Artigos da Federaçãooo

Europeu de Matosinhos foi líder de assistência

Na mais recente Assembleia Geral da FIBA Europa foram revelados os números de assistência dos Campeonatos Europeus dos escalões de formação, que acabam por demonstrar a predominância do Europeu de Sub20 (Div. B) realizado no Verão do ano passado, em Matosinhos.

O presidente da FPB, Manuel Fernandes, marcou presença na Assembleia Geral e mostrou-se satisfeito pelo reconhecimento da entidade que gere o basquetebol europeu: “Está criado um ambiente nos Europeus em Matosinhos que tem vindo a ser reforçado e de facto o público, amante de basquetebol, sente-se confortável para ir assistir a este tipo de competição. Começamos com o feminino e esta caminhada culminou com o Europeu masculino do ano passado. Não podemos esquecer que a nossa Seleção de Sub20 foi invicta até à final e que assim continuou até à conquista do título. Naturalmente, que o sucesso e o facto de toda a gente perceber que a aquela equipa merecia todo o apoio, ainda levou mais gente ao pavilhão”, confessa.

Fonte: FIBA

Com um total de 26350 espectadores a encherem as bancadas de Matosinhos, o Campeonato da Europa do ano passado também foi o Europeu jovem com o número médio de assistência mais elevado, com cerca de 3294 espectadores.

Manuel Fernandes justificou os números elevados com a tradição que o basquetebol apresenta no município de Matosinhos: “Tradicionalmente, os Campeonatos da Europa que realizamos em Matosinhos tem sempre grande participação local. O concelho ama o desporto. Têm dois clubes com todos os escalões etários, o GDB Leça e o Guifões SC, portanto o basquetebol em Matosinhos atravessa gerações. Temos muitos jogadores, treinadores, famílias do basquetebol, ainda para mais numa zona tão próxima ao Porto que tem muitos praticantes da modalidade. Claro que o facto do Europeu ser num período de férias, facilita ainda mais a presença do público no pavilhão que tem a possibilidade de conhecer a elite europeia destes escalões etários. Além disso, sabemos que as pessoas gostam do que vão ver, porque no ano seguinte tendem a regressar, algo que se vai tornando uma tradição. Queremos manter estes números de assistência elevados e está claro, agradecer a todos os parceiros que colaboram connosco nestes sucessos organizativos”, reitera.


Eleitas da Seleção Nacional Feminina para a “bolha” de Odivelas

A Seleção Nacional de Seniores Femininos continua a Fase de Qualificação para o Campeonato da Europa de 2021 e tem pela frente a Bélgica, no dia 12 de novembro (18h00) e a Finlândia, no dia 14 (21h00) do mesmo mês. A equipa técnica liderada por Ricardo Vasconcelos e que conta com o apoio de Agostinho Pinto e Gilda Correia, convocou um total de 14 atletas para este duplo confronto disputado na “bolha” montada no Multiusos de Odivelas.

Com ambos os jogos a serem determinantes para as aspirações lusas, falamos com o selecionador nacional, Ricardo Vasconcelos, que esclarecidamente traçou o perfil das adversárias e os objetivos para esta janela de qualificação: «Vamos ter dois jogos de realidades muito diferentes. Contra a Bélgica temos pela frente uma das dez melhores seleções do mundo, que está no top 4 das seleções europeias. Um jogo que será muito interessante sentirmos até onde somos consistentes para enervar uma Bélgica que vem a Portugal a pensar na Ucrânia. Falamos de uma equipa com boas soluções individuais para todas as posições do campo e com duas três atletas de grande nível mundial. São muito sólidas a jogar em equipa. Por outro lado, temos a Finlândia com quem já jogamos há um ano e que tem uma mistura de juventude e maturidade, mas que está claramente em processo de renovação e evolução das suas atletas mais jovens. Não podemos cair no erro de achar que o jogo será fácil, pois apesar de termos ganho de forma evidente, só foi possível devido a uma prestação defensiva notável. É um momento de grande importância para nós, pois para manter as aspirações vivas para o apuramento necessitamos de vitórias, bem como para subir no ranking da FIBA. Só nos resta assumir responsabilidades, termos consciência que apesar de difícil, ganhar jogos é fundamental!», comentou.

Convocatória:

Ana Carolina Rodrigues – SIMECQ
Emília Ferreira – CU Sportiva
Inês Viana – Namur Capitale (Bélgica)
Joana Soeiro – SL Benfica
Josephine Filipe – Fundación Navarra Baloncesto Ardoi (Espanha)
Laura Ferreira – SL Benfica
Lavínia Silva – Sevenoaks Suns (Inglaterra)
Maianca Umabano – GDESSA-Barreiro
Márcia Costa – GDESSA-Barreiro
Marcy Gonçalves – ADB Avilés (Espanha)
Maria João Correia – CBD Clarinos Ciudad de La Laguna Tenerife (Espanha)
Maria Kostourkova – CBD Clarinos Ciudad de La Laguna Tenerife (Espanha)
Sofia Silva – Movistar Estudiantes (Espanha)
Susana Carvalheira – AD Vagos


“Quero agradecer a confiança que a FIBA e o seu Board depositou na FPB”

Portugal foi escolhido esta quinta-feira como um dos países anfitriões das janelas de qualificação FIBA agendadas para o próximo mês de novembro, partidas que serão disputadas em “bolhas”. Matosinhos e Odivelas foram eleitas pelo organismo que tutela o basquetebol mundial para acolherem os jogos de qualificação dos Grupos A e G, respetivamente.

No rescaldo desta decisão da FIBA, o Presidente Manuel Fernandes, o Selecionador Nacional masculino, Mário Gomes e o Selecionador Nacional feminino, Ricardo Vasconcelos, demonstraram todo o apreço pela decisão da FIBA, abordando de igual forma os desafios que se avizinham, bem como as vantagens de poder jogar dentro de portas neste tipo de condições.

Para o Presidente federativo, o voto de confiança da FIBA é prova da capacidade que a FPB apresenta neste tipo de eventos: “Antes de mais queria agradecer a confiança que a FIBA e o seu board depositou na FPB para organizar estas duas “bolhas”. O organismo máximo que tutela o basquetebol mundial não teve dificuldades para reconhecer a capacidade que temos vindo a demonstrar ao longo dos anos para organizar este tipo de eventos, sobretudo se tivermos em conta todos os europeus jovens que temos acolhido, ano após ano. Contudo, importa sublinhar que as exigências sanitárias impostas pelas condições da competição decorrer em sistema de “bolha” são muito complexas, mas não estamos sozinhos. O trabalho conjunto das estruturas do Basquetebol, dos nossos parceiros, das Câmaras de Odivelas e de Matosinhos e o apoio da secretaria de Estado do Desporto e Juventude e das Autoridades de Saúde, são a garantia que iremos mais uma vez superar tão inédito desafio. Para o Basquetebol português é mais uma preciosa oportunidade para divulgar e promover a modalidade e possibilitar um melhor conhecimento das suas principais referências, as jogadoras e os jogadores das Seleções Nacionais de seniores”, explicou.

Já o Prof. Mário Gomes não deixou de agradecer o trabalho que tem sido desenvolvido pela Direção da FPB de modo a salvaguardar os interesses das Seleções Nacionais: “Neste quadro é uma ótima noticia e por isso quero agradecer o trabalho da Direção da Federação, em especial do Presidente Manuel Fernandes, por ter conseguido esta organização da “bolha” de novembro cá em Portugal. Isto é muito importante porque nos permite ficar em casa e não fazer viagens que são sempre desgastantes. Depois os atletas também têm uma confiança redobrada. É um alívio. No entanto, e estando de acordo com a organização de “bolhas”, acho que a competição poderia ser adiada para outra altura porque são apenas cinco dias, mas queremos muito ganhar e ter bons resultados. Podemos estar satisfeitos pela decisão tomada”, confessou.

Ricardo Vasconcelos, na linha daquilo que foi dito anteriormente, reforçou os benefícios que as organizações destas duas “bolhas” podem trazer às equipas nacionais: “É desde logo bom porque é um sinal de confiança da FIBA na própria Federação e também porque conseguimos controlar todas as questões de saúde. Dependemos de nós e, portanto, toda a gente estará segura e sã. Não há propriamente um fator casa do ponto de vista do público nas bancadas, mas o desgaste das viagens é posto de parte. É recorrente termos viagens longas, com muitas escalas, o que torna complicadas as nossas deslocações ao estrangeiro. Estes fatores são muito positivos. A confiança da FIBA, o facto de sabermos como proceder e cuidar de todos os atletas e agentes desportivos e, está claro, o fator do desgaste das viagens que acaba por não existir. São tudo indicadores muito positivos”, reiterou.

Os jogos da Seleção Nacional masculina de pré-qualificação para o Mundial 2023, com o Chipre e a Albânia, estão agendados para dia 26 e 28 de novembro, e serão disputados em Matosinhos. Enquanto Odivelas recebe os dois jogos de qualificação para o EuroBasket feminino de 2021, nos dias 12 e 14 de novembro, perante a Bélgica e a Finlândia.


Portugal acolhe janelas de qualificação da FIBA

Portugal foi escolhido para receber e organizar as janelas de qualificação da FIBA que serão jogadas em “bolhas” em novembro deste ano. A decisão saiu da reunião do board da FIBA realizada na manhã desta quinta-feira em videoconferência.

Entre as três possíveis soluções para acolher a janela de pré-qualificação para o Mundial FIBA 2023, Matosinhos, palco de eleição para competições internacionais, foi escolhida ao invés de Minsk e Nicosia para acolher a “bolha” que será montada para receber o Grupo A, composto por Portugal, Chipre, Bielorrússia e Albânia.

Também em novembro, Portugal acolhe a janela de qualificação para o Eurobasket feminino 2021, com Odivelas a receber o Grupo G onde, além da equipa das quinas, está presente a Bélgica, a Ucrânia e a Finlândia.


Perspetiva do primeiro estágio das Seleções A e Sub22 de BCR

O selecionador nacional sénior de BCR, Marco Galego, e o selecionador nacional sub22, Ricardo Vieira, analisam o trabalho durante a paragem e abordam as expectativas para o estágio conjunto, de 1 a 5 de outubro.

Sem concentrações desde o último Europeu, em julho de 2019, a Seleção A de BCR volta a reunir-se, no Luso, de 1 a 5 de outubro, de forma a preparar a participação no Campeonato Europeu da Divisão C, de 2021. O tempo ausente dos pavilhões suscita alguma preocupação a Marco Galego. “Em termos de preparação presencial estamos muito atrasados em relação aos nossos rivais, alguns já treinam como seleção há algum tempo”, adverte, sem se escudar neste aspeto para justificar um eventual fracasso. “Não será pelo atraso que não vamos alcançar os objetivos”, promete.

O selecionador nacional enaltece a importância e o compromisso de atletas e staff no período de confinamento, vocacionado para a análise de vídeo e o treino físico. “Fazíamos reuniões quinzenais via zoom, em que cada atleta analisava um determinado momento de um jogo; além disso, mandavam para o Bruno Silva (treinador-adjunto) vídeos dos treinos físicos que estavam a fazer, sendo estes quase na totalidade elaborados pelo Bruno”, explica o treinador elvense.

No primeiro ensaio após a interrupção causada pela Covid-19, Marco Galego não pode dispor dos atletas a atuar no estrangeiro – Luís Domingos (2.5 – Servigest Burgos, 1.ª Liga espanhola; também sub22), Ismael de Sousa (4.0 – Santa Lucia Roma, 2.ª Liga italiana) e Christophe da Silva (1.0 – CAPSAAA Paris, 2.ª Liga francesa) -, pelo que contará com 14 elementos.

No que toca à Seleção sub22, que, tal como a Seleção A, se apresenta desfalcada dos jogadores a atuar fora do país – além do mencionado Luís Domingos, é baixa Nuno Silva (1.0 – Ticino Bulls, 1.ª Liga suíça) -, Ricardo Vieira demonstra entusiasmo, dado o empenho evidenciado pelos atletas nos últimos seis meses. “Tivemos um trabalho extraordinário! Os miúdos foram inexcedíveis. Criámos rotinas que pensávamos ao fim de seis semanas estarem implementadas, mas que, ao fim de pouco mais de três semanas, estavam solidificadas”, salienta com agrado.

Para o aguardado reencontro no Luso, o selecionador nacional da categoria deposita especial interesse na “cultura tática e evolução física de cada um”, atendendo à incidência nestas componentes ao longo da quarentena.

As Seleções A e sub22 de BCR entram em estágio na quinta-feira, dia 1, à noite, no Luso, e vão realizar oito sessões de trabalho, entre quinta e segunda-feira.


Qualificações europeias jogadas em «bolhas»

A FIBA Europa anunciou, esta quinta-feira, em comunicado, que as jornadas de apuramento para o Europeu feminino de 2021, agendadas para novembro de 2020 e fevereiro de 2021, serão jogadas em formato de “bolha”, devido ao atual contexto pandémico.

Uma seleção, de cada um dos grupos, vai ser a anfitriã da ronda de qualificação para o EuroBasket 2021. Portugal defronta a Bélgica e a Finlândia em novembro, enquanto em fevereiro do próximo ano mede forças com a Ucrânia e a congénere belga.

Este formato competitivo em “bolhas” também se aplica ao setor masculino. No pré-apuramento para o Mundial 2023, a equipa das quinas joga frente a Chipre e Albânia em novembro. Já em fevereiro de 2021, Portugal enfrenta a  Bielorrússia e Chipre.

 


BCR procura reintegração no programa paralímpico de Paris 2024

Em entrevista à FPB, Regina Costa, responsável máxima da classificação a nível mundial, deu conta dos próximos passos da IWBF – Federação Internacional de BCR – para estar em consonância com o IPC – Comité Paralímpico Internacional.

David Eng (Canadá), George Bates (Grã-Bretanha), Barbara Gross (Alemanha), Annabelle Lindsay, Teisha Shadwell (ambas da Austrália), Cem Gezinci (Turquia), Dagmar van Hinte (Holanda) e Veva Tapia (Espanha) são os oito atletas excluídos dos Jogos Paralímpicos, por não se enquadrarem nos parâmetros de classificação do Comité Paralímpico Internacional – IPC.

O organismo transmitiu à IWBF – a necessidade de reajustar o seu código de classificação, sob pena de exclusão da modalidade dos Jogos de Tóquio 2021 e, com efeito imediato, a retirada do programa de Paris 2024. A polémica decisão fez deflagrar uma reação em massa dos atletas e treinadores de BCR, uma vez que, ao ser declarada inelegível a sua lesão, os oito atletas previamente mencionados (entre outros que possam vir a ter o mesmo destino) ficam privados de jogar basquetebol ao mais alto nível, olímpico ou paralímpico.

A divergência dos códigos de classificação das duas entidades obriga agora a IWBF a um cronograma rigoroso, que visa apresentar propostas, onde os Critérios de Incapacidade Mínima confluam nas normas do IPC. De salientar que o sistema de classificação funcional vigente no BCR, introduzido por Horst Strohkendl, em 1980, e considerado menos propício à fraude do que a fórmula de análise puramente médica até então em curso, colheu mais tarde o próprio entusiasmo do IPC, que aplicou a metodologia a outras modalidades.

Recentemente, no dia 3 de setembro, o IPC veio a público reforçar a legitimidade da sua posição, ao alegar o incumprimento da IWBF nas solicitações e prazos que lhe foram comunicados, sem, porém, esclarecer a conduta relativamente aos atletas arredados dos Jogos Paralímpicos. A 16 de setembro, Regina Costa e Norbert Kucera, secretário-geral, reuniram virtualmente com todos os organismos nacionais com o intuito de facultar as informações mais recentes do processo.

A presidente da comissão de classificação da IWBF respondeu a algumas questões que lançam luz sobre os próximos passos para uma resolução do problema.

 

Ao dia de hoje, o que falta à IWBF fazer para que o seu sistema de classificação esteja em linha com o código do IPC?
Atualmente, estamos a trabalhar no quarto rascunho das regras e regulamentos de classificação, onde estará incluída uma proposta para os Critérios de Incapacidade Mínima. Estes dois documentos têm de ser aprovados pelo IPC, e então estaremos em linha com o Código de Classificação do IPC.

Consideras positivo o adiamento dos prazos de reavaliação dos atletas de pontuação inferior a 4.0., para o pós-Tóquio? Todos os 4.5 e 4.0 das seleções que irão a Tóquio já foram reavaliados?
Já foram reavaliados, à exceção de quatro, em que foi pedida informação adicional. A alteração das datas para a segunda parte da reavaliação exigida pelo IPC tem vantagens e desvantagens, por isso é difícil formular uma opinião clara.

Que papel tem desempenhado a FIBA, no sentido de auxiliar a IWBF a resolver esta querela com o IPC?
O apoio que a FIBA tem dado à IWBF tem sido excelente, devido à vasta experiência nestas questões de cumprimento de regras e procedimentos. Há que ter em consideração que todo este processo também inclui o controlo anti-doping, e aí a FIBA tem sido mais do que um braço direito, porque já trabalham desta forma há muito tempo.

Qual foi a justificação do IPC para negar o período transitório concedido, por exemplo, ao ténis? [Atletas nas mesmas circunstâncias dos excluídos no BCR participarão em Tóquio]
Os pedidos forma feitos com timings muito distintos, uma vez que, quando o ténis fez o pedido, as suas regras de classificação já estavam em linha com o Código de Classificação do IPC. A IWBF ainda está no percurso para atingir esse objetivo.

A única solução para que os nove atletas excluídos passem a voltar a estar aptos à participação em Paralímpicos passa pela reformulação do código do IPC. Acreditas nessa mudança e em que medida teria de mudar?
O processo de reintegração desses nove atletas não será assim tão simples. O Código de Classificação do IPC está em constante atualização, e para o próximo ano será novamente feita uma revisão. É claro que a IWBF irá participar nesse processo, mas terá de haver um acordo entre todos os membros do IPC e ser feita investigação, no sentido de dar suporte a essas possíveis alterações, tal como até agora.

Para esclarecer a comunidade: os atletas excluídos continuam a poder jogar provas internas e internacionais, de clubes e seleções, reguladas pela IWBF (como Mundiais e Europeus)?
Ainda está em discussão com o IPC e a Comissão de Competições da IWBF. As provas internas serão sempre possíveis; o que está em questão são as provas internacionais [de seleções], uma vez que a maioria faz parte de todo o processo de qualificação para os Jogos.


Seleções A e Sub22 de BCR concentram-se no Luso

Entre 1 e 5 de outubro, as Seleções A e Sub22 de basquetebol em cadeira de rodas (BCR) vão concentrar-se no Luso. O selecionador nacional A de BCR, Marco Galego, convocou 14 atletas, ao passo que Ricardo Vieira, selecionador nacional Sub22, terá às suas ordens oito elementos, num estágio conjunto que vai decorrer entre 1 e 5 de outubro, no Luso.

Numa época vital para o destino da Seleção A, que disputa o Europeu C no verão de 2021 com o objetivo único da subida, os trabalhos arrancam já no começo de outubro, entre os dias 1 e 5, no Centro de Estágios do Luso, Mealhada, ainda antes do início oficial das provas nacionais, previsto para 17 do mesmo mês.

Sem os “internacionais” Luís Domingos (2.5. Servigest Burgos – 1.ª liga espanhola), Ismael de Sousa (4.0. Santa Lucia Basket Roma – Série B – Itália) e Christophe da Silva (1.0. CAPSAAA Paris – Nationale B – França), o lote de escolhidos contempla uma estreia, Rui Pedro (2.5), do GDD Alcoitão. Face aos 12 que estiveram presentes no Europeu C de Sófia, em 2019, registam-se mais cinco entradas: os sub22 Ibrahim Mandjam (4.0. Sporting CP-APD Sintra), Miguel Reis (4.0. Basket Clube de Gaia) e Ahmat Afashokov (3.0. APD Lisboa); Filipe Carneiro (2.0. APD Braga), que falhou o certame por lesão, e Henrique Sousa (1.0. APD Braga).

A par dos três membros Sub22 mencionados, Ângelo Pereira (2.5. APD Lisboa) participará nas sessões de treino de ambas as seleções. Ainda tendo como referência a prova realizada na capital búlgara, registam-se as saídas de Daniel Tristão (1.5. GDD Alcoitão) e Iderlindo Gomes (4.0. APD Leiria).

Nos Sub22, o selecionador Ricardo Vieira conta igualmente com o contributo de João Castro (2.0) e Rúben Teixeira (1.5), ambos do Basket Clube de Gaia, Emanuel Soares (3.5. APD Lisboa) e André Gomes (3.5. GDD Alcoitão). Do leque de selecionados para o último estágio Sub22, em Braga, no mês de fevereiro, sai João Pedro (2.5. APD Leiria). Atualmente, integra o grupo Nuno Silva (1.0. Ticino Bulls – 1.ª divisão suíça), que, à semelhança dos atletas da Seleção A a jogar no estrangeiro, falha o estágio.

 

Convocatória da Seleção A

APD Braga
Henrique Sousa, extremo, 1.0
Sílvio Nogueira, base/extremo, 2.0
Filipe Carneiro, extremo, 2.0
Jorge Palmeira, extremo/poste, 2.5
José Miguel Gonçalves, base/extremo, 3.0
Hélder Freitas, poste, 3.5
Márcio Dias, poste, 4.5, capitão

Basket Clube de Gaia
Pedro Bártolo, base/extremo, 2.5, subcapitão
*Miguel Reis, poste, 4.0

GDD Alcoitão
Rui Pedro, extremo/poste, 2.5
Hugo Maia, base/extremo, 2.5, subcapitão

Sporting CP-APD Sintra
*Ibrahim Mandjam, poste, 4.0

 

Convocatória da Seleção Sub22

Basket Clube de Gaia
Rúben Teixeira, extremo, 1.0
João Castro, extremo, 1.0

APD Lisboa
* Ângelo Pereira, base/extremo, 2.5
Emanuel Soares, poste, 3.5
*Ahmat Afashokov, extremo, 3.0

GDD Alcoitão
André Gomes, extremo/poste, 3.5

*Pertencem às duas Seleções.

Selecionador nacional de seniores: Marco Galego; Selecionador adjunto: Bruno Silva
Selecionador nacional de Sub22: Ricardo Vieira; Selecionador adjunto: Daniel Pereira
Diretor responsável: João Crucho, vice-presidente do CNBCR


Estreia de “Campeões da Europa – Um ano depois”

A Seleção Nacional de Sub20 masculinos fez história quando conquistou a medalha de ouro, em Matosinhos, no Europeu (Div. B) da categoria do ano passado. “Campeões da Europa – Um ano depois”, é a minissérie que estreou este sábado e que celebra este feito histórico para o basquetebol português. Desde a preparação para o Europeu, até aos momentos cruciais da prova, a palavra é dada aos protagonistas.

Não percas o 2.º episódio da minissérie, agendado para dia 15 de agosto, com transmissão em direto no YouTube e no Facebook.

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Internacionais portuguesas distinguidas com Bolsas de Educação

Os Jogos Santa Casa distinguiram uma série de atletas com Bolsas de Educação pelos méritos académicos obtidos no ano letivo 2018/19, aos quais juntaram o bom desempenho desportivo, assim como a participação na Missão Portuguesa à Universíada de Nápoles do ano passado.
Entre os eleitos, surgem quatro internacionais portuguesas que, entre a formação académica e o basquetebol, vão construindo uma carreira dentro e fora das quatro linhas. Conversamos com Ana Carolina Rodrigues, Bárbara Falcão, Carolina Costa e Susana Carvalheira sobre aquilo que é a vida de um estudante-atleta e sobre a conquista histórica da medalha de bronze ao serviço da Seleção Universitária Sub25.

Para Carolina Costa, que frequenta o 4.º ano do Mestrado em Engenharia Química do Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa, a conjugação dos estudos com o basquetebol é possível mediante certas condições que considera essenciais para o sucesso estar presente nas duas vertentes: “É certo que há várias alturas que não são fáceis, especialmente quando temos exames e vários trabalhos para entregar ao mesmo tempo, e é nestas alturas que nos temos de focar e concentrar ao máximo. Acho que com uma boa organização e delineação de tarefas, especialmente ao nível de estudos, é possível conjugar os dois”, confessa.

Já Susana Carvalheira, no 1.º ano de Mestrado Integrado em Engenharia e Gestão Industrial da Universidade de Aveiro, acredita que o basquetebol também é uma ajuda: “Na época de exames, por vezes, é difícil de me conseguir focar nas duas a 100%. Uma pessoa descansa menos e dá o melhor que tem. Mas sim, o basquetebol ajuda-me a não deixar para amanhã o que posso fazer hoje, porque se não o fizer hoje amanhã já não vai dar porque tenho um jogo”, explica.

Por sua vez, Bárbara Falcão, a frequentar o 2.º ano da Licenciatura em Gestão da Universidade do Minho, admite que para conciliar os dois mundos é preciso criar rotinas e hábitos de trabalho: “No início foi complicado, mas depois de criar rotinas, tudo se tornou normal e foi uma questão de hábito. Criei uma rotina e a preenchi melhor os meus tempos livres. O basquetebol como ocupa uma grande parte do meu tempo livre ajuda-me a desanuviar do estudo”.

Ana Carolina Rodrigues, que está no 3.º ano da Licenciatura em Fisioterapia na Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Instituto Politécnico de Lisboa, reconhece que é complicado harmonizar as duas tarefas: “Os horários não são compatíveis, o que por vezes faz com que a assiduidade nas duas partes não seja a melhor. Acabo por ter que optar, ao longo do ano, em qual me vou focar mais em determinada altura, o que não é de todo o ideal para quem ambiciona o sucesso desportivo como o académico», refere.

Contudo, momentos de excelência como aqueles que foram vividos na Universíada de Nápoles do ano passado, tornam-se inesquecíveis: “Sem dúvida que a melhor memória da Universíada é o prolongamento com o Japão em que disputávamos a medalha e fizemos um parcial incrível de 18-1. Acabamos por vencer e fazer história”, recorda.

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O jogo que deu a medalha de bronze a Portugal diante da congénere nipónica, parece perdurar nas memórias de cada uma das distinguidas com as Bolsas Educação Jogos Santa Casa 2020. Carolina Costa relembra a globalidade da competição, mas sobretudo a forma como foi recebida: “A Universíada foi uma competição que me marcou muito, da qual me orgulho bastante, e por isso todas as memórias que eu tenho são espetaculares. O momento que mais me marcou foi o último jogo que fizemos contra o Japão. No entanto, não posso deixar de referir que guardo na minha memória todas as pessoas que partilharam esta experiência comigo, devido ao incrível espírito de equipa que houve, mas também à forma excecional como todos me receberam”, aponta.

Susana Carvalheira, também recorda com saudade o prolongamento contra a Seleção Japonesa: “Esse prolongamento… Elas não metiam uma e nós sempre a marcar. Foi uma sensação indescritível. Subir ao pódio ao lado de atletas tão trabalhadoras e focadas é um orgulho. Adorei a experiência. É, sem dúvida nenhuma, um dos momentos mais altos da minha vida desportiva”, admite.

O Presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol, Manuel Fernandes, também não deixou passar em claro a experiência que é participar num evento como a Universíada: “As nossas jogadoras viveram uma experiência única e inesquecível. Estar numa Universíada é estar próximo de uma espécie de Jogos Olímpicos Universitários e ainda para mais com um resultado histórico. Serem a melhor seleção europeia em prova e conseguirem a medalha de bronze”, recorda.

No entanto, Manuel Fernandes também realçou o significado desta distinção para as atletas, bem como para a modalidade: “Na atribuição das Bolsas de Educação importa destacar que foram distinguidas quatro jogadoras de basquetebol num universo de dez vagas e num lote de cerca de setenta atletas que marcaram presença na Universíada de Nápoles, algo que é gratificante não só para as atletas, mas também para o Basquetebol. Conseguir resultados de excelência ao mais alto nível desportivo e consegui-los também ao nível académico é complicado e difícil, mas aqui está a prova de que com empenho e sacrifício é possível conciliar o desporto de alto nível com a vida académica. Registamos esta distinção com grande satisfação por vermos o trabalho destas atletas reconhecido no seio da nossa modalidade”, comentou.

 

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FIBA Sub17 Skills Challenge 2020

O cancelamento dos Campeonatos do Mundo de Sub17, previstos para o Verão de 2020, levaram a FIBA a criar uma nova competição, o FIBA Sub17 Skills Challenge 2020.

O novo projeto proposto pela FIBA, destinado aos jovens deste escalão, vai englobar as seleções que já estavam apuradas para o Mundial deste ano e que automaticamente ficam qualificadas para esta nova competição, contudo vão ser ainda acrescentadas quatro novas seleções, provenientes de cada uma das regiões do globo.

O FIBA Sub17 Skills Challenge 2020 é uma competição de inscrição livre e que será disputada em sistema de poule com outros países. Todas as Seleções envolvidas disputam a prova nos próprios países, sendo que a prova é transmitida na íntegra e em direto. As Seleções Nacionais vão estabelecer o seu “quartel general” na Figueira da Foz, entre os dias 12 e 16 de agosto.

A competição, tanto no masculino como no feminino, começará na semana de 17 de agosto, com vinte equipas em prova e será transmitida em direto no canal de YouTube da FIBA.

 

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Campeões da Europa – um ano depois!

21 de julho de 2019, Matosinhos. A Seleção Nacional de Sub20 masculinos conquistou, há precisamente um ano, o título europeu da categoria (divisão B), após uma campanha perfeita de 15 vitórias em 15 jogos, entre jogos de preparação e partidas oficiais.

Assinalamos a data, um ano depois, com o lançamento do novo site da FPB e anunciamos o lançamento de uma mini-série em vídeo em que vamos recordar o feito de Rafael Lisboa, Neemias Queta, Francisco Amarante, Vladyslav Voytso e Henrique Barros, entre muitos outros. Com participações de todos os que fizeram parte deste momento brilhante da história recente do basquetebol português, o primeiro episódio está agendado para o dia 1 de agosto. Marquem na agenda e fiquem atentos!

Consulta a agenda e vê quando saem os próximos episódios.

 

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Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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