Artigos da Federaçãooo
“Teremos que estar muito concentradas para não falharmos nas coisas simples”
Nota: Foto retirada do Facebook oficial do CAB Madeira
Na sua opinião, haverá favoritos à vitória nesta prova?
Penso que será decidido entre o CPN e o Queluz, no entanto, tanto nós como o Olivais, somos equipas competitivas e que certamente iremos dar o nosso melhor para contrariar esse favoritismo.
Como avalia os adversários em competição?
Estamos numa fase final, o que significa que estão cá as quatro melhores equipas de Sub 16 do país. Penso que será uma fase final interessante, mas considero que o Queluz e o CPN têm mais soluções à disposição. Em relação a nós, qualquer uma das equipas tem mais ritmo competitivo, visto o nosso campeonato ser disputado apenas por dois clubes, sendo que em determinados momentos do jogo é notável alguma ingenuidade e falta de experiência, que nós tentamos compensar com o empenho e atitude que nos são característicos.
Em que aspetos as suas jogadoras terão de ser mais fortes?
Teremos que estar muito concentradas para não falharmos nas coisas simples, mas fundamentais que treinamos diariamente, e teremos que ser muito fortes na defesa e no bloqueio defensivo.
Fase final da II Liga de Basquetebol Master FPB
A partir das 16h30 terá início o duelo entre Illiabum Clube e Beira-Mar, ao passo que para as 18h30 se encontra agendado o Galitos vs Esgueira.
“I Torneio Professor Doutor Lino Gonçalves – Vamos Promover Inclusão”
A iniciativa consta do projeto final do aluno da Escola Secundária Quinta das Flores, Igor Moita, do curso Profissional de Técnico de Apoio à Gestão Desportiva, que em conjunto com a Associação Olhar 21 e com o Clube Condeixa Basquetebol organizou e colocou em marcha mais este torneio onde, mais uma vez, se demonstra que o basquetebol é para todos.
“Tenho um grupo baixo em termos de altura, por isso há que jogar em contra-ataque”
Rui Fonseca, treinador da formação nortenha, anteviu a competição para a FPB.
Na sua opinião, haverá favoritos à vitória nesta prova?
O nosso grande objetivo no início de época foi estar presente nas fases finais e conseguimos. Na minha opinião, acho que vai ser uma fase final muito equilibrada pelo valor das quatro equipas. Aquela que estiver mais regular durante os três dias vai sair vencedora.
Como avalia os adversários em competição?
Pelo que conheço e vi, todas as equipas têm jogadores muito influentes. O CD Póvoa, que conheço e bem, é uma equipa muito forte e competitiva, o CB Queluz, que joga em casa e quer defender o título, tem um grupo muito equilibrado, enquanto em relação ao Barreirense, que é um clube com muita tradição e muitas presenças em fases finais, é sempre muito competitivo.
Em que aspetos os seus jogadores terão de ser mais fortes?
A minha equipa tem que ser muito competitiva durante os 40 minutos e deixar sempre tudo em campo a defender. Tenho um grupo baixo em termos de altura, por isso há que jogar em contra-ataque. Tenho jogadores rápidos e bons tecnicamente.
“Espero que esta fase final seja um grande momento de divulgação do basquetebol”
O timoneiro da formação de Ermesinde espera equilíbrio na competição.
Na sua opinião, haverá favoritos à vitória nesta prova?
Eu penso que esta fase final pode ser bastante equilibrada. Qualquer das equipas pode vencê-la, mas o CB Queluz, por jogar em casa, pode ter algum favoritismo, mas nestas idades, por vezes, a pressão de jogar no seu ambiente pode funcionar ao contrário. Qualquer um dos adversários tem muita qualidade e todas as equipas estão bem organizadas e bem treinadas. Todos os treinadores/as já estiveram presentes em fases finais.
Como avalia os adversários em competição?
O CB Queluz tem um lote de jogadoras com muita qualidade e onde a sua intensidade defensiva é uma das grandes armas, assim como em termos ofensivos também existem boas executantes em situações de 1×1 e com muito boa capacidade de tiro exterior. O Olivais também conta com excelentes jogadoras e algumas delas capazes de resolver um jogo a qualquer momento, sendo bastante fortes no ressalto ofensivo, provocando muitas vezes segundos lançamentos e faltas através disso. Já o CAB é outra equipa com excelentes jogadoras, com a sua grande arma a residir na capacidade defensiva e transições rápidas, havendo ainda boas lançadoras e com boa capacidade de jogarem 1×1. É uma formação que consegue também jogar bem em meio campo.
Em que aspetos as suas jogadoras terão de ser mais fortes?
As minhas jogadoras têm que fazer o que treinaram durante a época e estarem focadas a 100%,saber que durante a fase final vai haver momentos bons e menos bons e nunca se desunirem. Deixarem tudo o que têm dentro do campo, serem uma equipa unida em todos os momentos. Jogarem à CPN é fundamental. Espero que esta fase final seja um grande momento de divulgação do basquetebol e que corra tudo bem a todos e claro, que ganhe o CPN.
“Chegamos aqui cheios de ambição”
Na sua opinião, haverá favoritos à vitória nesta prova?
Penso que o CB Queluz, jogando como clube organizador do evento e chegando a esta final four como o melhor ataque e defesa da prova, pode ter alguma dose de favoritismo em relação aos outros três participantes, já para não falar que é o atual detentor do troféu e que neste mesmo pavilhão onde se vai realizar o torneio foi campeão regional pela AB Lisboa. É claro que nós, FC Barreirense, Vasco da Gama e CD Póvoa teremos uma grande palavra a dizer e iremos tentar, com toda a certeza, contrariar este, a meu ver, ligeiro favoritismo do CB Queluz, pois neste modelo de competição há a possibilidade de qualquer participante o poder vencer. Quanto ao Barreirense falando, chegamos aqui cheios de ambição pois nos últimos cinco anos será a quarta final four deste escalão em que o clube estará presente, o que nos deixa também com alguma expectativa, bastante orgulho e responsabilidade na prova. Para que tal seja possível, ano após ano, é de enaltecer o trabalho diário de todos os técnicos, fisioterapeutas, roupeiros, seccionistas, diretores e todas as outras pessoas que colaboram diariamente com o clube, ressalvando aqui publicamente dois nomes: o nosso coordenador, José Francisco, e o nosso incansável diretor, Paulo Silvestre, grande responsável pela vitalidade e bom funcionamento no dia-a-dia da secção.
Como avalia os adversários em competição?
Aos campeões regionais, CB Queluz, e a alguns atletas representativos do Vasco da Gama e CD Póvoa, vencedores pela AB Porto nas Festas do Basquetebol de Albufeira 2017, poderá aqui ser atribuída alguma mais-valia para se poder atribuir o vencedor da prova. O CB Queluz tem no potencial físico dos seus atletas a sua grande arma, pois são bastante fortes na luta dos ressaltos, quer defensivos, quer ofensivos, o que lhes permite, ora fazer transições muito rápidas, ora realizar segundos e terceiros ataques consecutivos. Quanto ao Vasco da Gama, tem 2/3 atletas que podem perfeitamente resolver uma partida, no entanto é na combatividade de todos (característica deste clube) onde está o seu poderio, pois nunca dão uma bola como perdida, quer na defesa, quer no ataque. Relativamente ao CD Póvoa, sendo uma equipa bastante coletiva, tanto no ataque como na defesa, tem igualmente 2/3 atletas que de um momento para o outro podem resolver um desafio. É uma equipa bastante interessante e com bons fundamentos. Isto não quer dizer que apesar de nós nem termos sido campeões regionais pela AB Setúbal, não tenhamos nenhum mérito aqui a chegar. Chegámos aqui pois soubemos fazer do compromisso de todos e do nosso trabalho diário (179 treinos já realizados) a nossa grande esperança, trabalhámos muito e sacrificámos muito as nossas famílias para estarmos presentes neste evento, também com a ambição de o vencer.
Em que aspetos os seus jogadores terão de ser mais fortes?
Sendo nós a equipa mais nova na prova (sete atletas de primeiro ano no escalão), é a concentração o aspeto que destaco mais importante para sermos mais fortes. Se conseguirmos manter um nível de concentração elevado em todos os jogos, de certeza que estaremos mais focados e intensos nos nossos atos, quer defensivos, quer ofensivos, e assim estaremos mais perto do sucesso.
“Penso que o fator mais importante é o psicológico”
Fernando Brás, técnico do clube, apesar da caminhada invicta da sua equipa na 1.ª fase, nega favoritismo.
Na sua opinião, considera o CB Queluz favorito à vitória depois de uma 1.ª Fase sem qualquer derrota?
Permitam-me, antes demais, destacar o facto de ser a terceira fase final nacional consecutiva que este grupo de atletas guerreiras consegue, mostrando por isso a sua evolução e consistência (fatores que considero importantes nos escalões de formação, independentemente dos resultados obtidos). Em relação a esta final four e a favoritos, a história e o desporto no geral ensinam-nos que em fases finais não há favoritos. Apesar de algumas contrariedades ao nível de lesões, a equipa soube unir-se e estamos preparados para dar tudo desde o primeiro jogo… onde abordaremos cada um deles como uma final, lutando até ao fim.
Como avalia os adversários em competição?
Já tive oportunidade de ver alguns jogos dos nossos adversários e todos se caracterizam por uma defesa muito agressiva e com transições ofensivas muito rápidas. Como disse anteriormente, não há favoritos, logo qualquer equipa pode ganhar a qualquer uma. Mas estamos preparados.
Em que aspetos as suas jogadoras terão de ser mais fortes?
Nestas fases finais onde o cansaço atinge níveis elevados, penso que o fator mais importante é o psicológico, e é nessa área e com a experiência acumulada dos últimos anos que temos vindo a melhorar. Espero por isso estarmos à altura nesta fase final, porque taticamente e fisicamente estamos preparados.
“O segredo para o sucesso da minha equipa é só um: atitude competitiva”
Na sua opinião, haverá favoritos à vitória nesta prova?
Não, na minha opinião não há favoritos. Todas as equipas têm pontos fortes que poderão explorar para se superiorizarem aos adversários dentro de campo. Umas terão grupos mais equilibrados do ponto de vista técnico-tático, outras terão mais altura, outras mais força, mais velocidade, outras tentarão ter mais atitude, empenho, intensidade. Estou convencido de que todos acham que podem ganhar e estarão a preparar a estratégia que consideram a melhor para alcançarem o sucesso desejado.
Como avalia os adversários em competição?
As equipas do Norte parecem mais intensas e maduras, mas isso só se verá em campo. Realmente, nunca tivemos oportunidade de os defrontar esta época, tendo ambas com jogadores que se destacam: no CD Póvoa, o Diogo Gomes, e no Vasco da Gama, o Hugo Ferreira, que irá, por certo, ser um quebra-cabeças para as equipas adversárias. O Póvoa tem uma média de alturas inferior, mas é uma equipa muito intensa, são velozes, fazem contra-ataque sempre, têm bons lançadores, movimentos ofensivos simples, mas eficazes, com boas leituras. O Vasco da Gama tem uma equipa com quatro jogadores muito bons e a estrela que já referi, sendo os outros grandes lutadores, o que ajuda muito. Parece menos organizado taticamente, mas isso é função das normalmente boas tomadas de decisão do seu jogador mais influente que … resolve muito com a ajuda do Balta. O Barreirense é uma equipa muito motivada, que tem vindo sempre a subir, melhorando a qualidade do basquetebol praticado. Tem jovens que sabem jogar e, portanto, tem aspirações. Depois de ter perdido o campeonato regional de Setúbal para o Scalipus (também uma excelente equipa), conseguiu superiorizar-se a todos (exceto ao CBQ). Venceu o Benfica, equipa que eu pensava que nos acompanharia nesta fase final, estando cá por mérito próprio.
Em que aspetos os seus jogadores terão de ser mais fortes?
O segredo para o sucesso da minha equipa é só um: atitude competitiva. Isso e o resto foi treinado em 154 treinos, 31 jogos oficiais e 11 jogos de treino. Com a colaboração dos adjuntos Carlos Cardoso e Miguel Lourenço, do diretor/seccionista Paulo Caçador, dos excelentes dirigentes, do Presidente Hugo Martins, de Ana Novo e Pedro Amaral e dos fãs do CB Queluz – porque todos juntos somos melhores – e, os últimos são sempre os primeiros, os pais e familiares destes jovens excecionais com quem tive o privilégio de trabalhar esta época. Mas o que interessa mesmo ao CB Queluz é que os jovens se sintam felizes por participar numa grande festa que os enriquecerá com certeza como jogadores e como futuros cidadãos deste país.
“A vitória será o equilíbrio da competição”
Na sua opinião, haverá favoritos à vitória nesta prova?
Na minha opinião, a vitória será o equilíbrio da competição. Julgo que será um fim-de-semana com todos os jogos a serem discutidos do início ao fim e em que qualquer um pode levar o outro por vencido. As quatro equipas chegaram até aqui meritoriamente e todas devem ser respeitadas por isso.
Como avalia os adversários em competição?
O CPN e o CB Queluz, os primeiros classificados das zonas Norte e Sul, respetivamente, têm equipas com bastantes atletas de valor, tendo por isso possibilidade de manter a qualidade em campo durante muito tempo do jogo, sendo que ambas primam por uma defesa bastante agressiva, criando muitas dificuldades aos seus opositores. O CAB Madeira apresentou-se na Fase Intermédia com uma equipa muito guerreira e lutadora, primando pelo valor do seu coletivo dentro de campo aliado à defesa pressionante e à capacidade de tiro exterior.
Em que aspetos as suas jogadoras terão de ser mais fortes?
A nossa equipa terá de se manter mais forte na superação. Os jogos vão ser muito equilibrados e será importante manter o foco no jogo em si, do primeiro ao último minuto. Já mostrámos ser capazes de o fazer, não só ao longo desta época, mas ao longo dos últimos anos de trabalho. Foi exatamente por isso que, no ano passado, conseguimos atingir pela primeira vez um ponto alto nacional. A nossa equipa tem feito um bom trabalho ao longo do tempo, treinámos sempre que foi preciso, todas se sacrificaram pelo trabalho coletivo e por isso têm todo o mérito de disfrutar e lutar por este momento. Eu, especialmente, como treinadora deste coletivo, não podia estar mais orgulhosa de cada uma delas individualmente e da equipa no seu todo. Quero por isso agradecer-lhes todo o empenho, bem como a toda ao grupo Sénior Feminino, às equipas de formação Feminina e formação e competição Masculina do Olivais FC, que muito nos ajudaram e trabalharam connosco ao longo desta longa caminhada. Por fim, agradecer todo o apoio dos pais, familiares e amigos, pois sem ele nunca teríamos chegado até aqui.
“Em todos os jogos terá de ser notória a raça poveira”
Para ler em entrevista à FPB.
Na sua opinião, haverá favoritos à vitória nesta prova?
Sou da opinião de que em fases finais não existem favoritos, estamos a falar de três dias em que as quatro melhores equipas do país no escalão se vão defrontar e tudo poderá acontecer. Se pensarmos que esta final four se vai realizar em Sintra, então considero que o CB Queluz tem uma pequena vantagem de poder jogar em casa e contar com muito apoio vindo das bancadas. No entanto, todos estão motivados, todos querem ganhar e nós não somos exceção. Estamos orgulhosos daquilo que fizemos até aqui, mas não estamos satisfeitos, queremos mais e vamos lutar ao máximo para levar o nome do nosso Clube Desportivo da Póvoa e da nossa cidade da Póvoa de Varzim ainda mais alto.
Como avalia os adversários em competição?
Os adversários são fortíssimos e contam com os melhores jogadores da idade, caso contrário não estariam a lutar pelo título de campeão nacional.
No caso do Vasco da Gama, é uma equipa que conhecemos muito bem porque já a defrontámos cinco vezes esta época, e que nos cria bastantes dificuldades. À exceção do primeiro jogo contra esta equipa, todos os restantes foram equilibrados, mas apenas conseguimos sair vitoriosos por uma vez, por isso esperamos estar melhor preparados e conseguir o segundo triunfo.
Por outro lado, Barreirense e CB Queluz são equipas que nunca defrontámos e, como tal, sabemos pouco sobre o estilo de jogo de cada uma, quer defensiva, quer ofensivamente, pelo que o efeito surpresa será maior. Contudo, sabemos que temos de estar preparados para tudo o que nos possa acontecer e responderemos à altura do desafio.
Em que aspetos os seus jogadores terão de ser mais fortes?
Em todos os jogos terá de ser notória a raça poveira, que nos carateriza desde sempre e como o próprio grito do nosso clube refere, "Ala Arriba", que significa que teremos de ser todos a lutar e a puxar pelo mesmo objetivo. Para além disso, estamos a falar de uma equipa 100% da formação poveira, pelo que o amor ao clube é enorme e fala mais alto do que qualquer individualidade.
Temos de ser competentes nas tarefas individuais, traduzindo-se nas ofensivas e, acima de tudo, temos de saber sofrer nos momentos certos, mas nunca desistir daquilo que queremos.
II Intercâmbio de Minibásquete no Faial e Pico
São esperados dezenas de atletas, que além dos momentos de diversão com a modalidade, aprofundam laços de amizade entre as ilhas do canal.
II Edição da Taça Desporto Escolar/CNID
Em competição, na fase final nacional, estiveram presentes 24 equipas constituídas por 30 alunos atletas, 2 árbitros e 4 professores, representantes das 24 Coordenações Locais do Desporto Escolar, que se apuraram a partir de cada Agrupamento de Escolas, tendo participado nessa fase cerca de 16.500 alunos.
A Taça Desporto Escolar/CNID é disputada apenas por alunos do 7.º ano de escolaridade e cada equipa tem que, obrigatoriamente, participar em todas as modalidades da prova – Andebol, Atletismo, Basquetebol e Ténis de Mesa – e ser constituída por 15 rapazes e 15 raparigas.
De referir que a Taça Desporto Escolar/CNID é um projeto em parceria com o CNID – Clube Nacional da Imprensa Desportiva.
Os três primeiros classificados foram:
1.º – Escola Secundária Almeida Garrett (Porto)
2.º – Colégio Sagrado Coração de Maria (Lisboa)
3.º – Escola Secundária de Esgueira (Aveiro)
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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