Artigos da Federaçãooo
Magnifica vitória da garra Portuguesa
Domingo é dia de paragem na competição. Portugal regressa à competição com a Republica Checa, na próxima segunda feira, dia 17, pelas 20h45 no CDC de Matosinhos.
Jogo importante para o futuro de Portugal na competição e na próxima fase. Primeiro período marcado por muito equilíbrio e algumas alternâncias no marcador. O conjunto português não conseguia estar muito tempo na frente nem descolar no placard. No primeiro descanso do jogo 18-18 demonstravam precisamente a toada com que se havia jogado.
A paragem fez mal à equipa lusa e a Croácia ia conseguindo cavar uma diferença no marcador perante a ineficácia ofensiva de Portugal e a falta de soluções para parar o ataque croata. Portugal conseguiu apenas 8 pontos neste período contra 20 da Croácia que assim saía para o intervalo a vencer por claros 38-26.
O selecionador Agostinho Pinto aproveitou o descanso para alertar as suas jogadoras e esboçar uma estratégia que permitisse a Portugal discutir a vitória. Melhores na defesa, as portuguesas jogavam melhor e, já próximo do final conseguiam baixar a barreira psicológica dos 10 pontos. Entrava-se no decisivo parcial com 52-43 e tudo em aberto.
E que entrada no quarto período. Portugal acordou o muito público de Matosinhos com um arrasador inicio e um parcial de 16-2 que colocava a equipa das quinas na frente e relançava as emoções para um final impróprio para cardíacos. Depois de ter 5 pontos à maior com pouco mais de metade do período jogado, a Croácia conseguiu empatar a contenda de novo com 2,41 para jogar. Um triplo luso foi o único cesto até à entrada do minuto final e Portugal estava ainda na frente. A 35 segundos do final a Croácia converte dois pontos e coloca a partida a 1 ponto. Últimos 10 segundos e Portugal com posse de bola sofre falta mas não converte da linha de lance livre valendo o desacerto croata para garantir o importante triunfo português!
Resultados da 3ª jornada:
Italy, 60 Netherlands, 45
Belgium, 46 Germany, 56
Czech Republic, 66 Turkey, 37
France , 57 Serbia, 50
Russia, 68 Slovak Republic, 42
Hungary, 68 England, 28
Spain, 68 Latvia, 54
Calendário completo em:
Portugal desperdiçou oportunidade de vencer a Bulgária e disputar pelo 9º lugar
Os comandados de António Paulo Ferreira voltaram a mostrar-se competitivos, isto porque nem o mau desempenho durante o 2º período afastou em definitivo a formação lusa lutar pela vitória. A meio do 4º período o jogo estava empatado a 52 pontos; a pouco mais de 2 minutos do final Portugal perdia por três, mas faltou eficácia ofensiva nos momentos finais do encontro. Assim, Portugal vai este domingo discutir o 11º lugar do Campeonato, defrontando a Dinamarca, que na 1ª fase ficara à frente da Bulgária no Grupo A (assim como Portugal ficou à frente da Ucrânia, que agora vai lutar pelo 9º lugar com a Bulgária). A Dinamarca é uma equipa muito agressiva em termos defensivos e que luta por todas as bolas, pelo que vai ser adversário muito duro e difícil. Portugal continuará a apresentar-se com o objectivo de competir e a procurar a melhorar classificação, estando já assegurado que se irá posicionar na 1ª metade da classificação.
A Selecção Nacional de Sub 16 masculinos não esteve bem no jogo com a Bulgária. Esteve intranquila e pouco confiante e determinada no ataque; esteve desconcentrada na defesa em vários períodos e permitiu muitos cestos fáceis, perante a equipa da casa adversário muito forte que aspirava a competir pelos primeiros lugares, o que não surpreendentemente não conseguiu.
O 1º período foi equilibrado (18-15), embora Portugal tenha liderado a maior parte do tempo pois, mesmo sem ter estado bem, conseguiu construir algumas boas situações de lançamento que aproveitou, fruto de algum trabalho ofensivo esclarecido, e defendeu com agressividade, provocando alguns erros à equipa contrária que lhe proporcionaram alguns cestos fáceis.
Contudo no 2º período a equipa portuguesa este muito mal, sendo incapaz de organizar o ataque, não conseguindo circular a bola, criar linhas de passe, ser ofensiva e criar boas situações de lançamento. Ao aumento da agressividade defensiva da equipa búlgara, especialmente sobre os bases e sobre as linhas de passe exteriores, os jogadores portugueses parece que se intimidaram e demonstraram uma grande passividade, cometendo muitos erros e falhando inclusive alguns lançamentos fáceis que surgiram e proporcionando muitos cestos fáceis ao adversário. Assim, Portugal sofreu um parcial de 14-0 no início do 2º período, o qual nem com 2 descontos de tempo solicitados pelo treinador nacional foi possível reverter. Só final do 2º período, a equipa portuguesa reagiu e estancou o avolumar da vantagem contrária, chegando-se ao intervalo com a Bulgária a liderar por 39-30, tendo Portugal sofrido demasiados pontos devido a erros cometidos que proporcionaram cestos fáceis do adversário nas transições ofensivas e jogo interior, dois dos seus pontos fortes.
No 3º período, Portugal conseguiu equilibrar o jogo, melhorando significativamente em termos defensivos, através da defesa zona 2-3 (e também hxh agressivo sobre a bola e linhas passe). E apesar de não ter conseguido melhorar a qualidade do jogo ofensivo, que continuava pouco fluido e pouco agressivo, foi criando algumas boas situações de lançamento que desperdiçou inacreditavelmente, mantendo uma baixa eficácia. A equipa continuava muito macia face à agressividade defensiva e ao jogo contacto físico provocado pelo adversário e falhou demasiados lançamentos curtos.
No 4º período, Portugal melhorou o seu trabalho no ataque e aumentou a eficácia do lançamento, tendo progressivamente criado mais dificuldades ao ataque adversário através de defesas agressivas e bem ajustadas, alternando a zona 2-3 e o hxh. Assim, conseguiu ir reduzindo a diferença, chegando ao empate a 52 pontos a meio do período. A equipa manteve-se a discutir o jogo até final, estando a perder por 58-61 a 2 minutos do fim, mas depois disso não teve o discernimento, a confiança e a determinação necessárias para concretizar mais pontos, deixando o resultado fugir para 58-67 a favor da Bulgária.
A equipa portuguesa esteve sempre a discutir o resultado, conseguiu contrariar muitas vezes os pontos fortes do adversário – transição ofensiva, penetrações e jogo interior -, mas não teve a determinação e a confiança para contrariar a maior intensidade e jogo de contacto físico que a Bulgária impôs, cometendo muitos erros e não aproveitando bem os que o adversário cometeu. A equipa nacional não esteve nada bem nos lançamentos de curta e média distância (18/49 – 36.7%), se bem como os 22 turnovers cometidos, ainda assim em menor número que o seu adversário (25), em nada colaboraram para o sucesso de Portugal.
Mais um duplo-duplo (15 pontos e 10 ressaltos) registado por Vladi Voytso, num jogo em que Francisco Amarante (11 pontos, 2 ressaltos e 2 roubos de bola) terminou igualmente nos dois dígitos. Destaque ainda para os 4 pontos, 9 ressaltos e 3 assistências contabilizados por Paulo Caldeira, e os 8 pontos, 5 assistências e 3 ressaltos registados por Pedro Lança.
Ao segundo dia chegou a vitória lusa
Portugal abre boas perspetivas para garantir o acesso à segunda fase e poder sonhar tendo amanhã, pelas 20h45, no CDC de Matosinhos um importante embate com a Croácia.
Continuamos a contar com o inexcedível apoio de todos.
Excelente jogo de Portugal. Embaladas pelas boas exibições que têm conseguido as jovens jogadoras lusas iniciaram a partida frente à Eslováquia de forma empenhada e cedo marcaram terreno rumo à vitória. Um parcial de 6-0 de entrada deu o tom para uma ritmada e crescente exibição no primeiro período com a defesa a ser trunfo maior e a permitir apenas 5 pontos às adversárias contra os 20 conseguidos.
Conquistados 15 pontos nos primeiros 10 minutos, a equipa das quinas não abrandou e à passagem dos 14 minutos conseguia a maior vantagem no marcador com 10-30 no placard. Foi a altura da Eslováquia esboçar uma pequena reação e nos instantes finais da primeira parte conseguiu reduzir para os mesmos 15 pontos – 22-37.
O descanso não perturbou Portugal que continuou concentrado e focado na vitória não permitindo grandes veleidades às eslovacas que nunca conseguiram aproximar-se de forma a por em causa a liderança portuguesa. Os últimos e decisivos dez minutos chegavam com Portugal a vencer por claros 18 pontos – 32-50.
O último período foi idêntico ao primeiro com a nossa Seleção a controlar as reações adversárias à distância. A vitória estava praticamente garantida e Portugal, nos últimos momentos ainda conseguiu ampliar a vantagem para uns finais 45-65.
Resultados 2ª jornada
Czech Republic, 40 Italy, 53
France, 60 Belgium, 48
Turkey, 71 Netherlands, 67
Serbia, 47 Germany, 56
Russia, 75 Croatia, 49
Spain, 60 Hungary, 81
Latvia, 77 England, 45
Municipio de Matosinhos deu as boas vindas
Tal facto foi realçado nas palavras do sr. Vereador e do Presidente da FPB e reconhecido no discurso da Comissária Alison Muir, em representação da FIBA. Um porto de honra antecedido da habitual troca de lembranças foi o ponto final na cerimónia.
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A defesa não chegou para arranque vitorioso
Segue-se a Eslováquia, esta sexta-feira, pelas 20h45, no CDC de Matosinhos
Antevia-se um jogo difícil perante uma das seleções sempre candidatas ao topo da classificação. Portugal entrou mal na partida (1-7) mas cedo se recompôs e a meio dos primeiros 10 minutos já o equilíbrio marcava a partida com a primeira e única vantagem lusa (8-7). O primeiro descanso chegava com a Rússia a liderar por 14-17.
O reinicio trouxe maiores dificuldades a Portugal ofensivamente. Apesar do empenho defensivo, as adversárias conseguiram estancar o ataque português que durante mais de 6 minutos não acertaram com o cesto e permitiram que a Rússia cavasse um fosso de 10 pontos com que se atingiu o intervalo.
O terceiro período trouxe de novo uma equipa das quinas mais compenetrada e decidida a tentar reentrar na discussão da vitória. Mas as russas não estavam pelos ajustes e foram controlando distâncias com Portugal a conseguir apenas chegar a 8 pontos quando se entrava no 4º parcial (33-41).
Foi madrasto o inicio dos 10 minutos finais. A Rússia cerrou fileiras, melhorou defensivamente e a cinco minutos do fim atingia a maior diferença no jogo (35-53) depois de um parcial de 2-12). Estava praticamente decidida a questão da vitória apesar de Portugal ainda ter conseguido atenuar diferenças para um 45-59 final.
Resultados 1ª jornada:
Croatia 58 Slovak Republic 63
Hungary, 86 Latvia, 69
Netherlands, 54 Czech Republic, 62
Germany, 51 France, 58
Italy, 64 Turkey, 57
Belgium, 60 Serbia, 46
England, 27 Spain, 56
Portugal, 45 Russia, 59
Portugal perde com a Bielorrússia no Europeu de Sub 16 Masculinos
Os comandados de António Paulo Ferreira voltarão a entrar em campo esta segunda-feira, às 11h45, diante do Luxemburgo.
Portugal realizou uma primeira parte de excelente nível, nada fazendo prever o resultado final que se verificou. Desde cedo a nossa Seleção se adiantou no marcador, embora no primeiro período se tenha assistido a um desafio equilibrado, como se comprova pelo 13-12 favorável às nossas cores, após os dez minutos iniciais.
A formação orientada por António Paulo Ferreira acabou por se afastar no segundo quarto, muito graças a um parcial de 11-0, que foi determinante para que a turma lusa chegasse ao intervalo com uma vantagem de 11 pontos (30-19).
Porém, e infelizmente, tudo mudaria na etapa complementar, com a Bielorrússia a transfigurar por completo os acontecimentos. Na segunda metade do terceiro período, o conjunto bielorrusso aplicou um parcial de 0-15, que lhe permitiu entrar no derradeiro quarto com um avanço de oito pontos (36-44).
Até final, a Bielorrússia arrumou de vez a questão com dez pontos consecutivos, tendo Portugal respondido com um parcial de 12-0, insuficiente para evitar uma derrota por 54-64.
Em termos individuais, saliência para Rodrigo Soares (12 pontos), Lamine Banora (10 pontos e 6 ressaltos), Gustavo Teixeira (8 pontos, 5 ressaltos e 6 assistências), João Guerreiro (6 pontos e 7 ressaltos), Francisco Amarante (6 pontos e 4 assistências) e Ricardo Neves (6 pontos).
Equipa sénior em digressão
A equipa nacional concentrou-se em Rio Maior, para os habituais treinos bidiários, sendo que o último realizado em terras portuguesas efetuou-se esta quinta feira pelas 18 horas. Portugal parte às 7.05 horas, desta sexta-feira para a Holanda, onde vai participar num torneio, seguindo depois, no próximo dia 19 de Agosto, para a China onde disputará uma série de jogos.
O torneio na Holanda vai disputar-se na cidade de Leiden, sendo que o primeiro jogo de Portugal será frente à Grã Bretanha, no próximo sábado, às 20 horas. No dia seguinte, será a vez de defrontar a equipa da casa, num encontro marcado para as 16 horas. A equipa nacional regressa a Lisboa no dia 17, pelas 20 horas, mas ficará pouco tempo em solo português.
Os comandados de Mário Palma e André Martins voltam a viajar no dia 19, numa longa jornada até chegar a Beijing. A saída para a R. P. da China acontecerá no dia 19 de agosto, pelas 7.10 horas, via Frankfurt, estando prevista a chegada ao destino, no dia 20, às 8.30 horas.
O primeiro jogo desta digressão à China terá lugar em Fengcheng, província de Liaoning, na Manchúria, e está marcado para o dia 21 de Agosto. O 2º jogo, será no dia seguinte, em Chaoyang, província de Liaoning.
Portugal 1º do grupo
Após este resultado a equipa nacional continua bem encaminhada na luta pelo 9º lugar, sendo que somou mais um triunfo no confronto internacional. O inicio do 2º tempo foi decisivo para o sucesso da equipa portuguesa, já que aumentou a vantagem pontual para os dezasseis pontos de diferença. Portugal ficou em 1º lugar no grupo com 3 vitórias e mantém-se na luta pelo 9º lugar do Campeonato. Esta sexta feira é dia de descanso, e no sábado jogará com a Selecção da casa, a Bulgária, adversário muito forte, sendo uma surpresa não estar a jogar para os 8 primeiros lugares. Portugal continuará a apresentar-se com o objectivo de competir e a procurar a melhorar classificação, estando agora já assegurado que se irá posicionar na 1ª metade da classificação.
A Selecção Nacional de Sub 16 masculinos liderou sempre o jogo com a Hungria, mas apenas conquistou uma vantagem significativa na 2ª parte, em que consolidou a vitória 66-47. Portugal comandou o jogo desde a bola ao ar, se bem que durante toda a 1ª parte as vantagens pontuais tenham sido sempre curtas. A equipa na 1ª parte defendeu muito bem hxh, com muita pressão sobre a bola e agressividade sobre as linhas passe. Nomeadamente dificultando as penetrações e a entrada da bola no jogo interior, pontos fortes da Hungria que foram muito bem contrariados, conseguindo provocar perdas de bola ao adversário e criar algumas boas situações de lançamento em transição ofensiva.
No ataque, a equipa não começou bem, evidenciando alguma falta de clarividência na criação das situações de lançamento, parecendo algo confusa perante as alternâncias defensivas hxh e zona 2-3 utilizadas pela Hungria. Na 2ª parte, a equipa manteve a qualidade defensiva e melhorou significativamente a fluidez do jogo ofensivo, conseguindo construir melhores situações de lançamento e assim aumentar a respectiva eficácia.
A equipa não esteve muito certeira no lançamento de longa distância, começando com péssimas percentagens que aos poucos foram melhorando (5/17 no final do jogo). Esteve sempre razoavelmente eficaz nos lançamentos de 2 pontos, quer através de contra-ataques, penetrações, jogo interior e ressaltos ofensivos, apresentando uma percentagem crescente ao longo do jogo (52% no final).
Conseguiu contrariar bastante bem o forte jogo interior da Hungria, nomeadamente o seu nº 14, Fazekas, jovem de 1º ano com 2,08m, através de uma boa intensidade e concentração defensiva e de bom trabalho nos ressaltos defensivos (27-6), evidenciando superioridade na luta de ressaltos (38 vs 30). O resultado final de 66-47 reflecte a superioridade da Selecção de Portugal, nomeadamente em termos da agressividade e qualidade do trabalho defensivo, que se reflectiu em melhores percentagens de lançamento e superioridade nos ressaltos.
Francisco Amarante, autor de 19 pontos, foi o melhor marcador da equipa nacional, tendo sido bem secundado por Vladi Voytso, autor de mais um duplo-duplo (11 pontos e 10 ressaltos), Pedro Lança (7 pontos, 10 ressaltos e 6 assistências) e Paulo Caldeira (10 pontos, 6 assistências, 4 roubos de bola e 3 ressaltos).
«Esta Seleção tem muito talento»
“Em 17 dias vamos realizar 10 jogos e isso vai dar-nos um ritmo de jogo muito acima daquilo que estamos habituados”, sublinha.
Que balanço faz dos dois jogos disputados na Hungria?
Penso que o balanço dos dois jogos foi bastante positivo. No 1º jogo entrámos com muita concentração e intensidade, e limitámos o jogo da Hungria desde o 1º minuto. Estivemos muito agressivos defensivamente e a prova disso foi o facto de termos sofrido apenas 43 pontos. No ataque jogámos coletivamente e as coisas apareceram naturalmente. Foi uma vitória muito festejada por todos nós!!
Já no 2º jogo as coisas não nos correram tão bem. Não estivemos tão concentrados defensivamente e apresentámos baixas percentagens de lançamentos exteriores e de lances livres e, essas pequenas falhas, a este nível é determinante. Penso que a equipa de arbitragem (local) também favoreceu de algum modo a sua equipa, não querendo com isto tirar o mérito à Seleção da Hungria e à sua qualidade, mas de facto no 2º jogo não posso afirmar que tenhamos dependido só de nós próprios.
Em que aspetos que estiveram menos bem e que precisam de ser melhorados?
No geral estivemos todos muito bem!! Esta equipa só está a trabalhar junta apenas há 3 semanas, enquanto outras seleções que vamos defrontar já estão a trabalhar há alguns meses. Para este curto período de tempo que estamos a trabalhar, não se pode pedir muito mais daquilo que estamos a fazer. Claro que podemos sempre melhorar aspetos como a atitude defensiva, a intensidade, a concentração, a calma e inteligência a jogar no nosso ataque, o coletivismo, etc… São tudo aspetos que queremos aperfeiçoar sempre e cada vez mais, agora há aspetos do jogo técnicos e táticos, que só se melhoram com muito treino, com muitas rotinas e necessitam do seu próprio tempo e em relação a esses pormenores temos de ser compreensivos e pacientes entre todos.
Coisas positivas a retirar destes dois primeiros jogos de controlo?
Sem dúvida que estamos perante uma Seleção com muito talento, mas acima de tudo, estamos perante um grupo de jogadores com muita ambição, humildade e desejo de aprender e evoluir. O espírito de grupo não podia ser melhor, e quando é assim as coisas são podem correr bem!! Temos de continuar a trabalhar arduamente e da mesma maneira que temos vindo a fazê-lo até agora e acredito que com a ambição e competitividade que há entre todos nós, a nossa Seleção irá fazer um resto de estágio com excelentes jogos, tal como já demonstrámos contra a Hungria!
Que estilo de jogo, ou que filosofia de jogo, pretende esta seleção apresentar dentro de campo?
É o estilo de jogo do nosso treinador, Mário Palma. Ele tem as suas ideias e a sua filosofia de jogo e todo o grupo segue-o religiosamente. Posso afirmar que é um estilo que nos obriga a estar não só bem fisicamente como também muito bem psicologicamente. A nossa filosofia é jogar sempre com o máximo de concentração, intensidade e inteligência possível… E acima de tudo, divertirmo-nos com aquilo que mais gostamos de fazer, e que melhor sabemos fazer… que é jogar basquete! Esta digressão à China vai ser muito importante para o grupo pois vai dar-nos uma experiência única, não só a nível pessoal, social e cultural, mas também desportivamente… Em 17 dias vamos realizar 10 jogos e isso vai dar-nos um ritmo de jogo muito acima daquilo que estamos habituados!
Portugal não começou bem mas foi sempre superior
Um triunfo que não mereceu contestação, já que, exceção feita aos minutos iniciais, Portugal foi sempre superior, tendo dominado o adversário em todos os capítulos do jogo. Com este resultado, Portugal passa a contar com duas vitórias nesta fase, pelo que está muito bem colocado na luta pelo 1º lugar no grupo.
A equipa não entrou bem no jogo, tendo atuado em toda a 1ª parte, com pouca intensidade e concentração, parecendo receosa de não conseguir ultrapassar um adversário que parecia acessível, embora perigoso, como aliás os jogadores estavam bem avisados. Esteve pouco agressiva defensivamente, e não foi muito esclarecida na construção do ataque e nas leituras das melhores opções, parecendo um pouco confusa com as mudanças defensivas de zona para hxh, por parte do adversário, e com alguma precipitação quando procurava transições ofensivas mais rápidas. Mesmo assim, e apesar das fracas percentagens de lançamento de campo de ambas as equipas (25% para Portugal e 29% para a Suiça, sendo de 3 pontos, respectivamente 0/9 e 0/6), Portugal cometeu menos erros e foi superior à Suiça, chegando ao intervalo a vencer por 22-17.
A equipa portuguesa conquistou uma vantagem mais significativa no início do 3º período, em virtude e ter entrado de uma forma muito mais agressiva na defesa e mais rápida e clarividente no ataque, provocando mais erros ao adversário e conquistando alguns cestos em contra-ataque, em penetrações e após ressaltos. Na defesa , Portugal voltou a alternar defesa hxh em meio e todo-o-campo, com zona press 2-2-1 e 2-3 em meio-campo, dando de novo a solidez defensiva contributos para o resultado final positivo. A vantagem no final do 3º período (26-38), foi novamente dilatada, após novo bom começo do 4º período, em virtude das mesmas razões do 3º período.
O resultado final de 58-36 reflete uma superioridade clara da Selecção de Portugal, num jogo em que apesar das fracas percentagens de lançamento verificadas de parte a parte, a equipa portuguesa conseguiu ser claramente melhor, pois teve maior eficácia (35% de lançamentos de campo, sendo 2/19 de 3 pontos, 14/23 de lance livre), dominou os ressaltos como ainda não acontecera (40 defensivos e 16 ofensivos, + 24 que o adversário), cometeu menos erros e recuperou mais bolas que o adversário, alcançando mais pontos de contra-ataque e de segundos lançamentos.
Destaque para os 12 pontos e 18 ressaltos contabilizados por Vladi Voytso, que foi preponderante para que Portugal tivesse dominado a luta do ressalto (56-32), e para os 19 pontos, 6 ressaltos, 5 roubos de bola e 3 assistências registados por Pedro Lança.
Esta quinta-feira é o último jogo desta fase, com a Hungria, adversário difícil, mas com quem Portugal pode competir. Portugal comanda o grupo com 2 vitórias, tendo uma boa vantagem para alcançar o objectivo de jogar para se classificar do 9-12º, o seja posicionar-se na 1ª metade da classificação.
Portugal impõe-se à Dinamarca por 61-38 no Europeu de Sub 16 Masculinos
Portugal esteve sempre em vantagem, acabando por triunfar de uma forma clara.
Os comandados de António Paulo Ferreira voltarão a entrar em campo já este sábado, às 11h45, diante da Bielorrússia.
Portugal entrou com tudo, neste desafio realizado em Sófia, assumindo desde início as rédeas do jogo, o que se traduziu num rápido distanciar no marcador. Com um parcial de 10-0, a Seleção Nacional colocou-se em vantagem por 12 pontos (15-3) no final do primeiro período.
Mas no segundo quarto, principalmente nos minutos iniciais, a equipa das quinas não abrandou o ritmo, alcançando um parcial de 9-0, o que aumentou ainda mais o tempo em que a Dinamarca não conseguiu obter um único ponto. Com um resultado de 24-3 a 05:54 do intervalo, a equipa das quinas tinha praticamente o jogo na mão, entrando no descanso a vencer por 31-13.
No terceiro período, nada de novo. A formação orientada por António Paulo Ferreira continuou na mó de cima, revelando uma notória superioridade, como se comprova pelo avolumar do marcador, com a turma lusa a chegar aos últimos dez minutos na frente, por 51-25.
Até ao término do desafio, Portugal só teve que controlar as operações, na única fase do jogo em que o adversário nórdico foi mais forte (10-13 como resultado do quarto período). Contas feitas, um importante e saboroso triunfo português por 61-38, que vem dar alento aos nossos jogadores.
Numa partida em que a nossa Seleção foi muito superior nos ressaltos ofensivos e nos roubos de bola, além de ter registado muito menos turnovers, os destaques individuais vão para Lamine Banora, que obteve um duplo-duplo (11 pontos e 13 ressaltos), Miguel Correia (10 pontos), Diogo Peixe (9 pontos), João Guerreiro (8 pontos e 7 ressaltos) e Gustavo Teixeira (7 pontos e 5 assistências).
Magnifico teste de Portugal com vitória histórica
Portugal demonstrou ao muito público que já hoje marcou presença e a todos aqueles que podem contar com a equipa e que, o apoio do público será fundamental para os objetivos propostos.
Último teste com nota elevada para Portugal. Primeiro período com ascendente luso desde a bola ao ar. Com 2 minutos jogados a equipa lusa vencia por 6-0. Reagiram as espanholas que com 6 minutos jogados, e depois de um parcial de 7-0, lideravam por 13-10. Foi sol de pouca dura. Portugal fez uma reta final de qualidade e terminou na frente – 17-21.
O segundo período começou com a Espanha a retribuir a meia dúzia de pontos sem resposta e a passar para a frente. Foi o mote para, além do equilíbrio, a Espanha passar a comandar a curta distância o marcador. E assim foi com Portugal a manter-se no jogo mas a ir para o intervalo a perder por 34-32.
Na saída dos balneários pouco se alterou na toada do jogo. Portugal continuava a conseguir estar dentro da luta no marcador e a meio do parcial conseguiu saltar de novo para uma curta liderança. Não durou muito e a Espanha conseguia chegar na frente para os decisivos 10 minutos – 50-48.
E de novo os 6-0 para Portugal a iniciar o 4º período. Portugal estava na frente e a Espanha sentia muitas dificuldades. Com pouco menos de 4 minutos para o final da partida um triplo luso dava 5 pontos de vantagem. A Espanha converte mas novo triplo português põe o jogo a 6 de distância com 2,57 por jogar. A Espanha buscava a reação mas as guerreiras lusas mostravam a sua garra e mantinham a distância e entravam no minuto final com a vantagem de 6 pontos conquistada. A Espanha ainda tentou mas a excelente vitória sorriu a Portugal por 63-67.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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