Artigos da Federaçãooo
Imortal é finalista da Taça de Portugal Alfaloc
O Imortal LUZiGÁS apurou-se para a final da Taça de Portugal Alfaloc, pela primeira vez na sua história, depois de ultrapassar o SL Benfica por 92-88.
A turma algarvia vai lutar pelo troféu frente ao Sporting CP ou FC Porto.
As “águias” estiveram na frente do marcador durante grande parte do encontro e chegaram a dispor de uma vantagem acima da dezena de pontos, mas o Imortal mostrou-se implacável no último quarto, e com um parcial de 19-11 avançou rumo à final.
Numa partida muito intensa e repleta de lances espetaculares, a turma de Albufeira mostrou-se superior no tiro exterior (13 triplos contra 9 do adversário), na luta das tabelas (41-36 em ressaltos) e beneficiou dos 46% de eficácia benfiquista da linha de lance livre.
Quanto à estatística individual, Tanner Omlid foi o maior protagonista, com uma sensacional exibição pontuada por 6 desarmes (19pts, 7res, 6ast, 3rb, 6dl), sendo secundado no Imortal por DJ Fenner (19pts, 4res, 5ast), Ty Toney (15pts, 2res, 5ast), Jalen Jenkins (13pts, 1res), Tyere Marshall (11pts, 8res, 1ast, 1rb) e António Monteiro (10pts, 12res, 1rb).
No Benfica, os melhores em campo foram Quincy Miller (21pts, 13res, 2ast, 1rb, 1dl), João “Betinho” Gomes (19pts, 5res, 2ast, 1rb, 1dl), que antes do início do encontro recebeu o prémio de melhor jogador da década (2010-20), Cameron Jackson (12pts, 7res, 2ast, 2rb, 1dl), Nic Moore (12pts, 4res, 7ast, 1rb, 1dl) e Bryce Alford (10pts, 1res, 3ast, 1rb).
“Man Out” a Bruno Lopes
Pêndulo da jovem e prometedora equipa da APD Lisboa, com o seu virtuosismo e audácia, Bruno Lopes continua a ser um dos seus elementos mais desequilibradores. Aos 38 anos, acumula 14 anos de prática da modalidade, ao longo dos quais integrou, em várias ocasiões, os quadros da Seleção Nacional e, dentro e fora de campo, ajudou a formação da capital a reerguer-se.
Data de nascimento: 31-07-1982
Ano de iniciação: 2007 (inscrito em 2008)
Posição: Extremo
Clube: APD Lisboa
Palmarés: Em construção, como a APD Lisboa (risos)
Jogo da tua vida: Acho que ainda não chegou, o melhor ainda está para vir. Mas posso dizer que um dos jogos que mais prazer me deu jogar foi no 18.º Torneio Internacional de Lisboa – sem desprimor para os outros companheiros –, onde joguei lado a lado com o António Vilarinho (um “dinossauro” do BCR que representa as nossas raízes enquanto modalidade e ainda no ativo) e o Ângelo Pereira (que para mim representa o futuro da APD Lisboa e do BCR nacional), frente aos melhores, o CP Mideba (Badajoz), que contava com os campeões europeus e mundiais britânicos (Phil Pratt, Gregg Warburton, George Bates, Abdi Jama).
Chamam ao BCR a modalidade paralímpica rainha. Se tivesses que convencer alguém a ver ou praticar, como o “vendias”?
Tendo eu formação em engenharia, mas muita experiência em marketing e vendas na Unilever, podia construir um “business case” ou um “case study” (risos). O ver e praticar é fácil, não há quem não veja que não goste. Para realmente “vender” o BCR é preciso aumentar a sua notoriedade, ou seja, torná-lo mais visível, mais conhecido, mais próximo, mais na rua, mais viral, mais emocional, mais espetacular. Por outro lado, só consegues fazer o que mencionei se o “produto” (BCR) for bom, entusiasmante, interessante, competitivo, inovador e que satisfaça as ambições e necessidades dos clientes (neste caso são os futuros atletas, futuros clubes e futuros patrocinadores). Muitas das vezes, infelizmente, em Portugal, os “bons produtos nacionais pouco conhecidos” só têm sucesso e “procura” nacional depois de “vendidos fora de portas”, mas tens de ser muito bom, tens de ter perfil de atleta, trabalhar e investir muito nisso, não sei se me fiz entender…
Qual ou quais os jogadores que exercem maior fascínio sobre ti?
Tive e tenho muitos (adversários nacionais, colegas da APD Lisboa, estrangeiros), mas seria injusto mencionar uns e não outros. Gosto de ver bom BCR, gosto de jogadores espetaculares e com muita garra em campo. Excelentes atletas, com inteligência e leitura de jogo nas suas diversas posições, desde os postes aos bases, dos atletas de 1 ponto até aos 4,5 pontos, há verdadeiras “máquinas” nas suas diversas posições e classificações.
Recorda-nos um momento caricato que tenhas vivido por jogar BCR.
Porque recordo com saudade, sempre que íamos jogar à Madeira contra o CD “Os Especiais” (que saudades, só para reforçar…) aqueles dias eram muito pródigos nisso, desde irmos “x” pessoas numa carrinha de nove lugares com a buzina avariada sempre a tocar desde o Funchal até Santana, o Emanuel Soares cheio de medo no Cabo Girão, ficar sem bateria no Pico dos Barcelos, no carro que nos emprestaram e estar em vias de não chegar a tempo ao jogo; eram só peripécias esses dias.
Qual o teu movimento, gesto ou momento do jogo favorito?
Sem dúvida de que aquilo que me dá mais prazer é fazer bonitas assistências para os meus companheiros. Assistências que, depois de bonitas jogadas de BCR, resultam em cesto. Adoro fazer aquelas assistências em que o grau de dificuldade do passe, da receção e da tomada de decisão é muito elevada, quase impossível.
Qual o jogador a quem gostavas de fazer “Man Out”?
Vi-os crescer desde o início e as diferenças são abismais, o Ahmat Afashokov e o Ângelo Pereira estão umas “máquinas”, mas vou aproveitar a oportunidade para homenagear duas excelentes pessoas. Adorava fazer “Man Out”, mas com a minha idade e as nossas cadeiras de hoje em dia ao enorme António Vilarinho e ao ex-atleta e atual dirigente da APD Lisboa, o grande Luís Oliveira (primeira atleta em Portugal a fazer o lançamento convencional, com uma mão).
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O “Man Out” é essencial no BCR. Na elite – mas não só -, todas as equipas adotam esta estratégia que consiste, após a recuperação da posse de bola, em reter um adversário com um, ou idealmente mais jogadores, no seu reduto ofensivo de forma a atacar em superioridade numérica. O espaço ocupado pelas cadeiras torna uma missão árdua recuperar a posição perdida, de modo que o “Man Out” é uma tónica constante no jogo de BCR, privilegiando-se como alvos, claro, os elementos mais lentos da equipa adversária.
Benfica e Imortal abrem “meias” da Taça de Portugal Alfaloc
A Final Four da Taça de Portugal Alfaloc arranca com o SL Benfica vs. Imortal LUZiGÁS, meia-final que está agendada para as 15 horas de sábado, e que tem transmissão na RTP2 e FPBtv.
O nosso canal marcou presença na Luz e em Albufeira para fazer a antevisão do encontro, com declarações de Carlos Lisboa (treinador) e Rafael Lisboa (jogador) nas “águias”, e de Luís Modesto (treinador) e Tanner Omlid (jogador) nos algarvios.
José Miguel Gonçalves e Pedro Bártolo eleitos representantes na IWBF
José Miguel Gonçalves, da APD Braga, e Pedro Bártolo, do BC Gaia, foram os nomes escolhidos para representar os atletas nacionais na IWBF. Na votação participaram os atletas portugueses nos quadros das seleções A e Sub22. Embora o sufrágio ainda venha a ser prática imposta pela IWBF – Federação Internacional de BCR – aos NOWB – Organismos Nacionais para o BCR -, o Comité Nacional de BCR da FPB preferiu colocar já em curso o processo democrático, de onde emergiram os dois nomes acima mencionados.
Entre os critérios de escolha previstos pela IWBF, destacavam-se, no que toca aos candidatos, o domínio razoável da língua inglesa e a presença no último Campeonato da Europa, enquanto no que respeita aos votantes, estes teriam de ser atletas internacionais, presentes em competições internacionais nos dois últimos anos.
José Miguel Gonçalves afirma que o “voto de confiança dos companheiros” acarreta “responsabilidade acrescida no grupo”, que se irá traduzir em “vontade de fazer mais e melhor, dentro e fora do campo”. Por seu turno, Pedro Bártolo, que já era representante a solo dos atletas nacionais, corrobora o “sentido de dever e honra” que a nomeação significa e espera “maior proatividade do Comité de Jogadores da IWBF nas diretrizes para os jogadores eleitos de cada país”.
Ambos os atletas convergem nos temas essenciais sobre os quais pretendem debruçar-se. “Existem várias áreas onde este organismo pode atuar, algumas que ainda não se aplicam, infelizmente, à realidade portuguesa, como a defesa dos direitos dos jogadores ao nível do cumprimento dos contratos. No entanto, creio que uma das batalhas iniciais será, para além da divulgação da modalidade e de oportunidades, a da integração de jogadores com “poucas limitações” ou até mesmo sem qualquer deficiência”, sintetiza José Miguel Gonçalves. A promoção do jogo “nas plataformas digitais e a maior exigência na promoção da modalidade a cada NOWB deve constar igualmente na lista de prioridades” acrescenta Pedro Bártolo.
Os representantes dos atletas de cada país aguardam agora novas instruções da parte do Comité de Jogadores da IWBF, composto por Alhassan Sedky (Egito), Terry Bywater (Grã-Bretanha), Erica Gavel (Canadá) e Ella Sabljak (Austrália).
Nota: Fotografias da autoria de Federação Búlgara de Basquetebol | Federação Catalã de Desportos para Pessoas com Deficiência Motora
“Estamos convencidos de que o basquetebol continuará a crescer”
Esta terça-feira, dia 6 de abril, foi um dia especial para o Centro Recreativo do Casal do Grilo, clube do Entroncamento e filiado na AB Santarém, e que acaba de cumprir 45 anos.
A FPB entrevistou José Marques, presidente da entidade, que recordou como surgiu a secção de basquetebol: “Começámos com o basquetebol há cerca de dois anos, na altura com 3-4 miúdos, depois de criarmos algumas condições para o desenvolvimento da atividade. Há muitos anos que não havia basquetebol no Entroncamento e por isso tivemos uma grande adesão, já que rapidamente chegámos a cerca de 40 atletas. Somos um clube de formação e estamos convencidos de que o basquetebol continuará a crescer. Nos concelhos vizinhos, apenas em Torres Novas e Tomas há basquetebol, pelo que há muito recrutamento”, salienta.
O dirigente do coletividade ribatejana, segundo o próprio “uma Associação que tenta desenvolver outras atividades culturais e recreativas, que não apenas de desporto”, reconhece dificuldades, e por isso o recurso a “casa emprestada”: “Temos um pavilhão, mas que não possui as medidas oficiais da modalidade. Estamos sempre dependentes do Pavilhão Municipal do Entroncamento, que tem uma grande utilização. No caso do basquetebol, por vezes, temos de jogar em Torres Novas ou Vila Nova da Barquinha. Conseguimos que a Câmara Municipal do Entroncamento implementasse as marcações do basquetebol no seu pavilhão, o que foi uma conquista da nossa parte”, destaca.
Com o retomar da atividade desportiva aí à porta, José Marques revela que o clube já pensa nalgumas iniciativas: “Há sempre esperança, vamos tentar recomeçar a prática desportiva no dia 19. Existem vários campos ao livre, na cidade, e treinámos aí durante algum tempo. Fizemos treinos individualizados, focados no lançamento, mas com a evolução da pandemia tivemos de parar. Já temos alguns torneios preparados”, adianta.
Patrick McGlynn vestiu fato de gala na 16.ª jornada da Liga Placard
Na hora do balanço estatístico individual da 16.ª jornada da Liga Placard, que terminou este domingo, a maior nota vai para Patrick McGlynn, antigo jogador do Galitos Barreiro, que se distinguiu como MVP Tissot graças a uma valorização de 40.5 (40pts, 3res, 3ast) no triunfo (103-98) sobre a Ovarense Gavex, quando ainda representava o emblema da margem sul do Tejo.
No cinco ideal, McGlynn tem a seu lado Tanner Omlid (valorização de 35.5 – 27pts, 12res, 2ast, 1dl) e Jalen Jenkins (valorização de 29 – 18pts, 12res, 2ast, 1rb, 2dl), ambos do Imortal LUZiGÁS, João “Betinho” Gomes (valorização de 34 – 24pts, 9res, 2ast, 2dl), do SL Benfica, e Justin Alston (valorização de 34 – 26pts, 9res, 2ast, 1rb, 2dl), da UD Oliveirense.
Christopher McKnight leva MVP Tissot pela primeira vez
Christopher McKnight, atleta da Ovarense GAVEX, é o MVP Tissot da 25.ª jornada da Liga Placard. O norte-americano esteve em evidência frente ao Sporting CP e obteve uma valorização de 40.5, a mais elevada da ronda. Em 38 minutos dentro de campo, Knight apontou 33 pontos, 10 ressaltos e uma assistência.
Jaron Hopkins (valorização 35 – 26pts, 7res, 3ast, 7rb, 2dl) do Vitória SC, Marcus LoVett Jr. (valorização 34.5 – 28pts, 3res, 6ast, 3rb, 1dl) da Ovarense GAVEX, Travante Williams (valorização 32 – 27pts, 7res, 4ast, 3rb) do Sporting CP, e Cameron Jackson (valorização 31 – 23pts, 8res, 3ast, 1b) do SL Benfica, completam o cinco ideal da jornada.
“Águia” adianta-se nos playoffs da Liga Skoiy
Pela primeira vez esta temporada, o SL Benfica venceu a AD Vagos, fora de portas, por 72-50, e assim ganhou vantagem nos playoffs da Liga Skoiy.
As “águias” controlaram as operações e na segunda parte nunca viram a sua vantagem estar abaixo da dezena de pontos, num jogo em que registaram 64 ressaltos contra 30 das anfitriãs e em que revelaram maior acerto da linha de dois pontos (46%-33% em matéria de eficácia).
No Benfica, em termos individuais, destacaram-se Japonica James (23pts, 16res, 2rb, 1dl), Altia Anderson (17pts, 9res, 1ast, 1dl), Laura Ferreira (16pts, 7res, 2ast, 1rb) e Mariana Silva (10res), enquanto no Vagos estiveram em evidência Chelsie Schweers (13pts, 1res, 1rb) e Joana Canastra (11pts).
As duas equipas voltam a defrontar-se daqui a uma semana, 10 de abril (16h), na Luz.
Highlights deste jogo para ver na FPBtv.
Sporting garante comando da fase regular da Liga Placard
O Sporting CP venceu no reduto da Ovarense Gavex, por 97-92, resultado que garante aos “leões” o comando da fase regular da Liga Placard e que deixa a turma vareira sem hipóteses de alcançar os playoffs, que já tem as suas oito equipas definidas: além do Sporting, o FC Porto, SL Benfica, Imortal LUZiGÁS, UD Oliveirense, Lusitânia Expert, CAB Madeira SAD e Vitória SC.
O Sporting colocou um ponto final na sequência vitoriosa da Ovarense. Foi um triunfo arrancado a ferros pelos “leões”, que no derradeiro quarto chegaram a ter uma desvantagem de 14 pontos, para depois aplicarem uma grande recuperação. Na turma de Alvalade, mais forte na luta dos ressaltos (42 contra 27 do adversário), sobressaíram Travante Williams (27pts, 7res, 4ast, 3rb), muito influente na reta final do encontro, John Fields (15pts, 10res, 2ast, 1dl), Shakir Smith (14pts, 2res, 4ast), Diogo Ventura (11pts, 3res, 3ast, 1dl), João Fernandes (10pts, 8res, 4ast, 1rb) e James Ellisor (10pts, 3res, 4ast, 1dl). Por seu turno, no conjunto vareiro, realce para as prestações de Christopher Knight (33pts, 10res, 1ast), Marcus LoVett (28pts, 3res, 6ast, 3rb, 1dl) e George Beamon (10pts, 3res, 5ast).
Em Guimarãres, o Vitória SC suplantou a Académica Efapel por 80-72, num regresso aos bons resultados. Os donos da casa lideraram quase sempre as contas e tiveram como maiores protagonistas Jaron Hopkins (26pts, 7res, 3ast, 7rb, 2dl), Alex Peacock (17pts, 5res, 1ast, 1rb), Tyler Seibring (12pts, 4res, 3ast, 3rb, 1dl) e Ricardo Monteiro (10res), enquanto nos “estudantes”, que averbaram a quarta derrota consecutiva, assumiram destaque Daniel Relvão (16pts, 9res, 2ast, 3rb, 1dl), Ashford Golden (16pts, 1res, 2ast, 1rb), Paulo Caldeira (11pts, 5res, 1ast, 2rb), Robert McCoy (11pts, 5res, 2ast, 2rb) e Malcolm Richardson (10ast).
Também a norte, o FC Porto não permitiu veleidades (99-72) na receção ao CAB Madeira SAD. Com parciais de 25-18, 29-19, 23-17 e 22-18, os “dragões” construíram um triunfo seguro, numa tarde em que teve como melhores em campo Tanner McGrew (13pts, 5res, 4ast, 2dl), Larry Gordon (13pts, 2res, 4ast, 1rb), Eric Anderson Jr. (12pts, 5res, 3ast, 3rb, 3dl), João Soares (12pts, 2res), Garrett Nevels (11pts, 2rb) e Miguel Queiroz (10res), enquanto no CAB as melhores prestações pertenceram a Justin Gray (23pts, 8res, 2ast, 4rb, 2dl), Paul Jorgensen (14pts, 3res, 5ast), Amen Cheeseman (11pts, 7res, 1dl), Robertas Grabauskas (10pts, 4res, 1ast) e Arvydas Gydra (10pts, 3res, 1rb).
Na Luz, o SL Benfica ultrapassou o Galitos Barreiro por 97-77, mas só na segunda parte se distanciou do adversário da margem sul do Tejo, com parciais de 29-17 e 30-18. Nas “águias” assumiram as despesas João “Betinho” Gomes (26pts, 6res, 2ast), Cameron Jackson (23pts, 8res, 3ast, 1rb), Bryce Alford (17pts, 4res, 4ast, 1rb) e Quincy Miller (15pts, 12res, 2ast, 1dl), enquanto no Galitos os jogadores com sinal mais foram Derreck Brooks Jr. (18pts, 13res, 3ast, 4rb), Lynden Rose Jr. (17pts, 3res, 10ast), Rozelle Nix (12pts, 9res, 1dl), Quinton Dogget (12pts, 4res, 1ast) e Daniel Machado (10pts, 3res, 1ast).
O Imortal LUZiGÁS mostrou-se inspirado na deslocação ao reduto do FC Barreirense e ganhou por 89-48. Depois de um primeiro quarto equilibrado (15-17), o conjunto algarvio disparou graças a parciais de 27-16, 22-9 e 23-8. Na formação de Albufeira destacaram-se DJ Fenner (24pts, 4res, 1ast), Jalen Jenkins (13pts, 8res, 1ast, 2rb, 1dl), Tyere Marshall (12pts, 5res, 2ast) e Nuno Morais (11pts, 2res) e nos anfitriões despontaram Tony Lewis Jr. (11pts, 9res, 1rb) e Miguel Correia (10pts, 3res, 1ast).
Num duelo regional, a UD Oliveirense levou a melhor (82-68) no pavilhão do Esgueira/Aveiro/OLI. O quarto inaugural acabou por se revelar importante para o bicampeão nacional, que obteve um parcial de 28-15, para nunca mais largar o comando da partida. Apesar da superioridade do Esgueira nos ressaltos (41-31), o emblema de Oliveira de Azeméis beneficiou dos 16 turnovers e da maior ineficácia da linha de lance livre do opositor. Na Oliveirense sobressaíram Justin Alston (18pts, 10res, 3ast, 1dl), EC Matthews (17pts, 6res), Terrell Carter (12pts, 3res, 2ast, 2rb, 1dl), José Barbosa (10pts, 5ast, 3rb) e João Guerreiro (10pts, 5res, 1ast, 1rb) e no Esgueira realçaram-se Kareem Brewton (18pts, 10res, 5ast, 1rb), Christian Fox (12pts, 6res) e Gustavo Teixeira (10pts, 6res, 7ast, 1rb).
No jogo que fechou a 25.ª jornada, o Lusitânia Expert ultrapassou o Maia Basket por 93-67. A equipa maiata até liderou o primeiro quarto (12-19), mas a partir daí deu-se a fuga insular, numa partida em que registou 13 triplos e 46 ressaltos. No Lusitânia estiveram em bom plano Kyle Mallers (26pts, 7res), Montell Goodwin (20pts, 4res, 2ast, 3rb, 1dl), Sérgio Silva (16pts, 5res, 5ast, 1rb), Fernando Ferreira (14pts, 5res, 1rb, 1dl) e Keven Gomes (11pts, 9res, 1ast, 2rb, 1dl), ao passo que no Maia Basket há que mencionar as exibições de Bright Mensah (22pts, 3res, 3ast, 3rb), David Gomes (12pts, 3res, 2ast, 1rb), Theo Johnson (12pts, 9res, 1ast, 4rb, 1dl) e Lamar Morgan (11pts, 5res).
Highlights de toda a 25.ª ronda para ver na FPBtv.
“Melhora o teu jogo” #8
No 8.º e derradeiro “Melhora o teu jogo”, Doug Garner, treinador dos Movin’ Mavs da UTA – Universidade do Texas em Arlington -, mentor habitual da rubrica, e Patrick Anderson (4.5), melhor jogador do mundo, recém-transferido para o Galatasaray SK, gizam alguns exercícios específicos para um manuseamento mais lesto da cadeira, com especial detalhe no arranque com e sem bola.
Como bónus, para os atletas de pontuação alta/intermédia, partilhamos um vídeo da estrela canadiana a executar o tilting, manobra que consiste no equilíbrio numa só roda, com e sem drible, que remata com um detalhe só ao alcance dos mais talentosos.
Cone Circle – círculo de cones
Improving your starts – otimização do arranque
Accelerating with the ball – aceleração com bola
Tilting/dribbling
Servigest Burgos impõe segunda derrota ao líder Bilbao
Na rubrica “Portugueses lá fora”, o Servigest Burgos, apesar de Luís Domingos (2.5) e Helder da Silva (2.0) não terem saído do banco, volta a merecer honras de destaque após o triunfo apoteótico frente ao primeiro classificado, Bidaideak Bilbao BSR – 66-63.
Em Itália, na Série B, o Santa Lucia Basket Roma vacilou na receção ao NPIC Primo Rieti – 38-53. Ismael de Sousa (4.0), reentrado no país e a cumprir quarentena obrigatória, ainda não foi opção para a formação da capital. Na Suíça, Nuno Silva (1.0), atleta do Ticino Bulls integrado nos quadros da Seleção Nacional Sub22, retomou os treinos, mas permanece incerto o cenário competitivo.
Por último, em França, Yuri Fernandes (2.5), dos Hornets Le Cannet, conjunto da Nationale A, e Christophe da Silva (1.0), do CAPSAAA Paris, a militar na Nationale B, mantêm-se a treinar, com a expectativa de disputa das competições oficiais num modelo improvisado, composto por jornadas concentradas, no mês de maio ou junho.
Servigest Burgos 66-63 Bidaideak Bilbao BSR
Capaz do melhor e do pior, o Servigest Burgos agarrou-se à sua melhor versão no embate caseiro contra o comandante do melhor campeonato do mundo, o Bidaideak Bilbao BSR. Rodrigo Escudero, técnico local, apostou nos mesmos cinco elementos praticamente ao longo de todo o encontro, entre os quais sobressaiu o internacional polaco Mateusz Filipski (4.0), que amealhou 24 pontos, 13 ressaltos, 5 assistências e 2 roubos de bola. Desta feita, Luís Domingos (2.5) e Helder da Silva (2.0) não foram a jogo. Nos bascos, donos do plantel mais completo da liga, de nada valeu o triplo duplo do base internacional espanhol Asier Garcia (4.0) – 13pts, 15res, 12ast.
Na próxima jornada, os burgaleses, atuais sétimos classificados, visitam o reduto da Fundación FDI Las Rozas, que ocupa o décimo posto.
Parciais: 13-16 / 16-17 / 19-11 / 18-19
Nota: Foto retirada do Facebook oficial do Servigest Burgos
“O BCR é de todos”
Não nasce do acaso a afirmação de que o BCR é a modalidade paralímpica mais abrangente no que respeita aos seus praticantes. Contrariamente à perceção dominante, não só as pessoas que se deslocam em cadeira de rodas no quotidiano podem jogar BCR. Num sentido lato, qualquer limitação motora impeditiva de jogar a vertente convencional do jogo tem o potencial de tornar esse atleta elegível para a sua expressão sobre rodas. Recorde-se o exemplo de José Manuel “Pepe” Navarro, que atuou quatro temporadas na liga ACB e, posteriormente, após uma lesão irreversível no joelho, brilhou, no BCR, com as cores da extinta Once Andalucia.
Aliás, na 2.ª Divisão nacional, à semelhança do que acontece nas principais ligas canadiana ou britânica, qualquer pessoa, com ou sem deficiência, pode enveredar pela prática do BCR.
A este propósito, ecoam as afirmações de Patrick Anderson, canadiano, melhor jogador de todos os tempos – vencedor de quatro medalhas paralímpicas, 3 de ouro e 1 de prata: “Havia apenas uma data de jogadores de basquetebol e eu notei que alguns tinham deficiência, outros não. Assim que me apercebi, não o via como um grande debate, foi qualquer coisa como “Ah, isso é interessante. Noutros lugares no mundo não fazem isto”. Não cresci com os conceitos de “deficiente” e “não deficiente” até que participei nos Paralímpicos e comecei a jogar na NWBA [National Wheelchair Basketball Association]”.
Com o desejo de desmistificar o tema e atrair mais atletas para a modalidade, a FPBtv dedicou um olhar atento a três atletas da Seleção Nacional Sub22, com diferentes condições de mobilidade, Ângelo Pereira (2.5 – APD Lisboa), Ahmat Afashokov (3.0 – APD Lisboa) e Ibrahim Mandjam (4.0 – APD Sintra).
Para ver aqui.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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