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Inês Bettencourt ruma a universidade histórica

Com onze títulos nacionais, um recorde na NCAA feminina, as UConn Huskies são uma das formações mais conceituadas no basquetebol universitário norte-americano. A equipa, da University of Connecticut, possui um longo currículo na modalidade, recheado de sucessos e jogadoras icónicas como Sue Bird, Diana Taurasi, Maya Moore ou Breanna Stewart.

A partir desta sexta-feira, 26 de agosto, a jovem portuguesa Inês Bettencourt integra essa história.

Com 17 anos, a base lusa foi apresentada pela universidade e integra a equipa liderada pelo técnico, Geno Auriemma, dos mais conceituados no basquetebol norte-americano, desde 1985. Natural de São Miguel, Bettencourt foi formada e toda a carreira atuou no Clube União Sportiva, tratando-se assim da sua primeira experiência fora de Portugal.

“Ser uma ‘Husky’ é um sonho tornado realidade. Estou muito entusiasmada por começar esta aventura e vou dar tudo!”, disse a lusa, que explica como surgiu a oportunidade: “Inicialmente ia para uma junior college (Northwest Florida State). No entanto, depois do europeu recebi esta proposta e obviamente não podia recusar”.

Bettencourt vai atuar com o 21 nas costas tal como Ticha Penicheiro fez ao longo da sua carreira na WNBA. “Quando escolhi o número não pensei que era o mesmo da Ticha, mas depois fiquei ainda mais contente”, explana a mais recente jovem a partir para os Estados Unidos. A base já falou com o seu novo treinador e também com Paige Bueckers, grande estrela das “huskies”, que vai falhar a próxima época com uma lesão no ligamento cruzado anterior.

Aquando da sua apresentação, o seu novo treinador destacou as principais qualidades da portuguesa: “É uma verdadeira base que gosta de distribuir a bola, mas também lança. Está habituada a jogar o estilo europeu, de movimento da bola, bloqueios, situações de dois e três jogadoras”, explica. “É uma miúda dura e uma grande competidora. Estou entusiasmado por a termos conseguido encontrar”, assevera.

Presença nas seleções jovens, a nova “21” das “Huskies” esteve em destaque este verão na seleção de sub18 femininos, que se sagrou vice-campeã da europa (Divisão B), ao integrar o cinco ideal da prova com médias de 14.4 pontos, 3.6 assistências, 3.7 ressaltos e 4.6 roubos de bola por jogo.

A melhor basquetebolista portuguesa de sempre, Ticha Penicheiro não esconde o orgulho em ver uma jogadora lusa a mudar-se para uma das “melhores universidades de sempre”: “Estou orgulhosa. Espero que ela se encaixe e consiga ultrapassar as barreiras inerentes da mudança para os estados unidos”.

“Para mim o 21 foi um número de sorte e espero que seja para ela também”, lança a antiga base.

Agostinho Pinto, selecionador nacional de sub18 femininos, traça o perfil da jovem que agora ruma aos Estados Unidos: “É uma atleta com um potencial enorme, com conhecimento de jogo e uma excelente técnica individual ofensiva. Defensivamente tem alguns aspetos a melhorar, mas é forte na interceção. Este ano desenvolveu o seu jogo e ganhou mais confiança”, explana.

O técnico acrescenta: “Agora vai treinar com algumas das melhores do mundo da sua idade, numa universidade por onde passaram atletas de renome mundial, e acho que vai evoluir ainda mais. Espero que motive outras a tentarem perseguir este sonho e acredito que seja o maior feito de uma jogadora portuguesa no que toca a ir para uma universidade norte-americana”.


Portugal assegura permanência na Divisão A europeia!

Noite histórica para o basquetebol nacional! Portugal garantiu a manutenção na Divisão A europeia, depois de vencer a República Checa por 80-61! A equipa portuguesa tem agora pela frente a Hungria, esta quarta-feira (20h45), nos quartos de final, numa partida com transmissão na FPBtv e cujas entradas para o público, no Centro de Desportos e Congressos de Matosinhos, são livres.

Graças a parciais de 19-12 e 21-13 na primeira parte, a Seleção Nacional construiu uma vantagem de 15 pontos à entrada para o intervalo.

No regresso dos balneários, a formação lusa não vacilou e manteve a superioridade, embalada pelo entusiasta público presente nas bancadas.

A nossa Seleção converteu seis das suas 14 tentativas de triplos, dominou nos ressaltos defensivos (36 contra 23 do opositor) e alcançou 24 assistências.

Com um duplo-duplo, Clara Silva (13pts, 13res, 4ast, 2dl) esteve em destaque pelas nossas cores, assim como Carolina Silva (13pts, 3res, 2rb, 3/4 L2P, 4/4 LL).


Destaques de Portugal na fase de grupos do Europeu

Concluída a fase de grupos do Campeonato da Europa de sub16 femininos, que decorre de 19 a 27 de agosto em Matosinhos e Guifões, é hora de fazer o apanhado estatístico dos três primeiros encontros de Portugal.

Após dois triunfos e uma derrota, que culminaram na segunda posição do grupo C atrás da Bélgica, a equipa das Quinas apresenta o quarto melhor ataque da prova, com destaque para a eficácia no lançamento exterior e nos lances livres.

No plano individual, Clara Silva tem-se evidenciado entre atletas da mesma posição, tanto na marcação de pontos como na luta das tabelas. A jovem Carolina Silva, a jogadora mais nova em competição com apenas 14 anos, afirma-se como peça fundamental no conjunto de Mariyana Kostourkova, e também importa destacar as exibições de Sofia Sousa e Leonor Peixinho, bem como de Ema Karim, que é a 10.ª mais eficaz no lançamento de três pontos com 43%.


Portugal fecha fase de grupos com selo de qualidade

Com uma vitória incontestável por 79-58, Portugal ultrapassou a Letónia e ficou no segundo lugar do grupo C do Europeu de sub16 femininos, com um registo de dois triunfos e uma derrota. Nos oitavos de final, a nossa Seleção vai defrontar a República Checa, na terça-feira.

Esta noite, a equipa portuguesa mostrou-se autoritária, para gáudio do muito animado público presente no Centro de Desportos e Congressos de Matosinhos, e com parciais de 20-13, 22-13, 21-17 e 16-15 construiu um triunfo sólido.

A Seleção Nacional mostrou-se agressiva na defesa, e isso refletiu-se em 14 roubos de bola e 21 turnovers do lado letão.

Em termos individuais, no conjunto luso, realce para as exibições de Clara Silva (19pts, 8res, 3ast, 1rb), Carolina Silva (16pts, 6res, 3ast), Sofia Sousa (10pts, 1res, 2ast, 3rb, 1dl), Rita Nazário (10pts, 3res, 2ast) e Maria Fernandes (13res).


Portugal superado pela Espanha

Em mais uma partida de preparação para o Europeu de Matosinhos contra a Espanha, a Seleção Nacional de sub16 femininos perdeu por 70-42.

Portugal, na fase inicial, chegou a estar em vantagem, mas a congénere espanhola, medalha de bronze no Europeu de 2019, acabou por controlar as operações.

Clara Silva (9pts, 4res, 3dl) e Maria Fernandes (8pts, 5res, 4ast, 1rb) sobressaíram do lado português.

Portugal, neste Europeu, encontra-se no grupo C juntamente a Polónia, Bélgica e Letónia. A formação lusa entra em prova na sexta-feira (20h45), diante da congénere polaca.


Maria Fernandes destacada pela FIBA

Num artigo de antevisão do Europeu de sub16 femininos da Divisão A, que vai decorrer em Matosinhos entre 19 e 27 de agosto, a FIBA destacou Maria Fernandes, capitã de equipa da Seleção Nacional portuguesa.

Para a FIBA, a extremo portuguesa, atleta de 16 anos do GDR André de Resende e que tem trabalhado no CAR Jamor, “observou e absorveu” tudo no seu menor tempo de utilização no ano passado, no Challenger, e agora poderá assumir um papel preponderante ao lado de Clara Silva, outra atleta lusa.

Portugal, neste Europeu, encontra-se no grupo C juntamente a Polónia, Bélgica e Letónia. A formação lusa entra em prova na sexta-feira (20h45), diante da congénere polaca.


Sub16 femininos com bom teste frente à Espanha

A Seleção Nacional de sub16 femininos perdeu por 68-66 diante da Espanha, medalha de bronze no Europeu de 2019, naquele que foi um bom teste de Portugal quando estamos a quatro dias do Campeonato da Europa de Matosinhos.

A formação lusa entrou a todo o gás e aplicou um parcial de 25-8 no primeiro quarto, para depois o adversário do país começar, paulatinamente, a recuperar terreno.

Apesar de tudo, a nossa Seleção esteve quase sempre no comando do resultado, exceção feita a uma curta fase no terceiro quarto e já na reta final, com um parcial de 9-0 para a Espanha a revelar-se decisivo.

Em termos individuais, do lado português, destaque para as exibições de Clara Silva (14pts, 8res, 2ast, 2rb, 1dl), Ema Karim (13pts, 1res, 3ast), Sofia Sousa (12pts, 3res, 2ast, 3rb, 1dl) e Leonor Neves (9pts, 8res, 3ast, 5rb, 2dl).


Portugal volta a bater a Irlanda

A Seleção Nacional de seniores femininos voltou a confirmar o favoritismo e bateu a Irlanda por 72-62 no segundo jogo de treino frente a este adversário.

Portugal nunca esteve em desvantagem e, no terceiro quarto, chegou a dispor de um avanço de 22 pontos (53-31), mas o adversário irlandês recuperou terreno, principalmente no derradeiro quarto.

A formação portuguesa registou 10 triplos, alcançou 12 roubos de bola e teve influência nos 24 turnovers da Irlanda, o dobro daquilo que se verificou na nossa Seleção.

Maria João Correia (17pts, 4res, 7ast, 4rb, 1dl) liderou Portugal no capítulo da marcação de pontos, seguida por Maria Kostourkova (11pts, 6res, 2ast, 1rb) e Márcia Robalo (9pts, 6res, 2ast, 3rb, 3dl).

O encontro, que decorreu no Pavilhão Municipal de Guifões, foi o último da equipa lusa em território nacional antes da segunda janela de qualificação para o EuroBasket 2023.


Seleções Nacionais de sub14 com experiência em Espanha

No decurso de mais um estágio de preparação, as Seleções Nacionais de sub14 masculinos e femininos deslocaram-se a Espanha, à localidade de Íscar, para disputarem, cada uma, dois jogos frente à congénee do país vizinho.

A formação masculina perdeu por 88-48 e 95-62, enquanto a equipa feminina foi ultrapassada por 67-34 e 81-42.

Trata-se de uma importante experiência internacional para estes jovens, face a uma das potências da modalidade, numa parceria com a Federação Espanhol de Basquetebol.

Importa destacar que, apesar das derrotas, Portugal encurtou, de forma clara, a diferença para a Espanha relativamente ao ano anterior, quando se verificaram resultado mais desnivelados (masculino: 31-87 e 40-104; feminino: 36-90 e 23-88).


“Temos vindo a crescer como grupo”

Depois de cinco anos ao serviço do SL Benfica, onde conquistou duas Ligas Betclic Feminina, duas Taças de Portugal Skoiy, uma Supertaça e uma Taça da Federação Betclic, Mariana Silva deixa o clube lisboeta rumo a Espanha, para representar o Real Canoe.

Em estágio com a seleção nacional de seniores femininos, que prepara dois jogos frente à Irlanda, a 13 e 14 de agosto, pelas 18 horas, no Pavilhão Municipal de Guifões, a internacional portuguesa relembrou a última temporada e lança a época que se avizinha.

“O objetivo no último ano sempre foi fazer igual ou melhor do que em 2020/2021 e penso que conseguimos ao vencer todas as provas no plano interno”, recorda. Quanto ao plano individual, a atleta explica: “Dei sempre o máximo nas diferentes tarefas que me eram pedidas e acho que cumpri. Claro que há momentos melhores e piores durante a época, mas nesse aspeto acho que foi positivo”.

Agora aos 23 anos, Mariana vai viver a sua primeira experiência internacional ao rumar ao país vizinho, algo que acontece este ano, após ter terminado os estudos: “Sempre tive a preocupação de terminar a licenciatura e apenas depois arriscar. Tal como qualquer pessoa, estar no nosso país traz algum conforto, mas estou entusiasmada”, elucida.

“Sempre soube que Espanha tinha um tipo de basquetebol que encaixava nas minhas características e se adequava ao meu estilo. É um jogo mais intenso e com um nível elevado”, explana a internacional lusa. “Falei com colegas de seleção, em especial com a Josephine [Filipe], que me falou da sua experiência e confirmou muitas das ideias que já tinha, o que me deu mais confiança”.

Presente no estágio da seleção nacional de seniores femininos, a jovem atleta considera que a preparação e o crescimento da equipa são visíveis desde o início do verão: “Acho que os conceitos estão muito mais consolidados agora, comparando com maio, e que crescemos como grupo. Na altura ainda entrava um pouco a medo por ser das primeiras experiências com as seniores, mas acredito que agora estamos melhores como equipa”, afirma.

“Ainda que tenhamos coisas para melhorar, mas estamos a caminhar para o objetivo final que é a janela de qualificação em novembro”, conclui Mariana Silva.


Miguel Reis jogará no FC Barcelona Unes Unio Esportiva

Miguel Reis, de 22 anos, recém-sagrado campeão nacional da modalidade, pelo BC Gaia, parte para o primeiro desafio além-fronteiras. No FC Barcelona Unes, o poste internacional A e sub23, encontrará um dos mais conceituados técnicos à escala mundial, Oscar Trigo, que, entre outros feitos, conduziu a seleção espanhola aos Jogos Paralímpicos, na edição de Londres 2012, e à conquista do bronze, no campeonato da Europa da divisão A; tem no seu palmarés várias experiências no patamar mais alto do BCR espanhol e é reconhecido como um dos nomes cimeiros na formação de jogadores, conforme atesta a juventude das equipas catalãs que treinou recentemente, Global Basket e o próprio FC Barcelona Unes. A formação catalã que acolherá o basquetebolista gaiense compete na Primera División, 2º escalão do BCR espanhol, e acalenta a subida à División de Honor, a melhor liga do mundo.

Iniciado em 2017, no BC Gaia, Miguel Reis viveu ainda uma curta experiência com as cores da APD Paredes, na época 2019/2020, antes de regressar ao conjunto fundado em 2016, então promovido à 1ª divisão nacional. Na época 2020/2021, foi vice-campeão nacional e finalista vencido da Taça de Portugal, ao passo que, na temporada seguinte, repetiu o estatuto de figura central nas primeiras conquistas do BC Gaia, a Supertaça e o campeonato nacional.

No currículo, conta com duas participações, pela seleção nacional sub23, nos Jogos Paralímpicos Europeus da Juventude, em 2019 e 2022, tendo sido eleito, nesta última edição, para o cinco ideal. Ao serviço da seleção A, Miguel Reis integrou os eleitos que disputaram o campeonato da Europa B/C, em Junho de 2022, em Sarajevo, Bósnia-Herzegovina.

Portugal volta a ter assim um representante no BCR espanhol, depois das passagens de Hugo Lourenço (CP Mideba), Pedro Gonçalves (CP Mideba), Cláudio Batista (Amivel e CP Mideba), Márcio Dias (Servigest Burgos), Marco Gonçalves (CP Mideba e Servigest Burgos), Filipe Carneiro (Amfiv Vigo), Pedro Bártolo (CP Mideba, BSR Valladolid e Basketmi Ferrol), Helder da Silva (Servigest Burgos), Luís Domingos (Basketmi Ferrol e Servigest Burgos) e José Miguel Gonçalves (Basketmi Ferrol).

Nota: fotografia da autoria de Miguel Fonseca – @mfportefolio


“Estamos motivadas, mas não podemos relaxar”

Depois de duas épocas em que conquistou seis títulos – duas Ligas Betclic Feminina, duas Taças de Portugal Skoiy, 1 Supertaça e 1 Taça Federação Betclic – Laura Ferreira deixa o SL Benfica e ruma à Alemanha para representar o Royals Saarlouis, da Alemanha.

Em pleno estágio de verão da seleção nacional de seniores femininos, e na antecâmara de dois jogos contra a Irlanda, a 13 e 14 de agosto, no Pavilhão Municipal de Guifões (18 horas), a internacional portuguesa esteve à conversa com a FPB sobre a mudança para uma nova realidade.

“Em termos coletivos a época correu muito bem, vencemos todos os troféus nacionais”, começa Laura Ferreira. “Individualmente foi uma época complicada em que passei por uma fase menos boa, mas sinto que dei sempre o meu melhor e consegui apoiar a equipa naquilo que era preciso”. A atleta de 27 anos elucida relativamente à forma como cresceu ao longo do ano: “Aprendi com o que foi acontecendo e acho que, se focarmos no positivo, tudo acabou por correr bem”.

Concluídos dois anos em Lisboa, Laura muda-se para a Alemanha, uma realidade nova e um campeonato “desafiante”: “O clube alemão mostrou-se sempre interessado em mim, tem uma treinadora espanhola que já me vira jogar nos campeonatos da europa jovens e também em Espanha. É um campeonato e uma cultura diferentes e estou entusiasmada”.

“Disseram-me que o campeonato é mais físico e duro, com mais contacto. O próprio Ricardo [Vasconcelos], disse que tenho que me focar no meu lançamento porque vou para uma liga muito física”, explica a internacional lusa.

Em preparação com a seleção nacional de seniores femininos, que mede forças com a Irlanda, este sábado e domingo, dia 13 e 14 de agosto, pelas 18 horas, no Pavilhão Municipal de Guifões, Laura Ferreira faz um balanço positivo do estágio: “Quando estagiámos em maio sentia-me muito cansada da época, mas foi importante para percebermos aquilo que o Ricardo [Vasconcelos] pretendia. Agora estamos a relembrar esses conceitos e sinto que nos jogos vamos estar mais coesas”.

Com encontro marcado com a Irlanda, em Guifões, e depois com a Bósnia e Herzegovina, na Bósnia, a 17 e 18 de agosto, a equipa das quinas tem a mira apontada para a janela internacional de novembro, quando mede forças com o Reino Unido e Estónia na terceira e quarta jornadas de qualificação para o EuroBasket 2023.

“Estes estágios são sempre muito importantes para as janelas de qualificação, para depois na altura só termos de relembrar os pontos mais importantes e jogarmos em sintonia quando estivermos em campo”, elucida. “Estamos motivadas [para a janela de novembro], mas não podemos relaxar. Os jogos contra a Estónia e Grécia [primeira janela de qualificação] foram muito duros. Jogámos taco-a-taco com a Grécia porque não desistimos, mas temos que continuar a trabalhar para conseguirmos vencer”, conclui.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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