Artigos da Federaçãooo
Torneio Vale do Tejo Sub 18 – Final Zonal Norte
Disputado entre o CRD Soutocico e o NDA Pombal, a final da zona norte desta prova decorreu de forma emocionante, com variadíssimas alternâncias de liderança do marcador e um final empolgante.Ao intervalo a equipa liderada por Celso Casinha liderava por 4 pontos. Mas os dois restante períodos possibilitaram várias reacções quer da equipa treinada pelo Dinis Bastos, quer da equipa Pombal.Com uma vantagem de 2 pontos para o Soutocico, a posse de bola final ainda permitiu ao Núcleo de Pombal tentar inverter o resultado. 69-71 foi o resultado final a favor do CRD Soutocico.Recordamos que a prova, na Zona Norte disputou-se em duas séries de 4, após as quais se disputaram meias finais zonais. Nas meias finais o NDA Pombal levou de vencida, de forma emocionante o Samorense (representante da AB Santarém) e o Soutocico venceu o Sporting Clube Marinhense.Balanço final positivo, estando as 2 equipas finalistas e parabéns bem como a equipa de arbitragem, onde a competência acompanhou a intensidade e emoção da partida.Mas esta final soube a pouco, pois a derradeira final deveria ser realizada no dia 19 de Maio com o 1.º classificado da série Lisboa-Setúbal. Após os esforços desenvolvidos pelas associações em causa, em cooperação com a AB Leiria, o clube apurado, Scalipus, não conseguiu reunir condições para participar na final. Parece evidente que as dificuldades dos clubes se estendem mesmo em zonas do país mais representativas da modalidade.
Houve espetáculo na Luz
A qualidade apresentada pela Académica, obrigou os encarnados a ter capacidade de sofrimento, numa final que, a manter-se o nível, prestigiará o basquetebol português.
O primeiro jogo desta final começou com grande intensidade, com as duas equipas a procurarem pressionar sempre a bola, bem como as linhas de passe. A falta de eficácia no tiro exterior obrigou os dois conjuntos a procurarem outras soluções ofensivas, com as penetrações em drible a ser a opção escolhida. Lace Dunn , ao converter 13 dos 15 pontos conseguidos pelo Benfica no 1º período, foi o principal responsável para que os encarnados terminassem empatados a 15 pontos o 1º período.Os dois treinadores começavam a jogar com os seus bancos, com Carlos Lisboa a tentar manter um ritmo elevado no jogo. Mas curiosamente seria a Académica a aproveitar o contra-ataque como arma ofensiva para conseguir cestos fáceis, se bem que na maioria dos casos por distrações defensivas dos jogadores encarnados. Uma sucessão de cestos fáceis desperdiçados pelos conimbricenses foi de imediato aproveitado pelo Benfica para conseguir uma pequena vantagem (29-24) no marcador. Rapidamente se recompôs a Académica, continuando a apostar na opção de jogar com o bloqueio direto, já que defensivamente tentava contrariar a desvantagem de estatura e de peso nas áreas próximas do cesto com sucessivos 2×1, sempre que a bola chegava perto da área restritiva.Os minutos finais da 1ª parte ficaram marcados por jogadas espetaculares, com João Balseiro (19 pontos e 3 roubos de bola) a revelar grande facilidade para criar lançamentos, e Lace Dunn (30 pontos, 5 ressaltos e 2 roubos de bola) a comprovar toda a sua qualidade em jogar 1×1. O intervalo chegava com o marcador a registar nova igualdade, desta vez a 36 pontos.O segundo tempo iniciou-se com os dois jogadores a manterem um manterem um “diálogo” muito particular, já que passavam pelas sua mãos as decisões ofensivas das respetivas equipas. O Benfica defendia melhor os bloqueios na bola, continuava a defender de forma intensa, enquanto que no ataque passava a alternar melhor as penetrações para o cesto, com o tiro exterior. Um triplo de Betinho Gomes (18 pontos e 13 ressaltos) colocava o Benfica na frente pela maior diferença do período (51-44). Os últimos 2 minutos do quarto não foram muito bem jogados, mas ainda assim o Benfica entrava para o derradeiro período a vencer por cinco pontos de vantagem (53-48).O último quarto trouxe de novo a emoção e o equilíbrio na marcha do marcador. Depois do empate a 58 pontos, novo triplo da Académica, colocava a equipa de Coimbra novamente no comando do marcador (61-60). O Benfica respondia com uma presença forte na tabela ofensiva, traduzida em segundos lançamentos fáceis ou conquista de lances-livres, e voltava para a frente do resultado (64-61). Depois de Lace Dunn falhar um lance-livre (67-65), Balseiro não tremia da linha de lance-livre e empatava a 67 pontos, com 6 segundos para o fim. O técnico Carlos Lisboa, após um reposição na linha lateral que em nada resultou, voltava a pedir novo desconto de tempo para desenhar uma última jogada, desta vez na linha final. Com alguma sorte à mistura a bola foi parar às mãos de Betinho Gomes, que a 45º fez o mais indicado e converteu, à tabela, o cesto da vitória.O norte-americano Lace Dunn, MVP do jogo com 34 de valorização, sobretudo através das suas penetrações em drible, foi um autêntico quebra-cabeças para a defesa da Académica. Betinho Gomes, para além dos pontos convertidos, foi preponderante para que o Benfica conseguisse vantagem na luta das tabelas.Na Académica, João Balseiro, e não foi através do tiro exterior, esteve muito bem jogo, bem como Marco Gonçalves (9 pontos, 6 ressaltos e 2 roubos de bola), a sair do banco e a acrescentar muita qualidade ofensiva e defensiva à equipa de Coimbra. Arnett Hallman (11 pontos e 6 ressaltos) foi outro exemplo de entrega total, faltou-lhe apenas ter sido mais eficaz no lançamento.
Oliveirense ganha vantagem
As duas equipas voltam a encontrar-se este domingo, novamente às 18.30 horas, no Pavilhão Salvador Machado para aquele que poderá vir a ser o jogo do titulo. Cabe à formação da Maia forçar o 5º jogo, e levar novamente a final para a cidade da Maia.
A jogar perante o apoio do seu público, a Oliveirense, ainda que por vantagens curtas, esteve sempre no comando do marcador durante o 1º período (22-19). Um equilíbrio que se manteve nos primeiros 3 minutos do 2º período, altura em que o marcador registava um empate a 28 pontos. Um parcial de 10, favorável à equipa da casa, fez disparar a Oliveirense no resultado. O mau momento dos maiatos foi interrompido por João Diamantino da linha de lance-livre, que ainda assim conseguiriam recolocar-se na discussão do resultado até ao final do 1º tempo (37-41).Tal como tinha acontecido no período anterior, e depois de alguma igualdade nos primeiros minutos da etapa complementar, a Oliveirense volta a disparar no marcador, só que desta vez para muito perto dos vinte pontos de diferença no final do 3º período (62-44). Com uma vantagem tão larga, o relógio a jogar a favor da Oliveirense, e a falta de eficácia ofensiva do Maia Basket, os últimos 10 minutos não trouxeram grandes surpresas. A liderança da equipa da casa nunca foi colocada em causa, até porque a diferença pontual pouco ou nada se alterou no 4º período (83-65).A superioridade exibida pela Oliveirense (45-25) na luta das tabelas, bem como as boas exibições de João Reveles (18 pontos, 13 ressaltos, 7 assistências e 3 roubos de bola), MVP do jogo com 37 de valorização, João Abreu (17 pontos, 10 ressaltos e 5 ressaltos), Nuno Cortez (16 pontos, 12 ressaltos, 2 assistências e 2 ressaltos) e Renato Azevedo (16 pontos, 6 ressaltos, 3 roubos de bola e 2 assistências) foram decisivas para que a Oliveirense esteja agora a uma vitória de distância do título de campeão.O base Pedro Catarino foi o melhor marcador do Maia Basket com 21 pontos, e João Diamantino (13 pontos, 7 ressaltos e 4 assistências) o mais valorizado da equipa maiata.
Clinic Internacional de Formação 2013
Treinador certificado pela FIBA, Marco Ramondino treina actualmente o Basket Veroli (Lega 2) em Itália, pertencendo também aos quadros da Federação Italiana de Basquetebol (FIP) desde 2010.Para além da sua experiência académica, o treinador italiano possui diversos cursos de formação na área de treinadores. É preletor habitual em Clinics de treinadores e formador pela FIP. Entre o seu palmarés anotamosPlayoff C1 Semifinais (2007); Playoff Legadue Finais (2008); Vencedor da Taça Nacional Legadue (2008) e Playoff Lega A quartos de final (2009).Nos últimos anos:2013, 2012, 2011, 2010 – Treinador Adjunto da Seleção Sub18 Italiana 2012/2013 Basket Veroli (Lega2) Treinador Adjunto2012 Treinador Principal Conad Bologna na Imola Summer League2011/2012 Conad Bologna (Lega2) Treinador Adjunto2010/2011 Banca Tercas Teramo Basket (LegaA)Treinador Adjunto LegaA Treinador Principal da equipa de sub192009/2010 Banca Tercas Teramo Basket (LegaA)Treinador Adjunto Lega A TeamTreinador Principal da equipa de sub17 O Clinic de Cantanhede contará ainda com dois treinadores americanos, David Conrady e Tony Jasick, um treinador espanhol, António Perez e ainda, Mário Gomes.
Fair Play na Final dos Play Offs da LPB
Aproveitamos para realçar o apoio então prestado pelo CAB, bem como enaltecer a atitude de grande fair play, demonstrada pelo SLB. Nomeadamente pelo seu treinador, Carlos Lisboa, reforçada pelo vice-presidente, Almeida Lima, ao se disponibilizarem para adiar os jogos deste fim-de-semana.Por não se verificarem as necessárias condições logísticas ao adiamento solicitado, a FPB, o SLB e a ACC acabaram por concluir manter o calendário previsto para a Final do Playoff 2012/13:1ª Jogo Sport Lisboa Benfica-Académica 18/05/2013 17.00 Império Bonança2ª Jogo Sport Lisboa Benfica-Académica 19/05/2013 16.00 Império Bonança3ª Jogo Académica-Sport Lisboa Benfica 25/05/2013 16.00 Pav. Multidesportos4ª Jogo Académica-Sport Lisboa Benfica 26/05/2013 16.00 Pav. Multidesportos5ª Jogo Sport Lisboa Benfica-Académica 29/05/2013 21.00 Império Bonança
“Somos uma equipa”
O tempo para preparar os jogos com o Benfica foi curto, mas mesmo assim, Fernando Sousa acredita que a Académica vai continuar a ser competitiva. Coletivismo, humildade e personalidade serão as principais armas apresentadas pela formação de Coimbra, na tentativa de equilibrar uma batalha, marcada por uma grande diferença física. O capitão dos estudantes sabe que a tarefa é difícil, mas não impossível, e será com essa crença, que vão disputar os próximos dois jogos em Coimbra.
Acredita que a motivação vai ser suficiente para ultrapassar o natural cansaço de uma eliminatória decidida em cinco jogos?Nesta fase do campeonato, motivação não falta certamente a nenhuma das equipas. O grande objetivo de todas as equipas é estar presente neste momento, e nós alcançamo-lo. Agora o que nos resta é manter o caráter e humildade que caracterizou a nossa época, e acima de tudo, divertirmo-nos a jogar em equipa.Dois dias bastam para preparar os jogos do fim-de-semana?Neste momento, é o tempo que temos disponível. Chegamos às 6h da manhã, de 5ª feira a Coimbra, de uma viagem histórica para a nossa equipa. Agora vamos preparar o jogo com as nossas armas para tentar ir ganhar um jogo a Lisboa.Depois de tantos jogos com o Benfica ao longo desta temporada, acha que ainda existe algo para mudar no plano de jogo que permita aumentar as possibilidades de vencerem?Já jogamos 5 vezes com o Benfica esta temporada, já não há muitos segredos entre as duas equipas, no entanto, cada jogo tem a sua história. Estamos cientes das enormes capacidades do Benfica, mas a final vai ter duas equipas a tentar conquistar o troféu. A nossa equipa nunca deitará a “toalha ao chão”.Quais os principais problemas a ultrapassar nos confrontos com o Benfica?A diferença física entre as duas equipas é o maior obstáculo, que se reflete na luta pela tabela defensiva e ofensiva. Se conseguirmos equilibrar o número de ressaltos conquistados, vamos equilibrar o número de posses de bola e melhorar as nossas hipóteses de vencer. A Académica ao seu melhor nível consegue vencer o Benfica?Claro que consegue. A tarefa é difícil, mas nunca iríamos para um jogo sem acreditar que o podíamos vencer. Gostava de apelar a todos os adeptos e simpatizantes da Académica para apoiarem a equipa, nesta última batalha. A equipa merece o vosso apoio e vocês merecem a nossa atitude e dedicação. “Somos uma equipa”!
“Treinamos para sermos campeões”
A Académica é o último obstáculo a ultrapassar para que os encarnados possam renovar o titulo de campeão nacional. Um objetivo, que Diogo Carreira assume como tendo sido o principal a ser definido para esta temporada. O base benfiquista não acredita no cansaço do adversário, até porque a motivação ajuda a ultrapassar essa questão. Defender como até agora, aliado a um plano de jogo, serão as bases do sucesso do Benfica. Esta é uma eliminatória em que o conhecimento mútuo das equipas é enorme devido ao número de jogos realizados durante a presente época. O Benfica recebe a Académica nos dias 18 e 19 de Maio, no Pavilhão Império Bonança, pelas 17 horas e 16 horas, respectivamente.
Depois do desaire na final da Taça de Portugal, a equipa benfiquista não quer falhar no momento mais alto da temporada. “O nosso objectivo, desde o início da época, é ser campeão nacional. Treinamos para isso. Ainda temos mais alguns dias para preparar estas partidas e vão ser bons jogos”, referiu Diogo Carreira. Mesmo tendo sido obrigado a disputar um quinto jogo na Madeira, Diogo não acredita que o Benfica esteja em vantagem pelo facto da equipa de Coimbra ter menos dias para recuperar e preparar os jogos do próximo fim-de-semana. “Jogar é melhor que treinar. Vêm motivados porque estão na final, mas isso não é o nosso problema. Ainda não perdemos, temos de defender bem e traçar o plano de jogo para vencer”, apontou. Benfica e Académica já se defrontaram por sete vezes esta temporada, pelo que Diogo não espera que haja grandes surpresas táticas. “Não há muitos segredos. Estudamo-nos mutuamente e os jogos vão ser interessantes. Espero que o público compareça”, lembrou.
Académica junta-se ao Benfica
A vitória por 79-76 no jogo da negra, diante do CAB, coloca os conimbricenses na disputa de mais um troféu, sendo que este é o mais cobiçado e reconhecido. Mesmo a jogar em casa do adversário, e depois de uma primeira parte onde foram dominados, os comandados de Norberto Alves ainda tiveram forças e determinação para dar a volta ao jogo durante a etapa complementar. Uma vez mais, o jogo foi decidido no derradeiro quarto, numa eliminatória equilibrada e recheada de emoção.
O jogo começou bem para a equipa madeirense, que no final do primeiro quarto já liderava por uma vantagem de seis pontos (21-15). A supremacia dos insulares prolongou-se durante o segundo período, com a diferença pontual que separava as duas equipas no final do primeiro tempo a aumentar para nove pontos (38-29).Tudo parecia correr de feição aos comandados de João Freitas, mas o descanso viria a alterar o rumo dos acontecimentos. A pausa fez bem à Académica, que após as recomendações e correções feitas pelo seu treinador, surgiu na etapa complementar disposta a lutar pela presença na final. Passados dez minutos a vantagem pontual dos madeirenses já se tinha esfumado, pelo que as duas equipas entravam no derradeiro período empatadas a 59 pontos.Nos minutos finais a equipa de Coimbra cometeu menos erros, revelou maior consistência e soube explorar as fragilidades do adversário. Ao vencer o último parcial por 20-17, a Académica conquistou o direito a lutar pelo título de campeão nacional, um justo prémio para a fantástica temporada realizada pela formação de Coimbra. O CAB sai de cabeça erguida, numa temporada marcada por enormes dificuldades, em que o grupo de trabalho deu um excelente exemplo de profissionalismo, ao superar-se perante tantas dificuldades que foi encontrando ao longo do seu percurso.No lançamento deste jogo referíamos a importância que a tio formado por Mário Fernandes (22 pontos, 10 assistências, 4 ressaltos e 2 roubos de bola), MVP do jogo com 30 de valorização, Szymon Lukasiak (14 pontos, 7 ressaltos e 3 roubos de bola), e Marco Gonçalves (10 pontos e 3 ressaltos) poderia ter neste jogo, e acertámos em cheio. Se a isto juntarmos a regularidade de João Balseiro (18 pontos e 5 ressaltos) encontramos os principais responsáveis pelo sucesso da Académica neste encontro.A equipa madeirense falhou demasiado nas áreas próximas do cesto, bem como perdeu a luta dos ressaltos. O capitão Shawn Jackson (19 pontos, 9 ressaltos e 3 roubos de bola) bem tentou inspirar os seus companheiros. Mas nem com o contributo de Jose Coego (15 pontos e 5 ressaltos) e Jason Smith (17 pontos, 6 assistências e 4 ressaltos) conseguiu evitar a eliminação da equipa.
«Objetivo é o título da Proliga»
Intensidade, equilíbrio e muita emoção é o que o jogador espera nos próximos dois encontros, a realizar no fim-de-semana. Não perca, nos detalhes desta notícia, a entrevista onde João Abreu analisa, entre outros aspetos, a época realizada pela formação de Oliveira de Azeméis.
Com a subida à LPB foi atingido o principal objetivo definido para esta temporada? A subida à LPB era um objetivo do clube e da nossa equipa, objetivo esse que está enquadrado num projeto de 4 anos e que tem como principais metas recolocar a equipa sénior da UDO na maior competição do basquetebol português, ao mesmo tempo que se procura revitalizar a modalidade no clube e na cidade de Oliveira de Azeméis após um período menos bom. Estamos todos muito felizes com esta subida, pois é fruto de muito trabalho e dedicação, e temos consciência da importância de tal feito para as pessoas da cidade, principalmente para aquelas que vivem o basquetebol e o clube intensamente. Dito isto, o principal objetivo da equipa é ser campeão da Proliga pois é esse o troféu que está em disputa e é essa a ambição que nos move a todos. O facto de terem perdido a subida direta já na reta final da fase regular não o deixou apreensivo para o playoff? As derrotas e as adversidades fazem parte da vida de qualquer atleta e equipa. O espírito competitivo, ambicioso e de entreajuda que a nossa equipa tem, bem como a qualidade do trabalho que desenvolvemos e confiamos, nunca nos poderiam deixar apreensivos. Eu pessoalmente confio muito na nossa equipa e em todos os seus membros e é para mim um orgulho tremendo fazer parte dela.Considera que esta final está a ser disputada pelas duas melhores equipas que este ano participaram no Campeonato da Proliga? Sim, acho que são as duas melhores equipas, as que melhor se apresentaram ao longo de todo o campeonato e que merecem estar a disputar esta final. No entanto, existiram outras de qualidade, que ao longo do campeonato se apresentaram muito bem, como o Eléctrico, o Iliabum, o Guifões e o Sangalhos, e que tornaram este campeonato bastante competitivo e interessante de acompanhar.Acredita que é desta que a Oliveirense conseguirá levar a melhor sobre o Maia Basket? Acredito e acreditarei sempre na nossa equipa. As duas equipas, apesar de terem assegurado a subida à LPB, sabem que na realidade não ganharam nada e o que está em jogo é o que verdadeiramente interessa, ser campeão da Proliga. Prova disso foram os dois primeiros encontros disputados na Maia: intensos, equilibrados, emocionantes e com os jogadores de ambas as equipas a lutar pela vitória. Temos consciência das dificuldades que enfrentamos mas trata-se da final do campeonato e tudo iremos fazer para a ganhar, sendo que para isso continuamos a contar com o forte apoio dos nossos adeptos.Na sua opinião, o que falta à Oliveirense para poder ser uma equipa com condições para poder competir na LPB? Julgo não faltar nada. A crise financeira que o País atravessa e afeta os clubes, bem como algumas más decisões estruturais fizeram com que a qualidade do nosso basquetebol sénior, principalmente o praticado na LPB diminuísse consideravelmente nos últimos anos, o que de alguma forma aproximou a realidade da Proliga com a da LPB. Nos dias de hoje, construir uma equipa competitiva para disputar a Proliga não será, na minha opinião, muito diferente do necessário para construir uma equipa para competir na LPB. Claro que os objetivos das equipas e os orçamentos que poderão ter disponíveis são importantes, no entanto acredito que o crucial para o sucesso em qualquer competição, e ainda para mais nos dias de hoje, com todas as dificuldades que se vive, passa essencialmente pela honestidade e seriedade com que se lida com as pessoas, bem como noção da realidade e alguma visão de futuro por parte de quem está à frente dos clubes e das equipas, sendo que isso temos atualmente no basquetebol da UDO.
Duelo de tudo ou nada
Um cenário que se repete para os madeirenses, diante de uma Académica que já conseguiu vencer durante esta eliminatória no Funchal. Desfecho imprevisível, mas, independentemente do vencedor desta eliminatória, a equipa que ficar pelo caminho só poderá orgulhar-se pelo excelente comportamento nesta fase decisiva da competição.
No jogo da negra é sempre difícil fazer previsões, até porque nesta eliminatória tem havido pouca lógica na forma como ela tem evoluído. As duas equipas já estiveram em vantagem, ambas foram capazes de vencer em casa do seu adversário, embora se possa apontar um ponto em comum.A equipa que jogava em casa venceu sempre o primeiro dos dois jogos de que dispunha. Apenas uma constatação que de pouco vale para o jogo de quarta-feira.A Académica teve tudo para fechar a série em casa, isto depois de ter conseguido dar a volta à eliminatória. Nos jogos em que a pontuação é mais baixa, os conimbricenses vencem, pelo que lhes interessará um jogo com menos posses de bola, ritmos de jogo mais controlados e menos turnovers. A viagem e a menor rotação do banco poderá pesar durante o jogo, assim como o rendimento de algumas das suas pedras fundamentais. Mário Fernandes e Szymon Lukasiak podem contribuir mais no capitulo ofensivo, bem como Diogo Simões e Marco Gonçalves podem acrescentar qualidade e profundidade ao jogo da Académica.O CAB, em teoria, poderá estar na mó de cima, pois vem de uma situação em que conseguiu evitar a eliminação. Tem a experiência de uma situação idêntica vivida na ronda anterior frente ao Barcelos, e joga perante o apoio do seu público.O facto de os madeirenses terem mais opções para jogar, dá-lhes a possibilidade de gerir o ritmo do jogo, bem como o cansaço acumulado. Jason Smith tem sido o elemento desequilibrador, até porque o jogo exterior, principalmente os tiros de longa distância, é uma das principais armas ofensivas do CAB.O domínio do jogo interior, luta das tabelas, conquista de faltas, idas para a linha de lance-livre, são outros aspetos em que a dupla José Coego e Jorge Coelho desempenhará um papel determinante. Embora neste capitulo, João Guerreiro e André Pinto possam dar contributos importantes. Não esquecer ainda a mais-valia de ter no plantel dois jogadores com a experiência de Shawn Jackson e José Costa, e o papel que podem assumir em momentos de decisão.
I Divisão Feminina
A equipa do Esgueira deslocou-se até ao reduto das açorianas, com a hercúlea tarefa de ter que vencer as duas partidas no reduto adversário. O União Sportiva confirmou a sua qualidade de vencedor da fase regular e teórico favorito não deixando para o terceiro jogo a discussão da eliminatória, triunfando por 58-39. Descendo no mapa, mais precisamente até Calvão a ESA foi quem causou sensação ao arrancar a sua segunda vitória na eliminatória por 44-49e consequente apuramento para as meias-finais do Playoff onde defrontará as açorianas.Em Casal de Cambra, a equipa da linha de Sintra recebeu e venceu a equipa do Guifões, por 48-42, uma vitória suada pela equipa da casa, mas que garantiu a passagem da primeira eliminatória deste playoff. No derby nortenho, o Coimbrões não tinha margem de manobra frente às maiatas. No Sábado conseguiu empatar a eliminatória, com um difícil triunfo por 53-49, obrigando assim a turma de Eugénio Rodrigues a fazer o terceiro e ultimo jogo da eliminatória. No entanto, e não se deixando intimidar pelo factor casa do Coimbrões, o Juvemaia foi mais forte e garantiu a passagem às meias-finais do Playoff, vencendo a negra por 38-46.Meias-finais:Dia 18 de MaioESA – União Sportiva às 15h no Pav. Mun. José CaeiroDia 19 de Maio Juvemaia – GDEMAM às 16h no Pav. Nogueira Maia
FIBA Europe elogiou instalações em Matosinhos
Richard Stokes, Director Desportivo e Isabella Della Fiori, do Departamento de Marketing e Eventos da FIBA Europa, chegaram a Portugal no Domingo e tiveram a oportunidade de reunir com a Federação Portuguesa de Basquetebol, Câmara Municipal de Matosinhos, Associação de Basquetebol do Porto que, com o apoio da Catchawards, constituirão a Organização Local do evento, além de visitar as instalações desportivas e hoteleiras que acolherão a competição e que, foram elogiadas pelos membros da comitiva.
Num primeiro acto simbólico, Nuno Oliveira, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, acompanhado de José Guilherme de Aguiar, Vereador do Desporto e de alguns técnicos do Municipio matosinhense e da Empresa Municipal Matosinhosport, deram as boas vindas aos membros do organismos que tutela o basquetebol europeu e desde logo garantiram o empenho de todos para que nada falhasse na organização do campeonato.Em seguida, e da parte da manhã, a vistoria incidiu sobre os 3 pavilhões que estarão de serviço ao evento. Em primeiro lugar o excelente pavilhão do Centro de Desportos e Congressos de Matosinhos logo seguido do Municipal de Guifões, locais que acolherão todos os jogos da competição onde participarão 17 Selecções Nacionais. Para o final ficou o Municipal de Leça, local alternativo reservado apenas para treino das equipas.Após o almoço, a visita incidiu nas unidades hoteleiras que servirão de quartel general a todos os participantes. Holliday Inn Express e Axis Hotel receberam nota alta na simpatia e na qualidade dos serviços, salas e quartos que estarão à disposição de todos.O Campeonato da Europa de sub 16 Feminino já está em andamento.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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