Artigos da Federaçãooo
Nem preciso de estar no papel delas para viver este sonho
Não podíamos perder a oportunidade de aproveitar um pouco do tempo da atleta, uma das maiores referências do nosso basquetebol, para trocar umas curtas impressões sobre a presença dela em Matosinhos!
Olá Mery, antes de mais obrigada pela tua disponibilidade para nos concederes esta entrevista, e por partilhares connosco as tuas opiniões sobre este Europeu.
Uma das primeiras coisas que gostaríamos de saber, é como é que está a ser a experiência de assumir o papel de Embaixadora deste Campeonato?
Está a ser muito giro, é a primeira vez que eu faço uma coisa do género, mas, é fácil e eu acho que com as prestações que Portugal está a fazer e o bom trabalho, as embaixadoras são elas e não eu. O jogo que elas fizeram contra a Turquia é um emblema daquilo que qualquer selecção sub-18, sub-20 e Seniores deve de ter como exemplo porque foram espectaculares!
Qual é que foi o momento mais marcante para ti do Campeonato até agora?
Eu cheguei dia 18, mas foi o jogo com a Turquia, foi espectacular, onde tive que fazer uma invasão de campo porque já não podia estar aqui, tinha que estar lá em baixo a festejar com elas, porque jogaram muito bem.
Como é que foi o contacto com esta nova geração do Basquete no Campus?
No Campus Mery Andrade, foi giro! Não estava à espera de tantos miúdos, visto a altura do ano que é, as férias e os miúdos vão com os pais para fora, mas tivemos 35/37 miúdos. Muito giro, tinham muita vontade e qualquer correcção que fiz foi bem aceite e eles tentavam fazer e voltavam no dia a seguir.
Achas que é uma oportunidade única?
Sim acho que sim. Têm várias idades, tivemos miúdos com 8 anos e se o bichinho começa a essa idade, não tem como o tirar. É importante terem manifestações como estas para que possam ver o nível a que possam querer chegar mais tarde.
Que conselho ou dica, é que uma jogadora profissional como tu, pode dar à nova geração do Basquetebol?
Os meus conselhos são sempre os mesmos: trabalhar, trabalhar, trabalhar e trabalhar, porque só trabalhando é que nós podemos chegar a algum lado. Eu falei com a Seleção, com as miúdas, antes do jogo da Turquia e disse “já foi o tempo que nós dizíamos ‘nós somos Portugal coitadinhos’, Portugal agora está a tentar, não é fácil economicamente, não é fácil geograficamente, não é fácil a níveis de corpos e também porque Portugal não é conhecido por ser um povo muito alto, mas agora já começamos a ter miúdas um bocadinho mais altas, trabalhadores, guerreiras e isso ajuda, e eu com estas mudanças técnicas e com o trabalho acho que podemos chegar onde as outras equipas técnicas estão.
Pedimos-te agora para descrever a Seleção em 5 adjetivos.
(risos) Vou descrever por aquilo que eu vi no jogo da Turquia e mesmo no outro jogo que elas perderam: elas foram Guerreiras, Unidas, Espirito de Sacrifício, Vontade de Ganhar e Humildes. Acho que são humildes porque elas entraram no jogo com a Turquia sabendo que era de vida ou morte e mantiveram a cabeça baixa, não tentaram ver quem é que tinham à frente e não guardaram as forças para outro dia. Deram tudo, e eu acho que isso é muito importante.
O Mundial de Sub-17 é um sonho para qualquer jogadora de Basquetebol. Se tivesses no papel destas campeãs, que sentimentos é que terias?
Olha, nem preciso de estar no papel delas para viver este sonho, é como se eu fosse uma jogadora, e como jogadora percebo perfeitamente o que elas estão a passar e a sentir neste momento. É certamente uma sensação incrível, porque é a primeira vez que Portugal consegue um resultado do género, por isso não é preciso estar no papel delas. Deve ser uma sensação que … (emociona-se); cada vez que se fala disso tenho arrepios e arrepios. Hoje nem dormi e a adrenalina que eu tenho é enorme. Eu acho que até é mais fácil tu estares lá dentro, porque lá dentro tu consegues descarregar a adrenalina. Estando cá fora é diferente. Sonho acho que não descreve a sensação que se sente, é incrível!
Tatiana Iourtaeva e Evaristo Perez cativaram audiência
Logo de manhã, Tatiana Iourtaeva e Evaristo Perez cativaram os mais de 70 participantes com as suas dinâmicas preleções. A treinadora do Clube dos Galitos foi a primeira a intervir versando o tema “Tática individual ofensiva” e, após um curto intervalo, Evaristo Peréz, Treinador FEB e ex-selecionador em Espanha, falou sobre Alternativas defensivas em equipas de Formação; “Como perder o medo para utilizar diferentes defesas em equipas de formação.”
Foi uma excelente sessão, bem participada, e mais um evento paralelo que sempre valoriza a realização do Campeonato Europeu
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PORTUGAL FEZ ACONTECER O SONHO
PORTUGAL VENCEU! PORTUGAL FEZ HISTÓRIA! PORTUGAL ESTÁ NAS MEIAS FINAIS! PORTUGAL É DE MUNDIAL!
França pela frente, quartos de final, mundial… Tanto que podia passar pela cabeça das jovens jogadoras portuguesas. Mas coração, atitude e talento tem esta enorme equipa para dar e vender.
Início equilibrado e depois de um primeiro cesto francês Portugal conseguia marcar 6 pontos consecutivos e tomava as rédeas do marcador mercê de uma irrepreensível entrega defensiva. Cedo Portugal demonstrava que a França tinha que trabalhar muito se queria ganhar e no final dos primeiros 10 minutos a equipa das quinas liderava por 9-16.
Reagiu necessariamente a França que conseguia aproximar-se a 2 pontos mas a garra e qualidade do jogo das pupilas de Agostinho Pinto impunha de novo as suas leis. Intervalo e 8 pontos de vantagem para Portugal 24-32.
O descanso não fez mossa a Portugal e embora a equipa francesa esboçasse uma reação que as levou a “encostar” o jogo, Portugal continuava seguro e determinado em fazer acontecer o sonho. Depois de um 35-39 a 2,30mn do final, as guerreiras fizeram um parcial de 9-0 e entraram no decisivo parcial a vencer por 35-48. Que jogo e tantas emoções!
Imparável Portugal reentrou com um parcial de 5-0 em dois minutos e, de repente, o sonho, as meias finais e o mundial de sub 17 estavam ali tão perto. Inteligentes, as guerreiras portuguesas souberam jogar, sofrer e controlar e atingir o impensável para muitos. As favoritas francesas renderam-se a um irresistível Portugal. Esta foi e é a crónica de um escriba emocionado, de alguém que já escreveu muitas coisas mas que hoje treme ao tocar as teclas porque um fantástico grupo de pessoas, de atletas, de treinadores, dirigentes, profissionais, trabalharam durante anos para viver o que hoje vivemos em Matosinhos. Parabéns Portugal!!
Seleção já jogou na China
Resultado: 72-64
Parciais: 24-20, 15-11, 15-18, 18-15
Fantástica exibição aniquila Turquia e garante os quartos
Mas o sonho não termina aqui. Amanhã há descanso mas, sexta feira voltam as emoções ao CDC de Matosinhos com Portugal a defrontar a França, pelas 20h45.
Se era decisivo, Portugal tratou de tentar resolver o quanto antes. Entrada determinada em jogo e um acerto incrível na hora de atirar ao cesto foram demolindo as resistências turcas. A meio do primeiro período Portugal vencia por 17-12 e continuava a carregar no acelerador. 29-19 no final dos primeiros 10 minutos e uma exibição excelente prometiam coisas boas no jogo para a equipa das quinas.
E o segundo parcial arrancou da mesma forma com as jovens pupilas de Agostinho Pinto a entrarem com um parcial de 10-2 e a chegarem quase à vintena de pontos e com uns incríveis 75% de lançamentos de campo à passagem do 15º minuto. Portugal estava a demonstrar que queria a história e aquele lugar nos quartos de final e nos 8 melhores da Europa. Paragem para intervalo e esclarecedores 51-30 no placard.
Pensavam que Portugal ia abrandar? Puro engano. Nova reentrada em força da nossa seleção e o publico saltava a cada cesto. 2 minutos e meio jogados e Portugal atingia a vantagem máxima no encontro, 58-33. Era a hora do desespero turco em procurar reentrar numa possível discussão. Ainda conseguiram reduzir, chegar a 17 pontos mas as guerreiras lusitanas não estavam pelos ajustes e trataram de, na parte final do 3º período, recolocar a vantagem acima da vintena e entrar nos últimos 10 minutos com confortáveis 70-46.
Com a partida resolvida foi hora de gerir esforços, de abrandar e o quarto período foi o menos conseguido. Assim mesmo, Portugal nada facilitou e com 6-0 em 5 minutos atingia os 30 pontos à maior. Estava escrita mais uma espetacular página dourada no basquetebol feminino de formação em Portugal. Os números finais da vitória que fica para a história foram de 80-59.
Portugal deixou tudo em campo
Amanhã é o dia da grande decisão. Uma vitória frente à Turquia vale o acesso aos quartos de final e a garantia de uma classificação entre as 8 melhores formações europeias do escalão.
A partir das 20h45, no CDC de Matosinhos, todos seremos poucos para ajudar a Nossa Seleção a conseguir um feito histórico. Contamos com o vosso apoio.
Não se esperavam facilidades. Portugal tinha pela frente uma ainda invicta Itália que desde cedo tratou de impor o seu jogo. Depois de um inicio equilibrado, as italianas agarraram na partida e dispararam para um parcial de 12-2, que lhes dava uma vantagem de 10 pontos no final do primeiro período.
O segundo parcial reiniciou-se sem a Itália abrandar e com mais 7 pontos contra 2 das pupilas de Agostinho Pinto, passava-se o minuto 13 com a maior diferença registada até então, 23-8. Portugal tinha que reagir e procurar aproximar-se para ter hipóteses de infligir a primeira derrota às transalpinas. Assim o fez. Com uma melhoria defensiva e alguns roubos de bola, Portugal conseguia atingir o intervalo a 10 pontos, 27-17.
Portugal regressou bem dos balneários mantendo os níveis de entrega ao jogo e procurando encontrar soluções para reentrar na discussão. À passagem da metade do período, 8 pontos eram a diferença no placard mas a Itália voltou à carga e, de repente, a 2,30 mn do fim do parcial já vencia por 15 pontos. Confortáveis no jogo as italianas conseguiram conservar a vantagem até à entrada dos últimos 10 minutos.
Muito mais fortes fisicamente e a dominar as tabelas as italianas iam controlando o jogo e não permitiam grandes esperanças às guerreiras lusas. Apesar de confiantes, as italianas afrouxaram um pouco e a 4 minutos do fim final Portugal chegava a 9 pontos (45-36) e ainda sonhava. Cresceu a equipa das quinas e a 2,40 do fim estava a 6 pontos. Grande atitude defensiva e muito querer faziam acreditar o muito publico. Não chegou o forcing final mas na retina fica uma vez mais a capacidade de entrega e de empenho das jovens lusas que deixaram tudo em campo frente a uma das equipas que tem demonstrado maior poderio neste europeu.
Portugal ruma à China
A equipa liderada por Mário Palma parte esta quarta-feira de manhã, por volta 7h10, regressando ao nosso país no dia 8 de Setembro.
O programa da primeira semana da digressão é o seguinte:
Dia 20
Chegada a Pequim, pelas 8h30, saída para Dandong (avião) e chegada pelas 16h30. Viagem de autocarro para Fengcheng (58km), local 1º jogo.
Dia 21
Primeiro jogo, pelas 19h30 locais, com o CBA Liaoning (finalista da última edição do campeonato chinês).
Dia 22
Viagem para Liaoyang City
Dia 23
Segundo jogo com equipa de Liaoning
Dia 24
Ida para Tieling e 3ºjogo com equipa de Liaoning.
Dia 25
Viagem de comboio para Xuzhou e autocarro para província de Henan – yongcheng.
Dia 26
Descanso
Dia 27
Jogo com equipa de Liaoning, pelas 19h30.
Querer não chegou para a vitória
Amanhã, Portugal defronta a Itália, pelas 20h45 no CDC de Matosinhos
Não se afigurava fácil a tarefa para Portugal num jogo importante para as contas da qualificação. Portugal entrou bem na partida e foi liderando o marcador, defendendo bem e atacando de forma compenetrada. Depois de uma esporádica passagem pela liderança da equipa checa, Portugal ainda conseguiu chegar na frente no final dos primeiros 10 minutos.
A paragem foi benéfica para Portugal que reentrou bem e conseguiu, à passagem dos 2,30 mn atingir a máxima diferença no marcador a seu favor (23-15). Foi hora da reação checa e, pouco a pouco, conseguiram “encostar” os números e, ao intervalo já venciam por 33-34.
A ida aos balneários não fez bem à equipa das quinas. As atletas portuguesas entraram desconcentradas e precipitadas na hora de atacar o cesto. A Rep. Checa ganhou confiança e, aproveitando a desinspiração portuguesa foram cavando um fosso que, à entrada do decisivo parcial, era de 16 pontos (40-56).
Portugal entrou bem no 4º período e fez 5-0 que colocavam o jogo a 11. Todavia, e apesar do carater e da vontade posta em campo, Portugal não conseguia a desejada remontada e as adversárias iam conseguindo manter Portugal à distância de sois dígitos. Com 1,47mn por jogar um triplo checo praticamente sentenciava uma partida onde um mau 3º período poderá ter custado uma importante vitória.
Nova derrota no adeus à Holanda
Diante da seleção anfitriã, a equipa de Mário Palma cedeu por 87-57, num encontro em que revelou fraca eficácia ofensiva e onde a capacidade de ressalto dos holandeses acabou por ser determinante. A equipa regressa a Portugal, e na próxima quarta-feira inicia a sua digressão à China.
42 ressaltos para os holandeses (33 deles defensivos) e 27 para os portugueses; 69,4 por cento de eficácia nos lançamentos de dois pontos para a equipa da casaNo, 37,9 para Portugal. Estes são apenas alguns indicadores da superioridade dos holandeses nesta partida frente à Seleção Nacional. A Holanda entrou no jogo a dominar e foi desta forma que o concluiu. Mas não deixa, de qualquer forma, de ser um bom ensaio, pois só a jogar com os melhores podemos evoluir.
Ao nível individual, apenas dois jogadores chegaram às dezenas de pontos: Tomás Barroso e Pedro Pinto marcaram 10 cada.
A equipa regressa esta segunda-feira a Portugal. A meio da semana viaja para a China, onde vai realizar uma série de jogos particulares.
Portugal acaba em 12º
A competição teve lugar em Sófia, na Bulgária
Em jogo estava a 11ª posição, mas a Dinamarca acabou por ser mais forte, sobretudo no derradeiro período do jogo. A equipa nacional entrou bem no encontro, ao final dos primeiros 10 minutos vencia por 3 pontos de diferença (14-11), mas um apagão ofensivo no segundo quarto (apenas 5 pontos marcados, contra os 15 dos nórdicos) acabou por ditar uma diferença de 7 no marcador ao intervalo – 26-19.
A segunda parte foi parecida com a primeira, ou seja, Portugal começou bem, mas a Dinamarca esteve melhor na parte final, acabando por vencer o encontro.
Na equipa portuguesa, destaque para o desempenho de Vladislav Voytso, que além de um duplo-duplo (15 pontos e 12 ressaltos), ainda somou 2 roubos de bola e 1 desarme de lançamento.
Portugal perde com a Grã-Bretanha
Domingo a equipa portuguesa defronta a Seleção da casa, pelas 16 horas.
Nos primeiros 10 minutos a equipa portuguesa controlou bem a posse de bola, mas a falta de eficácia no lançamento, custava-lhe a desvantagem no marcador (13-19). Os triplos não entravam, e nos tiros de curta e média distância (3/13) a pontaria também não era famosa. A Grã Bretanha controlava a tabela defensiva e mostrava-se mais eficaz nas áreas próximas do cesto. Até ao intervalo, o rumo do jogo não se alterou muito, se bem que Portugal tenha equilibrado mais o encontro, mas isso não bastou para que a diferença subisse para os dez pontos (34-24).
O descanso fez bem aos comandados de Mário Palma, que regressaram ao jogo dispostos a reentrar na discussão da vitória. O desempenho defensivo, à imagem do que tinha sucedido nos primeiros 20 minutos, esteve a bom nível, mas foi sobretudo no ataque que Portugal melhorou. Os 23 pontos conseguidos durante o 3º período aproximaram a formação nacional da liderança (47-50), colocando-a em posição de lutar pela reviravolta no marcador no último quarto.
A cinco minutos do final Portugal perdia por cinco pontos de diferença 61-56, um resultado que não comprometia as aspirações lusas, mas já revelava que os atletas portugueses não estavam a defender tão bem. O resultado final de 76-66 mostra que Portugal sofreu 26 pontos no derradeiro quarto, muito por culpa do domínio exercido pela Grã Bretanha na luta das tabelas (48-30), e pelas dificuldades sentidas pelos jogadores portugueses em condicionarem o jogo interior do adversário (44 pontos no pintado).
De qualquer forma, há que destacar a boa reação da equipa nacional, que mais uma vez se mostrou competitiva, soube tirar partido dos turnovers do adversário (16 pontos), teve um contributo muito bom do banco (30 pontos), e esteve relativamente bem a controlar a posse de bola (13 turnovers). Faltou a pontaria na altura de lançar ao cesto, mas os 32.7% finais de 2 pontos terão muito a ver com a intimidação e oposição do adversário nas áreas próximas do cesto.
Um trio formado por Balseiro, João Guerreiro e Cláudio Fonseca (5 ressaltos e 2 desarmes de lançamento), terminou o encontro com 10 pontos, com José Silva (9 pontos, 3 ressaltos e 3 roubos de bola) a ficar muito próximo desse registo.
Seleção de Basquetebol em Cadeira de Rodas homenageada
A entrega de uma placa alusiva a cada atleta, com a presença de Kamil Novak, diretor Regional FIBA para a Europa, de Manuel Fernandes, Presidente da FPB e Manuel Albano, Vice presidente, conferiu significado à cerimónia e seguiu-se a uma pequena exibição dos internacionais lusos e, a um momento particularmente especial, onde os jogadores convidaram os pequenos jogadores de minibasquete a experimentar jogar numa cadeira de rodas.
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Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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