Artigos da Federaçãooo
Portugal levou Espanha a prolongamento
Mesmo assim, Portugal apurou-se para a segunda fase. A equipa portuguesa voltou a realizar um fantástico jogo, batendo-se de igual para igual com a poderosíssima seleção espanhola.
A equipa das quinas voltou a entrar bem na partida, num inicio de jogo, em que apesar de algumas alternâncias no marcador, Portugal esteve mais vezes na frente. No final do 1º periodo as portuguesas estavam a vencer por 14-12.
Na primeira metade do 2º quarto, Portugal conseguiu manter-se na frente do jogo, chegando mesmo à máxima vantagem de 6 pontos (21-15) após 1 lance-livre de Maianca Umabano. Depois veio a reação espanhola que nos últimos 5 minutos deste quarto fez um parcial de 14-5, que levou a partida para o intervalo com o resultado em 31-26 para Espanha.
No inicio da 2ª parte assistiu-se a algum desacerto de parte a parte, com a Espanha a falhar alguns lançamentos fáceis e Portugal com 4 "turnovers" nos primeiros 3 minutos, conseguindo as lusas o seu 1º cesto quando faltavam 6:36 para o fim do periodo. A Espanha ia conseguindo manter-se na frente mas as portuguesas sempre muito próximo no marcador. No final do 3º periodo as espanholas ganhavam por 5 pontos (39-34), num jogo com baixa eficácia de parte a parte, mas muita vontade de ganhar da equipa portuguesa.
No 4º periodo, Portugal continuou sempre muito perto, até que Maianca Umabano arrancou um triplo que empatou a partida. A equipa portuguesa estava num bom momento, mas melhor ficou quando Catarina Miranda arrancou outro triplo, quando faltavam 4:05 para jogar, e que colocava o resultado em 45-50 para Portugal. A Espanha respondeu de imediato com 2 pontos, mas Isabel Costa não se ficou atrás, pois marcou mais 2 pontos que colocaram o jogo novamente a 5 pontos de diferença, a 3:25 do fim. Daí para a frente Portugal nunca mais voltaria a encontrar o caminho do cesto. A base espanhola Raventos acabou por marcar primeiro um duplo e depois um triplo que empatou a partida a 2:18 do fim. Nos últimos segundos a treinadora Mariyana Kostourkova ainda pediu um desconto de tempo para organizar a última posse de bola, mas o lançamento de Carolina Bernardeco acabou por não entrar.
No prolongamento Portugal ainda esteve empatado por duas vezes (57-57 e 59-59), a última das quais a 1:49 do fim, mas as espanholas fizeram 3 duplos consecutivos que acabaram por deitar por terra as esperanças lusas.
No final da partida: Espanha 66 – 61 Portugal
Por periodos: 12-14; 19-12; 8-8; 13-18; 14-9
Destaque nas portuguesas para Maianca Umabano com 23 pontos, 5 ressaltos e 3/3 dos 3pts e para Maria Kostourkova que voltou a fazer um bom jogo (13 pts e 14 ressaltos). Carolina Bernadeco fez 11 pontos e 5 assistências.
Domingo é dia de folga para todas as equipas, aguardando-se ainda o desenrolar dos jogos de hoje à tarde/noite para clarificar a classificação dos diferentes grupos.
O que faltou em eficácia de lançamento, sobrou em atitude
Agora vai lutar pelo 11º lugar, frente à Holanda, este domingo, por volta das 16h15 portuguesas.
Portugal começou bem a partida, ganhando um ascendente inicial, fruto da determinação e vontade demonstrada em ganhar. A Seleção Nacional trazia a lição bem estudada e havia que contrariar os pontos fortes da Bélgica, assentes num mortífero contra-ataque, na forte penetração e no jogo de 1 contra 1 dos seus bases, para além de outros aspetos, pois a Bélgica tem uma boa seleção, com bons valores individuais.
Mas Portugal soube no início interpretar e materializar o plano traçado pela equipa técnica. A jogar concentrada, a nossa equipa ganhou nesta fase inicial uma vantagem de 7 pontos (11-4).
Contudo, a Bélgica começou a criar-nos dificuldades no ataque, com os seus bases a penetrarem e a assistirem ou finalizarem com sucesso, a carregarem no ressalto ofensivo e a ganharem a bola para segundos lançamentos. E Portugal, ao invés, teve um período menos conseguido, com menor clarividência no ataque e com baixa eficácia nos lançamentos de campo, mormente no lançamento de 3 pontos. No final do segundo período tinha 11 tentados para um único concretizado, porDiogo Brito, com uma percentagem de 9,1%. Sem concretizar os lançamentos de campo, muitos tentados com pouca oposição, torna-se mais complicado garantir vitórias.
O resultado ao intervalo cifrava-se em 40-30 para a Bélgica, com um parcial no segundo período de 23-14 para o adversário . Por outro lado e bem, tinha parado o contra-ataque belga, só permitindo concretizar 4 pontos. Esteve também bem da linha de lance-livre, concretizando 5 em 6 (83,3%).
No terceiro período, o jogo iniciou-se com a mesma toada e aos 25 minutos de jogo o resultado era de 48-36 para a Bélgica. E foi então que Portugal assumiu uma grande atitude, quer na defesa quer no ataque, pressionando a bola, condicionando fortemente os lançamentos, ganhando ressaltos defensivos, recuperando bolas divididas e no ataque decidindo melhor, ainda que a percentagem de lançamentos de 3 pontos continuasse muito baixa.
Depois de uma desvantagem de 12 pontos, fez um parcial neste período de 22-13, encostando o resultado a 53-52 para os belgas. Via-se que Portugal estava em crescendo e a 8 minutos e 52 segundos do fim, virou o resultado para 54-53 a seu favor, mantendo a vantagem no marcador até 2 minutos do final da partida, em que vencia por 61-60.
Daí até ao final do encontro, apesar de várias tentativas de lançamento, não conseguiu converter. A 46 segundos do fim, com o resultado em 64-61, teve boa oportunidade para igualar a partida e não concretizou. Resultado final 67-61 para a Bélgica .
Portugal demonstrou boa atitude e capacidade para dar a volta ao resultado, frente a uma equipa com qualidade para se posicionar noutros lugares. Infelizmente este sábado esteve num dia não no capítulo dos lançamentos de 3 pontos, convertendo apenas 3 em 25 tentados (12%).
Por Portugal jogaram e marcaram:
Nuno Sá (8p); Pedro Oliveira (2p); Francisco Albergaria ; Daniel Caetano (3p); Filipe Rodrigues (6p); Carlos Cardoso (1p); Diogo Brito (17p); Gonçalo Delgado; Diogo Araújo (6p); Ricardo Monteiro (18p) e Jorge Pires.
Portugal faz o seu ultimo jogo este domingo frente à Holanda, pelas 16h15 hora portuguesa, para o 11º e 12º lugares.
A Seleção Nacional de Sub 16 masculinos já está na Bulgária
A viagem foi cansativa, mas a comitiva foi bem recebida e está bem instalada. Dando sequência ao trabalho muito intenso e empenhado realizado em Portugal, em que foi possível realizar 4 jogos de preparação com as congéneres da Irlanda e Bélgica, a Selecção Nacional vai prosseguir a sua preparação na Bulgária, num dos pavilhões em que se realizará o europeu, cedido pela Federação Búlgara.
Este sábado realizam-se 2 treinos e domingo, após um treino matinal, haverá às 18h30 locais um jogo de preparação com a Selecção de Sub 16 da Bulgária. Nos dias seguintes a equipa realiza treinos diários até ao início do Campeonato Europeu, no dia 6.
Os adversários de Portugal, no grupo D, são Islândia, Macedónia, Estónia, Ucrânia e Suécia, por esta ordem e em dias consecutivos até dia 10. Os jogos decorrerão em 3 pavilhões da cidade de Sofia.
Esta será a estreia internacional em competições oficiais de quase todos os jovens jogadores, exceptuando o atleta Vladislav Voytso que já participou no campeonato de 2014.
Os jogadores que compõem a Selecção Nacional de Sub 16 masculinos são:
Pedro Lança – Benfica
Paulo Caldeira – Odisseia
Francisco Amarante – Gafanha
Tiago Oliveira – CAB
João Guerreiro – Barreirense
Henrique Barros – Drafon Force
Alexandre Fatuda – Benfica
João Machado – Benfica
Vladislav Voytso – Ginásio
Diogo Oliveira – Galitos
João Marçal – Maia Basket
Miguel Moriés – Galitos
A equipa técnica e o staff da é composto por:
Seleccionador Nacional – António Paulo Ferreira
Treinador Adjunto – Helder Evangelista
Fisioterapeuta – António Loio
Gestor da Equipa – Mário Tenório
Vice-Presidente – Miguel Pereira.
Árbitro – Sérgio Silva
Portugal fez a “vida negra” à Rússia
A equipa treinada por Mariyana Kostourkova perdeu com a Rússia, por 83-71, na segunda jornada do Grupo B. Bom jogo da equipa nacional que esteve 28 minutos na frente do marcador, chegando mesmo a ter, na 1ª parte do encontro, 16 pontos de vantagem. A boa percentagem de lançamento no último quarto da equipa russa acabou por ser decisiva no desfecho da partida.
Excelente entrada de Portugal, com a dupla de postes Maria Kostourkova e Beatriz Jordão em bom plano, bem lideradas por Carolina Bernardeco que marcou 11 pontos seguidos nesta fase inicial do encontro. No final do 1º periodo as portuguesas lideravam por 8 pontos (14-22).
No inicio do 2º quarto, 2 triplos de Bernardeco acompanhados por 2 duplos de Jordão, deram à equipa nacional aquela que seria a maior vantagem do encontro (32-16).
Seguiu-se depois a reação russa, que paulatinamente foi entrando no jogo, conseguindo ir para as cabines ao intervalo com apenas 3 pontos de diferença (37-40 para Portugal).
Com algumas limitações de Maria Kostourkova (3 faltas) e após a reação da Rússia no final da 1ª parte, a tarefa não se previa fácil para Portugal.
Mas quando se esperava que o jogo pudesse mudar, as jovens portuguesas responderam bem e conseguiram manter a curta vantagem, nunca deixando as adversárias aproximarem-se mais do que 3 pontos. No final do 3º período, Portugal conseguia mesmo aumentar a vantagem para 4 pontos (51-55).
Nos últimos 10 minutos, a Rússia entrou fortíssima e com um parcial de 12-0 virou a partida. Portugal ainda reagiu, mas já não voltou a conseguir encostar no marcador. A percentagem de lançamentos da equipa adversária, aliada à capacidade de ressalto ofensivo, conquistanto 16 ressaltos ofensivos dos 33 lançamentos falhados durante todo o jogo, acabou por ser mais evidente nesta parte final do jogo.
No final: Rússia 83 – 71 Portugal
Por períodos: 14-22; 23-18; 14-15; 32-16
Destaque nas portuguesas para Carolina Bernardeco com 28 pontos, 4 em 8 de 3pts e 5 faltas provocadas. Beatriz Jordão com um duplo-duplo (22 pts e 10 res) fez um grande jogo. Maria Kostourkova com 15 pontos e 8 ressaltos também esteve em bom plano.
Portugal volta a jogar este sábado, por volta das 13 horas, diante da Espanha, na última jornada desta primeira fase de grupos.
Portugal cede perante a Áustria no prolongamento (73-74)
A equipa orientada por José Ricardo esteve pertíssimo da vitória, tanto no tempo regulamente como no extra, mas deixou-se ultrapassar mesmo sob o término da partida, seguindo-se agora o desafio frente à Roménia, este domingo, às 15h30.
Assistiu-se a um excelente espetáculo no primeiro período, com constantes alternâncias no marcador, algo que seria uma constante durante toda a partida, sendo que ambos os conjuntos revelaram acerto na hora de lançar ao cesto, como se comprova pelo 24-23 favorável às nossas cores, decorridos os 10 minutos iniciais.
A emoção continuou no segundo quarto, não havendo nunca um avanço claro por parte dalguma das equipas. Porém, Portugal até conseguiu chegar ao intervalo com uma vantagem de 4 pontos (39-35), depois de uma excelente reta final de período.
Apesar do equilíbrio ter permanecido no regresso dos balneários, a equipa de todos nós permitiu que a Áustria passasse para a frente do marcador, embora nunca houvesse um distanciamento. À entrada para o derradeiro período, a turma austríaca liderava a partida por apenas 1 ponto (51-52).
Na última dezena de minutos, Portugal teve tudo para somar o primeiro triunfo na competição, já que a 04:15 do final a formação lusa dispunha de um avanço de 8 pontos (63-55), mas de seguida os comandados de José Ricardo sofreram um parcial de 0-9, que recolocou a Áustria na luta pela vitória. A 15 segundos do término do desafio, e através de dois lances livres convertidos por Gonçalo Delgado, Portugal voltou para a frente, mas no imediato o adversário empatou a contenda, levando todas as decisões para prolongamento.
Aí, no tempo extra, os nossos jogadores voltaram a ter o pássaro na mão, já que a 11 segundos do soar do alarme Portugal vencia por 73-70, mas um triplo austríaco somado à conversão de um lance livre a 7 segundos do final decidiu o vencedor, por 73-74.
Em termos individuais, destaque para Pedro Lança (21 pontos), Gonçalo Madureira (14 pontos), Pedro Costa e Gonçalo Delgado (ambos com 12 pontos).
Arranque categórico
Portugal derrotou categoricamente a Polónia, por concludentes 60-38, na 1ª ronda do Grupo B. Carolina Gonçalves esteve em destaque ao marcar 30 pontos.
Boa entrada da equipa Portuguesa na partida, onde foi notório o bom entendimento existente no grupo de trabalho, nomeadamente nos cestos convertidos por Maria Kostourkova, quase sempre assistida por Carolina Bernardeco. No final do 1º periodo Portugal estava na frente por 15-11.
No 2º periodo as portuguesas mativeram-se na frente mas sempre por margens curtas até aos 5 minutos. Apareceu então Carolina Gonçalves, que com 3 triplos convertidos nos últimos minutos deste quarto, catapultou a equipa portuguesa para uma vantagem de 9 pontos ao intervalo (30-21).
Na 2ª parte do jogo, Portugal voltou a entrar melhor, baseando o seu jogo numa defesa consistente. Já em relação ao ataque, Carolina Gonçalves estava mesmo em dia sim, continuando a sua boa prestação. No final do 3º quarto a diferença continuava a aumentar (46-28).
Uma reação perigosa das polacas no inicio do derradeiro quarto, chegou a levar a partida para os 47-36 de diferença, mas 2 duplos de Maria Kostourkova e Carolina Gonçalves, ajudadas por um triplo de Maianca Umabano, acabaram com as esperanças da Polónia vencer a partida.
No final, Portugal venceu a Polónia por claros 60-38, vencendo todos os periodos do jogo (15-11; 15-10; 16-7; 14-10).
Destaques na Seleção Nacional para o grande jogo da já referida Carolina Gonçalves, com 30 pontos (metade da equipa), 8 ressaltos e 8 faltas provocadas. Maria Kostourkova com 15 pontos e 11 ressaltos e Beatriz Jordão com 11 ressaltos em apenas 15 minutos de utilização, também estiveram em bom plano. Carolina Bernardeco fez 9 assistências, a maior parte delas na 1ª parte.
Esta sexta feira, Portugal defronta a Russia pelas 15h15 (hora portuguesa).
Seleção Sub 16 na Câmara de Valongo
Ao Sr. Presidente da Câmara Dr. José Manuel Ribeiro, ao Vice Presidente Eng. José Sobral Pires, e à Dra. Luisa Oliveira foram entregues lembranças da nossa Seleção como forma de agradecimento pela enorme disponibilidade de utilização do Pavilhão Municipal de Ermesinde, já pelo segundo ano consecutivo para a preparação da Seleção Sub 16.
Desde o dia 22 de Julho, em Ermesinde a Seleção seguiu o seu plano, em sintonia com os Clubes, Vasco da Gama e o Clube de Ermesinde o CPN, o seu Staff e jogadoras (es), que foram inexcedíveis na colaboração com a nossa Seleção.
Ainda na Câmara Municipal o Sr. Presidente Dr. José Ribeiro desejou a maior sorte as nossas jogadoras para o Campeonato da Europa e à Seleção no Europeu de Matosinhos, e despediu se retribuindo c uma lembrança as nossas jogadoras antes da foto de família.
À Câmara Municipal de Valongo, ao Vasco da Gama e ao CPN o nosso obrigado e fica a promessa de um regresso no futuro
Derrota com sabor amargo
Não soubemos com paciência gerir a vantagem no marcador, permitindo oscilações ciclicas no resultado, que terminou em 82-77.
Este bom começo depressa se desvanesceu e no inicio do segundo período, pouco concentrados e determinados nas tarefas chave a executar, permitimos rapidamente que o adversário passasse para a frente (22-20), com vários pontos sofridos de contra-ataque, facilitados pela nossa má recuperação defensiva.
Fomos corrigindo alguns aspetos, melhoramos a percentagem de lance-livres (78%, 7/9) chegando ao intervalo a vencer por 3 pontos (38-35).
No recomeço da partida, fizemos um triplo, passando para 41-35, para de seguida passarmos de novo por uma fase de desnorte, possibilitando que a Dinamarca fizesse um parcial de 11-0, passando a vencer por 46-41.
Foi um período de bolas perdidas, ineficácia no lançamento de 3 pontos e erros defensivos, a permitir segundos lançamentos e bolas perdidas. O jogo foi evoluindo, com diferenças mínimas no marcador. Aos 30 minutos o resultado era favorável à Dinamarca, por 66-60, e aos 35 minutos por 72-67.
Portugal à medida que o jogo se aproximava do final foi-se colando no marcador e a 10 segundos do fim, com o resultado em 80-77 favorável à Dinamarca, pediu um desconto de tempo, para preparar o último lance, para um lançamento de 3 pontos. Só que ao repor a bola em jogo, esta foi parar às mãos de um jogador da Dinamarca, que aproveitou para em contra-ataque converter mais dois pontos, fixando o resultado final em 82-77, favorável à Dinamarca.
Derrota amarga para Portugal, que poderia ter feito melhor, chegando a demonstrar em vários momentos do jogo capacidade para levar de vencida este adversario.
Portugal fez uma boa percentagem de lance-livres (84%, com 21/25); fez uma baixa percentagem de lançamentos de 3 pontos (23%, com 8/35); permitiu 21 pontos de contra-ataque; e dos 82 pontos da Dinamarca, 54 foram marcados no interior da área restritiva.
Por Portugal jogaram e marcaram;
Nuno Sá (2p); Pedro Oliveira (8p); Daniel Caetano (5p); Filipe Rodrigues (7p); Carlos Cardoso (3p); Diogo Brito (20p); Gonçalo Delgado (4p); Diogo Araújo (19p); Ricardo Monteiro (9p); Jorge Pires;
A seleção faz o próximo jogo no sábado contra a Bélgica, às 19h15 hora portuguesa.
Vitória difícil e muito suada
Partida difícil e muito física nos minutos iniciais, com a equipa de arbitragem a permitir muitos contactos, mas em abono da verdade, a formação austríaca parecia querer mais que a nossa seleção, recuperando as bolas divididas e sendo mais intensa e agressiva, permitindo-lhe chegar em vantagem aos 5 (11-9) e aos 10 minutos (22-18).
Para termos uma ideia dos critérios de arbitragem nesta fase, Portugal com 3 minutos jogados no segundo período já tinha atingido 5 faltas, contra uma marcada à seleção da Áustria. A pouco e pouco as coisas foram-se recompondo, Portugal foi assumindo o seu modelo de jogo, aumentou a agressividade defensiva que lhe permitiu roubar bolas e empreender situações de vantagem numérica com cestos fáceis, catapultando o marcador ao intervalo para uns 34-31 a nosso favor.
Mesmo assim continuamos a fazer percentagens de lance-livre que estão longe do desejável (3/6) , contra 8/10 do adversário .
No terceiro período houve uma fase menos boa da nossa seleção, com ascendente da Áustria, que lhe permitiu chegar no final do terceiro período a ganhar por 50-42. Portugal reentrou bem no quarto período, fazendo um parcial de 10-2, equilibrando a partida a 52 pontos.
Portugal manteve a pressão à saída da bola e conseguiu com mérito condicionar o ataque do adversário, que em duas situações consecutivas não conseguiu pôr a bola em jogo. Portugal também cometeu alguns erros no ataque e o jogo foi evoluindo até ao final com equilíbrio no marcador.
Nos instantes finais com o marcador em 67-64 para a Áustria, Portugal teve posse de bola , preparou o seu ataque, lançou, não converteu e Gonçalo Delgado teve 2 ações fundamentais para levar o jogo para prolongamento, a 2 segundos do final. Ganhou o ressalto ofensivo, fez 2 pontos, sofreu falta e foi para a linha de lance-livre, convertendo mais 1 ponto. Foi mais uma reação de sucesso da nossa equipa.
No prolongamento Portugal foi superior, ganhando no início uma vantagem de 6 pontos, que foi gerindo até ao final partida.
Mais uma vez boa atitude de toda a equipa, utilizando quase todos os jogadores, que deram boa conta de si.
Por Portugal jogaram e marcaram:
Nuno Sá (16p); Pedro Oliveira (13p); Francisco Albergaria; Daniel Caetano (2p); Filipe Rodrigues (4p); Carlos Cardoso (2p); Diogo Brito (22p); Gonçalo Delgado (7p); Diogo Araújo (8p); Ricardo Monteiro (2p); Jorge Pires (2p);
Portugal volta a jogar quinta-feira, dia 30, contra a Dinamarca, pelas 19h15, hora portuguesa.
Sub-18 Femininos iniciam esta quinta o Europeu Divisão A
A equipa está na Eslovénia desde o dia 22 Julho, (muito) bem instalada no Hotel Termana, em Lasko, tem jogado e treinado nos pavilhões que vão ser utilizados no Europeu, estando por isso perfeitamente adaptada e preparada para os jogos oficiais.
Tão perto de chegar mais longe
A seleção nacional iniciou bem a partida, com determinação e muita vontade em se superiorizar ao dificil adversário.
Começou concentrada, agressiva na defesa e interpretando bem o plano ofensivo preparado pela equipa técnica, de tal forma que aos 5 minutos já vencia por 9-5, podendo a vantagem ser superior se tem aproveitado bem todas as situações que criou. O jogo foi-se mantendo com esta nota de ascendente para a equipa nacional e aos 10 minutos ganhava por 15-11.
No inicio do segundo período Portugal entrou de novo forte e agressivo a defender, construindo vários ataques consecutivos (7) sem concretizar, permitindo que a Geórgia se aproximasse no marcador, chegando aos 15 minutos aos 20-19 para Portugal. Conseguiu de seguida fazer um parcial de 7-0, chegando aos 27-19 à custa de uma boa atitude defensiva, ganhando ressaltos e empreendendo mortíferos contra-ataques e ataques planeados. Mas depois disto, permitimos que o adversário se encostasse e chegasse ao intervalo a perder por apenas 2 pontos (27-25).
O equilíbrio foi-se mantendo durante quase todo o terceiro e quarto períodos, com ligeiras oscilações, registando-se aos 30 minutos uma igualdade a 41 pontos e aos 35 minutos 52-51 para a Geórgia.
Nos últimos 11 segundos da partida com o resultado em 62-60 para a Geórgia, Portugal pediu um desconto de tempo, preparou o ataque mas não conseguiu concretizar, numa ação próxima do cesto levada a cabo pelo Diogo Brito, que no nosso entendimento sofreu falta, mas que o trio de arbitragem entendeu não assinalar.
Portugal perdeu assim a oportunidade de entrar no grupo das oito melhores equipas. Deverá saber levantar a cabeça e estar orgulhoso da caminhada já desenvolvida, acreditando nas suas potencialidades e ser capaz de as pôr em jogo.
Por Portugal jogaram e marcaram:
Nuno Sá (3p); Pedro Oliveira (11p); Francisco Albergaria; Daniel Caetano (8p); Filipe Rodrigues (2p); Diogo Brito (20p); Diogo Araújo (7p); Ricardo Monteiro (9p); Jorge Pires.
Portugal vai agora lutar pelo 9° lugar e joga na quarta-feira contra a Áustria, pelas 14h45, hora portuguesa.
Não há vencedores antecipados
Seja como for, Portugal continua com o objetivo de integrar os oito primeiros intacto.
A verdade é que quem se convencer que tem a vitória garantida mesmo antes de entrar em campo e jogar, engana-se redondamente e acaba por complicar a sua tarefa, que no caso de Portugal poderia sair facilitada se tivesse colocado em campo a mesma abnegação e empenho que utilizou na jornada anterior frente à bem mais difícil seleção romena, que venceu com toda a justiça e mérito. E não foi por falta de alertas da equipa técnica, preparando os atletas para a necessidade de respeitarem todos os adversários, evitando tornar complicado o que pode ser mais fácil, se a forte atitude e a focagem no jogo forem respeitadas.
E foi o que aconteceu à nossa seleção. Entrando relaxada e pouco concentrada nas tarefas que lhe eram exigidas, convencida que mais tarde ou mais cedo resolveria a situação, foi complicando e dando motivação e confiança ao adversário, que foi mantendo o equilíbrio no marcador, com 19-18 aos 10 minutos, e 30-29 aos 20. Fraca prestação da seleção nacional quer em termos defensivos como ofensivos. Veja-se por exemplo a percentagem de lance-livres na primeira parte, que foi de 10% (1/10). Portugal só tinha que se queixar de si próprio.
Apesar das rotações de jogadores, apelo à mobilização e entrega dos mesmos e ajustamentos nas estratégias introduzidos pela equipa técnica, a verdade é que não conseguíamos descolar da Escócia, verificando-se no final do terceiro período uma escassa vantagem de 2 pontos (48-46).
Finalmente no último período Portugal conseguiu afastar-se do adversário, fruto de uma maior agressividade defensiva, criando situações de contra-ataque e de ataque planeado com sucesso, materializando aquilo que eram as orientações técnicas e terminando a partida com uma vantagem de nove pontos (67-58). Fica a lição e a aprendizagem para o futuro.
Pela equipa nacional alinharam e marcaram:
Nuno Sá (11p); Pedro Oliveira (11p); Francisco Albergaria ; Luís Caetano (12p); Filipe Rodrigues (6p); Carlos Cardoso; Diogo Brito (7p); Gonçalo Delgado (2p); Diogo Araújo (7p); Ricardo Monteiro; Rodrigo Lima; Jorge Pires (11p).
Portugal disputa esta segunda-feira o último jogo desta fase, diante diante da Geórgia, uma partida importante nas aspirações de integrar o grupo dos oito primeiros. O encontro realiza-se às 17h00 portuguesas.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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