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Seleção Nacional de Sub 16 Masculinos estreia-se com derrota no Europeu

Contudo, ainda há quatro jogos pela frente nesta Fase de Grupos, sendo que os comandados de António Paulo Ferreira voltarão a entrar em campo já esta sexta-feira, às 16h15, diante da Dinamarca.

A Holanda assumiu a dianteira do marcador desde início, embora no primeiro período a nossa Seleção tenha andado próxima do adversário, até que na reta final do quarto a formação holandesa começou por aumentar os níveis de eficácia, ficando a vencer por 8-15.

Portugal entrou mal no segundo período, sofrendo logo um parcial de 0-10, o que complicou, e muito, as chances de vitória da turma lusa neste desafio de estreia no Europeu, como se comprova, posteriormente, pelo resultado de 23-36 verificado ao intervalo.

No reatar do jogo, a Seleção Nacional surgiu melhor, acabando o terceiro período por ser o mais equilibrado do jogo (16-16), o que manteve as distâncias entre ambos os conjuntos à entrada para os derradeiros dez minutos.

E aí, a Holanda foi mais forte, aproveitando para cavar um fosso ainda maior em termos de resultado, tornando impossível a missão portuguesa, terminando a partida com um resultado de 50-72 favorável à equipa laranja.

Num jogo em que Portugal esteve algo abaixo dos atletas holandeses na linha de três pontos e nos ressaltos defensivos, os destaques individuais vão para Diogo Peixe (15 pontos e 8 ressaltos), Lamine Banora (10 pontos e 8 ressaltos) e Rúben Nobre (8 pontos).


Portugal consegue competir mas Suécia foi superior

A equipa portuguesa estava focada vencer com a equipa que estava colocada à sua frente na classificação do Grupo D, para tentar discutir os primeiros 8 lugares do Campeonato da Europa de Sub 16 Masculinos que decorre em Sofia na Bulgária. Contudo não conseguiu contrariar a antevista superioridade da Suécia, especialmente no 2º período em que o jogo se desequilibrou de forma decisiva (-14 pontos para Portugal). Assim, Portugal ficou em 3º lugar no grupo D (2v. 3 d.), atrás da Estónia (5 v.) e Suécia (4v. 1d.) e à frente da Ucrânia (2v. 3d.), Islândia (1v. 4d.) e Macedónia (1v. 4d.).

 

Um objetivo que se manteve perfeitamente em aberto durante os primeiros 10 minutos do encontro, numa clara mostra de da capacidade competitiva e ambição da equipa nacional. O 1º período foi bastante equilibrado (18-18), com Portugal a conseguir conter as penetrações adversárias, reconhecidamente um dos seus pontos fortes, através de uma eficaz defesa hxh, e a não se perturbar com a defesa zona 1-3-1 da Suécia. Atuando com a clarividência necessária para criar boas situações de lançamento, concretizando com boas percentagens de 2 e de 3 pontos.

 

No 2º período, a nossa Selecção sentiu grandes dificuldades em construir boas situações de lançamento, apenas concretizando 2 cestos de campo. Em virtude de a Suécia ter aumentado a agressividade da sua defesa, tanto na zona 1-3-1 como no hxh, colocando sempre grande pressão sobre o base de Portugal. Adicionalmente a equipa portuguesa ía sentindo cada vez mais dificuldades em conter as penetrações da equipa sueca e manifestava uma grande passividade na luta dos ressaltos (nesse período a Suécia conquistaram 8 ressaltos ofensivos e 8 defensivos, contra apenas 1 e 5 de Portugal). O resultado parcial deste período foi muito desfavorável a Portugal (7-21), pelo que no final da 1ª parte a suécia já comandava claramente por 39-25. 

 

Portugal conseguiu equilibrar o 3º período (parcial de 11-10), fruto de uma maior concentração e agressividade defensiva, utilizando alternadamente defesas zona press 2-2-1 e 2-3 e hxh, com o que conseguiu conter as penetrações da equipa sueca, mas continuando a sentir muitas dificuldades no ressalto defensivo.

 

No último período, os comandados de António Ferreira melhoraram a sua capacidade concretizadora, especialmente de 2 pontos em resultado de maior agressividade no ataque ao cesto, através de penetrações e ressaltos ofensivos, associada a uma melhor circulação da bola no ataque e de algumas recuperações decorrentes de maior agressividade e de alternâncias defensivas. Portugal, aumentando o risco defensivo, conseguiu reduzir a diferença até 7 pontos, a cerca de 6,30 minutos do final, mas a Suécia conseguiu responder, até com elevada percentagem de 3 pontos (4 em 6 neste período), dilatando o resultado final para 53-70, desfavorável a Portugal.

 

O resultado final acaba por espelhar o que se passou no jogo e as diferenças entre as duas equipas: Portugal não conseguiu equilibrar com continuidade e permanência o nível de intensidade ofensiva e defensiva. Portugal teve melhores percentagens de lançamentos de campo (50% vs 38%), mas fez menos 20 lançamentos, dada a maior dificuldade em construir os ataques, circular a bola e atacar o cesto. Portugal foi muito inferior a atacar a bola, no ressalto defensivo (perdemos 16 ressaltos na nossa tabela, que se traduziram em 13 pontos de 2º lançamento) e a provocar erros (tivemos 24 perdas de bola, contra 14 do adversário). A selecção da Suécia é superior em termos de técnica e táctica individual, permitindo-lhe construir soluções colectivas ofensivas e defensivas com maior variabilidade e simplicidade.

 

Mais uma bela exibição de Vladi Voytso, que terminou o encontro com um duplo-duplo (16 pontos e 11 ressaltos). 

 

Esta terça-feira é dia de descanso na competição, e no dia seguinte Portugal iniciará a disputa da classificação do 9º – 16º lugares, integrando um grupo com a Suiça, Hungria e Ucrânia, para o qual parte já com a vitória sobre a Ucrânia, na 1ª fase. A Selecção mantém o objectivo de competir e discutir o resultado com todas as equipas, perspectivando-se que os próximos jogos sejam equilibrados, existindo boas hipóteses de poder terminar na 1ª metade da classificação. 


Bom teste para Portugal

A equipa nacional defrontou a Bélgica, desaire por dois pontos de diferença (59-61), num encontro equilibrado e apenas decidido no último período. À entrada do derradeiro quarto, Portugal liderava o marcador, mas um parcial desfavorável de 14-22 fez o jogo cair para o lado das belgas. Em suma, um bom teste para a nossa equipa que já esta 3ª feira joga com a forte seleção de Espanha, às 20.15 horas, no CDC de Matosinhos.

 

Desta vez coube ao selecionado luso defrontar a Bélgica. Não teve um início promissor a equipa nacional, e a Bélgica começou com um parcial de 9-0. Portugal regressava ao banco num desconto de tempo, para espantar a ansiedade das nossas jogadoras. Mais tranquilas,  pouco a pouco Portugal foi se aproximando e equilibrou o resultado. Depois de ter estado a perder por uma diferença que chegou a ser de 12 pontos, as comandadas de Agostinho Pinto encurtaram a desvantagem pontual para 5 pontos no final do 1º período. Até ao intervalo, assistiu-se a  um maior equilíbrio na marcha do marcador, tendo Portugal recolhido aos balneários a perder pela diferença mínima.

 

Na segunda metade, Portugal apresentou-se mais desinibido, sem receios, conseguindo mesmo passar durante muito tempo para a frente do marcador por uma curta vantagem de seis pontos.

 

A Bélgica no último período reagiu e obrigou Portugal a cometer mais erros. Defensivamente o conjunto português mostrava algum desacerto, bem aproveitado pela Bélgica, que teve na sua jogadora Becky Massey, autora de 21 pontos e 8 ressaltos, a sua melhor jogadora. Do lado de Portugal, Eliana Cabral com 19 pontos foi a jogadora mais produtiva.

 

No final, a vitória pertenceu à Bélgica, por 2 pontos, 59-61, num jogo em que Portugal teve a última posse de bola para ganhar o encontro, mas um triplo sobre a buzina não teve êxito.

 

No final do jogo, os treinadores Agostinho Pinto e Teresa Barata agradeceram o desempenho das jogadoras Mariana Mendes, Cláudia Viana, e Maria Neves, que terminam o seu contributo na Seleção Nacional, dando lugar a Beatriz Jordão e Ana Ramos, que regressam do Europeu de Sub 18 e se juntam às Sub 16.

 

Portugal defronta a Espanha no dia 11 pelas 20.15 no Pavilhão de Matosinhos

 

Parciais:

10-15; 17-13; 18-11 e 14-22


Derrota com a Hungria

Um 1º período comprometedor, derrota por 7-25, colocou os comandados de Mário Palma numa situação delicada, já que passavam a estar obrigados a ter que correr atrás de um prejuízo avolumado. Embora tenha melhorado o seu desempenho defensivo, e equilibrado o jogo nos períodos seguintes, a verdade é que a formação nacional não mais conseguiu reentrar na discussão pela vitória.

 

 

Contrariamente ao sucedido no 1º jogo, Portugal não revelou a sua habitual competência nas tarefas defensivas, permitindo que nos primeiros 10 minutos do encontro os húngaros conquistassem uma vantagem de dezoito pontos (25-7). Os comandados de Mário Palma reagiram no 2º quarto, melhoraram nos dois lados do campo, se bem que a recuperação pontual conseguida até ao intervalo não tenha sido significativa (23-38).

 

Os sinais positivos deixados por Portugal no final do 1º tempo não tiveram continuidade no recomeço da etapa complementar, com a vantagem a subir acima dos vinte pontos (59-35). A equipa abusou do tiro de longa distância, 13 triplos tentados, mas infelizmente a tarde não era de grande inspiração para os atiradores portugueses já que apenas converteram 3.

 

 

O técnico nacional voltou a utilizar os 12 jogadores, promovendo uma constante rotação do banco, com o objetivo claro de proporcionar experiência internacional aos mais inexperientes. O grupo bateu-se até final pelo melhor resultado possível, venceu mesmo o derradeiro período (15-12), se bem que os 50 pontos marcados revelam as dificuldades atacantes sentidas por Portugal neste jogo.

 

Os 25% (6/24) da linha de 3 pontos, não contribuíram para a eficácia ofensiva de Portugal, se bem que a eficácia (38%) nos tiros de curta e média distância tenha sido igualmente famosa. Foram dez os atletas portugueses a contribuírem com pontos, com Cláudio Fonseca (11 pontos e 4 ressaltos) a mostrar-se como o mais concretizador. Seguido de perto por Tomás Barroso, autor de 9 pontos.


Calendários já disponíveis

O jogo da Supertaça já tem data e local definido, pelo que o SL Benfica, defrontará o Barcelos, finalista vencido da última edição da Taça de Portugal, em Caminha, no próximo dia 3 de Outubro, um jogo agendado para as 18 horas.

 

LPB

 

Campeonato:

A fase regular da competição é disputada num sistema de duas fases. Uma 1ª fase composta organizada na forma de poule a 2 voltas, e uma 2ª fase igualmente em sistema de poule a 2 voltas, disputada entre os seis melhores classificados – Grupo A. Os restantes constituíram o Grupo B, sendo que manterão a competição entre eles de forma a determinar quem integrará o playoff.

 

Playoff

Para além de contar com as 6 equipas Grupo A, juntam-se os dois melhores classificados Grupo B, mantendo-se depois o formato atual de disputa entre 8 equipas.

 

Troféu António Pratas:

A fase apuramento contará com um Grupo 1 e um Grupo 2, cada um deles com 4 equipas. As equipas defrontam-se de 6ª a domingo, 3 jogos cada. Passam à fase final os dois primeiros classificados do respetivo Grupo, que se disputa fim de semana seguinte. A forma de disputa das meias finais realiza-se no cruzamento de grupos, em que o 1º classificado defronta o 2º do outro grupo (1ºcls.G1x2ºclas.G2 e 1ºclas.G2x2ºclas.G1)

 

PROLIGA

 

Fase regular:

A fase regular é disputada num formato de 2 zonas, Norte e Sul, composta por duas fases. Na 1ª fase, poule a 2 voltas, e na 2ª fase, o Grupo A será constituído pelos 4 melhores classificados de cada uma das zonas. Estas equipas disputam mais uma poule a 2 voltas, sendo que o Grupo B, formado pelas restantes equipas, realizam jogos cruzados a 2 voltas.

 

O playoff contará com os 4 primeiros do Grupo A, onde a forma de competição é a habitual, rondas disputadas à melhor de (1ºx4º e 2ºx3º).

 

Troféu António Pratas

A fase de apuramento terá 4 grupos, cada um deles com 4 equipas, onde todos realizam 3 jogos,  de 6ª a domingo. O 1º classificado da respetiva série apura-se diretamente para a fase final, que se realizará no fim de semana subsequente. Nas meias finais o vencedor do N1 defronta o vencedor no Norte 2, o mesmo acontece com os grupos do Sul.


Triunfo a fechar

A equipa nacional fechou a sua participação com um resultado positivo, num claro sinal de compromisso e responsabilidade das jovens atletas portuguesas. As comandadas de Mariana Kosturkova não se deixaram abater pela desilusão do dia anterior, e bateram-se exemplarmente pela melhor classificação possível. A seleção portuguesa regressa esta segunda-feira a Portugal, com chegada prevista para as 21h10 ao aeroporto de Lisboa.

 

No jogo de atribuição dos 15º e 16º lugares da competição, defrontaram-se Portugal e Estónia, com a vitória a sorrir às portuguesas, que controlaram o jogo durante praticamente toda a partida.

 

A boa entrada de Portugal permitiu ganhar uma vantagem que no final do 1º período se cifrava em 9 pontos (9-18). No 2º quarto, as portuguesas continuaram a superiorizar-se à equipa da Estónia, chegando ao intervalo a vencer por claros 39-19.

 

No recomeço da etapa complementar as adversárias ainda esboçaram uma ligeira reação, fechando o quarto com 9 pontos de desvantagem (36-45). No derradeiro quarto do jogo, as atletas nacionais voltaram a mostrar-se mais fortes e garantiram assim a 15ª posição na geral.

 

Resultado final: 49-60 para Portugal

 

Por períodos: 9-18; 10-21; 17-6; 13-15

 

Destaques individuais para Maria Kostourkova com 17 pontos e 11 ressaltos. Realce também para os 11 pontos de Carolina Gonçalves e para mais 7 assistências de Carolina Bernardeco.


Portugal defronta hoje a Bélgica e dia 11 a Espanha

Com treinos bi-diários no CDC, local onde irá jogar a nossa seleção, o selecionador Agostinho Pinto prepara os últimos detalhes para alcançar a  tão almejada manutenção na divisão A. 

 

Em Portugal já estão Espanha e Bélgica que nos próximos dias jogarão com Protugal partidas que serão so últimos aprontos antes do inicio da competição no dia 13 de Agosto. Hoje, dia 9, pelas 21h00, Portugal defronta a Bélgica, amanhã à mesma hora, Bélgica e Espanha jogarão entre si e no dia 11, a nossa Seleção defrontará a Espanha pelas 20h15, com as partidas a terem lugar no CDC de Matosinhos.

 

As atletas nacionais tem trabalhado principalmente os aspectos tacticos defensivos, saídas de contra ataque e ataque zona, nesta recta final. Todos os detalhes são importantes e esperam-se jogos muito equilibrados nesta competição, que se inicia no próximo dia 13 de Agosto.
 
Para avaliar e adquirir o ritmo de jogo adequado, o coletivo das quinas irá defrontar dois jogos de treino, frente à Belgica e Espanha, nos próximos dias 9 e 11, respectivamente. 
 
Pelo terceiro ano consecutivo a cidade de Matosinhos recebe um Campeonato da Europa de jovens! As duas edições anteriores foram um grande sucesso, deixando a FIBA Europe deslumbrada com o nível da organização, bem como com o fantástico contributo da população que tem enchidos o pavilhão e proporcionado momentos ambientes fascinantes que tanto tem orgulhado o basquetebol nacional. 

Portugal volta a vencer na preparação para o Europeu de Sub 16 Masculinos

Portugal estreia-se contra a Holanda, às 13h45 locais, 11h45 no nosso país.

Portugal venceu novamente à Roménia, desta feita por 53-46. Este segundo jogo foi sempre mais equilibrado, registando-se uma vantagem máxima de 7 pontos a favor de Portugal já no final do jogo, com muita agressividade defensiva de ambas as equipas, mas baixos níveis de eficácia ofensiva (percentagens de lançamentos de campo de 35-36%). Durante a primeira parte, tivemos uma Roménia ligeiramente superior (27-26 ao intervalo), mas na segunda metade a nossa Seleção foi melhor, especialmente no quarto período.

A equipa das quinas apresentou-se mais concentrada, disciplinada e intensa durante todo o jogo, realizando um bom trabalho defensivo, embora com problemas no ressalto, e revelando mais qualidade na organização coletiva ofensiva e nas transições, também ofensivas, que lhe permitiram alguns lançamentos fáceis, não obstante muitas perdas de bola (16 turnovers). As percentagens de lançamentos de campo (total: 365; 2p: 44%; 3p: 22%; evidenciaram alguma insegurança na execução e falta de confiança na finalização. De registar a infelicidade do jovem Gustavo Rodrigues, que se lesionou no primeiro lance ofensivo em que interveio, com uma pancada no joelho, sendo que por precaução não jogou mais, não havendo impedimentos à sua utilização no Europeu. 

 

Pela Seleção Nacional de Portugal de Sub 16 Masculinos jogaram

Ruben Nobre – 6 minutos, 1 falta

Gustavo Teixeira – 12 segundos

Francisco Amarante – 30 minutos, 11 pontos, 2 ressaltos, 1 falta

Pedro Oliveira – 4 minutos, 1 assistência

Diogo Peixe – 39 minutos, 18 pontos, 11 ressaltos, 3 assistências

Miguel Correia – 15 minutos, 2 ressaltos

Ricardo Neves – 11 minutos, 2 pontos, 4 ressaltos, 1 assistência, 2 faltas

João Guerreiro – 30 minutos, 12 pontos, 3 ressaltos

Vicente Jardim – 16 minutos, 2 pontos, 2 ressaltos, 3 faltas

Lamine Banora – 20 minutos, 8 pontos, 5 faltas

Miguel Reis – 23 minutos, 5 ressaltos, 1 falta

Rodrigo Soares – 6 minutos, 1 ressalto, 1 falta

 

A Federação Portuguesa de Basquetebol agradece à Federação Romena de Basquetebol o convite para a realização destes 2 jogos finais de preparação, bem como a forma muito simpática e cordial como a Selecção Nacional de Sub 16 Masculinos foi recebida e tratada.


Liga já foi sorteada

Na 1ª jornada do campeonato Benfica e Vitória de Guimarães defrontam-se, numa reedição das duas últimas finais da LPB. Já os dragões, de regresso à LPB, visitam Ponte de Sor, para defrontar o Elétrico FC, adversário da final do campeonato da Proliga da última temporada, e que este ano se estreia na principal competição masculina.

 

O sorteio ditou como jogo grande da ronda inaugural, a 10 de Outubro, SL Benfica e Vitória SC, os dois finalistas das duas últimas edições da Liga Portuguesa de Basquetebol.

 

O sorteio determinou ainda que o FC Porto, de regresso à principal competição masculina, após três anos de ausência, inicie a prova com uma deslocação a Ponte de Sôr para defrontar o Elétrico, formação frente à qual o projeto Dragon Force se sagrou campeão da Proliga.

 

 

Quanto a clássicos, o primeiro duelo entre águias e dragões será a 17 de outubro, na Luz. Os encarnados visitam o Dragão Caixa, na 14.ª ronda, prevista para 19 de dezembro.

 

 

1.ª jornada da LPB

 

SL Benfica-VSC

 

Ovarense-Maia Basket

 

Elétrico-FC Porto

 

Barcelos-Luistânia

 

Oliveirense-CAB Madeira

 

Folga: Galitos Barreiro

 

 

 


Portugal perde com Hungria por um ponto

Depois de ter estado tão próximo de chegar aos quartos-de-final,  um jogo perdido pela diferença mínima acaba por marcar toda uma participação com momentos de brilhantismo, e em que as comandadas de Mariana Kostourkova provaram que eram capazes de se bater frente a qualquer adversário. A seca de pontos nos momentos finais do encontro determinou este resultado negativo, já que a pouco mais de três minutos do final, Portugal liderava por quatro pontos de vantagem. Este domingo, Portugal joga contra Estónia, às 10h00 de Portugal continental, para definir as 15ª e 16ª posições do Europeu.

 

Um verdadeiro balde de água fria. A Seleção Nacional sub-18 feminina não conseguiu manter-se entre a elite europeia do escalão e regressa à Divisão B na próxima temporada. Este sábado, no Campeonato da Europa que decorre na Eslovénia, a equipa foi derrotada pela Hungria, por apenas um ponto (58-57) e acabou por ser despromovida.

 

O jogo começou equilibrado, com diversas mudanças na liderança do marcador. A equipa nacional acabou por conseguir terminar o 1º quarto na frente por 3 pontos de vantagem (17-14).

 

A Hungria respondeu bem, "saltando" logo para a liderança no inicio do 2º período, conseguindo até ganhar uma vantagem relativa, pois Portugal "encalhou" nos 17 pontos. Durante os primeiros 6:59 deste quarto, a equipa nacional não marcou qualquer cesto. Quando o intervalo chegou, as portuguesas tinham 6 pontos de desvantagem no marcador (23-29).

 

No regresso do balneário, Portugal voltou com vontade de dar a volta aos acontecimentos, e aos 2 pontos iniciais da Hungria, as portuguesas responderam com um parcial de 15-0, que motivava a reviravolta  no marcador em 38-31, virando assim completamente o encontro em apenas 3:37 minutos. A Hungria procurava o mesmo, a manutenção na Divisão A, e não baixou os braços, voltando a colar-se no marcador. Maianca Umabano marcou 12 pontos neste período e ajudava Portugal a voltar para a liderança, no final do 3º quarto (45-44).

 

Portugal voltou a entrar bem no derradeiro quarto, e com um parcial de 7-0, conseguiu chegar à vantagem de 8 pontos com 6:23 para jogar (52-44). Catarina Miranda ainda marcou 2 triplos que colocariam o marcador em 55-47, mas a Hungria não desistia, e Wenniger respondeu também com 2 lançamentos de 3 pts certeiros. Maria Kostourkova marcou 2 pontos a 3:06 do fim, que colocava o resultado em 57-53 favorável à equipa portuguesa, mas esses seriam os últimos pontos de Portugal, pois as jogadoras lusas não mais voltariam a encontrar o caminho do cesto.

 

As húngaras continuaram a "carregar" na tabela ofensiva e a ter segundas oportunidades para lançar ao cesto. Com isso conseguiram passar para a frente no marcador por 1 ponto, a 2:06 do final do encontro. Daí até ao término da partida, mais nenhuma equipa conseguiu somar pontos. No final dos 40 minutos a Hungria estava na frente e Portugal relegado para a Divisão B. 

 

Resultado final: 57-58 para a Hungria

 

Por períodos: 17-14; 6-15; 22-15; 12-14

 

Apesar da melhor percentagem de lançamento (41% contra 34%) e de ter feito menos "turnovers" (14-19), Portugal permitiu que a Hungria lançasse mais 8 vezes ao cesto, fruto dos 22 ressaltos ofensivos conquistados.

 

Destaques na equipa portuguesa para Maianca Umabano (14 pontos e 5 ressaltos), Maria Kostourkova (12 pontos e 10 ressaltos) e Beatriz Jordão (10 pontos) e para as 10 assistências de Carolina Bernardeco.


Portugal vence Hungria

Triunfo da equipa nacional, por 54-43, num encontro em que Portugal comandou sempre a marcha no marcador, mas só nos 5 minutos finais conseguiu disparar no resultado e assim garantir a vitória.

 

Portugal entrou bem no jogo, conquistando rapidamente uma curta vantagem pontual, que manteve até final do 1º período (13-9). As defesas sobrepunham-se aos ataques, algo normal nesta fase de preparação, mas isso não impediu, depois de um empate a 15 pontos no 2º quarto, que Portugal recolhesse aos balneários na frente do marcador (28-24).

 

Os jovens portugueses mostravam-se consistentes dentro do campo, revelando maturidade suficiente, apesar de para alguns esta ter sido a sua 1ª internacionalização sénior, para gerir a curta diferença pontual. Vantagem que era de dois pontos no final do 3º período (36-34), sendo que o jogo se manteve fechado e equilibrado até meio do derradeiro quarto.

 

Nos últimos 5 minutos do encontro, os comandados de Mário Palma mostraram-se mais fortes, conseguindo mesmo fugir no marcador, pelo que na parte final do encontro a diferença pontual subiu para os dois dígitos.

 

De salientar o contributo de todos os jogadores, algo que se refletiu na distribuição dos pontos marcados. Doze jogadores marcaram, sendo que os mais concretizadores, ambos com 8 pontos, acabaram por ser Cláudio Fonseca (4 ressaltos) e Pedro Pinto. Destaque ainda para os 5 pontos e 6 ressaltos contabilizados por Rui Quintino.

 

Portugal volta a defrontar esta mesma equipa húngara domingo, às 18 horas, em Szolnok, sendo que na próxima semana irá dar continuidade aos seus trabalhos com a participação num torneio na Holanda, mais concretamente Leiden.

 

O primeiro adversário de Portugal, dia 15, sábado, será a Grã-Bretanha, e no dia seguinte, domingo dia 16, será a vez de medir forças com a equipa da casa.

 

Segue-se uma digressão à China, com saída prevista para o dia 19 e regresso no dia 8 setembro. Portugal irá disputar 8 a 9 jogos em diferentes províncias chinesas, com equipas da Liga chinesa e CBA, esta última umas das competições norte-americanas e que serve de mostra e rampa de lançamento para quem ambiciona chegar à NBA.


Portugal lutou muito mas não teve eficácia no lançamento

Este sábado a equipa mede forças com a Estónia, por volta das 19h30 portuguesas.

 

Bom começo dos jovens portugueses (9-2), com excelente atitude defensiva que permitiu obter alguns pontos após perdas de bola provocadas ao adversário. Aumento de dificuldades na defesa das penetrações, característica principal do ataque da Macedónia e em que se revelaram muito fortes, e que lhes permitiu encostar o resultado à diferença mínima (9-8). Um problema sustido durante alguns minutos da primeira parte, até ao empate a 16 pontos, com a introdução de uma defesa zona press 2x2x1 e 2×3 em meio campo.

 
A Macedónia aumentou a pressão defensiva, conseguiu ajustar-se às movimentações ofensivas da Seleção Nacional que evidenciou, especialmente no 2º período e a partir daí, muitas dificuldades em lançar, de média e longa distância, com eficácia sob pressão. Bem como em concretizar penetrações e ressaltos ofensivos com contacto ou a fugir dele, faceta em que fomos claramente inferiores aos adversários.

 

Ainda no 2º período, a equipa nacional voltou à defesa hxh, pois não estava a tirar proveito da defesa zona. Apesar de estarmos a conseguir obter boas situações de lançamento exterior a ineficácia ofensiva manteve-se, pois as percentagens foram muito baixas, e a capacidade de concretizar penetrações e tirar vantagens no jogo interior foram quase inexistentes.

 

A meio do 3º período, perante a máxima vantagem da Macedónia (15 pontos), o selecionador nacional optou por baixar claramente a altura da equipa, aumentando a pressão defensiva, hxh todo o campo, e melhorando a fluidez do ataque, o que permitiu equilibrar a partida e reduzir a desvantagem até 5 pontos (36-41), a menos de 4 minutos do fim. Voltava a estar tudo em aberto, um prémio para a boa recuperação dos comandados de António Paulo Ferreira. Mas um parcial negativo de 6-0 hipotecava a ambição de Portugal poder dar a volta ao resultado. Faltou a clarividência necessária ao taque luso para tomar as melhores opções no ataque.

 

A Seleção Nacional bateu-se até à exaustão, com muita coragem, mas revelou muitas dificuldades em obter boas percentagens de lançamento de campo sob pressão. Assim como de jogadores libertos, a pressão do resultado, capazes de criar boas situações de lançamento com penetrações e assistências, em concretizarem com contacto físico, situações em que os macedónios se revelaram mais fortes, apesar de terem uma estatura idêntica à nossa. 

 

Apesar de ter conquistado 49 ressaltos, 23 dos quais ofensivos, a falta de pontaria de longa distância (1/17 – 5.9% de 3 pontos) complicou, e de que maneira, a tarefa da seleção portuguesa. De dois pontos a eficácia também não foi brilhante (15/53 – 22.6%), pelo que se torna relativamente fácil explicar este insucesso dos Sub-16 Masculinos. Neste jogo a percentagem de concretização de lance-livre melhorou bastante, atingindo um valor aceitável (68%) e próximo do adversário.

 

Vladi Voytso (14 pontos e 11 ressaltos) esteve muito bem nos dois lados do campo, especialmente na tabela ofensiva (7). Francisco Amarante (13 pontos, 6 ressaltos e 3 assistências) terminou igualmente nos dois dígitos em pontos marcados.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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