Artigos da Federaçãooo

Europeu de Sub20 volta a Matosinhos

O Campeonato da Europa de Sub20 Feminino voltará a Matosinhos, entre 8 e 16 de Julho de 2017, naquela que foi mais uma prova de confiança na capacidade organizativa das entidades envolvidas nos quatro certames anteriores.

Para o presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol, Manuel Fernandes, esta “é uma excelente notícia para o basquetebol português. É revelador do reconhecimento da capacidade organizativa da nossa modalidade, mas também é sinónimo do prestígio e da credibilidade que alcançámos além-fronteiras, em particular nas nossas congéneres que votam estas decisões”. O líder federativo acrescenta que “é bom ao nível da promoção e divulgação da modalidade, porque vamos ter em Portugal as melhores jogadoras e treinadores da Europa".

 

Para Manuel Fernandes, este é um momento para ter uma palavra de apreço. “Deixo um reconhecimento aos elementos da Federação envolvidos, à Associação de Basquetebol do Porto, à Câmara Municipal de Matosinhos, ao Guifões e ao Desportivo de Leça, para além de outros que, com o seu empenhamento, dedicação, competência e profissionalismo, conseguiram que tenhamos este evento em Portugal pela quinta vez", refere.

 

O presidente da FPB acrescenta que, com este novo certame, é tempo de definir objetivos ambiciosos. “É uma das gerações mais valorosas que nós temos, até porque sabemos os resultados que tiveram em Sub16 e Sub18. Temos fundadas esperanças e, para isso, temos que criar condições para que tenham sucesso. Jogar em Portugal, com todo o apoio e carinho, com toda a preparação que podem fazer, é algo que vem acrescentar esperança à possibilidade de obterem resultados que nunca se atingiram em Sub20. Já fomos 6º em Sub20 e é um objetivo ambicioso, mas elas já provaram que são capazes", diz.


Seleção quer vencer na Islândia

Equipa técnica e jogadoras alinham o discurso e querem voltar da Islândia com uma vitória na bagagem.

A equipa das quinas fez dois treinos no Pavilhão da Tapadinha, esta segunda-feira, e viajou hoje rumo a Reiquejavique. Antes do embarque, falámos com o selecionador adjunto, Agostinho Pinto, e com as atletas Maria João Correia e Rosinha Rosário.

 

Agostinho Pinto

“Se ganharmos este jogo ficamos em 3º lugar e isso é importante. Todas as vitórias internacionais são bastante importantes e queremos dignificar o nosso país. A média de idades da nossa Liga Feminina é baixa, pelo que a nossa base de recrutamento de jogadoras com experiência não é muito grande. Temos uma seleção jovem, mas é um bom grupo de trabalho. São atletas que estão aqui de alma e coração, têm uma entrega e uma entreajuda muito grandes. Contra a Islândia, temos que estar bem na eficácia ofensiva. A Islândia deve usar zonas fechadas, para provocar os nossos erros. Defensivamente, devemos estar muito concentrados, para não permitirmos segundos lançamentos.”

 

Maria João Correia

“Estas viagens custam sempre, porque cansam o corpo, mas isso não impede que possamos continuar a trabalhar. Por vezes, o corpo não querer responder, mas temos que estar focadas e a cabeça tem que responder. Todos os jogos são para ganhar e, apesar de sabermos que já não vamos ao Europeu, queremos acabar satisfeitas com o nosso trabalho. Não estamos habituadas a jogar a este nível físico, mas vale pela experiência e para que não cometamos os mesmos erros no futuro”

 

Rosinha Rosário

“O nosso foco é sempre ganhar. A viagem é difícil, mas é para ganhar. Estamos a habituar-nos a este tipo de contacto físico e, com o tempo, vamos ajustando com as coisas boas que temos. Temos que tirar vantagens parte técnica e tática do jogo, nos pormenores. E temos que correr. Se não somos maiores e mais fortes, temos que ser mais espertas e mais rápidas”


Cinco diferenças em relação ao basquetebol a “pé”

1 – A pontuação funcional de cada jogador, que abordámos noutro artigo determina na esmagadora maioria das vezes a posição que assume em campo. O facto do atleta de maior funcionalidade se poder sentar mais alto na cadeira, com pouco apoio de costas, e sem que isso comprometa o seu equilíbrio, faz com que aqueles pontuados com 3.5, 4.0 ou 4.5 tenham reservadas de antemão as funções de poste – não invalidando que se perfilem como jogadores mais “exteriores” ou bases. Pelo contrário, o atleta de pontuação funcional 1 desempenha quase sempre as tarefas do extremo, uma vez que carece de mobilidade quer para atuar nas posições interiores, quer na distribuição de jogo. Ainda assim, assiste-se a uma tendência para que o base também possa ser um atleta de pontuação 1, sobretudo se o mesmo for bom atirador. Isto porque prevalecem as defesas zona 1-2-2 e o defensor do meio é o responsável pelas “ajudas”, libertando o atleta adversário da posição 1 para lançar ou passar com maior comodidade;

2 – O “Man Out” constitui uma pedra basilar do bcr. Na elite, todas as equipas adotam esta estratégia que consiste em reter um adversário com um, ou idealmente mais jogadores, no seu reduto ofensivo de forma a atacar em superioridade numérica. O espaço ocupado pelas cadeiras torna uma missão árdua recuperar a posição perdida, de modo que o “Man Out” é uma tónica constante no jogo de bcr, privilegiando-se como alvos, claro, os elementos mais lentos da equipa adversária;

3 – A hegemonia do jogo interior. Atendendo ao explanado anteriormente, ou seja, ao espaço significativo ocupado pelas cadeiras e à dificuldade consequente de recuperar a posição, assim como devido à maior mobilidade e altura dos jogadores de elevada funcionalidade, uma vez que estes penetram na “área pintada”, torna-se espinhoso desarmá-los, inclusive por outros de igual funcionalidade e altura. Há que lembrar que saltar não é possível, apesar de o “tilting” o ser – ação de colocar a cadeira apoiada numa só roda, ora com o objetivo de limitar o adversário com bola, ora com o intuito de ganhar espaço para o lançamento -, o que massifica uma outra prática no bcr: a utilização do “Mismatch”. Tal obriga a trocas constantes na defesa entre jogadores de elevada e baixa funcionalidade de modo a que se equiparem aos seus homólogos adversários;

4 – A menor preponderância do bloqueio direto. O desafio inerente a controlar a cadeira e a bola em simultâneo diminui significativamente a frequência do bloqueio direto no bcr. Porém, não significa que o mesmo esteja “interdito”, dado que são muitos os jogadores com agilidade e capacidade de drible para se desembaraçarem de um adversário através do bloqueio direto. Essa circunstância dá-se mais amiúde nos momentos de transição rápida para o ataque ou até em ataque organizado se houver um espaço amplo para o desenrolar da jogada no “pós-bloqueio” e o portador da bola for competente na rotação da cadeira;

5 – Predominam as defesas em zona fechadas por essencialmente duas razões: o espaço que as cadeiras ocupam fazem de qualquer bloqueio “letal”, forçando maior resguardo para evitar o jogo interior, que impera no bcr; o lançamento exterior, sobretudo o de 3 pontos, regista-se com menor frequência, facto facilmente explicável pela exigência física que comporta lançar de uma cadeira de rodas, sem saltar, e à custa da força de braços, mais desgastados, uma vez que são não só responsáveis pelas ações técnicas de passe, lançamento e drible, como também pela mobilidade do atleta. Paradoxalmente, numa situação de grande disparidade física e/ou de velocidade entre as duas equipas, apesar da eficácia do bloqueio, assiste-se a defesas homem a homem a todo o campo regularmente ou em “banana”, posicionando-se os defensores ao longo da linha dos 3 pontos. 


Portugal perde na Hungria (44-68)

Portugal nunca virou a cara à luta, utilizou alternâncias defensivas, mas teve muitas dificuldades perante o poderio físico das jogadoras magiares, que dominaram a luta das tabelas (41-30) e aproveitaram os 23 turnovers das atletas lusas para capitalizarem em contra-ataque.

A partida começou com Portugal na mó de cima, equilibrando as contas e chegando a meio do primeiro período na liderança do marcador (7-10). No entanto, as húngaras começaram a contrariar as iniciativas lusas e fecharam os dez minutos iniciais com um parcial favorável de 15-3, deixando o marcador com 22-13 aquando da buzina.

O segundo período trouxe mais do mesmo, com as magiares a utilizarem toda a sua capacidade física para levar a melhor nos ressaltos e a obrigarem Portugal a cometer várias perdas de bola, que originaram pontos em transições rápidas. Na ida para os balneários, a Hungria vencia por 39-25.

O intervalo foi bom para a Seleção Nacional. A formação orientada por Ricardo Vasconcelos entrou melhor e marcou dez pontos (contra apenas 4 sofridos), que colocava o marcador em 43-35. Depois as magiares voltaram a responder e, graças a um novo parcial, este de 12-1, sairam para o descanso com vantagem de 19 pontos (55-36).

Os dez minutos finais mostraram que a viagem de 19 horas até Pécs pesou em termos físicos e a fadiga acumulada foi notória em alguns momentos do jogo. De qualquer forma, a equipa portuguesa mostrou sempre a raça e atitude que a caracteriza, vendendo cara a derrota, por números finais de 68-44.

Foto: FIBA


Seleção faz último treino

Esta manhã, a equipa das quinas fez um último treino de adaptação ao pavilhão e limou as arestas para o jogo decisivo desta noite.

Entretanto, a FIBA já disponibilizou o link para o jogo, que tem bola ao ar a partir das 19 horas:
 

Seleção parte confiante rumo à Hungria

Aproveitámos a viagem entre Ílhavo e Lisboa para medir o pulso à nossa Seleção e falámos com o selecionador Ricardo Vasconcelos e com algumas atletas lusas.

Do estágio realizado em Ílhavo, e que terminou com um jogo-treino diante do AD Vagos (vitória da Seleção Nacional por 74-37), saiu a convocatória definitiva. Josephine Filipe (lesão) e Joana Canastra (opção) saíram do grupo que viajou para Budapeste, de onde segue para a cidade húngara de Pécs, que recebe a partida deste sábado (19 horas).

 

O confronto com as magiares é decisivo para que as hipóteses de apuramento se mantenham vivas, uma vez que Portugal está obrigado a ganhar e por uma diferença superior a 17 pontos. O cenário não retira o ânimo aos elementos que compõem o grupo de trabalho, começando pelo técnico Ricardo Vasconcelos e passando pelas jogadoras.

 

 

Ricardo Vasconcelos

“A janela de competição está a seguir o seu processo normal. Vamos criando uma identificação nos poucos dias que temos e, cada vez mais, procuramos ter ideias claras e concretas sobre o que pretendemos apresentar no próximo sábado. Estamos conscientes das dificuldades, mas, pelo desempenho e atitude das nossas jogadoras, temos todas as razões para estarmos confiantes num bom jogo”

 

Sofia Silva

“Foi uma semana de treinos bastante intensa e com bons detalhes de qualidade. O grupo encontra-se bem e com ilusão para os jogos que vamos disputar. Sendo matematicamente possível o nosso apuramento, vamos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para dignificar o nome de Portugal”

 

Catarina Neves

“O balanço desta semana é bastante positivo, tendo em conta o tempo que tínhamos para trabalhar. O tempo é realmente um condicionalismo porque limita a qualidade de detalhe táctico e soluções que podemos inserir e aperfeiçoar. Além disso, existe a preocupação de trabalhar e procurar a intensidade a que queremos jogar para não criar demasiada fadiga e cansaço. Por outro lado, temos uma identidade e carácter que tem vindo a ser criada ao longo dos anteriores estágios e cujo resultados já se notam. Por isso, acredito que saímos desta semana com boas sensações, com muita ilusão e principalmente com confiança que nos podermos qualificar, por acreditarmos também em todo o trabalho que está por trás”

 

Filipa Bernardeco

“A primeira semana foi positiva, no sentido em que, com um grupo novo, se conseguiu consolidar as estratégias ofensivas e defensivas. Essa consolidação permitiu ao grupo tornar-se mais equipa e mais ciente das dinâmicas que se pretendem para atingir o objetivo, que é ganhar os dois jogos. O ambiente dentro da equipa é bom e penso que, ao longo do estágio, este foi crescendo para que se refletisse da mesma forma dentro de campo”


Convocatória da Seleção Feminina

 

 

 

 

 

 

 

 

O selecionador nacional, Ricardo Vasconcelos, escolheu as seguintes atletas para representar a equipa das quinas neste duplo confronto:

 

– Carolina Escórcio

– Catarina Neves

– Daniela Domingues

– Inês Faustino

– Inês Viana

– Filipa Bernardeco

– Lavínia Silva

– Luiana Livulo

– Marcy Gonçalves

– Maria Correia

– Rosinha Rosário

– Sofia Silva


Lista de convocados da Seleção Nacional de basquetebol em cadeira de rodas

Na sua primeira etapa enquanto Selecionador Nacional de basquetebol em cadeira de rodas, o técnico incluiu muitas caras novas e inaugurou ainda o grupo de Potenciais Talentos, um grupo composto essencialmente por jovens jogadores e outros em fase de evolução.

A Seleção Nacional irá concentrar-se pela primeira vez desde o Campeonato da Europa, que se realizou na Bósnia-Herzegovina, em julho, no qual foi despromovido ao Grupo C, para iniciar a preparação para o Europeu de categoria a disputar no próximo verão. Os eleitos por Marco Galego foram: Henrique Sousa 1.0, Filipe Carneiro 2.0, José Miguel Gonçalves 3.0 e Márcio Dias 4.5 (APD Braga); Carlos Cardoso 1.0 e Hélder Freitas 3.5 (APD Paredes), Nelson Oliveira 1.0 e Iderlindo Gomes 4.0 (APD Leiria); Christophe da Silva 1.0 (Meaux – França); Rui Nicolau 1.0, Pedro Gonçalves 3.5, Hugo Lourenço 4.0 e Paulo Taborda 4.5 (APD Sintra/Sporting Clube de Portugal); Marco Gonçalves 1.5 e Hugo Maia 2.5 (GDD Alcoitão); Pedro Bártolo (CP Mideba – Espanha)

 

O estágio prevê ainda uma novidade, que será a participação de um outro grupo de atletas designados “Potenciais Talentos”, onde se inserem essencialmente jogadores jovens, assim como outros com margem de progressão. As escolhas da equipa técnica nacional recaíram em: Sílvio Nogueira 2.5 (APD Braga); Paulo Araújo 1.0 e Luís Ribeiro – pontuação por atribuir – (APD Paredes); Rafael Andrino 1.5 e João Pedro 2.5 (APD Leiria); Daniel Tristão 1.5, Emanuel Soares 2.5 e Ângelo Pereira 2.0 (APD Lisboa); Lassana Indjai 1.0 e Rui Nascimento 4.0 (GDD Alcoitão); Carlos Passos 1.5 e Humberto Miranda 4.0 (APD Sintra/Sporting Clube de Portugal); Jaime Nascimento 1.5 (CD Os Especiais).

 

Estão previstas para ambos os grupos 4 sessões de trabalhos, nos dois dias de estágio, que terá lugar no Pavilhão da Escola Básica de Cascais.

 

Além de Marco Galego, Selecionador Nacional, a equipa técnica compõe-se por Ricardo Vieira, treinador-adjunto, Nuno Fonseca, Osteopata, e Augusto Pinto, Team Manager. 


APD Sintra – Sporting Clube de Portugal conquista Torneio de Abertura da ANDDEMOT

A competição foi igualmente ensejo para o novo Selecionador Nacional, Marco Galego, observar a maioria dos atletas, que “recrutou” ainda Ricardo Vieira, treinador da APD Braga para as funções de Selecionador Adjunto. À margem das incidências do jogo, decorreram uma ação de formação para árbitros e oficiais de mesa e a reunião do Comité Nacional de basquetebol em cadeira de rodas – CNBCR – com os treinadores de todas as equipas. 

Fim de semana produtivo aquele que se viveu no Pavilhão Municipal de Casal de Cambra, em Sintra. Desde logo, a vontade de reunir a excelência do basquetebol em cadeira de rodas arvorou-se na concretização do Torneio de Abertura, que obedeceu a regulamento específico, conforme anunciámos na sua antevisão, e como tal os marcadores mais “magros” não devem constituir surpresa. Sem particular surpresa também, APD Sintra-Sporting Clube de Portugal e APD Braga venceram os respetivos grupos, na tarde de sábado, qualificando-se para uma final que se perspetivava cativante. Foram estes os resultados de sábado: Grupo A – APD Lisboa 13 GDD Alcoitão 23; GDD Alcoitão 16 APD Braga 30; APD Braga 38 APD Lisboa 20 // Grupo B – APD Sintra/SCP 22 APD Leiria 17; APD Leiria 24 APD Paredes 14; APD Paredes 17 APD Sintra/SCP 41

 

No domingo, reatou-se o certame com a realização do jogo pelo 5.º e 6.º lugar, no qual a APD Lisboa derrotou a APD Paredes por 29-16. Seguiu-se o encontro pelo 3.º e 4.º posto, com a APD Leiria a impor-se categoricamente por 33-13 frente ao GDD Alcoitão. Na tão aguardada final, os craques por metro quadrado eram muitos de ambas as partes: na APD Sintra/SCP saltavam à vista Pedro Gonçalves (capitão da Seleção); Hugo Lourenço (sub-capitão da Seleção), nome cimeiro do basquetebol em cadeira de rodas português regressado da 1.ª liga espanhola depois de mais de uma década ao mais alto nível, Paulo Taborda, Rui Lourenço, João Cardoso ou Rui Nicolau – todos internacionais portugueses; enquanto do lado de Braga, sobressaíam Márcio Dias, poste também ele recém-regressado do país vizinho, onde atuou pelo Servigest Burgos, na 1.ª e 2.ª liga espanhola, Filipe Carneiro (ex-Amfiv Vigo, da 1.ª liga espanhola), Henrique Sousa ou Eduardo Gomes, os primeiros três com experiência em Campeonatos da Europa ao serviço de Portugal. A APD Sintra/SPC iniciou com um parcial contundente de 9-0, mas o equilíbrio rapidamente tomou conta da partida e a APD Braga conseguiu mesmo passar a liderar à entrada do último quarto por 26-23. Porém, o experiente conjunto sintrense soube reagir, virou novamente o marcador e arrecadou a vitória no encontro e no torneio – 36-30.

 

Paralelamente ao que aconteceu dentro de campo, o novo Selecionador Nacional, Marco Galego, observou pela primeira vez ao vivo as equipas nacionais e aproveitou a ocasião para endereçar a Ricardo Vieira o convite para assumir funções como Selecionador Adjunto, que o técnico minhoto aceitou. O torneio, organizado pela Associação Nacional de Desporto para Deficientes Motores (ANDDEMOT) serviu ainda de atmosfera formativa para oficiais de mesa e árbitros, assim como para o CNBCR reunir com os treinadores de todas as equipas de modo a projetar o futuro da modalidade. 


Conheçam as eleitas para o duplo compromisso da Seleção Nacional Feminina!

A equipa das quinas jogará na Hungria no próximo dia 19, em partida agendada para as 17 horas, enquanto a 23 de novembro defrontará a Islândia, também fora de portas, em encontro marcado para as 19h15.

Recordamos que Portugal faz parte do Grupo E de qualificação juntamente com as congéneres húngara e islandesa, além da Eslováquia, líder da classificação, sendo que as comandadas de Ricardo Vasconcelos têm uma vitória e três derrotas, o que torna ainda possível a presença na grande posição do próximo ano (apuram-se para o Europeu os primeiros classificados de cada grupo, assim como os seis melhores segundos classificados).

 

Consultem então as 14 atletas que representarão as nossas cores. Força, Portugal!

– Carolina Escórcio (Quinta dos Lombos)

– Catarina Neves (C.R.E.F. – Espanha)

– Daniela Domingues (AD Vagos)

– Filipa Bernardeco (CAB Madeira)

– Inês Faustino (União Sportiva)

– Inês Viana (SL Benfica)

– Joana Canastra (AD Vagos)

– Josephine Filipe (Quinta dos Lombos)

– Lavínia da Silva (Virtus Cagliari – Itália)

– Luiana Livulo (Cadi La Seu – Espanha)

-Marcy Gonçalves (Quinta dos Lombos)

-Maria Correia (C.R.E.F. – Espanha)

-Rosinha Rosário (CAB Madeira)

-Sofia Silva (Spar Citylift Girona – Espanha)


Resultados da jornada da Taça de Portugal

 

Confiram connosco os resultados e os apurados na competição, sendo visível aqui (Taça de Portugal Masculina) e aqui (Taça de Portugal Feminina) todo o calendário.

Taça de Portugal Masculina – II Fase (1.ª eliminatória)

 

SC Vasco da Gama 85-75 Física Torres Vedras 

SC Braga 70-65 Academia do Lumiar 

A.D. Sanjoanense 65-57 Académico FC 

Angra Basket 71-76 Terceira Basket Club

Guifões S.C.65-71 Casino Ginásio 

Basket Almada Clube 59-66 CP Esgueira

Estoril B.C 89-84 Belenenses (após prolongamento)

Aliança Sangalhos vs Barreirense – 17h00 (13 de novembro)

 

Taça de Portugal Feminina – 2.ª eliminatória

Zona Norte

Esgueira/Casa Diamantes 51-46 Vitória SC 

CLIP 51-69 SC Coimbrões/Rebau 

CDJR 57-60 Clube Galitos 

Valongo/Roady Valongo 37-76 CPN Sabseg Seguros 

 

Zona Sul

Nacional Natação 41-64 Seixal 

Basket Almada Clube 36-66 Algés 

SIMECQ vs Carnide Clube/Holos – 21h30 (3 de novembro)

Isento: GD Ulmeirense


Entrevista a Jorge Almeida e Rui Lourenço (2.ª parte)

 

Fiquem com a 2.ª parte deste trabalho.

Para Rui Lourenço, concorrem igualmente para o fosso qualitativo entre Portugal e as referências europeias da modalidade a “gestão pouco competente da Anddemot” por parte da direção anterior que veio condicionar a atual, a precariedade económica do país, que ditou a impossibilidade de “conseguir um quadro de competições decente”, e ainda “a saída de um pequeno lote de bons atletas para outros campeonatos”, fator que potencia a Seleção Nacional, porém sem deixar de enfraquecer a competição interna.

 

Aliás, Jorge Almeida é peremptório em assinalar a dependência da Seleção Nacional face aos jogadores a atuar em ligas estrangeiras, ao que se soma uma estreita base de recrutamento, envelhecida, e também por isso urge delinear políticas de captação de jovens com deficiência motora. E a receita passa por “ir às escolas, aos centros de reabilitação” de forma a sinalizar os potenciais praticantes. “Sem querer parecer abutres, mas temos de o fazer. Já vimos que com grande divulgação ou não, as pessoas não aparecem. Agora, se formos aos sítios certos…”, sublinha. Por seu turno, Rui Lourenço acrescenta a importância de haver “parque desportivo sem barreiras e condições para que os atletas jovens – ainda sem autonomia – se possam deslocar”, assim como “divulgação positiva na Comunicação Social”, aspeto que seria importante para incentivar a prática do basquetebol em cadeira de rodas em elevar o estatuto da modalidade e do desporto para pessoas com deficiência em geral perante a comunidade.

 

Ambos expressam, embora de modo difuso, a expectativa de que a transição do basquetebol em cadeira de rodas para a Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB) acarrete, palavras do ex-selecionador adjunto Rui Lourenço, “o acesso a uma estrutura organizativa muito mais evoluída”, e como tal, maior poder de divulgação e formação técnica. A modalidade merece, pois conforme enuncia o treinador-jogador da APD Sintra, basta “atrever-se a ver que com certeza se arrisca a gostar”. 


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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