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Seleção Nacional masculina conclui segunda semana de trabalho

A Seleção Nacional masculina voltou a defrontar os sub20 na conclusão de mais uma semana de trabalho, em Ílhavo, esta sexta-feira. Os seniores, que se encontram a preparar a segunda ronda da pré-qualificação europeia do Mundial 2023, venceram os sub20 por 83-65, num jogo de treino disputado na Gafanha da Nazaré.

Nuno Manarte, treinador adjunto da Seleção Nacional sénior, fez o rescaldo da semana: “Chegámos ao fim da segunda semana de trabalho, mais dura do que a primeira. Notou-se bastante isso, jogadores sobrecarregados do ponto de vista físico. Mas é normal é que se sintam cansados, para que a partir de agora melhoremos processos. Espero que a equipa continue a crescer, na próxima semana, porque assim boas coisas virão. Voltamos a desejar sorte aos Sub20, que estão a realizar um excelente trabalho, como ainda hoje se viu”, realça.

Do lados dos sub20, o porta-voz foi André Martins, selecionador nacional: “Queremos agradecer, mais uma vez, à equipa sénior, por se terem disponibilizado para este treino. Para nós é uma aproximação àquilo que vamos encontrar no Challenger. Os jogadores têm sido incansáveis e estão a dar boas indicações. Agora é viajar e ir à luta, dar o máximo pela nossa Seleção”, enfatiza.

Os seniores vão disputar a passagem à próxima fase do apuramento com a Suécia e o Luxemburgo, entre os dias 12 e 18 de agosto, em Matosinhos, cidade para a qual a nossa Seleção se muda esta segunda-feira, enquanto os sub20 têm pela frente o Challenger da categoria, entre 20 e 25 de julho, em Brno (República Checa).


“Somos uma referência muito grande”

O Clube Juvenil Boa Viagem comemora 45 anos esta sexta-feira, e por ocasião desta data especial falámos com Paulo Silva, presidente do emblema açoriano.

O líder da coletividade insular recorda como tudo começou: “O nosso clube começou com futebol (Boa Viagem Futebol Clube). Depois apareceram o antigo futebol de salão, basquetebol e andebol. Chegámos a uma altura em que pensámos apostar numa modalidade, que foi o basquetebol. O Lusitânia trabalhava no escalão masculino, e por isso, após um “acordo de cavalheiros”, assumimos a área feminina”, lembra Paulo Silva.

Perto de completar 30 anos à frente dos destinos do clube, Paulo Silva é um homem orgulhoso: “Fomos a várias finais da Taça de Portugal, participámos em competições europeias, vencemos a Taça da Liga. Somos uma referência muito grande a nível regional, e também a nível nacional. Temos dado muito ao basquetebol. Sou presidente do Boa Viagem há quase há 30 anos e tenho muito orgulho nisso. Não nos preocupamos apenas com a parte desportiva, mas sim com o facto de ajudarmos no futuro das crianças, de lhes incutir responsabilidade. Costumo ser pai, avô, psicólogo, tudo no Boa Viagem. Temos jovens de várias classes sociais e tentamos levá-los no bom caminho. Quando eu vejo atletas do Boa Viagem que na vida pessoal atingiram patamares altos, fico orgulhoso por sentir que o clube contribuiu para isso. Temos os escalões todos, desde sub8 a sub19. Temo-nos apurado para as provas nacionais em todos os escalões e já tivemos atletas nas seleções nacionais, algo que nos deixa muito orgulhosos. A nossa maior aposta é na formação, 80% das jogadoras da nossa equipa principal vêm de lá”, afirma.

Paulo Silva assume que pretende ver o Boa Viagem de regresso à principal Liga feminina: “Este ano, infelizmente, tivemos azar, porque um surto de COVID-19 acabou por nos prejudicar, assim como o novo formato competitivo, com playoffs disputados a um jogo. Esperamos que isto tudo passe e que a competição, na próxima época, possa decorrer dentro da normalidade. Vamos trabalhar para subir de divisão”, finaliza.

 

Nota: Foto retirada do Facebook oficial do Boa Viagem basquetebol


Portugal surpreende e quase derrota Rússia

A Seleção Nacional ainda não venceu no FIBA U20 Women’s European Challenger, mas rubricou a melhor exibição desde o arranque da competição. Apesar da excelente prestação lusa, a Rússia conseguiu superiorizar-se nos momentos finais do encontro, vencendo por 60-66.

Portugal esteve perto de alcançar o primeiro triunfo no Challenger de Sub20 femininos depois de uma exibição personalizada por parte das comandadas por José Araújo, Pedro Dias, Fátima Freitas e João Pedro Vieira. Tal como tem sido recorrente nos encontros anteriores, Portugal voltou a entrar bem em campo e logo no quarto inicial equilibrou as contas no marcador ao ir para o segundo quarto com apenas um ponto de desvantagem (17-18). Antes do intervalo a Seleção Nacional viria a apresentar a sua melhor versão, limitando a Rússia a apenas 10 pontos marcados (17-10).

 

A boa exibição portuguesa perdurou no regresso dos balneários, com Portugal a saber gerir a vantagem que trouxe da primeira parte, no entanto, já dentro dos dez minutos finais, a equipa nacional teve dificuldades em manter a produção ofensiva apresentada até então. Com um parcial de 7-21 no último quarto, a congénere russa passou para a liderança do encontro, fixando o resultado final em 60-66. Realce para as prestações inspiradas de Carolina Cruz (17pts, 11res, 2ast, 4rb, 2dl), Sara Guerreiro (12pts, 4res, 1ast, 1rb, 1dl) e Ana Teresa Faustino (11pts, 5res, 2ast) que assumiram o protagonismo no conjunto português.

No final do encontro, a poste portuguesa Carolina Cruz, reconheceu o sabor agridoce da derrota, mas reconheceu que a exibição bem conseguida aumentou os índices de confiança da equipa: “Depois de dois jogos, conseguimos ser consistentes nos dois lados do campo. Conseguimos encarar o jogo de forma mais paciente e também fomos mais inteligentes. Apesar da derrota amargar, a exibição deu-nos alguma moral para os desafios que se seguem. Para aquilo que resta deste Challenger, vamos dar o nosso melhor sabendo de antemão o quão difícil será o adversário de sábado, a Turquia. Vamos lutar pela vitória!”, assegurou.

A Seleção de todos nós vai ter pela frente o primeiro e único dia de descanso neste Challenger de Sub20 femininos, regressando às quatro linhas no sábado para o embate com as anfitriãs turcas. O jogo pode ser acompanhado em direto, aqui.


Portugal à procura da primeira vitória no Challenger de Sub20 femininos

Portugal não conseguiu superar a Polónia no segundo jogo disputado no Challenger de Sub20 femininos, em Konya, na Turquia, depois de perder com a congénere polaca por 86-51.

À semelhança daquilo que foi o jogo de estreia com França, Portugal conseguiu entrar bem na partida, equilibrando-a nos dez minutos iniciais. Apesar dos sete pontos de desvantagem (22-15), a equipa das quinas não conseguiu dar a volta ao marcador no segundo quarto e foi para o tempo de descanso a perder por 45-26. No arranque da segunda metade do encontro, a Seleção Nacional acabou por atravessar o período mais complicado no jogo, marcando apenas 8 pontos contra os vinte e quatro polacos, diferença que alavancou ainda mais a diferença no marcador.

Apesar da dificuldade em esbater a diferença pontual, Portugal conseguiu o seu melhor registo pontual já dentro dos dez minutos finais ao empatar o último quarto (17-17), estabelecendo o resultado final em 86-51. Ana Teresa Faustino (11pts, 5res, 3ast, 1rb), Mariana Pereira (12pts, 2res, 1rb) e Sara Guerreiro (8pts, 4res, 1ast, 2rb, 1dl) foram as jogadoras em maior destaque na equipa das quinas.

A base da Seleção Nacional, Ana Teresa Faustino, foi a atleta lusa mais valiosa da partida e no final do jogo fez a análise do encontro, ressalvando que a entrega do grupo de trabalho tem sido total: “Neste segundo jogo voltamos a ter uma boa entrada, tanto no ataque como na defesa cumprimos com aquilo que nos foi pedido, contudo ainda nos falta encontrar uma certa consistência visto que oscilamos entre bons e maus momentos durante o jogo. Temos de interiorizar ainda mais aquilo que nos é pedido de forma a conseguirmos cumprir melhor o plano de jogo. A nossa entrega tem sido máxima e tenho a certeza de que nos próximos jogos vamos ter ainda mais atitude, lutando para representar ainda melhor Portugal. Posso acrescentar que esta experiência tem sido muito enriquecedora. É uma oportunidade ótima para nós e para o nosso basquetebol poder evoluir, para num futuro próximo estarmos ao mesmo nível destas seleções”, afirmou.

A equipa das quinas regressa à competição já esta quinta-feira, às 19h00, para se bater a com Rússia. O encontro pode ser acompanhado em direto, aqui.


Portugal perde na estreia do Challenger da Turquia

A Seleção Nacional de Sub20 femininos não entrou da melhor forma no Challenger de Sub20 femininos, em Konya, na Turquia, já que perdeu por 38-86.

A partida no Konya Sports Complex começou equilibrada com Portugal a limitar a França a apenas 16 pontos marcados nos dez minutos iniciais do encontro (11-16). O segundo quarto viu Portugal baixar a sua eficácia de lançamento, com as francesas a manterem a sua produtividade, números que levaram o jogo para uma diferença cifrada na casa das dezenas (17-34).

No regresso dos balneários, a seleção gaulesa surgiu novamente mais forte, aumentando a diferença entre as duas formações. Apesar da réplica portuguesa, a poderosa seleção francesa manteve-se no comando do encontro até ao apito afinal (38-86). Sara Guerreiro (9pts, 2res, 1rb), Leonor Paisana (6pts, 6res, 3rb) e Filipa Cruz (6pts) foram as atletas lusas mais inspiradas.

Filipa Cruz, que acabou por se lesionar no decorrer do encontro, analisou a partida destacando a boa entrada da equipa lusa, bem como as expectativas para o embate desta quarta-feira com a congénere polaca: “Tivemos um arranque positivo, contra um adversário muito complicado, com bastante experiência, de Divisão A e com vantagens que a nossa equipa não tem. Foi uma boa entrada, limitamos a França a 34 pontos na primeira metade do jogo. Na segunda parte fomos abaixo, a arbitragem não ajudou e acabamos por sentir o cansaço que se refletiu na defesa. O nosso ataque não foi eficaz, deveríamos ter sido mais coletivas. Durante estes dias, apesar do calor, estamos muito bem instaladas e focadas na competição. Amanhã há mais um jogo, com a Polónia, uma equipa mais acessível. Esperamos todas algo melhor, um jogo mais conseguido da nossa parte”, concluiu.

Portugal volta a entrar em campo esta quarta-feira, pelas 19h00, para defrontar a Polónia. O jogo pode ser acompanhado, em direto, aqui.


PASSATEMPO “SPACE JAM: UMA NOVA ERA” – Vencedores

O passatempo que juntou a Warner Bros. Portugal e a FPB para dar 40 convites duplos para a antestreia de “Space Jam: Uma Nova Era”, chegou ao fim esta segunda-feira e portanto está na hora de anunciar os vencedores.

As sessões de antestreia estão ambas agendadas para dia 14 de julho, esta quarta-feira, pelas 20h00 nos cinemas do El Corte Inglés (Lisboa) e Arrábida Shopping (Porto). Os vencedores devem entrar em contacto com a página de Instagram da FPB, através de mensagem privada.

Obrigado a todos pela participação!


Seleção preparada para estreia no Challenger (VÍDEO)

A Seleção Nacional de Sub20 femininos está pronta para se estrear no Challenger da categoria que se realiza entre 13 e 18 de julho em Konya, na Turquia. A equipa das quinas fez uma viagem tranquila, apesar da longa distância percorrida e ainda esta segunda-feira treinou no Konya Sports Complex, palco dos jogos do Grupo C que Portugal (27.ª) partilha com França (3.ª), Polónia (29.ª), Rússia (6.ª) Turquia (24.ª) e Bielorrússia (38.ª).

Calendário Challenger:

Portugal vs. França – 19h00

Polónia vs. Portugal – 19h00

Portugal vs. Rússia – 19h00

Turquia vs. Portugal – 16h00

Portugal vs. Bielorrússia – 13h00

Todos os encontros têm transmissão em direto e exclusivo no canal de YouTube da Federação de Basquetebol da Turquia.

José Araújo (selecionador nacional, Pedro Dias (treinador-adjunto), Fátima Freitas (treinadora-adjunta) e João Pedro Vieira (treinador-adjunto) convocaram 12 atletas (em anexo) para este Challenger, sendo que além do selecionador nacional, Marta Martins e Sara Guerreiro foram as porta-vozes da equipa na antecâmara da participação portuguesa na competição.


Sub14 femininos e masculinos em estágio na Covilhã

Entre os dias 11 e 17 de julho, a Covilhã vai acolher os campus de observação para as seleções de sub14 femininos e masculinos.

Nuno Manaia, diretor técnico nacional, explicou que o objetivo deste momento de observação de atletas, num escalão que não tem competições oficiais de seleções, é o de começar a detetar atletas e conceder-lhes as suas primeiras internacionalizações: “A ideia é trabalhar cada vez mais cedo com atletas que detetamos, começar a fazer o acompanhamento mais cedo, tendo consciência que muito pode mudar devido à idade”.

“Este trabalho culmina com a primeira internacionalização daqueles que estiveram melhor durante o campus, graças a um acordo com a Federação Espanhola que organiza um torneio”, explana.  “Também é um momento importante para os treinadores convidados, que podem trabalhar com treinadores que são referências nacionais”, acrescenta.

Teresa Barata, selecionadora da equipa de sub14 femininos, destaca que se trata de uma geração afetada pelas condicionantes da pandemia, e que por isso o campus terá contornos distintos dos anteriores: “Normalmente os selecionadores estão presentes nos pontos altos e vão recolhendo informações, mas desta vez foram os diretores técnicos que indicaram as principais atletas de cada zona. De qualquer forma, temos 40 jovens que vão ter a oportunidade de trabalhar duas vezes por dia, algo que dificilmente fizeram anteriormente, e esperamos que seja bom para se divertirem, fazerem amizades, e para nós retirarmos algumas informações para o futuro”.

Para Rui Nazário, técnico dos sub14 masculinos, a seleção “tem como objetivo referenciar e identificar atletas. Vamos fazer algum trabalho de melhoramento técnico, vamos trabalhar fisicamente com eles, apresentar alguns conceitos táticos. Vão perceber como é estar em seleção, como é estar em estágio, e todas estas experiências são muito importantes para os atletas”, assevera.


“A formação sempre foi o nosso ponto mais importante”

O Basket Clube de Valença completa 25 anos de vida este domingo, numa fase complicada para a coletividade minhota.

Osvaldo Lages, presidente do BC Valença, explica como a pandemia alterou o dia-a-dia do emblema nortenha: “Neste momento não temos atividade. O nosso pavilhão serve de base para vacinação. Decidimos parar, na época passada, por dificuldades relacionadas com a Covid-19, e depois ficámos sem recinto desportivo”, afirma.

Mas Osvaldo Lages aponta para um regresso a curto prazo: “Queremos retomar a prática desportiva na próxima temporada, mas ainda não sabemos com que escalões contaremos. A Câmara Municipal de Valença prevê a mudança do local de vacinação. Queremos continuar com a equipa sénior”, afirma.

A terminar, o presidente do clube de Valença salienta os escalões mais jovens: “A formação sempre foi o nosso ponto mais importante. Vários jovens, formados aqui, licenciaram-se fora e quando voltavam tinham a modalidade”, diz.


FPB reúne com clubes da Liga Skoiy e da Liga Placard

A Federação Portuguesa de Basquetebol reuniu, esta semana, com os clubes da Liga Skoiy (terça-feira) e da Liga Placard (quinta-feira), para fazer o balanço da época 2020/21 dos principais escalões do basquetebol nacional e lançar as primeiras pedras da temporada 2021/22.

Nos dois encontros com os clubes e associações de basquetebol de todo o país, o presidente da FPB, Manuel Fernandes, fez questão de parabenizar os emblemas recém-chegados às Ligas – Esgueira/Aveiro/Sarifer e CDE Francisco Franco no feminino e CD Póvoa/Grupo CCR e Illiabum Clube no masculino -, para além de sublinhar a resiliência de todos os emblemas no objetivo de concluir uma época tão atípica e influenciada pela pandemia da covid-19.

Da ordem de trabalhos fizeram parte os balanços da última época nas áreas da estatística, disciplina, comunicação e marketing, e o projeto Valorizar. As reuniões, realizadas por videochamada, serviram também para lançar o modelo competitivo e a calendarização da época 2021/22, e abordar temas variados como os apoios federativos, a nova bola Wilson e as novidades previstas para o canal online da Federação, a FPBtv.

Como previsto, a Liga Placard regressa ao modelo competitivo com 12 equipas e duas fases. Na Liga Skoiy a novidade é a introdução de um playout para os 10.° e 11.º classificados, com o vencido deste a acompanhar o 12.º classificado da fase regular na descida de divisão.

Em ambas as reuniões, que decorreram sob o signo da cordialidade e espírito de conjunto, os representantes de todos os clubes, sem exceção, elogiaram o trabalho da Federação ao longo da pandemia e deixaram votos de que a próxima temporada seja recheada de sucessos.


Seleção Nacional masculina termina primeira semana de preparação

A Seleção Nacional masculina terminou a primeira semana de preparação para a segunda ronda da pré-qualificação europeia do Mundial 2023, em Ílhavo, com um jogo diante da nossa Seleção de Sub20, esta sexta-feira.

Os seniores venceram os sub20 por 83-42, numa partida que não contou com o base Rafael Lisboa, que ficará ausente dos trabalhos de Portugal por motivos pessoais.

A formação sénior, ao longo dos últimos dias, cumpriu nove treinos, sem qualquer registo de lesões, e Nuno Manarte, treinador adjunto, fez o balanço: “Para nós é uma primeira semana de treino, com muitas horas no pavilhão. Quanto ao jogo desta sexta-feira, queríamos avaliar em que momento de forma e tático estaríamos, e felizmente ninguém se magoou, de forma a entrarmos no fim de semana mais descansados, depois de dias muito duros. Também quisemos ajudar os sub20, é merecido, para que pudessem competir e preparar-se da melhor forma para os desafios que aí vêm. Desejamos-lhes a melhor sorte”, afirma.

Do lado dos sub20, André Martins, selecionador nacional, falou à FPB: “Foi um jogo de preparação frente à equipa sénior. Não sendo possível fazer um torneio internacional, este jogo foi muito importante para nós, com uma oposição fortíssima. O objetivo principal é dar ritmo aos jogadores e a equipa técnica perceber em que aspetos podemos melhorar. Muitos dos nossos atletas não estão habituado a jogar com a intensidade colocada pelos seniores, mas só podemos agradecer por nos terem defrontado, porque esta partida foi de grande utilidade para a nossa equipa, para a nossa evolução. Apesar de um ou outro contratempo, estamos a melhorar coletivamente e há aqui jogadores com talento para poderem chegar à equipa sénior, o que nos deixa satisfeitos”, salienta.

A Seleção Nacional masculina vai disputar a passagem à próxima fase do apuramento com a Suécia e o Luxemburgo, entre os dias 12 e 18 de agosto, em Matosinhos, enquanto os sub20 têm pela frente o Challenger da categoria, entre 20 e 25 de julho, em Brno (República Checa).


Mensagem do presidente da FPB

Compreender a dificuldade da tarefa e aumentar o respeito pelos nossos árbitros é decisivo

As discussões, os argumentos, as opiniões divergentes são inerentes ao mundo do desporto e à competição, os ecos da controvérsia e das polémicas são amplificados quase sempre pela paixão.

É assim mesmo e temos que aceitar isso. Mas apresentar e confrontar diferentes pontos de vista, mesmo que de forma apaixonada, não deve conduzir a pôr em dúvida a integridade das competições e dos seus protagonistas de ânimo leve. No que aos árbitros diz respeito já se sabe a pressão normal e que os próprios sentem fruto da sua tarefa nos momentos decisivos dos diferentes campeonatos, nomeadamente na parte final da época, quando estão em jogo os resultados de maior impacto e que determinam a glória ou o insucesso, como sejam as subidas e descidas de divisão ou a atribuição de títulos.

Seria bom que todos tivéssemos a consciência que exercer a função de árbitro, juiz, acarreta um enorme grau de dificuldade e pressão, ainda para mais na nossa modalidade onde as decisões têm de ser tomadas muitas vezes em milésimos de segundo. Mais, mesmo com acesso hoje a tecnologias que permitem exaustivamente rever jogadas e decisões… muitas vezes nós próprios temos dúvidas de qual seria a decisão correta em determinadas situações e quantas vezes não conseguimos chegar a acordo entre nós. Imagine-se a ter de decidir imediatamente sem acesso a essas tecnologias…

É inquestionável que os árbitros não são extraterrestres, seres infalíveis, têm que ser vistos como parceiros fundamentais para a evolução do basquetebol e que também eles têm uma carreira. São como nós! Fazem parte do basquetebol e como tal não são inimputáveis, por isso não podem e não devem estar isentos de críticas, como não estão os jogadores nem os treinadores, nem tão pouco os dirigentes.

É preciso ter bem presente que o papel do árbitro é tão complexo e sensível como o de qualquer juiz: administrar a justiça, aplicando as regras do jogo e, quando necessário, interpretando-as com equilíbrio, lisura e imparcialidade. Temos que reconhecer que ser árbitro não é tarefa fácil, tornando-se por vezes tremendamente difícil. Mas, uma vez que justiça é justiça, só pode ser entendida a partir da total independência e isenção

É verdade que os nossos árbitros erram, como todos nós. Todavia, o que compete a todos os demais agentes, e suas estruturas, perante o interesse global da modalidade e da sua projeção educativa, social e económica, é oferecer-lhes as melhores condições para a sua formação, para o desenvolvimento independente das suas competências e para que a sua participação no jogo mereça sempre a confiança e o maior respeito de todos os intervenientes

O caminho que estamos a prosseguir não estará isento de erros, mas o essencial é que o prossigamos com clareza e respeito por todos os que, de alguma forma, intervêm e contribuem para o progresso do basquetebol. Nesses objetivos, sobressai a promoção e defesa da isenção e transparência da arbitragem, lutando por prevenir e impossibilitar que qualquer decisão possa ser tomada em função de simpatias, preferências pessoais ou de grupos.

Temos confiança nos nossos árbitros e no futuro da Arbitragem portuguesa, em particular na sua total dedicação e desejo convicto de se pautar sempre no respeito pelos princípios da isenção e independência da arbitragem. Os nossos árbitros têm já hoje qualidade internacionalmente reconhecida e estamos empenhados em proporcionar-lhes as melhores condições para que todos os dias possam ser cada vez melhores. Acreditamos e atuaremos na FPB em concordância com essas convicções.

 

Manuel Francisco Fernandes
Presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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