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CAB, SL Benfica e Maia Basket entram com o pé direito

 

Já o Maia Basket levou de vencida o GDESSA – Barreiro (56-53), sendo que com estes resultados decorrerão as seguintes partidas durante a tarde, a merecerem acompanhamento por parte da FPB TV:

15h30 – Guifões SC vs CAB Madeira

17h – Maia Basket vs AJDOC

18h30 – SL Benfica vs GDESSA – Barreiro


Beira-Mar ultrapassa Galitos (47-42) e deixa tudo em aberto na Liga Master

 

Ou seja, as contas estão ao rubro para o último dia de competição, no próximo domingo!


Esgueira estreia-se a vencer na fase final da Liga Master

A turma de Esgueira saltou para a frente na parte final do desafio, obtendo assim um importante triunfo.

 

A derradeira ronda irá realizar-se no próximo domingo.


“Queremos ter a capacidade de disputar cada jogada”

Celso Brites, técnico da formação madeirense, anteviu a competição para a FPB.

Na sua opinião, haverá favoritos à vitória nesta prova?

Aquilo que eu acho é que as equipas continentais possuem maior experiência e conseguem ter plantéis mais homogéneos porque têm um leque de escolhas muito alargado. A ver pelo que foram os resultados alcançados durante a época que agora termina, creio que o Benfica e Porto se perfilam como os mais destacados potenciais vencedores. No entanto, numa fase final, pode sempre haver surpresas. Todas elas têm muita tradição no basquetebol português e isso também conta.

 

Como avalia os adversários em competição?

Em primeiro lugar, todas as equipas presentes têm o seu mérito em chegar a esta final. Depois, é inegável que os nossos adversários do continente têm muita qualidade, com praticantes muito dotados tecnicamente e com índices físicos muito bons, fruto da competição que estas equipas têm e que as equipas insulares não conseguem ter. Não estou a dizer que a equipa do União Sportiva não tem qualidade, mas penso que se debatem com o mesmo problema do que nós que, repito, passa por pouca competição. Considero que o número de jogos que umas e outras equipas realizam e a diversidade dos adversários que encontram são fatores absolutamente decisivos no crescimento das equipas, pelo que considero que os nossos adversários têm processos de jogo muito consolidados, que conseguem manter a concentração durante todo o jogo e que têm jogadores de grande entrega. Temos muito a aprender com todos…

 

Em que aspetos os seus jogadores terão de ser mais fortes?

Esta é uma experiência nova para todos os elementos da equipa. Inclusivamente para mim. Por isso, e por o grupo ser constituído por alguns elementos muito novos, creio que onde teremos que ser mais fortes é na parte emocional, na capacidade de nos mantermos motivados e coesos, na tentativa de contrariar a ansiedade que é natural nestas ocasiões. Queremos ter a capacidade de disputar cada jogada. Se conseguirmos atingir esse objetivo já ganhámos muito com esta participação, porque acredito que ajudará muito no desenvolvimento destes atletas, que têm sido incansáveis.


“Teremos de saber lutar para superar as dificuldades”

Na sua opinião, haverá favoritos à vitória nesta prova?

Apesar do desconhecimento que temos sobre os adversários, contingência normal de quem está do outro lado do Atlântico, as equipas do Benfica e do Maia apresentam favoritismo teórico, pois os resultados que obtiveram durante toda a época denotam a solidez existente no trabalho realizado.

 

Como avalia os adversários em competição?

Tendo em conta a forma cada vez mais competente como se trabalha e sabendo que estas equipas têm uma base alargada de jogadoras, com alguns anos de prática, antevemos ser confrontados com equipas fortes, organizadas, com muita agressividade defensiva e com bastantes soluções ofensivas.

 

Em que aspetos os seus jogadores terão de ser mais fortes?

A nossa realidade está a anos-luz da realidade do continente, chegaremos a esta fase apenas com 16 jogos realizados durante 10 meses, 11 dos quais contra a mesma equipa, o que a nível de crescimento técnico-tático nos limita bastante. A nossa equipa, apesar da inexperiência, sabe que terá de ser muito competente no ataque e fazer da defesa o seu ponto fulcral. Sabemos que psicologicamente teremos de saber lutar para superar as dificuldades com que nos depararmos.


“Os meus jogadores sabem que vão apanhar jogos muito difíceis”

Na sua opinião, haverá favoritos à vitória nesta prova?

O Benfica e o Dragon Force apresentam-se à partida como os grandes favoritos à vitória. Mas sendo uma prova disputada numa fase concentrada, um jogo menos conseguido de qualquer uma das duas pode abrir uma janela de oportunidade, tanto para o CDTN como para o Maia espreitarem uma surpresa. O Clube União Sportiva e a Francisco Franco correm por fora.

 

Como avalia os adversários em competição?

São o expoente máximo do escalão de Sub 14, as equipas mais fortes do país. Certamente vão proporcionar jogos de elevada qualidade.

 

Em que aspetos os seus jogadores terão de ser mais fortes?

Vindo de uma realidade muito diferente, os meus jogadores sabem que vão apanhar jogos muito difíceis, tanto física como mentalmente. Terão que jogar com muita concentração e abnegação e tentar deixar uma boa imagem nos jogos. Sabem que provavelmente o resultado no placard no fim do jogo será desnivelado, mas têm que durante o jogo dar o seu máximo e não estar preocupados com o desenrolar do marcador. Aproveitarem a oportunidade de jogar a uma nível muito superior ao que estão acostumados e aproveitarem para se divertir e evoluir.


“Neste escalão é muito difícil arranjar favoritos”

Na sua opinião, haverá favoritos à vitória nesta prova?

Neste escalão é muito difícil "arranjar" favoritos, a irregularidade das atletas, bem como a resistência à fadiga e à ansiedade, vão ser importantes para ditar os vencedores. Creio assim que será favorito quem conseguir lidar com estas condicionantes.

 

Como avalia os adversários em competição?

São adversários com muito valor, com rotinas muito bem trabalhadas e fortes tecnicamente, fazem da intensidade de jogo o seu ponto forte. Ao contrário do Guifões SC, mostraram sempre domínio nas respetivas zonas de competição. Advém daí o mérito do Guifões SC, pois foi crescendo ao longo da época, levando por vencidos vários emblemas poderosos, o que valoriza esta presença na fase final e atribui um grande mérito ao trabalho das nossas jogadoras.

 

Em que aspetos os seus jogadores terão de ser mais fortes?

Teremos que nos superar constantemente e jogar com índices de concentração e empenho maior do que os outros. Será nisso que irá incidir a nossa preparação para o jogo, querer muito mais do que os outros, sobretudo fazer mais e melhor do que todos os outros.


“Estão preparados para mais uma etapa da sua aprendizagem”

Na sua opinião, haverá favoritos à vitória nesta prova?

Na minha opinião, com este novo modelo de 2. ª fase do Campeonato Nacional, com o qual estou de acordo, permitiu às equipas do Norte e do Sul apuradas para esta Final 6 de Sub 14, obter níveis competitivos superiores relativamente às equipas do Clube União Sportiva e Escola Desportiva Francisco Franco. Assim, com esta vantagem, serão as favoritas à vitória na Final 6.

 

Como avalia os adversários em competição?

Apesar de neste escalão se verificar uma heterogeneidade dentro das equipas, creio que todas elas apresentam algumas características diferentes umas das outras, o que irá enriquecer ainda mais a Final 6. Serão jogos equilibrados e o tempo de jogo reduzido não irá permitir resultados desnivelados.

 

Em que aspetos os seus jogadores terão de ser mais fortes?

O apuramento para esta fase Final 6 será uma oportunidade para eles continuarem a aprender competindo. Estão preparados para mais uma etapa da sua aprendizagem.


“O que mais tem importância é mesmo o fator psicológico”

Na sua opinião, haverá favoritos à vitória nesta prova?

Creio que numa fase final nacional como é a de Sub 14, dificilmente se pode apontar um claro candidato ao primeiro lugar, pois são cinco jogos em três dias e tudo pode acontecer durante um fim de semana tão intenso como este. No entanto, do que já conhecemos das equipas presentes, acho que as equipas da Zona Sul (Benfica e Torres Novas) e da Zona Norte (Dragon Force e nós, Maia Basket) deverão ter uma ligeira vantagem relativamente às equipas das ilhas (União Sportiva e Francisco Franco), proveniente do facto de terem passado por fases prévias mais competitivas, que é algo que traz sempre uma maior aprendizagem ao longo da época.

 

Como avalia os adversários em competição?

Daquilo que já observámos dos nossos adversários, penso que vai ser uma fase final muito emotiva e equilibrada, pois cada uma das equipas tem os seus pontos fortes e as suas debilidades e, apesar de serem equipas bem diferentes, quer na sua constituição, quer na forma como se apresentam em campo, são capazes de se fazer valer das suas forças para lutar por cada jogo. Acho que vai ser uma fase final em que o ritmo de jogo vai ser elevado e em que as equipas vão jogar com uma intensidade interessante, aliado a uma boa capacidade de lançamento exterior em grande parte dos casos. Como já referi, creio que o Benfica, Torres Novas, Dragon Force e a nossa equipa serão quem deverá ter mais condições para alcançar melhores resultados, mas quer o União Sportiva, quer a Francisco Franco, também podem ter uma palavra a dizer.

 

Em que aspetos os seus jogadores terão de ser mais fortes?

Considero que, nestas idades, o que mais tem importância numa fase final é mesmo o fator psicológico, saber lidar com a ansiedade destes momentos pode ser algo decisivo neste fim de semana. Da nossa parte, espero que os nossos atletas desfrutem desta fase final, pois é um ponto alto em que muitos atletas gostariam de estar, mas poucos têm esta oportunidade, aproveitando esta experiência para evoluir competindo entre os melhores. A nossa “chave” passa por colocarmos em campo aquilo em que somos mais fortes, o nosso jogo coletivo, estando certo de que a coesão que permitiu ao nosso grupo chegar até aqui será a principal mais-valia da nossa equipa.


“Neste tipo de formato tudo pode acontecer”

Na sua opinião, haverá favoritos à vitória nesta prova?

Estamos numa fase final, o que significa que estão presentes as melhores equipas do país, para além de que neste tipo de formato tudo pode acontecer. 

 

Como avalia os adversários em competição?

Vai ser uma fase final equilibrada, mas na minha perspetiva, penso que a experiência do SL Benfica, GDESSA e CAB poderá fazer a diferença nos momentos decisivos. São equipas fortes coletivamente e com boas individualidades. Já defrontámos o Guifões várias vezes este ano. É uma equipa que nunca deita a toalha ao chão, bastante agressiva, lutadora e com um coletivo forte. Quanto à equipa proveniente da região dos Açores, não temos grande informação, pelo que não posso dar uma opinião.

 

Em que aspetos os seus jogadores terão de ser mais fortes?

O aspeto psicológico é o mais relevante na minha opinião, conseguir que a nossa equipa se mantenha concentrada e focada nos aspetos fundamentais de cada desafio que surgirá. E essencialmente que as atletas consigam desfrutar de todos os momentos que terão nestes três dias, aumentando a sua paixão pelo basquetebol e fair play entre todos os intervenientes nesta fase final.

 


“Sermos fiéis às nossas ideias de jogo e sermos Porto é uma missão a cumprir”

Para ler na FPB.

Na sua opinião, haverá favoritos à vitória nesta prova?

Num evento de tão poucos dias, num escalão de formação como é o de Sub 14 é, na minha opinião, errado apontar favoritismos. O título não é uma miragem e sabemos que todas as equipas estarão tentadas a "agarrar" a taça. A nós, cabe-nos lutar por ser um dos candidatos e estarmos orgulhosos por poder fazê-lo a representar um clube como o FC Porto.

 

Como avalia os adversários em competição?

Todas as equipas apresentam-se nesta fase da época no auge do seu trabalho desenvolvido ao longo de um ano. Desta forma,  esperamos ter pela frente três dias de competição do mais alto nível. 

 

Em que aspetos os seus jogadores terão de ser mais fortes?

Esta fase final será sem dúvida, mais um palco para o desenvolvimento individual dos nossos atletas, onde procuraremos que cada um de nós contribua com o seu melhor. Demonstrando o nosso trabalho, alegria e compromisso. Quando nos propomos a sermos cada dia melhores, na verdade não se poderia pedir melhor forma de terminar a temporada com um desafio como este. Tratar-se-á, a meu ver, mais de uma questão de apresentarmos um trabalho desenvolvido ao longo do ano, uma forma de jogar, uma identidade. Sermos fiéis às nossas ideias de jogo e sermos Porto é uma missão a cumprir.


“A nossa lógica de jogo é defesa e contra-ataque”

Como avalia os adversários em competição?

CAB e SL Benfica têm uma vantagem: repetem a presença na Final 6, e apesar de algumas atletas se estarem a estrear, outras já têm a experiência nesta prova. A única equipa que conhecemos bem é o SL Benfica, com quem disputámos o apuramento na Zona Sul. É uma equipa muito bem trabalhada, com conceitos de jogo simplificados que potenciam as capacidades técnicas das suas jogadoras. Com bom lançamento exterior e diversas jogadoras decisivas que podem fazer a diferença individualmente. Defendem muito bem, tanto em pressão h/h campo inteiro, como a 1/2 campo, sabendo dar ajudas e acertando as rotações com bastante eficácia e muito ritmo coletivo.  Por seu turno, o CAB Madeira tem duas atletas que participaram ativamente na Final 4 Nacional de Sub 16, sendo que a Inês Vieira é uma atleta a ter em conta (talvez dos maiores talentos individuais desta geração). Pressionam muito bem no campo inteiro, apostando imenso no 2×1 à bola e provocando diversos problemas às equipas adversárias. Tem atletas bastante eficazes no lançamento, e uma das coisas que me impressionou na época passada era exatamente essa capacidade de trabalhar os seus ataques e conseguir espremer as defesas adversárias à procura da jogadora em melhor posição para lançar, com muita paciência e conforto. Não espero uma equipa muito diferente da do ano passado nesse aspeto, até tendo em conta o que a Seleção da Madeira realizou este ano nas Festas do Basquetebol em Albufeira. O Maia Basket, como disse, joga em casa, e isso é algo que lhes trará uma motivação e um complemento extra para suportarem as dificuldades da competição. Conheço pouco esta equipa, mas a ideia que tenho é que talvez seja a mais forte fisicamente das seis. Já o Guifões não joga em "casa", mas é como se jogasse, pois de certeza será capaz de mobilizar muita gente para apoiar a sua equipa nesta Final 6. Tem excelentes valores individuais também e o complemento de terem "família" mais perto, o que será sem dúvida um aditivo que vai potenciar a capacidade de superação das suas atletas. Do Operário infelizmente tenho poucas informações. Mas são uma equipa bastante combativa, pelos resultados obtidos nas competições nos Açores. Não considero esta equipa uma das favoritas, mas será certamente uma formação que terá de ser respeitada pelas restantes, sob pena de poder provocar algumas surpresas.

Em que aspetos os seus jogadores terão de ser mais fortes?

Digo-lhes desde o início da época: a bola vai ao ar e no final ganha a equipa que melhor defende… por isso, é aí que elas têm de ser mais fortes. Defensivamente! Depois, temos de ser claramente decisivos nas saídas e na eficácia das transições defesa-ataque. Temos uma equipa bastante homogénea e isso permite-nos jogar sempre em ritmos altos e intensos, e penso que será por aí que poderemos fazer a diferença. A nossa lógica de jogo é defesa e contra-ataque (lógica trabalhada e potenciada no GDESSA, dos Minis às Seniores)… o jogo não é só isso, mas é por aí que entendemos poder fazer a diferença a nosso favor. Para além disto, temos depois a questão mental, que será também decisiva para garantir competitividade. Saber lidar e negar a frustração do erro ou do insucesso. Agarrar o sucesso das boas ações como propulsor de ações ainda melhores. Estar preparado para dar tudo o que se tem para dar, e ainda ser capaz de dar mais um pouco. Estarem agilizadas para suportar dores, para suportar cansaço. Enfim, fundamental assegurar um espírito competitivo muito forte em cada uma delas, porque só com superação serão capazes de ter sucesso.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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