempre superior, tanto no 2º período (12-17) como no 3º quarto (11-20). Até ao intervalo (24-36) as comandadas de Kostourkova estiveram desastradas no tiro exterior (0/7), mas na etapa complementar a pontaria melhorou (3 triplos no reatamento), com a capitã Laura Ferreira a dar o mote no minuto 23 (28-43), imitada por Joana Soeiro (35-48) e Sofia Pinheiro (35-51), volvidos 3 e 4 minutos respectivamente. Foi um parcial de 0-13 consentido pelas anfitriãs, que chegaram ao final do 3º período a perder por 21 (53-56).Nos derradeiros 10 minutos e com a vitória perfeitamente garantida, Mariyana Kostourkova procedeu a várias rotações no banco, com a poste Sara Dias a ter uns 3 minutos finais muito eficazes ao marcar a sua conta pessoal (9 pontos) nesse curto lapso de tempo, compensando a prestação menos conseguida na 1ª metade da partida. Resultado final: Inglaterra 52-76 PortugalDestaque na selecção portuguesa para as prestações de Emília Ferreira (10 pontos, 8 ressaltos sendo 1 ofensivo e duas faltas provocadas com 4/4 nos lances livres), Sofia Pinheiro (13 pontos, 2/5 nos triplos, 5 ressaltos defensivos, 3 assistências e 3 faltas provocadas com 3/4 nos lances livres), Joana Soeiro (11 pontos, 1/4 nos triplos, 2 ressaltos defensivos, 3 assistências, 4 roubos e 3 faltas provocadas com 6/6 nos lances livres) e Josephine Filipe (9 pontos, 3 ressaltos defensivos, duas assistências, 2 roubos e uma falta provocada com 1/1 nos lances livres). Mas houve mais 3 jogadoras a marcar 9 pontos: Laura Ferreira (1/2 nos triplos, 2 ressaltos ofensivos, duas assistências, 2 roubos e uma falta provocada com 2/2 nos lances livres), Simone Costa (duas faltas provocadas com 3/4 nos lances livres) e Sara Dias (5 ressaltos sendo 3 ofensivos e duas faltas provocadas com 3/3 nos lances livres).Nas inglesas a mais valiosa foi de novo Janice Monakana que fez um duplo-duplo (16 pontos, 13 ressaltos sendo 10 ofensivos, 1 triplo e 9 faltas provocadas com 10/18 nos lances livres). Foi bem acompanhada por Jay Ann Bravo-Harriott (12 pontos, 1/2 nos triplos, 3 ressaltos sendo 1 ofensivo, e duas faltas provocadas com 3/4 nos lances livres). Shequila Joseph (7 pontos, 1 triplo e 3 ressaltos sendo 1 ofensivo) esteve abaixo do habitual, mas veio para o banco lesionada, não voltando a reentrar.O triunfo de Portugal teve por base uma melhor defesa (12 roubos), um maior colectivismo (12 assistências) e uma maior eficácia da linha de lance livre (56%-92%), ao falhar apenas duas de 24 tentativas contra 15 das adversárias em 34 lançamentos tentados. Portugal também cometeu menos erros seguramente, mas não temos dados concretos pois hoje não havia estatística. Muito equilíbrio na luta das tabelas (39 ressaltos para cada lado), com as nossas representantes a superiorizarem-se na tabela defensiva (19-26 ressaltos), enquanto as inglesas dominaram a tabela ofensiva (20-13).Ficha de jogoArena do Crystal Palace National Sports CentreInglaterra (52) – Leah McDerment (5), Jay Ann Bravo-Harriott (12), Janice Monakana (16), Shequila Joseph (7) e Harriet Ottewill-Soulsby (4); Lauren Milighan, Megan Lewis (4), Anna Forsyth (2), Evelyn Adebayo (2), Freya Szmidt e Francesca QuinnPortugal (76) – Joana Soeiro (11), Laura Ferreira (9), Joana Cortinhas (2), Josephine Filipe (9) e Emília Ferreira (10); Simone Costa (9), Inês Veiga (2), Sofia Pinheiro (13), Susana Lopes, Sara Dias (9), Francisca Meinedo (2) e Ana MonizPor períodos: 12-19, 12-17, 11-20, 17-20Árbitros: E. Udyansky, A. Senior e H. Tang As duas equipas voltam a defrontar-se amanhã (3º e último jogo de preparação), no mesmo recinto, a partir das 16H15.
Portugal derrota a Estónia
ortugal começou com o pé direito a qualificação para o Eurobasket’2015. A equipa nacional derrotou a Estónia, em Tallin, por 72-66, num encontro muito importante para as aspirações de apuramento, em que a Seleção mostrou atitude, garra e muita determinação.
Portugal conseguiu suster um assalto final forte por parte da equipa da Estónia, conquistando uma importante e moralizadora vitória (72-66), no jogo de abertura da Fase de Qualificação – Grupo B do EuroBasket 2015.Depois deste trinfo, Portugal vai agora receber, na próxima quarta-feira, a Holanda num encontro potencialmente decisivo para as aspirações das equipas, enquanto a Estónia, com duas derrotas em outros tantos jogos, está numa situação extremamente complicada.As duas equipas, durante os primeiros 12 minutos do jogo, revelaram grande eficácia no lançamento de longa distância, até que Cláudio Fonseca, com dois excelentes movimentos de poste baixo em posses de bola consecutivas, deram inicio a um parcial de 15-3 favorável a Portugal. Uma fase muito positiva da equipa nacional, que transformou um jogo fechado (28-27), numa confortável vantagem pontual no final do 1º tempo (43-30). Este período de ascendente português foi uma exceção, já que nenhuma das equipas conseguia dominar de forma clara a marcha do marcador. Ainda assim, um triplo de Mário Fernandes (13 pontos, 7 ressaltos e 6 assistências), a 1.43 do final do terceiro quarto, aumentava a liderança de Portugal para 60-41.Embora o jogo parecesse resolvido, a Estónia, com o apoio dos seus adeptos, reagiu no derradeiro período do encontro. O bom momento da equipa da equipa da casa foi sustido por dois contra-ataques consecutivos da autoria de Carlos Andrade (16 pontos, 5 ressaltos e 5 assistências). Portugal voltava a dispor de uma confortável almofada pontual (69-60), com 01:47 para o final do jogo, uma vantagem importante para a formação portuguesa somar o seu primeiro triunfo nesta fase de apuramento.No final do encontro, o selecionador nacional Mário Palma destacava a qualidade da defesa portuguesa, frente a um adversário com qualidade, que colocou alguns problemas com a mudança de defesa. “A Estónia é uma boa equipa. Estudamo-los bem e sabíamos a forma como jogavam. Quando mudaram para a zona de defesa, tivemos alguns problemas, mas no geral nós controlamos o jogo e merecemos a vitória. A nossa defesa ganha jogos.”Cláudio Fonseca mostrava-se satisfeito com a prestação da equipa, embora reconhecesse que na segunda parte Portugal não foi tão consistente a defender. “Jogamos bem. Tivemos uma boa primeira parte, e um pouco pior na defesa durante a segunda parte. Temos de continuar e tentar melhorar para o próximo jogo e aprender com nossos erros.”
Bielorrússia garante qualificação
Já a Ucrânia derrotou a Suiça (74-59) e alcançou a primeira vitória na prova e almeja chegar ainda ao 3º lugar do grupo.
Vitória categórica das Sub-18 lusas ante as inglesas
Foi efectivamente um bom indicador para aferir das possibilidades das comandadas de Kostourkova no Campeonato da Europa que se avizinha. Como a seleccionador recomendou às suas jogadoras quer no final do treino desta manhã, quer no início da partida, estes jogos de preparação têm que ser encarados com ambição, determinação e vontade de vencer. Só assim se conseguem retirar ilações com vista a uma presença condigna no Europeu, ode Portugal terá uma tarefa árdua, disso não restam dúvidas.Só no 2º quarto (29-21), o único que as britânicas venceram, as nossas representantes não estiveram bem, particularmente em termos defensivos, em que foram demasiado permeáveis, ao consentirem quase 30 pontos. Nos restantes parciais tiveram muito bom desempenho, merecendo destaque os 10 minutos iniciais (8-19), nomeadamente até ao minuto 8 (3-19), com uma atitude defensiva muito bem conseguida.No último período (11-23) e já com Josephine Filipe excluída (5 faltas no minuto 37, aos 61-77), as anfitriãs deram o tudo por tudo a partir do minuto 39, após Mariyana Kostourkova ter parado o cronómetro pela última vez. Com 1minuto e 45 segundos para jogar (66-78), as britânicas recorreram sistematicamente à falta pessoal para parar o cronómetro, mas as lusas, imperturbáveis, estiveram irrepreensíveis da linha de lance livre, fazendo 6/6 através de Laura Ferreira (4) e Joana Soeiro (2). Já no minuto 40 a capitã Laura Ferreira acertou o seu 3º triplo em 4 tentativas, selando depois com um duplo o resultado final. Resultado final: Inglaterra Sub-18 66-89 Portugal Sub-18Destaque na selecção de Portugal para as exibições de um quarteto: Joana Soeiro, MVP do encontro (21,0 de valorização), que fez um duplo-duplo ao contabilizar 17 pontos, 2/5 nos triplos, 1 ressalto defensivo, 11 assistências, 2 roubos e duas faltas provocadas com 3/4 nos lances livres, Josephine Filipe (20,0 de valorização) ao anotar 20 pontos, 8/14 nos duplos, 4 ressaltos sendo 3 ofensivos, uma assistência, 2 roubos, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas com 4/4 nos lances livres, Laura Ferreira (18,0 de valorização) ao somar 19 pontos, 3/4 nos triplos, 4 ressaltos defensivos, 1 roubo e 3 faltas provocadas, com 4/4 nos lances livres e ainda Joana Cortinhas (6 pontos, 3/3 nos duplos, 2 ressaltos ofensivos, 4 assistências, 5 roubos, 2 desarmes de lançamento e uma falta provocada).Nas anfitriãs a mais valiosa foi Janice Monakana (20,0 de valorização) que saltou do banco para terminar com 18 pontos, 7/10 nos duplos, 4 ressaltos sendo 3 ofensivos, uma assistência, 2 roubos e 7 faltas provocadas com 4/4 nos lances livres, logo seguida de Shequila Joseph (18,0 de valorização) que contabilizou 16 pontos, 4/8 nos triplos, 6 ressaltos sendo 1 ofensivo, 4 assistências, 1 roubo e duas faltas provocadas com 2/4 nos lances livres. Bons pormenores de Leah McDerment (11 pontos, 3 ressaltos defensivos, uma assistência, 1 roubo e 4 faltas provocadas com 7/7 da linha de lance livre).O êxito luso assentou basicamente na maior eficácia nos lançamentos de campo (36%-49%) repartidos pelos duplos (41%-50%) e pelos triplos (25%-47%), no maior colectivismo (12-19 assistências), no menor número de erros cometidos (29-22 turnovers) e ainda por ter mais roubos de bola (7-10). Muito equilíbrio na luta das tabelas (36-35 ressaltos), desfeito na tabela ofensiva (14-13) e também na eficácia da linha de lance livre (79%-78%), com as inglesas a falharem 5 em 24 tentativas e Portugal a desperdiçar os mesmos 5 em 23 tentados. Excelente o acerto das nossas representantes nos tiros do perímetro, com 7 triplos convertidos em 15 tentados. Ficha de jogoArena do Crystal Palace National Sports CentreInglaterra (66) – Leah McDerment (11), Jay Ann Bravo-Harriott (8), Lauren Milligan, Shequila Joseph (16) e Harriet Ottewill-Soulsby (2); Megan Lewis (4), Anna Forsyth (4), Evelyn Adebayo (2), Janice Monakana (18), Freya Szmidt (1) e Francesca QuinnPortugal (89) – Joana Soeiro (17), Laura Ferreira (19), Joana Cortinhas (6), Josephine Filipe (20) e Emília Ferreira (5); Simone Costa (11), Susana Lopes (2), Sara Dias (1), Inês Veiga, Francisca Meinedo, Sofia Pinheiro (8) e Ana MonizPor períodos: 8-19, 29-21, 18-26, 11-23Árbitros: E. Udyansky, A. Senior e H. TangAmanhã (2ª feira) realiza-se o 2º jogo de preparação entre as duas selecções, com início marcado para as 17H15, no mesmo recinto.
Seleção Nacional Sub-16 M
Apesar de ter perdido os jogos, o desempenho deixou boas indicações para o campeonato.
Confira os resultados e declarações nos detalhes.
Resultados 1ª JornadaBélgica 67 x 61 GeórgiaSuíça 64 x 61 Portugal2ª JornadaPortugal 51 x 64 BélgicaGeórgia 91 x 62 Suíça3ª JornadaPortugal 75 x 78 GeórgiaBélgica 83 x 67 SuíçaJogaram e marcaram:Suíça 64 x 61 Portugal5 inicial: Pedro Oliveira (14), Ricardo Monteiro (6), Diogo Araújo (6), Hugo Pereira (8), Carlos Salamanca (2) – jogaram ainda: Diogo Carvalho, Jorge Pires (6), Guilherme Amorim, Nuno Sá, Carlos Cardoso, Diogo Brito (19) e Tiago Carvalho.Portugal 51 x 64 Bélgica5 inicial: Pedro Oliveira (4), Jorge Pires (4), Diogo Brito (11), Ricardo Monteiro (8), Hugo Pereira (5) – jogaram ainda: Diogo Carvalho (1), Guilherme Amorim (1), Nuno Sá, Carlos Cardoso, Diogo Araújo (8), Tiago Carvalho (2) e Carlos Salamanca (7)Portugal 75 x 78 Geórgia5 inicial: Pedro Oliveira (13), Diogo Brito (7), Ricardo Monteiro (4), Diogo Araújo (17), Hugo Pereira (14) – jogaram ainda: Diogo Carvalho, Jorge Pires (6), Nuno Sá, Carlos Cardoso (10), Tiago Carvalho (2), Carlos Salamanca (2) e Guilherme Amorim.Rui Alves, selecionador nacional, começou por “destacar a importância de participarmos neste torneio, onde fomos recebidos muito bem, numa lógica de reciprocidade e colaboração com a federação belga que deveremos manter no futuro. Adquirir experiência internacional é o meio de preparação por excelência, e nós aproveitamos o máximo que conseguimos. Melhoramos de jogo para jogo e isso é revelador que estamos no caminho correto. A preparação tem sido dura mas a resposta dos jogadores tem sido extraordinária. Estamos com muita vontade de fazer um bom campeonato”.
Sub-18 femininos concentraram-se na Cruz Quebrada
A equipa fez ainda hoje um treino de duas horas no pavilhão LORD da Faculdade de Motricidade Humana. Até ao dia da partida, a equipa faz treinos bidiários (de manhã e de tarde), em que a dupla técnica acertará agulhas para os confrontos que se avizinham. A comitiva portuguesa é constituída pelos seguintes 16 elementos:Jogadoras (12) – Ana Moniz (CPN), Emília Ferreira (GDESSA), Francisca Meinedo (CPN), Inês Veiga (AA Colégio Calvão), Joana Cortinhas (Académico FC), Joana Soeiro (Algés), Josephine Filipe (Olivais FC), Laura Ferreira (GDESSA), Sara Dias (CD Póvoa), Simone Costa (Algés), Sofia Pinheiro (AD Ovarense) e Susana Lopes (SC Coimbrões)Staff de responsáveis (4) – Mariyana Kostourkova (seleccionadora), Ana Margarida Faria (treinadora adjunta), Nádia Palongo (fisioterapeuta) e José Tolentino (dirigente)A partida para Londres está marcada para as 10H10 do próximo sábado, no voo TP 352 com chegada prevista ao aeroporto de Heathrow pelas 12H50. Depois a comitiva seguirá de autocarro para o Crystal Palace Sports Centre, local onde ficará alojada, tal como a selecção de Inglaterra. Está-se a envidar esforços para que se consiga ainda treinar na tarde da chegada, antes do encerramento do recinto (17H00). O pavilhão onde se realizam os treinos (de manhã) e os jogos fica a 5 minutos a pé, do local do alojamento e está integrado no Crystal Palace Sports Centre. Calendário de jogos4/8 (Domingo): Inglaterra-Portugal (14H45)5/8 (2ª feira): Inglaterra-Portugal (17H15)6/8 (3ª feira): Inglaterra-Portugal (16H15) O regresso a Lisboa está agendado para o dia 7/8 (4ª feira), com chegada prevista ao Aeroporto da Portela às 22H15 (voo TP 367).
Iremos jogar de forma competitiva em todos os jogos
Quisemos por isso recolher a opinião da seleccionadora nacional, Ana Catarina Neves, que conhecemos há muitos anos, nos tempos em que a mãozinha dela fazia estragos ao serviço do Anadia (anos oitenta e noventa) sobre as suas perspectivas no tocante à participação da selecção lusa nesta competição.P (JT) – A inclusão no Grupo C, tendo como adversários a Dinamarca, Irlanda e Alemanha, que defrontaremos por esta ordem, na fase preliminar, dá-nos boas hipóteses de nos apurarmos para o grupo dos 8 primeiros ? Este será o primeiro passo para se atingir o objectivo mais exigente, ou não será assim ?R (ACN) – Tendo como base os resultados dos últimos anos, perece-nos efectivamente que teremos boas hipóteses de nos classificarmos num dos dois primeiros lugares do grupo, podendo assim aspirar ás classificações da metade de cima da tabela.É contudo uma perspectiva sem ter qualquer conhecimento do valor actual das outras três equipas do grupo. Sim este será um passo decisivo para posteriormente podermos estabelecer outros objectivos.P (JT) – A nossa equipa esteve uma semana (de 2ª a domingo) num estágio conjunto na Covilhã, que teve também a presença de outras 3 selecções: duas de Sub-18 (Portugal e Estónia) e uma de Sub-16 (Inglaterra). As tuas jogadoras fizeram 9 treinos e 3 jogos do Torneio Internacional da UBI, ten do-se classificado na 2ª posição, com apenas uma derrota frente às Sub-18 de Portugal. Ficaste satisfeita com a capacidade de resposta das 14 convocadas ou esperavas mais ?R (ACN) – Estamos muito satisfeitos com o trabalho desenvolvido até ao momento e com a capacidade de resposta de todas as atletas. É evidente que como “eternos insatisfeitos” queremos sempre mais qualidade, mais empenho, mais concentração, maior espirito de sacrifício, etc. Mas no geral tem sido um grupo sério, disciplinado e trabalhador.>> P (JT) – Tens conhecimento concreto da valia das selecções que Portugal irá encontrar pelo caminho, nomeadamente daquelas com que nos iremos cruzar na 2ª fase, que são do Grupo D (eventualmente Eslovénia e Polónia), dizemos nós, já que os outros dois, Estónia e Israel em teoria parecem não ter estofo para grandes voos ? Ou não ligas a essas coisas e preferes concentrar-te no teu trabalho e preparar a equipa para qualquer batalha ?>> R (ACN) – Não temos conhecimento algum sobre o valor das equipas do grupo D, e não é no momento a nossa preocupação. Gostamos de nos focar no que são factos concretos e objectivos, que neste momento são os jogos com a Dinamarca, Irlanda e Alemanha. Depois com o decorrer da competição teremos tempo para analisar e avaliar a competência dos possíveis adversários. Gostamos de dar um passo de cada vez.P JT) – A FPB apostou na organização deste Europeu porque considera que a geração das nossas jovens nascidas em 1997 e 1998 tem na realidade algumas jogadoras a quem se augura um futuro promissor. Em termos pragmáticos, isto passa por termos aspirações a subir à Divisão A ? O objectivo a perseguir será um lugar nas meias-finais… e depois logo se vê, ou será colocar a fasquia demasiado alta ?R ACN) – É para mim muito difícil estabelecer um objectivo tão concreto numa competição de 11 dias quando temos muito pouco contacto internacional e não conhecemos o valor e potencial das outras equipas. As nossas atletas podem de facto ser muito interessantes mas as das outras equipas também o podem ser! Acredito que nos temos preparado de uma forma séria e ambiciosa por forma a poder disputar de uma forma competitiva todos os jogos que viermos a disputar.P (JT) – Ir para um Campeonato da Europa, tendo nas pernas apenas 3 jogos, achas que é suficiente ou pelo contrário és de opinião que é muito curto para que se possam atingir objectivos mais exigentes ? Em 2012, com uma equipa cujo núcleo duro é repetente (com excepção de Simone Costa que já é Sub-18), estivemos nas meias-finais, com a subida a escapar-nos por uma nesga (4º lugar amargo). Isso é marcante do ponto de vista psicológico ou entendes que as nossas jovens cresceram, estão mais maduras, mais jogadoras e podemos por isso continuar a sonhar ?R (ACN) – Não me parece que do ponto de vista psicológico haja alguma questão marcante relativamente ao facto de no ano passado termos ficado á porta da Div A. Alias, considero acima de tudo, que como equipa de Portugal, jogamos cada vez mais os Europeus com a certeza de ser cada vez mais competitivas e uns adversários a temer. Acreditamos mais firmemente que é possível ter sucesso.Um ano depois, julgo também que as nossas atletas estão mais experientes, fruto do trabalho efectuado com os seus treinadores e clubes…É evidente que gostávamos de lhes ter proporcionado mais alguns confrontos internacionais, mas esta é a nossa realidade e não é esse fator que nos faz ter menos ambição.
Portugal Sub-18 foi justo vencedor do torneio
Isto porque no último jogo do torneio entre as duas formações de Sub-18, Portugal suplantou a Estónia sem margem para dúvidas, conquistando com justiça o troféu atribuído ao vencedor, que a capitã Laura Ferreira recebeu no final das mãos de João Gustavo Santos, Presidente da AB Castelo Branco.
Fizemos questão de ser o líder associativo albicastrense a entregar o troféu pelo simbolismo que encerra, na medida em que representa o agradecimento da FPB pelo envolvimento dos parceiros (UBI e ABCB) na realização deste evento, ao abrigo do protocolo tripartido que está em vigor desde Janeiro de 2011. O nosso bem-haja pela colaboração e apoio inestimável, sem esquecer a acção do DTR António Sena, sempre presente.Gostaríamos que esta organização, tendo sido a primeira, fosse o tiro de partida para que se repetisse nos anos que se irão seguir. Começaram bem as jovens Sub-16 de Portugal. Em resposta ao cesto inaugural das britânicas, de contra-ataque por Savanaah Wilkinson, Portugal fez um parcial de 11-0 em pouco mais de 5 minutos, com as postes Chelsea (4) e Maria (7) a assumirem as despesas de marcação. Um oportuno desconto de tempo pedido de imediato pela treinadora inglesa à entrada do minuto 8 (11-2), alterou o rumo dos acontecimentos porque as nossas adversárias responderam com um parcial de 0-8, iniciado por um triplo de Molly Taylor, uma excelente lançadora e concluído com uma jogada de 2+1 de Abby Lowe, a escassos 5 segundos do final do 1º período (11-10). No 2º quarto (13-10), depois do empate (11-11) no minuto 11, Portugal só voltou a carburar em termos ofensivos no minuto 14 quando Constança Neto acertou uma bomba (14-11), dando o mote para um parcial de 13-3, em que o colectivo luso funcionou que nem um relógio suíço. Mas a Inglaterra reagiu bem reduzindo o prejuízo de 10 pontos (24-14) no minuto 19 para 6 (24-20), resultado ao intervalo, com a base Shanice Norton a carregar com a equipa, ao marcar 9 pontos (dos quais 5 lances livres) das britânicas neste 2º parcial.O 3º período (23-9) desfez a incerteza que poderia existir quanto ao vencedor do jogo. A partir dos 36-29 (à entrada do minuto 28) as comandadas de Ana Catarina Neves impuseram novo parcial de 11-0, em 2 minutos e meio, iniciado com o único triplo de Carolina Bernardeco (39-29) e continuado a meias pelas duas postes Chelsea e Maria, cada uma com 2 duplos. A vantagem lusa ao cabo de 30 minutos jogados era já de 18 pontos (47-29).No derradeiro quarto (14-3) a Inglaterra só conseguiu marcar um cesto de campo, aos 55-32 (minuto 37), desperdiçando 13 tentativas em 14 lances livres a que teve direito, o que se reflectiu obviamente na fraca eficácia no final (35%). Resultado final: Portugal Sub16 61-32 Inglaterra Sub16Na vitória das sub-16 lusas grande protagonismos das duas jogadoras interiores, que fizeram cada uma o seu duplo-duplo, Chelsea Guimarães (22 pontos, 11/17 nos duplos, 16 ressaltos sendo 4 ofensivos, uma assistência e 1 desarme de lançamento) e Maria Kostourkova (19 pontos, 10 ressaltos sendo 6 ofensivos, uma assistência, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 5 faltas provocadas com 3/3 nos lances livres).Na partida que viria a decidir o vencedor do torneio, Portugal entrou muito bem chegando com facilidade a 10-0, o que motivou um desconto de tempo pedido pelo treinador da Estónia no minuto 4 (10-2). A despeito da reacção adversária (12-6) no minuto 6, as lusas não abrandaram chegando ao final do 1º quarto na frente (21-13).No 2º período (17-11), Portugal ampliou a diferença à entrada do minuto 12 (27-13) e apesar de novo desconto de tempo estoniano, a superioridade lusa não sofria contestação, tendo-se atingido o intervalo com 38-24 favoráveis à selecção portuguesa.No 3º quarto (20-17) houve muito equilíbrio mas com o colectivo de Kostourkova a conseguir manter a vantagem sempre acima da dezena (42-32 no minuto 24). Curiosamente foi já com Josephine Filipe, a melhor marcadora das portuguesas, no banco com 4 faltas desde essa altura, que Portugal ampliou a diferença pontual para 19 (53-34) por intermédio de Sara Dias, que protagonizou uma boa actuação. Muito perto da buzina um triplo de Susana Lopes, após assistência de Joana Soeiro, fixou o resultado em 58-41 no final dos 30 minutos de jogo. No último período (13-12) as coisas complicaram-se um bocado, nomeadamente quando graças à acção decisiva da poste Trine Kasemagi, MVP do encontro, a Estónia reduziu o prejuízo em menos de 3 minutos de 17 pontos para 10 (58-48) e logo a seguir para 7 (58-51), no minuto 34, mercê do único triplo de Tatjana Razguljajeva. Isto mesmo depois de Kostourkova ter parado o cronómetro no minuto 33, na tentativa de travar a reacção adversária. A reentrada de Josephine pesou na melhoria de rendimento das nossas representantes, muito bem acompanhada por Laura Ferreira, determinantes no parcial de 13-2 conseguido até ao apito final. Resultado final: Portugal Sub18 71-53 Estónia Sub18Destaque nas vencedoras para a prestação de Laura Ferreira (18,5 de valorização) ao somar 10 pontos, 8 ressaltos sendo 3 ofensivos, duas assistências, 3 roubos e 3 faltas provocadas, com 4/4 nos lances livres. Foi bem secundada por Sara Dias (14 pontos, 6/8 nos duplos, 3 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas com 2/3 nos lances livres), Joana Soeiro (7 pontos, 5 ressaltos defensivos, duas assistências, 8 roubos e 3 faltas provocadas), Emília Ferreira (13 pontos, 3 ressaltos sendo 2 ofensivos, 3 assistências, 1 roubo e 4 faltas provocadas com 7/7 nos lances livres) e Josephine Filipe (15 pontos, 6/10 nos duplos, 3 ressaltos sendo 1 ofensivo, 1 roubo e duas faltas provocadas com 3/4 nos lances livres).Na selecção da Estónia excelente exibição de Trine Kasemagi, MVP do jogo (30,5 de valorização) ao contabilizar 24 pontos, 9/14 nos duplos, 9 ressaltos sendo 6 ofensivos, uma assistência, 2 roubos e 8 faltas provocadas com 6/12 nos lances livres.Fichas de jogoPavilhão da UBI, na CovilhãPortugal Sub-16 (61) – Carolina Bernardeco (3), Catarina Mateus, Carolina Gonçalves (2), Chelsea Guimarães (22) e Maria Kostourkova (19); Sofia Almeida, Leonor Serralheiro (6), Constança Neto (5), Beatriz Jordão, Catarina Rolo, Maianca Umabano (2) e Beatriz Jesus (2) Inglaterra Sub-16 (32)Portugal Sub-18 (71) – Joana Soeiro (7), Laura Ferreira (10), Sofia Pinheiro (3), Joséphine Filipe (15) e Emília Ferreira (13); Sara Dias (14), Simone Costa (2), Susana Lopes (), Inês Veiga (), Joana Cortinhas (), Francisca Meinedo () e Ana Moniz ()<>Estónia Sub-18 (53) – Kristi Tamp (), Kadri-Ann Lass (), Tatjana Razguljajeva (), Jane Svilberg () e Trine Kasemagi (); Marie Roosalu (), Anett Nurm (), Anni Tagapere (), Doris Park (), Sofia Anissimova (), Kaari Kamp () e Laura Noor ()Por períodos: 21-10, 17-11, 20-17, 13-12Árbitros: Paulo Fidalgo, de Aveiro e Gonçalo Farias, de Castelo BrancoClassificação final:1º Portugal Sub-18 3V-0D-6 pts2º Portugal Sub-16 2V-1D-5 pts3º Estónia Sub-18 1V-2D-4 pts4º Inglaterra Sub-16 0V-3D-3 pts
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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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