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Portugal muito perto da vitória
Apesar de terem começado melhor, no final do 1º período venciam por oito pontos (23-15), e de terem estado na frente do marcador até entrada do derradeiro quarto (49-46), os últimos 10 minutos não correram bem aos comandados de André Martins.
Na equipa portuguesa, Artur Castela esteve em bom plano (16 pontos e 7 ressaltos), o mesmo sucedeu com João Grosso, autor de 13 pontos e 8 ressaltos. Miguel Maria (12 pontos) esteve bem a assistir (4 assistências), e Pedro Bastos (12 pontos) muito eficaz da linha de três pontos (4/5).A equipa portuguesa volta a entrar em ação este domingo, às 17.15 horas, frente à Seleção da Suíça, num encontro em que esperemos que Portugal consiga regressar às vitórias.Portugal 68-70 BélgicaParciais: 23-15; 17-18; 9-13; 19-24Por Portugal alinharam e marcaram:Henrique Piedade, 2 pontosPedro Bastos, 12 *Emanuel Correia de Sá, 2 Júlio Silva, 0João Ribeiro, 2 *Jonah Callenbach, 7 *Miguel Cardoso, 12João Gallina, 0 Diogo Ventura, 0 Bruno Cabanas, 2 *Artur Castela, 13 *João Grosso, 16*Jogadores titulares
Portugal bate Roménia
Na cidade Sérvia de Novi Sad Portugal revelou, especialmente durante a primeira parte, eficácia no tiro de longa distância, bem como conseguiu defender de forma agressiva, o que se materializou em 19 roubos de bola. Mais um pequeno passo na preparação de Portugal, seguindo-se novo jogo este domingo, pelas 18 horas locais, naquele que será o último encontro de preparação antes do início do Europeu (a realizar em Strumica, Macedónia), frente à Dinamarca.
Não demorou muito tempo para que o conjunto português conseguisse impor um ritmo defensivo forte, provocando inúmeros turnovers na equipa romena. O resultado começava a desequilibrar-se (final do 1º período o marcador registava 27-18, favorável a Portugal), sendo que a defesa zona 1x3x1 da Roménia passou a ser o obstáculo a ultrapassar. Mas a boa eficácia nos lançamentos de 3 pontos, assim como o aproveitamento de situações de superioridade numérica, colocavam Portugal, ao intervalo, na frente do marcador por 50-32.Na etapa complementar, a rotação dos jogadores manteve-se, com todos a jogarem 20 minutos, uma vez que Isaias Insaly e Daniel Relvão não jogaram, se bem que a prestação defensiva não tenha sido tão bem conseguida. Apesar da aproximação no marcador, os romenos nunca foram capazes de baixar os 10 pontos de diferença.Os tiros de longa distância não caiam com tanta frequência, pelo que a paciência ofensiva para atacar a zona e a exploração do contra-ataque foram as armas utilizadas por Portugal para segurar a vantagem pontual.Por períodos:1º: 27-182º: 23-143º: 12-204º: 20-11Por Portugal jogaram: Krassimir Pereira, João Guimarães (6 ressaltos), Sérgio Silva (12 pontos e 3 ressaltos), Pedro Marques (6 pontos, 6 ressaltos, 4 roubos de bola e 2 assistências), Pedro Meireles (11 pontos e 4 ressaltos), Luís Camara (13 pontos, 2 roubos de bola e 2 assistências), Benvindo Mendes (4 pontos e 2 ressaltos)Francisco Amiel (19 pontos, 3 roubos de bola e 2 ressaltos), Diogo Gameiro (12 pontos, 3 assistências e 3 roubos de bola) e Nuno Ferreira (5 pontos e 5 ressaltos).
Entrada com o pé direito
A equipa treinada por André Martins bateu na primeira jornada do Grupo B a Finlândia, por confortáveis 93-71. Segue-se a Bélgica.
Os jogos de preparação já tinham dado boas indicações, mas o selecionador nacional fez questão de avisar os seus jogadores de que a competição a sério seria diferente e que não se podia facilitar. Os jovens portugueses apreenderam a mensagem de André Martins e bateram a Finlândia fazendo uso de três armas importantes: bom arranque, confiança e defesa.“Começámos bem a competição. Conseguimos preparar bem o jogo e o facto de só termos sofrido 23 pontos na primeira parte foi decisivo. Conseguimos parar os pontos fortes da Finlândia e jogámos coletivamente”, constata André Martins.Mas tal como tinha sucedido na preparação, o treinador não quer que os seus jogadores se deixem deslumbrar com este primeiro resultado positivo até porque, recorda, o Europeu não termina aqui. “Não viemos à Roménia para ganhar apenas um jogo, temos objetivos. Por isso há que pensar já no próximo encontro, com a Bélgica, que certamente vai ser bem mais difícil que o de hoje. Eles também vêm de uma vitória e quem ganhar pode ficar numa posição privilegiada no que diz respeito à próxima fase”, alerta o técnico, acrescentando: “Estivemos bem, os atletas foram de uma entrega fantástica, mas foi apenas um jogo.”Finlândia 71-93 PortugalParciais: 11-18; 12-25; 21-31; 27-19Por Portugal alinharam e marcaram: Henrique Piedade, 13 pontosPedro Bastos, 10*Emanuel Correia de Sá, 4Júlio Silva, 2João Ribeiro, 5*Jonah Callenbach, 9*Miguel Cardoso, 14João Gallina, 0Diogo Ventura, 7Bruno Cabanas, 4*Artur Castela, 13*João Grosso, 12*Jogadores titulares
Mini em Ponta Delgada
Esta dinâmica tem evoluído rapidamente o jamboree já foi notícia no Açoreano Oriental e no Correio do Açores. Hoje o jamboree foi visitado pela RTP Açores e para a semana que vem vai passar uma reportagem do evento na televisão. A dinâmica deste evento é contagiante e já chegaram à organização pedidos de informação sobre a data e o horário da Gala. Para todos os interessados esta vai decorre no Sábado no auditório de Escola Roberto Ivens pelas 21.00.
Portugal vence Dinamarca
No pavilhão da equipa FMP, uma das melhores escolas de formação europeia, o conjunto nacional conseguiu uma boa vitória, frente a um adversário que no último Europeu, embora tenha descido, competiu na Divisão A. O próximo jogo, desta vez em Novi Sad, cidade onde Portugal se encontra a estagiar, será este Sábado, às 18 horas, contra a Seleção da Roménia.
A equipa portuguesa voltou a não entrar bem no jogo, passiva na forma como defendia, a permitir que a bola chegasse com facilidade aos jogadores interiores da Dinamarca. As constantes trocas defensivas por parte dos dinamarqueses colocavam problemas acrescidos ao ataque português, que levou algum tempo a perceber como tirar vantagens desse facto.Se no final do 1º período, a vantagem da Dinamarca era de onze pontos (21-10), no segundo período a formação portuguesa mudou a sua atitude defensiva, mais agressiva sobre a bola, a tentar fechar linhas de passe, sobretudo aos postes adversários. O intervalo chegava com o marcador a registar um empate, a 30 pontos.No inicio da etapa complementar, Portugal fugiu para 10 pontos de vantagem, mas um parcial de 12-2 recolocava os dinamarqueses na discussão do jogo. Apesar da irregularidade de rendimento dos jovens nacionais, a verdade é que nos momentos finais Portugal foi mais forte, sobretudo porque soube defender bem, e no ataque conseguiu circular a bola com sucesso à procura do jogador livre, e em melhor posição para atirar ao cesto.
14 jogadoras em estágio na Cruz Quebrada até dia 19
As 14 convocadas são as seguintes:Joana Soeiro (Algés), Susana Lopes (SC Coimbrões), Catarina Cavaco (Juventude VRSA), Francisca Meinedo (CPN), Mª Inês Santos (Física de Torres), Simone Costa (Algés), Sofia Pinheiro (AD Ovarense), Ana Sofia Moniz (CPN), Joana Cortinhas (Académico FC), Joséphine Filipe (Olivais FC), Mafalda Marques (SIMECQ), Emília Ferreira (GDESSA), Inês Veiga (Amigos do Calvão) e Sara Dias (CD Póvoa)Este primeiro estágio que tem a duração de 9 dias, terminando no próximo dia 19, após o almoço, engloba treinos bidiários no Pavilhão LORD (Faculdade de Motricidade Humana), com excepção do primeiro (só à noite) e do último dia (só de manhã). Recorde-se que nesta selecção ainda faltam Laura Ferreira (GDESSA), neste momento a participar no Europeu de Sub-20 que está a decorrer na Bulgária e a dupla de postes Maria Kostourkova (CRCQ Lombos) e Chelsea Guimarães (Algés), que integram a selecção de Sub-16 que disputará o Europeu respectivo, de 1 a 11 de Agosto, em Matosinhos. Staff de responsáveisMariyana Kostourkova (seleccionadora)Ana Margarida Faria (treinadora adjunta) Maria José Pires (fisioterapeuta)Pinto Sebastião (apoio logístico)José Tolentino (dirigente)
«Era ótimo ficar nos 8 primeiros»
Portugal está incluído no Grupo A, juntamente com Macedónia, Noruega, Estónia, Finlândia e Bulgária.
Na última participação conseguiram o brilharete de ter ficado entre as oito melhores equipas do Europeu. Quais são as expectativas para este Campeonato da Europa? No escalão de sub-16 é sempre muito complicado fazer previsões, dado que é a primeira vez que a geração compete. As expectativas passam por dar o máximo até ao limite das nossas forças. Era ótimo conseguirmos ficar novamente nos 8 primeiros. Claro que alimentamos sempre o sonho de atingir o pódio e consequentemente a subida à divisão A, mas não é possível assumir um compromisso com os resultados, só com o empenho e o trabalho. Quanto mais duro trabalharmos mais sorte teremos!Nestas idades as Seleções Nacionais são sempre associadas a gerações. De que forma caracterizaria esta geração que vai participar no campeonato de sub-16? Há um aspeto muito positivo com a nossa seleção que é o facto de um terço dos elementos da equipa já terem participado no Europeu do ano passado. Aliás, mais do que participar, tiveram mesmo um papel importante na equipa. O desafio que esta preparação nos coloca é diminuir ao máximo a heterogenia da equipa no sentido de chegarmos à competição e não sofrermos uma quebra muito grande entre o 5 inicial e o banco. Para disputarmos 9 jogos em 11 dias precisamos de todos.O período de preparação já está programado? Está prevista alguma competição internacional antes do início do Europeu? Apesar dos cortes orçamentais e de todas as dificuldades associadas, há que enaltecer o esforço e a visão da direção da FPB, que conseguiu manter quase a totalidade do programa previsto. Vamos começar o estágio a 9 de Julho, no Caramulo. No mesmo local, e em Tondela, vamos realizar um torneio triangular com as seleções da Irlanda e Bélgica, entre os dias 17 e 19 de Julho. Depois, no início de Agosto, jogaremos em Liége com a Geórgia, a Suíça e a Bélgica novamente. De lá já seguimos diretos para Sarajevo onde jogaremos com a Bósnia 3 dias antes do início do campeonato. É certo que ainda estamos longe dos 20 e mais jogos que algumas seleções conseguem fazer, mas se compararmos com os últimos anos, em termos de jogos internacionais estamos bem servidos. Um comentário sobre as outras equipas que fazem parte do Grupo A. Quais, em teoria, as que terão mais hipóteses de chegar aos oito primeiros? Tendo em conta que a geração nunca competiu, a teoria só pode ter por base as classificações dos últimos anos. A pensar assim, a Bulgária parece ser a equipa mais temida, tendo em conta que há apenas dois anos estava na divisão A. Finlândia será, historicamente, a outra favorita à passagem aos quartos. A seleção da Macedónia ganhou-nos no ano passado e ficou à nossa frente na classificação, mas muito à conta de dois jogadores que já são sub-18. Sobram Noruega e Estónia que, habitualmente, se têm classificado abaixo de nós, o que não lhes retira a possibilidade de serem uma surpresa. O resultado do primeiro jogo frente à Estónia poderá ter um peso importante no desempenho de Portugal nesta primeira fase de grupos? Num grupo de 6 equipas como o nosso, em que vamos estar privados de dia de descanso, cada um dos primeiros 4 jogos tem um peso importantíssimo. Há a curiosidade pessoal do meu primeiro jogo num europeu (em 2004) ter sido precisamente com a Estónia. Na altura vencemos 74-63… era bom repetir o resultado este ano.
Quebrada a invencibilidade das Sub-20 lusas no Europeu
O conhecimento prévio do adversário, pois as duas selecções já se haviam defrontado este Verão, com 3 vitórias checas em outros tantos embates, prenunciava um jogo recheado de dificuldades, em função dos pontos fortes do adversário (superioridade de estatura e boas lançadoras de 3 pontos).
Outro factor que jogava contra nós era o facto de a República Checa, uma das duas candidatas mais fortes à subida (a outra é a Bélgica que ainda se mantém invicta), já somar uma derrota, precisamente contra as belgas. Um resultado negativo para as checas complicava bastante as contas para atingirem o objectivo. A vitória da República Checa (58-51) acabou por não surpreender ninguém. Excelente o comportamento das nossas representantes, porque, sempre a correr atrás do prejuízo desde o final da 1ª metade (22-25), nunca desistiram, lutando com todas as suas forças para encostarem o resultado. No 1º período (11-10), o único que Portugal venceu, as lusas não cometendo erros, conseguiram equilibrar as operações nas tabelas (15-17 ressaltos), defendendo bem (2 roubos) e assim uma toada alternada possibilitou a Jéssica Almeida colocar a nossa equipa na frente a 14 segundos da buzina. No 2º quarto (11-15) o equilíbrio desfez-se quando duas bombas consecutivas, de Vyoralová e Mircová , respectivamente nos minutos 13 e 14, operou a reviravolta (15-20), obrigando Eugénio Rodrigues a parar o cronómetro, para que o adversário não fugisse mais no marcador. Isso foi conseguido porque impusemos um parcial de 7-2 até ao minuto 20 (22-22 a 41 segundos da buzina). A igualdade seria desfeita para o lado das checas quando Mircová acertou o seu 2º triplo (22-25), a 23 segundos do intervalo.A diferença registada no final da 1ª parte explicava-se devido aos 8 turnovers feitos pela nossa equipa no 2º quarto (contra nenhum nos 10 minutos iniciais) e pelo maior acerto do adversário nos tiros do perímetro (37,5%), com 3 triplos em 8 tentados, contra apenas um em cinco tentativas (20%) das nossas representantes.No 3º período (12-16) as comandadas de Eugénio Rodrigues passaram a sentir maiores dificuldades a partir do minuto 23 (24-27) quando as duas jogadoras adversárias mais influentes (Satoranská e Vyoralová) acertaram mais dois triplos no parcial de 2-7, com o treinador luso a pedir novo desconto de tempo no minuto 25 (aos 26-34). A desvantagem subiria ainda para 10 pontos (26-36, 29-39 e 31-41), mas Joana Canastra, numa jogada de 2+1 reduzia para 34-41 a 48 segundos do termo do 3º período.No derradeiro quarto (17-17) a República Checa chegou à maior diferença (12 pontos) no minuto 34 (38-50). Foi o ponto de partida para uma enérgica reacção da selecção portuguesa que com Jéssica Almeida assumir as despesas no tocante à marcação de pontos colocou a equipa anfitriã em sentido, após um parcial de 8-2. Acto contínuo a seleccionadora checa Romana Ptackova parava o cronómetro aos 46-52, à entrada do minuto 38. Por banda das adversárias era Thérese Vyoralová (9 pontos neste período) que carregava com a sua equipa fazendo 2 cestos consecutivos (46-54 e 46-56), obrigando o seleccionador luso a esgotar os descontos de tempo, no minuto 39. O 2º triplo de Joana Jesus, após passe decisivo de Jéssica Almeida, ainda no minuto 39 (49-56) e depois 2 lances livres convertidos por Jéssica Almeida (51-56) obrigaram também a treinadora checa a esgotar os descontos de tempo, para se colocar a coberto de qualquer surpresa, o último a 17 segundos da buzina. A MVP Monika Satoranská selaria o resultado final da linha de lance livre.Resultado final: Portugal 51-58 República Checa Destaque nas vencedoras para as prestações de Monika Satoranská, MVP (24,0 de valorização) e melhor ressaltadora do encontro, ao fazer um duplo-duplo (16 pontos, 2/3 nos triplos, 12 ressaltos sendo metade ofensivos, duas assistências, 1 roubo e uma falta provocada com 2/2 nos lances livres), Thérese Vyoralová , melhor marcadora da partida (18 pontos, 3 /4 nos triplos, 5 ressaltos sendo 1 ofensivo, duas assistências, 2 roubos e 7 faltas provocadas com 5/8 nos lances livres) e Beáta Adamcová (8 pontos, 4/6 nos duplos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências, 1 roubo, 4 desarmes de lançamento e uma falta provocada). No seleccionado luso a mais valiosa (16,0 de valorização) foi Nádia Fernandes (7 pontos, 11 ressaltos sendo 2 ofensivos, 3 roubos, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas com 3/4 nos lances livres), seguida de Jéssica Almeida (15 pontos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, duas assistências, 1 roubo e 3 faltas provocadas com 3/4 nos lances livres). A vitória da República Checa foi baseada fundamentalmente na maior eficácia da linha de 3 pontos (23%-33%), com 7 triplos convertidos contra apenas 3 das portuguesas, na superioridade nas tabelas (45-50 ressaltos), nomeadamente na tabela defensiva (27-31), por ter sido mais colectiva (9-12 assistências) e por ter conseguido mais desarmes de lançamento (1-8).Portugal roubou mais bolas (10-7) e provocou mais faltas (18-15), com o aproveitamento na linha de lance livre a ser muito semelhante (77%-79%), pois enquanto as nossas representantes falharam 3 tentativas em 13, as checas desperdiçaram o mesmo número de lances livres em 14 tentados. Nos restantes indicadores houve muito equilíbrio, particularmente nos turnovers (15 para cada lado) e nos lançamentos de 2 pontos (30% para ambos). Ficha de jogo Sport Hall em Albena Portugal (51) – Jéssica Almeida (15), Joana Jesus (10), Laura Ferreira (4), Inês Pinto (1) e Nádia Fernandes (7); Inês Viana (3), Joana Canastra (7), Mafalda Guerreiro (4), Jéssica Costa e Joana Alves República Checa (58) – Eliska Mircová (10), Barbora Samková, Tereza Vyoralová (18), Beáta Adamcová (8) e Monika Satoranská (16); Pamela -Therese Effongova (4), Nada Salacová, Radka Brhelová, Anezka Skokanová, Petra Bakajsová e Aneta Mainclová (2) Por períodos: 11-10, 11-15, 12-16, 17-17Árbitros: Oliver Krause (GER), Alin Faur (ROU) e Nikola Perlic (CRO) Outros resultados da 6ª jornada: Israel 39-61 BélgicaAmanhã é o 2º dia de descanso da competição. Jogos da 7ª jornada (6ª feira):(13H45) Grã Bretanha-Israel (16H00) República Checa-Macedónia (18H15) Letónia-Portugal(20H30) Bélgica-Roménia
A postos para o Europeu
Já em solo romeno a equipa voltou a deixar boas indicações.
Um jogo “físico e muito intenso”. Foi desta forma que o selecionador nacional, André Martins, resumiu o particular que Portugal realizou esta terça-feira diante da Grã-Bretanha. À semelhança do que tinha sucedido no segundo duelo com a Roménia, a formação portuguesa entrou bem na partida e isso foi importante. “Fizemos uma percentagem de lançamentos de três pontos muito grande na primeira parte (8 em 11 tentados) e acabámos por ir para o intervalo com uma vantagem de 16 pontos”, conta o treinador. “Na segunda, a Grã-Bretanha tentou responder, mas nós controlámos muito bem o jogo, sobretudo no ataque.”Na próxima sexta-feira a equipa estreia-se no Europeu (Divisão B), frente à Finlândia, e André Martins não esconde o otimismo. “O mais positivo a salientar é que a equipa mostra cada vez mais que vai ser competitiva no Campeonato da Europa. Vencemos três dos jogos de preparação”, constata, deixando, no entanto, uma ressalva: “Hoje vencemos porque estivemos muito bem no ataque, mas não podemos sofrer 78 pontos. Aliás, 70 pontos é o máximo que podemos deixar as outras equipas marcar.”Seja como for, o moral entre os jogadores é elevado. “A equipa está confiante, a concentração é máxima. Agora há que começar a jogar, não nos podemos esquecer que estes encontros que temos vindo a realizar não passam de treinos. Não podemos valorizar muito estas vitórias, mas sim o facto de estarmos competitivos e a jogar cada vez mais em equipa.” O Campeonato da Europa inicia-se na sexta-feira, em Pitesti, e Portugal está incluído no Grupo B.Eis o calendario da primeira fase: 12/07/13 – 19h30 – Finlândia-PORTUGAL 13/07/13 – 19h30 – PORTUGAL-Bélgica 14/07/13 – 17h15 – PORTUGAL-Suíça 16/07/13 – 15h00 – Holanda-PORTUGAL 17/07/13 – 15h00 – Chipre-PORTUGALNota: Horas locais, mais duas que em Portugal Continental
Formação Contínua
São preletores: Orlando Simões e Norberto Alves.
Último quarto foi decisivo no êxito de Portugal
Decisivo para o êxito luso foi a prestação no derradeiro quarto (20-11), em que as comandadas de Eugénio Rodrigues impuseram um parcial de 13-0 em 6 minutos, operando deste modo a reviravolta, já que no final do 3º período a vantagem era de 7 pontos (35-42) para a Macedónia.
No 1º período (6-7) a fraca eficácia para ambos os lados foi a nota dominante, com o primeiro cesto luso a ser obtido no minuto 3 quando Nádia Fernandes igualou a contenda (2-2). Até esse momento Portugal já tinha desperdiçado 8 lançamentos de campo (3 triplos e 5 duplos). Nos 10 minutos iniciais as nossas representantes tentaram 20 lançamentos de campo, dos quais apenas 2 convertidos (10%), continuando em branco atrás da linha dos 3 pontos (0/6).No 2º quarto (17-16) as coisas melhoraram um pouco em termos de eficácia, nomeadamente nos tiros do perímetro com Mafalda Guerreiro e Laura Ferreira (2) a acertarem os primeiros triplos lusos, enquanto a Macedónia ia levando a água ao seu moinho, provocando muitas faltas em acto de lançamento. O intervalo chegou com uma igualdade (23-23).Na 1ª metade Portugal tinha mais posses de bola, fruto de mais ressaltos ofensivos que o adversário (11-7) e também de menos turnovers (4-9), consequência de ter roubado mais bolas (5-3). Mas a eficácia, embora tivesse melhorado, mantinha-se muito baixa (22% nos duplos e 23% nos triplos), conduzindo a uns fraquinhos 22,5% nos lançamentos de campo (9/40), contra 25% da Macedónia (6/24) a que juntava mais 11 pontos obtidos da linha de lance livre, fruto de mais faltas provocadas (9-12).No 3º período (12-19) a toada de equilíbrio continuou a ser uma constante até ao minuto 29 (35-36), com as diferenças a oscilarem entre 1 e 4 pontos e algumas situações de empate de permeio (25-25 e 29-29). Utilizando com a propósito o contra-ataque, a Macedónia em menos de minuto e meio, impôs um parcial de 0-6, que fixou o resultado em 35-42 ao cabo de 30 minutos jogados.Entrando muito fortes e determinadas no derradeiro quarto (20-11), as jogadoras portuguesas conseguiram um parcial de 13-0 em menos de 6 minutos. Inês Viana deu o mote com 5 pontos consecutivos (1 duplo e 1 triplo) obrigando o treinador adversário a pedir um desconto de tempo, no minuto 33 (40-42). Mas Portugal não abrandou o ritmo e utilizando também transições rápidas chegou aos 46-42, com mais 5 pontos consecutivos, estes de Joana Canastra (1 duplo e 1 triplo) e depois aos 48-42, quando Jessica Almeida não tremeu da linha de lance livre depois de ter sido travada em falta no minuto 36. A Macedónia só voltou a acertar com o cesto, através da base Mitrasinovic, ao converter 2 lances livres no minuto 37 (48-44), depois de mais de 6 minutos a seco. Joana Canastra (excluída aos 53-49) ainda concluiria um contra-ataque (50-44), no mesmo minuto 37. Um triplo de Aleksandra Stojanovska , na conclusão de outro contra-ataque (51-47) ainda mantinha acesa a chama da esperança macedónia, com 2 minutos e 28 segundos para jogar, mas Jessica Almeida (53-47), Nádia Fernandes (54-49) de novo Jessica Almeida (55-51), não permitiram que o adversário conseguisse a reviravolta. Mitrasinovic ainda reduziu para 55-53, mas com 7 segundos para jogar já não houve tempo para mais. Resultado final: Portugal 55-53 MacedóniaDestaque na equipa portuguesa para Jessica Almeida (18,5 de valorização), ao conseguir 17 pontos, 3 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência, 1 roubo e 5 faltas provocadas, com 7/8 nos lances livres. Foi bem acompanhada por Laura Ferreira (9 pontos, 2/5 nos triplos, 9 ressaltos sendo 5 ofensivos, duas assistências e 6 faltas provocadas com 3/6 nos lances livres), Nádia Fernandes (6 pontos, 10 ressaltos sendo metade ofensivos, duas assistências, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas) e Mafalda Guerreiro (7 pontos, 1/3 nos triplos, 8 ressaltos sendo 2 ofensivos, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 4 faltas provocadas). Na selecção da Macedónia excelente prestação de Aleksandra Stojanovska, MVP da partida (22,0 de valorização) ao contabilizar 17 pontos, 1/2 nos triplos, 9 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência, 3 desarmes de lançamento e 4 faltas provocadas, com 6/6 nos lances livres. Foi bem secundada por Nena Trajchevska (9 pontos, 9 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência, 1 roubo e 4 faltas provocadas, com 3/4 nos lances livres).A vitória lusa assentou basicamente no menor número de erros (10-20 turnovers), no maior colectivismo (12-7 assistências), no maior número de roubos (12-3), na maior eficácia nos tiros de 3 pontos (25%-9%) e por ter ganho mais ressaltos ofensivos (19-12). Por seu turno a Macedónia ganhou a luta das tabelas (40-46 ressaltos), nomeadamente a tabela defensiva (21-34 ressaltos), foi mais eficaz nos duplos (43%-29%) e nos lançamentos de campo (28%-35%) e provocou mais faltas (23-25), com a curiosidade de ambas as equipas terem falhado 10 lances livres. Ficha de jogoSport Hall em Albena Portugal (55) – Jessica Almeida (17), Joana Jesus (4), Laura Ferreira (9), Inês Pinto e Nádia Fernandes (6); Inês Viana (5), Joana Canastra (7) e Mafalda Guerreiro (7) Macedónia (53) – Andzelika Mitrasinovic (12), Arin Agic, Nena Trajchevska (9), Angjela Davitkova e Aleksandra Stojanovska (17); Sofija Lazareska, Dragana Jolovik (7), Leterija Temelkova (6) e Ivona Pejkovska (2) Por períodos: 6-7, 17-16, 12-19, 20-11Árbitros: David Romano (Israel), Vaclav Lukes (República Checa) e Simon Unsworth (Inglaterra)Outros resultados2ª jornada: Israel 66-48 Macedónia
Sub-18 perdem particular
Uma derrota por cinco pontos (58-63), num jogo bem conseguido, mas em que o início do segundo tempo comprometeu as aspirações da formação nacional. O próximo encontro será frente à Dinamarca, na próxima quinta-feira, igualmente na capital da Sérvia.
Consciente que iria defrontar a equipa medalhada com o bronze no último Campeonato da Europa – Divisão A do escalão de Sub-16, Portugal não entrou bem no jogo. A transição defensiva deixava muito a desejar, situação bem aproveitada pelos sérvios para somar contra-ataques. No ataque, o tiro exterior teimava a não entrar, razão pela qual a Seleção perdia por seis pontos no final do 1º período (18-24).No segundo período, corrigida que foi a recuperação defensiva, bem como a eficácia no tiro de longa distância (5/6 de 3 pontos), os jovens portugueses deram a volta ao marcador até se atingir o intervalo (42-35).Mas o descanso não fez bem ao conjunto nacional, que recomeçou a etapa complementar de uma forma desastrada. Principalmente no capítulo ofensivo, já que esteve quase sete minutos sem conseguir qualquer ponto. Se a isto juntarmos o facto de ter sido dominado por completo na luta do ressalto (19-37), a seleção Sérvia vencia no final do 3º período por 53-47.Nos últimos 10 minutos, Portugal lutou por um resultado positivo e um triplo de Luís Câmara, a poucos segundos do final, colocava a equipa portuguesa a dois pontos de distância (58-60). Mas a conquista de mais um ressalto ofensivo culminou com mais uma ação atacante dos sérvios em cesto e falta, quando Portugal poderia ter beneficiado de uma posse de bola que desse a vitória.Na equipa portuguesa alinharam e marcaram: Krassimir Pereira, João Guimarães (5 pontos), Sérgio Silva (11 pontos), Pedro Marques (5 pontos), Pedro Meireles (5 pontos), Luís Câmara (10 pontos), Benvindo Mendes (11 pontos), Isaías Insaly (10 pontos), Francisco Amiel, Diogo Gameiro, Daniel Relvão e Nuno Ferreira (1 ponto).
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
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